GUARDA COMPARTILHADA É A MELHOR OPÇÃO APÓS O DIVÓRCIO?

O programa Desafio, do portal IG Delas, entrevistou a terapeuta familiar Roberta Palermo, autora do livro Ex-marido, pai presente – Dicas para não cair na armadilha da alienação parental  (Mescla Editorial), e o advogado Sérgio Marques da Cruz Filho, presidente estadual do Instituto Brasileiro do Direito da Família (IBDFAM), sobre a lei que estabelece que o juiz deve conceder a guarda compartilhada dos filhos também em casos de litígio – ou seja, quando o casal divorciado não entra em acordo. Para assistir a entrevista, acesse o link http://goo.gl/WVlqp4

70028No livro, Roberta apresenta informações fundamentais para os pais que desejam evitar e reverter a alienação parental, conquistando assim o direito de participar da vida e do desenvolvimento dos filhos.

Nos dias de hoje, fala‑se muito sobre alienação parental, fato que, para a terapeuta familiar, trata-se de um importante avanço. “A divulgação do tema alertou famílias e, principalmente, especialistas que lidam com os casos de abuso emocional em que a mãe ou o pai de uma criança a treina para romper os laços afetivos com o outro cônjuge depois da separação”, diz. Segundo ela, psicólogos, terapeutas, psiquiatras, advogados, conselhos tutelares e juízes – responsáveis pelas decisões finais nos processos que acabam nos fóruns de família – agora são capazes de conduzir o assunto com muito mais critério.

Embora ainda não haja números precisos sobre o tema, alguns dados ajudam a entender por que a mãe tem mais chance de se tornar alienadora. De acordo com as Estatísticas de Registro Civil, divulgadas em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 87,3% dos casos são elas que detêm a guarda dos filhos em casos de separação. Nesse contexto, ainda segundo o IBGE, cerca de 1/3 dos filhos perde contato com os pais, sendo privados do afeto e do convívio com o genitor ausente.

“O objetivo da obra é fortalecer o pai para que ele não permita que a mãe atrapalhe sua convivência com o filho depois da separação”, afirma a autora. Ao longo do livro, ele encontra todas as explicações necessárias sobre essa forma de abuso psicológico. “O pai precisa entender alguns pontos importantes sobre o papel de cada um, principalmente quando já existe um novo relacionamento”, complementa a autora.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1311/Ex-marido,+pai+presente

PAIS TÊM DIFICULDADE PARA ACEITAR QUE FILHO ADOLESCENTE PRECISA FAZER TERAPIA

Em entrevista ao site IG Delas, a psicóloga Elizabeth Monteiro, autora do livro Criando adolescentes em tempos difíceis, afirma que o tratamento psicológico nessa fase ajuda no processo de autoafirmação dos jovens e diminui crises familiares. A reportagem aponta alguns sinais que indicam quando adolescente precisa de ajuda profissional. Leia a matéria na íntegra: http://goo.gl/9xE3Za

10645Numa época em que reina a falta de limites e os jovens são vistos como irresponsáveis, o diálogo entre pais e filhos é fundamental. Para Elizabeth, nunca foi tão importante dar exemplos. No livro, ela revela que o jovem precisa de modelos seguros para enfrentar a árdua etapa da adolescência. Já os pais devem parar de estigmatizar os filhos, oferecendo-lhes a oportunidade de mostrar seu valor. “O objetivo do livro é resgatar a dignidade do adolescente que é discriminado pelos próprios pais”, afirma a autora.

Baseada em sua experiência como psicóloga, psicopedagoga e mãe, a autora fala da necessidade de proteger os adolescentes de ameaças como as drogas e, ao mesmo tempo, incentivar a autonomia deles. O amor parental não é estático. Ele muda com o tempo, conforme os filhos crescem. Por isso, segundo Elizabeth, os pais precisam atualizar seu modo de sentir e amar os adolescentes.

O livro é resultado de um trabalho que durou seis anos. Nesse período, ela colheu experiências em seu consultório e observou, em diferentes lugares e momentos, o comportamento de pais e adolescentes. “Trata-se de uma constatação de tudo que eu vivo”, revela a psicóloga.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Criando+adolescentes+em+tempos+dif%C3%ADceis

 

MÃE: QUANDO ACABA A TAREFA?

Reportagem do site iG Delas revela que ser mãe não tem prazo de validade, mas a tarefa materna precisa ir se adaptando às diversas fases da vida dos filhos. A psicóloga Elizabeth Monteiro, autora do livro A culpa é da mãe (Summus Editorial), e outros especialistas opinam sobre o tema e dão dicas aos pais que estão passando dos limites. Leia a matéria na íntegra: http://goo.gl/OQbOqG

10803No livro A culpa é da mãe, Elizabeth relata suas experiências – muitas vezes desastradas – como mãe de quatro filhos. Partindo das relações familiares na época de sua avó e passando pela própria infância, ela mostra que as mães, independentemente da geração, erram. Mas não devem se sentir culpadas por isso.

Para convencer as mães sobre a importância de valorizar seus próprios métodos, Elizabeth conta sua experiência na difícil tarefa de criar quatro filhos. Com relatos emocionantes e muitas vezes cômicos, ela fala sobre a dor e a delícia da maternidade, mostrando que a perfeição não existe quando se trata de cuidar de crianças. “Recebo em meu consultório centenas de mães culpadas, perdidas e sofridas. Elas buscam uma receita milagrosa para criar os filhos e contam‑me seus dilemas. Muitas vezes vejo‑me em cada uma delas. Recordo‑me da infância dos meus filhos e das muitas bobagens e erros que cometi simplesmente por não saber, por estar cansada, cheia, impaciente e por ter sido uma mãe jovem e inexperiente”, conta a autora.

O livro traz histórias de três gerações de mulheres de uma mesma família, promovendo o acompanhamento e a comparação das mudanças ocorridas até os dias de hoje. Nos dois primeiros capítulos, a autora fala sobre sua avó e sua mãe, narrando atitudes e comportamentos relativos às respectivas épocas. O terceiro capítulo contempla suas experiências com os filhos, acompanhadas de um tratamento psicológico, que explica os fatos apresentados, contextualizando-os na atualidade e propondo algumas formas de lidar com situações semelhantes. Elizabeth aborda questões como culpa, limites, educação, bullying, emoções, violência, ciúmes, drogas, morte, sexualidade, separação, amizades e projetos de vida, entre outros.

Para saber mais sobre os livros da autora, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/summus/busca/Elizabeth+Monteiro/all/0

 

LEIA ENTREVISTA DA PSICÓLOGA ELIZABETH NO SITE DELAS, DO IG

Em entrevista ao site Delas, do Portal IG, a psicóloga Elizabeth Monteiro fala sobre o seu novo livro: Cadê o pai dessa criança?, lançamento da Summus Editorial. Ela afirma que a família mudou e os homens não acompanharam essa evolução. Leia a reportagem na íntegra: http://zip.net/bvlnHb.

Pesquisas e reportagens têm alardeado nos últimos anos uma mudança no comportamento dos pais: eles estariam mais participativos na vida dos filhos. Há certamente um avanço, porém muito longe do ideal. Infelizmente, a maioria das famílias ainda convive com um pai perdido em seu papel. Eles não interrompem o trabalho para dar um telefonema para casa e certificar-se de que os filhos estão bem; não vão à escola saber como está o desempenho; não se preocupam em dar bons exemplos; não têm a menor ideia do quanto a ausência prejudica o desenvolvimento dos filhos.

No livro Cadê o pai dessa criança?, Elizabeth fala diretamente com esses pais: o ausente, o violento, o folgado, o ignorante, o workaholic e até o abusador. De forma direta e contundente, ela mostra a importância de resgatar a identidade paterna e afirma: “Assim como a mãe, o pai tem a obrigação de cuidar do filho de maneira amorosa, respeitosa, ser presente e atuante. Do contrário, não é pai”.

Na avaliação da psicóloga, o homem não nasce pai. Ele se transforma em pai – o que difere da mulher, que biologicamente já vem com preparo para exercer a maternidade e se especializa desde criança, com as brincadeiras com bonecas. “A mulher, ao engravidar, começa a desenvolver uma ligação afetiva e maternal com o filho”, afirma. Segundo ela, o homem tem de aprender a desenvolver o amor paterno. E o filho só precisa de um pai coerente, que tenha bom-senso, boa dose de bom humor e postura amiga. De qualquer forma, o pai ideal está longe de ser perfeito. “Tudo que é perfeito ou imperfeito demais é patológico”, alerta a autora.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1352/Cad%C3%AA+o+pai+dessa+crian%C3%A7a%C2%A7

 

DENISE KUSMINSKY, AUTORA DE “REENCONTRO”, É ENTREVISTADA PELO IG

O site iG publicou ampla entrevista com Denise Kusminsky, autora do livro Reencontro (Editora Ágora), nesta terça-feira, dia 14 de maio. Na reportagem, intitulada “Mãe reencontra filho três décadas depois de entrega-lo para adoção”, Denise afirma que passou a vida pensando na criança. “Procuava em todos os lugares meninos que tivessem alguma semelhança comigo”, conta. Leia a íntegra: http://goo.gl/1sEr9.

A história de Denise Kusminsky não é incomum. Diante da alternativa de abortar o filho na adolescência, milhares de adolescentes ainda optam pela vida. Uma parte enterra os planos de juventude e assume a maternidade; a outra, da qual Denise faz parte, entrega o filho para adoção. O que torna esse relato único é o ato de coragem. Coragem de vir a público depois de quase 40 anos e contar, pela primeira vez, detalhes do que viveu e ainda vive. Com dignidade, ela encarou os erros para seguir em frente. Quis o destino que ela reencontrasse o filho. Uma história verídica emocionante de mágoa e silêncio, mas também de luta, intuição e amor. Esse é o enredo do livro Reencontro.

“Trata-se de um desabafo e de um meio de organizá-lo em meu coração, além de ser um legado para que meus descendentes conheçam a minha versão de acontecimentos ocorridos tão precocemente na minha vida, mas que me acompanham até hoje”, afirma a autora.

Denise ficou grávida aos 18 anos, em 1975, em uma época de repressões que não provinham apenas da ditadura. Sexo era tabu. Jovem paulistana de classe média, vivia cercada do carinho dos pais e cheia de planos de vida quando encarou a dura realidade. O pai do seu filho, jovem como ela, sugeriu o aborto. Inicialmente, parecia o melhor a ser feito. Depois de percorrer algumas clínicas, no entanto, ela desistiu e preferiu lutar. Empenhada em preservar a vida do filho a qualquer custo, se viu obrigada a aceitar a única alternativa que se apresentou: entregar o bebê a outra família que teria melhores condições de criá-lo.

Sem que ninguém soubesse da gravidez, Denise foi levada à casa dos pais do médico que se encarregaria do parto. Ele também seria o responsável por entregar a criança à família adotiva. Para os amigos e familiares, Denise havia partido para uma viagem de intercâmbio aos Estados Unidos. Isolada, passou cinco meses de gestação acariciando a barriga e tentando dar ao filho um amor intenso, que pudesse compensar o que não poderia oferecer depois.

No dia 7 de setembro de 1975, Denise deu à luz. “Por toda a minha vida eu haveria de levar a lembrança daquele dia. Por anos e anos, bastava fechar os olhos para ouvir de novo aquele choro e reviver o desespero daquele instante”, conta. Para facilitar o rompimento, o médico optou pela cesárea. Segundo ele, o parto normal poderia criar um vínculo que não se pretendia naquele momento. Ele acreditava que a anestesia pudesse aliviar todas as dores. Ledo engano. De volta ao lar, Denise enterrou o assunto com toda a tristeza que ele carregava e decidiu retomar a vida. Casou, teve filhos, depois netos, mas não houve um único dia em que ela não se lembrasse do filho.

Movida pelo desejo de reencontrá-lo, cinco anos depois, contou ao marido o que se passara. Apesar de ter ficado abalado, ele a apoiou e pensaram na hipótese de reaver o menino na justiça. Os advogados, contudo, desaconselharam, afirmando que o melhor a fazer era deixar a criança em paz com a família que tão bem o acolhera. Como, de repente, uma criança já com 5 anos receberia uma mãe que nunca conhecera?

Era um pacto de silêncio que, a princípio, deveria durar para o resto da vida. Mas o destino foi contra. Em outubro de 2009, 34 anos depois, o filho de Denise decidiu procurá-la. O desejo que ela acalentou durante anos, enfim, se tornaria realidade. Um abraço forte, um pedido de desculpas e a certeza de que nada mais seria como antes.

“Foi um milagre tê-lo reencontrado, mas infelizmente não deu tudo certo, nem poderia ter dado. Qual foi a sua primeira palavra? Como era a sua voz? Eu nunca saberei. O tempo passou e não admite volta. Queria tê-lo levado na porta da escola em seu primeiro dia de aula. Ter beijado a sua testa desejando boa sorte. Não ensinei nada ao meu filho. Não temos fotos juntos. Mesmo assim uma vida inteira se passou e nos reencontramos. Temos o direito de ser felizes e de conviver como mãe e filho para sempre, ainda que de forma torta, diferente”, conclui Denise.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1334/REENCONTRO