“A SOFRIDA PARTILHA DA HERANÇA”

A revista Veja desta semana deu destaque para o livro Herança – Perguntas e respostas (Mescla Editorial), da advogada Ivone Zeger. A reportagem, intitulada “A sofrida partilha da herança”, revela que “a possibilidade de disputa entre os herdeiros, a interminável burocracia e um oneroso imposto sobre os bens de partilha compõem uma batalha que pode se arrastar por anos”. Leia a íntegra: http://goo.gl/d1dKAt

Diz a sabedoria popular que o verdadeiro teste para comprovar a união de uma família é ver como seus membros reagem durante a partilha de uma herança. Os desentendimentos entre herdeiros desgastam e corroem os laços familiares e afetivos. E, muitas vezes, boa parte dos conflitos deve-se não à má-fé desse ou daquele membro da família, mas à simples falta de informação. Afinal, quem fica com o quê? O que cabe aos filhos? A esposa também é herdeira? E os filhos nascidos fora do casamento? A lista de dúvidas parece interminável.  70007Em seu livro, Ivone explica, em forma de perguntas e respostas, o que diz a lei em relação à herança.

Com base em sua ampla experiência em Direito de Família e Sucessão, a autora traduz questões que parecem indecifráveis para os leigos. O livro traz informações e esclarecimentos básicos sobre as dúvidas mais frequentes em relação ao tema. “O objetivo é ajudar o leitor a se orientar no labirinto das leis que regem a sucessão. E esse é um tema que, em geral, todos nós teremos de enfrentar em algum momento da vida”, afirma a advogada. Trata-se de um guia prático e direto que ajuda a compreender esse universo reservado aos técnicos e especialistas em ciência jurídica. O livro aborda, em cinco capítulos, questões como herdeiros necessários, deserdação, impostos, espólio, testamento, inventário, partilha e doações, entre outros temas. A advogada reuniu, ao longo de sua carreira, as perguntas mais comuns feitas por clientes e pelo público que acompanha suas colunas e artigos em jornais e revistas, bem como suas participações em programas de rádio e TV.

Para muitas pessoas, segundo a autora, a discussão em torno da herança deixada por um parente falecido resume-se a saber quem fica com o quê. Em que casos a esposa divide com os filhos a herança deixada pelo marido e em que situações ela não tem direito a nada? Quem vive em união estável tem direito a herança? Quando os pais do falecido também são herdeiros? E os irmãos, tios, sobrinhos e demais parentes?

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1200/Heran%C3%A7a

VEJA SP DESTACA O LIVRO “SEXUALIDADE SEM FRONTEIRAS”

A revista Veja SP desta semana deu destaque para o livro Sexualidade sem fronteiras, da MG Editores. Na reportagem, intitulada “O selinho da discórdia”, o psicoterapeuta Flávio Gikovate comenta a polêmica protagonizada pelo atacante do Corinthians, Emerson Sheik, ao dar um beijo em um amigo. Leia a reportagem na íntegra: http://goo.gl/bocVXt.

A revolução sexual iniciada no século XX ampliou o debate em torno da sexualidade, mas a verdade é que avançamos pouco nesse campo da existência humana. Na sociedade em que impera o consumo e a vaidade, homens e mulheres se perderam. A preocupação com o desempenho sexual, o número de relações por semana, a quantidade de orgasmos, a competência, a exuberância, o jogo de poder da sedução, em rotular quem é hétero e quem é homo, pauta a vida da maioria das pessoas. Esquecemos o trivial: liberdade e obrigação definitivamente não combinam quando o assunto é sexo. Em seu livro, Gikovate põe de lado velhos pontos de vista e crenças, fruto da tradição religiosa e dos preconceitos mais tradicionais, e traz para o centro do debate as variáveis que interferem na vida sexual.

O primeiro passo nessa jornada de volta à evolução é entender que o caráter lúdico do erotismo desvincula o sexo do compromisso social. Esse é o clima que deve prevalecer nas relações sexuais. Cada um de nós deve escolher e vivenciar os tipos de carícia – consentida – que mais lhe agradarem; cada um de nós deve ser livre para (re)direcionar os interesses eróticos da forma como bem nos aprouver. Só assim os rótulos se tornarão descabidos e desnecessários, e em vez de falarmos em hétero, homo, bissexualidade etc. falaremos em sexualidade.

“Minha proposta é de um mundo sem preconceitos (não só os de natureza sexual) no qual o sexo fosse verdadeiramente lúdico. Isso significaria tratá-lo como uma brincadeira em que não cabem cobranças, preocupações com o desempenho ou medo de fracasso, e na qual podemos considerar que tudo que é de consentimento recíproco é também legítimo”, afirma o psicoterapeuta.

“As pessoas que vivem de acordo com a sexualidade não têm compromisso com seu passado sexual e podem se movimentar dentro do espectro das possibilidades da sexualidade livres e isentas de qualquer norma ou preconceito. Elas se fixarão em determinado território tanto em função de suas convicções e deliberações racionais como em decorrência de outro impulso que, na prática, se sobrepõe ao erótico: o encantamento amoroso de ótima qualidade”, conclui.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1330/SEXUALIDADE+SEM+FRONTEIRAS

O TEMPO CERTO PARA A RETIRADA DAS FRALDAS

São Paulo, 23 (AE) – Um método para a retirada das fraldas dos bebês, difundido nos EUA, começa a ser aplicado aqui, causando divergências de opiniões. Trata-se do “elimination comunication” (comunicação da eliminação, em inglês), e que consiste na observação dos sinais e sons que o bebê emite sempre que sente vontade de fazer suas necessidades.

Baseado nestes sinais, os pais conduzem o bebê (de meses) para um peniquinho para que ele faça as suas necessidades e assim se condicione a não mais fazer nas fraldas.

Embora nos EUA já até exista uma organização não governamental chamada Diaper Free Baby (Bebê livre de fralda, em inglês) que auxilia os pais na técnica, eu a questiono bastante.

Além de ser pouco viável e prática nos dias de hoje para a execução dos pais, esta técnica se mostra inócua, uma vez que as crianças só começam a ter um controle neurológico de suas necessidades a partir dos 18 meses. Desta forma, esta antecipação da retirada da fralda por condicionamento tem pouca chance de dar resultado. Pela lógica, não são os pais que condicionam a criança, mas o bebê que condiciona os pais a levá-lo ao vaso sanitário sempre que quiser fazer cocô ou xixi.

Parte de artigo do Dr. Sylvio Renan Monteiro de Barros da MBA Pediatria, membro da Sociedade Brasileira de Pediatria e autor de “Seu bebê em perguntas e respostas“.

Para ler o texto na íntegra, acesse:
http://veja.abril.com.br/agencias/ae/comportamento/detail/2011-06-23-2065051.shtml

 

VEJA DESTACA O LIVRO A MULHER DO PAI

A revista Veja desta semana deu destaque para o livro A mulher do pai – Essa estranha posição dentro das novas famílias (Summus Editorial), da filósofa Fernanda Carlos Borges. De acordo com a reportagem, intitulada “Nessa ciranda, sempre cabe mais”, 3 milhões de crianças e adolescentes convivem hoje com madrastas e padrastos nas chamadas “famílias-mosaico”. Clique no link para ler a reportagem: http://goo.gl/XBbRg

No livro, Fernanda trata da mulher do pai como uma figura recente, mas cada vez mais comum nas novas redes familiares. Ela não é mãe, não é amiga, não é madrasta. A vivência pessoal desse papel familiar marginal levou a filósofa a escrever sobre o tema.

Como observa a autora, “ao contrário da madrasta de companheiros viúvos – que substitui a mãe na relação com os filhos do marido, agregando o mérito social desta –, a mulher do pai soma uma maternidade sem referência social simbólica: e permanece sendo ninguém”. Esse papel provoca inúmeras dificuldades e sofrimentos.

O objetivo de Fernanda, que é mãe, ex-mulher e mulher do pai, é amparar a mulher que vive essa situação, ajudá-la a compreender a natureza dos muitos momentos conflitantes com os quais depara e trazer algum conforto para quem se vê nessa posição tão difícil e ignorada. “A lacuna existente sobre o assunto nas publicações sobre a família revela o abandono e o desamparo que cercam a mulher do pai”, diz.

Escrito em linguagem fácil, a obra é recomendada para toda a família. É também útil para profissionais, como psicólogos e professores. A despeito da simplicidade da forma, a autora não deixa de se apoiar em um amplo referencial teórico, permitindo assim a leitura em diversos níveis de aprofundamento.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1049/Mulher+do+pai,+A

“O PAULISTANO NO DIVÔ: MATÉRIA DE CAPA DA VEJA SP ABORDA AS QUESTÕES MAIS FREQUENTES NOS CONSULTÓRIOS DE TERAPIA

A Veja SP deste fim de semana (4 e 5 de agosto) traz reportagem sobre as questões mais frequentes nos consultórios de terapia, segundo dezoito renomados profissionais da cidade. A matéria de capa, intitulada “O paulistano no divã”, entrevistou vários autores do Grupo Editorial Summus. Flávio Gikovate, Eduardo Ferreira-Santos, Anna Veronica Mautner e Denise Ramos contaram quais são as principais aflições dos paulistanos. A reportagem teve ainda a participação da autora do livro Casar (Mescla Editorial), a organizadora de eventos, Vera Simão.
Veja a reportagem: http://goo.gl/69gWs

Conferencista e autor consagrado, o psicoterapeuta Flávio Gikovate possui 30 livros publicados. Em 2010, lançou o livro Sexo (MG Editores), o trigésimo de sua carreira. Na obra, ele reafirma que sexo e amor são dois impulsos autônomos e sublinha a associação entre sexualidade e agressividade.

O psiquiatra Eduardo Ferreira-Santos é especialista em ciúme e violência. No livro “Ciúme – O lado amargo do amor (Editora Ágora), ele mergulha no tema, mostrando as causas do surgimento do ciúme e suas consequências para as relações afetivas – como dependência, perda de autoestima e até distúrbios psicológicos graves.

Colunista da Folha de S.Paulo, no caderno Equilíbrio, a psicanalista Anna Veronica Mautner lançou em 2011 o livro Educação ou o quê? (Summus Editorial) propõe reflexões para pais e professores. O objetivo é, diante das fronteiras cada vez mais tênues entre público e privado e a falta de limites, discutir a educação transmitida às crianças e aos jovens em casa e na escola.

A psicóloga Denise Ramos é professora titular da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e autora de vários artigos e pesquisas sobre o fenômeno psique-corpo. Referência mundial, o livro A psique do corpo (Summus Editorial) revela como os fatores emocionais estão presentes na saúde e como eles podem se transformar em doenças.

Para saber mais sobre os livros dos autores, clique nas capas acima.