PAULO SERGIO DE CAMARGO PARTICIPA DO PROGRAMA SEM CENSURA, DA TV BRASIL, NESTA TERÇA-FEIRA, DIA 7

Paulo_Sergio_CamargoO grafólogo Paulo Sergio de Camargo, autor do livro Não minta pra mim! Psicologia da mentira e linguagem corporal (Summus Editorial), participa do programa Sem Censura, da TV Brasil, nesta terça-feira, dia 7 de outubro. No bate-papo com a apresentadora Leda Nagle, ele fala de linguagem corporal e, especialmente, da mentira.  O programa começa às 16h.

A mentira faz parte da história da civilização. Ao longo dos séculos, inúmeros pesquisadores se dedicaram ao tema pelas diferentes vertentes: científica, social, moral e até evolutiva. Apesar da diversidade do assunto, uma conclusão é unânime: toda mentira – até mesmo a mais inofensiva – tem consequências. No livro, Camargo apresenta definições de mentira e destrincha as principais situações em que ela se instala. 10805Fruto de mais de 15 anos de pesquisa, o autor destaca a realidade nacional em relação ao assunto e aborda os principais sinais da linguagem corporal dos mentirosos.

Especialista em grafologia e linguagem corporal, Camargo mergulhou no tema com o objetivo de revelar ao leitor um meio prático de reconhecer as mentiras, lidar com os mentirosos e evitar as armadilhas que as mentiras impõem em diversos contextos: em casa, na escola, no ambiente de trabalho, na política. “Temos a equivocada propensão a acreditar que somos capazes de identificar mentiras com certa facilidade. Não é bem assim. Após anos de estudos e pesquisas, sei que devemos ter cautela ao tentar reconhecer alguém com capacidade e habilidade cognitivas para enganar quem quer que seja”, afirma.

De acordo com Camargo, não somos um país singular quando o assunto é mentira, mas há muitas diferenças em relação a outras culturas. “Talvez a leniência com que tratamos as mais descaradas mentiras seja nossa característica mais marcante”, diz o especialista.

Para saber mais sobre os livros do autor, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/busca/Paulo+Sergio+de+Camargo/all/0

ELIZABETH MONTEIRO PARTICIPA DO PROGRAMA SEM CENSURA, DA TV BRASIL, NESTA SEXTA-FEIRA, DIA 25

A psicóloga Elizabeth Monteiro, autora do livro Criando filhos em tempos difíceis (Summus Editorial), participa do programa Sem Censura, da TV Brasil, nesta sexta-feira, dia 25 de julho. Elizabety MonteiroO bate-papo com a apresentadora Leda Nagle será sobre o papel dos avós na educação dos filhos, tema do próximo livro da autora. O programa começa às 16h.

Falta de tempo, correria, excesso de trabalho, pouco dinheiro, medo de sair na rua… Esses são alguns dos problemas enfrentados pelos pais modernos. O resultado? Crianças entediadas, desinteressadas, obesas, carentes e, ao mesmo tempo, sem limites. Como criar filhos em tempos tão difíceis? Para Elizabeth, participar mais da infância dos filhos é um ótimo estímulo para a saúde. E estar junto deles é fazer coisas que sejam também do interesse da criança. No livro Criando filhos em tempos difíceis – Atitudes e brincadeiras para uma infância feliz, ela aborda os benefícios do brincar e explica as brincadeiras preferidas pelas crianças em cada fase do desenvolvimento. Fala ainda sobre a “criança difícil” – a que não come, a medrosa, a do contra etc. – e dá dicas para lidar com conflitos.

Elizabeth defende a infância. Para tanto, ela mostra a importância do brincar e das brincadeiras. Ao longo do livro, dividido em 15 capítulos, a psicóloga aborda as diversas fases do desenvolvimento de bebês e crianças, dá dicas práticas sobre educação e comportamento, sugere inúmeras brincadeiras e fala sobre os desafios de criar filhos hoje. “Resgatar a infância de nossos filhos é investir no futuro da civilização”, afirma. Para a autora, as famílias estão passando por várias transformações e as crianças não estão brincando como deveriam.

Segundo a psicóloga, brincar é o melhor remédio para uma criança. A maioria dos pais, diz ela, não imagina até que ponto as brincadeiras ajudam os pequenos e contribuem para que eles sejam adultos criativos e bem-sucedidos. Elizabeth explica também que a criança tem um mundo próprio. “Quanto mais próximos dela estivermos, mais depressa a ajudaremos a compreendê-lo, tomando o cuidado de não impor nossos padrões de adultos”, afirma. Ela esclarece ainda que a criança inicia o desenvolvimento de seu psiquismo já na fase intrauterina, sendo capaz de sentir tudo que a mãe sente. Além disso, diz, o bebê continuará incorporando o clima afetivo do ambiente mesmo depois do nascimento.

Na obra, Elizabeth sugere brincadeiras que ajudam também na evolução da criança, desenvolvendo a atenção e o conhecimento do corpo, o fortalecimento da musculatura manual e digital, os sentidos e o reconhecimento do mundo, o desenvolvimento da criatividade e o domínio do corpo.

Para saber mais sobre os livros da autora, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/busca/elizabeth+monteiro/all/0