O GLOBO DESTACA O LIVRO “JORNALISMO CULTURAL NO SÉCULO 21”

O jornal O Globo deu destaque para o livro Jornalismo cultural no século 21 (Summus Editorial), do jornalista Franthiesco Ballerini, na coluna de lançamentos do caderno Prosa e Verso, publicada no sábado, dia 14. Clique no link para ver a nota: http://goo.gl/ReHB9Q.

10960Amparado em ampla pesquisa e entrevistas com quase 50 profissionais da área, entre eles os jornalistas culturais mais importantes em atividade no país, Ballerini faz uma análise completa e aprofundada do tema.

Partindo do histórico do surgimento e da consolidação do jornalismo cultural no Brasil e no mundo, ele mostra como a atuação nesse nicho se consolidou ao longo dos séculos. A proposta, segundo o jornalista, é fornecer as bases para entender a prática do jornalismo cultural no século 21, pois, ainda que a tecnologia a tenha revolucionado, é impossível compreender seus reais delineamentos sem um contexto histórico. “Afinal, é conhecendo os hábitos, os erros e as estratégias de seus protagonistas ao longo do tempo que se pode propor um futuro mais próspero para o campo”, afirma.

Nos capítulos seguintes, o autor mergulha nas principais áreas cobertas pelo jornalismo cultural: literatura, artes visuais, teatro, cinema e música.  “Procurei investigar com nomes fundamentais de todas as áreas quais eram as fragilidades, os pontos fortes e as grandes mudanças na cobertura. O que significa a entrada de novos personagens no jornalismo cultural, como gastronomia, moda, games. Mas, acima de tudo, de que forma a internet, as redes sociais e o predomínio cada vez maior do digital sobre o papel altera o trabalho do jornalista cultural”, afirma Ballerini.

O surgimento da internet é, sem dúvida, o grande marco de mudança nesse universo. Nem mesmo o surgimento do rádio e do cinema, no final do século 19, e posteriormente da televisão, no século 20, estremeceu tanto o jornalismo cultural quanto o advento da internet, segundo Ballerini. “Durante cinco séculos, o jornalismo cultural pôde se desenvolver sob um mosaico midiático rentável, que garantia certa estabilidade financeira, uniformidade do fluxo de comunicação e, por que não dizer, uma previsibilidade da formação dos discursos acerca dos produtos culturais. Mas eis que a internet vem para “bagunçar” a comunicação humana em escala global”, avalia.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1399/Jornalismo+cultural+no+s%C3%A9culo+21

O GLOBO FAZ REPORTAGEM SOBRE O LIVRO “AFROCIDADANIZAÇÃO”

O jornal O Globo publicou na terça-feira, dia 23 de abril, ampla reportagem sobre o livro Afrocidadanização (Selo Negro Edições), do professor Reinaldo da Silva Guimarães. A reportagem, intitulada “Bom currículo não basta”, traz também entrevista com o autor. Leia a íntegra: http://goo.gl/3YOas.

Afrocidadanização é o processo pelo qual os indivíduos negros, historicamente subalternizados na sociedade brasileira, conquistam efetivamente a cidadania plena. No livro, Guimarães aborda essa ascensão por meio do ingresso na universidade. O autor dá visibilidade ao peso do racismo no mercado de trabalho, uma vez superada a histórica barreira da formação acadêmica pelos negros brasileiros.

Para pesquisar a trajetória profissional dos bolsistas, Guimarães adotou sua própria história como referência intelectual e emocional para compreender as percepções narradas pelos entrevistados. Eles apontam para um contexto pautado na perseverança e no desejo de superação, mostrando uma realidade pouco conhecida e difícil de ser traduzida, mas repleta de simbolismos.

A trajetória do autor reflete e dá essência e concretude ao conceito de afrocidadanização. Nascido em comunidade pobre, ele conseguiu superar diversos momentos difíceis e ingressar na universidade. Como um dos protagonistas dessa história de sucesso, aproveita sua narrativa para explicitar o processo de construção de identidade racial. “O livro marca um momento positivo na vida brasileira”, diz Elisa Larkin Nascimento, do Instituto de Pesquisas e Estudos Afro-Brasileiros (Ipeafro), que assina o prefácio da obra.

Resultado de quatro anos de pesquisas desenvolvidas pelo autor no Programa de Pós-graduação em Serviço Social da PUC-Rio, o livro traz a atual realidade profissional de 14 entrevistados, formados em diversas áreas, e o impacto da sua formação universitária sobre sua vida material e sobre suas relações com a família e com a comunidade de onde são provenientes.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1331/AFROCIDADANIZA%C3%87%C3%83O

 

ISTOÉ E O GLOBO DESTACAM LIVROS DO GRUPO EDITORIAL SUMMUS NO FIM DE SEMANA

Dois livros do Grupo Editorial Summus foram destaque em reportagens neste fim de semana. A revista IstoÉ entrevistou o autor de Ciúme – O lado amargo do amor (Ágora), o psiquiatra Eduardo Ferreira-Santos. Já o jornal carioca O Globo entrevistou a psiquiatra Carmita Abdo, autora de Descobrimento sexual do Brasil (Summus). Vejam as respectivas matérias nos links: http://goo.gl/tI34O e http://goo.gl/PqNNG

Muitas vezes idealizado e até romantizado, o ciúme – esse sentimento tão comum aos seres humanos que amam – é, no entanto, expressão de desconfiança e insegurança. Se, de início, as demonstrações de posse podem até “apimentar” o relacionamento, com o tempo tornam-se reações cada vez mais descontroladas. No livro Ciúme – O lado amargo do amor, Ferreira-Santos mergulha fundo no tema. Ele explicita as causas e as conseqüências dramáticas para as relações afetivas (como dependência, perda de auto-estima e até distúrbios psicológicos graves) e aponta possíveis saídas para situações neuróticas.

O livro Descobrimento Sexual do Brasil – para estudiosos e curiosos traz um retrato multifacetado dos hábitos sexuais do brasileiro. As descobertas, os medos, as conquistas, os tabus, a evolução e as diferenças entre a sexualidade de homens e mulheres. Em linguagem simples e objetiva, a sexóloga Carmita Abdo trata de orientação sexual, disfunção erétil, orgasmo, fidelidade e compromisso, hábitos sexuais, desejo, ponto G e doenças sexualmente transmissíveis. A obra é resultado da extensa pesquisa de campo “Estudo da Vida Sexual do Brasileiro” (EVSB), realizada com mais de sete mil brasileiros de todas as regiões do País.

Para saber mais sobre os livros, clique nas capas acima.