‘A GERAÇÃO QUE PODE VIVER MENOS QUE OS PAIS PORQUE NÃO SABE COMER – E COMO REVERTER A TENDÊNCIA’

“Olha só, a arvorezinha! É o brócolis! Cheira, sente o gosto!”

Sentadas em roda a pedido da nutricionista Mariana Ravagnolli, as oito crianças de menos de dois anos pegam o brócolis, amassam, põem na boca. A “arvorezinha”, assim como outras verduras e legumes, não era parte da rotina alimentar de muitas delas.

As crianças estão no Centro de Recuperação e Educação Nutricional (Cren) da Vila Jacuí, extremo leste de São Paulo, para tratamento de desnutrição –elas simplesmente não vinham ingerindo nutrientes o bastante para se desenvolverem até de chegarem ali, seja por comerem pouco ou por comerem mal.

Karina, de um ano e oito meses, frequenta o local diariamente há um ano. Era um dos casos mais agudos. “Quando chegou aqui, ela mal se mexia no bebê conforto”, conta Ravagnolli à BBC Brasil.

Hoje, com apenas seis quilos, a menina ainda é pequenina para sua idade –nessa mesma faixa etária, a maior parte das meninas pesa pelo menos 10,5 quilos, de acordo com a tabela de referência da Organização Mundial da Saúde. Mas agora Karina tem energia. Ela experimenta o brócolis e passeia pela sala, oferecendo-o aos amigos.

“Ela evoluiu muito em desenvolvimento. Até aparece de vez em quando com aqueles arranhões de quem cai enquanto brinca”, conta Ravagnolli.

A “aula” de brócolis é uma das estratégias do Cren para educar o paladar dos cerca de 80 bebês, crianças e adolescentes atendidos no local, que é conveniado à Prefeitura de São Paulo. Trata-se da oficina semanal de texturas e sabores, em que os menorzinhos podem cheirar, tatear e provar alimentos in natura que não costumavam estar no seu cardápio.

A ideia é justamente reduzir a resistência deles a comidas que, embora nutritivas, podem causar estranheza ao paladar.

Pelos corredores do Cren passeiam desde crianças muito franzinas, como Karina, até outras que estão claramente acima do peso, como Beatriz, que aos quatro anos já sofre com bullying na escola por conta da obesidade. Tanto Karina quanto Beatriz estão, segundo parâmetros médicos, desnutridas.

É o desafio do Brasil do século 21: a desnutrição é um mal causado tanto pela falta de comida na mesa quanto pela má alimentação, em uma época em que crianças estão desde cedo expostas a salgadinhos, produtos lácteos artificiais e açucarados, bolachas recheadas e outras guloseimas ultraprocessadas que são usadas como substitutas de alimentos –mas que não suprem necessidades nutricionais.

“É o que chamamos de furacão da desnutrição: um problema com muitas causas”, explica Ravagnolli.

“Temos desde famílias desestruturadas, que não dão conta de cuidar das crianças como elas precisam ou não têm dinheiro para alimentos saudáveis, até famílias bem organizadas, mas sem informações, ou que moram ao lado de um mercadinho onde se vendem várias ‘besteiras’, mas precisam pegar um ônibus para chegar à feira para comprar verduras.”

O resultado é que o Cren chega a atender casos em que as crianças sofrem, ao mesmo tempo, de anemia (carência de nutrientes essenciais como ferro e zinco) e de colesterol alto (causado, muitas vezes, pela ingestão excessiva de alimentos gordurosos).

VULNERABILIDADE

Dados de 2016 do Ministério da Saúde indicam que 7% da população brasileira está desnutrida e 20% sofre de obesidade.

O esforço de décadas contra a desnutrição infantil fez com que o Brasil fosse elogiado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2010, quando foram apresentados dados compilados do período entre 1989 e 2006 (e que serão atualizados em pesquisa a ser publicada no ano que vem). Nesse período, caiu de 7,1% para 1,8% o percentual de crianças de até 5 anos com baixo peso para idade; e com baixa altura, de 19,6% para 6,8%.

É nessa idade, porém, que, se necessárias, as intervenções são cruciais.

A desnutrição na infância causa, além do aumento da mortalidade e da recorrência de doenças infecciosas, prejuízos que podem ter impacto na vida toda, como atrasos no desenvolvimento psicomotor, mau desempenho escolar e menor produtividade ao chegar à idade adulta.

A obesidade também tem efeitos duradouros: crianças acima do peso têm mais risco de desenvolver diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares, entre outros males.

No ritmo atual, calcula-se que o Brasil terá 11,3 milhões de crianças obesas até 2025 –é quase o tamanho da população da cidade de São Paulo.

“Pela primeira vez na história, as crianças têm uma expectativa de vida menor que a de seus pais por conta de uma alimentação inadequada”, afirma Ravagnolli, referindo-se a estudos internacionais que preveem que a obesidade infantil possa criar uma geração de jovens adultos doentes.

Uma das formas de prevenir isso é, segundo especialistas, educar o paladar das crianças desde cedo.

“A alfabetização do paladar é uma das coisas mais importantes a se ensinar às crianças em seus primeiros três anos”, diz à BBC Brasil Maria Paula de Albuquerque, gerente médica do Cren.

“A introdução alimentar, quando os bebês completam seis meses, é uma janela de oportunidades e dificuldades.”

Texto parcial de matéria da BBC Brasil, publicada na Folha de S. Paulo, em 16/12/2017. Para ler a reportagem na íntegra, acesse: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2017/12/1943370-a-geracao-que-pode-viver-menos-que-os-pais-porque-nao-sabe-comer—e-como-reverter-a-tendencia.shtml

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Tem interesse por alimentação infantil saudável? Conheça os livros da nutricionista Cláudia Lobo sobre o tema:

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ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NA INFÂNCIA
Conceitos, dicas e truques fundamentais
MG EDITORES

Todo dia surgem informações de como oferecer uma alimentação saudável aos filhos. Produtos que parecem ricos em nutrientes fazem sucesso, mas logo suas desvantagens são desmascaradas. Pensando nisso, a nutricionista Cláudia Lobo criou um guia para ajudar os pais a oferecer uma alimentação saudável às crianças. Mudança de hábitos, organização e perseverança são alguns dos ingredientes apontados por ela. Imperdível.

 

COMIDA DE CRIANÇA
Ajude seu filho a se alimentar bem sempre
MG EDITORES

Mostrando de maneira objetiva como montar um cardápio adequado à realidade de cada família, este livro ensina quais alimentos escolher na hora de comprar e por que fazê-lo; como economizar tempo e dinheiro; e como preparar refeições rápidas e nutritivas. Também sugere formas de transformar a própria criança em aliada no processo de educação alimentar e traz mais de 50 receitas nutritivas, ricamente ilustradas.

‘SER NEGRA DOBRA RISCO DE MORTE DE JOVEM NO BRASIL, APONTA RELATÓRIO’

Uma jovem negra no Brasil corre risco 2,2 vezes maior de ser morta do que uma jovem branca, segundo o relatório Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência, que será divulgado nesta segunda-feira, 11. Em 26 unidades da Federação – apenas o Paraná fica de fora -, a taxa de homicídios entre mulheres de 15 a 29 anos é maior entre as negras. Elas são ainda mais vulneráveis à violência em Estados como o Rio Grande do Norte, onde morrem 8,11 vezes mais do que as jovens brancas.

O estudo foi feito pela Secretaria Nacional de Juventude (SNJ) e pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco). O índice foi calculado com base na análise de dados de 304 municípios do País com mais de 100 mil habitantes. As informações utilizadas estão divididas em quatro dimensões: violência entre jovens, frequência à escola e situação de emprego, pobreza no município e desigualdade. Essa é a segunda edição do índice, que já havia sido calculado em 2015.

“A novidade é esse olhar para a questão de gênero. Mais uma vez os dados comprovam o genocídio dos jovens negros”, diz Marlova Noleto, representante interina da Unesco no Brasil.

Aumento

O índice também mostra que a violência contra o jovem negro, considerando ambos os sexos, se agravou nos últimos dois anos. A primeira vez em que foi feito o estudo, em 2015, os negros – à época a faixa etária considerada era dos 12 aos 29 anos – tinham 2,5 vezes mais chance de serem assassinados do que os brancos. Nesta edição, o risco médio no País subiu para 2,7. “Houve um aumento, estatisticamente pequeno, mas muito significativo do ponto de vista social. Mostra que o Brasil não conseguiu trabalhar para reverter ou pelo menos diminuir essa situação. A violência se agravou contra esses jovens”, afirma Marlova.

A situação mais preocupante é a de Alagoas, onde os jovens negros correm 12,7 vezes mais risco de serem mortos, seguida da Paraíba, onde a diferença é de 8,9 vezes. Em 24 unidades da federação, eles correm mais riscos. Apenas no Paraná a taxa de mortalidade entre brancos é superior. No Tocantins, o risco é estatisticamente semelhante e, em Roraima, não foi registrado nenhuma morte de jovem branco no período analisado, o que inviabilizou o cálculo.

Os jovens de 15 a 29 anos representam um quarto da população brasileira e estão entre as maiores vítimas de homicídios. Dados do Atlas da Violência de 2017 mostram que mais da metade das 59.080 pessoas mortas por homicídios em 2015 era jovem (54,1%). Entre as vítimas, 71% eram negras (pretas e pardas) e 92% do sexo masculino.

No relatório, Francisco de Assis Costa Filho, secretário nacional de Juventude, observa ainda que o índice é um importante instrumento de análise das condições de vida dos jovens para a formulação de políticas públicas para esse grupo. “Os resultados apresentados permitirão desenvolver ações mais direcionadas e focadas sobretudo nos jovens homens e mulheres negros, contribuindo para a redução das assimetrias de gênero e para o combate ao racismo no Brasil.”

Marlova diz que os dados estão ligados a outras informações que comprovam a desigualdade. “O IBGE mostra que negros ganham 59% a menos e são 70% da população que vive em extrema pobreza. Embora a sociedade em geral diga que não há racismo no Brasil, os números mostram o contrário.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

Reportagem de Isabela Palhares, da Agência Estado, publicada no UOL em  11/12/2017. Para acessar na íntegra: https://estilo.uol.com.br/comportamento/noticias/agencia-estado/2017/12/11/ser-negra-dobra-risco-de-morte-de-jovem-no-brasil-aponta-relatorio.htm

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Tem interesse pelo assunto? Conheça o livro da SELO NEGRO EDIÇÕES:

RACISMO, SEXISMO E DESIGUALDADE NO BRASIL
Coleção Consciência em Debate
Autora: Sueli Carneiro

Entre 2001 e 2010, a ativista e feminista negra Sueli Carneiro produziu inúmeros artigos publicados na imprensa brasileira. Racismo, sexismo e desigualdade no Brasil reúne, pela primeira vez, os melhores textos desse período. Neles, a autora nos convida a refletir criticamente a sociedade brasileira, explicitando de forma contundente como o racismo e o sexismo têm estruturado as relações sociais, políticas e de gênero.

BAND NEWS RECOMENDA O LIVRO “DOENÇA DE ALZHEIMER – O GUIA COMPLETO”

O psiquiatra Daniel Barros e a jornalista Inês de Castro falam sobre o livro “Doença de Alzheimer – O guia completo”, na Band News FM. Confira no áudio abaixo.

 

Saiba mais sobre o livro:
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DOENÇA DE ALZHEIMER
O guia completo
Autor: Serge Gauthier Judes Poirier
MG EDITORES

Este livro apresenta uma visão geral das últimas novidades médicas e científicas sobre os avanços recentes em pesquisa, as causas e os tratamentos da doença de Alzheimer, formas de prevenção que vêm sendo desenvolvidas e hábitos e estilos de vida que foram validados cientificamente e podem desacelerar ou impedir a progressão sintomática da doença.

 

‘BISBILHOTAGEM DIGITAL: PROTEJA-SE’

Todos nós conhecemos as vantagens da era digital. Entretanto observo que a evolução das ferramentas e usos das tecnologias estão nos transformando em escravos/dependentes de todo esse arsenal tecnológico ao alcance de nossos dedos. Desde as recentes notícias que revelaram a intensa espionagem da qual os países se utilizam para bisbilhotar a vida dos próprios cidadãos e vizinhanças, escancarando, entre outros, que o governo dos EUA tem obrigado o Facebook, Google, Yahoo! e Microsoft a colaborar com a bisbilhotagem, colocando em xeque o futuro dessas empresas quanto a credibilidade e respeito à privacidade dos internautas, também o mundo empresarial vem sofrendo e conhecendo as desvantagens tecnológicas.

Artigo publicado no jornal inglês Daily Telegraph revelou que o uso que os funcionários fazem, para fins pessoais, de redes sociais como Twitter e Facebook durante o expediente causam às empresas britânicas um prejuízo de quase R$ 4 bilhões por ano em tempo desperdiçado. Mais da metade dos empregados entrevistados admitiram recorrer à essa prática. No Brasil, segundo pesquisa da Websense/Harris Interactive, o prejuízo é de pelo menos R$ 3 bilhões ao ano. E com o ingresso no mercado de trabalho de jovens acostumados a ficar plugados a tempo todo, o problema tende a aumentar ainda mais. Fica a questão: o que as empresas podem fazer para evitar, ou pelo menos reduzir essa perda?

Sob o ponto de vista jurídico, a posição predominante é de que o sigilo de correspondência previsto na Constituição Federal não pode ser usado para encobrir abusos. Exemplo de abuso é utilizar o e-mail corporativo, que é uma ferramenta de trabalho, para finalidades que não estão relacionadas ao trabalho. Por esse motivo, é importante que as empresas estabeleçam, de preferência em contrato, uma política muito clara sobre o que é permitido ou não no que diz respeito à utilização de meios eletrônicos pelo funcionário durante o horário de trabalho. Nas grandes organizações, o tema deve constar no Código de Ética Profissional da empresa. Algumas, inclusive, já usam sistemas para monitorar os sites que seus funcionários visitam na internet. Portanto, se um empregado for pego visitando sites pornográficos ou jogando pôquer virtual quando deveria estar trabalhando, ele está, sim, sujeito à demissão por justa causa.

Outra questão importante referente ao uso dos e-mails no ambiente de trabalho é que eles podem ser usados como provas em ações judiciais relativas a assédio moral e assédio sexual. O assédio moral ocorre quando o chefe fere, repetidamente, a dignidade de seu subordinado, dirigindo-se a ele de forma insultuosa, tratando-o de modo abusivo, denegrindo sua imagem etc. Já o assédio sexual é assim definido pela lei nº 10.224, de 15 de maio de 2001: “Constranger alguém com intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual, prevalecendo-se o agente de sua condição de superior hierárquico ou ascendência inerentes ao exercício de emprego, cargo ou função”.

O que nem todos se dão conta é que o assédio, seja ele moral ou sexual, não ocorre apenas através de contato pessoal. Eles também podem ocorrer através de e-mails cujo conteúdo possa ser considerado insultuoso ou abusivo, no primeiro caso, ou de conotação sexual, no segundo. E não só podem, como de fato são usados por funcionários em ações movidas contra colegas, chefes e a própria empresa. Afinal, conforme diz o Código Civil, “responde o patrão pelos atos de seus subordinados”. Isto significa que se o empregado sofrer assédio moral ou sexual por parte de colegas de trabalho ou superiores, o empregador poderá ser responsabilizado. Contudo, se a empresa possuir uma política clara sobre o assunto, devidamente comunicada ao funcionário antes da ocorrência, o empregado considerado culpado poderá ser demitido por justa causa.

Sendo assim, todo cuidado é pouco. A desculpa de que aquele e-mail abusivo ou malicioso era “apenas uma brincadeira” não vai colar. Prova disso é o aumento das ações trabalhistas relativas ao assédio nas quais os e-mails são utilizados como evidências. Nessas ações, é bom que se diga, os reclamantes costumam pleitear – e com frequência ganhar – significativas indenizações. É um preço alto demais para se pagar por supostas “brincadeiras”.
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*Ivone Zeger é advogada especialista em Direito de Família e Sucessão. Membro efetivo da Comissão de Direito de Família da OAB/SP, do IBDFAM- Instituto Brasileiro de Direito de Famíia, e do IASP, é autora dos livros “Herança: Perguntas e Respostas”, “Família: Perguntas e Respostas” e “Direito LGBTI: Perguntas e Respostas – da Mescla Editorial – Fanpage: www.facebook.com/IvoneZegerAdvogada e blog: www.ivonezeger.com.br

Artigo publicado no Estadão em 30/11/2017. Para acessá-lo: http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/bisbilhotagem-digital-proteja-se/

 

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Conheça os livros da autora:

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FAMÍLIA

Perguntas e respostas
Autora: Ivone Zeger

Quando o assunto é direito da família, somente uma especialista como Ivone Zeger pode responder de forma simples e direta às principais dúvidas relacionadas com casamento, divórcio, pensão alimentícia, partilha de bens, adoção, violência doméstica, filhos, união gay etc. – tudo de acordo com as mudanças ocorridas na legislação.


HERANÇA

Perguntas e respostas
Autora: Ivone Zeger

Quais são os motivos para deserdar alguém? Bens de família também entram no pagamento da dívida? Quando uma pessoa morre sem deixar testamento, quem fica com os bens? O que cabe aos enteados? E à segunda esposa? Divorciados têm direito à herança do cônjuge? O que é usufruto? Filhos têm de dividir a herança com o avô?

Essas são apenas algumas das perguntas respondidas neste livro. Com base em sua ampla experiência em Direito de Família e Sucessão, a advogada Ivone Zeger esclarece – em linguagem simples e objetiva, bem distante do “juridiquês” que assusta os leigos – as dúvidas mais comuns que todos temos sobre o assunto.

DIREITO LGBTI
Perguntas e respostas
Autora: Ivone Zeger

Esta obra de Ivone Zeger tem o objetivo de responder a questões relativas a casamento, união estável, adoção, inseminação artificial, dissolução de união estável, divórcio, partilha de bens, herança, entre outros temas pertencentes ao Direito de Família, porém voltados ao público homossexual, bissexual e transexual.

‘10 COISAS QUE VOCÊ NÃO DEVE FAZER AO COMEÇAR UMA ATIVIDADE FÍSICA’

Exercícios são muito bem-vindos na nossa rotina, mas quem está começando deve tomar alguns cuidados e se lembrar de coisas bem simples. Veja dicas de um educador físico e evite problemas ao começar uma atividade física

Você decidiu que é a hora de começar a malhar. Sua motivação para deixar o sedentarismo de lado pode a busca por mais qualidade de vida ou também pode ser a proximidade do verão e a vontade de exibir um corpo em forma nas praias por aí. Aproveite esse ânimo extra e invista em sua saúde com uma atividade física regular.

Entretanto, para que a atividade física seja realmente benéfica para o corpo e para a mente, vale tomar alguns cuidados, principalmente se você é iniciante na academia. Você lembrou de se alimentar da maneira correta antes de partir para o treino de bike? Ou está com a roupa adequada para aquela aula puxada de jump (aula na qual você pula em uma cama elástica, seguindo os movimentos do professor e o ritmo da música)?

Conversamos com o educador físico João Gabriel Santos, gerente da Unidade Teotônio Vilela da academia Just Fit, em São Paulo, e para ajudar ele montou uma lista com 10 coisas que você não deve fazer ao começar uma atividade. Veja os detalhes e evite problemas e até lesões:

  1. Não consultar um médico

Não é a toa que personal trainer e academia pedem um aval de um médico antes de o aluno começar a malhar. Esse exame não é mais obrigatório, mas ainda é muito importante, segundo o professor. E ele fala que o mais escuta por aí é “Eu estou bem, não preciso disso”. Entretanto, mesmo que sinta bem e não tenha nenhuma queixa, um check-up completo vai mostrar qual a sua condição física e até ajudar a montar os treinos mais adequados para seu corpo e seus objetivos.

  1. Não seguir orientação de profissional devidamente habilitado

“‘Eu não preciso de professor eu já sei treinar’. Essa é outra frase dita por muitas pessoas que voltam as academias”, lembra o profissional. E se você precisa tomar cuidados quando está começando, quando está retomando o ritmo também precisa de precaução.

Durante o tempo que ficou parada, por exemplo, você provavelmente perdeu tônus muscular e condicionamento físico e, com isso, nem sempre vai conseguir manter o ritmo que seguia antes, pelo menos não nos primeiros dias. Vá com calma.

Além disso, seus objetivos podem ter mudado nesse tempo. “É importante apresentar os objetivos e atualizar os projetos físicos com o apoio de quem sabe as novidades e pode facilitar o caminho do emagrecimento ou da hipertrofia. Um professor de qualidade sempre vai saber encontrar seu limite. Então procure sempre orientação”, ressalta João Gabriel.

  1. Não seguir o treino proposto

Esse erro acontece com iniciante e com os mais experientes. Quem já treina há um tempo pode pensar que já pode fazer tudo sozinho, inclusive mudar os exercícios. De acordo com João Gabriel, isso pode acabar em lesão e o aluno nem vai saber ao certo o que causou o problema, já que estava fazendo um exercício diferente do proposto.

Quem está começando pode não entender o movimento proposto logo de cara e, mesmo assim, tentar fazer tudo sozinho. De novo, há risco de lesão sem nem entender o motivo. Cansou do treino ou tem dúvida? Pergunte ao professor, sempre!

  1. Só fazer o que gosta

“Qual professor nunca ouviu uma aluna falar ‘não vou treinar braço senão vou ficar enorme’, como se isso acontecesse em um passe de mágica”, fala João Gabriel. Sim, é muito comum receber o treino assim que chega na academia e já torcer o nariz para alguns exercícios e colocar ressalvas para não fazer outros. Não caia nessa enrascada.

É preciso treinar o corpo como um todo e o professor que montou seu treino sabe disso. “Independentemente de seu objetivo, o fortalecimento muscular é indispensável para prevenir lesões e trabalhar todos os grupos de forma equilibrada promove o desenvolvimento harmônico e sem desproporções”, afirma o professor.

  1. Fazer o mesmo treino sempre

Uma outra situação também pode acontecer. O aluno pode adorar o treino e querer ficar com ele para sempre. Se já está dando certo e os resultados estão aparecendo, por que mudar, não é mesmo? Porque se ficar eternamente na mesma coisa, esses benefícios vão sumir.

De acordo com o especialista da Just Fit, é preciso mudar o treino periodicamente para oferecer novos estímulos motores e também desafios ao corpo, que ajudam a manter o aluno motivado a seguir na academia. Além disso, é preciso descansar o corpo e os grupos musculares para que eles se recuperem das micro lesões causadas pelos exercícios. O músculo também precisa de um período de descanso.

  1. Não prestar atenção à roupa escolhida para academia

A escolha da roupa que vai usar na academia vai muito além da estética. Um bom top, por exemplo, dará sustentação adequada para os seios para aquela aula de jump citada lá em cima. Uma corrida, mesmo que na esteira, também exige algo que dê sustentação. Sem isso, a mulher pode sentir dores, por exemplo.

“A roupa é fundamental para um bom período de treino. Fazer tividade física com trajes inadequados gera desconforto e, em alguns casos, o aluno nem consegue treinar”, ressalta o professor da academia de São Paulo.

  1. Não prestar atenção ao tênis que será usado

Quem está começando por cair no erro de achar que basta o calçado ser confortável que ele já é o ideal para a atividade física. Nem sempre. O conforto é importante, mas escolher o calçado ideal também.

É importante, por exemplo, saber se o tênis tem o formato indicado para sua pisada – se ela é neutra, plana, pronada ou supinada. Diversas lojas especializadas oferecem esse tipo de ajuda. O calçado errado pode sobrecarregar articulações como joelho e tornozelo e resultar em dores no futuro.

Ele também precisa dar estabilidade para o exercício escolhido. Para a corrida, por exemplo, é interessante é seja leve e absorva o impacto. Para uma pedalada, há sapatilhas que se encaixam no pedal da bike e podem ser usadas na rua ou nas aulas de spinning.

  1. Não se alimentar direito

“O corpo é uma máquina e precisa de combustível adequado para funcionar”, comenta João Gabriel. Mesmo com tanta informação disponível sobre como levar uma vida e uma alimentação saudável, tem gente que ainda acredita que um caminho para emagrecer é apenas comer menos, sem pensar nas consequências. Não é o suficiente faz um almoço leve, passar a tarde sem comer nada e ir treinar a noite. Há um risco muito grande de sentir fraqueza e passar mal na academia.

Segundo o educador físico, o ideal é fazer um lanche que use como fonte de energia um carboidrato complexo uma hora antes do exercícios. Esse carboidrato, encontrado, por exemplo em pães integrais, é consumido lentamente e fornece energia de forma mais equilibrada ao corpo.

Depois do treino também é fundamental se alimentar de maneira adequada para repor o que o corpo perdeu e ainda ter melhores resultados das atividades. E o ideal é não demorar muito para fazer essa refeição. “Após o treino, o organismo tem uma baixa de nutrientes, vitaminas e minerais, então dentro de no máximo uma hora devemos buscar carboidratos e proteínas de alto ou moderado índice glicêmico, que serão rapidamente absorvidos pelo organismo, atuando diretamente em sua recuperação”, comenta o profissional. Nesse caso pode ser um pão de farinha branca com proteína magra, como carne magra ou frango.

  1. Não beber água

Se até na correria do dia a dia é comum esquecer de beber água, imagina entre um exercício e outro. Mas alunos novatos e experientes devem lembrar sempre de beber água antes, durante e depois da atividade física para se manter hidratado.

Segudno João Gabriel, a falta de água pode levar a desidratação, que traz problemas como fadiga muscular e queda no desempenho. Portanto, tenha sempre uma garrafinha a mão e dê alguns goles de vez em quando. Também não exagere não tome muita água de uma vez para não correr o risco de ficar com aquela sensação de ter um aquário no estômago. Sabe aquele dita: “Devagar e sempre”? Pois bem, ele funciona muito bem por aqui. Beba aos poucos e sempre.

João Gabriel ainda diz que, em linhas gerais, a indicação é beber dois litros de água por dia.

  1. Perder o foco

O celular pode ser um grande aliado ou um inimigo gigante da atividade física. Estudos mostram, por exemplo, que ouvir música é um ótimo estímulo para o exercício. Ajuda a ditar o ritmo da caminhada, deixa a atividade mais divertida e pode te fazer relaxar e esquecer do mundo lá fora. E para aproveitar todos esses benefícios, basta celular, fone de ouvido e qualquer aplicativo de música.

Por outro lado, o celular pode virar uma distração. São mensagens que não de chegar, pausas para fotos e selfies… E aí mora o perigo. “De nada adianta fazer uma boa série e ter um intervalo de 10 minutos entre os exercícios por estar no celular ou batendo papos longos. A sociabilização é importante, mas manter o foco nos exercícios potencializa seus resultados com a atividade física”, destaca João Gabriel.

Matéria de Aretha Martins, publicada originalmente no iG, em 29/11/2017. Para acessá-la na íntegra: http://delas.ig.com.br/alimentacao-e-bem-estar/2017-11-29/atividade-fisica-erros.html

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Quer saber mais sobre a prática de atividades físicas? Conheça:

MANUAL DA SAÚDE
150 perguntas e respostas sobre exercício e vida saudável
Autor: Alexandre Vieira
MG EDITORES

A fim de esclarecer conceitos e oferecer dicas úteis e eficazes sobre a prática de exercícios, a obra traz as 150 perguntas mais comuns relacionadas ao tema. Com respostas claras e objetivas, ela aborda assuntos como fisiologia, alimentação, lesões, perda de peso, sedentarismo e prevenção de doenças. Uma seção especial dirige-se a mulheres, crianças e idosos. Para sedentários, esportistas e professores.

‘QUANTO MEU FILHO VAI CRESCER? É POSSÍVEL DESCOBRIR COM UM CÁLCULO SIMPLES’

Uma das principais preocupações que afligem os pais e também os adolescentes está relacionada à altura. Esta apreensão é normal, principalmente entre os meninos que propagam a imagem de que homem tem que ter músculos, ser alto e atleta.

Porém, antes de tudo, é preciso entender que uma estatura baixa ou alta de uma pessoa é causada por variantes de um padrão de crescimento normal, influenciada pela genética, porém uma patologia pode influenciar na altura.

O pediatra tem papel fundamental na identificação de crianças com crescimento anormal. Além de ter documentado a altura e peso dos pais, acompanhar e registrar através de um gráfico de crescimento, as medidas do paciente ao longo do tempo, pois são estas medidas que servem de base para o diagnóstico de anormalidades.

A altura de um indivíduo adulto é determinada geneticamente e, para se ter uma ideia da altura deste baixinho na fase adulta, baseada na altura dos seus pais, calcula-se, para as meninas, a média entre a estatura do pai menos 13 cm e a estatura do pai”. (ver dados abaixo)

Cálculo da altura (cm):    

MENINO = [altura materna + altura paterna + 13] ÷ 2
MENINA = [altura materna + altura paterna – 13] ÷ 2

Exemplo:

Cálculos da estatura parental média de um filho e uma filha de pais com as seguintes estaturas: o pai tem 172,72 cm, e a mãe tem 157,48 cm

Filho: [172,72 cm + 157,48 cm + 13 cm]/2 = 171,6 cm
Filha: [172,72 cm – 13 cm + 157,48 cm]/2 = 158,6 cm

*Dados do American Family Physician – 2008

No entanto, é preciso considerar que quanto mais precoce o início da puberdade de uma pessoa, menor será sua estatura final e, inversamente, quanto mais tardia, maior será seu crescimento. Dificilmente uma criança de pais e avós com estaturas pequenas, terá uma altura muito superior que a de seus descendentes. Outra dúvida frequente está relacionada à taxa de crescimento com a puberdade, um período da adolescência com duração de dois a quatro anos, caracterizada por transformações biológicas, físicas e psíquicas. É nesta fase que acontece o crescimento esquelético linear, a alteração da forma e composição corporal, o desenvolvimento de órgãos, e mudanças no sistema reprodutivo sexual.

E como descobrir se há um déficit no crescimento de uma criança? Para fazer esta avaliação é necessário saber, antes de tudo e com precisão a altura, o peso e a maturação sexual. Este processo será mais bem alinhado com o acompanhamento do pediatra, que poderá avaliar se há ou não deficiência na curva de crescimento.

Não há motivos para pânico e alarde se o seu filho é baixinho. O processo de crescimento é relativo de criança para criança, e envolve estudo particular de caso a caso. Lembre-se, qualquer dúvida ou alerta de que algo está errado, converse abertamente com o médico pediatra do seu filho.

Artigo publicado originalmente no Blog do Pediatra (VivaBem – UOL), do dr. Sylvio Renan, autor de “Pediatria hoje” e “Seu bebê em perguntas e respostas”, em 25/11/2017. Para lê-lo na íntegra, acesse: https://blogdopediatra.blogosfera.uol.com.br/2017/11/25/quanto-meu-filho-vai-crescer-e-possivel-descobrir-com-um-calculo-simples/

 

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Conheça os livros do dr. Sylvio Renan Monteiro de Barros, publicados pela MG Editores:

PEDIATRIA HOJE
Orientações fundamentais para mães, pais e cuidadores

Nesta obra, Sylvio Renan Monteiro de Barros selecionou os principais textos publicados em seu site, o Blog do Pediatra, e no portal Minha Vida. Seu olhar cuidadoso e sensato, permeado pelos ensinamentos de D. W. Winnicott e também pelas mais recentes atualizações da medicina, constitui um farol no caminho de pais, mães, cuidadores, educadores e profissionais de saúde.

 

SEU BEBÊ EM PERGUNTAS E RESPOSTAS
Do nascimento aos 12 meses

Obra que reúne informações imprescindíveis para mães e pais de primeira viagem. Mas não se trata de um compêndio técnico sobre o “bebê-padrão”, e sim de um livro que aborda casos específicos atendidos pelo autor ao longo de três décadas de pediatria. Dividido em meses, traz perguntas e respostas sobre desenvolvimento físico e psicológico, alimentação, sono, comportamento, estímulos e cuidados com o bebê.

 

‘ALIMENTAÇÃO INFANTIL: 11 ERROS QUE A GENTE COMETE SEM PERCEBER’

É comum que cometermos erros acreditando que estamos fazendo o melhor pelas crianças. Por isso, o UOL lista os principais, de acordo com Priscila Maximino, nutricionista do Centro de Dificuldades Alimentares do Instituto Pensi, do Hospital Infantil Sabará, em São Paulo, e com a médica nutróloga Ana Luisa Vilela.

  1. Dar qualquer suco de caixinha

Muitas vezes a gente prefere suco de caixinha ao refrigerante. Mas, dependendo da composição, um é tão cheio de açúcar quanto o outro. Para ser saudável, o produto precisa ser feito apenas de água e suco de fruta. Como saber isso? Veja a lista de ingredientes na caixinha. Se tiver açúcar, esqueça, principalmente para os menores de dois anos.

  1. Dar suco natural à vontade

Dar um suco natural, sem ser como parte de um dos dois lanches (no meio da manhã ou à tarde), que devem compor a alimentação diária, pode prejudicar o apetite da criança. Um suco que contenha 200 calorias pode representar 20% das necessidades nutricionais de uma criança de três anos, por exemplo. Com isso, ela não sente fome nas refeições principais.

  1. Trocar fruta por suco

Entre dar a fruta para a criança comer ou o suco natural dela, prefira a primeira opção. Ingerir a fruta é uma experiência enriquecedora para a educação alimentar da criança. Ela vai mastigar, conhecer a textura … Além de consumir fibras, elemento importante para o bom funcionamento gastrointestinal, que às vezes se perdem no preparo do suco.

  1. Substituir refeições principais

A criança não se alimentou direito no almoço ou no jantar, e os pais trocam por um iogurte, suco ou copo de leite. Não faça isso. Por mais difícil que seja ver o filho sem comer, tenha em mente uma coisa: criança com acesso a comida não passa fome. Espere o horário da próxima refeição.

  1. Deixar os filhos escolherem o que comer

Crianças pequenas não têm capacidade cognitiva de escolher o melhor alimento para elas. Não pergunte o que a criança quer comer. Você pode, sim, oferecer opções dentro de um mesmo grupo alimentar. Exemplo: hoje você quer macarrão ou purê de batata? Ambos são fontes de carboidrato.

  1. Forçar ou chantagear

Já falamos aqui que ver um filho sem comer pode parecer desesperador. Mas, nessa guerra, não vale tudo. Chantagear e/ou forçar fisicamente estão fora de questão. Quando se trata de alimentação, os pais decidem o que a criança come e somente ela decide o quanto.

  1. Deixar biscoitos a mão

Biscoitos de maisena e de polvilho não são tão inocentes quanto parecem. O primeiro é feito basicamente de gordura vegetal e açúcar e o segundo, de gordura e sal. Depois de um ano, podem ser consumidos eventualmente, como parte de um lanche. Mas nada de fazer deles parte da alimentação diária.

  1. Engrossar o leite com farinhas

A maioria das crianças não precisa tomar leite engrossado com farinhas. O recurso só deve ser usado por indicação do pediatra ou de um nutricionista, em casos específicos de baixo de peso ou de déficit de crescimento.

  1. Fazer papinha com muitos legumes misturados

Na expectativa de o filho ingerir o maior número de nutrientes, pais fazem papinhas com vários legumes e/ou verduras batidos. Com isso, a criança não aprende a mastigar nem a distinguir o sabor e a textura dos alimentos. O melhor é fazer receitas com poucos ingredientes e amassados, para que existam pedaços a serem mastigados.

  1. Fazer da sobremesa um presente

No dia a dia, você não dá sobremesa, mas cria a regra de doce nos finais de semana. Ao fazer isso, você torna esse tipo de alimento um hábito. Em vez disso, deixe que a criança peça e você atenda, quando possível, lembrando que os menores de dois anos não devem ingerir açúcar.

  1. Liberar embutidos “magros”

Crianças até três anos, pelo menos, não devem consumir embutidos, nem os ditos magros, como peito de peru e de frango. Com muito sal e conservantes em sua composição, esses alimentos têm potencial de causar alergia.

 

Matéria de  Adriana Nogueira, publicada originalmente no UOL, em 14/11/2017. Para acessá-la na íntegra: https://estilo.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2017/11/14/alimentacao-infantil-11-erros-que-os-pais-cometem-achando-que-estao-certos.htm

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LIVROS EM REVISTA – “OS ANIMAIS E A PSIQUE”, COM MARIA DO CARMO DE BIASE E MARIA HELENA MONTEIRO BALTHASAR

Ralph Peter recebeu no programa Livros em Revista duas das seis autoras do livro Os Animais e Psique – Volume 2, Maria Helena Monteiro Balthasar e Maria do Carmo de Biase, ambas psicólogas. No livro elas explicam a relação dos animais e os sonhos com a psique humana. Assista à entrevista no vídeo abaixo.

Conheça os dois volumes de Os animais e a psique:

OS ANIMAIS E A PSIQUE – VOLUME 1
Baleia, carneiro, cavalo, elefante, lobo, onça, urso

Autoras: Stella Maria T. Cerquinho Malta, Roseli Ribeiro Sayegh, Neusa Maria Lopes Sauaia, Maria Luiza Piva Rodrigues, Maria Helena Monteiro Balthazar, Maria do Carmo De Biase, Denise G. Ramos
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OS ANIMAIS E A PSIQUE – VOLUME 2
Asno, camelo, gato, golfinho, morcego, raposa, rato

Autoras: Stella Maria T. Cerquinho Malta, Roseli Ribeiro Sayegh, Neusa Maria Lopes Sauaia, Maria Helena Monteiro Balthazar, Maria do Carmo De Biase, Denise G. Ramos

‘A ESCOLA NEM SEMPRE ATENDE AS CRIANÇAS SINGULARMENTE’

Edith Rubinstein,  coautora do livro A escola para todos e para cada um, acredita que é preciso oferecer suporte a cada estudante para dar autonomia a eles.
Ouça abaixo sua entrevista na rádio CBN.

 

 


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