MELINA SCIALOM AUTOGRAFA “LABAN PLURAL” NA LIVRARIA CULTURA DE CAMPINAS (SP)

A Summus Editorial e a Livraria Cultura – Shopping Center Iguatemi (Campinas (SP) promovem no dia 29 de junho, quinta-feira, das 18h30 às 21h30, a noite de autógrafos de Laban plural – Arte do movimento, pesquisa e genealogia da práxis de Rudolf Laban no Brasil. Melina Scialom, autora da obra, recebe amigos e convidados na livraria, que fica Av. Iguatemi, 777 – Piso 1, Campinas – SP. Das 19h às 19h45 haverá uma apresentação sobre o livro no auditório da livraria (piso superior).

A obra é uma combinação de movimentos diversos – dança, pesquisa, passado e presente – que envolvem a vida e obra de Rudolf Laban (1879-1958) e da reverberação de seu pensamento artístico, filosófico e científico no Brasil. Embora seja considerado um dos grandes teóricos da dança do século XX, Laban baseia-se na observação, na prática e na experiência do corpo em movimento. Melina Scialom resgata aqui a introdução dos ensinamentos de Laban no Brasil e sua repercussão entre bailarinos e educadores, criando uma espécie de genealogia que explica os caminhos percorridos por diversos profissionais da arte do movimento.

“Este livro segue pegadas ao vento, rastros e ressonâncias que ecoam uma origem futura de renovação imanente. A obra de Rudolf Laban tem como matriz a pulsão espacial da própria vida. Essa criatividade auto‑organizada reverbera nas diferenças infinitas de cada obra sob sua influência. A proposta desafiadora de Melina Scialom é se deixar ser dançada por esse traço dinâmico, pessoal e coletivo, único e plural, arqueológico e visionário.
[…] A contribuição brasileira para o método Laban é relevante não apenas por continuar um legado, mas justamente por transformá‑lo criativamente, o que sempre foi o eixo da proposta de Laban.”

Do Prefácio de Ciane Fernandes

Melina Scialom é coreologista pelo Trinity Laban (Londres, Reino Unido), doutora em Dança pela University of Roehamton (Reino Unido), mestre em Artes Cênicas pela UFBA e bacharel e licenciada em Dança pela Unicamp. Vem explorando o universo labaniano desde 2002, publicando artigos e capítulos de livros envolvendo a temática. Atua profissionalmente desenvolvendo, dirigindo e atuando em performances de dança solo e em colaboração com artistas de outras linguagens como circo, teatro, música e vídeo, tendo sua atividade artística espalhada pelo mundo. Como cofundadora do núcleo de dança Maya-Lila, tem colaborado na direção e apresentação de performances e espetáculos de dança desde 2005.

‘MINDFULNESS: SAIBA COMO APLICAR ESTA TÉCNICA DE MEDITAÇÃO NO SEU DIA A DIA’

Não podemos negar que nossa mente é cheia de distrações. Estamos trabalhando, por exemplo, e do nada começamos a pensar na prestação do carro, em renovar a academia, sem esquecer de dar aquela olhada no celular para não perder nenhuma notificação.

Focar a atenção em apenas uma tarefa é um desafio e a meditação mindfulness pode ser a resposta para se manter presente. De modo geral, o treinamento visa refinar a sua atenção com exercícios diários para desenvolver a concentração.

A técnica afeta até a felicidade. Em um estudo publicado na Science, pesquisadores da Universidade de Harvard (EUA) apontam que em 46,9% do tempo não estamos prestando atenção no que fazemos. Nossa mente “viaja na maionese” e isso nos desanima. Os dados comprovam que somos mais alegres quando ações e pensamentos se alinham.

“Miindfulness é ter atenção plena, deixar de fazer as coisas no piloto automático e começar a notá-las, conseguindo fazer escolhas mais conscientes”, afirma Alexandre Lunardelli, sócio fundador da Academia de Mindfulness, em São Paulo.

A prática melhora o foco, a produtividade e o autocontrole, além de diminuir a ansiedade e o estresse. Quer dar uma chance? É possível ter contato com a técnica durante atividades rotineiras.

De acordo com Katya Stübing, professora de meditação Mindfulness do Núcleo SaberSer, em São Paulo, podemos treinar durante vários momentos do dia. Veja as dicas:

  • Um minuto de atenção: você presta atenção ao escovar os dentes ou aproveita o momento para mexer no celular ou fazer xixi? “A escovação é um começo simples e efetivo. Foque nas ações táteis, tente não se distrair, pense nas cerdas, na gengiva, no gosto da pasta, no momento”.
  • Diminuir o automatismo: o exercício anterior vale para toda ação que você faz em piloto automático como trocar de roupa, tomar banho ou até correr na esteira da academia. Foque nas sensações, no corpo, ambiente, em como você se sente e como se manter presente. “Usar o celular na esteira distrai, mas você se ausenta da ação, sua cabeça sai da academia. Seria bom estar presente de corpo e alma. Desligue o aparelho e foque nas reações dos músculos, no suor, no porquê é importante estar ali”.
  • A mente prega peças: você vai se distrair durante o exercício, mas não se irrite. Perceba a distração, entenda porquê ela apareceu e volte para o momento de foco na atividade inicial.
  • Sem julgar: para treinar o mindfulness é preciso cultivar uma atitude que envolve abrir mão de julgamentos, aceitar as situações como são, reconhecer a realidade e desenvolver curiosidade pela experiência.

Prática formal

A meditação mindfulness é um pacotinho, além das práticas ao longo do dia também é importante tirar alguns minutos para um exercício mais duradouro. “Pode ser por 40 ou 5 minutos, o importante é tirar um tempo do dia para ter os benefícios”, diz Marcelo Demarzo, professor do departamento de medicina preventiva e coordenador do Mente Aberta da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). Saiba como tentar

  • Xiiiu: para se concentrar é importante escolher um lugar silencioso e com poucas distrações. Deixe o celular longe e desligue a televisão para não ter interferências.
  • Escolha a pose: ache uma posição confortável para não ter incômodos durante a meditação. Você pode ficar deitado ou sentado, com olhos abertos ou fechados, o que for melhor para você.
  • Mantenha o controle: comece observando as sensações corporais, como o contato com o solo e a temperatura da pele. Aos poucos, concentre nos movimentos do corpo durante a respiração: no tórax e abdômen, na sensação do ar nas narinas.
  • Distrações mentais: se aparecer alguma distração, pensamento ou preocupação, apenas perceba e deixe passar, sem se prender ou julgar, e volte a se concentrar na respiração.
  • Antes do fim: depois de focar ao máximo na respiração, volte sua atenção para as sensações corporais e aos poucos termine a prática.
  • Internet pode ajudar: existem aplicativos e sites que podem ajudar iniciantes. Você pode usar o app gratuito HeadSpace ou ouvir uma técnica meditativa de pouco mais de três minutos do centro Mente Aberta.

 

Matéria de Maria Júlia Marques, publicada originalmente no UOL em 26/06/2017. Para lê-la na íntegra, acesse: https://estilo.uol.com.br/vida-saudavel/noticias/redacao/2017/06/26/mindfulness-saiba-como-aplicar-esta-tecnica-de-meditacao-no-seu-dia-a-dia.htm

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Tem interesse pelo assunto? Conheça o livro:
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VIVA BEM COM A DOR E A DOENÇA
O método da atenção plena
Autora: Vidyamala Burch
SUMMUS EDITORIAL

A dor crônica e a doença podem minar a qualidade de vida de quem sofre com elas. Visando orientar tais pessoas, Vidyamala Burch oferece neste livro um método revolucionário para aliviar o sofrimento causado por diversas enfermidades e pelo estresse. Baseada na atenção plena (mindfulness) e na ideia de viver cada momento, ela apresenta técnicas de meditação e respiração profunda que combatem a dor e aumentam a sensação de bem-estar. Prefácio da edição brasileira de Stephen Little, diretor do Centro de Vivência em Atenção Plena e professor da sucursal brasileira da School of Life.

‘CIÚME ENTRE IRMÃOS: SAIBA COMO LIDAR COM A RIVALIDADE’

Antes mesmo de nascer, o novo membro da família já causa um certo desconforto em quem, até então, era o centro das atenções, o rei do pedaço. Mas existem formas de evitar que o ciúme entre irmãos passe dos limites. Veja dicas que valem para diversas fases da convivência:

Não demonstre preferência por um filho ou outro

O Jeito que o pai ou a mãe gosta de cada filhote está relacionado à afinidade. É normal. O que não é legal é demonstrar preferência.

  • Nunca faça comparações entre eles – são pessoas diferentes. Viva!
  • Incentive a admiração mútua; elogie os pontos fortes de cada um. Todos nós temos pontos fortes e fracos.
  • Lembre-se que seu filho mais quieto também precisa de você, mesmo que não fique pedindo sua atenção e afeto.
  • Passar um tempo com cada filho, separadamente, é bom de vez em quando. Atenção exclusiva ajuda a amenizar a ciumeira.
  • Quando perceber uma situação de ciúme, tome uma atitude, intervenha antes que ela vire uma briga nova – e às vezes mais feia!
  • Se a coisa fugir um pouco do controle, e partir para a agressividade, tente canalizar o sentimento. Atividades artísticas (com argila, tinta, papel, cola, massinha etc.) podem ajudar a aliviar a raiva.
  • Dê exemplo da importância da amizade entre irmãos. Reforce isso sempre, fale dos seus irmãos, se for ocaso, ou de outras famílias.
  • Invente situações para que os irmãos trabalhem em grupo, tais como brincadeiras e jogos.
  • Não entre em pânico com as brigas. Elas fazem parte do desenvolvimento deles, ou melhor, de todos nós.
  • Nunca torne um filho responsável pelo outro. O mais velho não é babá!
  • A rivalidade entre os irmãos é encontrada até entre os animais irracionais. Nas famílias humanas, aparecem em vários níveis.

Quando o primeiro filho nasce, ele recebe 100% de tudo o que os pais podem proporcionar, dos “bens emocionais” aos materiais. Todos os cuidados e necessidades, assim como os momentos para criar vínculos amorosos… tudo pertence a ele.

Então, um “belo” dia, tudo muda, como dizem hoje: “o forninho cai”…

E detalhe: ninguém pediu a opinião ou a “permissão” do primogênito a respeito da chegada de um novo integrante, do irmão ou irmã.

O universo do papai e da mamãe não gira mais em torno do primeiro filho, que perde seu posto para sempre. O que fazer?

Incluir a criança nas atividades que envolvem o irmãozinho ou irmãzinha que ainda nem chegou ajuda.

Mas não impede que surja uma ideia na cabecinha do filho mais velho: “Eles gostam mais do bebê do que de mim”.

Movida por ela, a criança enciumada -e frustrada – pode até começar a agir de forma dissimulada, inclusive tentando machucar o novo filhinho, sabotando a rotina dele.

No entanto, existem aqueles que dizem claramente coisas do tipo “Não gosto desse bebê, quero que vá embora”, entre outras expressões de repúdio. E mesmo quando o nenê não está por perto, o irmão mais velho pode manter o comportamento agressivo de uma forma geral.

Alguns regridem, passando a falar de jeito manhoso, mais infantil, na intenção de retomar seu posto perdido de filho único.

É preciso agir! Os pais precisam fazer algo para frear essa competição ou ela poderá ser responsável por padrões negativos que podem durar a vida toda.

Quando nasce mais um filho, então, a coisa fica ainda mais complicada… Tudo será dividido por três.

A rivalidade, o ciúme entre irmãos é algo tão poderoso que, muitas vezes, compromete os papéis assumidos em uma família e até as profissões que escolhemos quando adultos.

Por exemplo: o grande interesse na vida de alguém pode ser justamente o oposto das escolhas feitas por um irmão.

É bem complexo, não é mesmo? Mas tem jeito…
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Artigo de Sandra Luthemburg, publicado originalmente em Mãe.blog.br. Para lê-lo na íntegra, acesse: http://www.mae.blog.br/ciume-entre-irmaos-saiba-como-lidar/

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Quer saber mais sobre o assunto? Conheça o livro da Summus:

IRMÃOS SEM RIVALIDADE
O que fazer quando os filhos brigam
Autoras: Elaine MazlishAdele Faber

Das mesmas autoras de Como falar para o seu filho ouvir e como ouvir para o seu filho falar, este livro aborda, entre outros, os seguintes tópicos: como ajudar os irmãos a conviverem bem, como tratar os filhos de forma diferente mas com justiça, como libertar as crianças de rótulos e como agir positivamente no momento das brigas. E, o que é mais importante, os pais aprenderão a resolver conflitos de forma pacífica.

LANÇAMENTO DO LIVRO “O TEAR DA VIDA” NA LIVRARIA DA VILA (AL. LORENA/SP), NO DIA 20 DE JUNHO

A Summus Editorial e a Livraria da Vila (Al. Lorena – SP) promovem no dia 20 de junho, terça-feira, das 18h30 às 21h30, a noite de autógrafos do livro O tear da vida – Reflexões e vivências terapêuticas, das psicólogas Jean Clark Juliano e Irene Monteiro Felippe. O evento será também uma homenagem a memória de Jean, que faleceu em 2016. Ela completaria 74 anos no dia 18 de junho. Irene e Luiz Juliano, viúvo de Jean, receberão amigos e convidados no piso térreo da livraria, que fica na Al. Lorena, 1.731 – São Paulo, SP.

Grande representante da Gestalt-terapia brasileira e referência na área da psicologia, Jean Clark Juliano sempre teve o dom da palavra. Além disso, com sua fé inabalável no ser humano, via no diálogo com o outro a chance de chegar ao conhecimento de si e do mundo. Delicada, alegre e interessada na vida, ela enfrentou bravamente a doença que a acometeu nos últimos anos, mantendo-se forte até o fim. Os textos que compõem o livro, últimos gestados pela autora, em parceria com a também psicóloga Irene Monteiro Felippe, falam sobre a procura da autorrealização e da necessidade humana de ser feliz, reconstruindo acontecimentos e significados às vezes sublimes, às vezes dolorosos.

Fruto de um trabalho de três anos, a obra traz pequenos relatos autobiográficos, contos, reflexões psicológicas e inquietações sobre o desenvolvimento e o mistério humanos. “Convidamos o leitor a se arriscar. Assim como Jean, o livro é uma busca de caminhos e um agradável convívio de encontros”, afirma Irene, que muitas vezes sentou ao lado de Jean em frente ao computador, trocando memórias.

A riqueza desse convívio produziu um rico diálogo intergeracional e abriu espaço para a criação de textos memoráveis, como “Uma casa de chá”. Baseado no prefácio ao livro A vida, o tempo, a psicoterapia (Summus, 2012), escrito pelo jornalista Thomaz Souto Corrêa, o conto mostra a necessidade que todos nós temos de encontrar um abrigo especial.

“Quando paramos um momento, por menor que seja, para tomar chá, saímos de nossa vida diária, aquela que não mostra o seu significado e fica eternamente na superfície. Mergulhamos na fumaça quente que sai da xícara e revemos todos os processos pelos quais passamos naquela vida íntima, peregrina, guardada com cuidado. Adentramos em uma busca pelo silêncio interior. Nossas sensações se regulam com o farfalhar das folhas e vamos apreendendo todas as etapas pelas quais passamos até chegar ali, àquela casinha, tomando aquele gole de chá especial.”

‘ORGASMO INDESCRITÍVEL: PRATICANTES DO SEXO TÂNTRICO REVELAM EXPERIÊNCIAS’

Estabelecer uma conexão profunda com o par, aplicar técnicas de massagem que estimulam o corpo todo ou simplesmente desencanar do orgasmo – colocando o foco no processo e não no objetivo a ser alcançado – são alguns dos segredos dos praticantes para atingir vários orgasmos seguidos, com ondas de prazer que podem durar horas.

  • Multiorgasmos e ondas de prazer que podem durar horas

Conheço a prática há mais de dez anos, já fiz três vezes o treinamento multiorgásmico para casais, em um centro especializado. No começo, a experiência foi difícil, pois o primeiro exercício é olhar no olho do parceiro e, nesse momento, muitos medos e ansiedades surgem. Mas, com o tempo, o sexo tântrico foi nos conectando mais e mais. A grande diferença entre a prática e o sexo tradicional é que você não tem o objetivo único de ejacular. O objetivo é conectar-se com a outra pessoa em um nível mais profundo. Isso permite que o casal tenha multiorgasmos e ondas de prazer que podem durar horas. Durante o sexo tântrico, sinto prazer quando sou tocada em várias partes e não apenas nos genitais e, no orgasmo, meu corpo todo vibra, porque está estimulado. É claro que não dá para fazer sempre, porque o ritual completo pode durar de três a cinco horas. Mas é possível aplicar algumas técnicas a cada vez que se faz amor, para ter uma experiência mais plena em todas as relações sexuais. (Renée Marie Adolphe, 42 anos, psicóloga)

  • Orgasmo é intenso e indescritível

A proposta é explorar todas as possibilidades de prazer entre um casal, desde experiências olfato-gustativas (onde o cheiro tem um papel central), até a exploração do tato por toda a extensão do corpo, culminando com manobras genitais. Eu e minha mulher conhecemos a prática em um curso de massagem, em 2013. Depois, participamos de vários workshops em um centro especializado em tantra. Com isso, acabamos ressignificando várias práticas que a gente já conhecia, como a própria penetração. No sexo tântrico, o prazer é muito maior, como também é muito mais profunda a conexão e a sintonia que se estabelece entre o casal. É possível sentir a energia vibrando no corpo do seu parceiro. Para nós, o ponto alto do sexo tântrico é a penetração passiva, quando o homem fica sem se movimentar e a estimulação do pênis ocorre por meio dos movimentos involuntários dos anéis vaginais. Assim, o casal chega junto a um orgasmo intenso e indescritível. (Milson Filho, 48 anos, economista)

  • Há a percepção do corpo e dos sentidos

O amor tântrico é diferente da experiência da sexualidade atrelada à fantasia e ao erotismo. Ele traz uma proposta de ampliação da percepção do corpo e dos sentidos, que torna a experimentação da intimidade entre o casal mais humana e muito mais satisfatória. Eu e meu marido começamos a estudar a prática em 2005 e ainda continuamos nosso processo de desenvolvimento, pois o tema é vasto. A principal diferença do sexo convencional para o tântrico é que, no segundo, não há pressa. Ambos os envolvidos não querem desesperadamente chegar a algum lugar, não querem acabar logo. Além disso, o que descobrimos em nossas pesquisas é que o orgasmo é um fenômeno que não está restrito ao pênis ou a vagina. No trabalho, há técnicas que despertam e expandem a bioeletricidade corporal, linkando todas as cadeias musculares ao reflexo orgástico. A experiência se torna mais intensa e duradoura, porque todo o corpo sente. É comum experimentar orgasmos de 20, 30, 50 minutos ou mais. (Patrícia Agra, 29 anos, terapeuta)

Texto parcial de reportagem publicada no UOL, em  23/05/2017. Para lê-lo na íntegra e ver todos os depoimentos, acesse: http://bit.ly/2qcLBlU

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TANTRA, O CULTO DA FEMINILIDADE
Outra visão da vida e do sexo
Autor: André Van Lysebeth
SUMMUS EDITORIAL

O autor revela para o Ocidente as técnicas de controle sexual há muito guardadas em segredo pelos iniciados nos cultos orientais. O tantra vê na repressão dos valores femininos, pela civilização patriarcal, a causa oculta da crise do mundo moderno. Ele afirma que só o culto da feminilidade e de seus valores pode trazer uma verdadeira mudança da sociedade. Trata-se de um livro belíssimo, em formato 21x28cm, com ilustrações e fotografia, incluindo um caderno inteiramente em cores.

‘FAMÍLIAS E ESCOLAS DEVEM FICAR MAIS ATENTAS À POSTURA CORPORAL DAS CRIANÇAS’

Compre este livro com desconto no site da Livraria da FolhaPedro, senta direito, menino!”; “João, olha seu tênis desamarrado, você vai cair.”; “Lena, você tropeçou de novo! Olhe por onde você anda!”; “Mariana, você vai ficar com dor no pescoço com todo esse tempo olhando para o celular”.

Frases como essas, que ouço sempre e que, provavelmente, você também já ouviu ou disse, caro leitor, nos apontam para uma questão com a qual temos tido pouco cuidado na atualidade: a relação das crianças e adolescentes com o próprio corpo.

Vamos observar os mais novos um pouco? Vemos crianças correndo sem muita direção e sem se preocupar por onde andam e correm e que, por isso, esbarram uns nos outros e em adultos. Constatamos que não sabem se sentar adequadamente nos diferentes locais que frequentam: da mesma maneira que sentam em casa, relaxados, sentam-se também na escola, no cinema, no restaurante, em qualquer local público, enfim.

E como elas se machucam por levar tantos tombos! Pequenos acidentes poderiam ser evitados com mais organização corporal e maior domínio da relação do corpo das crianças com o espaço por onde circulam.

E os adolescentes? Justamente no período em que o corpo passa por rápidas transformações que exigiriam adaptações graduais, alguns se dedicam a atividades que pouco exigem do corpo, que parece ficar esquecido, e outros exageram nas atividades físicas e até usam suplementos alimentares por causa da dedicação a algum esporte ou em busca de um corpo invejável e cobiçado segundo os modelos que são levados a eles. Isso quando não sentem vergonha de seu corpo!

A habilidade que muitos deles têm nas mãos é uma coisa incrível! Os jovens que jogam exercitam tanto os dedos, que estão conectados com o que eles veem na tela, e chegam a alcançar uma velocidade enorme nos movimentos, tamanha é a coordenação que ganham. Em compensação, a postura corporal global, que adotam quando jogam, em geral não é positiva para a saúde deles, e eles pouco se dão conta disso.

Talvez, devido à informalidade de nosso tempo, estejamos andado desatentos em relação a essa questão corporal dos mais novos. Entretanto, devemos nos ocupar mais disso, porque conhecer o próprio corpo é condição importante para uma saudável relação consigo mesmo, com o ambiente e com os outros. Estar atento às necessidades do corpo, às expressões dele, ao que ele comunica, propicia um melhor desenvolvimento e conhecimento de si e, consequentemente, oferece condições para que o autocuidado seja efetivamente praticado. E como o autocuidado é importante para a vida!

A organização corporal de crianças e adolescentes, porém, não é responsabilidade apenas das famílias. A escola deveria entrar como corresponsável nessa questão. Entretanto, poucas a contemplam em seu planejamento, já que se ocupam exageradamente dos conteúdos escolares. Os pais deveriam perguntar à escola o que ela pratica nesse sentido além de dizer “Senta direito na carteira, menina/o!”.

Pais e educadores que desejam incluir a educação corporal na formação de seus filhos e alunos contam com a valiosa ajuda que o livro “Mapas do Corpo“, de André Trindade, oferece. Nele você vai encontrar, caro leitor, mais do que ideias a esse respeito. Dezenas de atividades que colaboram para a boa postura e para uma harmoniosa relação com o corpo são sugeridas. Boa leitura!

Texto de Rosely Sayão, publicado em sua coluna na Folha de S. paulo, em 16/05/2017. Para acessar na íntegra: http://livraria.folha.com.br/livros/fisioterapia/mapas-corpo-andre-trindade-1353811.html?tracking_number=1411

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Saiba mais sobre a obra, que tem prefácio por Rosely Sayão:

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MAPAS DO CORPO
Educação postural de crianças e adolescentes
Autor: André Trindade

Este livro resume a experiência de mais de 25 anos de André Trindade como psicomotrista e psicólogo. Profundamente ligado à área do movimento, o autor domina magistralmente a arte de orientar crianças e adolescentes a adquirir e manter uma boa postura. Dividida em sete partes, a obra trata, entre outros temas, da linguagem corporal, da pele, dos ossos, músculos e articulações e do que ele denomina “Mapas do corpo” – conjunto de referências capazes de determinar distâncias, direções e ligações entre as partes do corpo, a fim de facilitar o movimento coordenado.

O objetivo de André é que professores – não apenas os de educação física – e pais auxiliem crianças e adolescentes a conhecer o próprio corpo e relacionar-se de modo saudável com o ambiente. Em cada uma das partes citadas o autor, generosamente, compartilha conosco dezenas de atividades para estimular a boa postura, a flexibilidade, a autoconfiança, o prazer da brincadeira. Com reflexões profundas, ele mostra que as novas tecnologias trouxeram muitos benefícios, mas também problemas, como o isolamento, a desestruturação postural e a entrada precoce no mundo adulto. Totalmente ilustrado com desenhos e belíssimas fotografias, o livro é um convite – sem broncas nem lições de moral – para que nós, adultos, repensemos a maneira como lidamos com crianças e adolescentes.

‘POSTURAS, GESTOS E EXPRESSÕES: A LINGUAGEM CORPORAL DE LULA NO DEPOIMENTO A MORO’

Segundo especialistas, ex-presidente demonstra raiva, ansiedade e contradições

RIO – O ex-presidente Lula titubeou e mostrou sinais de desconforto, raiva, ansiedade e enfrentamento durante o interrogatório de quarta-feira ao juiz Sergio Moro, apontam especialistas em linguagem corporal que analisaram o vídeo da íntegra do interrogatório a pedido GLOBO. Segundo eles, pela postura, gestos, expressões e até as roupas usadas por Lula é possível inferir suas emoções, embora ressaltem que nesta situação não é possível afirmar o porquê de o ex-presidente estar se sentindo daquele jeito.

— São visíveis durante o interrogatório os sinais de tensão, na face, nas mãos e no corpo de Lula, o que é natural em qualquer interrogatório — avalia o professor Paulo Sergio de Camargo.

Já Wandy Casalecchi, fundador e presidente da Sociedade Brasileira de Leitura Corporal, destaca que a postura de enfrentamento de Lula para o depoimento começou já na sua escolha de figurino. De acordo com ele, a gravata grossa, se estendendo abaixo do cinto e com listras coloridas gerava um grande contraste no centro do tronco e chamava demasiada atenção.

Casalecchi, no entanto, é mais comedido ao apontar o que chama de “incongruências” entre as declarações e a linguagem corporal de Lula, evitando usar a palavra “mentira”.

— As interpretações são diversas para estes tipos de eventos e ratificamos que apenas apontamos as incongruências entre o ato em si/palavras e os sinais não verbais. Qualquer conclusão sem uma investigação das incongruências é mera especulação — explica Casalecchi.

IRRITAÇÃO

Quando Moro apresenta os termos do processo, acusando-o de fazer parte de um esquema de corrupção, Lula inicia um sutil movimento de cutucar o dedo médio com o polegar, num sinal de agressividade e raiva pelo fato de ser acusado de fazer parte dele, diz Casalecchi: “sua face mostra uma austeridade natural para o momento, mas seus dedos deixam clara sua revolta por estar ali naquelas condições”.

DESCONFORTO

Iniciado o depoimento, Moro fala sobre o apartamento no Guarujá e Lula se mexe na cadeira, tenta se ajustar, arruma o terno e ajeita a gravata, indicações de estresse e desconforto com a questão, avalia Camargo. Logo em seguida, Lula vira a cabeça para a esquerda e olha de “canto de olho” para Moro. “Isso significa que está desconfiado das intenções do juiz ao realizar esta pergunta”, diz Casalecchi.

CONTRADIÇÃO

Ao dizer que quando chegar no processo do sítio de Atibaia vai responder tudo com prazer, a boca de Lula diz sim, mas a cabeça balança negativamente. Mais à frente, novamente, perguntado se sabia do envolvimento da OAS com a reforma do sítio de Atibaia, o ex-presidente se vira de lado e toca o nariz. “Todos são gestos clássicos de mentira nos estudos de linguagem corporal”, aponta Camargo.

ENFRENTAMENTO

Quando Lula sugere que haja uma conspiração contra ele, o que chamou de “mês Lula”, o ex-presidente o faz com flagrante elevação do queixo, sinal de enfrentamento. Além disso, ele utiliza muito os indicadores como sinal de acusação bélica e ataque, e os polegares para baixo, sugerindo imposição de ideias de forma ostensiva. “Ele está sinalizando: ‘Isso eu quero discutir’, afirma Casalecchi.

INCONSISTÊNCIA

De volta ao interrogatório envolvendo documentos relativos ao apartamento do Guarujá e datas, Lula junta as mãos como se estivesse rezando ao afirmar que só ouviu voltar falar do imóvel em 2013. “É uma falsa reza. Ele quer convencer o outro, mas não tem argumentos consistentes”, diz Camargo.

Texto parcial de matéria de Cesar Baima, publicada no jornal O Globo, em 12/05/2017. Para ler na íntegra, acesse: https://oglobo.globo.com/brasil/posturas-gestos-expressoes-linguagem-corporal-de-lula-no-depoimento-moro-21327251

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10707
LINGUAGEM CORPORAL
Técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais
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Esta é a mais completa obra sobre o tema já publicada no Brasil. Ricamente ilustrada, aborda todos os aspectos da comunicação não verbal. Além disso, ensina o leitor a identificar quando alguém está mentindo e dá dicas de como usar a linguagem corporal a seu favor nas entrevistas de emprego.

 

 

10805NÃO MINTA PRA MIM! PSICOLOGIA DA MENTIRA E LINGUAGEM CORPORAL

Fruto de mais de 15 anos de pesquisa sobre o tema, este livro trata da linguagem corporal e, especialmente, da mentira. O objetivo é revelar ao leitor um meio prático de reconhecer as mentiras, lidar com os mentirosos e evitar as armadilhas que as mentiras impõem em diversos contextos: em casa, na escola, no ambiente de trabalho, na política. O tema é tratado tanto do ponto de vista científico como do prático, com exemplos do dia a dia das pessoas, mostrando desde os motivos pelos quais elas mentem à identificação da mentira por meio da observação da linguagem corporal. O autor não imprime um tom moralista, mas defende que não se constrói algo bom com base na mentira.

‘O QUE PENSAM E O QUE QUEREM OS JOVENS – DA ESCOLA E DO (NOSSO) FUTURO’

São tantos os clichês que ouvimos sobre os jovens que é até difícil enumerá-los – inclusive já falamos sobre eles aqui. Com certeza você já ouviu (ou mesmo falou) alguma coisa do tipo “essa juventude de hoje em dia não quer nada com nada” ou “no meu tempo, a gente queria mudar as coisas”.

Na tentativa de quebrar esses “pré-conceitos” e de entender o que realmente querem os nossos jovens, o Todos Pela Educação, com apoio do Itaú BBA e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e realização da Multifocus, lançou e publicou a pesquisa Repensar o Ensino Médio (saiba mais aqui). O estudo conta com a participação de 1.551 jovens entre 15 e 19 anos que opinaram sobre temas relativos aos professores, a participação social e a educação técnica.

Entre os dados revelados, gostaria de concentrar-me no que o jovem pensa e quer da escola, já que vivemos, desde o ano passado, um período de bastante discussão envolvendo a chamada reforma do Ensino Médio. Quando questionados sobre quais os aspectos mais importantes e menos satisfatórios em seus colégios, as respostas foram: segurança, atenção às pessoas com deficiência, professores presentes e boa infraestrutura.

Tal diagnóstico mostra como os jovens na verdade têm consciência das demandas reais do sistema de ensino, uma vez que os quatro itens citados ainda são grandes entraves para a educação brasileira. A questão da segurança é o exemplo mais palpável: em março, todos acompanhamos com grande pesar a morte da estudante Maria Eduarda, durante uma aula de educação física em sua escola, no Rio de Janeiro.

A pesquisa mostra que os jovens também sabem olhar para dentro da escola e para si mesmos. Isso porque eles apontam o próprio comprometimento e o comportamento escolar como fundamental, porém não veem a situação atual de forma satisfatória, o que mostra que têm consciência da educação como um compromisso de toda a comunidade escolar.

Os dados do estudo revelam ainda que 71,4% dos jovens entrevistados estão cursando o ensino médio com o objetivo de se prepararem para o vestibular. Ou seja: para a maioria, a etapa serve apenas como um caminho que leva à educação superior. Somente 10,2% veem esses três anos ao fim da educação básica como uma formação para a vida, e 16,6% os enxergam como um preparo básico para o mundo do trabalho.

Temos aí, porém, um problema. As consequências disso não são nada boas, uma vez que a mesma pesquisa mostra que 86% alegam encontrar dificuldades para seguir com os estudos, sendo que 42% dizem ter obstáculos financeiros, e 19%, problemas em conciliar o emprego com o estudo. Dessa maneira, para alguns deles, o ensino médio atual infelizmente acaba não servindo para nada.

Em suma, os dados nos mostram jovens brasileiros que têm clareza do mundo à sua volta, da escola de que dispõem e do que querem para o futuro, mesmo que esse futuro esteja cheio de percalços. Desde 2015, com as ocupações de escolas, eles vêm reivindicando com mais ênfase uma educação de qualidade, democrática e participativa, na ânsia de serem finalmente ouvidos. Que tal darmos uma chance para eles – e para o nosso próprio futuro?

*Com colaboração de Mariana Mandelli

Artigo de Priscila Cruz, publicado em sua coluna no UOL Educação, em 10/05/2017. Para acessá-lo na íntegra:  https://educacao.uol.com.br/colunas/priscila-cruz/2017/05/10/o-que-pensam-e-o-que-querem-os-jovens—da-escola-e-do-nosso-futuro.htm

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Tem interesse pelo tema? Conheça:

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10535O QUE O JOVEM QUER DA VIDA?
Como pais e professores podem orientar e motivar os adolescentes
Autor: William Damon
SUMMUS EDITORIAL

Por que muitos jovens, atualmente, não conseguem encontrar um objetivo de vida, ao passo que uns poucos sabem direitinho o que querem? Baseado em entrevistas e pesquisas, o autor oferece métodos simples para encorajar os jovens e orientá-los para uma vida produtiva e plena em todos os sentidos.

 

11066A ESCOLA E A PRODUÇÃO TEXTUAL
Práticas interativas e tecnológicas
Autora: Silvia M. Gasparian Colello
SUMMUS EDITORIAL

Como as crianças entendem o papel da escola? Como o vínculo que estabelecem com ela afeta a aprendizagem? Por que os alunos têm tanta dificuldade de se alfabetizar? Como compreender o ensino da escrita no mundo tecnológico? Em um momento de tantas inovações, de que forma lidar com os desafios do ensino e renovar as práticas pedagógicas?

Na busca de um projeto educativo compatível com as demandas de nosso tempo e o perfil de nossos alunos, Silvia Colello discute aqui como as condições de trabalho na escola podem interferir na produção textual, favorecendo a aprendizagem da língua. Para tanto, lança mão da escrita como resolução de problemas em práticas tecnológicas e interativas. Conhecer as muitas variáveis desse processo é, indiscutivelmente, um importante aval para a construção de uma escola renovada. Afinal, é possível transformar a leitura e a escrita em uma aventura intelectual?

‘A BASE E A EDUCAÇÃO PARA O PENSAMENTO CIENTÍFICO’

Com anos de atraso, finalmente o Brasil, nos moldes dos melhores sistemas de educação, criou a Base Nacional Comum Curricular, centrada em competências a serem desenvolvidas pelos alunos da educação infantil ao final do ensino médio. 

Já no ensino fundamental, aparece, na disciplina de ciências, uma ênfase em experimentação, condição necessária para que, de fato, os alunos aprendam a pensar cientificamente, e não apenas a decorar meia dúzia de fórmulas.

Na recente Marcha pela Ciência, motivada pelo reduzido interesse pelas ciências do atual governo americano (e pela precária fundamentação de decisões de políticas públicas em evidências científicas), pode-se verificar o importante elo entre o ensino de ciências nas escolas e o exercício de cidadania global.

O risco de ter o negacionismo das mudanças climáticas e a resistência a vacinas crescendo no mundo de pós-verdades merece atuação forte de cidadãos dentro e fora das escolas.

Lembrei-me, ao ler a base, de um esforço de implementação do currículo de ciências desenvolvido por cientistas no Chile. Com foco num processo de educação centrado em experimentação, iniciaram um programa de ciências em escolas em áreas vulneráveis do país, com forte investimento em formação de professores, material estruturado e kits para experimentos.

No Rio, quando fui secretária municipal de Educação, procuramos fazer o mesmo nas escolas localizadas em áreas conflagradas, num programa denominado Cientistas do Amanhã.

No programa chileno, depois estendido a grande número de escolas, algo de interessante aconteceu: ao trabalhar com experimentação, para além de um maior conhecimento dos alunos e da incorporação do eixo “competências de pensamento científico” no currículo nacional, ocorreu, de forma não totalmente intencional, o desenvolvimento nos alunos de competências socioemocionais associadas à prática em sala de aula.

Com uso intensivo de trabalho em equipe, o que demandava constante revisão e discussão de ideias para identificar e validar hipóteses de pesquisa, competências como colaboração, respeito e comunicação assertiva foram enfatizadas.

Da mesma maneira, ao registrar seu processo de pesquisa e fazer apresentações a seus colegas a partir de suas descobertas científicas, não apenas se desenvolviam competências associadas à comunicação formal como, colocando o aluno no centro da cena, fortaleciam-se sua autoconfiança, motivação e engajamento.

Há anos, cientistas brasileiros, como Mayana Zatz, lutam por um processo semelhante. Não seria o momento de trazê-los para a mesa de discussões?

Da coluna de Claudia Costin, publicada na Folha de S. Paulo em 05/05/2017.
Para acessá-la na íntegra: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/claudia-costin/2017/05/1881235-a-base-e-a-educacao-para-o-pensamento-cientifico.shtml 

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Saiba mais sobre o assunto com o livro:

10891ENSINO DE CIÊNCIAS: PONTOS E CONTRAPONTOS
Organizadora: Valéria Amorim Arantes
Autores: Nélio BizzoAttico Chassot

Transitando entre história, filosofia e ensino de cências, esta obra aborda, entre outros temas, a origem das espécies e do homem, o papel da igreja na história da ciência, a dimensão dos conteúdos nas disciplinas científicas, as relações entre o saber popular e o saber científico, a interdisciplinaridade e a transversalidade. Livro fundamental para a formação de professores de ciência no contexto brasileiro.

 

‘LIVRO RETRATA O PODER DE PERSUASÃO DA ARTE E DO ENTRETENIMENTO.’

cbn
Ouça abaixo entrevista de Franthiesco Ballerini, autor de Poder Suave – Soft Power, à rádio CBN.

 

 

Conheça o livro:

11064PODER SUAVE (SOFT POWER)
Autor: Franthiesco Ballerini
SUMMUS EDITORIAL

Utilizado pela primeira vez pelo cientista político Joseph Nye na década de 1980, o termo “poder suave” (soft power) designa a capacidade de um Estado ou uma instituição influenciar a opinião pública para que seus objetivos sejam cumpridos. Acompanhando a humanidade há milênios, o poder suave se fez sentir sobretudo na cultura. O exemplo mais clássico é Hollywood, que, com seus filmes e produtos dele derivados, reproduz um estilo de vida que serve muito bem aos interesses americanos no campo da política e da economia. Porém, diversos outros tipos de poder suave têm mostrado sua força ao longo dos séculos, deixando claro que ideias podem, por vezes, ser mais persuasivas que canhões.

Publicação única no Brasil, fruto de mais de dois anos de intensas pesquisas e dezenas de entrevistas, este livro explica os mecanismos de ação do poder suave e sua expressão em áreas como música, cinema, artes plásticas, dança e artes visuais.