‘PSICÓLOGA EXPLICA COMO TER UMA VIDA DE VERDADE’

Como ter uma vida equilibrada? Para falar sobre o assunto, o Cotidiano, da Rádio NAcional de Brasília, entrevistou a escritora, antropóloga e psicóloga, Susan Andrews, coordenadora do Movimento Felicidade Interna Bruta (FIB), no Brasil e idealizadora dos programas Transforma, Transforma Escola, EduCoração e Rede Med, de redução do estresse. Susan é também autora de três livros pela Editora Ágora, entre entre eles o recém-lançado Por uma vida de verdade.

Ela começa explicando sobre o que é vida de verdade, analisando que isso significa conhecer a si mesmo, estar em paz na sua alma, ter relacionamentos harmoniosos com as pessoas ao redor e uma conexão com algo superior: “ela tem  três conexões: no seu interior, com as pessoas ao seu redor e com algo superior”, esclarece.

Susan Andrews diz que a neurociência ensina que nós temos no centro do cérebro um pequeno órgão, responsável pela reação de lutar ou fugir. A psicóloga explica que esse órgão reage muito rapidamente, quando nos sentimos ameaçados, sequestra nosso raciocínio e aí perdemos o equilíbrio e ficamos com raiva, nervosos ou com medo. A escritora esclarece que temos que saber como controlar nosso cérebro, e comenta que no curso que ela fez em Harvard ensina que temos que viver nossa vida de cima para abaixo, não de baixo para cima, controlando os impulsos.

Confira abaixo esta entrevista ao programa Cotidiano, com Luiza Inez Vilela, na Rádio Nacional de Brasília.………..

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Para conhecer o livro Por uma vida de verdade, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1430/9788571831759

 

Para conhecer todos os livros da autora, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/busca/susan+andrews/all/0

‘LUTO NÃO RECONHECIDO PODE LEVAR AO ADOECIMENTO – COMO RESOLVER ISTO?’

O luto não reconhecido vem de perdas como o de um filho prematuro, uma traição conjugal, aposentadoria, o desaparecimento de um parente, a perda de um animal de estimação… São experiências muitas vezes ignoradas ou desacreditadas pelo próprio enlutado ou pela comunidade e quando isto acontece, pode levar ao adoecimento. É preciso entender a reação de quem está passando por isto, ser empático e tentar se colocar no lugar dessa pessoa, porque viver isolado e ignorado torna o luto mais intenso e prolongado.

A psicóloga Gabriela Casellato, organizadora do livro O resgate da empatia – Suporte psicológico ao luto não reconhecido diz que, ao longo de sua experiência, foi observando que muitas vezes as pessoas procuram ajuda, não necessariamente porque estão adoecidas, mas porque estão sozinhas nas suas perdas. Muitas dessas situações têm a ver com essa dor que não pode ser compartilhada, seja porque o próprio enlutado não a valoriza como algo significativo ou porque a própria sociedade não reconhece.

No livro, várias histórias ilustram situações de pessoas que sofrem por não aceitar o luto ou não por saber lidar com isto e apresenta soluções para cada caso abordado.

Confira abaixo a entrevista ao programa Cotidiano, com apresentação da jornalista Luiza Inez Vilela, na Rádio Nacional de Brasília.

 

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Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//9788532310088