‘INCLUSÃO SEM BARREIRAS’

Em reportagem sobre o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, o jornal Correio Braziliense ouviu especialistas sobre a importância do ambiente escolar para essas pessoas. A pedagoga Maria Teresa Eglér Mantoan, autora do livro Inclusão escolar - O que é? Por quê? Como fazer?, da Summus Editorial, foi uma das especialistas entrevistadas na reportagem, que foi publicada no dia 2 de abril. Leia a íntegra: http://goo.gl/UbBVuR

Baseando-se na legislação mundial e brasileira, Maria Teresa analisa em profundidade o caminho percorrido até aqui. Segundo ela, incluir é não deixar ninguém de fora da escola comum, ensinando todas as crianças, indistintamente. A pedagoga propõe um deslocamento da 10999visão educacional que se sente ameaçada pela inclusão para uma perspectiva que se abre para outras formas de ensinar e avaliar a aprendizagem. Conhecendo o potencial teórico da educação inclusiva e sua implicação no campo da mobilização social, Maria Teresa mostra a importância da análise do contexto escolar, para entender as dificuldades de atender a estudantes com deficiência e outros e apontar o propósito da inclusão como objetivo primordial dos sistemas de ensino.

“A escola inclusiva brasileira tem sólidas fundações, na lei, no vanguardismo dos que se dispuseram expandi-la, verdadeiramente imbuídos do compromisso de transformá-la, para se adequar ao nosso tempo. Eles estão se multiplicando e surpreendendo, demonstrando a força desta ideia poderosa – que depende de uma expansão rápida dos projetos verdadeiramente imbuídos do compromisso de transformar a escola comum para se adequar aos novos tempos”, afirma a pedagoga.

Dividido em três capítulos, o livro reúne as ideias da autora sobre o ensinar e o aprender. Nele, ela compartilha o que viveu em sua caminhada educacional, dialogando com o leitor sobre problemas, questões e dúvidas que carrega no dia a dia de trabalho. “As transformações da escola dependem de um compromisso coletivo de professores, gestores, pais e da sociedade em geral. É difícil o dia a dia da sala de aula. Esse desafio que enfrentamos tem limite – o da crise educacional que vivemos, tanto pessoal como coletivamente, deste ofício que exercemos”, complementa.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Inclus%C3%A3o+escolar

CONTRA O SENSO COMUM

A Revista do Correio, encarte do jornal Correio Braziliense, publicada no domingo, 11 de janeiro, indicou a leitura do livro Seu bebê em perguntas e respostas – Do nascimento aos 12 meses (MG Editores). A reportagem afirma que as mães, em geral, estão sujeitas a uma saraivada de conselhos nem sempre úteis, apesar de bem intencionados. Leia a matéria na íntegra: http://goo.gl/jxOE9o

Ter um filho é uma das experiências mais emocionantes da vida, mas também uma das mais assustadoras. As mães e os pais de primeira viagem muitas vezes se veem às voltas com problemas que não sabem resolver – e, por causa da inexperiência, acabam transmitindo uma ansiedade que prejudica o relacionamento com o bebê. Como evitar as cólicas? De quanto em quanto tempo amamentar? Quando o recém-nascido pode sair à rua? Como saber se ele está se desenvolvendo corretamente? Por que o bebê não dorme à noite? Por que ele não pára de chorar? 50054Essas são algumas das perguntas respondidas pelo livro Seu bebê em perguntas e respostas, escrito pelo pediatra Sylvio Renan Monteiro de Barros.

Baseada na experiência de mais de três décadas do dr. Sylvio como pediatra, a obra segue uma linha diferente de outros compêndios da área, que enfocam explicações técnicas e clínicas e só falam do “bebê-padrão”. “Os medos e receios de uma mãe, principalmente daquelas que vivem a maternidade pela primeira vez, são únicos. Portanto, o pior caminho é generalizar um problema”, afirma. O pediatra, segundo ele, deve ser alguém preparado para ouvir e lidar com a mãe, que tem dúvidas normais e perfeitamente compreensíveis.

Com informações claras, didáticas e tranquilizadoras para o dia-a-dia, o livro foi elaborado na forma de perguntas e respostas. “O objetivo é ajudar as mães a cuidar de seus filhos e estabelecer com eles uma relação de amor e confiança”, diz. Fácil de consultar, a obra pode ser lida de uma vez ou utilizada sempre que houver dúvidas a respeito de algum comportamento ou estado apresentado pelo bebê.

As informações estão divididas em trimestres. O capítulo “Do nascimento aos 3 meses” é o mais extenso, pois essa é uma fase de muitas dúvidas para pais e mães recentes. Questões relacionadas a sono, bem-estar, imunização, comportamento, alimentação e medicação são amplamente exploradas. Ao final, anexos esclarecem o uso correto das cadeirinhas para automóveis e trazem gráficos de peso e crescimento para acompanhar a evolução do bebê.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1122/Seu+beb%C3%AA+em+perguntas+e+respostas

 

 

O RESGATE DA PRÓPRIA HISTÓRIA

A Revista do Correio, encarte do Jornal Correio Braziliense, publicou em março ampla reportagem sobre o livro Reencontro (Editora Ágora), de Denise Kusminsky. Na primeira parte, contou histórias de mães que decidiram doar seus filhos. Na segunda, a reportagem entrevistou os filhos dessas mães. Leia a íntegra dessa reportagem: http://goo.gl/pVVtdq

20113A história de Denise não é incomum. Diante da alternativa de abortar o filho na adolescência, milhares de adolescentes ainda optam pela vida. Uma parte enterra os planos de juventude e assume a maternidade; a outra, da qual Denise faz parte, entrega o filho para adoção. O que torna esse relato único é o ato de coragem. Coragem de vir a público depois de quase 40 anos e contar, pela primeira vez, detalhes do que viveu e ainda vive. Com dignidade, ela encarou os erros para seguir em frente. Quis o destino que ela reencontrasse o filho. Uma história verídica emocionante de mágoa e silêncio, mas também de luta, intuição e amor. Esse é o enredo do livro Reencontro.

“Trata-se de um desabafo e de um meio de organizá-lo em meu coração, além de ser um legado para que meus descendentes conheçam a minha versão de acontecimentos ocorridos tão precocemente na minha vida, mas que me acompanham até hoje”, afirma a autora.

Denise ficou grávida aos 18 anos, em 1975, em uma época de repressões que não provinham apenas da ditadura. Sexo era tabu. Jovem paulistana de classe média, vivia cercada do carinho dos pais e cheia de planos de vida quando encarou a dura realidade. O pai do seu filho, jovem como ela, sugeriu o aborto. Inicialmente, parecia o melhor a ser feito. Depois de percorrer algumas clínicas, no entanto, ela desistiu e preferiu lutar. Empenhada em preservar a vida do filho a qualquer custo, se viu obrigada a aceitar a única alternativa que se apresentou: entregar o bebê a outra família que teria melhores condições de criá-lo.

Sem que ninguém soubesse da gravidez, Denise foi levada à casa dos pais do médico que se encarregaria do parto. Ele também seria o responsável por entregar a criança à família adotiva. Para os amigos e familiares, Denise havia partido para uma viagem de intercâmbio aos Estados Unidos. Isolada, passou cinco meses de gestação acariciando a barriga e tentando dar ao filho um amor intenso, que pudesse compensar o que não poderia oferecer depois.

No dia 7 de setembro de 1975, Denise deu à luz. “Por toda a minha vida eu haveria de levar a lembrança daquele dia. Por anos e anos, bastava fechar os olhos para ouvir de novo aquele choro e reviver o desespero daquele instante”, conta. Para facilitar o rompimento, o médico optou pela cesárea. Segundo ele, o parto normal poderia criar um vínculo que não se pretendia naquele momento. Ele acreditava que a anestesia pudesse aliviar todas as dores. Ledo engano. De volta ao lar, Denise enterrou o assunto com toda a tristeza que ele carregava e decidiu retomar a vida. Casou, teve filhos, depois netos, mas não houve um único dia em que ela não se lembrasse do filho.

Movida pelo desejo de reencontrá-lo, cinco anos depois, contou ao marido o que se passara. Apesar de ter ficado abalado, ele a apoiou e pensaram na hipótese de reaver o menino na justiça. Os advogados, contudo, desaconselharam, afirmando que o melhor a fazer era deixar a criança em paz com a família que tão bem o acolhera. Como, de repente, uma criança já com 5 anos receberia uma mãe que nunca conhecera?

Era um pacto de silêncio que, a princípio, deveria durar para o resto da vida. Mas o destino foi contra. Em outubro de 2009, 34 anos depois, o filho de Denise decidiu procurá-la. O desejo que ela acalentou durante anos, enfim, se tornaria realidade. Um abraço forte, um pedido de desculpas e a certeza de que nada mais seria como antes.

“Foi um milagre tê-lo reencontrado, mas infelizmente não deu tudo certo, nem poderia ter dado. Qual foi a sua primeira palavra? Como era a sua voz? Eu nunca saberei. O tempo passou e não admite volta. Queria tê-lo levado na porta da escola em seu primeiro dia de aula. Ter beijado a sua testa desejando boa sorte. Não ensinei nada ao meu filho. Não temos fotos juntos. Mesmo assim uma vida inteira se passou e nos reencontramos. Temos o direito de ser felizes e de conviver como mãe e filho para sempre, ainda que de forma torta, diferente”, conclui Denise.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1334/REENCONTRO

O MAIOR VAZIO DO MUNDO

A Revista do Correio, do jornal Correio Braziliense, fez no último domingo (9 de março) ampla reportagem sobre mães que decidem entregar seus filhos à adoção. Entre os relatos está a história de Denise Kusminsky, autora do livro Reencontro (Editora Ágora). Leia a íntegra da reportagem: http://goo.gl/qv51i1.

A história de Denise Kusminsky não é incomum. Diante da alternativa de abortar o filho na adolescência, milhares de adolescentes ainda optam pela vida. Uma parte enterra os planos de juventude e assume a maternidade; a outra, da qual Denise faz parte, entrega o filho para adoção. O que torna o relato único é o ato de coragem. 20113Coragem de vir a público depois de quase 40 anos e contar, pela primeira vez, detalhes do que viveu e ainda vive. Com dignidade, ela encarou os erros para seguir em frente. Mas quis o destino que ela reencontrasse o filho.

“Trata-se de um desabafo e de um meio de organizá-lo em meu coração, além de ser um legado para que meus descendentes conheçam a minha versão de acontecimentos ocorridos tão precocemente na minha vida, mas que me acompanham até hoje”, afirma a autora.

Denise ficou grávida aos 18 anos, em 1975, em uma época de repressões que não provinham apenas da ditadura. Sexo era tabu. Jovem paulistana de classe média, vivia cercada do carinho dos pais e cheia de planos de vida quando encarou a dura realidade. O pai do seu filho, jovem como ela, sugeriu o aborto. Inicialmente, parecia o melhor a ser feito. Depois de percorrer algumas clínicas, no entanto, ela desistiu e preferiu lutar. Empenhada em preservar a vida do filho a qualquer custo, se viu obrigada a aceitar a única alternativa que se apresentou: entregar o bebê a outra família que teria melhores condições de criá-lo.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1334/REENCONTRO

 

CORREIO BRAZILIENSE DESTACA O LIVRO “DA GRAVIDEZ AOS CUIDADOS COM O BEBÊ”

O jornal Correio Braziliense deu destaque para o livro Da gravidez aos cuidados com o bebê (Summus Editorial), de Anna Mehoudar. Na reportagem, intitulada “Pequena grande mudança”, a psicanalista afirma que é preciso paciência, generosidade, parceria e disponibilidade para cuidar de um bebê. Leia a matéria na íntegra: http://goo.gl/AAZ6AT.

A gravidez e o nascimento de um filho são quase sempre motivo de alegria. Nesse processo, não é apenas o bebê que se desenvolve no ventre materno: o homem se torna pai e a mulher vira mãe. Essa incrível transformação gera muitas dúvidas e por vezes insegurança. Com base em sua experiência de mais de 25 anos no atendimento interdisciplinar de gestantes e famílias, a psicanalista Anna Mehoudar criou uma obra fundamental para todos os envolvidos no nascimento de um bebê: mães, pais, avós, profissionais de saúde e educadores.

A obra é um rico manual que trata um tema comum de maneira incomum, com atenção psicológica para cada etapa da gestação e do pós-parto. O leitor encontrará informações imprescindíveis sobre as diferentes fases do processo gestacional – das roupinhas que devem ser levadas à maternidade aos sinais de atenção para a depressão pós-parto; dos direitos da gestante às vacinas recomendadas. Tudo permeado pelo olhar experiente de quem já acolheu milhares de pais e mães e realiza um trabalho com obstetras, pediatras, enfermeiros e psicólogos.

Dividida em oito capítulos, a obra responde a perguntas e inquietações frequentes em reuniões de preparo para o parto e cuidados com o bebê. No capítulo “A gravidez: tempo de espera”, a psicanalista fala do tempo provável de gestação, da gravidez e da sexualidade, do pré-natal, da evolução em cada trimestre e dos sinais de desconforto e alerta. Em “O parto: uma passagem”, Anna destaca passo a passo um plano de parto, dos sinais de aproximação e confirmação do trabalho de parto aos estágios do processo de nascimento. Já em “O pós-parto: novos tempos”, ela esclarece as dúvidas mais comuns sobre as primeiras horas de vida do bebê e aborda aspectos psicológicos do pós-parto, ressaltando quando é necessário pedir ajuda profissional.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1318/Da+gravidez+aos+cuidados+com+o+beb%C3%AA

CORREIO BRAZILIENSE ENTREVISTA ANNA MEHOUDAR

O jornal Correio Braziliense de domingo, 24 de fevereiro, fez ampla reportagem sobre o tema tristeza materna e entrevistou a psicanalista Anna Mehoudar, autora do livro Da gravidez aos cuidados com o bebê (Summus Editorial). Acompanhe a reportagem: http://goo.gl/RFfYq

A tristeza materna ou baby blues é a alteração psicólogica mais comum depois do nascimento do bebê. Caracteriza-se por um estado de humor depressivo que acontece a partir da primeira semana pós-parto. Acomete cerca de 70% a 80% das mulheres e pode durar até 30 dias. Às vezes, a mãe sente-se incapaz de lidar com o filho, embora cuide dele com responsabilidade. Tem crises de choro sem motivo aparente ou chora junto com o bebê. Tristeza, cansaço e irritação convivem com alegria e euforia.

Mas é preciso atenção aos sinais que demonstram uma alteração psicológica mais intensa. “É fundamental conhecer um pouco mais sobre elas, identificá-las e tratá-las se for necessário”, afirma Anna.

Diferentemente do baby blues, a depressão pós-parto materna é um quadro clínico mais grave, que requer acompanhamento psicológico e psiquiátrico, pois muitas vezes é necessária uma intervenção com medicamentos. É importante que outro adulto cuide do bebê (ou ajude a cuidar dele) até que a mãe se recupere. Esse tipo de depressão atinge entre 10% e 15% das mulheres. Pode começar na primeira semana após o parto e perdurar por até dois anos. As mulheres costumam se sentir culpadas e tentam esconder um sofrimento intenso, muitas vezes mal compreendido pela família e pelos médicos. Em geral elas experimentam tristeza profunda e choro incontrolável. Apresentam irritabilidade e mudanças bruscas de humor, além de indisposição, falta de concentração e distúrbios do sono e/ou apetite. Mostram preocupação excessiva com o bebê ou perda de interesse por ele. Algumas têm medo de machucar os filhos. No extremo, surgem pensamentos suicidas e homicidas.

Já a psicose puerperal é um distúrbio mental ainda mais grave, mas tende a se manifestar em menos de 1% das puérperas, de forma inesperada, nas duas primeiras semanas após o parto. A família precisa intervir de imediato. A puérpera tem comportamentos bizarros e desorganizados, delírios, alucinações e agitação psicomotora. A principal temática dos delírios está ligada ao bebê e a mulher pode ficar agressiva. Também há risco de suicídio. Nesse estado, a mulher precisa de acompanhamento, medicação psiquiátrica e, em casos graves, internação hospitalar.

De acordo com Anna, a mulher precisa de espaço para elaborar o luto no pós-parto. Ela perde a barriga; a condição de ser apenas filha, pois agora é mãe; a atenção de todos, porque o bebê rouba a cena. O seu tempo não mais lhe pertence, pois será dedicado ao recém-nascido; o casal dificilmente consegue ficar sozinho. Desconfia-se, como na canção de Caetano Veloso, que “alguma coisa está fora da ordem”.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1318/Da+gravidez+aos+cuidados+com+o+beb%C3%AA

CORREIO BRAZILIENSE SUGERE A LEITURA DOS LIVROS “MULHERES NEGRAS NO BRASIL” E “CECAN”

O jornal Correio Braziliense publicou no domingo, dia 25 de novembro, ampla reportagem sobre a militância do movimento negro em Brasília. A matéria, intitulada “Batalhas fragmentadas”, destaca questões históricas da luta contra o racismo. Ao final da reportagem, o jornalista sugere a leitura de dois livros da Selo Negro Edições: Mulheres negras no Brasil escravista e do pós-emancipação e Centro de Cultura e Arte Negra – Cecan. Clique no link para ler: http://goo.gl/m9Dk6

O livro Mulheres negras no Brasil escravista e do pós-emancipação, lançado recentemente pela Selo Negro, reúne artigos de 20 importantes especialistas na temática, cobrindo o Brasil de norte a sul em termos teóricos e no uso de fontes diversas. A coletânea passeia por cidades, plantations e áreas de mineração nos séculos XVIII, XIX e primeiras décadas do século XX. “São textos de pesquisa que dão conta não só de cidades, engenhos, fábricas, mansões, mas que fundamentalmente reconstroem cenários e desenham paisagens revelando sombras, suspiros e formas de vida, do corpo, da mente e da alma das mulheres na escravidão e nas primeiras décadas do pós-emancipação”, afirmam os organizadores da obra Giovana Xavier, Juliana Barreto Farias e Flavio Gomes.

Já o livro Centro de Cultura e Arte Negra – Cecan, nono volume da Coleção Retratos do Brasil Negro, apresenta pela primeira vez a biografia de uma entidade. A história do Centro de Cultura e Arte Negra – Cecan, que atuou na capital de São Paulo na década de 1970, foi marcada por um ideal: reforçar a importância da consciência étnica. Na obra, a mestre em ciências sociais, Joana Maria Ferreira da Silva, analisa a trajetória da organização que foi uma das primeiras entidades negras a trabalhar a ideia da negritude. 

Para saber mais sobre os livros, clique nas capas acima.