‘COMO CONTROLAR A ANSIEDADE? DE ONDE ELA VEM?’

O cérebro fica em uma espécie de estado de alerta com relação a situações que ainda não ocorreram

Quando estamos prestes a enfrentar acontecimentos importantes, como uma prova difícil, ou mesmo diante de eventos do dia a dia, como o medo do chefe por aquele trabalho atrasado ou o receio do trânsito na volta para casa, não é incomum ficarmos ansiosos.

Nesses casos, colocamos nosso cérebro em uma espécie de estado de alerta com relação a situações que ainda não ocorreram.

“São situações de ameaça, mas de ameaça não concretizada, algo que imaginamos”, diz o psicólogo Cristiano Nabuco, do Instituto de Psiquiatria da USP. “Costumo dizer que a depressão é um excesso de passado, ao passo que a ansiedade é um excesso de futuro.”

Quando o cérebro entende que estamos em uma situação de perigo, ele reage. Há liberações altas de neurotransmissores e do hormônio cortisol, envolvido na reação de estresse –a respiração fica mais curta, os músculos tensionam, o sangue flui da extremidades para o coração, que passa a bater mais rápido.

De acordo com Nabuco, a tecnologia, a despeito de seus benefícios, colabora para criar ou intensificar situação de ansiedade.

“Tudo se processa hoje de forma quase instantânea. Toda hora somos procurados, estimulados, incitados… Esse excesso de estimulação estressa o cérebro”, diz. O Brasil é o país com maior prevalência de ansiedade no mundo, segundo dados da OMS: 9,3% da população.

O psicólogo sugere algumas medidas para controlarmos a ansiedade:

  1. Faça apenas uma coisa de cada vez;
  2. Respeite o ritmo biológico e busque manter uma rotina diária e semanal;
  3. Pratique atividades físicas regularmente;
  4. Tente fazer exercícios de respiração;
  5. Experimente fazer alguns minutos de meditação diária.

Em situações em que a ansiedade se torna crônica e a pessoa perde o controle das emoções, é recomendável que ela procure um psicólogo ou um psiquiatra.

O tratamento normalmente envolve terapia e uso de remédios, incluindo ansiolíticos, antidepressivos e sedativos, que não devem ser utilizados sem acompanhamento médico.

Publicado na Folha de S. Paulo, em 17/05/2018. Para acessar na íntegra: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2018/05/como-controlar-a-ansiedade-de-onde-ela-vem.shtml

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Quer saber mais sobre o assunto? Conheça o livro do psiquiatra Breno Serson, publicado pela MG Editores:

TRANSTORNOS DE ANSIEDADE, ESTRESSE E DEPRESSÕES
Conhecer e tratar
Autor: Breno Serson

Insônia, falta ou excesso de apetite, falta de ar, tonturas, medos, aperto no peito, pensamentos angustiantes. Esses e outros sintomas físicos e mentais podem indicar um transtorno de ansiedade ou depressão, que atinge cada vez mais nossa sociedade contemporânea. Este livro objetiva partilhar conhecimento, em linguagem simples, sobre os transtornos ansiosos e depressivos e os tipos de tratamento disponíveis, refletindo sobretudo sobre a integração de tratamentos convencionais e de medidas gerais benéficas.

 

‘GENÉTICA, ESTRESSE, DIETA, DOENÇAS: VEJA 8 RAZÕES PARA A QUEDA DE CABELO’

Ver o ralo do banheiro e a escova sempre lotados de cabelo causa aflição em você? Calma, isso nem sempre é sinal de que você está ficando careca. É natural perder entre 50 e 100 fios por dia, assim como a diminuição do volume da moldura do rosto conforme envelhecemos.

“Geralmente, o cabelo cresce por mais ou menos seis anos, entra numa fase de repouso e cai três meses depois”, explica a dermatologista Fabiana Brenner, assessora do departamento de cabelos e unhas da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Isso acontece de forma assincrônica, então, há sempre fios em processo de crescimento ou queda.

O problema é quando a perda dos fios se torna intensa e precoce. Em muitos casos, o problema é causado por doenças, medicamentos, hábitos ou situações que exigem muito do organismo. A boa notícia é que existe solução para a maioria dessas situações, desde que um dermatologista seja consultado o quanto antes, para fazer o diagnóstico correto e indicar o tratamento mais adequado. Comprar produtos por conta própria pode sair caro e não resolver o problema, já que as causas tendem a variar bastante.

A seguir, você vê as principais condições associadas à perda de cabelo.

1 – Genética, a maior vilã

Mais ou menos 50% dos homens e até 40% das mulheres acima dos 50 anos sofrem com a chamada alopecia androgenética, ou seja, a calvície determinada geneticamente. O termo “andro” se refere ao hormônio masculino: nessas pessoas, uma enzima converte a testosterona em DHT (dihidrotestosterona), e essa molécula faz o folículo capilar diminuir de tamanho progressivamente.

O processo é mais intenso para os homens, sendo que a região frontal (entradas) e a coroa são os maiores alvos. “Já nas mulheres o padrão é diferente, e o centro do couro cabeludo é mais afetado”, descreve Brenner. Em ambos, o problema pode ter início na adolescência.

Interromper o processo de queda pode envolver diversas frentes: o uso de loções com princípios ativos como o minoxidil e medicamentos de ação hormonal são as principais indicações para a alopecia androgenética. Entre os homens, a droga mais utilizada é a finasterida. No entanto, muitos têm medo de utilizar o medicamento para calvície por acreditar que ele causa impotência. O problema até está descrito na bula, mas especialistas dizem que isso ocorre em menos de 1% dos casos e pode estar associado a alterações hormonais e estresse, não ao remédio. Já para as mulheres, anticoncepcionais, espironolactona e ciproterona são algumas opções; a finasterida só pode ser indicada após a menopausa.

A dermatologista Valéria Marcondes, membro da SBD e da Academia Americana de Dermatologia, conta que tratamentos feitos em consultório, como laser, mesoterapia e aplicação de LED, ajudam a estimular as células do couro cabeludo e trazem resultados positivos para os pacientes. A cada dia surgem novidades na área: “Algo que já está bem estabelecido na Europa e deve vir para o Brasil em breve é o tratamento com plasma rico em plaquetas, retiradas do sangue do próprio paciente e reinjetadas no couro e reinjetadas no couro cabeludo”, conta a médica.

2 – Estresse ou ansiedade

Após situações que envolvem sobrecarga física e/ou emocional, como infecções, cirurgias, gravidez, parto, dietas radicais, luto ou quadros depressivos, muita gente observa tufos de cabelo ficarem no travesseiro ou na escova, o que os médicos chamam de eflúvio telógeno. Em geral, o problema surge cerca de três meses depois do momento de grande tensão e pode se resolver sozinho, assim que o corpo se recupera do baque. Mas também pode ocorrer de forma crônica e gerar um dano maior.

“O estresse faz com que a pessoa não coma direito e, sempre que há um emagrecimento rápido, com perda de proteína, o cabelo é afetado, já que os fios são estruturas proteicas”, comenta Marcondes. Sem contar que o excesso de cortisol (hormônio do estresse) pode favorecer quadros inflamatórios que também prejudicam a saúde dos fios.

Algumas pessoas ainda sofrem de um transtorno conhecido como tricotilomania, que consiste em arrancar o próprio cabelo de forma compulsiva, e isso tende a se agravar com a ansiedade. Técnicas de relaxamento e terapia, em qualquer um desses casos, podem ser úteis também para aparência.

3 – Carências nutricionais

A queda acentuada dos fios pode ser sintoma de uma deficiência nutricional, como a anemia por falta de ferro –mineral envolvido no transporte de oxigênio, que é fundamental para o crescimento do cabelo. Hábitos alimentares inadequados e dietas restritivas demais podem deflagrar o quadro, que também envolve fadiga e deve ser tratado com suplementação. Entre as principais fontes de ferro estão a carne vermelha, a couve, o feijão e castanhas.

Vale mencionar que um cardápio com a proporção adequada de proteínas é garantia de cabelos e unhas fortes. Outros micronutrientes, como a biotina (presente no ovo) e o silício (na aveia), podem melhorar a resistência dos fios a agressões externas. Por isso, costumam fazer parte de fórmulas indicadas pelos dermatologistas.

4 – Doenças inflamatórias

Em algumas pessoas, o organismo passa a encarar uma estrutura do próprio organismo como uma ameaça e gera um processo inflamatório –reação chamada de “autoimune”. Na alopecia areata, os fios caem em uma ou mais áreas arredondadas, formando as chamadas “peladas”. Ao renascer, os fios em geral são brancos, mas a coloração normal volta com o tratamento, que pode envolver medicamentos tópicos, orais ou injetáveis.

O apoio psicológico é importante, já que o estresse pode tanto deflagrar uma crise de alopecia areata como ser consequência dela. Outras doenças autoimunes, como o lúpus, também têm a queda de cabelo entre os sintomas, , e o problema deve ser tratado pelo reumatologista.

5 – Problemas na tireoide

Esta glândula localizada no pescoço produz os hormônios T3 e T4, que regulam todo o metabolismo. Por isso, quando seu funcionamento é prejudicado, corpo prioriza o envio de nutrientes para os órgãos vitais, deixando cabelo, unhas e pele de lado.

Além de provocar a queda dos fios, o problema na tireoide é caracterizado por sintomas como fadiga, depressão, inchaço e inchaço e intolerância ao frio. A perceber esses sinais, a pessoa deve consultar o médico e fazer exames de sangue. Se o hipotireoidismo for confirmado, é preciso fazer a reposição hormonal com um endocrinologista. Na maioria das vezes, essa disfunção é provocada por uma reação autoimune, chamada de tireoidite de Hashimoto.

6 – Dermatite seborreica

Embora seja uma inflamação de pele, caracterizada por descamações (caspa) e vermelhidão, algumas pessoas com esse tipo de dermatite também podem apresentar queda de cabelo. As causas não são totalmente conhecidas, mas parece haver uma propensão genética somada a agentes externos, como estresse, abuso de álcool, alergia ou excesso de oleosidade. O fungo Pityrosporum ovale também pode estar envolvido. Xampus específicos e cremes ou pomadas com medicamentos controlam o problema.

7 – Alopecia cicatricial

Esse grupo de doenças raras envolve a perda permanente dos folículos capilares. A principal delas é a alopecia frontal fibrosante, que, apesar de incomum, tem aumentado de forma alarmante entre mulheres na pós-menopausa. Cerca de 40% delas também sofrem de alopecia androgenética, e 15%, de hipotireoidismo. Uma pesquisa publicada em 2016 no British Journal of Dermatology identificou uma possível associação entre a incidência e o uso mais frequente de cremes faciais ou protetores solares, mas a suspeita ainda está em estudo. O aumento da gordura abdominal é outro possível fator de risco que está na mira dos pesquisadores, segundo Fabiana Brenner.

8 – Hábitos nada saudáveis

A dermatologista Valéria Marcondes lembra que, além das doenças citadas acima, alguns hábitos podem provocar a queda exagerada dos fios –ou acentuar o problema em quem já tem a propensão — como puxar a raiz ao prender o cabelo (tração), aplicar condicionador ou leave-in no couro cabeludo, dormir com o cabelo molhado, exagerar no gel ou cera e usar boné o tempo todo são alguns exemplos. O alisamento com formol, bem como o uso de esteroides anabolizantes, também podem deixar você careca.

 

Matéria de Tatiana Pronin, publicada originalmente no Portal Viva Bem, do UOL em 11/05/2018. Para acessá-la íntegra:
https://vivabem.uol.com.br/noticias/redacao/2018/05/11/genetica-estresse-dieta-doencas-veja-8-razoes-para-a-queda-de-cabelo.htm

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Quer saber mais sobre o assunto? Conheça os livros do médico tricologista Ademir Carvalho Leite Júnior:
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É OUTONO PARA OS MEUS CABELOS
Histórias de mulheres que enfrentam a queda capilar
MG EDITORES

Embora grande número de mulheres sofra com a queda acentuada de cabelos, não há literatura a respeito. O assunto é tabu, mas o autor enfrentou o tema com a delicadeza que ele exige. O livro aborda os diversos problemas de queda, os exames, os tratamentos e as causas – sempre recorrendo a histórias verídicas de pacientes para ilustrar os casos.
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SOCORRO, ESTOU FICANDO CARECA!
MG EDITORES

Quem não se lembra daquela famosa marchinha que diz “é dos carecas que elas gostam mais”? Verdade ou mentira, o fato é que a grande maioria dos homens fica bastante infeliz com os primeiros sinais de calvície, que podem aparecer ainda na juventude. Escrito por um médico que sentiu o problema na própria pele, ou melhor, na própria cabeça, este livro aborda o tema da calvície de maneira leve e descomplicada, ao mesmo tempo que oferece informações científicas e atualizadas ao leitor. O autor explica por que surge a calvície, como se desenvolve, os fatores que a agravam e os tratamentos mais modernos e eficazes para combatê-la e amenizá-la.

‘ALGUNS DESACERTOS CONCEITUAIS COM MEDITAÇÃO’

O médico Roberto Cardoso, autor de Medicina e meditação,da MG Editores, fala em seu novo vídeo sobre as confusões conceituais que costumam ser feitas na meditação.  Assista.

Visite o site do autor: https://www.robertocardoso.net

Conheça o livro:

MEDICINA E MEDITAÇÃO
Um médico ensina a meditar

Médico há mais de vinte anos e meditador há mais tempo ainda, o autor mostra com precisão várias técnicas de meditação e os seus benefícios para a saúde. Sem qualquer orientação religiosa, filosófica ou moral, trata-se de uma obra para ler, aprender e praticar. Edição revista, atualizada e ampliada.

 

Assista aos vídeos anteriores:

“O que é meditação”: http://www.gruposummus.com.br/blog/?p=7331
“O que não é meditação”: http://www.gruposummus.com.br/blog/?p=7280

‘MARIAH CAREY SOFRE DE TRANSTORNO BIPOLAR; SAIBA COMO É A DOENÇA’

A cantora Mariah Carey admitiu sofrer de transtorno bipolar, em uma entrevista publicada na revista People, nesta terça-feira (10). Ela afirma ter sido diagnosticada em 2001, ao ser hospitalizada por ter uma série de problemas físicos e mentais, mas só decidiu se abrir agora para falar sobre o problema.

“Até pouco tempo atrás, eu vivia em negação e isolamento e em constante medo de que alguém me expusesse. Era um fardo pesado para carregar e eu não conseguia mais. Eu cedi, recebi tratamento e coloquei pessoas positivas ao meu redor, para voltar a fazer o que amo –escrever canções e fazer música”, disse ela, à People.

Sintomas vão de depressão à euforia

Caracterizada pela alternância de humor, o transtorno faz com que as pessoas experimentem episódios de euforia (ou também chamado de “mania”) enquanto, em outros momentos, intercalam períodos de depressão, seguidos por episódios de normalidade.

Nos episódios com depressão, a pessoa sente tristeza profunda, apatia, alterações do sono, falta de sentido para a vida, esquecimentos e ideias suicidas. “Na fase de euforia, no entanto, a pessoa fica ‘ligada nos 220’”, explica o médico psiquiatra Luiz Sperry, colunista do VivaBem. “Enquanto na depressão você sente pouca energia e se sente a pior pessoa do mundo, na euforia você sente muita energia e vira a melhor pessoa do mundo. Isso pode levar a um quadro psicótico, no qual o paciente sai da realidade, pedindo demissão do emprego, fazendo gastos descontrolados de dinheiro, envolvimentos afetivos apressados, atividade sexual aumentada e, em casos mais graves, tendo delírios e alucinações.”

Mariah, por exemplo, conta que suas crises a afetaram por muitos anos, até ela procurar ajuda. “Não era uma insônia normal, eu não ficava ‘contando carneirinhos’. Eu estava trabalhando e trabalhando e trabalhando… Eu ficava irritada e em constante medo de decepcionar as pessoas. Uma hora, bati na parede. Acho que meus episódios depressivos foram caracterizados por ter pouca energia. Eu me sentia sozinha e triste, até culpada de que não fazia o necessário para minha carreira”, desabafou.

De acordo com Sperry, o tempo de duração das crises variam muito de pessoa para pessoa, mas geralmente as depressivas duram meses e as crises maníacas são mais curtas, durando semanas.

Diagnóstico é prejudicado pela confusão dos sintomas

Como a condição parcial de humor elevado não é totalmente compreendida pelo indivíduo como sintoma de uma doença, muitas vezes as pessoas apenas buscam ajuda nos momentos mais agudos de depressão. Para se ter ideia, em geral, o diagnóstico leva mais de dez anos para ser concluído, porque os sinais podem ser confundidos com os de doenças como esquizofrenia, depressão, síndrome do pânico, distúrbios da ansiedade.

Entretanto, o que define mesmo o diagnóstico é a crise maníaca, que só existe no quadro bipolar, ao contrário da depressão, explica Sperry. Mas como é difícil o paciente notá-la como algo estranho, ele acaba tratando a depressão primeiro e, ao ver que o quadro depressivo não melhora ou evolui mal, o especialista começa a suspeitar de um transtorno bipolar. “Mas esse diagnóstico pode levar meses ou anos.”

Doença não tem cura, mas há tratamento

O transtorno bipolar não tem cura, mas pode ser controlado. O tratamento inclui o uso de estabilizadores de humor e psicoterapia. Mariah, por exemplo, está fazendo uso de ambos. “Eu estou tomando medicamentos que parecem muito bons. Não me deixam tão cansada ou nada assim. Achar este equilíbrio é o mais importante”, disse.

Se o tratamento for seguido à risca, a instabilidade emocional é prevenida, assim como a recorrência das crises, fazendo com que a pessoa leve uma vida praticamente normal. “Agora estou num lugar legal, estou confortável em discutir minhas lutas com o transtorno bipolar. Eu tenho esperanças de que podemos tirar o estigma das pessoas que passam por isso sozinhas. A doença pode isolar pessoas, mas isso não precisa definir quem você é e eu me recuso a deixar isso me definir ou me controlar”, disse a cantora.

Matéria publicada no portal VivaBem, do UOL, em 11/04/2018. Para acessar na íntegra:
https://vivabem.uol.com.br/noticias/redacao/2018/04/11/mariah-carey-sofre-de-transtorno-bipolar-saiba-como-e-a-doenca.htm

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Para saber mais sobre transtorno bipolar, conheça o livro do psiquiatra Teng Chei Tung, especializado em transtornos do humor:
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ENIGMA BIPOLAR
Conseqüências, diagnóstico e tratamento do transtorno bipolar
Autor: Teng Chei Tung
MG EDITORES

O transtorno bipolar é uma patologia cada vez mais comum – e, infelizmente, ainda mal compreendida. Este livro, escrito por um psiquiatra, esclarece e desmistifica os sintomas da doença, suas fases, os sintomas, as estratégias de tratamento mais modernas e os tipos de medicamento disponíveis. Fala, ainda, da importância do apoio do médico e da família no bem-estar do paciente.

‘É MAL DE ALZHEIMER OU NÃO É?’

Nome que designava uma doença específica virou saco de gatos, ajudando a turvar o diagnóstico

Reuniões científicas costumam ser oportunidades para pesquisadores trocar figurinhas e apresentar uns aos outros o que acabaram de descobrir ou começaram a estudar mas ainda não se tornou público

Por isso uma reunião recente sobre a doença de Alzheimer foi tão extraordinária. Duas instituições privadas, a Alzheimer’s Association e a Croucher Foundation, de Hong Kong, reuniram cerca de 30 pesquisadores especialistas na doença para passar três dias naquela cidade-Estado, fechados em um auditório,  não para apresentar suas descobertas, mas, sim, para avaliar o estado da questão e tentar chegar a um consenso sobre o que é, de fato, o mal de Alzheimer e o que se sabe sobre suas causas.

O problema é duplo. Por um lado, bilhões já foram investidos em pesquisa e medicamentos, mas, até agora, não existe tratamento eficaz, recuperação nem cura.

Por outro lado, e talvez esta seja uma das causas do primeiro problema: o que médicos e pesquisadores chamam de “doença de Alzheimer” costumava ser algo muito preciso (perda de memória e demência precoces, com emaranhados de proteína tau encontradas no cérebro após a morte), mas nas últimas décadas passou a abraçar o que outros ainda chamam de demência senil e também formas não hereditárias da doença, tanto precoces ou tardias. O exame clínico não deveria bastar para o diagnóstico, mas na prática muitas vezes é tudo o que se faz.

Resultado: o nome que designava uma doença específica em pessoas de meia-idade que parecem ter diagnóstico claro (embora ainda não exatamente mecanismo definido) virou um saco de gatos. Alguns pesquisadores ainda têm o cuidado de definir a que se referem, mas outros, em parte no afã de terem seus esforços abraçados pelo farto financiamento para estudar a doença, contribuíram para turvar o diagnóstico a ponto de tê-lo deixado quase inútil.

Receber um diagnóstico de doença de Alzheimer é devastador e somente deveria acontecer com ampla certeza. A diferença é que nem toda perda de memória é sinal de alzheimer. Estresse, pancadas, AVCs, problemas vasculares e metabólicos e tantos outros fatores podem levar a perdas cognitivas debilitantes, sim —mas não catastróficas, como é a doença descrita originalmente pelo dr. Alzheimer. Quando o diagnóstico vem com uma sentença, todo cuidado é pouco.

Da coluna de Suzana Herculano-Houzel, publicada na Folha de S. Paulo, em 10/04/2018. Para acessar na íntegra (restrito a assinantes ou cadastrados): https://www1.folha.uol.com.br/colunas/suzanaherculanohouzel/2018/04/e-mal-de-alzheimer-ou-nao-e.shtml

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Quer saber mais sobre Doença de Alzheimer? Conheça o livro da MG escrito por dois dos maiores especialistas mundiais em Alzheimer, os psiquiatras canadenses especializados em neurologia Serge Gauthier e Judes Poirier:
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DOENÇA DE ALZHEIMER
O guia completo
Autores: Serge GauthierJudes Poirier

Este livro apresenta uma visão geral das últimas novidades médicas e científicas sobre os avanços recentes em pesquisa, as causas e os tratamentos da doença de Alzheimer, formas de prevenção que vêm sendo desenvolvidas e hábitos e estilos de vida que foram validados cientificamente e podem desacelerar ou impedir a progressão sintomática da doença.

“EU TENHO GLAUCOMA. O QUE POSSO FAZER PARA ATENUAR ESSE MAL?”

O glaucoma é como a hipertensão. O tratamento pode fazer com que a doença seja controlada e avance mais lentamente, mas não há cura.

Ao todo, existem quatro tipos de glaucoma: o congênito, no qual a malformação é intrauterina; o secundário, causado por algum trauma no olho; o agudo ou de ângulo fechado, mais raro, é quando a pessoa tem um caminho mais estreito para a drenagem do líquido que tem dentro do olho (e consequentemente a pressão intraocular é aumentada); e o crônico simples, chamado de ângulo aberto, que é o tipo mais comum de todos e acontece em 80% dos casos da doença. O glaucoma crônico acomete geralmente pessoas acima dos 40 anos e vai piorando conforme o envelhecimento.

A doença ocorre porque a pressão do olho está alta, mas não é só isso. Ela também pode ser causada por outro motivos, como no caso do glaucoma congênito ou do secundário. De todo modo, nos quatro tipos de glaucoma, o nervo que liga o olho ao cérebro encontra-se danificado. No caso do glaucoma de ângulo aberto, além de a pessoa poder apresentar a pressão intraocular aumentada, na fase intermediária da doença, ela perde a visão na periferia do olho, ou seja, nos cantos, e no grau mais avançado passa a não enxergar mais no campo visual da frente. Na fase final, a cegueira é completa e irreversível.

Como o glaucoma crônico é de avanço lento e não há sintomas iniciais, se o indivíduo não tem o costume de frequentar anualmente o oftalmologista, percebe o problema quando já está muito avançado. O glaucoma de ângulo fechado, embora raro, tem sintomas mais acentuados que incluem dores muito fortes nos olhos, vermelhidão, náuseas e distúrbios súbitos de visão.

O especialista, quando detecta o glaucoma, indica tratamentos que variam conforme o grau da condição. Podem ser indicados colírios, procedimentos com lasers e, se nenhum tratamento menos invasivo funcionar, cirurgias também podem ser recomendadas.

Fontes: Minoru Fujii, oftalmologista do Setor de Retina do Hospital Cema, em São Paulo; Lisia Aoki, oftalmologista do Hospital das Clínicas, em São Paulo; Wilma Lelis Barboza, médica oftalmologista e presidente da Sociedade Brasileira de Glaucoma.

Matéria de Gabriela Ingrid, publicada originalmente no VivaBem, do UOL, em 03/04/2018. Para acessá-la na íntegra: https://vivabem.uol.com.br/noticias/redacao/2018/04/03/eu-tenho-glaucoma-a-doenca-tem-tratamento.htm

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Se você se preocupa com o assunto e quer saber mais a respeito, conheça “Glaucoma – Informações essenciais para preservar sua visão”, do médico Remo Susanna Jr., um dos maiores especialistas mundiais em glaucoma:

GLAUCOMA
Informações essenciais para preservar sua visão
Autor: Remo Susanna Jr.
MG Editores

O glaucoma, embora não tenha cura, se detectado precocemente pode ser controlado. Escrito pelo maior especialista brasileiro na área, este livro traz informações claras e precisas para portadores da moléstia e seus familiares. Entre os assuntos abordados estão os mitos mais comuns relacionados à doença, os principais tipos de tratamento e os recursos para melhorar a deficiência visual decorrente do problema.

‘SOLIDÃO É UM DOS MAIORES MEDOS E QUESTÕES DA VELHICE; COMO LIDAR, ENTÃO?’

Você fica mais velho, para de trabalhar, algumas quedas o deixam com medo de sair de casa, a família se afasta e você se encontra sozinho e isolado do mundo. Essa é a realidade de muitos idosos no mundo. Recentemente, o Reino Unido criou o Ministério da Solidão, para enfrentar o problema no país. No Japão, idosas estão indo parar na cadeia propositalmente por se sentirem sozinhas ou invisíveis em casa. E os problemas não estão tão longe de nós assim.

A partir da década de 2050, a população brasileira acima dos 60 anos será o dobro do contingente de crianças e adolescentes com menos de 14 anos, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). No entanto, apesar de o país estar envelhecendo, os idosos estão cada vez mais solitários. Segundo um levantamento de 2017 da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, a solidão é o maior temor dos brasileiros na terceira idade.

De acordo com Salma Rose Imanari Ribeiz, médica psiquiatra e psicogeriatra, doutora em Ciências da Saúde pela Faculdade de Medicina da USP, a culpa pode estar nas mudanças na configuração das famílias. “Antigamente, os lares eram habitados por diversas gerações: avós, filhos e netos. E sempre havia companhia para o idoso em casa. Atualmente, nas grandes cidades, é frequente os idosos morarem sozinhos e, mesmo quando moram na mesma residência, seus filhos e netos passam a maior parte do tempo fora de casa, estudando ou trabalhando.”

A solidão pode causar efeitos graves na saúde

Além de elevar o nível dos hormônios do estresse e inflamações, a exclusão pode aumentar o risco de doenças cardíacas, artrite, diabetes tipo 2, demência e depressão. Por isso, é importante saber contornar o isolamento na terceira idade. “O problema é que as causas deste isolamento são múltiplas e vão desde uma dor para andar até problemas de comunicação, como a surdez. A questão é que as pessoas estão envelhecendo sem qualidade de vida”, diz Paulo Camiz, geriatra do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Envelhecer com qualidade de vida é essencial

Um levantamento realizado pelo instituto Qualibest em 2017 mostrou que, apesar de não praticarem atividades físicas ou manterem uma alimentação saudável, os brasileiros desejam envelhecer com saúde e pretendem viver até os 85 anos. Escolhas bastante contraditórias. Mais uma vez, o medo da solidão foi mencionado por 45% dos participantes. “Apesar do medo, as pessoas não estão se mexendo para envelhecer melhor. É preciso começar desde jovem a se prevenir”, alerta Camiz. Mas como?

Maria Thereza Leme, ou Tiê, como prefere ser chamada, tem 82 anos e é um exemplo de como chegar à terceira idade com a mente ativa. A paulistana aprendeu a mexer na internet e no smartphone com a família e, desde então, usa as redes sociais para se comunicar com os filhos (“que não vejo muito, mas estou sempre em contato”) e até para fazer curso. “Faço curso de filosofia pelo Skype, uso o Instagram com frequência e o Whatsapp, onde me comunico com todo mundo. TV é a última coisa que faço uso”, conta.

Tiê ainda dá aulas de francês em casa e faz bordados com sua cuidadora, que mora junto com ela desde 2014. À tarde, ainda se dedica a todo tipo de receitas: “Os filhos vêm buscar quando eu faço”, conta. A aposentada é uma entre os milhões de idosos que vivem na nova formulação familiar, explicada por Ribeiz, mas Tiê afirma que entende a família ter de trabalhar e cuidar de seus respectivos afazeres: “Eu respeito que cada um tem a sua vida. No domingo, não há uma obrigação de almoçarmos juntos, por exemplo. É tudo bem livre. Então, eu também não posso deixar de fazer as minhas coisas.”

De acordo com os especialistas, a família pode ajudar o idoso a se adaptar às mudanças que a vida traz e a encontrar novos papéis para ele desempenhar. Sentir-se útil e poder ajudar os outros pode ser o antídoto que traz de volta a autoestima e a segurança que a solidão aplacou. No caso de Tiê, ocupar a mente é a chave para manter-se viva.
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Texto parcial de matéria de Gabriela Ingrid, publicada originalmente no portal Viva Bem, do UOL, em 28/03/2018. Para acessá-la na íntegra: https://vivabem.uol.com.br/noticias/redacao/2018/03/28/numero-de-idosos-solitarios-esta-aumentando-saiba-como-evitar.htm

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Tem interesse pelo assunto? Conheça o livro abaixo, da psicóloga Maria Célia de Abreu, fundadora e coordenadora do Ideac-Instituto para o Desenvolvimento Educacional, Artístico e Científico, cujo foco principal, desde 1992, é a psicologia do envelhecimento.

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VELHICE

Uma nova paisagem
Autora: Maria Celia de Abreu
EDITORA ÁGORA

Todos nós estamos ou muito em breve estaremos envolvidos com velhos: por sermos idosos, por termos alta probabilidade envelhecer ou porque nossos produtos tendem a ser consumidos por esse público. Por que, então, a velhice permanece um estigma em nossa sociedade?

A fim de mudar essa visão, a psicóloga Maria Celia de Abreu propõe neste livro transformar visões e ideias preconcebidas a respeito do velho. Partindo de estudos teóricos sobre a psicologia do envelhecimento e de vivências colhidas em grupos de estudos, ela propõe que a vida passe a ser encarada como uma estrada que percorre diversas paisagens diferentes – nem melhores nem piores que as outras.

Com exercícios de conscientização e exemplos práticos, a autora discorre sobre inúmeros assuntos pertinentes à velhice, como corpo, sexualidade, memória, perdas, luto e depressão. Fundamental para idosos, seus familiares, cuidadores, pesquisadores.

Prefácio de Mario Sergio Cortella.

‘O QUE É MEDITAÇÃO’

O médico Roberto Cardoso, autor de Medicina e meditação, da MG Editores, fala sobre o que é meditação no vídeo abaixo. Assista.

Visite o site do autor: https://www.robertocardoso.net

Conheça o livro:

MEDICINA E MEDITAÇÃO
Um médico ensina a meditar

Médico há mais de vinte anos e meditador há mais tempo ainda, o autor mostra com precisão várias técnicas de meditação e os seus benefícios para a saúde. Sem qualquer orientação religiosa, filosófica ou moral, trata-se de uma obra para ler, aprender e praticar. Edição revista, atualizada e ampliada.

Assista também ao vídeo anterior, “O que não é meditação”: http://www.gruposummus.com.br/blog/?p=7280

‘APOSTE NAS FRUTAS VERMELHAS PARA EMAGRECER, CUIDAR DA PELE E TER MAIS SAÚDE’

Nutricionista traz dicas de consumo, receitas e mais sobre essas frutinhas que são uma aliada e tanto de quem busca a boa forma; veja detalhes

As frutas vermelhas estão presentes em diversos cardápios e planos de emagrecimento e isso não é a toa. Elas fazem parte, por exemplo, de uma dieta detox, já que são ricas em antioxidantes, que ajudam na atuação do fígado e, com isso, contribuem para que o corpo se livre de toxinas. Também estão na dieta de quem quer perder peso, já que trazem saciedade e contém baixo valor calórico.

A lista de benefícios é grande e para ajudar a entender mais sobre o poder dessas frutinhas, qual a melhor época do ano para comprar cada uma, como inclui-las da melhor maneira na alimentação e aprender receitas magrinhas e saborosas, conversamos com a nutricionista Renata Girau, do Oba Hortifruti, para montar um “manual das frutas vermelhas”.

O que são frutas vermelhas?

Antes de mais nada, vale a pena entender quais são os alimentos que fazem parte desse famoso grupo. Segundo Renata, essa classificação não tem nenhuma ligação com botânica e é um termo informar para designar as frutas de cor avermelhada e arroexeadas.

Os itens mais comumente vistos nessa lista são: morangos, mirtilos, cerejas, amoras, framboesas, cramberry e gojiberry. Mas tem gente que já ampliou essa relação. “Algumas classificações englobam ainda as uvas, o açaí, as ameixas e até a jabuticaba nesse grupo”, comenta Renata.

É mais fácil encontrar esses itens em mercados e feiras nas épocas mais quentes do ano. “A cereja tem sua safra centralizada no mês de dezembro. As framboesas são mais fáceis de encontrar entre dezembro e fevereiro. As amoras podem ser encontradas de setembro a novembro, e os mirtilos de dezembro e janeiro”, detalha a nutricionista. Nos meses mais frios, a opção é apostar em morangos. “Eles têm seu melhor crescimento no inverno, entre os meses de junho até outubro”, completa a especialista.

Por que elas fazem bem para a saúde?

Grande parte da fama dessas frutas como benéficas para a saúde e bem-estar vem da alta concentração de substâncias antioxidantes nesses alimentos. De acordo com a nutricionista, os antioxidantes têm uma atuação bem ampla no organismo e são bons para a imunidade, para a prevenção de doenças crônicas e para a saúde das células, já que combatem os radicais livres.

As frutas vermelhas ainda são ricas em antocianinas, que têm ação antinflamatória e favorecem a saúde das artérias.

Por que elas são aliadas da beleza?

As frutinhas dessa lista ainda podem contribuir para ter pele, cabelos e unhas mais saudáveis  mais fortes. Isso porque contém uma boa quantidade de vitamina C e ainda ajudam na boa produção de colágeno, substância importante para a cicatrização de feridas e também para dar elasticidade para a pele, mais vida aos cabelos e cuidado das unhas.

A combinação desses nutrientes tem como resultado “reduzir os efeitos da flacidez e envelhecimento da pele”, segundo Renata.

Como as frutas vermelhas ajudam a emagrecer?

Quando o assunto é dieta, elas são boas opções também em diversos aspectos. Um deles é a questão da saciedade. Quem tenta emagrecer geralmente busca alimentos que “segurem a fome” por mais tempo, ou seja, aqueles que trazem mais sensação de saciedade. Com isso, fica um pouco mais fácil fugir de armadilhas e cair em tentações, como atacar um docinho ou uma besteira no meio da tarde. E como lembra a nutricionista, as frutas vermelhas são ricas em fibras, que ajudam a levar essa sensação de saciedade por mais tempo ao corpo, já que demoram mais para ser digeridas pelo organismo.

As fibras ainda contribuem para outro fator importante para aqueles que buscam entrar em forma e perder peso: o trânsito intestinal. Também pela absorção e digestão lentas, as fibras contribuem para o bom funcionamento do intestino. E um intestino trabalhando bem significa, entre outras coisas, menos inchaço abdonimal e menos barriga.

Para dar uma forcinha a mais contra o inchaço, vale lembrar também que essas frutas avermelhadas e arroxeadas são diuréticas, ou seja, ajudam a diminuir a retenção de líquido.

A lista de benefícios para a dieta é completada pelo fato de que essas frutas são pouco calóricas. Com isso, podem ser consumidas sem medo e servem como lanches intermediários, complementos de iogurtes e preparos. Como algumas tem um sabor adocicado, ainda podem ser boas opções de sobremesas.

Texto parcial de matéria de Aretha Martins, publicada originalmente no iG, em 07/03/2018. Para lê-la na íntegra, acesse: http://delas.ig.com.br/alimentacao-e-bem-estar/2018-03-07/frutas-vermelhas.html

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Desde o surgimento da primeira vacina, no fim do século XVIII, centenas de milhares de mortes foram evitadas e dezenas de moléstias, combatidas. Estima-se que, nos últimos dois séculos, as vacinas proporcionaram um aumento de cerca de 30 anos em nossa expectativa de vida.

Porém, nos últimos anos, um grande movimento internacional contra as vacinas tem chamado a atenção de pais, profissionais de saúde e educadores. Partindo de informações contraditórias e de dados sem comprovação científica, seus membros alegam ter o direito de escolher vacinar ou não os filhos. No entanto, essa decisão, que de início parece individual, tem consequências coletivas, fazendo por vezes ressurgir epidemias que se consideravam erradicadas.

Escrito por dois pediatras e um infectologista, todos com vasta experiência em imunização, este livro apresenta:

  • um histórico do surgimento e da consolidação das vacinas;
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  • os mitos – pseudocientíficos e religiosos – associados a elas, como o de que a vacina tríplice viral provoca autismo;
  • as respostas da ciência a esses mitos;
  • as consequências da não vacinação para os indivíduos e a comunidade;
  • as reações adversas esperadas e como agir caso isso aconteça;
  • as implicações éticas e legais da vacinação compulsória.