BAND NEWS RECOMENDA O LIVRO “DOENÇA DE ALZHEIMER – O GUIA COMPLETO”

O psiquiatra Daniel Barros e a jornalista Inês de Castro falam sobre o livro “Doença de Alzheimer – O guia completo”, na Band News FM. Confira no áudio abaixo.

 

Saiba mais sobre o livro:
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DOENÇA DE ALZHEIMER
O guia completo
Autor: Serge Gauthier Judes Poirier
MG EDITORES

Este livro apresenta uma visão geral das últimas novidades médicas e científicas sobre os avanços recentes em pesquisa, as causas e os tratamentos da doença de Alzheimer, formas de prevenção que vêm sendo desenvolvidas e hábitos e estilos de vida que foram validados cientificamente e podem desacelerar ou impedir a progressão sintomática da doença.

 

‘QUANTO MEU FILHO VAI CRESCER? É POSSÍVEL DESCOBRIR COM UM CÁLCULO SIMPLES’

Uma das principais preocupações que afligem os pais e também os adolescentes está relacionada à altura. Esta apreensão é normal, principalmente entre os meninos que propagam a imagem de que homem tem que ter músculos, ser alto e atleta.

Porém, antes de tudo, é preciso entender que uma estatura baixa ou alta de uma pessoa é causada por variantes de um padrão de crescimento normal, influenciada pela genética, porém uma patologia pode influenciar na altura.

O pediatra tem papel fundamental na identificação de crianças com crescimento anormal. Além de ter documentado a altura e peso dos pais, acompanhar e registrar através de um gráfico de crescimento, as medidas do paciente ao longo do tempo, pois são estas medidas que servem de base para o diagnóstico de anormalidades.

A altura de um indivíduo adulto é determinada geneticamente e, para se ter uma ideia da altura deste baixinho na fase adulta, baseada na altura dos seus pais, calcula-se, para as meninas, a média entre a estatura do pai menos 13 cm e a estatura do pai”. (ver dados abaixo)

Cálculo da altura (cm):    

MENINO = [altura materna + altura paterna + 13] ÷ 2
MENINA = [altura materna + altura paterna – 13] ÷ 2

Exemplo:

Cálculos da estatura parental média de um filho e uma filha de pais com as seguintes estaturas: o pai tem 172,72 cm, e a mãe tem 157,48 cm

Filho: [172,72 cm + 157,48 cm + 13 cm]/2 = 171,6 cm
Filha: [172,72 cm – 13 cm + 157,48 cm]/2 = 158,6 cm

*Dados do American Family Physician – 2008

No entanto, é preciso considerar que quanto mais precoce o início da puberdade de uma pessoa, menor será sua estatura final e, inversamente, quanto mais tardia, maior será seu crescimento. Dificilmente uma criança de pais e avós com estaturas pequenas, terá uma altura muito superior que a de seus descendentes. Outra dúvida frequente está relacionada à taxa de crescimento com a puberdade, um período da adolescência com duração de dois a quatro anos, caracterizada por transformações biológicas, físicas e psíquicas. É nesta fase que acontece o crescimento esquelético linear, a alteração da forma e composição corporal, o desenvolvimento de órgãos, e mudanças no sistema reprodutivo sexual.

E como descobrir se há um déficit no crescimento de uma criança? Para fazer esta avaliação é necessário saber, antes de tudo e com precisão a altura, o peso e a maturação sexual. Este processo será mais bem alinhado com o acompanhamento do pediatra, que poderá avaliar se há ou não deficiência na curva de crescimento.

Não há motivos para pânico e alarde se o seu filho é baixinho. O processo de crescimento é relativo de criança para criança, e envolve estudo particular de caso a caso. Lembre-se, qualquer dúvida ou alerta de que algo está errado, converse abertamente com o médico pediatra do seu filho.

Artigo publicado originalmente no Blog do Pediatra (VivaBem – UOL), do dr. Sylvio Renan, autor de “Pediatria hoje” e “Seu bebê em perguntas e respostas”, em 25/11/2017. Para lê-lo na íntegra, acesse: https://blogdopediatra.blogosfera.uol.com.br/2017/11/25/quanto-meu-filho-vai-crescer-e-possivel-descobrir-com-um-calculo-simples/

 

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Conheça os livros do dr. Sylvio Renan Monteiro de Barros, publicados pela MG Editores:

PEDIATRIA HOJE
Orientações fundamentais para mães, pais e cuidadores

Nesta obra, Sylvio Renan Monteiro de Barros selecionou os principais textos publicados em seu site, o Blog do Pediatra, e no portal Minha Vida. Seu olhar cuidadoso e sensato, permeado pelos ensinamentos de D. W. Winnicott e também pelas mais recentes atualizações da medicina, constitui um farol no caminho de pais, mães, cuidadores, educadores e profissionais de saúde.

 

SEU BEBÊ EM PERGUNTAS E RESPOSTAS
Do nascimento aos 12 meses

Obra que reúne informações imprescindíveis para mães e pais de primeira viagem. Mas não se trata de um compêndio técnico sobre o “bebê-padrão”, e sim de um livro que aborda casos específicos atendidos pelo autor ao longo de três décadas de pediatria. Dividido em meses, traz perguntas e respostas sobre desenvolvimento físico e psicológico, alimentação, sono, comportamento, estímulos e cuidados com o bebê.

 

‘ANSIEDADE PODE VIRAR DOENÇA; SAIBA IDENTIFICAR E O QUE FAZER’

Parece uma ansiedade comum, mas não passa. É uma preocupação excessiva e difícil de controlar. E, sim, essa sensação vai atrapalhar a sua vida e pode desencadear uma depressão. As características descritas anteriormente dizem respeito ao TAG (Transtorno de Ansiedade Generalizada).

Segundo o DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), é preciso que a inquietação dure pelo menos seis meses consecutivos e aconteça em relação a diferentes assuntos, como desempenho no trabalho e familiar, por exemplo, mas sem motivo aparente, como a possibilidade de uma demissão. O psiquiatra Lucas Gandarela, do Programa de Transtornos de Ansiedade do Ipq (Instituto de Psiquiatria da USP), diz que o TAG “toma conta da vida do indivíduo”.

“Mais frequente em mulheres, é um distúrbio recorrente em 5 a 7% da população mundial, que percebe o problema e procura um médico. Por mais contraditório que seja, ansiosos demoram para buscar ajuda, acham que vai passar e acabam desenvolvendo algo pior, como a depressão”, explica. De acordo com Gandarela, que faz parte da classe de médicos responsáveis por fazer esse diagnóstico, indivíduos com TAG são “intolerantes à incerteza”.

Mais sintomas

Além da própria ansiedade e outros sintomas psicológicos, como pensamentos negativos costumeiros, dificuldade de concentração e irritabilidade, o TAG tem sinais físicos. “O corpo vai dando sinais de que não está tudo bem e podem surgir inquietação, falta de ar, suor excessivo e fadiga”, afirma Marisa Graziela Morais, terapeuta cognitivo comportamental.

Os especialistas dizem que não existem evidências científicas que expliquem a maior incidência em mulheres, mas que este fato pode estar ligado a desequilíbrios hormonais, como na produção de serotonina e dopamina, conhecidos como hormônios da felicidade. Outro desencadeante, segundo Maria, é a baixa qualidade de vida que temos nos dias atuais.

“A sociedade está extremamente competitiva e ‘ansiogênica’ e as pessoas sofrem com isso. Crises políticas, econômicas, o desemprego, tudo isso gera ansiedade, que pode virar um distúrbio. Alguns conseguem lidar com isso de forma que não se agrave, mas outros não”.

Como tratar?

De acordo com Gandarela, ir ao psiquiatra ainda é um tabu, “as pessoas ainda são resistentes porque se sentem fracassadas”. Entretanto, o TAG é um um distúrbio crônico, difícil de tratar e precisa de acompanhamento medicamentoso, com antidepressivos, e psicológico, com terapia cognitivo comportamental.

“Essa linha é considerada a ideal porque utiliza técnicas de controle em relação a como o indivíduo pode lidar com esses sintomas de estresse, pensamentos disfuncionais e os comportamentos deles decorrentes. Com a terapia, desenvolvemos estratégias para controlar a ansiedade”, explica Mara Lúcia Madureira, especialista da área.

Mudança de hábito

Aliado aos medicamentos e à terapia, Gandarela afirma que é necessário uma mudança de estilo de vida. Por isso, um dos passos para tratar o TAG é olhar mais para si mesmo.

“Ter mais momentos de autocuidado, hobbies, que seja qualquer coisa que te faz bem pode ajudar. Além disso, cuidar da higiene do sono também faz parte dos aspectos importantes para fazer o tratamento funcionar.”
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Matéria de Thais Carvalho Diniz, publicada originalmente no UOl em 20/10/2017. Para acessá-la na íntegra:  https://estilo.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2017/10/20/a-ansiedade-virou-doenca-entenda-o-que-e-o-tag.htm

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Quer saber mais sobre assunto? Conheça:

TRANSTORNOS DE ANSIEDADE, ESTRESSE E DEPRESSÕES
Conhecer e tratar
Autior: Breno Serson
MG EDITORES

Insônia, falta ou excesso de apetite, falta de ar, tonturas, medos, aperto no peito, pensamentos angustiantes. Esses e outros sintomas físicos e mentais podem indicar um transtorno de ansiedade ou depressão, que atinge cada vez mais nossa sociedade contemporânea. Este livro objetiva partilhar conhecimento, em linguagem simples, sobre os transtornos ansiosos e depressivos e os tipos de tratamento disponíveis, refletindo sobretudo sobre a integração de tratamentos convencionais e de medidas gerais benéficas.

 

‘QUE TIPO DE COMILÃO VOCÊ É? DECIFRAR SUA FOME PODE TE AJUDAR A EMAGRECER’

Quando falta autocontrole com a comida, e os ponteiros da balança sobem sem parar, o problema pode estar na sua cabeça, e não na barriga. Comer até sem ter fome é sinal de um distúrbio psicológico — e será preciso se conhecer a fundo para frear a comilança. A missão é desvendar o que te fez ter essa relação de exagero com os alimentos.

“Não é só fazer dieta, é importante ter apoio da psicoterapia para compreender a mudança, entender suas motivações e aprender a se defender dos estímulos errados”, explica Arthur Kaufman, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da USP.

Ou seja: a mente tem que mudar junto com o corpo. Para diferenciar o que é fome da vontade de comer, você tem que saber em que grupo se enquadra.

Os comilões que mais aparecem no consultório:

  • Come por impulso

A cena é: você está de dieta, mas entra na cozinha e vê um doce incrível. Sem nem pensar direito, e nem se lembrar do esforço para manter o foco, bastam algumas garfadas para devorar tudo! Nessa necessidade imediata de recompensa, a pessoa come sem controle e depois sofre por ter estragado a vida saudável.

  • Devora por vontade mesmo. Mas é muita vontade!

Pode ser normal, saudável ou patológico. Tudo bem ter vontade de comer brigadeiro de vez em quando, mas não o tempo todo. O problema aqui é não considerar a saúde e comer apenas o que quiser, na hora em que quiser, pensando apenas em ter prazer.

  • Come em resposta aos sinais externos

Sabe quando você acha que tem o controle da alimentação, mas vai em uma festa e não resiste em ver a cerveja e as coxinhas? Ou passa em frente a uma loja de bolos e para para comprar um na hora? Basta ver os alimentos por perto para você perder o controle e mandar tudo para dentro.

  • Amigos engordativos

Não precisa culpá-los, mas será necessário se defender de tantas ofertas e dos perigos daqueles que dizem: “Fica mais um pouquinho, afinal, furar um dia a dieta não engorda, é só uma saideira?” O problema é que um único petisco geralmente leva esse tipo de pessoa a emendar outros dez e enfiar o pé na jaca de vez.

  • Comilança sem controle e sem fim

A compulsão começa pelo impulso, mas você exagera na comida em pouco tempo e não dá chance ao controle. O exemplo clássico é acabar com uma caixa Bis em três minutos. Quando você percebe tudo o que engoliu se sente mal, se culpa e fica deprimido.

  • Come para afogar as mágoas

É o que acontece com quem desconta na comida quando não está em um bom momento. Teve um problema e está triste? Usa a comida como uma companhia, uma espécie de apoio para ficar alegre momentaneamente e esquecer o que o chateou no primeiro momento.

Como se desvincular da comilança?

Não existe uma receita, mas já vamos avisando: só comer menos de uma hora para outra não basta. “Sua cabeça não compreende a mudança de apenas colocar menos comida no prato. Existe todo um processo psicológico que precisa ser vivenciado”, diz Kaufman.
Além de aprender a controlar as escolhas, você deve descobrir novas formas de se premiar e se conhecer melhor, descobrindo o que motiva essa urgência por comida. Buscar por ajuda profissional também pode ajudar a analisar a gravidade de seu caso, se existe compulsão mesmo.

Quando come sem saber o motivo, não há nada de errado aparente e comer é mais forte do que você, o problema pode ser psiquiátrico, sendo necessário até o uso de remédios.

Matéria de Maria Júlia Marques, publicada originalmente no  UOL, em  27/10/2017. Para lê-la na íntegra, acesse: https://estilo.uol.com.br/vida-saudavel/listas/que-tipo-de-comilao-voce-e-decifrar-sua-fome-pode-te-ajudar-a-emagrecer.htm

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Tem interesse pelo assunto? Conheça o livro do psicoterapeuta Flávio Gikovate:
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DEIXAR DE SER GORDO
MG EDITORES

A convicção de Gikovate é a de que as dietas para emagrecer engordam. Trata-se de um estudo psicólogico acerca da obesidade, que tem por objetivo ajudar as pessoas a se livrarem do problema. Este livro, que já está na sétima edição e foi revisado pelo autor, é para quem quer deixar de ser gordo e não apenas emagrecer temporariamente, à custa de regimes torturantes e ineficazes.

RÁDIO CBN ENTREVISTA EDITORA-EXECUTIVA DO GRUPO SUMMUS SOBRE FLÁVIO GIKOVATE

No dia 13/10/2017, completou um ano de falecimento do nosso autor Flávio Gikovate. Neste dia, a editora-executiva do Grupo Editorial Summus, Soraia Bini Cury, foi entrevistada por Tania Morales, no programa CBN Noite Total, da rádio CBN. Elas conversaram sobre a vida do psicoterapeuta, suas obras e o ebook, lançado pelo selo MG Editores em homenagem a Gikovate e que pode ser baixado gratuitamente nas melhores livrarias virtuais.

Ouça a entrevista abaixo:

 

Baixe o seu gratuitamente clicando em uma das imagens abaixo. Você será redirecionado automaticamente para a página do e-book na loja.

 

 

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Conheça todas as obras de Flávio Gikovate, publicadas pela MG Editores:
http://www.gruposummus.com.br/mg/autor//Fl%C3%A1vio+Gikovate

 

E-BOOK GRATUITO EM TRIBUTO A FLÁVIO GIKOVATE

Há um ano, o psiquiatra e escritor Flávio Gikovate faleceu. Em sua homenagem,          a MG Editores disponibilizou um e-book que pode ser baixado gratuitamente em diversas lojas (links mais abaixo).

A obra é um tributo a Gikovate. Para seus admiradores, trata-se de um resumo de suas ideias sobre os temas que mais prezava. Para os que ainda não o conhecem, constitui uma boa introdução ao seu pensamento.
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Baixe o seu gratuitamente clicando em uma das imagens abaixo. Você será redirecionado automaticamente para a página do e-book na loja.

 

 

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Conheça todas as obras de Flávio Gikovate, publicadas pela MG Editores:
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‘PARA PALIATIVISTAS, É CRUCIAL HAVER HONESTIDADE COM PACIENTE GRAVE’

O consenso entre profissionais de saúde é que nos últimos meses de vida de um paciente, esgotadas as alternativas de tratamento, o melhor é garantir que ele receba cuidados paliativos para amenizar a dor e melhorar a qualidade de vida.

O problema é quando o tratamento médico convencional –que incluem os cuidado paliativos– acabam sendo substituídos por supostas alternativas, modalidades sem qualquer comprovação mensurável de benefícios quando o assunto é a cura da doença ou sobrevida.

Foi mais ou menos essa discussão que surgiu após a morte do jornalista e apresentador de TV Marcelo Rezende, no último sábado (16), em decorrência de um câncer de pâncreas em estágio avançado. Ele estava com 65 anos.

Nos últimos meses, Marcelo Rezende publicou periodicamente em suas redes sociais vídeos em que dizia estar buscando a cura por meio da fé. O fato de ele ter abandonado o tratamento convencional acabou fomentando a discussão sobre sua saúde.

“É uma questão ética. Qualquer paciente tem o direito de aceitar ou recusar qualquer tipo de tratamento. É um princípio básico”, diz a médica paliativista Maria Goretti Maciel, diretora do Instituto Paliar, em São Paulo.

Mesmo assim, diz a especialista, o papel do médico é tentar esclarecer o panorama do tratamento e fazer um exercício de empatia, de modo a entrar no universo do paciente e tentar, sob o ponto de vista dele, ajudar a fazer as melhores escolhas.

“O que não pode acontecer é culpar um homem pela própria morte, como se ele tivesse morrido porque não quis se tratar. Ele morreu em decorrência de uma doença grave, a chance de um tratamento curativo era muito pequena. Talvez o tratamento postergasse a morte, talvez ele tenha escolhido viver bem ou talvez ele tivesse um grande medo. A gente não pode julgar”, diz Goretti Maciel.

Para o geriatra André Filipe dos Santos, da Academia Nacional de Cuidados Paliativos, é fundamental deixar claro para o paciente por quais procedimentos ele passará e para quê.

“Existe a modalidade de quimioterapia paliativa, para melhorar os sintomas do câncer e a qualidade de vida, e não para curar. Curiosamente, 70% dos pacientes que recebem esse tratamento acham que estão curados.

FILOSOFIA

Segundo o filósofo e professor Rafael Nogueira, é comum haver uma espécie de despreparo, ou “falta de treino filosófico” quando o assunto é a morte.

“Muitas vezes a mensagem é dura e a pessoa não aceita, já que aquilo que a medicina promete é muito pouco. Aí ela sai em busca de tratamentos que sejam mais afins à sua teimosia”, diz.

Segundo Nogueira, há ao menos outras duas maneiras mais maduras de lidar com o tema. Uma é esgotar os recursos oferecidos pela medicina e pela ciência “e só aí partir para a pseudomedicina/tratamentos alternativos”, como chás e cirurgias espirituais.

E o jeito mais “cristão e comum” é seguir o tratamento convencional e, ao mesmo tempo rezar e pedir orações para os amigos familiares, por exemplo. “Se a medicina não funcionar, Deus é chamado para prestar um auxílio”.

 

Texto parcial extraído de matéria de Gabriel Alves, publicada originalmente na Folha de S. Paulo em 20/09/2017. Para lê-la na íntegra, acesse: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2017/09/1920027-para-paliativistas-e-crucial-haver-honestidade-com-paciente-grave.shtml

 

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Se você tem interesse pelo assunto, conheça:

A COMUNICAÇÃO MÉDICO-PACIENTE NO TRATAMENTO ONCOLÓGICO
Um guia para profissionais de saúde, portadores de câncer e seus familiares
Autor: Ricardo Caponero
MG EDITORES

Apesar de todos os avanços médicos e tecnológicos das últimas décadas, o câncer ainda é considerado tabu para a maioria das pessoas. Assim, quando o indivíduo descobre-se portador da doença, por vezes depara com uma espécie de “conspiração do silêncio”, o que pode prejudicar o tratamento e provocar consequências psicológicas profundas. Por outro lado, a equipe médica nem sempre está preparada para transmitir ao paciente informações claras, precisas e verdadeiras. Partindo de uma experiência de mais de 30 anos com pacientes oncológicos, Ricardo Caponero explica aqui como estabelecer e manter uma comunicação respeitosa e franca com o portador de câncer. Além de ensinar técnicas que ajudam na transmissão de informações – quase sempre difíceis –, ele aborda a comunicação como forma de tratamento, os entraves a ela, as possíveis soluções e os aspectos legais ligados ao exercício da medicina. Porém, acima de tudo, quebra a aridez do tema relatando histórias verídicas de confiança, entrega e encontro.

‘ENTENDA A FIBROMIALGIA, SÍNDROME QUE FEZ LADY GAGA CANCELAR APRESENTAÇÃO NO ROCK IN RIO’

Cantora sofre de dor crônica nos quadris e, por isso, deve passar uma temporada longe dos palcos

RIO — A cantora Lady Gaga, principal atração do primeiro dia de Rock in Rio, anunciou nesta quinta-feira que não vai mais se apresentar no festival. Na semana passada, no lançamento do documentário “Gaga 5’2”, no Festival de Cinema de Toronto, a cantora já havia antecipado que passaria uma temporada longe dos palcos, para tratamento de uma dor crônica nos quadris, uma condição relacionada à fibromialgia.

De acordo com o reumatologista e professor da Uerj, Geraldo Castelar, a fibromialgia é uma síndrome crônica caracterizada por dores generalizadas, associadas a sintomas como fadiga, distúrbio do sono e intestino irritável:

– A fibromialgia é um distúrbio de regulação da dor, que não tem causa conhecida ou tratamento específico. O que entendemos é que os acometidos pela síndrome sentem mais dor que outras pessoas, e que situações de estresse são gatilho para a crise. Por isso, ela é frequentemente associada à ansiedade e depressão.

Pessoas com instabilidade emocional, explica o médico, tendem a apresentar o quadro com mais frequência. O diagnóstico é clínico, feito a partir da exclusão de outras possíveis causas para a dor generalizada observada por mais de três meses. Ainda segundo Castelar, embora a síndrome não cause debilidades físicas ou deixe sequelas, a fibomilagia provoca limitações na capacidade funcional durante as crises, devido à dor generalizada e intensa.

Texto de  Mariana Nicodemus, publicado em O Globo, em 14/09/2017. Para ler na íntegra, acesse:  https://oglobo.globo.com/sociedade/saude/entenda-fibromialgia-sindrome-que-fez-lady-gaga-cancelar-apresentacao-no-rock-in-rio-21822480

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Saiba mais sobre fibromialgia com o livro:


FIBROMIALGIA SEM MISTÉRIO
Um guia para pacientes, familiares e médicos
Autor: Manuel Martínez-Lavín
MG EDITORES

Este livro esclarece vários aspectos de um problema de saúde polêmico e ainda não totalmente compreendido nem mesmo pela classe médica: a fibromialgia. Apresenta os principais sinais e sintomas dessa doença, explica por que seu diagnóstico é tão difícil e apresenta alguns conceitos importantes que explicam a provável causa e as possibilidades de tratamento do problema.

‘EXAME DE VISTA PODE DETECTAR ALZHEIMER DUAS DÉCADAS ANTES DE SINAIS APARECEREM’

Ainda é preciso mais testes para que avaliação passe a ser utilizada pelos médicos; sintomas da doença podem ser identificados pela retina

Quem não gostaria de poder prever o futuro para conseguir evitar possíveis problemas e saber como agir quando más notícias chegarem? A medicina certamente seria uma das áreas mais beneficiadas com a “habilidade”, podendo usar a vantagem para adiantar o tratamento de doenças comuns durante o envelhecimento, como câncer, Parkinson ou Alzheimer, e dessa forma, salvar milhares de vidas.

Pensando nisso, cientistas americanos desenvolveram um teste que poderá dar um gostinho deste “poder” aos médicos. Com a criação de uma avaliação simples, os profissionais da saúde serão capazes de detectar a possibilidade de o paciente desenvolver  Alzheimer até duas décadas antes dos primeiros sintomas surgirem, por meio de um simples exame oftalmológico.

Para chegar ao resultado, os pesquisadores testaram a análise em 16 pacientes diagnosticados com a doença. Comparando seus resultados com varreduras cerebrais, o método escolhido para apontar os sinais, o exame de vista , foi muito bem sucedido.

Os especialistas afirmam que a descoberta é um dos maiores avanços já registrados na história da pesquisa sobre a doença, tratando-se ainda de uma avaliação que identifica os primeiros sintomas da condição, em um teste simples e não invasivo.

“Os achados sugerem que a retina pode servir como uma fonte confiável para o diagnóstico de doença de Alzheimer”, declarou o autor principal do estudo, o Dr. Maya Koronyo-Hamaoui, neurocirurgião no Centro Hospitalar Cedars-Sinai, em Los Angeles, nos Estados Unidos.

“Uma das principais vantagens de analisar a retina é a repetição, que nos permite monitorar pacientes e potencialmente a progressão de sua doença”, completa Koronyo-Hamaoui.

Muito comum a partir da terceira idade, a condição é um problema neuro-degenerativo, capaz de provocar o comprometimento das funções cognitivas. Um dos sintomas mais comuns é a perda de memória, que com tempo, evolui até provocar demência, diminuindo as capacidades de trabalho e relação social e interferindo no comportamento e na personalidade.

Resultados

Até cerca de uma década atrás, a única maneira de diagnosticar oficialmente alguém com doença de Alzheimer era analisar seu cérebro de forma póstuma.

Nos últimos anos, a ferramenta mais utilizada para esse fim pelos médicos era a tomografia por emissão de pósitrons (TEP), que era feita a partir dos cérebros de pessoas vivas, para identificar marcadores da doença.

No entanto, a tecnologia é muito cara a avaliação é considerada invasiva, uma vez que é preciso injetar rastreadores radioativos nos pacientes. Como uma alternativa à esse método, a equipe do Dr. Koronyo-Hamaoui decidiu identificar uma técnica mais econômica e menos agressiva.

Para isso, foi preciso que os profissionais da área de pesquisa do Cedars-Sinai contassem com o apoio de pesquisadores da NeuroVision Imaging, da Commonwealth Scientific and Industrial Research Organization, da Universidade do Sul da Califórnia e da UCLA para chegarem aos resultados divulgados.

Desenvolvimento

Para o estudo, os pesquisadores realizaram um ensaio clínico em 16 pacientes com Alzheimer que tomaram uma solução que inclui cúrcuma, um componente natural, conhecido também como açafrão, substância dá origem ao Curry, especiaria indiana.

A cúrcuma faz com que as placas de beta-amilóide, proteínas encontradas no sistema nervoso que indicam possibilidade da doença, fiquem “acesas” na retina e sejam detectadas pela varredura desenvolvida pelos estudiosos.

Os pacientes foram então comparados a um grupo de indivíduos mais jovens e cognitivamente saudáveis. Dessa foram, os pesquisadores descobriram que seus resultados eram tão precisos quanto os encontrados através de métodos invasivos padrão.

Yosef Koronyo, um associado de pesquisa no Departamento de Neurocirurgia, disse que outro achado importante do novo estudo foi a descoberta de placas de beta-amilóide em regiões periféricas previamente negligenciadas da retina.

Ele afirma que a quantidade de placa na retina correlacionou-se com a quantidade de placa em áreas específicas do cérebro. “Agora, sabemos exatamente onde procurar os sinais da doença o mais cedo possível”, completou Koronyo.

Para o Dr. Keith L. Black, presidente do Departamento de Neurocirurgia do Cedars-Sinai, que também liderou o estudo, ressaltou que os resultados oferecem uma expectativa positiva em relação à identificação precoce da condição.

“Nossa esperança é que, eventualmente, a análise de olho em pesquisa seja usada como um dispositivo de triagem para detectar a doença com antecedência suficiente para intervir e mudar o curso da desordem com medicamentos e mudanças de estilo de vida”, afirmou Black.

Texto parcial de matéria publicada originalmente no iG, em 21/08/2017. Para lê-lo na íntegra, acesse: http://saude.ig.com.br/2017-08-21/alzheimer-exame-de-vista.html

 

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Quer saber mais sobre Alzheimer? Conheça o livro da MG escrito por dois dos maiores especialistas mundiais em Alzheimer, os psiquiatras canadenses especializados em neurologia Serge Gauthier e Judes Poirier:

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DOENÇA DE ALZHEIMER
O guia completo
Autores: Serge Gauthier Judes Poirier
Este livro apresenta uma visão geral das últimas novidades médicas e científicas sobre os avanços recentes em pesquisa, as causas e os tratamentos da doença de Alzheimer, formas de prevenção que vêm sendo desenvolvidas e hábitos e estilos de vida que foram validados cientificamente e podem desacelerar ou impedir a progressão sintomática da doença.

 

 

 

NOITE DE AUTÓGRAFOS DO LIVRO “ACUPUNTURA E MEDICINA INTEGRATIVA”, DA MG

MG Editores e a Livraria da Vila (Al. Lorena – SP) promovem no dia 17 de agostoquinta-feiradas 18h30 às 21h30, a noite de autógrafos do livro Acupuntura e medicina integrativa – Sabedoria milenar, ciência e bem-estar, do médico fisiatra Mário Sérgio Rossi Vieira. O autor receberá amigos e convidados no piso térreo da livraria que fica na Al. Lorena, 1.731 – São Paulo, SP.

Reconhecida como especialidade médica no Brasil desde 1995, a acupuntura vem sendo cada vez mais procurada por pacientes que desejam obter o alívio de diversos sintomas. Utilizada como tratamento complementar das mais variadas enfermidades – de insônia e depressão a infertilidade e lombalgia –, ela oferece o melhor da sabedoria milenar oriental aliada à segurança e à eficácia da medicina ocidental.

Nesta obra, dr. Mário Sérgio aborda, em linguagem clara e direta, os princípios que compõem a medicina tradicional chinesa, as evidências de que a acupuntura funciona, os vários tipos de tratamento, as principais indicações do agulhamento, os benefícios da técnica e as dúvidas mais comuns dos leigos. Além disso, mostra como a acupuntura está alinhada com uma nova visão de medicina, baseada na prevenção, na busca do equilíbrio do organismo, na qualidade de vida e no respeito ao paciente.

Mário Sérgio Rossi Vieira é graduado em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP). Especializou-se em Fisiatria pela mesma instituição, em Medicina Esportiva pela Escola Paulista de Medicina (EPM-Unifesp) e em Acupuntura pelo Centro de Estudo Integrado de Medicina Chinesa (Ceimec), tendo concluído seu mestrado pela FCMSCSP em 2000.  Inspirado na máxima japonesa do Kaizen (evolução paulatina e progressiva), participa constantemente de cursos e treinamentos médicos, como na Tianjin University of Traditional Chinese Medicine (China) e no Institute of Mind and Body Medicine da Harvard Medical School (EUA). Concluiu a especialização em Acupuntura Médica da Harvard Medical School (HMS Acupuncture Course for Physicians) em 2012.  Médico do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE) desde 2005, contribuiu para a elaboração dos protocolos institucionais de atendimentos médicos em acupuntura. Atualmente é líder do comitê de Terapias Complementares do HIAE.

Para saber mais sobre o livro lançado, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1472/Acupuntura+e+medicina+integrativa