JOVEM PAN ENTREVISTA AUTORA DO LIVRO “CADÊ O PAI DESSA CRIANÇA?”

http://www.gruposummus.com.br/blog/wp-admin/post-new.php#O programa É Noite, da Rádio Jovem Pan AM, exibe no sábado, dia 12 de outubro, entrevista com a psicóloga Elizabeth Monteiro, que acaba de lançar o livro Cadê o pai dessa criança?, pela Summus Editorial. Acompanhe o programa a partir de 20 horas, na frequência 620 AM em São Paulo ou ainda pelo site www.jovempan.uol.com.br.

Pesquisas e reportagens têm alardeado nos últimos anos uma mudança no comportamento dos pais: eles estariam mais participativos na vida dos filhos. Há certamente um avanço, porém muito longe do ideal. Infelizmente, a maioria das famílias ainda convive com um pai perdido em seu papel. Eles não interrompem o trabalho para dar um telefonema para casa e certificar-se de que os filhos estão bem; não vão à escola saber como está o desempenho; não se preocupam em dar bons exemplos; não têm a menor ideia do quanto a ausência prejudica o desenvolvimento dos filhos.

No livro, a psicóloga fala diretamente com esses pais: o ausente, o violento, o folgado, o ignorante, o workaholic e até o abusador. De forma direta e contundente, ela mostra a importância de resgatar a identidade paterna e afirma: “Assim como a mãe, o pai tem a obrigação de cuidar do filho de maneira amorosa, respeitosa, ser presente e atuante. Do contrário, não é pai”.

Na avaliação da psicóloga, o homem não nasce pai. Ele se transforma em pai – o que difere da mulher, que biologicamente já vem com preparo para exercer a maternidade e se especializa desde criança, com as brincadeiras com bonecas. “A mulher, ao engravidar, começa a desenvolver uma ligação afetiva e maternal com o filho”, afirma. Segundo ela, o homem tem de aprender a desenvolver o amor paterno. E o filho só precisa de um pai coerente, que tenha bom-senso, boa dose de bom humor e postura amiga. De qualquer forma, o pai ideal está longe de ser perfeito. “Tudo que é perfeito ou imperfeito demais é patológico”, alerta a autora.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1352/Cad%C3%AA+o+pai+dessa+crian%C3%A7a%C2%A7

RÁDIO JOVEM PAN ENTREVISTA ANNA VERÔNICA MAUTNER, NESTE SÁBADO, 3 DE AGOSTO

O programa É Noite, Tudo se Sabe, da Rádio Jovem Pan, terá participação da psicanalista Anna Veronica Mautner, neste sábado, 3 de agosto, a partir das 20h. Ela falará sobre seu novo livro, Ninguém nasce sabendo (Summus Editorial). Acompanhe a entrevista na frequência 620 AM ou ainda pelo site www.jovempan.uol.com.br.

A tecnologia vai suplantar a aptidão física? Em que medida a escola de hoje, mais moderna, é melhor que a de ontem, mais humana? Em tempos de politicamente correto e das lutas por inclusão, é possível trabalhar a diversidade nas instituições escolares? Se aprender tabuada é chato, conseguiremos formar cidadãos capazes de cuidar das próprias finanças? A autoridade em classe é mesmo uma ameaça? Estamos preparados para acolher a infância em todas as suas nuanças ou preferimos delegar a tarefa a qualquer um que se proponha a nos tirar esse fardo dos ombros? Essas são algumas das perguntas que Anna Veronica lança aos leitores em seu novo livro.

A obra não traz receitas prontas ou respostas mágicas. A autora não diz como nem quando. Ao contrário, trava com o leitor uma conversa franca em que não faltam puxões de orelha. O objetivo é despertar a consciência para discutir com seriedade a educação que se pratica em nossas escolas e em nossas famílias.

Organizada em sete grandes seções, o título apresenta textos ricos em reflexões e questionamentos originalmente publicados na Revista Profissão Mestre e no caderno Equilíbrio, da Folha de S.Paulo. A partir dos temas “A escola hoje”, “O papel do professor”, “Corpo e sociedade”, “Família e escola”, “Informação, tecnologia e comunicação”, “Infância e adolescência” e “Depois da escola”, a autora analisa questões fundamentais para a educação como o bullying, o professor na berlinda, a terapia ocupacional na escola, a autoridade, a educação online e à margem da escola, entre outros.

“Esse sentimento de ser injustiçado que o malvado tem é um dos ingredientes das maldades que são feitas com os menos dotados ou os que não mostram suficiente força de vontade. É uma reação à percepção de injustiça que estaria ocorrendo no grupo”, afirma a autora ao falar sobre bullying. No artigo “Em defesa do período integral”, ela comenta sobre a sua experiência de aprendizagem e crescimento na escola. Ao refletir sobre a escola moderna e a escola à antiga, Anna Veronica lembra que a liberdade desprotegida pode ser massacrante para uns e palco de exibição de força para outros. “Não é o melhor ambiente para um desenvolvimento equilibrado”, complementa.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1340/Ningu%C3%A9m+nasce+sabendo

RÁDIO JOVEM PAN ENTREVISTA AUTOR DO LIVRO “O ESTATUTO DA IGUALDADE RACIAL”

A Rádio Jovem Pan entrevista nesta segunda-feira, 22 de julho, o especialista em direito Sidney de Paula Oliveira, no programa Rádio ao Vivo. Ele conversa com os ouvintes sobre o livro
O Estatuto da Igualdade Racial, lançamento da Selo Negro Edições. Acompanhe o programa, que começa a partir das 22 horas, na frequência 620 AM em São Paulo ou ainda pelo site www.jovempan.uol.com.br.

Sancionado em 2010, o Estatuto da Igualdade Racial constitui o cerne da luta travada nos últimos anos em prol dos direitos dos negros. Fruto de intensos debates, o projeto de lei que originou o Estatuto previa diversas ações para assegurar oportunidades iguais a todos. No entanto, a lei aprovada ficou muito aquém das aspirações de seus idealizadores. O livro, que é o sétimo volume da Coleção Consciência em Debate, analisa as consequências da promulgação do Estatuto para as relações etnorraciais brasileiras. Fazendo um histórico das leis antirracistas, o autor reflete sobre os passos que ainda precisam ser dados na direção da igualdade.

Oliveira aborda em especial as discrepâncias entre o projeto de lei que originou o Estatuto e a lei propriamente dita. Ele revela as lutas de poder implicadas no debate sobre as cotas, os segmentos sociais favoráveis e contrários ao Estatuto e a histórica deficiência do Estado brasileiro no que diz respeito a assegurar os direitos dos negros. Para o autor, refletir sobre a temática de maneira crítica poderá contribuir para a sedimentação de uma sociedade mais igualitária.

“O objetivo é estimular a reflexão, o debate e a análise acerca de tema tão relevante, sobretudo para aqueles que se debruçam de forma incansável sobre as relações raciais no Brasil – em especial os negros, afrodescendentes e antirracistas”, afirma Oliveira. Segundo ele, num país tão diverso como o Brasil e tão em débito com sua população, notadamente a negra, são necessárias sucessivas gestões visando ao aperfeiçoamento da legislação e à criação de instrumentos legais que proporcionem o exercício da igualdade de oportunidades.

Dividida em sete capítulos, a obra mostra a necessidade de que Parlamento, militantes antirracistas, Poder Judiciário e movimentos sociais negros e os ligados aos direitos humanos façam uma reflexão contínua sobre as relações raciais no Brasil. No primeiro capítulo, o autor discorre sobre a expectativa dos movimentos sociais negros, além de abordar brevemente a legislação que tratou das relações raciais no país. Em seguida, ele enfoca alguns dispositivos introdutórios da Constituição Federal, que é emblemática do ponto de vista do direito formal.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1343/Estatuto+da+igualdade+racial,+O

RÁDIO JOVEM PAN ENTREVISTA ANNA VERONICA MAUTNER

A rádio Jovem Pan exibiu em junho entrevista com a psicanalista Anna Veronica Mautner, que acaba de lançar Ninguém nasce sabendo (Summus Editorial). A autora falou sobre o novo livro com  Fernando Zamith, no programa Rádio Ao Vivo.  Ouça a entrevista:

Caso não consiga ouvir, acesse: http://jovempan.uol.com.br/programas/2013/06/literatura–ninguem-nasce-sabendo.html

A tecnologia vai suplantar a aptidão física? Em que medida a escola de hoje, mais moderna, é melhor que a de ontem, mais humana? Em tempos de politicamente correto e das lutas por inclusão, é possível trabalhar a diversidade nas instituições escolares? Se aprender tabuada é chato, conseguiremos formar cidadãos capazes de cuidar das próprias finanças? A autoridade em classe é mesmo uma ameaça? Estamos preparados para acolher a infância em todas as suas nuanças ou preferimos delegar a tarefa a qualquer um que se proponha a nos tirar esse fardo dos ombros? Essas são algumas das perguntas que Anna Veronica lança aos leitores em seu novo livro.

A obra não traz receitas prontas ou respostas mágicas. A autora não diz como nem quando. Ao contrário, trava com o leitor uma conversa franca em que não faltam puxões de orelha. O objetivo é despertar a consciência para discutir com seriedade a educação que se pratica em nossas escolas e em nossas famílias.

Organizada em sete grandes seções, o título apresenta textos ricos em reflexões e questionamentos originalmente publicados na Revista Profissão Mestre e no caderno Equilíbrio, da Folha de S.Paulo. A partir dos temas “A escola hoje”, “O papel do professor”, “Corpo e sociedade”, “Família e escola”, “Informação, tecnologia e comunicação”, “Infância e adolescência” e “Depois da escola”, a autora analisa questões fundamentais para a educação como o bullying, o professor na berlinda, a terapia ocupacional na escola, a autoridade, a educação online e à margem da escola, entre outros.

“Esse sentimento de ser injustiçado que o malvado tem é um dos ingredientes das maldades que são feitas com os menos dotados ou os que não mostram suficiente força de vontade. É uma reação à percepção de injustiça que estaria ocorrendo no grupo”, afirma a autora ao falar sobre bullying. No artigo “Em defesa do período integral”, ela comenta sobre a sua experiência de aprendizagem e crescimento na escola. Ao refletir sobre a escola moderna e a escola à antiga, Anna Veronica lembra que a liberdade desprotegida pode ser massacrante para uns e palco de exibição de força para outros. “Não é o melhor ambiente para um desenvolvimento equilibrado”, complementa.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1340/Ningu%C3%A9m+nasce+sabendo

JOVEM PAN ENTREVISTA AUTORA DO LIVRO “REENCONTRO”

A jornalista Renata Gaspari, apresentadora do programa Rádio ao Vivo, da Jovem Pan, entrevista Denise Kusminsky nesta quinta-feira (6 de junho), a partir de 22h. Denise conversa com os ouvintes sobre o seu livro Reencontro, lançado pela Editora Ágora. Acompanhe a entrevista na frequência AM 620 em São Paulo, na rede afiliada espalhada pelo Brasil ou ainda pelo site www.jovempan.com.br.

A história de Denise Kusminsky não é incomum. Diante da alternativa de abortar o filho na adolescência, milhares de adolescentes ainda optam pela vida. Uma parte enterra os planos de juventude e assume a maternidade; a outra, da qual Denise faz parte, entrega o filho para adoção. O que torna esse relato único é o ato de coragem. Coragem de vir a público depois de quase 40 anos e contar, pela primeira vez, detalhes do que viveu e ainda vive. Com dignidade, ela encarou os erros para seguir em frente. Quis o destino que ela reencontrasse o filho. Uma história verídica emocionante de mágoa e silêncio, mas também de luta, intuição e amor. Esse é o enredo do livro Reencontro.

“Trata-se de um desabafo e de um meio de organizá-lo em meu coração, além de ser um legado para que meus descendentes conheçam a minha versão de acontecimentos ocorridos tão precocemente na minha vida, mas que me acompanham até hoje”, afirma a autora.

Denise ficou grávida aos 18 anos, em 1975, em uma época de repressões que não provinham apenas da ditadura. Sexo era tabu. Jovem paulistana de classe média, vivia cercada do carinho dos pais e cheia de planos de vida quando encarou a dura realidade. O pai do seu filho, jovem como ela, sugeriu o aborto. Inicialmente, parecia o melhor a ser feito. Depois de percorrer algumas clínicas, no entanto, ela desistiu e preferiu lutar. Empenhada em preservar a vida do filho a qualquer custo, se viu obrigada a aceitar a única alternativa que se apresentou: entregar o bebê a outra família que teria melhores condições de criá-lo.

Sem que ninguém soubesse da gravidez, Denise foi levada à casa dos pais do médico que se encarregaria do parto. Ele também seria o responsável por entregar a criança à família adotiva. Para os amigos e familiares, Denise havia partido para uma viagem de intercâmbio aos Estados Unidos. Isolada, passou cinco meses de gestação acariciando a barriga e tentando dar ao filho um amor intenso, que pudesse compensar o que não poderia oferecer depois.

No dia 7 de setembro de 1975, Denise deu à luz. “Por toda a minha vida eu haveria de levar a lembrança daquele dia. Por anos e anos, bastava fechar os olhos para ouvir de novo aquele choro e reviver o desespero daquele instante”, conta. Para facilitar o rompimento, o médico optou pela cesárea. Segundo ele, o parto normal poderia criar um vínculo que não se pretendia naquele momento. Ele acreditava que a anestesia pudesse aliviar todas as dores. Ledo engano. De volta ao lar, Denise enterrou o assunto com toda a tristeza que ele carregava e decidiu retomar a vida. Casou, teve filhos, depois netos, mas não houve um único dia em que ela não se lembrasse do filho.

Movida pelo desejo de reencontrá-lo, cinco anos depois, contou ao marido o que se passara. Apesar de ter ficado abalado, ele a apoiou e pensaram na hipótese de reaver o menino na justiça. Os advogados, contudo, desaconselharam, afirmando que o melhor a fazer era deixar a criança em paz com a família que tão bem o acolhera. Como, de repente, uma criança já com 5 anos receberia uma mãe que nunca conhecera?

Era um pacto de silêncio que, a princípio, deveria durar para o resto da vida. Mas o destino foi contra. Em outubro de 2009, 34 anos depois, o filho de Denise decidiu procurá-la. O desejo que ela acalentou durante anos, enfim, se tornaria realidade. Um abraço forte, um pedido de desculpas e a certeza de que nada mais seria como antes.

“Foi um milagre tê-lo reencontrado, mas infelizmente não deu tudo certo, nem poderia ter dado. Qual foi a sua primeira palavra? Como era a sua voz? Eu nunca saberei. O tempo passou e não admite volta. Queria tê-lo levado na porta da escola em seu primeiro dia de aula. Ter beijado a sua testa desejando boa sorte. Não ensinei nada ao meu filho. Não temos fotos juntos. Mesmo assim uma vida inteira se passou e nos reencontramos. Temos o direito de ser felizes e de conviver como mãe e filho para sempre, ainda que de forma torta, diferente”, conclui Denise.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1334/REENCONTRO

JOVEM PAN ENTREVISTA ANNA MEHOUDAR

A psicanalista Anna Mehoudar participa do programa Rádio ao Vivo, da Jovem Pan, no sábado, 26 de janeiro, às 22h. Ela conversa com os ouvintes sobre o pós-parto, assunto que ela aborda no livro Da gravidez aos cuidados com o bebê, da Summus Editorial. Acompanhe a entrevista na frequência AM 620 em São Paulo, na rede afiliada espalhada pelo Brasil ou ainda pelo site www.jovempan.com.br

No livro, o leitor encontrará informações imprescindíveis sobre as diferentes fases do processo gestacional – das roupinhas que devem ser levadas à maternidade aos sinais de atenção para a depressão pós-parto; dos direitos da gestante às vacinas recomendadas. Tudo permeado pelo olhar experiente de quem já acolheu milhares de pais e mães e realiza um trabalho com obstetras, pediatras, enfermeiros e psicólogos.

Dividida em oito capítulos, a obra responde a perguntas e inquietações frequentes em reuniões de preparo para o parto e cuidados com o bebê. No capítulo “A gravidez: tempo de espera”, a psicanalista fala do tempo provável de gestação, da gravidez e da sexualidade, do pré-natal, da evolução em cada trimestre e dos sinais de desconforto e alerta. Em “O parto: uma passagem”, Anna destaca passo a passo um plano de parto, dos sinais de aproximação e confirmação do trabalho de parto aos estágios do processo de nascimento. Já em “O pós-parto: novos tempos”, ela esclarece as dúvidas mais comuns sobre as primeiras horas de vida do bebê e aborda aspectos psicológicos do pós-parto, ressaltando quando é necessário pedir ajuda profissional.

Para saber mais sobre o livro, acesse: http://bit.ly/W377XC

JOVEM PAN ENTREVISTA AUTOR DO LIVRO NÃO MINTA PRA MIM!

O grafólogo Paulo Sergio de Camargo participa do programa Rádio ao Vivo, da Jovem Pan, na segunda-feira, 3 de dezembro, às 20h. Ele conversa com os ouvintes sobre o livro Não minta pra mim!, que acaba de ser lançado pela Summus Editorial. Acompanhe a entrevista na frequência AM 620 em São Paulo, na rede afiliada espalhada pelo Brasil ou ainda pelo site WWW.jovempan.com.br

Especialista em grafologia e linguagem corporal, Camargo mergulhou no tema com o objetivo de revelar ao leitor um meio prático de reconhecer as mentiras, lidar com os mentirosos e evitar as armadilhas que as mentiras impõem em diversos contextos: em casa, na escola, no ambiente de trabalho, na política. “Temos a equivocada propensão a acreditar que somos capazes de identificar mentiras com certa facilidade. Não é bem assim. Após anos de estudos e pesquisas, sei que devemos ter cautela ao tentar reconhecer alguém com capacidade e habilidade cognitivas para enganar quem quer que seja”, afirma.

De acordo com Camargo, não somos um país singular quando o assunto é mentira, mas há muitas diferenças em relação a outras culturas. “Talvez a leniência com que tratamos as mais descaradas mentiras seja nossa característica mais marcante”, diz o especialista. Fruto de mais de 15 anos de pesquisa, ele destaca a realidade nacional em relação ao assunto e aborda os principais sinais da linguagem corporal dos mentirosos.

Da falsa informação acrescentada no currículo às falácias dos políticos, do conto do vigário ao autoengano, o livro apresenta os mais diversos tipos de mentira. “Pequenas mentiras, mentiras brancas, mentiras inocentes – ou qualquer que seja o nome dado a elas – vão minar a confiança de alguém ao longo do tempo”, esclarece o especialista. Segundo ele, a maioria das pessoas está acostumada a avaliar os benefícios que as mentiras nos trazem e não os danos e os prejuízos que acarretam aos demais. De acordo com estudos, escutamos, em média, 210 mentiras por dia.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1323/NÃO+MINTA+PRA+MIM!+PSICOLOGIA+DA+MENTIRA+E+LINGUAGEM+CORPORAL

 

JOVEM PAN ENTREVISTA RENATO MODERNELL NESTA SEXTA

O jornalista e escritor Renato Modernell participa do programa Rádio ao Vivo, da Jovem Pan, nesta sexta-feira, dia 9 de novembro, às 22h. Ele conversa com o apresentador José Luiz Menegatti sobre o livro A notícia como fábula, que acaba de ser lançado pela Summus Editorial. Acompanhe a entrevista na frequência AM 620 em São Paulo, na rede afiliada espalhada pelo Brasil ou ainda pelo site http://www.jovempan.com.br

No livro, Modernell examina a forma pela qual a realidade e a ficção se entrelaçam nos textos jornalísticos, analisando textos publicados em diferentes veículos e em épocas diversas. Ele parte do pressuposto de que aquilo que consideramos “fato” e “imaginação” tem limites mais tênues e permeáveis do que comumente se supõe. “Sabemos que, em princípio, a missão do jornalista é narrar o que aconteceu, enquanto a do ficcionista é flanar no que poderia ter acontecido. Porém, desde quando essas categorias se separam como a água e o óleo? Não podemos negar que a arte da escrita (e isso vale para ambos os casos) tem poderes de envolvimento muito eficazes”, afirma o jornalista. 

A obra é resultado de um estudo de mestrado concluído em 2004, na USP, e aprofundado posteriormente pelo autor. Um trabalho que dialoga com a fantasia e não se limita ao repertório conceitual das áreas mais familiares de Modernell, como o jornalismo e a literatura. Suas reflexões passeiam, sem muita cerimônia, pelos domínios da filosofia, da mitologia e da arte. O texto por vezes assume a leveza da crônica, sem que isso prejudique seu rigor acadêmico.

Com base em uma larga experiência simultânea com o jornalismo e a narrativa ficcional, Modernell acredita que um texto de qualidade, assim como o voo de um pássaro, desafia os limites territoriais entre a realidade e a imaginação. Ao criar o conceito dos fatores de fabulação, ele aponta uma série de recursos de escrita capazes de “ficcionalizar” o texto jornalístico. Esses artifícios sutis escapam à percepção não só de quem lê, mas até de quem escreve. 

Para saber mais sobre o livro, acesse: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//NOTÍCIA+COMO+FÁBULA,+A

JOVEM PAN ONLINE ENTREVISTA COAUTORA DO LIVRO “A CRIANÇA E O MARKETING”, NESTA QUARTA

A especialista em comunicação Luciene Vasconcelos, coautora do livro A criança e o marketing (Summus Editorial), será entrevistada pela Jovem Pan Online nesta quarta-feira, dia 17 de outubro, às 13h. No livro, Luciene e a psicóloga Ana Maria Dias analisam como se dá a formação do caráter, desvendam o funcionamento das principais ferramentas de marketing e da comunicação e mostram como a publicidade atinge as crianças. Assista à entrevista nos vídeos abaixo.

Marketing infantil – 1
Autora explica como surgiu o embrião de seu livro ‘A Criança e o Marketing’

Marketing infantil – 2
Como dizer ‘não’ para seu filho?

Marketing infantil – 3
A exposição das crianças diante da TV

PAra saber mais sobre este livro clique aqui

Partindo do pressuposto de que pais e professores podem, desde a mais tenra infância, ajudar as crianças a se tornarem consumidores conscientes, as autoras reuniram informações fundamentais para auxiliar os adultos a proteger as crianças dos apelos do marketing infantil. Segundo elas, com mais consciência de seu poder como consumidor, de sua influência na criação de produtos e na divulgação dos mesmos, será possível criar adultos capazes de escolher o que comprar, com base naquilo que realmente querem e necessitam.

“Cremos que será maravilhoso viver em um mundo onde todos poderão escolher o que comprar usando critérios econômicos, sociais e ambientais, felizes com suas escolhas, usufruindo os benefícios do consumo de produtos”, afirmam.

Segundo as autoras, atualmente, pessoas de todos os níveis sociais e de todas as idades estão escolhendo o consumo como atitude de vida e não como meio de satisfazer suas reais necessidades. Refletir sobre essa questão e suas consequências é responsabilidade de todos: empresas, governos, famílias, educadores, publicitários e executivos. “Entendemos que a consciência vigilante da população diante do marketing infantil é um trabalho coletivo”, completam.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1303/Crian%C3%A7a+e+o+marketing,+A

JOVEM PAN ENTREVISTA ROBERTA PALERMO NESTA QUINTA, DIA 13

A terapeuta familiar Roberta Palermo participa ao vivo do programa Jornal de Serviço, da rádio Jovem Pan, nesta quinta-feira, dia 13 de setembro, das 11h às 12h. Roberta conversa com o apresentador Oliveira Andrade sobre o tema do livro Ex-marido, pai presente, recém-lançado pela Mescla Editorial. Destinado aos homens que vivenciam cotidianamente o problema da alienação parental – situação em que a mãe afasta deliberadamente os filhos do ex-marido –, o livro traz informações fundamentais para combater essa forma de abuso psicológico e oferece dicas objetivas para fortalecer a relação pai-filho. Você pode ouvir a entrevista na freqüência AM 620 em São Paulo, na rede afiliada espalhada pelo Brasil ou ainda pelo site jovempan.uol.com.br/aovivo/radio.

Nos dias de hoje, fala‑se muito sobre alienação parental, fato que, para a terapeuta familiar, trata-se de um importante avanço. “A divulgação do tema alertou famílias e, principalmente, especialistas que lidam com os casos de abuso emocional em que a mãe ou o pai de uma criança a treina para romper os laços afetivos com o outro cônjuge depois da separação”, diz. Segundo ela, psicólogos, terapeutas, psiquiatras, advogados, conselhos tutelares e juízes – responsáveis pelas decisões finais nos processos que acabam nos fóruns de família – agora são capazes de conduzir o assunto com muito mais critério.

Embora ainda não haja números precisos sobre o tema, alguns dados ajudam a entender por que a mãe tem mais chance de se tornar alienadora. De acordo com as Estatísticas de Registro Civil, divulgadas em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 87,3% dos casos são elas que detêm a guarda dos filhos em casos de separação. Nesse contexto, ainda segundo o IBGE, cerca de 1/3 dos filhos perde contato com os pais, sendo privados do afeto e do convívio com o genitor ausente.

“O objetivo da obra é fortalecer o pai para que ele não permita que a mãe atrapalhe sua convivência com o filho depois da separação”, afirma a autora. Ao longo do livro, ele encontra todas as explicações necessárias sobre essa forma de abuso psicológico. “O pai precisa entender alguns pontos importantes sobre o papel de cada um, principalmente quando já existe um novo relacionamento”, complementa a autora.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Ex-marido,+pai+presente