NOITE DE AUTÓGRAFOS NA LIVRARIA DA VILA DO SHOPPING PÁTIO HIGIENÓPOLIS, EM SÃO PAULO

Convidados e amigos prestigiaram o lançamento de Os animais e a psique –
Volume 2
, da Summus Editorial. O evento aconteceu na última terça-feira, 17 de outubro, na Livraria da Vila do Shopping Pátio Higienópolis em São Paulo.

AUTORAS O SEGUNDO VOLUME DO LIVRO “OS ANIMAIS E A PSIQUE” AUTOGRAFAM EM SÃO PAULO

A Summus Editorial e a Livraria da Vila (Shopping Pátio Higienópolis) promovem no dia 17 de outubro, terça-feira, das 18h30 às 21h30, a noite de autógrafos do segundo volume do livro Os animais e a psique. As autoras – Denise Gimenez Ramos, Maria do Carmo De Biase, Maria Helena Monteiro Balthazar, Neusa Maria Lopes Sauaia, Roseli Ribeiro Sayegh e Stella Maia T. Cerquinho Malta – recebem os amigos e convidados na livraria, que fica no Shopping Pátio Higienópolis, piso Pacaembu (Av. Higienópolis, 618 – São Paulo).

Presente no cotidiano, nos sonhos, nas fantasias, nos mitos, nos contos, no folclore e na arte, o animal é uma das imagens mais poderosas para o ser humano. Essa proximidade foi objeto de estudo de um grupo de psicólogas que dedicou anos de pesquisas a expandir a compreensão dessa rica relação. No segundo volume do livro Os animais e a psique, as autoras analisam sete animais – asno, camelo, gato, golfinho, morcego, raposa e rato – e mostram como a energia deles se manifesta simbolicamente no homem, na forma de forças variadas e significativas.

Os animais são abordados no livro em suas várias dimensões, tanto no aspecto biológico quanto no aspecto simbólico. Na parte biológica, as autoras ressaltam aspectos etológicos, ou seja, relativos aos hábitos de cada animal e sua relação com o ambiente, além de características anatômicas e fisiológicas. Na parte simbólica, contos, mitos, histórias, sonhos e fantasias das mais diferentes origens ajudam a compor a importância desses animais na cultura e na mente humana, com ênfase à cultura brasileira, sobretudo lendas e costumes folclóricos.

“Não é mais possível viver sem considerar o significado dos animais em nossa vida. Eles exercem grande fascínio sobre nós, como podemos observar na enorme quantidade de livros e filmes que retratam de modo antropomórfico ou realista as qualidades peculiares de muitos deles. Por meio dessa fácil e imediata identificação, valores humanos são transmitidos e vivenciados por crianças e adultos, permitindo a incorporação de diversas qualidades desses animais”, afirmam as psicólogas.

Para saber mais sobre o livro, acesse: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//9788532310774

http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1478/Animais+e+a+psique,+Os+-+Vol.+2

Clique aqui e saiba mais sobre o livro a ser lançado

 

‘MULHERES CONTAM AS MAIORES CULPAS QUE SURGIRAM COM A MATERNIDADE’

Por mais injusto que possa parecer, o sentimento de culpa é algo que chega junto com a maternidade. Os motivos vão dos mais comuns, como os planos de parto e amamentação não saírem como o desejado, até aqueles que surgem depois do período de licença, como o fato de deixar o filho para voltar ao trabalho. Cada uma segue e lida com suas dores de uma forma.

E é bom que seja assim. Segundo Anna Mehoudar, psicanalista do Gamp 21 (Grupo de Apoio à Maternidade e Paternidade), ser mãe [e pai] é um aprendizado contínuo, que não termina no primeiro mês ou ano dos filhos.

“No começo da vida materna, a mulher precisa lidar com a ambivalência de ter nos braços algo que sempre quis (ou não necessariamente) e sofrer por tê-lo. O conflito psíquico está presente. Nesses momentos, o entendimento de que a figura dela como pessoa não se desfez com a chegada do bebê é essencial.”

Além disso, a especialista cita a pressão da sociedade, que idolatra a infância e faz a mãe se sentir culpada por não cuidar da criança da forma “ideal”. “É perfeitamente aceitável que os pais queiram dar tudo do bom e do melhor, mais do que tiveram e o famoso discurso de não cometer os erros daqueles que os criaram. Entretanto, não é possível ter controle de tudo e, muitas vezes, os planos não saem como previstos e o filho está ‘muito bem, obrigada'”.

Diante de todos esses embates, é preciso procurar ajuda, seja especializada, na terapia, ou em grupos para que encontre semelhantes.

A seguir, conversamos com cinco mulheres sobre as culpas que as acompanham na caminhada da maternidade.

Terapia me fez entender que não posso fazer o papel do pai

“Desde que meus filhos tinham 2 e 3 anos, sou separada do pai e me sinto muito culpada pela responsabilidade de cria-los sozinha. Preciso responder pela educação, valores e tudo o que tange a formação deles como ser humano, e não sinto que faço com excelência. Tento dividir esses conflitos com meu ex-marido, que só convive com as crianças de 15 em 15 dias, mas sou ignorada. Além dessa falta de apoio do pai deles, conto com a cobrança dos familiares. Quando me vi sem ânimo, paciência e descontando nos meus filhos toda essa frustração, comecei a fazer terapia. Estava enxergando o meu papel como ‘o chato’ da vida deles, mas, hoje, também com a ajuda de grupos relacionados à maternidade, consegui ampliar minha visão sobre o assunto. Sigo sem apoio e reconhecimento, mas entendi que não posso deixar de fazer o meu papel de mãe, mas que não sou o pai. A responsabilidade é dele e não devo me culpar pela atitude dos outros”, Daniela, 34, mãe de duas crianças, de 7 e 8 anos.

Minha filha estava abaixo do peso por minha culpa

“Ser mãe é a experiência mais legal e sofrida que o ser humano pode viver. É uma mistura de sentimentos. Ao mesmo tempo que amo minha filha de uma forma indescritível, já tive (e tenho) pensamentos de arrependimento por ter decidido tê-la. Então, no primeiro sorriso, vem a culpa de ter sentido isso. Eu não tive o parto que desejei, passei por uma cesárea depois de cerca de sete horas em trabalho de parto. Fiquei muito frustrada. Depois disso, quando ela estava com três meses, em uma consulta com o pediatra, descobri que meu leite não era o suficiente. Aquilo me arrasou. Minha filha estava abaixo do peso porque eu não era capaz de alimentá-la da maneira correta? Até hoje não consigo entender como tinha tanto leite, ouvia o choro e não percebia que era fome porque ela tinha acabado de passar mais de uma hora no peito. Acho que esse remorso seguirá para sempre, mas também penso que faz parte dessa loucura que é a maternidade”, Sandra, 32, mãe de uma menina de 2 anos.

Texto parcial extraído de reportagem de Thais Carvalho Diniz, publicada no UOL em 06/10/2017. Para ler a matéria na íntegra, acesse: https://estilo.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2017/10/06/mulheres-contam-as-maiores-culpas-que-surgiram-com-a-maternidade.htm

 

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A psicanalista Anna Mehoudar é autora da Summus Editorial. Conheça seu livro:

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DA GRAVIDEZ AOS CUIDADOS COM O BEBÊ
Um manual para pais e profissionais

A gravidez e o parto são marcos na vida da mulher e da família. Neste livro, dedicado a pais e a profissionais de saúde, a psicanalista Anna Mehoudar aborda os aspectos clínicos e psicológicos da gestação e dos primeiros meses com o bebê. Voltada para o parto humanizado e a atenção global à gestante, a obra tem caráter prático e cobre uma vasta gama de assuntos, da mala a ser levada na maternidade à amamentação.

‘7 FATOS QUE PROVAM O LADO BOM DA ROTINA PARA OS RELACIONAMENTOS’

Rotina nem sempre é sinônimo de tédio, chatice, monotonia. Bem dosada, traz tranquilidade para um casal ficar mais unido, enfrentar problemas e ganhar tempo para curtir os momentos a dois.

  1. A rotina não é a principal inimiga do sucesso de uma relação

Em geral, é apontada como vilã, mas são outras questões que promovem o distanciamento do casal: excesso de trabalho, problemas financeiros, divergências de objetivos, chegada de filhos, ciúme, mágoas. Se o relacionamento já está fragilizado, a rotina pode chamar a atenção para o problema e fazer com que os envolvidos tenham que encarar e lidar com a questão.

  1. Rotina não tem nada a ver com monotonia

Ter um dia a dia organizado não é sinônimo de uma relação monótona. Aliás, quanto mais disciplinado for o cotidiano de um casal, mais tempo os dois terão para curtirem bons momentos juntos. A distância emocional, a falta de comunicação e a ausência de carinho envenenam a rotina, levando as pessoas a entrarem em uma zona de conforto movida a pessimismo, pouca ação e baixo investimento na relação. Isso, sim, traz tédio, insatisfação constante e aprisionamento.

  1. A previsibilidade é saudável

Ao organizar a vida, a rotina pode nos ajudar a ganhar mais tempo de qualidade e abre espaço para fazer planos. Ela dá tranquilidade, evita ansiedade e combate a montanha-russa de sentimentos que uma vida muito dinâmica provoca. O relacionamento evolui melhor quando há uma rotina porque é menor a possibilidade de gerar expectativas frustrantes em relação aos compromissos mútuos.

  1. A sensação de pertença faz bem

A estabilidade amorosa permite que os dois se expressem sem receios e desenvolvam suas individualidades. É bom saber que há alguém com quem se pode contar e fazer planos em comum. Ter segurança na esfera amorosa ajuda a lidar melhor com os problemas em outros campos, como o trabalho e os conflitos familiares. O apoio quando um dos dois enfrenta algum perrengue estreita o vínculo e cria força para encarar o que quer que seja. Há mais ação e menos vitimização.

  1. Rotina é sinônimo de boa comunicação

As piadas internas, que criam intimidade e fortalecem o vínculo, provam dia após dia que o casal pode lidar com suas fragilidades e falhas com humor, que é um dos melhores antídotos contra a monotonia no relacionamento. Rir de histórias comuns traz leveza à relação. Outro benefício importante é as delícias proporcionadas pela comunicação só com o olhar, resultado de uma relação baseada em vivência, empatia, carinho e admiração.

  1. Uma vida agitada também tem suas armadilhas

Um cotidiano mais movimentado com festas, viagens e surpresas nem sempre significa uma vida emocionante. Na verdade, a busca por tanta animação pode ser uma forma de defesa. Um dos dois, ou ambos, não consegue encarar a realidade, vive fugindo e preenchendo o espaço para mascarar as insatisfações.

  1. Compartilhar é reconfortante

Ter uma rotina permite que o casal possa fazer atividades juntos que lhe tragam prazer e dissipem o estresse do cotidiano, seja assistir TV juntos, fazer academia, sentar à mesa para jantarem, conversar, desabafar, pedir conselhos, bater papo. Um relacionamento saudável necessita da rotina: é gostoso estar junto e ter hábitos. Há prazer em chegar em casa, conversar, dar e receber carinho, ter seu porto seguro para seguir em frente.
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Fontes: Triana Portal, psicóloga clínica e terapeuta de casal, de São Paulo (SP), e Vanda Lucia Di Yorio Benedito, psicóloga, coordenadora do Núcleo de Casal e Família na Clínica da SBPA (Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica) e organizadora do livro “Terapia de Casal e de Família” (Ed. Summus).

 

Matéria de Heloísa Noronha, publicada originalmente no UOL, em 03/10/2017. Para acessá-la na íntegra: https://estilo.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2017/10/03/7-fatos-que-provam-o-lado-bom-da-rotina-para-os-relacionamentos.htm

 

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Conheça o livro:
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TERAPIA DE CASAL E DE FAMÍLIA NA CLÍNICA JUNGUIANA
Teoria e prática
Organizadora: Vanda Lucia Di Yorio Benedito
Autores: Vanda Lucia Di Yorio BeneditoAurea Afonso M. CaetanoCláudia NejmeDeusa Rita Tardelli RoblesIrany de Barros AgostinhoIsabel Cristina Ramos de AraujoJane Eyre Sader de SiqueiraLiriam Jeanette EstephanoMaria Beatriz Vidigal Barbosa de AlmeidaMaria da Glória G. de MirandaMaria Silvia C. PessoaMarli TagliariOlga Maria FontanaSusan Carol AlbertAdriana Lopes Garcia

Este livro preenche uma lacuna existente na literatura da psicologia analítica no que se refere ao atendimento de casais. A coletânea aborda, entre outros assuntos, o histórico da abordagem no Brasil, a conjugalidade, o sonho como recurso terapêutico, o uso do sandplay e o processo de individuação.

‘SAIBA COMO LIDAR COM AS BRIGAS ENTRE IRMÃOS’

Irmãos brigam mesmo, é assim! Mas alguns quebra-paus passam do limite. Saiba lidar com eles

Não importa o motivo: seja pelo brinquedo novo, pelo controle do videogame, seja até pela última bolacha do pacote, os pequenos sempre arranjam uma razão para implicar uns com os outros. E só quem é mãe sabe o quanto esses desentendimentos podem ser desgastantes. Afinal, não bastassem todos os outros afazeres, ficar toda hora mediando os conflitos das crianças consome uma energia danada! Se você também já está cansada de tanta briga, confira os conselhos da psicóloga Ana Paula Magosso Cavaggioni, de Santo André (SP), para conseguir ter paz em casa!

ELES QUEREM ATENÇÃO

Com a chegada do segundo filho (ou do terceiro…), as crianças precisam aprender a dividir não só o espaço mas também os cuidados e a atenção dos pais. Para os mais velhos a situação é pior, pois um bebê dá muito trabalho e pode ser difícil entender essa mudança de foco. “É comum que eles comecem as brigas com o intuito de chamar a atenção dos pais”, diz Ana Paula. Se essa disputa não for bem trabalhada na infância, pode até se estender para outras fases da vida. Daí ser tão importante ensinar os filhos a resolver os conflitos numa boa desde cedo.

O QUE FAZER QUANDO A CONFUSÃO SE INSTALA

Tudo depende da maneira como eles estão brigando. “Se passarem a se agredir fisicamente ou se estiverem se xingando com nomes feios, os pais precisam interferir na hora”, defende a expert. Em compensação, se for apenas um desentendimento, vale a pena espiar para ver como eles resolvem o conflito — o ideal é que consigam chegar a uma solução sozinhos. Se bem que, enquanto forem pequenos, não tem jeito: a presença dos pais provavelmente será requisitada, pois não possuem maturidade sufi ciente para resolver por si sós essas questões. Nesses casos, estabelecer acordos pode ser uma boa saída. Por exemplo, ambos querem brincar com o mesmo carrinho? Diga isso em voz alta e pergunte: “De que maneira podemos resolver isso?”. Permita que eles participem da conversa e exponham suas ideias e pontos de vista. Se ficarem calados, sugira uma proposta, como: “Que tal se cada um der duas voltas e depois passar para o outro?”. Ao final, deixe claro o que ficou resolvido e pergunte se concordam. “Depois, fiscalize por um tempo para saber se eles estão cumprindo o que foi estabelecido”, diz Ana Paula.

NÃO SEI QUEM COMEÇOU. E AGORA?

“Os pais raramente sabem quem começou a briga, e qual dos lados está certo”, tranquiliza Ana Paula. Justamente por isso é indicado conversar com cada um separadamente. Mas não é preciso achar um culpado, sabia? Basta perguntar à criança como ela se comportou. Se ela garantir que não fez nada de errado, confronte-a com a versão do irmão. Depois, aponte a atitude que não está correta e explique por que não se deve agir assim. Tente não menosprezar o sentimento de raiva da criança e demonstre que existem outras maneiras de lidar com isso. “O importante é não dar privilégio para um porque é mais novo ou para o outro porque costuma ser menos arteiro”, orienta a especialista. E nada de compará- lo ao irmão, ao primo ou ao amigo na hora de chamar a atenção. Cada pequeno tem seu próprio ritmo de aprendizado!

CUIDADO COM O TOM DE VOZ!

De vez em quando, a casa fica um caos, a criançada não para de gritar e você precisa elevar o tom para ser ouvida. Tudo bem, acontece. O problema é fazer isso porque você está nervosa e não aguenta mais a situação. Nesse caso, respire fundo e espere a raiva passar. Afinal, você está tentando ensinar a eles como lidar com esse tipo de sentimento sem perder a razão, não é? O mesmo vale para as discussões com o marido ou outros parentes dentro de casa: não vale dar mau exemplo, combinado?

 

Matéria de por Ana Bardella, publicada na Revista Máxima. Para aessa na íntegra: http://maxima.uol.com.br/noticias/comportamento/saiba-como-lidar-com-as-brigas-entre-irmaos.phtml#.Wc02FFSPLIU

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Quer saber mais sobre o assunto? Conheça:

 

IRMÃOS SEM RIVALIDADE
O que fazer quando os filhos brigam
Autoras: Elaine MazlishAdele Faber
SUMMUS EDITORIAL

Das mesmas autoras de Como falar para o seu filho ouvir e como ouvir para o seu filho falar, este livro aborda, entre outros, os seguintes tópicos: como ajudar os irmãos a conviverem bem, como tratar os filhos de forma diferente mas com justiça, como libertar as crianças de rótulos e como agir positivamente no momento das brigas. E, o que é mais importante, os pais aprenderão a resolver conflitos de forma pacífica.

‘PROJETOS USAM DANÇA COMO TERAPIA PARA PESSOAS COM DEPRESSÃO E IDOSOS’

Em uma sala espelhada, 40 pessoas enfileiradas fazem caretas e fecham os punhos perto da cabeça: é a hora do macaco. Destinado a pessoas com depressão, o ensaio de dança é encerrado com a mímica de um leão –acompanhada de tentativas de rugidos por alguns.

“No teatro oriental, os bichos são arquétipos gestuais humanos, eles revelam emoções interessantes”, diz o coreógrafo Ivaldo Bertazzo, um dos responsáveis pelo “Próximo Passo – O Espetáculo”, projeto que, usando dança como terapia complementar, busca ajudar pessoas a enfrentar a depressão.

“Quando fazemos os bichos estamos pensando em forças primitivas. Para o público é uma expressão estética, mas internamente são músculos para serem trabalhados nas forças mais essenciais.”

O resultado dos quatro meses de ensaios será apresentado no Sesc Vila Mariana a partir de 6 de outubro.

“A depressão traz sensação de peso, as pessoas perdem a autoestima, a corporalidade”, diz Giuliana Cividanes, pesquisadora da Unifesp e consultora da Libbs, farmacêutica que patrocina o projeto. “A dança é um movimento lúdico ligado ao ritmo, à música, e atinge o corpo. É algo também feito com a mente.”

Aranaí Guarabira, 44, diz que os ensaios para o espetáculo ajudaram-na a olhar para si mesma, “rasgar o corpo e falar ‘olha quem você é'”, numa espécie de processo de aceitação da doença. “Eu estava bem contida, um pouco com vergonha de estar passando por isso”, diz.

Frequentadora de mais de uma década das corridas de São Silvestre, Ana Cintra, 60, se viu forçada a parar por causa de uma lesão. Usou os ensaios como “uma tábua de salvação” num momento em que começava a temer a chegada de outra crise depressiva.

Carmen Santana, professora de saúde coletiva na Unifesp, afirma que estudos mostram que atividades como coral, artes plásticas e dança têm benefícios na qualidade de vida e na saúde mental.

O tratamento da depressão, diz a professora, abrange medicamentos, psicoterapia e também atividade física. Ela afirma que as três formas de terapia trabalham juntas, daí a importância de mantê-las em dia.”Independente da idade, atividades criativas promovem transformação pessoal”.

Já outro projeto usa “pas de bourrée”, “sous-sus” e “arabesque” para incentivar atividades sociais entre idosos. Se o leitor não está entendendo nada, calma, não precisa pesquisar. A resposta é balé.

“Como temos uma sequência coreográfica diferente a cada aula, ela força a memorização e a capacidade de concentração. Eu percebo um grande avanço nisso nos alunos”, diz Priscila Monsano, fisioterapeuta, bailarina e criadora do projeto Balleterapia.

Monsano suavizou e redesenhou posições e movimentos do balé clássico, como grandes piruetas e giros, para possibilitar que seus 42 alunos –maior parte entre 60 e 70 anos– pratiquem a dança. “É uma forma segura para trabalhar com um organismo que já tem limitações”.

“Em geral, quando as pessoas começam a dançar, vemos que há um cuidado diferente com o corpo, mais amoroso. Aumenta o autocuidado”, diz Santana, da Unifesp.

Segundo Alexandre Busse, geriatra do Hospital das Clínicas da USP, a atividade física para idosos é importante para manutenção e desenvolvimento do equilíbrio e da flexibilidade, o que auxilia na prevenção de quedas. Além disso, pode ajudar a reduzir quadros de dor.

Ele afirma que antes de iniciar qualquer atividade é importante a realização de uma avaliação para determinar riscos cardíacos e de quedas.

Os especialistas também podem auxiliar na escolha de uma atividade que melhor se enquadre às limitações do idoso, como tai chi chuan e dança circular, modalidade que pode ser feita com as pessoas sentadas.

Segundo o geriatra, esse tipo de atividade traz ganhos cognitivos. “É como se estivesse dando uma reserva para o cérebro. Se essa pessoa estiver eventualmente sendo acometida por Alzheimer, ela demora mais tempo para desenvolver os sintomas, diz Busse. “A atividade física é a verdadeira pílula do envelhecimento bem-sucedido.”

Matéria de Phillippe Watanabe, publicada na Folha de S. Paulo, em 26/09/2017. Para lê-la na íntegra, acesse: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2017/09/1921706-projetos-usam-danca-como-terapia-para-pessoas-com-depressao-e-idosos.shtml

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Quer saber mais sobre dançaterapia? Conheça os livros da Summus sobre o assunto:

 

DANÇATERAPIA
Autora: María Fux

María Fux é bailarina, coreógrafa e professora com uma brilhante trajetória profissional. Relata neste livro a sua experiência de mais de 30 anos com o ensino da dança para crianças, adolescentes e adultos afetados pela surdez e outras deficiências sensoriais e motoras. Sua experiência neste trabalho possibilitou o desenvolvimento de várias técnicas que são fruto da intuição, paciência, perseverança e, acima de tudo, empatia. O livro mostra todas as possibilidades de seu trabalho e como, através do movimento, podemos recuperar o equilíbrio e a alegria de viver.

 

DEPOIS DA QUEDA… DANÇATERAPIA!
Autora: María Fux

Neste livro, María Fux relata sua recente queda e conseqüente fratura da patela. Ela utiliza essa experiência para explicar ao leitor como as partes sadias do corpo – assim como no trabalho com deficientes – são as que determinam a reconstrução corporal integral. Num estilo informal e espontâneo, María organiza recordações e experiências, transmitindo ao leitor suas propostas para uma pedagogia artística, artesanal, que se apóia na música e no poder da palavra.
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FORMAÇÃO EM DANÇATERAPIA
Autora: María Fux

Neste livro, a autora amplia os aspectos e conceitos que regem a dançaterapia. É apresentada uma série de vivências pessoais que permitem compreender como ela descobriu seu corpo, enriqueceu seu movimento e desenvolveu sua criatividade. María Fux relata suas experiências no ensino e utiliza-as como linha-mestra para definir o processo de formação do dançaterapeuta.
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DANÇA, EXPERIÊNCIA DE VIDA
Autora:
María Fux

María Fux condensa neste livro sua experiência de mais de 30 anos como coreógrafa e bailarina e, sobretudo, como educadora que transmite sua linguagem artística. O livro mostra como podemos nos expressar através do corpo como meio de comunicação a serviço da educação, mesmo quando há problemas de deficiência física ou limitação pela idade.
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SER DANÇATERAPEUTA HOJE
Autora: María Fux

A dançaterapeuta argentina María Fux é conhecida pela sensibilidade com que trabalha com todos os tipos de público, extraindo dos movimentos corporais, da música e do silêncio uma trama que entrelaça palavras, corpos, ritmos vozes, linhas e cor. Neste livro, ela compara algumas das ferramentas criativas que utiliza para promover a comunicação em seus grupos de trabalho.

 

‘FORMAÇÃO É CALCANHAR DE AQUILES DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO BRASIL’

Acabo de receber material muito interessante do meu colega Humberto Bortolossi, da Universidade Federal Fluminense, intitulado “Formação de professores de matemática: O que é realmente necessário e prioritário?”, que recomendo vivamente aos leitores.

Humberto fez mestrado no Impa (Instituto de Matemática Pura e Aplicada) e doutorado em matemática na PUC-Rio, com uma excelente tese sobre otimização de redes de produção e distribuição energia.

Ele combina cultura acadêmica e tecnológica fora de série com uma diversidade de interesses de estudo igualmente invulgar: educação em matemática, popularização da ciência, formação de professores e muito mais. Humberto tem mais uma grande qualidade: ao contrário de tantos teóricos da educação que “pesquisam” o tema em seus gabinetes sem jamais chegarem perto da sala de aula, ele põe a mão na massa e submete suas ideias e experiências ao duro julgamento da realidade.

A formação de professores é o calcanhar de Aquiles da nossa educação básica. O professor é elemento crucial da cadeia educativa e, no entanto, a formação oferecida na maior parte das nossas licenciaturas em matemática é totalmente inadequada, além de obsoleta. No Brasil, a esmagadora maioria dos licenciados da área é egressa de faculdades particulares com controles de qualidade duvidosos. Muitas dessas instituições não têm jeito, precisam ser fechadas. Para outras, um efetivo controle por parte das autoridades poderia fazer uma grande diferença. Mas nossas melhores universidades públicas também não estão isentas de críticas.

Em artigo publicado em março de 2011 na revista “Notices”, da American Mathematical Society (Sociedade Americana de Matemática), o professor emérito Hung-Hsi Wu da Universidade da Califórnia, em Berkeley, pergunta: “Para formarmos bons professores de francês, deveríamos exigir que eles aprendam latim, no lugar de francês? Afinal, latim é a língua mãe do francês e, sendo um idioma mais complicado, aqueles que conseguirem aprendê-lo deverão estar bem habilitados para o francês.”

Claro que é uma ironia mas, segundo Wu, tem muito a ver com o que fazem as licenciaturas em matemática em seu país. No Brasil não é diferente.

Humberto cita outra observação de Wu: na formação do professor de matemática, em contraste com outras disciplinas que apenas “olham para a frente”, para o que será visto na pós-graduação, é indispensável devotar tempo considerável a “olhar para trás”, isto é, a analisar tópicos elementares de um ponto de vista avançado.

Ensinamos na escola que raiz cúbica de 2 é o número que elevado ao cubo dá 2. Mas nunca gastamos tempo para mostrar ao licenciando que tal número existe. Para dividir duas frações devemos multiplicar a primeira pela inversa da segunda. Por quê?

Também não explicamos ao futuro professor de matemática o que significa realmente a expressão decimal de um número: porque é que 0,99999999999999 é o mesmo que 1? Não ensinamos essas coisas porque supõe-se que elas são simples e o estudante já aprendeu no ensino médio –as duas suposições estão erradas– e que na faculdade deve aprender coisas avançadas.

Deve-se aprender latim, para ensinar francês.

Mais de cem anos atrás, o grande matemático e educador alemão Felix Klein (1849-1925), outro que colocava as mãos na massa, já criticava o fato de que “por muito tempo [] os homens da universidade preocuparam-se exclusivamente com as suas ciências, sem considerarem as necessidades das escolas, nem mesmo se preocupando em estabelecer uma conexão com a matemática escolar”.

O resultado é o que Klein chamou “dupla descontinuidade na formação do professor”: ao chegar à universidade, o futuro professor é confrontado com ensinamentos avançados sem conexão aparente com os temas da escola básica; e, ao final dos estudos, quando volta à escola como professor, vê-se na posição de ter que ensinar a matemática elementar tradicional, do mesmo modo de sempre.

Nas palavras de Klein “seus estudos universitários permaneciam apenas uma lembrança mais ou menos agradável, que não tinha nenhuma influência sobre o seu ensinar”. Embora Klein escrevesse no pretérito, pensando na Alemanha, no Brasil tal situação perdurou até o século 21.

Mudanças começaram a acontecer a partir do Projeto Klein em Matemática, realizado entre 2008 e 2012 pelas sociedades científicas da área, com o apoio da Capes. O Mestrado Profissional para Professores de Matemática (Profmat) nasceu em 2011, sob a influência das ideias de Klein, Wu e outros. Não é surpresa que o mestrado tenha sido “acusado” por alguns educadores de valorizar demais o conteúdo matemático, e por alguns matemáticos de omitir tópicos avançados ensinados em muitas licenciaturas.

A coleção de livros “Matemática para o Ensino” e a revista eletrônica “Professor de Matemática On-line”, ambas da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM), são também produtos diretos do Projeto Klein.

Outra importante iniciativa em curso, com o apoio do Impa, é o Projeto Livro Aberto de Matemática, um esforço de professores –universitários e da escola básica– para produzir, de maneira colaborativa, livros didáticos de matemática com excelência acadêmica e licença aberta. Confira no site como colaborar.

Muito mais é necessário, evidentemente. Não tenho dúvida de que a “saída” passa pelo envolvimento cada vez maior da comunidade matemática universitária nas questões do ensino da disciplina, em colaboração com a comunidade de professores da escola básica e levando em conta os mais recentes avanços na pesquisa na área do ensino da matemática.

Nesse sentido, é urgente repensar as nossas licenciaturas em matemática. Existe um ótimo ponto de partida: o estudo de diretrizes curriculares que a SBM vem aprimorando há alguns anos.

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Coluna de Marcelo Vianna, publicada na Folha de S. Paulo, em 22/09/2017. Para acessá-la na íntegra: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloviana/2017/09/1920520-formacao-e-calcanhar-de-aquiles-dos-professores-de-matematica-do-brasil.shtml

 

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Saiba mais sobre ensino de matemática com o livro:

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ENSINO DE MATEMÁTICA: PONTOS E CONTRAPONTOS
Organizadora: Valéria Amorim Arantes
Autores: Ubiratan D’Ambrosio e Nilson José Machado
SUMMUS EDITORIAL

A análise sobre a teoria e a prática do ensino da matemática (bem como suas dificuldades) é o foco desta obra. Nela, os autores discorrem sobre diferentes aspectos do ensino da matemática, analisando questões históricas, epistemológicas, sociais e políticas. Esse profícuo diálogo nos conduz a uma disciplina concebida como meio para a formação pessoal e para o exercício da cidadania.

‘MINDFULNESS: COMO A ATENÇÃO PLENA PODE TE AJUDAR NA VIDA’

Quero começar este texto com uma informação que, provavelmente, deixará você chocado. Quando estamos acordados, passamos quase metade do tempo com o pensamento vagando por aí.

Em vez de focar no aqui e agora, ficamos presos ao passado, futuro ou qualquer outra coisa que esteja acontecendo longe de nós.

Surpreendente, né? A universidade de Harvard realizou um estudo que introduziu o tema da seguinte forma:

Diferentemente de qualquer outro animal, os seres humanos gastam muito tempo pensando em coisas que não estão acontecendo ao seu redor, contemplando eventos que aconteceram no passado, talvez aconteçam no futuro, ou que nunca irão acontecer. De fato, uma mente vaga parece ser o modo padrão de operação do cérebro humano.

Eles concluíram que a nossa mente fica vagando em 46,9% do tempo em que estamos acordados. Deu para entender? Se você fica 16 horas acordado, vai passar aproximadamente 7h30 viajando.

Ou, mais especificamente, pensando em algo diferente daquilo que você está de fato fazendo.

Se você está lavando louça, fica pensando em outra coisa. Se está arrumando a cama, fica pensando em outra coisa. Se está dirigindo, fica pensando em outra coisa. Se está trabalhando, fica pensando em outra coisa. Se está transando, fica pensando em outra.

Ops, corrigindo, o sexo na verdade foi a única atividade que teve resultados diferentes. O que é compreensível, né?

OS PERIGOS DE SER MULTITASK

Você já deve ter reparado a grande dificuldade que temos em conseguir manter o foco total numa atividade. Por mais que você esteja fazendo aquilo, sua cabeça fica girando em outros assuntos.

E se não estiver, essa concentração plena provavelmente durará poucos minutos.

Podemos jogar boa parte da culpa dessa realidade nos tempos modernos, em que a comunicação acontece numa dinâmica absurda e os estímulos externos são exagerados.

É o tal do multitask. Como se tivéssemos necessidade de sempre estarmos conectados, produzindo algo, conversando com pessoas.

Acontece que essa mentalidade multitarefa gera estresse e ansiedade em nós.

MINDFULNESS, MUITO PRAZER

Apesar de o fato de divagar em relação ao presente nos possibilitar reflexões importantes — como filosofar, planejar coisas, solucionar problemas, etc — isso pode ter um alto custo emocional se você não tomar cuidado com a dose.

O intento da pesquisa de Harvard era descobrir qual a relação entre uma mente vaga e a felicidade.

E adivinha só o que eles descobriram?

O chamado mindfulness, um estado de consciência focado em prestar atenção no aqui e agora, ajuda a aliviar o estresse, a ansiedade e melhora o bem-estar geral (incluindo físico e emocional) das pessoas.

O QUE SIGNIFICA ATENÇÃO PLENA

Pode-se dizer que o mindfulness é uma espécie de meditação ativa, na qual você dedica o seu foco à atividade que está fazendo, sem deixar divagações sobre o passado, futuro ou coisas ao seu redor perturbarem sua mente.

Este estado mental, que muitas pessoas chamam de atenção plena, tem origem na milenar meditação budista e, nos últimos anos, virou uma febre mundial entre pessoas que buscam uma melhor qualidade de vida para si.

Uma boa notícia é você pode praticar o mindfulness em qualquer lugar ou ocasião. Dirigindo o carro. Trabalhando no computador. Preparando o jantar. Tanto faz.

A chave é voltar 100% da sua consciência à atividade que está desempenhando naquele momento, sem juízos de valor ou observações mentais.

Nada de pensar “que saco lavar essa louça, quero terminar logo para assistir Netflix”. Deixe as reflexões para outro momento.

Nesta hora você deve simplesmente sentir a temperatura da água batendo na sua mão, observar as texturas da porcelana, reparar na espuma se formando…

COMO PRATICAR O MINDFULNESS

O mindfulness não é algo que se domina da noite para o dia. É preciso paciência até desenvolver a disciplina necessária para obter o controle da própria mente.

Esse é aquele tipo de habilidade simples e, ao mesmo tempo, complexa. Você leva um minuto para aprender e a vida inteira para dominar.

Mas começar é fácil. Basta você se esforçar para manter o foco em toda atividade que fizer e, quando um pensamento avulso te distrair, você deve gentilmente deixá-lo ir embora da mesma maneira repentina que chegou.

Você não precisa brigar com ele, porque isso vai te trazer ainda mais ansiedade. Relaxa.

Pense que o seu cérebro é um quarto. Basta abrir a janela e deixar o vento levar o pensamento intruso embora, da maneira mais suave e natural possível.

Com o tempo isso vai virar um hábito.

E aquela aceleração toda de abrir o WhatsApp a cada 5 minutos, suar frio por causa da reunião de amanhã, sofrer por algo que aconteceu ontem, em breve, farão parte de um passado distante para você.
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Texto de Thiago Sievers, publicado originalmente no portal El Hombre. Para acessar na íntegra:  http://www.elhombre.com.br/mindfulness-como-a-atencao-plena-pode-te-ajudar-na-vida/

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Tem interesse pelo assunto? Conheça o livro:
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VIVA BEM COM A DOR E A DOENÇA
O método da atenção plena
Autora: Vidyamala Burch
SUMMUS EDITORIAL

A dor crônica e a doença podem minar a qualidade de vida de quem sofre com elas. Visando orientar tais pessoas, Vidyamala Burch oferece neste livro um método revolucionário para aliviar o sofrimento causado por diversas enfermidades e pelo estresse. Baseada na atenção plena e na ideia de viver cada momento, ela apresenta técnicas de meditação e respiração profunda que combatem a dor e aumentam a sensação de bem-estar. Prefácio da edição brasileira de Stephen Little.

 

‘10 CURIOSIDADES SOBRE BOLLYWOOD’

Assista abaixo ao vídeo do canal Cinema e Pipoca sobre o excêntrico cinema indiano, conhecido como Bollywood. As curiosidades foram extraídas do livro Diário de Bollywood – Curiosidades e segredos da maior indústria de cinema do mundo (Summus), do jornalista Franthiesco Ballerini.

Saiba mais sobre o livro Diário de Bollywood:


Misto de diário de campo e grande reportagem, a obra aborda as principais características do cinema indiano, conhecido mundialmente como Bollywood. Reflete com olhar crítico os pontos fortes desta indústria, suas dificuldades e o momento de transição inédito por que passa a indústria cinematográfica indiana. Por fim, faz um paralelo com o cinema de Hollywood e da América Latina.

NOITE DE AUTÓGRAFOS NA LIVRARIA SARAIVA, EM FLORIANÓPOLIS

Convidados e amigos prestigiam o lançamento de Orientação profissional em ação – Volume 1da Summus Editorial. O evento aconteceu na última quarta-feira, 13 de setembro, na Saraiva do Shopping Iguatemi Florianópolis (SC)

Conheça a obra: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1473/9788532310743