‘MARIAH CAREY SOFRE DE TRANSTORNO BIPOLAR; SAIBA COMO É A DOENÇA’

A cantora Mariah Carey admitiu sofrer de transtorno bipolar, em uma entrevista publicada na revista People, nesta terça-feira (10). Ela afirma ter sido diagnosticada em 2001, ao ser hospitalizada por ter uma série de problemas físicos e mentais, mas só decidiu se abrir agora para falar sobre o problema.

“Até pouco tempo atrás, eu vivia em negação e isolamento e em constante medo de que alguém me expusesse. Era um fardo pesado para carregar e eu não conseguia mais. Eu cedi, recebi tratamento e coloquei pessoas positivas ao meu redor, para voltar a fazer o que amo –escrever canções e fazer música”, disse ela, à People.

Sintomas vão de depressão à euforia

Caracterizada pela alternância de humor, o transtorno faz com que as pessoas experimentem episódios de euforia (ou também chamado de “mania”) enquanto, em outros momentos, intercalam períodos de depressão, seguidos por episódios de normalidade.

Nos episódios com depressão, a pessoa sente tristeza profunda, apatia, alterações do sono, falta de sentido para a vida, esquecimentos e ideias suicidas. “Na fase de euforia, no entanto, a pessoa fica ‘ligada nos 220’”, explica o médico psiquiatra Luiz Sperry, colunista do VivaBem. “Enquanto na depressão você sente pouca energia e se sente a pior pessoa do mundo, na euforia você sente muita energia e vira a melhor pessoa do mundo. Isso pode levar a um quadro psicótico, no qual o paciente sai da realidade, pedindo demissão do emprego, fazendo gastos descontrolados de dinheiro, envolvimentos afetivos apressados, atividade sexual aumentada e, em casos mais graves, tendo delírios e alucinações.”

Mariah, por exemplo, conta que suas crises a afetaram por muitos anos, até ela procurar ajuda. “Não era uma insônia normal, eu não ficava ‘contando carneirinhos’. Eu estava trabalhando e trabalhando e trabalhando… Eu ficava irritada e em constante medo de decepcionar as pessoas. Uma hora, bati na parede. Acho que meus episódios depressivos foram caracterizados por ter pouca energia. Eu me sentia sozinha e triste, até culpada de que não fazia o necessário para minha carreira”, desabafou.

De acordo com Sperry, o tempo de duração das crises variam muito de pessoa para pessoa, mas geralmente as depressivas duram meses e as crises maníacas são mais curtas, durando semanas.

Diagnóstico é prejudicado pela confusão dos sintomas

Como a condição parcial de humor elevado não é totalmente compreendida pelo indivíduo como sintoma de uma doença, muitas vezes as pessoas apenas buscam ajuda nos momentos mais agudos de depressão. Para se ter ideia, em geral, o diagnóstico leva mais de dez anos para ser concluído, porque os sinais podem ser confundidos com os de doenças como esquizofrenia, depressão, síndrome do pânico, distúrbios da ansiedade.

Entretanto, o que define mesmo o diagnóstico é a crise maníaca, que só existe no quadro bipolar, ao contrário da depressão, explica Sperry. Mas como é difícil o paciente notá-la como algo estranho, ele acaba tratando a depressão primeiro e, ao ver que o quadro depressivo não melhora ou evolui mal, o especialista começa a suspeitar de um transtorno bipolar. “Mas esse diagnóstico pode levar meses ou anos.”

Doença não tem cura, mas há tratamento

O transtorno bipolar não tem cura, mas pode ser controlado. O tratamento inclui o uso de estabilizadores de humor e psicoterapia. Mariah, por exemplo, está fazendo uso de ambos. “Eu estou tomando medicamentos que parecem muito bons. Não me deixam tão cansada ou nada assim. Achar este equilíbrio é o mais importante”, disse.

Se o tratamento for seguido à risca, a instabilidade emocional é prevenida, assim como a recorrência das crises, fazendo com que a pessoa leve uma vida praticamente normal. “Agora estou num lugar legal, estou confortável em discutir minhas lutas com o transtorno bipolar. Eu tenho esperanças de que podemos tirar o estigma das pessoas que passam por isso sozinhas. A doença pode isolar pessoas, mas isso não precisa definir quem você é e eu me recuso a deixar isso me definir ou me controlar”, disse a cantora.

Matéria publicada no portal VivaBem, do UOL, em 11/04/2018. Para acessar na íntegra:
https://vivabem.uol.com.br/noticias/redacao/2018/04/11/mariah-carey-sofre-de-transtorno-bipolar-saiba-como-e-a-doenca.htm

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Para saber mais sobre transtorno bipolar, conheça o livro do psiquiatra Teng Chei Tung, especializado em transtornos do humor:
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ENIGMA BIPOLAR
Conseqüências, diagnóstico e tratamento do transtorno bipolar
Autor: Teng Chei Tung
MG EDITORES

O transtorno bipolar é uma patologia cada vez mais comum – e, infelizmente, ainda mal compreendida. Este livro, escrito por um psiquiatra, esclarece e desmistifica os sintomas da doença, suas fases, os sintomas, as estratégias de tratamento mais modernas e os tipos de medicamento disponíveis. Fala, ainda, da importância do apoio do médico e da família no bem-estar do paciente.

‘É MAL DE ALZHEIMER OU NÃO É?’

Nome que designava uma doença específica virou saco de gatos, ajudando a turvar o diagnóstico

Reuniões científicas costumam ser oportunidades para pesquisadores trocar figurinhas e apresentar uns aos outros o que acabaram de descobrir ou começaram a estudar mas ainda não se tornou público

Por isso uma reunião recente sobre a doença de Alzheimer foi tão extraordinária. Duas instituições privadas, a Alzheimer’s Association e a Croucher Foundation, de Hong Kong, reuniram cerca de 30 pesquisadores especialistas na doença para passar três dias naquela cidade-Estado, fechados em um auditório,  não para apresentar suas descobertas, mas, sim, para avaliar o estado da questão e tentar chegar a um consenso sobre o que é, de fato, o mal de Alzheimer e o que se sabe sobre suas causas.

O problema é duplo. Por um lado, bilhões já foram investidos em pesquisa e medicamentos, mas, até agora, não existe tratamento eficaz, recuperação nem cura.

Por outro lado, e talvez esta seja uma das causas do primeiro problema: o que médicos e pesquisadores chamam de “doença de Alzheimer” costumava ser algo muito preciso (perda de memória e demência precoces, com emaranhados de proteína tau encontradas no cérebro após a morte), mas nas últimas décadas passou a abraçar o que outros ainda chamam de demência senil e também formas não hereditárias da doença, tanto precoces ou tardias. O exame clínico não deveria bastar para o diagnóstico, mas na prática muitas vezes é tudo o que se faz.

Resultado: o nome que designava uma doença específica em pessoas de meia-idade que parecem ter diagnóstico claro (embora ainda não exatamente mecanismo definido) virou um saco de gatos. Alguns pesquisadores ainda têm o cuidado de definir a que se referem, mas outros, em parte no afã de terem seus esforços abraçados pelo farto financiamento para estudar a doença, contribuíram para turvar o diagnóstico a ponto de tê-lo deixado quase inútil.

Receber um diagnóstico de doença de Alzheimer é devastador e somente deveria acontecer com ampla certeza. A diferença é que nem toda perda de memória é sinal de alzheimer. Estresse, pancadas, AVCs, problemas vasculares e metabólicos e tantos outros fatores podem levar a perdas cognitivas debilitantes, sim —mas não catastróficas, como é a doença descrita originalmente pelo dr. Alzheimer. Quando o diagnóstico vem com uma sentença, todo cuidado é pouco.

Da coluna de Suzana Herculano-Houzel, publicada na Folha de S. Paulo, em 10/04/2018. Para acessar na íntegra (restrito a assinantes ou cadastrados): https://www1.folha.uol.com.br/colunas/suzanaherculanohouzel/2018/04/e-mal-de-alzheimer-ou-nao-e.shtml

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Quer saber mais sobre Doença de Alzheimer? Conheça o livro da MG escrito por dois dos maiores especialistas mundiais em Alzheimer, os psiquiatras canadenses especializados em neurologia Serge Gauthier e Judes Poirier:
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DOENÇA DE ALZHEIMER
O guia completo
Autores: Serge GauthierJudes Poirier

Este livro apresenta uma visão geral das últimas novidades médicas e científicas sobre os avanços recentes em pesquisa, as causas e os tratamentos da doença de Alzheimer, formas de prevenção que vêm sendo desenvolvidas e hábitos e estilos de vida que foram validados cientificamente e podem desacelerar ou impedir a progressão sintomática da doença.

“EU TENHO GLAUCOMA. O QUE POSSO FAZER PARA ATENUAR ESSE MAL?”

O glaucoma é como a hipertensão. O tratamento pode fazer com que a doença seja controlada e avance mais lentamente, mas não há cura.

Ao todo, existem quatro tipos de glaucoma: o congênito, no qual a malformação é intrauterina; o secundário, causado por algum trauma no olho; o agudo ou de ângulo fechado, mais raro, é quando a pessoa tem um caminho mais estreito para a drenagem do líquido que tem dentro do olho (e consequentemente a pressão intraocular é aumentada); e o crônico simples, chamado de ângulo aberto, que é o tipo mais comum de todos e acontece em 80% dos casos da doença. O glaucoma crônico acomete geralmente pessoas acima dos 40 anos e vai piorando conforme o envelhecimento.

A doença ocorre porque a pressão do olho está alta, mas não é só isso. Ela também pode ser causada por outro motivos, como no caso do glaucoma congênito ou do secundário. De todo modo, nos quatro tipos de glaucoma, o nervo que liga o olho ao cérebro encontra-se danificado. No caso do glaucoma de ângulo aberto, além de a pessoa poder apresentar a pressão intraocular aumentada, na fase intermediária da doença, ela perde a visão na periferia do olho, ou seja, nos cantos, e no grau mais avançado passa a não enxergar mais no campo visual da frente. Na fase final, a cegueira é completa e irreversível.

Como o glaucoma crônico é de avanço lento e não há sintomas iniciais, se o indivíduo não tem o costume de frequentar anualmente o oftalmologista, percebe o problema quando já está muito avançado. O glaucoma de ângulo fechado, embora raro, tem sintomas mais acentuados que incluem dores muito fortes nos olhos, vermelhidão, náuseas e distúrbios súbitos de visão.

O especialista, quando detecta o glaucoma, indica tratamentos que variam conforme o grau da condição. Podem ser indicados colírios, procedimentos com lasers e, se nenhum tratamento menos invasivo funcionar, cirurgias também podem ser recomendadas.

Fontes: Minoru Fujii, oftalmologista do Setor de Retina do Hospital Cema, em São Paulo; Lisia Aoki, oftalmologista do Hospital das Clínicas, em São Paulo; Wilma Lelis Barboza, médica oftalmologista e presidente da Sociedade Brasileira de Glaucoma.

Matéria de Gabriela Ingrid, publicada originalmente no VivaBem, do UOL, em 03/04/2018. Para acessá-la na íntegra: https://vivabem.uol.com.br/noticias/redacao/2018/04/03/eu-tenho-glaucoma-a-doenca-tem-tratamento.htm

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Se você se preocupa com o assunto e quer saber mais a respeito, conheça “Glaucoma – Informações essenciais para preservar sua visão”, do médico Remo Susanna Jr., um dos maiores especialistas mundiais em glaucoma:

GLAUCOMA
Informações essenciais para preservar sua visão
Autor: Remo Susanna Jr.
MG Editores

O glaucoma, embora não tenha cura, se detectado precocemente pode ser controlado. Escrito pelo maior especialista brasileiro na área, este livro traz informações claras e precisas para portadores da moléstia e seus familiares. Entre os assuntos abordados estão os mitos mais comuns relacionados à doença, os principais tipos de tratamento e os recursos para melhorar a deficiência visual decorrente do problema.

‘SOLIDÃO É UM DOS MAIORES MEDOS E QUESTÕES DA VELHICE; COMO LIDAR, ENTÃO?’

Você fica mais velho, para de trabalhar, algumas quedas o deixam com medo de sair de casa, a família se afasta e você se encontra sozinho e isolado do mundo. Essa é a realidade de muitos idosos no mundo. Recentemente, o Reino Unido criou o Ministério da Solidão, para enfrentar o problema no país. No Japão, idosas estão indo parar na cadeia propositalmente por se sentirem sozinhas ou invisíveis em casa. E os problemas não estão tão longe de nós assim.

A partir da década de 2050, a população brasileira acima dos 60 anos será o dobro do contingente de crianças e adolescentes com menos de 14 anos, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). No entanto, apesar de o país estar envelhecendo, os idosos estão cada vez mais solitários. Segundo um levantamento de 2017 da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, a solidão é o maior temor dos brasileiros na terceira idade.

De acordo com Salma Rose Imanari Ribeiz, médica psiquiatra e psicogeriatra, doutora em Ciências da Saúde pela Faculdade de Medicina da USP, a culpa pode estar nas mudanças na configuração das famílias. “Antigamente, os lares eram habitados por diversas gerações: avós, filhos e netos. E sempre havia companhia para o idoso em casa. Atualmente, nas grandes cidades, é frequente os idosos morarem sozinhos e, mesmo quando moram na mesma residência, seus filhos e netos passam a maior parte do tempo fora de casa, estudando ou trabalhando.”

A solidão pode causar efeitos graves na saúde

Além de elevar o nível dos hormônios do estresse e inflamações, a exclusão pode aumentar o risco de doenças cardíacas, artrite, diabetes tipo 2, demência e depressão. Por isso, é importante saber contornar o isolamento na terceira idade. “O problema é que as causas deste isolamento são múltiplas e vão desde uma dor para andar até problemas de comunicação, como a surdez. A questão é que as pessoas estão envelhecendo sem qualidade de vida”, diz Paulo Camiz, geriatra do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Envelhecer com qualidade de vida é essencial

Um levantamento realizado pelo instituto Qualibest em 2017 mostrou que, apesar de não praticarem atividades físicas ou manterem uma alimentação saudável, os brasileiros desejam envelhecer com saúde e pretendem viver até os 85 anos. Escolhas bastante contraditórias. Mais uma vez, o medo da solidão foi mencionado por 45% dos participantes. “Apesar do medo, as pessoas não estão se mexendo para envelhecer melhor. É preciso começar desde jovem a se prevenir”, alerta Camiz. Mas como?

Maria Thereza Leme, ou Tiê, como prefere ser chamada, tem 82 anos e é um exemplo de como chegar à terceira idade com a mente ativa. A paulistana aprendeu a mexer na internet e no smartphone com a família e, desde então, usa as redes sociais para se comunicar com os filhos (“que não vejo muito, mas estou sempre em contato”) e até para fazer curso. “Faço curso de filosofia pelo Skype, uso o Instagram com frequência e o Whatsapp, onde me comunico com todo mundo. TV é a última coisa que faço uso”, conta.

Tiê ainda dá aulas de francês em casa e faz bordados com sua cuidadora, que mora junto com ela desde 2014. À tarde, ainda se dedica a todo tipo de receitas: “Os filhos vêm buscar quando eu faço”, conta. A aposentada é uma entre os milhões de idosos que vivem na nova formulação familiar, explicada por Ribeiz, mas Tiê afirma que entende a família ter de trabalhar e cuidar de seus respectivos afazeres: “Eu respeito que cada um tem a sua vida. No domingo, não há uma obrigação de almoçarmos juntos, por exemplo. É tudo bem livre. Então, eu também não posso deixar de fazer as minhas coisas.”

De acordo com os especialistas, a família pode ajudar o idoso a se adaptar às mudanças que a vida traz e a encontrar novos papéis para ele desempenhar. Sentir-se útil e poder ajudar os outros pode ser o antídoto que traz de volta a autoestima e a segurança que a solidão aplacou. No caso de Tiê, ocupar a mente é a chave para manter-se viva.
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Texto parcial de matéria de Gabriela Ingrid, publicada originalmente no portal Viva Bem, do UOL, em 28/03/2018. Para acessá-la na íntegra: https://vivabem.uol.com.br/noticias/redacao/2018/03/28/numero-de-idosos-solitarios-esta-aumentando-saiba-como-evitar.htm

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Tem interesse pelo assunto? Conheça o livro abaixo, da psicóloga Maria Célia de Abreu, fundadora e coordenadora do Ideac-Instituto para o Desenvolvimento Educacional, Artístico e Científico, cujo foco principal, desde 1992, é a psicologia do envelhecimento.

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VELHICE

Uma nova paisagem
Autora: Maria Celia de Abreu
EDITORA ÁGORA

Todos nós estamos ou muito em breve estaremos envolvidos com velhos: por sermos idosos, por termos alta probabilidade envelhecer ou porque nossos produtos tendem a ser consumidos por esse público. Por que, então, a velhice permanece um estigma em nossa sociedade?

A fim de mudar essa visão, a psicóloga Maria Celia de Abreu propõe neste livro transformar visões e ideias preconcebidas a respeito do velho. Partindo de estudos teóricos sobre a psicologia do envelhecimento e de vivências colhidas em grupos de estudos, ela propõe que a vida passe a ser encarada como uma estrada que percorre diversas paisagens diferentes – nem melhores nem piores que as outras.

Com exercícios de conscientização e exemplos práticos, a autora discorre sobre inúmeros assuntos pertinentes à velhice, como corpo, sexualidade, memória, perdas, luto e depressão. Fundamental para idosos, seus familiares, cuidadores, pesquisadores.

Prefácio de Mario Sergio Cortella.

‘O QUE É MEDITAÇÃO’

O médico Roberto Cardoso, autor de Medicina e meditação, da MG Editores, fala sobre o que é meditação no vídeo abaixo. Assista.

Visite o site do autor: https://www.robertocardoso.net

Conheça o livro:

MEDICINA E MEDITAÇÃO
Um médico ensina a meditar

Médico há mais de vinte anos e meditador há mais tempo ainda, o autor mostra com precisão várias técnicas de meditação e os seus benefícios para a saúde. Sem qualquer orientação religiosa, filosófica ou moral, trata-se de uma obra para ler, aprender e praticar. Edição revista, atualizada e ampliada.

Assista também ao vídeo anterior, “O que não é meditação”: http://www.gruposummus.com.br/blog/?p=7280

‘APOSTE NAS FRUTAS VERMELHAS PARA EMAGRECER, CUIDAR DA PELE E TER MAIS SAÚDE’

Nutricionista traz dicas de consumo, receitas e mais sobre essas frutinhas que são uma aliada e tanto de quem busca a boa forma; veja detalhes

As frutas vermelhas estão presentes em diversos cardápios e planos de emagrecimento e isso não é a toa. Elas fazem parte, por exemplo, de uma dieta detox, já que são ricas em antioxidantes, que ajudam na atuação do fígado e, com isso, contribuem para que o corpo se livre de toxinas. Também estão na dieta de quem quer perder peso, já que trazem saciedade e contém baixo valor calórico.

A lista de benefícios é grande e para ajudar a entender mais sobre o poder dessas frutinhas, qual a melhor época do ano para comprar cada uma, como inclui-las da melhor maneira na alimentação e aprender receitas magrinhas e saborosas, conversamos com a nutricionista Renata Girau, do Oba Hortifruti, para montar um “manual das frutas vermelhas”.

O que são frutas vermelhas?

Antes de mais nada, vale a pena entender quais são os alimentos que fazem parte desse famoso grupo. Segundo Renata, essa classificação não tem nenhuma ligação com botânica e é um termo informar para designar as frutas de cor avermelhada e arroexeadas.

Os itens mais comumente vistos nessa lista são: morangos, mirtilos, cerejas, amoras, framboesas, cramberry e gojiberry. Mas tem gente que já ampliou essa relação. “Algumas classificações englobam ainda as uvas, o açaí, as ameixas e até a jabuticaba nesse grupo”, comenta Renata.

É mais fácil encontrar esses itens em mercados e feiras nas épocas mais quentes do ano. “A cereja tem sua safra centralizada no mês de dezembro. As framboesas são mais fáceis de encontrar entre dezembro e fevereiro. As amoras podem ser encontradas de setembro a novembro, e os mirtilos de dezembro e janeiro”, detalha a nutricionista. Nos meses mais frios, a opção é apostar em morangos. “Eles têm seu melhor crescimento no inverno, entre os meses de junho até outubro”, completa a especialista.

Por que elas fazem bem para a saúde?

Grande parte da fama dessas frutas como benéficas para a saúde e bem-estar vem da alta concentração de substâncias antioxidantes nesses alimentos. De acordo com a nutricionista, os antioxidantes têm uma atuação bem ampla no organismo e são bons para a imunidade, para a prevenção de doenças crônicas e para a saúde das células, já que combatem os radicais livres.

As frutas vermelhas ainda são ricas em antocianinas, que têm ação antinflamatória e favorecem a saúde das artérias.

Por que elas são aliadas da beleza?

As frutinhas dessa lista ainda podem contribuir para ter pele, cabelos e unhas mais saudáveis  mais fortes. Isso porque contém uma boa quantidade de vitamina C e ainda ajudam na boa produção de colágeno, substância importante para a cicatrização de feridas e também para dar elasticidade para a pele, mais vida aos cabelos e cuidado das unhas.

A combinação desses nutrientes tem como resultado “reduzir os efeitos da flacidez e envelhecimento da pele”, segundo Renata.

Como as frutas vermelhas ajudam a emagrecer?

Quando o assunto é dieta, elas são boas opções também em diversos aspectos. Um deles é a questão da saciedade. Quem tenta emagrecer geralmente busca alimentos que “segurem a fome” por mais tempo, ou seja, aqueles que trazem mais sensação de saciedade. Com isso, fica um pouco mais fácil fugir de armadilhas e cair em tentações, como atacar um docinho ou uma besteira no meio da tarde. E como lembra a nutricionista, as frutas vermelhas são ricas em fibras, que ajudam a levar essa sensação de saciedade por mais tempo ao corpo, já que demoram mais para ser digeridas pelo organismo.

As fibras ainda contribuem para outro fator importante para aqueles que buscam entrar em forma e perder peso: o trânsito intestinal. Também pela absorção e digestão lentas, as fibras contribuem para o bom funcionamento do intestino. E um intestino trabalhando bem significa, entre outras coisas, menos inchaço abdonimal e menos barriga.

Para dar uma forcinha a mais contra o inchaço, vale lembrar também que essas frutas avermelhadas e arroxeadas são diuréticas, ou seja, ajudam a diminuir a retenção de líquido.

A lista de benefícios para a dieta é completada pelo fato de que essas frutas são pouco calóricas. Com isso, podem ser consumidas sem medo e servem como lanches intermediários, complementos de iogurtes e preparos. Como algumas tem um sabor adocicado, ainda podem ser boas opções de sobremesas.

Texto parcial de matéria de Aretha Martins, publicada originalmente no iG, em 07/03/2018. Para lê-la na íntegra, acesse: http://delas.ig.com.br/alimentacao-e-bem-estar/2018-03-07/frutas-vermelhas.html

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Tem interesse pelo assunto? Conheça o livro do médico Paulo Eiró Gonsalves:
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FRUTAS QUE CURAM
MG EDITORES

Há muito tempo são conhecidas as virtudes curativas das frutas, largamente empregadas no tratamento dos mais diversos males. Neste livro o Dr. Paulo Eiró apresenta as propriedades terapêuticas e o modo de emprego das frutas nas várias doenças. De forma extremamente prática, o leitor terá informações sobre as várias doenças, bem como sobre as frutas utilizadas para seu tratamento.

‘LIVRO TRAZ ARGUMENTOS FAVORÁVEIS À VACINAÇÃO’

Ouça entrevista do infectologista Guido Levi, um dos autores de Vacinar, sim ou não?, à rádio CBN:

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Saiba mais sobre a obra:
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VACINAR, SIM OU NÃO?
Um guia fundamental
Autores: Monica Levi, Guido Carlos Levi, Gabriel Oselka
MG EDITORES

Desde o surgimento da primeira vacina, no fim do século XVIII, centenas de milhares de mortes foram evitadas e dezenas de moléstias, combatidas. Estima-se que, nos últimos dois séculos, as vacinas proporcionaram um aumento de cerca de 30 anos em nossa expectativa de vida.

Porém, nos últimos anos, um grande movimento internacional contra as vacinas tem chamado a atenção de pais, profissionais de saúde e educadores. Partindo de informações contraditórias e de dados sem comprovação científica, seus membros alegam ter o direito de escolher vacinar ou não os filhos. No entanto, essa decisão, que de início parece individual, tem consequências coletivas, fazendo por vezes ressurgir epidemias que se consideravam erradicadas.

Escrito por dois pediatras e um infectologista, todos com vasta experiência em imunização, este livro apresenta:

  • um histórico do surgimento e da consolidação das vacinas;
  • os benefícios da imunização para a saúde individual e coletiva;
  • os mitos – pseudocientíficos e religiosos – associados a elas, como o de que a vacina tríplice viral provoca autismo;
  • as respostas da ciência a esses mitos;
  • as consequências da não vacinação para os indivíduos e a comunidade;
  • as reações adversas esperadas e como agir caso isso aconteça;
  • as implicações éticas e legais da vacinação compulsória.

‘DEIXE A COMIDA SAUDÁVEL MAIS ATRAENTE PARA AS CRIANÇAS COM ESTAS 8 DICAS’

Ter um filho bom de garfo, que não nega nada, de brócolis a escarola, é o sonho de toda mãe. Mas em alguns casos a hora da refeição pode ser sinônimo de tortura. É preciso entrar em ação o quanto antes para tornar a comida mais atraente — até mesmo antes de a criança nascer.

“Quanto mais saudável e variada é a alimentação da mãe, mais ela já estará fornecendo diferentes estímulos ao filho, dos sabores que podem passar para o leite materno, ao aroma dos alimentos sendo preparados”, afirma a culinarista  Pat  Feldman, criadora do Projeto Crianças na Cozinha. Confira atitudes simples que podem ajudar o seu filho a amar os alimentos saudáveis:

  1. Dê exemplo

Se você não tem o hábito de cozinhar, comer de forma saudável e variada dificilmente conseguirá isso do seu filho. Lembre-se de que as crianças são espelho dos pais e comece a mudança por você.

  1. Apresente os alimentos

Levar as crianças para passear na feira é sempre uma boa pedida — mais do que o supermercado, onde a tentação dos produtos industrializados é mais forte. Ali ela poderá ter contato com diferentes variedades de frutas, legumes e verduras, temperos e ervas aromáticas. Estimule-a a conhecer suas cores, texturas, aromas e sabores. Desperte a curiosidade e torne o programa rotineiro.

  1. Teste diferentes preparos

Antes de riscar um alimento de sua lista de possibilidades, apresente-o de diferentes formas: assado, cru, frito, cozido, frio, quente, em salada, em sopa, picadinho, inteiro, com molho, temperado só com limão ou com ervas variadas etc. Não desista na primeira tentativa e não tenha medo de cara feia. Tente descobrir o que incomoda, a cor, a textura, o sabor. Isso pode ajudar a recriar a apresentação e torná-lo mais agradável.

  1. Não gosta mesmo? Tudo bem

É preciso estimular a experimentação, afinal, não se pode gostar do que não se conhece. Mas a criança tem direito a ter paladar próprio. Então não entre em pânico se seu filho não gostar de tudo. Se conseguir aumentar o repertório a ponto de os diferentes grupos alimentares estarem devidamente representados na alimentação dele, sinta-se vitoriosa.

  1. Não imponha, negocie

“Tudo que é imposto e chato”, lembra Pat Feldman. Então faça a transição entre alimentos industrializados e saudáveis de forma lenta e gradual. Sugira trocas, substituições, experimentações de novas receitas e formas de preparo. “Se ele passar a comer espinafre, rúcula, agrião, tudo bem não gostar também de beterraba”, diz.

  1. Envolva-os no preparo

Leve as crianças para a cozinha. Peça ajuda para lavar e descascar alimentos, preparar receitas de que elas gostem — ainda que no começo seja hambúrguer e batata frita — e comece a colocar a responsabilidade pela escolha e o preparo das comidas nas mãos deles. Peça sugestões e sugira trocas. Em vez de comprar biscoito, faça em casa, com elas. Caso o resultado não agrade, teste outra receita e transforme a busca pelo biscoito perfeito em uma brincadeira saudável. “A cozinha tem toda uma magia que encanta as crianças. E comer algo que você mesmo preparou tem outro sabor”, lembra a cozinheira Raíza Costa, autora do livro “Confeitaria Escalafobética”.

  1. Deixe as brincadeiras com a comida para o fim de semana

Há quem aposte em criar bichinhos e pratos enfeitados com os alimentos para atrair a atenção das crianças, mas convenhamos que na correria do dia a dia isso é pouco viável. Melhor focar em um prato simplesmente colorido e com sabores variados e deixar as brincadeiras para o fim de semana, de preferência quando as crianças puderem participar do processo de criação.

  1. Coloridos que alimentam

Um dos fatores que tornam os alimentos industrializados tão atrativos às crianças são suas cores artificiais. Mas é possível chegar a muitas delas de forma natural, adicionando ainda dose extra de nutrientes às preparações. Caso da beterraba, um dos corantes naturais mais potentes e conhecidos, da amora, do espinafre e da cenoura, que podem ser facilmente acrescentados ao arroz, ao purê, ao leite etc. Mas é preciso modular as expectativas. “As cores não ficarão tão intensas quanto a dos corantes artificiais e podem ganhar novas nuances em altas temperaturas, por isso o ideal é acrescentar esses ingredientes sempre mais para o fim do preparo e trabalhar em baixa temperatura”, aponta Raíza, que usa o recurso para encantar a criançada com suas criações.

Texto de Juliana Bianchi, publicado originalmente no UOL, em 28/02/2018. Para acessar na íntegra: https://comidasebebidas.uol.com.br/noticias/redacao/2018/02/28/saiba-como-deixar-a-comida-mais-atraente-para-as-criancas.htm

 

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Quer saber mais sobre alimentação infantil? Conheça os livros da MG Editores:

 

COMIDA DE CRIANÇA
Ajude seu filho a se alimentar bem sempre
Autora: Cláudia Lobo

Mostrando de maneira objetiva como montar um cardápio adequado à realidade de cada família, este livro ensina quais alimentos escolher na hora de comprar e por que fazê-lo; como economizar tempo e dinheiro; e como preparar refeições rápidas e nutritivas. Também sugere formas de transformar a própria criança em aliada no processo de educação alimentar e traz mais de 50 receitas nutritivas, ricamente ilustradas.
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ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NA INFÂNCIA
Conceitos, dicas e truques fundamentais
Autora: Cláudia Lobo

Todo dia surgem informações de como oferecer uma alimentação saudável aos filhos. Produtos que parecem ricos em nutrientes fazem sucesso, mas logo suas desvantagens são desmascaradas. Pensando nisso, a nutricionista Cláudia Lobo criou um guia para ajudar os pais a oferecer uma alimentação saudável às crianças. Mudança de hábitos, organização e perseverança são alguns dos ingredientes apontados por ela. Imperdível.

‘O QUE NÃO É MEDITAÇÃO”

Dr. Roberto Cardoso, autor de Medicina e meditação, da MG Editores, fala sobre o que NÃO é meditação no vídeo abaixo. Assista.

Visite o site do autor: https://www.robertocardoso.net

Conheça o livro:

MEDICINA E MEDITAÇÃO
Um médico ensina a meditar

Médico há mais de vinte anos e meditador há mais tempo ainda, o autor mostra com precisão várias técnicas de meditação e os seus benefícios para a saúde. Sem qualquer orientação religiosa, filosófica ou moral, trata-se de uma obra para ler, aprender e praticar. Edição revista, atualizada e ampliada.

‘CIENTISTAS DESCOBREM SINTOMAS QUE PODEM PREVER TRANSTORNO BIPOLAR’

Um novo estudo publicado no periódico Harvard Review of Psychiatry revelou dois padrões de sintomas que podem ser usados para prever o desenvolvimento da bipolaridade. Apesar de pesquisas anteriores já identificarem possíveis fatores ambientais e genéticos do distúrbio, pouco se sabe sobre a doença e sobre o tipo de comportamento que pode levar a ela.

A nova pesquisa, entretanto, analisou 39 estudos anteriores sobre os sintomas e fatores de risco da bipolaridade e procurou padrões entre as descobertas.

O primeiro padrão de sintomas que os cientistas descobriram incluía mudanças de humor, períodos de excitação e depressão profunda. A maioria das pessoas jovens com esses sintomas não desenvolve a bipolaridade. Mas muitos daqueles que foram diagnosticados com a doença apresentaram esses sintomas.

O segundo padrão de sintomas inclui ansiedade, distúrbios de atenção e comportamentais, como déficit de atenção e hiperatividade. Segundo os cientistas, os sinais encontrados no primeiro padrão são os que mais têm relação com o transtorno. Além disso, a análise encontrou alguns fatores de risco como lesões na cabeça, abuso sexual, físico ou de drogas, estresse e parto prematuro.

Diagnóstico correto desafia médicos

A bipolaridade é caracterizada por transtornos de humor, que vão de crises de depressão à euforia excessiva (mania). Segundo a ABTB (Associação Brasileira de Transtorno Bipolar), a doença afeta cerca de 4% da população adulta no mundo.

Entretanto, pelo fato de a ciência ter poucas respostas sobre o distúrbio, muitas vezes ele é confundido com outras doenças, como a depressão. Um paciente bipolar tratado erroneamente com depressão pode piorar, eventualmente levando a desfechos suicidas. Tratando direito desde o começo, a qualidade de vida melhora muito, daí a importância de estudos como esse.

Publicado originalmente no Portal VivaBem, do UOL, em 16/01/2018. Para acessar na íntegra: https://vivabem.uol.com.br/noticias/redacao/2018/01/16/cientistas-descobrem-possiveis-sintomas-que-podem-prever-transtorno-bipolar.htm

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Quer saber mais sobre transtorno bipolar? Conheça o livro do psiquiatra Teng Chei Tung:

ENIGMA BIPOLAR
Conseqüências, diagnóstico e tratamento do transtorno bipolar
Autor: Teng Chei Tung
MG EDITORES

O transtorno bipolar é uma patologia cada vez mais comum – e, infelizmente, ainda mal compreendida. Este livro, escrito por um psiquiatra, esclarece e desmistifica os sintomas da doença, suas fases, os sintomas, as estratégias de tratamento mais modernas e os tipos de medicamento disponíveis. Fala, ainda, da importância do apoio do médico e da família no bem-estar do paciente.