‘QUANDO A QUEDA DE CABELO PODE INDICAR QUE SUA SAÚDE VAI MAL?’

Não se trata apenas de uma questão estética. Tampouco estamos falando só de autoestima. Quando dia após dia nosso cabelo cai para valer, é hora de ligar o alerta.

A queda de cabelo em si é corriqueira, já que diariamente perdemos cerca de cem fios. Eles aparecem no ralo do chuveiro ou ficam presos nas cerdas das escovas de cabelo: até aí, tudo bem. Quando, porém, percebemos que há muitos fios no travesseiro quando acordamos ou que o teclado do computador fica repleto de cabelos caídos, pode ser sinal de que há um problema de saúde.

“Cabelo caindo é sinal de que algo não vai bem”, diz o tricologista e presidente da Sociedade Brasileira do Cabelo Valcinir Bedin. Mas como saber se o tanto de cabelo que está caindo é normal ou não?

Para Bedin, há um “teste” rápido e eficaz, que consiste em passar a mão no cabelo e depois contar quantos fios ficaram presos entre os dedos. “Até cinco fios na mão é considerado normal. Mais que isso já é algo patológico”, afirma.

São dois os principais motivos que levam à queda de cabelo, segundo ele: os fatores hormonais e os fatores metabólicos.

Quando temos alguma desregulação hormonal em glândulas como a hipófise, a tiroide (o hipotireoidismo e o hipertireoidismo) e as suprarrenais, o cabelo, de fato, pode cair. Alterações em glândulas como os ovários, os testículos e o fígado também podem levar à queda de cabelo.

Algumas alterações hormonais, como as ocorridas durante o ciclo menstrual das mulheres, não indicam alguma enfermidade mas também podem levar à queda de cabelo. Há, porém, um distúrbio endócrino, chamado de Síndrome do Ovário Policístico, que provoca alteração dos níveis hormonais, levando, entre outras coisas, à formação de cistos nos ovários. Nesse caso, a queda de também pode ocorrer, segundo Bedin.

Para ele, uma pessoa que tenha queda de cabelo acima do considerado comum, “não pode ficar negligenciando, esperando ele crescer, para quando descobrir [o motivo da queda], o cabelo já estar em um estágio difícil de tratar”.

“Quando você perde um fio de cabelo, em até dez anos ele pode nascer novamente, de forma natural. Então teríamos o prazo máximo de dez anos para tentar fazer o tratamento, tentar interferir”. “Aí, somente um transplante resolve”.

Alterações metabólicas também podem causar queda de cabelo e a má alimentação é um dos principais motivos para que isso ocorra.

Texto parcial de matéria de André Carvalho, publicada no UOL, em São Paulo, em 16/05/2017. Para acessá-la na íntegra: https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2017/05/16/quando-a-queda-de-cabelo-pode-indicar-que-sua-saude-vai-mal.htm?cmpid=copiaecola

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Quer saber mais sobre queda de cabelo e calvície? Conheça os livros da MG:
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50046É OUTONO PARA OS MEUS CABELOS
Histórias de mulheres que enfrentam a queda capilar
Autor: Ademir Carvalho Leite Júnior

Embora grande número de mulheres sofra com a queda acentuada de cabelos, não há literatura a respeito. O assunto é tabu, mas o autor enfrentou o tema com a delicadeza que ele exige. O livro aborda os diversos problemas de queda, os exames, os tratamentos e as causas – sempre recorrendo a histórias verídicas de pacientes para ilustrar os casos.
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50040SOCORRO, ESTOU FICANDO CARECA!
Autor: Ademir Carvalho Leite Júnior

Quem não se lembra daquela famosa marchinha que diz “é dos carecas que elas gostam mais”? Verdade ou mentira, o fato é que a grande maioria dos homens fica bastante infeliz com os primeiros sinais de calvície, que podem aparecer ainda na juventude. Escrito por um médico que sentiu o problema na própria pele, ou melhor, na própria cabeça, este livro aborda o tema da calvície de maneira leve e descomplicada, ao mesmo tempo que oferece informações científicas e atualizadas ao leitor. O autor explica por que surge a calvície, como se desenvolve, os fatores que a agravam e os tratamentos mais modernos e eficazes para combatê-la e amenizá-la.

‘DIFICULDADE DA CRIANÇA EM VARIAR O PRATO NÃO É FRESCURA; SAIBA COMO LIDAR’

A alimentação dos filhos é um desafio para muitos pais e não raro motivo de discussão das refeições em família. O comportamento das crianças à mesa pode ser dos mais variados, mas um deles faz parte do universo dos chamados “comedores seletivos”. A principal dúvida nesses casos é: como lidar quando os filhos só aceitam comer um tipo de comida? 

Lara* tem quatro anos e, desde os dois, o seu cardápio está reduzido a arroz, macarrão sem molho, pipoca, “carninha de churrasco” e suco de maracujá. A menina que, enquanto bebê, comia todas as papinhas preparadas pela mãe, com as mais diversas combinações de carboidratos, proteínas, verduras e legumes, hoje recusa o que estiver fora da sua lista –e mesmo os alimentos citados acima, se tiverem qualquer alteração, como um molho de tomate, por exemplo.

O comportamento alimentar como o de Lara não é um transtorno e, sim, uma dificuldade que, segundo o nutrólogo e pediatra Mauro Fisberg, é um fenômeno fisiológico normal. “Todos somos seletivos. Posso ser apenas por não comer quiabo, por exemplo”.

Fato é que preferências ou aversões alimentares são classificadas como seletividade e pode ser difícil diferenciar de “frescura” ou “mania”. Por isso, pais e cuidadores devem ficar atentos quando essas particularidades afetam grandes grupos de alimentos, como frutas, legumes e verduras – em geral, os mais rejeitados pelas crianças.

“O comportamento seletivo passa a ser preocupante quando leva a problemas orgânicos ou comportamentais. Entretanto, esses também podem levar à rejeição”, afirma Fisberg, professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e coordenador do Centro de Dificuldades Alimentares do Instituto Pensi do Hospital Infantil Sabará (SP). “E não adianta dar estimulante de apetite para resolver o problema”, explica.

Nem sempre o diagnóstico é simples

O grande problema de restringir a alimentação de forma drástica é que as crianças com certeza vão sofrer com carências de vitaminas e minerais. Fisberg afirma que algumas pessoas continuam seletivas até a vida adulta, mas a condição na infância pode afetar desenvolvimento, crescimento, cognição, memória, inteligência, entre outros, e, por isso, demanda maior atenção e cuidado. “Existem questionários para o diagnóstico, mas a avaliação deve ser criteriosa, individual e feita por uma equipe multidisciplinar”.

De acordo com a psicoterapeuta infantil Paloma Vilhena, antes de achar que a criança é uma comedora seletiva, é preciso investigar a fundo todo o contexto no qual ela está inserida. “A seletividade alimentar também pode afetar a vida social, tornando as situações sociais que envolvem comida uma grande fonte de ansiedade e estresse”.

Lara está nesse ponto. De acordo com o relato da mãe ao UOL, quando a menina está na casa de amigos, costuma pedir para ir embora quando chega a hora de alguma refeição. “Ela fica nervosa com a insistência dos outros e porque entende que as pessoas acham um absurdo ela não comer”.

Fisberg alerta para o fato de que exames comumente pedidos no consultório –hemograma, fezes e urina– dificilmente apresentarão anormalidade. Segundo ele, é preciso avaliação mais aprofundada do que o tempo da consulta permite.

Por que antes ela “comia de tudo”?

É comum pais e cuidadores acharem que a criança comem pouco, mas isso nada tem a ver com seletividade. Nádia conta que Lara começou a recusar todas as ofertas logo que completou dois anos, o que a fez estranhar, já que a menina “comia de tudo”. Para casos como esse, Fisberg explica que na transição da papinha para uma alimentação adulta, é comum a criança rejeitar o que antes gostava.

“É diferente para ela, que pode não gostar da forma como aquilo foi preparado, a nova textura”. Ele afirma que os pais perdem a chance quando desistem na primeira ou segunda tentativa. “Se ceder uma vez, dificilmente vai conseguir a aceitação depois”.

A principal dica, segundo o pediatra, é preparar de diferentes formas, com variados temperos e lembrar que se nada der certo, pode ser uma característica daquele indivíduo. “Crianças têm direito a preferências”.

Como lidar com a questão

Conseguir o equilíbrio entre a insistência e o respeito as vontades dos filhos é o sonho de pais e cuidadores que têm um “comedor seletivo” em casa.  “Extremamente seletiva” quando criança, a “digital influencer” Camila Verdeja, criadora do “Pequeno Gourmet”, um site sobre alimentação infantil, conta que muitos buscam uma “solução milagrosa que, de preferência não dê muito trabalho e resolva o problema definitivamente”.

“Recebo muitas mensagens de pais desesperados porque os filhos não comem. Eles ficam angustiados com as constantes negativas. Mas nós, pais, somos responsáveis pela construção do paladar e dos hábitos dos nossos filhos. Por isso, precisamos procurar ajuda”, diz ela, mãe de Santiago, 4.

Paloma diz que é normal que os pais fiquem preocupados e ansiosos, mas isso acaba agravando o problema. Criar um ambiente tranquilo para as refeições, sem gritos e ameaças, e encorajar os progressos, mesmo que pequenos, faz parte da recuperação.

“Paciência e calma são importantes na mudança de hábitos. É importante, além de oferecer variedade de alimentos e de preparo dos mesmos, incluir as crianças no processo de compra e preparo das refeições. E, claro, dar exemplo ingerindo alimentos saudáveis”.

Matéria de Thais Carvalho Diniz, publicada originalmente no UOL, em 18/04/2017.
Leia na íntegra: https://estilo.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2017/04/18/seu-filho-nao-come-ele-pode-ser-um-comedor-seletivo-entenda.htm

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Quer saber mais sobre alimentação infantil? Conheça os livros da nutricionista Claudia Lobo, publicados pela MG Editores:
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50066COMIDA DE CRIANÇA
Ajude seu filho a se alimentar bem sempre

Mostrando de maneira objetiva como montar um cardápio adequado à realidade de cada família, este livro ensina quais alimentos escolher na hora de comprar e por que fazê-lo; como economizar tempo e dinheiro; e como preparar refeições rápidas e nutritivas. Também sugere formas de transformar a própria criança em aliada no processo de educação alimentar e traz mais de 50 receitas nutritivas, ricamente ilustradas.

 

50079ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NA INFÂNCIA
Conceitos, dicas e truques fundamentais

Todo dia surgem informações de como oferecer uma alimentação saudável aos filhos. Produtos que parecem ricos em nutrientes fazem sucesso, mas logo suas desvantagens são desmascaradas. Pensando nisso, a nutricionista Cláudia Lobo criou um guia para ajudar os pais a oferecer uma alimentação saudável às crianças. Mudança de hábitos, organização e perseverança são alguns dos ingredientes apontados por ela. Imperdível.

 

‘INDÚSTRIA DEVE PARTICIPAR DO COMBATE À OBESIDADE INFANTIL, DIZ PEDIATRA’

O aumento da obesidade infantil no Brasil é alarmante e precisa ser encarado como prioridade da saúde pública, tanto pelo governo e pela indústria quanto pelas famílias, na visão dos participantes do debate sobre obesidade infantil do 4º Fórum A Saúde do Brasil.

“Não vamos dar um passo sem que se faça investimentos em políticas públicas. E a indústria alimentar vai ter que participar”, afirmou Hélio Fernandes da Rocha, pediatra da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e coordenador do projeto “Obesidade Infantil Não”.

Rocha participou da mesa desta terça (28), segundo dia do fórum que tem como tema transparência e prevenção, ao lado da endocrinologista Daniela Telo, do Hospital das Clínicas de São Paulo, e Sergio Spalter, pediatra do hospital Albert Einstein. A mediação foi da jornalista da Folha Claudia Collucci.

Fernandes da Rocha defendeu a taxação de alimentos industrializados pouco saudáveis e ligados a hábitos alimentares que levam ao sobrepeso e à obesidade.

Além de produzir alimentos cheios de calorias vazias (sem valor nutricional), a indústria acrescenta ingredientes e aditivos para tornar esses produtos mais prazerosos ao paladar, diz.

“Isso é uma prática criminosa. Estudos mostram que não dá para competir com a ultrapalatibilidade”, disse a endocrinologista Telo.

Por isso é importante a ação regulatória do Estado e as taxas, segundo Fernandes da Rocha. “A taxação inibe a indústria de produzir porcarias e tem um argumento que o setor entende, o custo”, afirmou.

A medida teria também uma função educativa, se o consumidor souber por que está pagando mais caro pelo alimento, argumentou o pediatra da UFRJ.

EDUCAÇÃO ALIMENTAR

O papel da educação, na família e na escola, também foi levantado pelos palestrantes.

Para Spalter, é preciso fazer pequenas coisas no dia a dia, como cozinhar com os filhos. “Falta bom senso. Deixamos de fazer coisas básicas, como sentarmos juntos à mesa para as refeições”, disse ele.

O pano de fundo do aumento da obesidade, segundo ele, tem origem socioeconômica e cultural. “Com o aumento da população mundial, a agricultura passou de familiar a industrial. Aumentou a quantidade de comida mais barata, mas não a qualidade”, afirmou Spalter.

Para reverter a situação, a educação, na escola e em casa, é central. “A criança precisa voltar a ter contato com a natureza. Sou otimista. Cozinhar juntos com os pais muda as coisas na hora. É um caminho viável, e não é só governamental”, afirmou o pediatra do Einstein.

Telo ressaltou a importância da mudança de comportamento geral. “Só 1% das crianças no Brasil come frutas no café da manhã. E 75% das crianças com até sete anos passam oito horas por dia em frente à tela. Mas é preciso ter coerência: não adianta proibir o filho de comer vendo TV e ficar checando o celular durante o almoço”, disse ela.

Em relação ao papel dos pais, Collucci questionou os palestrantes sobre a culpabilização da mulher em relação à educação alimentar dos filhos, lembrando uma recente polêmica causada pelo comentário do ministro da Saúde, Ricardo Barros -ele afirmou que, pelo fato de as mães não ficarem em casa, as crianças não têm mais oportunidade de acompanhar o preparo das refeições e se distanciam dos alimentos naturais.

Rocha afirmou que, para os homens, aprender a cozinhar não é só dividir o serviço, é qualificação. Para Telo, o movimento para combater a obesidade é de todos.

“Toda estratégia possível deve ser utilizada. A pandemia da obesidade é tão grave que, se não tivéssemos outros problemas tão urgentes no Brasil seria tema de guerra”, afirmou Fernandes da Rocha.

O fórum de saúde foi promovido pela Folha e patrocinado por FenaSaúde, Amil e Abimed e foi realizado nesta segunda (27) e terça (28), no MIS (Museu da Imagem e do Som), em São Paulo.

Texto de IARA BIDERMAN, publicado na Foilha de S. Paulo em 28/03/2017. Para acessá-lo na íntegra: http://www1.folha.uol.com.br/seminariosfolha/2017/03/1870436-industria-deve-participar-do-combate-a-obesidade-infantil-diz-pediatra.shtml

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Se você tem interesse pelo tema, conheça:

50079ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NA INFÂNCIA
Conceitos, dicas e truques fundamentais
Autores: Cláudia Lobo
MG EDITORES 

Todo dia surgem informações de como oferecer uma alimentação saudável aos filhos. Produtos que parecem ricos em nutrientes fazem sucesso, mas logo suas desvantagens são desmascaradas. Pensando nisso, a nutricionista Cláudia Lobo criou um guia para ajudar os pais a oferecer uma alimentação saudável às crianças. Mudança de hábitos, organização e perseverança são alguns dos ingredientes apontados por ela. Imperdível.

 

‘YOGA, MEDITAÇÃO E MUSICOTERAPIA AGORA SERÃO OFERECIDAS NO SUS’

Portaria do Ministério da Saúde publicada hoje (28) no Diário Oficial da União inclui na Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares as seguintes práticas: arteterapia, ayurveda, biodança, dança circular, meditação, musicoterapia, naturopatia, osteopatia, quiropraxia, reflexoterapia, reiki, shantala, terapia comunitária integrativa e yoga.

De acordo com o texto, a pasta levou em consideração o fato de a Organização Mundial da Saúde preconizar o reconhecimento e a incorporação das chamadas medicinas tradicionais e complementares nos sistemas nacionais de saúde de seus países-membros.

Outro aspecto importante, segundo o ministério, é que diversas categorias profissionais no país reconhecem as práticas integrativas e complementares como abordagem de cuidado. Diversos Estados e municípios, inclusive, já têm este tipo de prática instituída em sua rede de saúde.

Texto de Paula Laboissière, da Agência Brasil, publicado no UOl em 28/03/2017. Veja amatéria na íntegra em https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2017/03/28/ministerio-da-saude-incorpora-yoga-reiki-e-meditacao-ao-sus.htm

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Para saber mais sobre medicina integrativa, conheça:

50061MEDICINA INTEGRATIVA
A cura pelo equilíbrio
Autor: Paulo de Tarso Lima

Praticada em grandes hospitais e universidades do mundo todo, a medicina integrativa vê o paciente como um todo, inter-relacionando sintomas, qualidade de vida e alimentação. O objetivo não é apenas curar, mas tornar o paciente ativo em sua recuperação e transformar seus hábitos para melhor. Escrito por um dos maiores especialistas da área, o livro traz informações sobre os tratamentos, a filosofia e os resultados da medicina integrativa.

‘CONHEÇA AS APOSTAS PARA O FUTURO DO TRATAMENTO DE ALZHEIMER’

O Alzheimer é uma doença delicada que traz grandes preocupações por ainda não ter cura e nem um tratamento que reverta os sintomas. Em todo mundo, cerca de 34 milhões de pessoas sofrem com a doença, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde).

Empresas investem pesado e cientistas buscam alternativas efetivas que ajudem os pacientes a manterem a memória. Mas para compreender as apostas promissoras é preciso entender como a doença de Alzheimer (também chamada de DA) funciona.

A DA afeta o funcionamento do cérebro de modo lento e progressivo, comprometendo funções cognitivas, como a memória e o raciocínio lógico, ao destruir os neurônios aos poucos.

“Como ainda não conseguimos reestruturar neurônios, a ideia é impedir a morte”, completa Bergantin.

Maiores apostas

Existem diversas linhas de estudo para tentar acabar com a doença, mas algumas apostas estão em fases mais promissoras.

“Na literatura, as intervenções vão desde nutricionais até drogas de outras doenças. Tem muita pesquisa interessante e com potencial, mas há drogas com dados mais maduros “, diz Orestes Forlenza, do Instituto de Psiquiatria da USP (Universidade de São Paulo) e integrante do Napna (Núcleo de Apoio à Pesquisa em Neurociência Aplicada).

Entre os estudos mais avançados, existem quatro vertentes.

  • 1 – A primeira envolve a proteína beta-amiloide. “Quem tem Alzheimer tem grande formação e acúmulo da proteína, uma droga que reduza ou promova sua remoção do cérebro tem uma proposta terapêutica clara”, explica Forlenza.

Nesse contexto de terapia anti-amiloide, existem duas abordagens diferentes. Por um lado, cientistas visam criar compostos que destruam o beta-amiloide, desencadeando uma resposta imunológica que exclui a proteína. “Isso funciona muito bem em modelo experimental ou camundongos”, conta.

Por outro lado, a abordagem é a inibição da produção. A pesquisa tenta inibir a enzima que leva a produção de amiloide.

  • 2 – A DA acontece pelo acúmulo de beta-amiloide ou pela alteração da proteína Tau, que leva o neurônio ao colapso. Cientistas buscam drogas para remover ou eliminar a Tau.

Uma revolução na pesquisa da Tau aconteceu em 2016, quando criaram um tipo de tomografia que tornou a proteína visível.

Com o programa de imagem, pesquisadores da Universidade de Medicina de Washington, nos EUA, publicaram um estudo na revista da Science mostrando que a Tau passou a ser um indicador poderoso para medir o declínio cognitivo do Alzheimer, melhor que o beta-amiloide.

“Temos remédios que visam reduzir a Tau e o novo método abre portas para investigarmos o desenvolvimento da doença em um nível detalhado, vendo como o cérebro reage”, afirma Ruben Smith, pesquisador da Universidade de Lund, na Suécia, que publicou um estudo sobre tau no periódico Brain.

  • 3 – Outra vertente promissora analisa drogas que inibem um receptor de serotonina, que promove um neurotransmissor que falta na doença de Alzheimer.
  • 4 – Pesquisas também investigam se é possível diminuir a inflamação que ocorre no cérebro usando drogas anti-inflamatórias para favorecer limpar os compostos nocivos ao cérebro.

Um estudo feito pela Universidade de Southampton, no Reino Unido, e publicado na revista Brain no início de 2016, sugere que é preciso enfrentar a inflamação no cérebro para contar o avanço da doença. Eles usaram remédios para bloquear a produção de células imunológicas no cérebro de ratos e tiveram resultados positivos.

Texto parcial de matéria de Maria Júlia Marques, publicada originalmente no UOL em 01/02/2017. Para ler a matéria na íntegra, acesse:
https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2017/02/01/conheca-as-apostas-para-o-tratamento-de-alzheimer.htm

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Quer saber mais sobre Doença de Alzheimer? Conheça o livro:

50121DOENÇA DE ALZHEIMER
O guia completo
Autores: Serge Gauthier Judes Poirier
MG EDITORES

Este livro apresenta uma visão geral das últimas novidades médicas e científicas sobre os avanços recentes em pesquisa, as causas e os tratamentos da doença de Alzheimer, formas de prevenção que vêm sendo desenvolvidas e hábitos e estilos de vida que foram validados cientificamente e podem desacelerar ou impedir a progressão sintomática da doença.

‘VOCÊ CUIDA DO CORPO? CONFIRA SEIS DICAS PARA MELHORAR O SEU SONO’

Barulho, vida noturna, TV e celular. São diversos fatores que atrapalham uma boa noite de sono. E muitas vezes o problema é de difícil solução.

“Acredita-se que em 1900 as pessoas dormiam em torno de 9 horas por noite. Hoje em São Paulo dorme-se 6 horas”, diz Geraldo Lorenzi Filho, diretor do Laboratório do Sono do Incor (Instituto do Coração). “O grande vilão é a luz elétrica”, afirma.

Para os especialistas, o problema aumentou com os celulares. De acordo com Lorenzi, “é necessário fazer uma higiene do sono”. Assim como nos preocupamos com nossa alimentação, nosso condicionamento físico e nosso corpo, é preciso verificar se as noites estão sendo bem dormidas e eliminar o que está atrapalhando. Confira abaixo algumas formas de deixar o sono mais limpinho e inteiro.

Apague a luz, desligue a TV, deixe o celular na cômoda

O que nos faz adormecer é a melatonina, um hormônio que é secretado à noite e no escuro. Assim, para cair no sono, é fundamental evitar à exposição à luz. A higiene do sono pode começar aí. Procure deixar o ambiente escuro e desligue a TV. Caso a luminosidade da rua insista em entrar, uma dica é dormir com uma máscara nos olhos. Procure não levar o celular para a cama. Caso isso seja inevitável, uma dica é reduzir a intensidade de luz do dispositivo.

Você pode até estar acostumado, mas barulho atrapalha o sono

“Se você está num ambiente ruidoso e o barulho parar, você vai adormecer”, diz Moreno. Contudo, ruídos menores, com os quais você pensa estar acostumado, podem estar prejudicando seu sono. “A pessoa tem a sensação de que está dormindo, mas desperta em intervalos curtos, que ela não percebe. E o cérebro fica estimulado”, diz o neurologista Luciano Ribeiro. Eliminar o barulho ajuda na faxina do sono. Quando não dá para pedir para o mundo fazer mais silêncio, você pode tentar usar um protetor auricular.

Suas preocupações não devem ir para cama junto com você

Se você for se deitar com todas as suas preocupações, o debate com elas vai continuar noite adentro. Uma dica é “fazer um diário de preocupações antes de ir para cama, para não ficar remoendo elas”, diz Lorenzi. É importante adotar rituais antes de dormir que sinalizem à mente que o momento do sono chegou. A regularidade desses hábitos garantem um sono mais tranquilo, livre dos problemas a serem resolvidos durante o dia.

Bebida alcoólica e esporte não dão sono tranquilo

Você pode até dormir rapidamente depois de tomar um drinque, mas não será um sono tranquiloo. “O álcool é um depressor do sistema nervoso, gera sonolência, mas é agente perturbador do sono”, explica Moreno. Tente tomar bebidas alcoólicas, ao menos, três horas antes de dormir. O esporte, associado por muitos à indução do sono, também pode atrapalhar. “Libera adrenalina. Não é adequado [praticar esportes] se logo depois você precisar dormir”, diz Ribeiro. Mas caso você não tenha dificuldades em cair no sono depois da atividade esportiva noturna, não precisa tirá-la da agenda.

Cuidado com o uso de remédios

Medicamentos como ansiolíticos e antidepressivos atrapalham e modificam nosso sono. “O uso desses remédios tem de ser criterioso e com orientação médica para que não seja mais um fator interferindo na qualidade do sono”, diz Ribeiro. Segundo ele, é importante atentar para os problemas respiratórios, como ronco e apneia, que interferem na qualidade do seu sono e podem atrapalhar também quem dorme com você.

Cuide da temperatura do ambiente, do travesseiro e do colchão

Há detalhes que atrapalham o sono que são bem fáceis de perceber. Basta pensar naquele travesseiro grande demais, no colchão duro que você alguma vez teve que enfrentar, no quarto quente ou que não tinha cobertor. Imprevistos assim podem acontecer eventualmente, mas cuide para que esses elementos não estejam presentes no seu quarto. “O ideal é tornar ambiente adequado em todos aspectos”, diz Ribeiro.

Matéria de Fernando Cymbaluk, publicada originalmente no UOL Ciência e saúde, em 27/01/2017. Para acessá-la: https://noticias.uol.com.br/saude/listas/voce-cuida-do-corpo-da-alimentacao-que-tal-cuidar-tambem-do-sono.htm

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Tem interesse pelo assunto? Conheça o livro:

50047DURMA BEM, VIVA MELHOR
Autores: Stella TavaresPedro Paulo Porto JuniorPedro Luiz Mangabeira AlbernazMárcia CarmignaniAndrea Pen Mangabeira Albernaz
MG EDITORES

Quando os problemas de sono de repetem com freqüência, é preciso admitir que se está diante de um caso de doença do sono e que é necessário tratá-la. Este livro, escrito por uma equipe multidisciplinar do Hospital Albert Einstein, mostra os procedimentos corretos em termos de exames de diagnóstico, os diferentes tratamentos e seus efeitos. Obra útil para um grande número de pessoas que dorme mal mas desconhece as causas do problema.

‘ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL PARA AS CRIANÇAS: COMO ENSINAR SEU FILHO A COMER BEM’

Explorar diferentes texturas, cores e sabores pode ser uma ótima forma de inserir uma alimentação saudável na rotina das crianças

Com a correria do dia-a-dia nem sempre é fácil manter uma alimentação saudável. Fast-foods e comidas congeladas ganham cada vez mais espaço na rotina das famílias. Diante desse cenário, como inserir alimentos saudáveis nas refeições e fazer com que as crianças comam bem?

Como o paladar delas ainda está sendo formado, é importante incentivá-las a desenvolver o prazer por frutas, verduras e legumes sem distinção. Pensando no assunto, Camila Verdeja, criadora do site “Pequeno Gourmet”, especializado em alimentação saudável infantil, listou 5 dicas para ajudar os pais. Confira:

1) Diversifique o preparo

“Além de variar os ingredientes, vale a pena revezar no modo de preparo das receitas”, recomenda Camila. Por exemplo, você pode colocar um fio de azeite ao assar um ingrediente. Isso vai dar sabor e textura diferentes. Também é possível substituir água por caldo de carne ou até mesmo suco de laranja.

2) Explore diferentes texturas, cores e sabores

Um dos fatores mais importantes na formação do paladar é a variedade. Ofereça alimentos com diferentes texturas, cores e sabores para que desde muito nova a criança começa a se acostumar e gostar de frutas, legumes e verduras. “É preciso haver equilíbrio na oferta dos alimentos, sem priorizar nenhuma textura, sabor ou cor”, orienta Camila.

3) Utilize os mesmos ingredientes dos pratos dos adultos

Para fortalecer os hábitos saudáveis em toda a família é interessante preparar a papinha do bebê com os mesmos ingredientes que serão usados para os adultos da casa. Além de ganhar tempo na rotina e diminuir os gastos, os pequenos terão um exemplo saudável em casa.

4) Apresente os alimentos

Sempre que possível, apresente os ingredientes à criança, falando o nome e explicando por qual motivo está colocando na comida. “Os alimentos devem fazer parte da rotina e a abordagem não precisa ser feita somente na hora das refeições”, diz.  Ainda que em tom de brincadeira, é possível ensinar a importância de consumir diferentes tipos de alimentos. Também é interessante levar os pequenos a feiras e hortifrutis.

5) Deixe a criança brincar

Durante o preparo, permita que a criança pegue na comida e até monte o próprio prato. Não se incomode com a sujeira! Isso também faz parte do processo de aprendizagem e entendimento do alimento. Para deixar o momento mais divertido, coloque uma música no ambiente ou faça refeições temáticas. Assim, a alimentação saudável entra na rotina de forma mais fácil.

Texto publicado originalmente no iG Delas, em 03/12/2016. Para lê-lo na íntegra, acesse http://delas.ig.com.br/filhos/2016-12-03/alimentacao-saudavel-criancas.html

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Tem interesse pelo assunto? Conheça os livros da nutricionista Cláudia Lobo, publicados pela MG Editores:
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Conceitos, dicas e truques fundamentais

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50066COMIDA DE CRIANÇA
Ajude seu filho a se alimentar bem sempre

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VEJA COMO FOI A MEMORY WALK BRASIL – 1ª CAMINHADA DA MEMÓRIA E CONSCIENTIZAÇÃO DO ALZHEIMER

No dia 24 de setembro a ABRAZ e o Brasil Mente Jovem, organização voltada para a conscientização sobre a importância da autonomia e independência na maturidade, promoveram a primeira edição da campanha Memory Walk Brasil, uma caminhada em prol da memória e da conscientização, no parque Villa Lobos, em São Paulo.

O Grupo Editorial Summus apoiou a iniciativa da ABRAZ com o sorteio do livro Doença de Alzheimer – O guia completo no final da caminhada.  A obra, que acaba de ser lançada pela MG Editores, é ricamente ilustrada, escrita em linguagem didática, mas de maneira direta e rigorosa.

Veja abaixo fotos de alguns momentos do evento.

 

 

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21 DE SETEMBRO – DIA MUNDIAL DA DOENÇA DE ALZHEIMER

Nesta quarta-feira, 21 de setembro, comemora-se o Dia Mundial da Doença de Alzheimer. A data foi instituída pela OMS (Organização Mundial de Saúde). Alertar a população sobre a importância de cuidar, reconhecer, enfrentar e aceitar a doença, lembrando não apenas que ela existe, mas que as pessoas que convivem com os doentes precisam de ajuda, apoio e orientação, é o principal objetivo da ABRAZ (Associação Brasileira de Alzheimer).

Em 2015, 44 milhões de pessoas em todo o mundo foram diagnosticadas com a doença de Alzheimer. No Brasil, estima-se que haja 1,2 milhão de pessoas com a doença, sendo dois terços delas mulheres. Silenciosa e incurável, a doença se agrava ao longo do tempo. Quase todas as vítimas são idosas. Quando diagnosticada no início, é possível retardar o avanço e ter mais controle sobre os sintomas, garantindo melhor qualidade de vida ao paciente e à família.

Ao longo do mês de setembro, há uma intensa divulgação sobre a doença e seus comprometimentos, com o intuito de orientar a população. No dia 24 de setembro (sábado), a ABRAZ e o Brasil Mente Jovem, organização voltada para a conscientização sobre a importância da autonomia e independência na maturidade, promovem a primeira edição da campanha Memory Walk Brasil, uma caminhada em prol da memória e da conscientização, no parque Villa Lobos, em São Paulo.  O evento é aberto ao público. Para mais informações, acesse o site www.memorywalkbrasil.com.br

50121O Grupo Editorial Summus também apoiará a iniciativa da ABRAZ com o sorteio do livro Doença de Alzheimer – O guia completo no final da caminhada.  A obra, que acaba de ser lançada pela MG Editores, é ricamente ilustrada, escrita em linguagem didática, mas de maneira direta e rigorosa. Os autores, os psiquiatras canadenses especializados em neurologia Judes Poirier e Serge Gauthier, um dos maiores especialistas no tema atualmente, apresentam no livro uma visão geral dos últimos avanços médicos e científicos, as causas e os tratamentos do Alzheimer. Eles abordam também as formas de prevenção que vêm sendo desenvolvidas e os hábitos e estilos de vida que foram validados cientificamente e podem desacelerar ou impedir a progressão sintomática da doença.

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GIKOVATE FAZ PALESTRA E SESSÃO DE AUTÓGRAFOS NO LANÇAMENTO DO LIVRO “PARA SER FELIZ NO AMOR”

MG Editores e a Livraria Cultura do Conjunto Nacional (São Paulo) promovem no dia 13 de setembroterça-feira, o lançamento do livro Para ser feliz no amor, de Flávio Gikovate. Das 18 ás 19 horas, haverá palestra com o psicoterapeuta no Teatro Eva Herz. A sessão de autógrafos acontecerá em seguida, em frente ao teatro, no piso superior da livraria, que fica na Avenida Paulista, 2073, São Paulo.

Serão distribuídas senhas uma hora antes do evento, em frente ao teatro.

Saiba mais sobre o livro lançado em http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1449/Para+ser+feliz+no+amor+

Para ser feliz no amor