ÉPOCA NEGÓCIOS ENTREVISTA FLÁVIO GIKOVATE

A edição de dezembro da revista Época Negócios publicou entrevista com Flávio Gikovate. Na reportagem, intitulada “O consumismo da elite é desespero”, o psiquiatra fala do consumismo dos ricos, de liderança e de temas atuais. Leia a íntegra: http://goo.gl/sNSmFd

Conferencista e autor consagrado, Gikovate lançou em 2013 o livro Sexualidade sem fronteiras, o trigésimo segundo de sua carreira. Na obra, ele põe de lado velhos pontos de vista e crenças, fruto da tradição religiosa e dos preconceitos mais tradicionais, e traz para o centro do debate as variáveis que interferem na vida sexual.

O primeiro passo nessa jornada de volta à evolução é entender que o caráter lúdico do erotismo desvincula o sexo do compromisso social. Esse é o clima que deve prevalecer 50094nas relações sexuais. Cada um de nós deve escolher e vivenciar os tipos de carícia – consentida – que mais lhe agradarem; cada um de nós deve ser livre para (re)direcionar os interesses eróticos da forma como bem nos aprouver. Só assim os rótulos se tornarão descabidos e desnecessários, e em vez de falarmos em hétero, homo, bissexualidade etc. falaremos em sexualidade.

“Minha proposta é de um mundo sem preconceitos (não só os de natureza sexual) no qual o sexo fosse verdadeiramente lúdico. Isso significaria tratá-lo como uma brincadeira em que não cabem cobranças, preocupações com o desempenho ou medo de fracasso, e na qual podemos considerar que tudo que é de consentimento recíproco é também legítimo”, afirma o psicoterapeuta.

Gikovate tem-se dedicado com mais afinco nos últimos anos a pensar sobre nossa condição de seres biopsicossociais, ou seja, indivíduos constituídos por ideias e ações tanto biológicas e psicológicas quanto decorrentes da educação e dos valores que recebemos ao longo da vida. “São tantas as variáveis implicadas em nosso futuro, do ponto de vista sexual – variáveis de caráter inato, determinadas pela nossa história de vida e também pelo contexto sociocultural em que vivemos, que tudo pode acontecer. É uma pena que essa liberdade não possa ser exercida, pois quando uma pessoa diz a si mesma ‘Eu sou heterossexual’ ou ‘Eu sou gay’ ela determina e delimita as fronteiras em que vai atuar”, diz.

Para saber mais sobre este livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1330/SEXUALIDADE+SEM+FRONTEIRAS

Para conhecer todos os títulos do autor pela MG Editores, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/busca/gikovate/all/1

 

 

REVISTA ÉPOCA DESTACA O LIVRO “A BELEZA IMPOSSÍVEL”

A revista Época desta semana deu destaque para o livro A beleza impossível – Mulher, mídia e consumo (Editora Ágora), da psicóloga Rachel Moreno. A matéria, intitulada “Conselhos para não seguir”, conta a história de três blogueiras americanas que defendem o politicamente incorreto para se dar bem na vida. Veja na íntegra: http://goo.gl/no0KjL.

A mídia mexe diariamente com a auto-estima feminina. As beldades que posam para revistas e desfilam na TV formam um grupo seleto, mas, mesmo assim, esse padrão estético é cobiçado e desejado. Quem não se encaixa nele – a maioria das mulheres – sente-se excluída e humilhada e tende a aceitar qualquer sacrifício em nome da “beleza ideal”. Diante desse quadro, cabe perguntar: como as mulheres chegaram a esse ponto, depois de tantas conquistas importantes no último século? Quais são as conseqüências dessa obsessão para as adolescentes de hoje? Onde entram as “diferentes” – gordinhas, velhas, negras – nesse sistema? Rachel responde a essas e outras questões em seu livro. Seu principal objetivo é alertar mulheres, maridos, pais e educadores para os malefícios dessa imposição social e ensiná-los a reconhecer os limites da ditadura da beleza.

Na obra, a autora trata, ainda, da possibilidade real de o excesso de vaidade se tornar um problema de saúde pública, dada a interferência da mídia, da publicidade e dos interesses do mercado na formação das crianças e adolescentes. “O ideal de beleza cria um desejo de perfeição, introjetado e imperativo. Ansiedade, inadequação e baixa auto-estima são os primeiros efeitos colaterais desse mecanismo. Os mais complexos podem ser a bulimia e a anorexia”, afirma Rachel, lembrando que mesmo as mulheres adultas podem ter sua estabilidade emocional afetada.

As brasileiras, segundo pesquisa internacional feita por uma multinacional da área de cosméticos, estão entre as que têm a auto-estima mais baixa – muito provavelmente em conseqüência do modelo de beleza eurocêntrico e inalcançável para a realidade nacional. De acordo com o levantamento, elas se submeteriam a todo tipo de intervenção estética para se sentir belas.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1104/Beleza+imposs%C3%ADvel,+A

 

REVISTA ÉPOCA DESTA O LIVRO “LAÇOS E NÓS”

A edição de junho da Revista Época deu destaque para o livro Laços e nósAmor e intimidade nas relações humanas (Editora Ágora), da psicóloga Beatriz Cardella. A reportagem, intitulada “O outono do amor romântico”, fala de casais que se reencontraram depois de muitos anos e hoje celebram uma linda história de amor. Leia a íntegra: http://goo.gl/gxEw5.

O que fazer para um relacionamento dar certo? Quais os limites e os perigos que devemos evitar? Como solucionar os conflitos e evitar o sofrimento? No mundo atual, as expectativas quanto ao sucesso de uma relação são tantas que o amor tem ficado em segundo plano. No livro Laços e nós, Beatriz une mais de duas décadas de trabalho clínico em psicoterapia e sua experiência pessoal para falar de um dos maiores e mais sagrados mistérios: o amor. Longe de oferecer “receitas de sucesso”, a obra trata da relação humana como algo multifacetado e coberto de possibilidades. O que funciona para uma pessoa pode não funcionar para a outra, mas a vontade de aceitar com sinceridade a presença do outro em nós – bem como a imagem que ele nos devolve de nós mesmos – pode ser determinante para alcançar uma relação madura e criativa.

“Todos nós, de alguma forma, somos atravessados pela questão amorosa ao longo da vida e necessitamos uns dos outros para viver […]. Buscamos compreender nossa natureza e dar sentido a nossa existência, sendo nossas experiências relacionais muitas vezes marcadas pelo sofrimento e pela impossibilidade amorosa”, afirma Beatriz. Segundo ela, “o sofrimento reflete nossa condição de exílio, e o amor é a possibilidade de retorno para a casa natal”. “O amor acolhe o absurdo e a graça da condição humana”, diz.

De maneira contundente, a autora mostra principalmente o que o amor não é. Ao focalizar o sentimento sem sobrecarregá-lo com o peso do que é certo ou errado, ela possibilita ao leitor refletir sobre as próprias relações, tornando-o capaz de compreendê-las e transformá-las, bem como de acolher aspectos significativos da intimidade, entre eles o perdão, o companheirismo e a aceitação.

A metáfora embutida no título do livro ilustra bem a condição atual dos relacionamentos. Para Beatriz, os laços são as relações que estabelecemos na vida e que nos ligam profundamente às outras pessoas. Os nós, por sua vez, são os conflitos e impedimentos que precisam ser superados para atingirmos o real significado dos laços. O problema é que os nós nem sempre são desfeitos facilmente, e muitas vezes acabamos desistindo antes de tentar.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1158/La%C3%A7os+e+n%C3%B3s