‘LINGUAGEM CORPORAL ENTREGA QUANDO A RELAÇÃO NÃO VAI BEM; ENTENDA OS SINAIS’

A cena é familiar para muita gente: você encontra um casal de amigos e algo lhe diz que a situação entre eles não vai bem. Não é só impressão: a linguagem corporal pode trazer pistas que um casal enfrenta problemas na relação, mesmo que eles não tenham percebido. “Quanto mais o casal se toca, mais intimidade existe entre eles”, explica Paulo Sergio de Camargo, especialista em linguagem corporal.

Segundo Paulo, um exemplo público dessa falta de conexão é a relação entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e sua esposa Melania – as fotos do casal em geral demonstram grande distanciamento entre os dois. “Repare que ele sempre anda na frente na esposa, o que pode ser uma necessidade de mostrar que é ele quem comanda as relações”, explica Paulo. Além desse, outros gestos e expressões podem denunciar problemas no relacionamento, confira:

  • Posição das mãos e pés

Olhar para o celular enquanto o outro fala ou parecer desligado enquanto a pessoa fala são as indicações mais óbvias de desinteresse do parceiro, mas Paulo aponta outros gestos pequenos que podem acusar o sentimento. Um dos sinais mais apontados é ver as pontas dos pés apontadas para outro lado que não seja o do parceiro (indicando que a pessoa não gostaria de estar ali) ou o eixo do corpo voltado em outra direção que não a do par. Outros sinais são esfregar os olhos quando fala ou quando escuta uma pergunta, ou ainda esfregar as pernas com as duas mãos quando conversa com o outro.

  • Há um desconforto visível

A face que não entrega nenhum sentimento – apelidada de “poker face” por alguns, por conta do rosto sem expressão dos jogadores profissionais de carteado – não é um traço de personalidade, mas sim um truque que demanda muito treinamento e concentração. “A ‘poker face’ pode ser treinada, mas a maioria das pessoas não consegue esconder as emoções, pois elas se revelam em microexpressões que duram cerca de ¼ de segundo”, explica Paulo. “No caso dos casais em geral é muito, muito difícil fingir que você não está desconfortável.”

  • Sorriso amarelos e abraços incompletos

Forçar proximidade é uma maneira de driblar a situação em público. O chamado abraço incompleto (em que as mãos não se fecham ao redor do ombro do outro ou nem mesmo chega a encostar) é um sinal de desconforto entre um casal. “Pode reparar que entre Trump e sua esposa não existe o ‘fio invisível’, a atração que puxa o olhar de uma pessoa para você”, explica Paulo. “Compare com Barack e Michelle Obama – ele andava lado a lado com a esposa, sempre de mãos dadas. Você podia perceber a sintonia entre eles de longe.”

  • O casal evita se tocar em público

Um casal em sintonia produz o que Paulo chama de “gesto espelho” – um imita a posição do outro sem perceber e até completam as frases do parceiro de maneira não intencional. O “fio invisível” também se percebe nitidamente em um casal apaixonado – o gesto de procurar e localizar o parceiro em um ambiente cheio e olhar diretamente nos olhos quando se conversa. “Quando um casal está em crise, mesmo que não briguem ou discutam, dá para notar porque o índice de sorrisos diminui muito e eles não se tocam. Um casal em sintonia, por outro lado, está sempre se tocando.”
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Matéria de Anna Fagundes, publicada originalmente no UOL, em 26/04/2017. Para acessá-la na íntegra: https://estilo.uol.com.br/comportamento/listas/ta-na-cara-como-o-corpo-acusa-quando-o-relacionamento-nao-esta-bem.htm

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Paulo Sergio de Camargo tem dois livros sobre o tema publicados pela Summus. Conheça-os:

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10707
LINGUAGEM CORPORAL
Técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais

Esta é a mais completa obra sobre o tema já publicada no Brasil. Ricamente ilustrada, aborda todos os aspectos da comunicação não verbal. Além disso, ensina o leitor a identificar quando alguém está mentindo e dá dicas de como usar a linguagem corporal a seu favor nas entrevistas de emprego.

 

10805NÃO MINTA PRA MIM! PSICOLOGIA DA MENTIRA E LINGUAGEM CORPORAL

Fruto de mais de 15 anos de pesquisa sobre o tema, este livro trata da linguagem corporal e, especialmente, da mentira. O objetivo é revelar ao leitor um meio prático de reconhecer as mentiras, lidar com os mentirosos e evitar as armadilhas que as mentiras impõem em diversos contextos: em casa, na escola, no ambiente de trabalho, na política. O tema é tratado tanto do ponto de vista científico como do prático, com exemplos do dia a dia das pessoas, mostrando desde os motivos pelos quais elas mentem à identificação da mentira por meio da observação da linguagem corporal. O autor não imprime um tom moralista, mas defende que não se constrói algo bom com base na mentira.

 

‘CUIDADO: USO DO CELULAR PODE ESTAR MODIFICANDO A CURVATURA DA SUA COLUNA’

Estudo aponta que pacientes jovens já estão relatando problemas de hérnia de disco e alinhamento; especialistas relacionam alteração ao uso do celular

Cirurgiões e especialistas em coluna vertebral estão percebendo um aumento no número de pacientes que reclamam de dor no pescoço e nas costas. O motivo? Provavelmente, o uso de aparelhos celular. É isso mesmo. De acordo com um estudo, a má postura durante o uso prolongado de smartphones pode estar causando sérios problemas de saúde em jovens e adultos do mundo todo.

A pesquisa, publicada no The Spine Journal, aponta que o uso intenso e irregular do celular é o motivo para alguns pacientes, especialmente pacientes jovens que ainda não deveriam ter problemas nas costas e pescoço , estarem relatando hérnias de disco e problemas de alinhamento .

“Em um raio-X, o pescoço normalmente se curva para trás, e o que estamos vendo é que a essa curva está sendo invertida, como acontece quando as pessoas olham para baixo focadas em seus telefones, por horas durante o dia”, declarou um dos autores do estudo, o Dr. Todd Lanman, um neurocirurgião espinhal do Cedars-Sinai Medical Center, em Los Angeles.

“A verdadeira preocupação é que não sabemos o que isso pode significar ou influenciar na vida de crianças, que hoje usam telefones o dia todo”, ponderou Lanman.

Outro especialista que também foi responsável pelo relatório, Jason Cuellar, cirurgião ortopédico da coluna vertebral em Cedars-Sinai, afirmou que as pessoas, muitas vezes, fazem esse movimento de olhar para baixo quando usando seus smartphones, principalmente, quando digitam.

Crianças que usam celular podem precisar de cirurgia antes dos 30 anos 

Estudos anteriores já haviam descoberto que as pessoas têm o pescoço em torno de 45 graus, e isso se torna ainda quando elas se sentem.  O impacto na coluna vertebral aumenta em posturas mais flexionadas, acrescentam os responsáveis pela pesquisa.

Enquanto, em uma posição neutra olhando para frente, a cabeça pesa cerca de 10 a 12 quilos. Já com o corpo flexionado em 15 graus, o peso pode aumentar para 27 quilos. O estresse na espinha aumenta conforme a envergadura da cabeça aumenta.

“Se fossemos levar em conta essa informação, pelo modo como as pessoas usam celulares hoje, uma criança de 8 anos precisa de cirurgia aos 28 anos”, disse Lanman. “Em crianças que têm a espinha dorsal ainda em fase de crescimento e não foi desenvolvida, não temos certeza do que esperar ou se isso pode mudar as anatomias normais”, disse ele à Reuters Health.

Como evitar?

Lanman e Cuellar sugerem mudanças simples no estilo de vida que podem aliviar o estresse da postura do pescoço. Eles recomendam a utilização de telefones celulares posicionados mais em frente ao rosto, ou perto do nível dos olhos, enquanto digitar. Usar as duas mãos e os dois polegares para criar uma posição mais simétrica e confortável para a coluna vertebral também é recomendável.

Além do uso do smartphone, os cirurgiões recomendam que as pessoas que trabalham com computadores utilizem um suporte de monitor elevado para que a tela fique nivelada com a altura dos olhos.

Para quem usa notebook, eles recomendam uma adaptação semelhante, usando um teclado e mouse separados para que o computador possa estar no nível dos olhos e ainda criar uma boa posição ergonômica durante a digitação.

“É difícil recomendar uma postura adequada para os usuários de celulares. Se elevarmos o telefone ao nível dos olhos para evitar a postura de olhar para baixo, ele irá adicionar novas preocupações para o ombro devido à postura de braço elevado”, pontuou Gwanseob Shin do Ulsan Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Ergonomia Laboratorial na Coréia do Sul, que não estava envolvido com o estudo.

“Uma recomendação mais prática seria descansos frequentes ou algum exercício físico que possa fortalecer os músculos do pescoço e do ombro”, disse Shin à Reuters Health.

Lanman também recomenda exercícios básicos que se concentram na postura. Ele pede aos pacientes para que deitem em suas camas e pendem suas cabeças sobre a borda, estendendo o pescoço para trás para restaurar o arco normal no pescoço.

Enquanto sentado, ele recomenda alinhar o pescoço e coluna, verificando se as orelhas estão sobre os ombros e os ombros estão sobre os quadris.

“Peça ao seu amigo para tirar uma foto de sua parte superior do corpo quando estiver usando digitando no celular e, em seguida, use a foto como imagem de fundo em seu telefone”, disse Shin. “Isso vai lembrá-lo de fazer pausas com frequência. Mesmo uma pequena pausa de alguns segundos – chamada de micro ruptura – pode ajudar nossos tecidos a se recuperar.”
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Matéria publicada originalmente no iG – Saúde. Para lê-la na íntegra, acesse: http://saude.ig.com.br/2017-04-20/uso-do-celular-pode-mudar-a-curvatura-da-coluna.html

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Quer saber mais sobre postural corporal? Conheça os livros abaixo, da Summus Editorial:
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10704DE OLHO NA POSTURA
Cuide bem do seu corpo nas atividades do dia a dia
Autores: Victor LiggieriChristina Ribeiro

Hoje, quatro milhões de brasileiros são submetidos a tratamento devido a dores provocadas pela postura incorreta. Porém, com atitudes simples e consciência corporal é possível mudar tal realidade. Nesta obra didática, totalmente ilustrada com fotografias, o leitor aprenderá a desempenhar as tarefas do cotidiano – como sentar-se, digitar, dirigir, escovar os dentes, carregar objetos pesados, cuidar do bebê – sem prejudicar a coluna e as articulações.
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10869POSTURA CORPORAL: UM GUIA PARA TODOS
Autora: Angela Santos

Aplicação prática dos conhecimentos de anatomia e fisiologia dos ossos, músculos e articulações em reabilitação postural. Contém informações preciosas para profissionais e orientação acessível aos leigos interessados na prevenção e no tratamento de desvios posturais.

 

 

‘EM BUSCA DE CONHECIMENTO E COMODIDADE, 90% DOS BRASILEIROS FARIAM CURSOS ONLINE’

A tendência pela busca de serviços digitais para as mais diversas áreas tem se expandido e, com a educação, não tem sido diferente. Uma pesquisa realizada pela NZN Intelligence, plataforma de pesquisa e inteligência da NZN, revelou que 90% dos brasileiros usuários da internet estão propensos a realizar algum tipo de cursos online, sendo que, dentre eles, 61% já fizeram.

De acordo com Felipe Simões, Diretor de Produto da NZN e especialista da plataforma Intelligence, os cursos online se popularizaram no País nos últimos anos e se estabeleceram como uma alternativa bastante procurada pelos brasileiros. “Seja por falta de tempo ou pela comodidade, essa modalidade de estudo parece atrair quem deseja se aperfeiçoar em algum campo ou precisa adquirir novos conhecimentos por uma exigência do mercado”, explica Simões.

Já entre as pessoas que disseram que não fariam um curso à distância, 35,5% já haviam realizado algum curso pela internet, enquanto 64,5% nunca tiveram essa experiência. Os 45% que nunca fizeram e não pretendem fazer apontaram a desconfiança na qualidade do ensino em relação aos cursos presenciais como principal motivo para isso. A pesquisa levantou ainda que 50% dos internautas brasileiros desconhecem as principais plataformas de EAD, o que segundo Simões se deve ao fato da falta de confiança na modalidade.

Nível de educação do curso

O nível de educação mais popular entre os usuários que fariam cursos pela internet foram os cursos livres, com 58% das pessoas apontando essa preferência em uma pergunta que permitia múltiplas respostas. Na sequência, apareceram os cursos técnicos (47%), cursos profissionalizantes (44%) e cursos de Ensino Superior (41%).

Entre as pessoas que já fizeram cursos pela internet, 57% fizeram cursos livres, 23% cursos técnicos, 22% cursos de Ensino Superior e 20% cursos profissionalizantes (mais de uma resposta permitida).

Área do curso

Os cursos que mais despertam o interesse dos usuários brasileiros de internet são disparadamente os de idiomas (59%), seguidos pelas Engenharias (25%), Administração (22%) e Gestão (21%) – com mais de uma resposta permitida.

Investimento mensal

Perguntadas sobre qual o valor máximo que investiriam em cursos online por mês, 26% dos pesquisados se mostraram dispostos a gastar R$ 50 por mês. A pesquisa foi aplicada a um público predominantemente jovem, com 41% de 18 a 24 anos, 35,7% de 25 a 34 anos e 12,87% de 35 a 44 anos. As mulheres representam 43,5% do público, e os homens 56,5%.

Matéria publicada originalmente no iG – Último Segundo, em 11/04/2017. Para lê-la na íntegra, acesse: http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2017-04-11/cursos-onlines.html

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Quer saber mais sobre EAD? Conheça:
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10715EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: PONTOS E CONTRAPONTOS
Organizadora: Valéria Amorim Arantes
Autores: José Manuel MoranJosé Armando Valente
SUMMUS EDITORIAL 

Qual o papel das novas tecnologias de informação e comunicação no cotidiano das escolas e dos cursos de formação profissional? A educação a distância e as novas modalidades de ensino e aprendizagem ampliam o acesso à educação de qualidade ou prejudicam o processo educativo? O diálogo estabelecido entre os autores deste livro nos ajuda a compreender essas questões e as complexas relações entre tecnologia e educação neste início de século.

AUTORA DO LIVRO “RELAÇÕES PÚBLICAS NA CONTEMPORANEIDADE” AUTOGRAFA EM SÃO PAULO

A Summus Editorial e a Livraria Martins Fontes promovem no dia 18 de abril, terça-feira, das 18h30 às 21h30, a noite de autógrafos do livro Relações públicas na contemporaneidade – Contextos, modelos e estratégias. A autora da obra, a professora Bianca Marder Dreyer, receberá os convidados na livraria, que fica na Av. Paulista, 509 (próximo à Estação Brigadeiro do metrô).

Como contextualizar a atividade de relações públicas na contemporaneidade? Qual a relação da sociedade em que vivemos com a atividade de relações públicas? O profissional de RP deve ainda defender a transparência das organizações? Existem modelos que podem ajudar na gestão da comunicação? Quais elementos devemos considerar para planejar a comunicação em tempos de mídias sociais digitais? Como classificar os públicos no ambiente digital? Qual a relação entre interação e visibilidade para as empresas? Esses são alguns dos questionamentos respondidos pela autora. Atual e instigante, a obra apresenta, entre outros temas, mais de 10 modelos para a gestão da comunicação nas organizações e demonstra que a forma de construir relacionamentos mudou.

“Acredito no potencial da atividade de relações públicas e nas inúmeras possibilidades de atuação do profissional nessa área”, diz a autora, destacando que considera fundamental o olhar contemporâneo e resiliente para fatores que desde sempre fizeram parte da atividade. Para ela, com a chegada das tecnologias de informação e comunicação (TICs), os públicos esperam muito mais das organizações e querem dialogar com elas. “O nosso dia a dia está mais conversacional devido ao uso dos diversos recursos e de plataformas digitais”, afirma Bianca, lembrando que cabe ao profissional de RP a gestão contemporânea da comunicação nas empresas.

As questões abordadas pela professora estão divididas em seis capítulos e mostram que as relações públicas experimentam hoje um incrível momento. Ela abre as discussões com o tema “A sociedade do século XXI na perspectiva das relações públicas contemporâneas”, apresentando algumas características da sociedade nos dias de hoje e propondo ao leitor uma reflexão sobre temas a ser considerados na elaboração de modelos e no planejamento da comunicação para empresas.

Para saber mais sobre o livro, acesse: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1466/9788532310606

Convite_RP na contemporaneidade

 

POR QUE MENTIMOS TANTO?

A mentira faz parte da história da civilização. Ao longo dos séculos, inúmeros pesquisadores se dedicaram ao tema pelas diferentes vertentes: científica, social, moral e até evolutiva. Apesar da diversidade do assunto, uma conclusão é unânime: toda mentira – até mesmo a mais inofensiva – tem consequências.

De acordo com estudos, escutamos, em média, 210 mentiras por dia. Da falsa informação acrescentada no currículo às falácias dos políticos, do conto do vigário ao autoengano, a mentira faz parte da história da civilização. Especialista em grafologia e linguagem corporal, Paulo Sergio de Camargo mergulhou no tema com o objetivo de revelar um meio prático de reconhecer as mentiras, lidar com os mentirosos e evitar as armadilhas que as mentiras impõem em diversos contextos: em casa, na escola, no ambiente de trabalho, na política.

Os métodos, é claro, não são 100% eficazes. “Temos a equivocada propensão a acreditar que somos capazes de identificar mentiras com certa facilidade. Não é bem assim. Após anos de estudos e pesquisas, sei que devemos ter cautela ao tentar reconhecer alguém com capacidade e habilidade cognitivas para enganar quem quer que seja”, afirma Camargo.  Pequenas mentiras, mentiras brancas, mentiras inocentes – ou qualquer que seja o nome dado a elas – uma coisa é certa: elas vão minar a confiança de alguém ao longo do tempo, segundo o especialista. “Toda a mentira – até mesmo a mais inofensiva – tem consequências”, diz

10805No livro Não minta pra mim! Psicologia da mentira e linguagem corporal, da Summus Editorial, Camargo apresenta definições de mentira e destrincha as principais situações em que ela se instala. Fruto de mais de 15 anos de pesquisa, a obra destaca a realidade nacional em relação ao assunto e aborda os principais sinais da linguagem corporal dos mentirosos.

De acordo com Camargo, não somos um país singular quando o assunto é mentira, mas há muitas diferenças em relação a outras culturas. “Talvez a leniência com que tratamos as mais descaradas mentiras seja nossa característica mais marcante”, diz o especialista.

Em 20 capítulos, Camargo transmite a maior quantidade possível de informações a respeito do tema, mesmo reconhecendo que ainda há muito para ser estudado e até mesmo descoberto. Os capítulos tratam da dificuldade de definir a mentira, dos tipos de mentira, do autoengano, do porque mentimos, da mentira escrita como falsificações e atestados médicos, da mentira como doença, dos sentimentos relacionados à mentira, dos mentirosos em cadeia nacional, da linguagem corporal e das microexpressões no momento da mentira, entre outros temas.

“A mentira influencia grandemente a nossa vida; nascemos, crescemos e evoluímos diante da mentira. Nem sem­pre é possível enfrentá-la. Mesmo tentando nos prevenir contra as mentiras, seremos sempre enganados. De certa forma, essa certeza pode ser até reconfortante, pois nos torna mais sensíveis e humanos”, conclui Camargo.

Paulo Sergio de Camargo é um dos mais bem preparados e conceituados grafólogos brasileiros. Fez pós-graduação em gerência e desenvolvimento de Recursos Humanos na UniFae Centro Universitário, em Curitiba, e atuou como instrutor de grafologia no Centro de Psicologia Aplicada (Cepa), no Rio de Janeiro, entre 1994 e 2002. É constantemente convidado a fazer palestras no Chile, na Argentina e no México, e nos últimos anos tem-se dedicado ao estudo da linguagem corporal. Publicou, pela Ágora, os seguintes livros: A grafologia no recrutamento e seleção de pessoal; Grafologia expressiva; e Sua escrita, sua personalidade. Pela Summus, lançou também Linguagem corporal – Técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais.

Saiba mais sobre o livro, acessando: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//9788532308054

‘NOVO ESTUDO APONTA QUE BEBÊS QUE RECEBEM MAIS CARINHO SE DESENVOLVEM MELHOR. ENTENDA COMO A PESQUISA FOI FEITA’

Não é novidade para ninguém que o carinho dos pais para os filhos é essencial. Um estudo recente desenvolvido pelo Nationwide Children’s Hospital, de Ohio, nos Estados Unidos, veio para confirmar isso. Os resultados da pesquisa mostram que as primeiras experiências sensoriais que os bebês recebem permanecem em seus cérebros pelos próximos anos.

O estudo mostra a importância do carinho  nos primeiros momentos de vida. Os resultados da pesquisa, que foi publicada na revista norte-americana “Current Biology”, apontam que os bebês prematuros respondem de forma diferente ao toque em comparação com aqueles que nasceram no tempo previsto.

Crianças prematuras tiveram menos contato de afeto com os pais e profissionais da saúde. Por isso, a resposta do cérebro não é tão forte quanto no caso dos bebês que passaram mais tempo com a família logo após o nascimento.

Como a pesquisa foi feita

Para chegar a esse resultado, os responsáveis pelo estudo analisaram um total de 125 bebês. Entre eles, os prematuros, com idade gestacional de 24 a 26 semanas, e os nascidos a termo (no período esperado), entre 38 a 42 semanas.

A análise foi feita pouco antes das crianças saírem do hospital e irem para a casa. Os pesquisadores submeteram os bebês ao contato com uma rede macia de 128 eletrodos, que registraram como o cérebro de cada um respondia a um sobro suave do ar na pele. Neste momento, foi identificado que os prematuros tiveram respostas cerebrais mais reduzidas ao estímulo.

O que os resultados indicam

O resultado da pesquisa é reflexo do modo como os bebês foram acostumados com o contato físico. Aqueles que nasceram no tempo previsto passaram mais tempo com os pais e funcionários do hospital, ou seja, receberam mais carinho. Já os prematuros passaram muito tempo na unidade de tratamento intensivo neonatal e ficaram mais distante do contato físico. Para Nathalie Maitre, os pais devem atentar-se a esse fato e cuidar para evitar o isolamento de filhos prematuros.

Matéria publicada no Delas – iG em 21/03/2017. Para lê-la na íntegra, acesse: http://delas.ig.com.br/filhos/2017-03-21/carinho-estudo.html

 

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Tem interesse pelo assunto? Conheça:

GESTOS DE CUIDADO, GESTOS DE AMOR
Orientações sobre o desenvolvimento do bebê
10378Autor:  André Trindade
SUMMUS EDITORIAL

Cuidar de um bebê demanda mais que amor e instinto: exige precisão. Este livro encantador ensina pais, mães, professores e cuidadores em geral a lidar com bebês de maneira correta nas mais diversas situações: o banho, a amamentação, a massagem, o sono e muito mais. Belamente ilustrado e impresso em 4 cores, aborda ainda o desenvolvimento motor e cerebral das crianças desde o nascimento até os 3 anos.

‘ESCRITA É INCENTIVADA EM JOGO PRODUZIDO POR PESQUISADORA DA FEUSP’

Em um levantamento feito pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), o Brasil tem 13 milhões de analfabetos. Mas a questão é mais complexa do que se imagina. Esse número pode ser ainda maior se forem considerados os chamados analfabetos funcionais, ou seja, aqueles que tem dificuldade de compreender textos simples. Com isso em mente, a pesquisadora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP), Silvia Colello, idealizou um jogo para estimular a prática da escrita.

O jogo chamado de “Escola: dá pra encarar?”, que conquistou o segundo lugar na categoria game no Prêmio ARede Educa, foi desenvolvido como parte da tese de Livre-Docência junto ao Departamento de Filosofia da Educação e Ciências da Educação da FEUSP e contou com a participação de crianças da ONG Instituto Franco Vive, de São Paulo (SP), da faixa etária de 6 a 10 anos, oriundas da rede pública de ensino.

“Enquanto os filhos de classes sociais mais privilegiadas tem pais que contam histórias e que usam a língua escrita e possuem livros em casa, as crianças da Ong não tem esse acesso. Então montei essa pesquisa para descobrir uma maneira de fazer com que essas crianças se envolvessem mais no aprendizado da escrita”

Que vocês resolvam o problema!

Em formato de tabuleiro, os estudantes só conseguem chegar ao final – e vencer o jogo – após uma série de resoluções de problemas relacionados à escola. Para Colello, esse tipo de atividade desperta nos alunos o senso de responsabilidade e a vontade de aprender. O jogo possui três vertentes de problemas: pedagógicos, relacionais e administrativos.

“Propus isso porque, apesar das crianças irem todo dia à escola, elas tem uma visão muito superficial sobre seu funcionamento. Então, na maioria das atividades, o que se ouvia eram coisas do tipo ‘tem que ir pra escola pra não ser burro’ ou ‘tem que ir pra escola pra ser alguém na vida’”, comenta.

A pesquisadora parte do princípio de que não podemos subestimar as crianças, apesar de muitas delas terem uma relação ruim com o conhecimento e com a escola. Ao trazer problemas concretos, pelo quais muitas delas passam, foi quando a experiência se intensificou. Um dos exemplos de problemas era quanto a um troféu que uma turma ganhou. Eles tinham que decidir em que sala esse troféu ficaria.

Com isso, ao longo do trajeto do tabuleiro, eles vão acumulando ou repassando problemas e ao final, é visto o saldo de problemas restantes; a partir deles os alunos produzem textos explicando como poderiam resolvê-los. “Fiquei impressionada com o impacto que esse jogo teve, ao gerar neles uma reflexão da cultura escolar”.

As fases do interesse

Colello observou também o impacto que tinha quando os convidava para jogar. De início, conta ela, os estudantes ficavam arredios e perguntavam, de longe. “o que que é isso aí?”. “Muitas crianças estão tão desencantadas do ambiente escolar que já chegam falando ‘ah, eu não quero fazer’, então eu as deixava só observando”, explica.

No segundo momento do jogo a pesquisadora explica que as coisas já mudavam. Aqueles que antes não queriam participar, começavam a interferir nas ideias dos colegas. O terceiro momento é o da tomada de atitude, com os alunos impondo seus pensamentos e suas ideias.

Colello afirma que a conclusão óbvia a que chegou foi que, sim, as crianças da periferia estão atrasadas. A conclusão não óbvia é que, pelo pouco que se faz, elas reagem muito. “Isso põe abaixo a ideia de que as crianças são apáticas, e que não querem se envolver na aprendizagem”.

“A ideia é que a escola pode mudar, ela deve mudar, se aproximar do lúdico. Deve provocar a criança com suas atividades, para elas saírem dessa condição de marasmo e se tornarem mais protagonistas do seu conhecimento”, afirma a pesquisadora.

Texto publicado originalmente no site da Faculdade de Educação da USP. Para acessá-lo na íntegra: http://www4.fe.usp.br/escrita-e-incentivada-em-jogo-produzido-por-pesquisadora-da-feusp

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Silvia Colello é autora da Summus Editorial. Conheça seus livros:

10657ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: PONTOS E CONTRAPONTOS
Organizadora: Valéria Amorim Arantes
Autores: Silvia M. Gasparian Colello, Sérgio Antônio da Silva Leite

Neste livro, dois especialistas da Unicamp e da USP ampliam a compreensão do ensino da língua escrita. É possível alfabetizar sem retornar à cultura cartilhesca? Qual o papel da afetividade na alfabetização? Como sistematizar o trabalho pedagógico em sala de aula? Que paradigmas devem ser revistos no caso da aprendizagem escrita? Essas e outras perguntas são respondidas e debatidas nesta obra fundamental ao professor.
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10246A ESCOLA QUE (NÃO) ENSINA A ESCREVER
Autora: Silvia M. Gasparian Colello

A fim de repensar as concepções acerca da língua, do ensino, da aprendizagem e das práticas pedagógicas, este livro levanta diversos questionamentos sobre a alfabetização como é praticada hoje nas escolas. Depois de analisar diversas falhas didáticas e tendências pedagógicas viciadas, a autora oferece alternativas que subsidiem a construção de uma escola que efetivamente ensine a escrever.

 

10711TEXTOS EM CONTEXTOS
Reflexões sobre o ensino da língua escrita
Organizadora: Silvia M. Gasparian Colello
Autores: Teresa Cristina Fernandes Teixeira, Érica de Faria Dutra, Gláuci Helena Mora Dias, Maria Aparecida Vedovelo Sarraf, Maria de Lurdes Valino, Martha Sirlene da Silva, Márcia Martins Castaldo, Nilma Guimarães , Silvia M. Gasparian Colello, Andréa Luize

Com o objetivo de discutir a alfabetização em sua complexidade, esta obra usa o referencial socioconstrutivista para relacionar teoria e prática em diferentes abordagens: as concepções de ensino e de escrita, as trajetórias escolares na alfabetização de crianças e adultos, os processos cognitivos na aprendizagem da escrita, a produção textual na infância e adolescência, os desafios da transposição didática e a formação de professores alfabetizadores.

ODIR CUNHA LANÇA “LIÇÕES DE JORNALISMO” NA LIVRARIA DA VILA, NO SHOPPING PÁTIO HIGIENÓPOLIS

A Summus Editorial e a Livraria da Vila (Shopping Pátio Higienópolis-SP) promovem no dia 14 de março, terça-feira, das 18h30 às 21h30, o lançamento do livro Lições de jornalismo, do premiado jornalista e escritor Odir Cunha. A livraria fica no Shopping Pátio Higienópolis, piso Pacaembu (Av. Higienópolis, 618 – São Paulo).

Os profissionais mais críticos dizem que o jornalismo morreu. Não para os jovens que continuam encantados com a profissão. Embora tenham pouca ou nenhuma ideia do que fazer e por onde começar no jornalismo, eles ainda veem a profissão como uma forma de mudar o mundo. É para esses jovens que o premiado jornalista e escritor Odir Cunha escreveu o livro Lições de jornalismo, lançamento da Summus Editorial.

Com mais de 40 anos de profissão e passagem pelas grandes mídias, o autor reuniu 60 histórias valiosas de lições que aprendeu ao longo de sua carreira. São relatos de um profissional que desenvolveu seu talento, respeitando e lapidando qualidades essenciais para quem sonha com a profissão.

“O fato de não ter permanecido muitos anos em uma mesma empresa e de não ter me dedicado à mesma tarefa jornalística acabou por me dar, acredito, uma vivência enriquecedora em várias mídias: do jornal diário às revistas, às rádios, às tevês e à internet, sem contar os livros, para mim também uma forma de fazer jornalismo”, afirma Cunha, que tem 27 obras publicadas.

Ganhador de dois Prêmios Esso e três da Associação Paulista dos Críticos de Arte, Odir estabelece um diálogo franco e amigável com o leitor em suas lições. Para ele, a primeira qualidade de um jornalista é a humildade – essencial para aprender com os outros, para ser educado até com os arrogantes e para se colocar no lugar de um mero instrumento entre a notícia e o público. “Sem a consciência das próprias limitações e a vontade de trabalhar, humildemente, para superá-las, não se chega a lugar nenhum na profissão”, afirma.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1461/9788532310590
 

Lições de jornalismo

WILSON CASTELLO DE ALMEIDA AUTOGRAFA O LIVRO “ELOGIO A JACQUES LACAN” NA LIVRARIA DA VILA, EM SÃO PAULO

A Summus Editorial e a Livraria da Vila (Vila Madalena – SP) promovem no dia 6 de março, segunda-feira, das 18h30 às 21h30, a noite de autógrafos do livro Elogio a Jacques Lacan. O psiquiatra Wilson Castello de Almeida, autor da obra, receberá os convidados no piso térreo da livraria, que fica na Rua Fradique Coutinho, 915 – Piso Térreo – Vila Madalena, São Paulo.

Jacques-Marie Émile Lacan (1901-1981) foi presença heroica para a união contemporânea da psicanálise com a psiquiatria. No livro, Almeida apresenta uma visão geral, ampla e apaixonada da vida e do pensamento do psiquiatra. Segundo o autor, a afirmação imperativa de Lacan – “o psicanalista não deve recuar diante da psicose” – é compreendida como convocação para se ter coragem intelectual de aprofundar-se no estudo teórico e clínico da psicopatologia com rigor e ética.  “Cabe ao psiquiatra o destemor para ampliar sua prática, formando-se em outra dimensão do conhecimento sem precisar renegar a sua origem médica”, afirma o autor.

Ao longo da obra, o psicoterapeuta ressalta os elementos que sustentam as ideias de Lacan sobre a psicose e sua repercussão na clínica psiquiátrica, com destaque para dois casos: Schreber e Joyce. “O meu papel é o do médico, psicoterapeuta com formação em psiquiatria, psicodrama e psicanálise, que se entusiasmou pelo Lacan, também médico, que nunca se afastou da psiquiatria, abrindo, entretanto, espaço para filósofos e não filósofos na compreensão da psicanálise”, diz Wilson.

Em suas leituras, o autor afirma ter detectado os três lados de Lacan: o filósofo, o retórico e o clínico – capaz de ver e ler a psicanálise de outro modo. Segundo ele, Lacan é aquele que tira a psiquiatria do limbo das especulações inúteis do “achismo” para dar a ela novo movimento, conforme a evolução das ciências contemporâneas, atrelando-a à psicanálise, que ele relê e enriquece com sua visão criativa.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1459/Elogio+a+Jacques+Lacan

Elogio a Jacques Lacan

‘4 ATITUDES QUE SÓ LEVAM VOCÊ AO FRACASSO, SEGUNDO ESPECIALISTAS’

São Paulo – Se você já colocou, ou espera um dia colocar, sua carreira em “piloto automático”, ou seja, anseia por navegar pelo mercado sem que seja necessário fazer o esforço dos anos iniciais na profissão, cuidado. Isso pode levá-lo à derrocada, garantem especialistas.

“Não existe espaço para acomodados. Piloto automático para carreiras só serviria se fosse de 3ª geração e com inteligência cognitiva”, brinca, Irene Azevedoh, diretora de transição de carreira da LHH.

A dificuldade em perceber a volatilidade do mundo é mais evidente em profissionais de segmentos que enfrentam menos turbulências, segundo Irene.  Por outro lado, quem já passou por reestruturações, fusões e aquisições muito provavelmente tem maior grau de consciência.

“Não existe mais um mundo seguro, nem garantia, nem zona de conforto”, diz Jaqueline Weigel,  coach estudiosa de futurismo  e focada em ajudar as pessoas a fazer a transição para a nova era.  É que diante desse cenário, atitudes se tornam obsoletas e podem significar a fracasso profissional, segundo os especialistas.

O que acontece, muitas vezes, é que comportamentos já sem validade hoje seguem sendo praticados por profissionais ainda que eles adotem discurso completamente diferente e ajustado aos novos tempos. “A maioria é farsa”, diz Jaqueline.

Confira que tipo de mentalidade não dá mais resultado na carreira de ninguém:

1. “Eu sei como se faz”

Imagine um engenheiro que há 30 anos trabalhe da exata mesma forma. A quem questiona o seu modo de fazer ele dá a clássica resposta: “sei como se faz, sempre foi assim que eu fiz”.

Profissionais com essa mentalidade perdem espaço para aqueles que têm o foco direcionado para a experimentação e visão sistêmica. Ganham destaque pessoas que topam experimentar novas maneiras de fazer as coisas e que consigam perceber como mudanças na rota afetam o todo da operação.

2. “Eu insisto”

Sem consciência da velocidade de mudança, insistir em caminhos antigos ainda que eles não funcionem mais é outra atitude obsoleta para limar da carreira. “Temos que parar de perder tempo tentando arrumar o que não vale. É como querer consertar um videocassete nos dias de hoje”, diz Jaqueline.

Se não traz mais resultado, o melhor é tomar outro rumo.“Pessoas muito rígidas e não dispostas a se adaptar a essa realidade de mundo volátil estão comentendo um dos erros que considero cruciais na carreira”, diz Irene Azevedoh.

A mudança é constante e rápida e já há quem saiba disso. “São aqueles profissionais que pensam: não deu certo? Vamos fazer de outro jeito”, diz Jaqueline.

3. “Uso meu poder para impor o que eu quero”

É o medo de não possuir as competências necessárias para percorrer novas trilhas que leva profissionais a adorar o que já conhecem. “Pessoas com essa mentalidade, geralmente, usam sua autoridade para impor velhos caminhos”, diz Jaqueline.

Executivos identificados com poder, comando, controle, ego e vaidade tendem a decretar sua vontade sem pensar no que é melhor para o negócio e, por isso, vão fracassar.

Está mais ajustado à atualidade quem é nutrido pelo novo e não liga para autoridade. “ Pelo contrário, compartilha o poder, estimula, empodera e acompanha, ao invés de controlar”, diz Jaqueline.

4. “NÃO OLHO À MINHA VOLTA”

É o tal do piloto automático. “Enquanto não há razões graves, tem muita gente que não vai mudar”, diz Jaqueline.

O contrário desse comportamento é ser aberto, consciente e questionador. “Geralmente são pessoas imbuídas de grande valor moral e ético e que não se convencem com a máxima é assim que funciona”, diz Jaqueline.

Irene, da LHH, chama atenção para a importância da capacidade de aprendizado nesse mundo de rupturas tecnológicas. “Um recrutador vai querer saber, por exemplo, quantas vezes na carreira, o profissional quis aprender algo novo”, diz.

Ela afirma que adaptabilidade e capacidade de aprendizado fazem parte de um “pacote de competências” que todo profissional deve ter.

Matéria publicada originalmente na Exame.com. Para lê-la na íntegra, acesse:
http://exame.abril.com.br/carreira/4-atitudes-que-so-levam-voce-ao-fracasso-segundo-especialistas/

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