JORNAL ‘NOTÍCIAS POPULARES’ É RECRIADO EM DIVULGAÇÃO DE ‘FAROESTE CABOCLO’

Informe publicitário de 8 páginas tem ‘notícias’ sobre o enredo do filme. Conhecido como ‘NP’, jornal circulou em São Paulo de 1963 a 2001.

Para divulgar o filme “Faroeste caboclo”, que estreia no dia 30 de maio nos cinemas brasileiros, a Europa Filmes escolheu uma forma diferente de divulgação e recriou uma edição do extinto jornal “Notícias Populares”. O roteiro do longa é baseado na música homônima, composta por Renato Russo.

Em circulação nesta sexta-feira (24) junto com o jornal “Folha de São Paulo” (somente dentro do estado de SP) o informe publicitário de 8 páginas tem “notícias” sobre o enredo do filme.  A publicidade tem também uma edição online, no endereço www.ultimonp.com.br. A criação é da agência Click Isobar.

Sensacionalismo

Com a manchete “Treta por rabo de saia termina em tiros”, o encarte relembra as manchetes sensacionalistas do antigo período.

O jornal “Notícias Populares”, que ficou conhecido como NP, circulou em São Paulo de 1963 e 2001. Editado pelo Grupo Folha, ficou conhecido por manchetes sensacionalistas, muitas vezes violentas ou com conotação sexual.

Texto publicado no G1 em 24/05/2013. Para ler na íntegra, acesse: http://g1.globo.com/economia/midia-e-marketing/noticia/2013/05/jornal-noticias-populares-e-recriado-para-divulgar-filme-faroeste-caboclo.html

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Conheça a história do NP com o livro
Nada mais que a verdade – A extraordinária história do jornal Notícias Populares”,
de Maik Rene Lima, Giancarlo Lepiani ,
Celso de Campos Jr. e Denis Moreira.
Mais que uma biografia do jornal, este livro é um romance fantástico que conduz o leitor por quatro décadas de uma ciranda de crimes, sexo, devaneios e, sim, bom jornalismo.

 

 

 

 

A PRODUÇÃO DA DOENÇA, POR VLADIMIR SAFATLE

A partir do final de maio, estará disponível a quinta e última versão do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM). É de esperar que, a partir de agora, um importante debate a respeito da maneira com que as distinções entre normal e patológico foram modificadas chegue à opinião pública.

Utilizado de maneira cada vez mais extensiva como padrão de reflexão sobre a natureza do sofrimento psíquico, o DSM está longe de ter o fundamento científico e isento que ele gostaria de nos fazer acreditar. Influências de toda ordem entram em cena. Afinal, cada novo transtorno é promessa de novos investimentos bilionários da indústria farmacêutica, assim como garantia do aparecimento certo de verdadeiras epidemias visíveis do dia para a noite graças à divulgação maciça pela imprensa mundial e suas matérias de saúde.

Talvez isso explique ao menos um pouco essa verdadeira tendência de “patologização da vida cotidiana” levada a cabo pelo DSM-5, que elevou o número de patologias mentais a 450 categorias diagnósticas. Elas eram 265 no DSM-3, lançado em 1980, e 182 no DSM-2 (de 1968).

De fato, com modificações como as que diminui o luto patológico de dois meses para 15 dias ou que cria categorias bisonhas como o transtorno disruptivo de desregulação de humor, o vício comportamental (behavioral addiction) ou o transtorno generalizado de ansiedade, dificilmente alguém que passa por conflitos psíquicos e períodos de incerteza entrará em um consultório psiquiátrico sem um diagnóstico e uma receita médica.

Por trás desta estratégia clínica, com sua negação de perspectivas etiológicas, há a tentativa equivocada de transformar toda experiência de sofrimento em uma patologia a ser tratada. Mas uma vida na qual todo sofrimento é sintoma a ser extirpado é uma vida dependente de maneira compulsiva da voz segura do especialista, restrita a um padrão de normalidade que não é outra coisa que a internalização desesperada de uma normatividade disciplinar decidida em laborató- rio. Ou seja, uma vida cada vez mais enfraquecida e incapaz de lidar com conflitos, contradições e reconfigurações necessárias.

 

Há de se perguntar se tal enfraquecimento não será, ao final, o resultado social destas modificações no campo da saúde mental patrocinadas pelo DSM. Pois uma coisa é certa: há muito o que questionar na eficácia de tais sobrediagnósticos. Basta lembrar como houve, de 2000 a 2009, um aumento de 60% no consumo de antidepressivos nos países da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico). Nada indica que a taxa de depressão tenha diminuído.

Vladimir Safatle é professor livre-docente do Departamento de filosofia da USP (Universidade de São Paulo). Escreve às terças na Página A2 da versão impressa.

Coluna publicada na Folha de S.Paulo em 14/05/2013. Para ver o texto original, acesse: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/vladimirsafatle/2013/05/1278102-a-producao-da-doenca.shtml 

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Se interessa pelo assunto? Conheça o livro “A tristeza perdida – Como a psiquiatria transformou a depressão em moda”, de Jerome C. Wakefield Allan V. Horwitz.

Nos últimos anos, a depressão se transformou no distúrbio mais tratado por psiquiatras. Ao mesmo tempo, o consumo de antidepressivos aumentou significativamente. Neste livro, Horvitz e Wakefield criticam tal postura, mostrando que a tristeza, comum a todo ser humano, vem sendo tratada como doença – e expondo as implicações dessa prática para a saúde.

REVISTA CARTA CAPITAL DESTACA O LIVRO “APRENDER A ESCRITA, APRENDER COM A ESCRITA”

A edição de maio da revista Carta Capital deu destaque para o livro Aprender a escrita, aprender com a escrita (Summus Editorial). A obra traz artigos de 11 especialistas que abordam os fatores que intervêm na produção e construção do discurso em diferentes momentos da vida da criança. Veja a nota: http://goo.gl/lwsai.

Como se caracterizam a escrita e a cultura escrita? Como se relacionam a cultura escrita e a escola? Que fatores atuam nessa relação? Como se aprende a escrever? Como podemos conceber, em termos críticos, práticas pedagógicas intimamente associadas com práticas sociais letradas?

O livro Aprender a escrita, aprender com a escrita apresenta reflexões sobre a prática de produção de textos em sala de aula, na perspectiva de um processo de ensino-aprendizagem complexo e contínuo.

Os especialistas partem da produção de crianças, jovens e adultos em diferentes momentos do processo de escolarização. Tendo como referência a teoria da enunciação do filósofo Mikhail Bakhtin, as autoras indicam que, desde os anos iniciais do ensino fundamental, se ensine e se aprenda a escrita em uso, ou seja, no processo de interação com os pares, professores e alunos, e no diálogo com conhecimentos de variadas origens.

Para as educadoras Cecília M. A. Goulart e Victoria Wilson, organizadoras da obra, o compromisso da escola de trabalhar por mudanças estruturais da sociedade continua sendo um desafio ético-político para os educadores neste país com tantas desigualdades.

Com uma abordagem inovadora, o livro mostra o processo de escrever na escola em perspectiva transversal, destacando diferentes aspectos desse método. “Ordenamos a sequência dos estudos de acordo com o segmento e ano escolar que abrangem”, complementam as organizadoras. Em oito capítulos, as autoras destacam os passos que levaram à produção dos textos pelos alunos e os métodos utilizados para compreender e superar as dificuldades e para encontrar soluções.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Aprender+a+escrita,+aprender+com+a+escrita

RÁDIO CBN ENTREVISTA ELIZABETH MONTEIRO NO DIA DAS MÃES, DOMINGO, 12 DE MAIO

O programa Show da Notícia, da Rádio CBN, terá a participação da psicóloga Elizabeth Monteiro, no domingo, 12 de maio, a partir das 17h. Ela falará com os ouvintes sobre o seu novo livro Criando filhos em tempos difíceis (Summus Editorial). Acompanhe a entrevista na frequência 780 AM e nos 90,5 FM ou ainda pelo site www.cbn.com.br.

Falta de tempo, correria, excesso de trabalho, pouco dinheiro, medo de sair na rua… Esses são alguns dos problemas enfrentados pelos pais modernos. O resultado? Crianças entediadas, desinteressadas, obesas, carentes e, ao mesmo tempo, sem limites. Como criar filhos em tempos tão difíceis? Para a autora, participar mais da infância dos filhos é um ótimo estímulo para a saúde. E estar junto deles é fazer coisas que sejam também do interesse da criança.

No livro, Elizabeth defende a infância. Para tanto, ela mostra a importância do brincar e das brincadeiras. Ao longo do livro, dividido em 15 capítulos, ela aborda as diversas fases do desenvolvimento de bebês e crianças, dá dicas práticas sobre educação e comportamento, sugere inúmeras brincadeiras e fala sobre os desafios de criar filhos hoje. “Resgatar a infância de nossos filhos é investir no futuro da civilização”, afirma. Para a autora, as famílias estão passando por várias transformações e as crianças não estão brincando como deveriam.

Segundo a psicóloga, brincar é o melhor remédio para uma criança. A maioria dos pais, diz ela, não imagina até que ponto as brincadeiras ajudam os pequenos e contribuem para que eles sejam adultos criativos e bem-sucedidos. Elizabeth explica também que a criança tem um mundo próprio. “Quanto mais próximos dela estivermos, mais depressa a ajudaremos a compreendê-lo, tomando o cuidado de não impor nossos padrões de adultos”, afirma. Ela esclarece ainda que a criança inicia o desenvolvimento de seu psiquismo já na fase intrauterina, sendo capaz de sentir tudo que a mãe sente. Além disso, diz, o bebê continuará incorporando o clima afetivo do ambiente mesmo depois do nascimento.

Na obra, Elizabeth sugere brincadeiras que ajudam também na evolução da criança, desenvolvendo a atenção e o conhecimento do corpo, o fortalecimento da musculatura manual e digital, os sentidos e o reconhecimento do mundo, o desenvolvimento da criatividade e o domínio do corpo.

Para conhecer todos os livros de Elizabeth Monteiro publicados pela Summus, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/autor//Elizabeth+Monteiro

REVISTA PAIS & FILHOS DESTACA LIVRO “CRIANDO FILHOS EM TEMPOS DIFÍCEIS”

A revista Pais & Filhos destacou na edição de maio o livro Criando filhos em tempos difíceis (Summus Editorial), da psicóloga Elizabeth Monteiro. A obra mostra que é preciso resgatar a infância dos filhos e aproveitar com qualidade o tempo que, passa rápido e é tão precioso para o desenvolvimento deles. Elizabeth fará uma palestra no lançamento do livro que acontece nesta quarta-feira, dia 8 de maio, 19h às 20h, na Livraria Martins Fontes, que fica na Av. Paulista, 509, em em São Paulo. Leia a íntegra: http://goo.gl/Q3ph6.

Falta de tempo, correria, excesso de trabalho, pouco dinheiro, medo de sair na rua… Esses são alguns dos problemas enfrentados pelos pais modernos. O resultado? Crianças entediadas, desinteressadas, obesas, carentes e, ao mesmo tempo, sem limites. Como criar filhos em tempos tão difíceis? Para a autora participar mais da infância dos filhos é um ótimo estímulo para a saúde. E estar junto deles é fazer coisas que sejam também do interesse da criança.

No livro Criando filhos em tempos difíceis, Elizabeth defende a infância. Para tanto, ela mostra a importância do brincar e das brincadeiras. Ao longo do livro, dividido em 15 capítulos, ela aborda as diversas fases do desenvolvimento de bebês e crianças, dá dicas práticas sobre educação e comportamento, sugere inúmeras brincadeiras e fala sobre os desafios de criar filhos hoje. “Resgatar a infância de nossos filhos é investir no futuro da civilização”, afirma. Para a autora, as famílias estão passando por várias transformações e as crianças não estão brincando como deveriam.

Segundo a psicóloga, brincar é o melhor remédio para uma criança. A maioria dos pais, diz ela, não imagina até que ponto as brincadeiras ajudam os pequenos e contribuem para que eles sejam adultos criativos e bem-sucedidos. Elizabeth explica também que a criança tem um mundo próprio. “Quanto mais próximos dela estivermos, mais depressa a ajudaremos a compreendê-lo, tomando o cuidado de não impor nossos padrões de adultos”, afirma. Ela esclarece ainda que a criança inicia o desenvolvimento de seu psiquismo já na fase intrauterina, sendo capaz de sentir tudo que a mãe sente. Além disso, diz, o bebê continuará incorporando o clima afetivo do ambiente mesmo depois do nascimento.

Na obra, Elizabeth sugere brincadeiras que ajudam também na evolução da criança, desenvolvendo a atenção e o conhecimento do corpo, o fortalecimento da musculatura manual e digital, os sentidos e o reconhecimento do mundo, o desenvolvimento da criatividade e o domínio do corpo.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1335/Criando+filhos+em+tempos+dif%C3%ADceis

RÁDIO GLOBO ENTREVISTA ELIZABETH MONTEIRO, NESTE SÁBADO, DIA 4 DE MAIO

O programa Manhã da Globo, da Rádio Globo, terá a participação da psicóloga Elizabeth Monteiro neste sábado, 4 de maio, a partir das 11h. Ela falará ao vivo, em estúdio, com o apresentador Laércio Maciel sobre o novo livro Criando filhos em tempos difíceis (Summus Editorial). Acompanhe a entrevista na frequência 1100 AM em São Paulo ou ainda pelo site www.radioglobo.com.br.

Falta de tempo, correria, excesso de trabalho, pouco dinheiro, medo de sair na rua… Esses são alguns dos problemas enfrentados pelos pais modernos. O resultado? Crianças entediadas, desinteressadas, obesas, carentes e, ao mesmo tempo, sem limites. Como criar filhos em tempos tão difíceis? Para a autora participar mais da infância dos filhos é um ótimo estímulo para a saúde. E estar junto deles é fazer coisas que sejam também do interesse da criança.

No livro Criando filhos em tempos difíceis, Elizabeth defende a infância. Para tanto, ela mostra a importância do brincar e das brincadeiras. Ao longo do livro, dividido em 15 capítulos, ela aborda as diversas fases do desenvolvimento de bebês e crianças, dá dicas práticas sobre educação e comportamento, sugere inúmeras brincadeiras e fala sobre os desafios de criar filhos hoje. “Resgatar a infância de nossos filhos é investir no futuro da civilização”, afirma. Para a autora, as famílias estão passando por várias transformações e as crianças não estão brincando como deveriam.

Segundo a psicóloga, brincar é o melhor remédio para uma criança. A maioria dos pais, diz ela, não imagina até que ponto as brincadeiras ajudam os pequenos e contribuem para que eles sejam adultos criativos e bem-sucedidos. Elizabeth explica também que a criança tem um mundo próprio. “Quanto mais próximos dela estivermos, mais depressa a ajudaremos a compreendê-lo, tomando o cuidado de não impor nossos padrões de adultos”, afirma. Ela esclarece ainda que a criança inicia o desenvolvimento de seu psiquismo já na fase intrauterina, sendo capaz de sentir tudo que a mãe sente. Além disso, diz, o bebê continuará incorporando o clima afetivo do ambiente mesmo depois do nascimento.

Na obra, Elizabeth sugere brincadeiras que ajudam também na evolução da criança, desenvolvendo a atenção e o conhecimento do corpo, o fortalecimento da musculatura manual e digital, os sentidos e o reconhecimento do mundo, o desenvolvimento da criatividade e o domínio do corpo.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1335/Criando+filhos+em+tempos+dif%C3%ADceis

 

AUTORA DE “CRIANDO FILHOS EM TEMPOS DIFÍCEIS” FAZ PALESTRA NA LIVRARIA MARTINS FONTES, DIA 8 DE MAIO

A Summus Editorial e a Livraria Martins Fontes Paulista (São Paulo) promovem no dia 8 de maio, quarta-feira, das 19h às 20h, no auditório da livraria, a palestra de lançamento do livro Criando filhos em tempos difíceis. No bate-papo, a autora e psicóloga Elizabeth Monteiro, que em 2012 lançou o livro A culpa é da mãe, busca aprimorar a interação entre pais e filhos, abordando os benefícios do brincar e explicando as brincadeiras preferidas pelas crianças em cada fase do desenvolvimento. Em seguida, ela fará uma sessão de autógrafos no piso térreo da livraria, que fica na Avenida Paulista, 509, São Paulo – SP. Há convênio com os estacionamentos da Rua Manuel da Nóbrega, 95 e 88 (primeira hora gratuita).

Falta de tempo, correria, excesso de trabalho, pouco dinheiro, medo de sair na rua… Esses são alguns dos problemas enfrentados pelos pais modernos. O resultado? Crianças entediadas, desinteressadas, obesas, carentes e, ao mesmo tempo, sem limites. Como criar filhos em tempos tão difíceis? Para a psicóloga, a psicopedagoga e a mãe de quatro filhos – participar mais da infância dos filhos é um ótimo estímulo para a saúde. E estar junto deles é fazer coisas que sejam também do interesse da criança.

No livro, Elizabeth defende a infância. Para tanto, ela mostra a importância do brincar e das brincadeiras. Ao longo do livro, dividido em 15 capítulos, a psicóloga aborda as diversas fases do desenvolvimento de bebês e crianças, dá dicas práticas sobre educação e comportamento, sugere inúmeras brincadeiras e fala sobre os desafios de criar filhos hoje. “Resgatar a infância de nossos filhos é investir no futuro da civilização”, afirma. Para a autora, as famílias estão passando por várias transformações e as crianças não estão brincando como deveriam.

Segundo a psicóloga, brincar é o melhor remédio para uma criança. A maioria dos pais, diz ela, não imagina até que ponto as brincadeiras ajudam os pequenos e contribuem para que eles sejam adultos criativos e bem-sucedidos. Elizabeth explica também que a criança tem um mundo próprio. “Quanto mais próximos dela estivermos, mais depressa a ajudaremos a compreendê-lo, tomando o cuidado de não impor nossos padrões de adultos”, afirma. Ela esclarece ainda que a criança inicia o desenvolvimento de seu psiquismo já na fase intrauterina, sendo capaz de sentir tudo que a mãe sente. Além disso, diz, o bebê continuará incorporando o clima afetivo do ambiente mesmo depois do nascimento.

Na obra, Elizabeth sugere brincadeiras que ajudam também na evolução da criança, desenvolvendo a atenção e o conhecimento do corpo, o fortalecimento da musculatura manual e digital, os sentidos e o reconhecimento do mundo, o desenvolvimento da criatividade e o domínio do corpo.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1335/Criando+filhos+em+tempos+dif%C3%ADceis

3 DE MAIO, DIA MUNDIAL DA LIBERDADE DE IMPRENSA

Para celebrar esse dia, o Grupo Summus está oferecendo 25% de desconto em TODOS os livros da área de jornalismo. Mas corra: é apenas hoje, 3 de maio de 2013, até às 23h59!

Confira alguns títulos em promoção:


PAPEL DO JORNAL E A PROFISSÃO DE JORNALISTA, O

Edição revista, atualizada e ampliada
Alberto Dines
SUMMUS EDITORIAL
De R$ 57,60                        Por R$ 43,20

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NOTÍCIA COMO FÁBULA, A

Realidade e ficção se confundem na mídia
Renato Modernell
SUMMUS EDITORIAL
De R$ 34,90                        Por R$ 26,20

 

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ÉTICA JORNALÍSTICA E O INTERESSE PÚBLICO, A
Francisco José Karam
SUMMUS EDITORIAL
De R$ 69,20                        Por R$ 51,90

 

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POR TRÁS DA NOTÍCIA
O processo de criação das grandes reportagens
Edson Flosi
SUMMUS EDITORIAL
De R$ 51,00                        Por R$ 38,20

 

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Para ver todos os títulos de jornalismo, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/categoria//Jornalismo
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AUTORA DO LIVRO “REINVENTANDO A LIDERANÇA” AUTOGRAFA EM SÃO PAULO

A Summus Editorial e a Casa da Comunicação promovem no dia 25 de abril, quinta-feira, a partir das 19h, a noite de autógrafos do livro Reinventando a liderança. A autora Renata Di Nizo receberá os convidados na sua empresa, a Casa da Comunicação, que fica na Rua Conselheiro Carrão, 577, Bela Vista, São Paulo.

A ética na aplicação dos valores é um assunto espinhoso no mundo corporativo. Hoje, a maioria das empresas está preocupada com a retenção de pessoas talentosas. Quando se trata da gestão bem-sucedida em longo prazo, porém, os belos discursos na tentativa de valorizar os colaboradores são no mínimo ineficazes. Como transformar o discurso em prática?

O livro oferece um panorama atual dos entraves na cultura organizacional que incidem diretamente na insatisfação e nas expectativas dos colaboradores. Respaldada por relatos de participantes de seus cursos, Renata, que é especialista em dar treinamentos de liderança, comunicação e gestão de valores em grandes empresas, incentiva o leitor a refletir sobre o maior ativo de uma empresa: funcionários motivados e dedicados à tarefa de crescer com uma vantagem competitiva sustentável.

No livro, ela aponta os problemas mais sérios encontrados nas corporações, segundo os próprios profissionais de Recursos Humanos. Falta de ética, desrespeito, fofoca e favorecimento de amigos em detrimento de pessoas mais competentes foram os mais citados. “A ética de valores é o principal caminho para mudar a cultura da empresa. Esse processo consiste basicamente em agir corretamente mesmo que ninguém esteja olhando”, afirma.

A proposta da autora é reavivar e alinhar a tela de fundo que inspira a prática de valores. “Analisando os gaps de cultura atual e desejável, é possível entender que o papel dos líderes é tornar-se guardiões dos valores organizacionais”, afirma Renata. O livro é um convite a extrair os valores dos quadros de aviso para que se tornem verdadeiramente os norteadores da conduta e das decisões da liderança. Segundo a autora, o que realmente importa é colocar em prática uma ética de valores que traduza as aspirações mais profundas dos colaboradores: uma cultura permeada de respeito e diálogo.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1332/REINVENTANDO+A+LIDERAN%C3%87A

Para ver todos os livros da autora publicados pelo Grupo Editorial Summus, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/busca/renata+di+nizo/all/00