FLÁVIO GIKOVATE PARTICIPA DO ENCONTRO COM FÁTIMA BERNARDES, DA TV GLOBO, NESTA SEGUNDA, DIA 24/11

Encontro_com_fátima_bernardes_logoO psicoterapeuta Flávio Gikovate estará nesta segunda-feira, dia 24 de novembro, no programa Encontro com Fátima Bernardes (TV Globo). Dessa vez, o bate papo é sobre o livro Deixar de ser gordo, da MG Editores.  O programa vai ao ar das 10h40 ao meio dia.

A humanidade nunca se preocupou tanto com a obesidade. Não é para menos. Estudos recentes revelam que 40% da população global sofre com a doença, que passou a figurar como um dos maiores problemas de saúde pública no mundo. O pior nesse quadro é que as famosas dietas não apenas não funcionam como têm contribuído seriamente para agravar a situação. 50043Utilizando uma linguagem clara e direta e a sua própria história de ex-obeso, Gikovate mostra no livro como funciona o círculo viciosos da obesidade — cujos componentes principais são a privação, a compulsão e a culpa. O objetivo é ajudar aqueles que querem deixar de ser gordos, e não apenas emagrecer.

As dietas, em geral, pregam a privação e não a reeducação alimentar, diz Gikovate. “A privação leva ao desejo, por isso elas não funcionam. Impor uma dieta rigorosa ao indivíduo que é submetido diariamente a milhões de ofertas dos mais variados tipos de comida vai torná-lo um obsessivo.” O psiquiatra explica que quando o cérebro é obrigado a prestar muita atenção em algo, ele responde de maneira inversa, pois a obsessão vira desejo: “Por isso, quem está fazendo dieta começa bem o dia, seguindo corretamente a lista de ‘privações’, e, no fim do dia, termina atacando a geladeira”.

O maior insucesso, segundo o autor, é exatamente a preocupação excessiva com o emagrecimento. A neurose é tão grande que mesmo se a pessoa não comer, ela tenderá a não perder peso. Soma-se a esse quadro a necessidade de se adaptar a um novo mundo. “O avanço tecnológico, com máquinas que fazem o trabalho do homem, bastando apertar um botão, tornou a vida sedentária. A oferta de alimentos quintuplicou. E pior: podemos comer a qualquer hora do dia”, afirma. Além disso, Gikovate lembra que indústria da cultura do emagrecimento aumenta a cada dia a oferta de milagres, como remédios que permitem que se coma loucamente e depois se elimine a gordura ingerida.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Deixar+de+ser+gordo

FLÁVIO GIKOVATE PARTICIPA DO PROGRAMA ENCONTRO COM FÁTIMA BERNARDES NESTA SEGUNDA, 3/11

O psicoterapeuta Flávio Gikovate estará nesta segunda-feira, dia 3 de novembro, no programa Encontro_com_fátima_bernardes_logoEncontro com Fátima Bernardes (TV Globo). Ele conversa com a apresentadora sobre o seu novo livro, Mudar – Caminhos para a transformação verdadeira (MG Editores). O programa vai ao ar das 10h40 ao meio dia.

Por que é tão difícil mudar, mesmo quando sabemos que determinados hábitos ou atitudes nos são prejudiciais? Que mecanismos estão por trás da nossa resistência à mudança e como entendê-los para, então, desmantelá-los? 50109O novo livro de Gikovate vai ao âmago dessas questões. No livro, o psicoterapeuta não apresenta fórmulas prontas nem conselhos fáceis.  Percorrendo os caminhos que moldam o indivíduo – a biologia, a cultura e a personalidade –, o autor leva-nos a refletir sobre a capacidade que todos temos de mudar.

“É preciso ousar, tentar realizar os sonhos que elaboramos. Quem não acha que terá condições de ousar e tratar de perseguir seus sonhos não deve construí-los”, afirma Gikovate. Segundo ele, viver sem sonhos pode ser triste, mas mais doloroso é tê-los e não persegui-los. “Isso é muito mais terrível que tentar e fracassar. No fim das contas, todo processo de mudança deveria ter como objetivo principal o crescimento pessoal, tanto emocional como moral. Aqueles que alcançarem esse patamar saberão muito bem o que desejam fazer da vida e terão coragem, disciplina e determinação para ir atrás de seus sonhos.”

No livro, Gikovate analisa os obstáculos que enfrentamos quando nos propomos a mudar um comportamento e aponta caminhos para vencer os entraves. A vontade pessoal e a autoanálise são ingredientes fundamentais, mas a razão também tem papel primordial: o que de fato queremos mudar? Quem desejamo-nos tornar? Estaremos dispostos a abrir mão da estabilidade para alcançar nossos objetivos? Conseguiremos suportar a dor das perdas imediatas para gozar de benefícios em longo prazo?

Tecendo considerações acerca de como nos tornamos aquilo que somos, o autor contempla todas as possibilidades sem se deixar aprisionar por nenhuma das hipóteses teóricas que povoaram o território da psicologia do século XX. “Penso que só podemos chamar de ciência um sistema aberto e eternamente incompleto, no qual hipóteses e ideias vêm e vão, sendo sempre substituídas por outras mais abrangentes”, diz. Para ele, todo saber é temporário, sendo isso particularmente verdadeiro num terreno como o da psicologia.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1380/Mudar

FÁTIMA BERNARDES E LEDA NAGLE ENTREVISTAM AUTORA DO LIVRO “CRÔNICAS DA SURDEZ”

60092A gaúcha Paula Pfeifer, autora do livro Crônicas da surdez (Plexus Editora), participa nesta terça-feira, dia 21, dos programas Encontro com Fátima Bernardes (TV Globo) e Sem Censura (TV Brasil), respectivamente às 10h40 e 16h. No domingo (20), o jornal O Globo publicou ampla reportagem destacando o livro e a história de Paula. Leia na íntegra a matéria intitulada “Com humor e emoção, deficiência invisível virá crônicas e livro”: http://goo.gl/iZDrIT

O livro traz um relato franco e arrebatador sobre experiências e descobertas em meio às dificuldades e às agruras da surdez. Temas como preconceito, tecnologia, mercado de trabalho e bullying são apresentados de forma leve, sem julgamentos, permitindo aos deficientes auditivos, a seus familiares e a profissionais de saúde refletir sobre o cotidiano e sobre a capacidade de superação inerente a todos nós.

Funcionária pública em Santa Maria (RS), Paula nunca se deixou rotular. Claro que, ao receber o diagnóstico de deficiência auditiva bilateral neurossensorial progressiva na adolescência, ficou abalada. Depois da negação, veio a necessidade de saber mais, de conhecer o problema e de encontrar maneiras de superar os obstáculos. Em 2003, formou-se em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Santa Maria e fez seu trabalho de graduação sobre a escolha da modalidade linguística pelas famílias de crianças com deficiência auditiva. Era o primeiro passo para desvendar esse universo.

Apaixonada por viagens, Paula coleciona carimbos no passaporte. Em uma de suas investidas em terras longínquas, teve a ideia de escrever. Em 2007, criou o blogue Sweetest Person, que trata de moda, beleza, maquiagem e literatura. Em pouco tempo, o espaço ganhou milhares de fãs. Foi o impulso de que precisava para, em 2010, dar o segundo passo. Também com milhares de acessos, inclusive de países como Portugal, Alemanha, Espanha, Estados Unidos e Argentina, o blogue Crônicas da Surdez já foi notícia em importantes jornais e revistas brasileiros. “Foi com a criação desse canal que me dei conta da quantidade de pessoas que têm vivenciado a surdez presas numa bolha de solidão e falta de conhecimento”, afirma Paula.

Para saber mais sobre o livro, acesse: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1328/Cr%C3%B4nicas+da+surdez

RENATO KAUFMANN PARTICIPA DO ENCONTRO COM FÁTIMA BERNARDES, NESTA QUARTA, 19 DE MARÇO

Autor dos livros Diário de um grávido e Como nascem os pais (Mescla Editorial), Renato Kaufmann é um dos convidados do programa Encontro com Fátima Bernardes, da TV Globo. O bate-papo dessa quarta-feira, 19 de março, será sobre homens que têm os mesmos sintomas que as mulheres na gravidez. O programa vai ao ar das 10h40 ao meio dia.

Criador do blog Diariogravido.com.br, que tem milhares de seguidores e presença também  no Facebook e no Twitter, 70010Kaufmann lançou o Diário de um grávido em 2010. O livro conta, com humor desconcertantemente sincero e apaixonado, como é atrapalhada e emocionante a gravidez do ponto de vista masculino. Do pânico da primeira notícia até o nascimento do bebê, passando pelo primeiro ultrassom, a intrigante placenta, as outras grávidas e os hormônios ensandecidos, a obra traz uma perspectiva nova sobre um tema universal.

70016Se o primeiro livro surgiu da necessidade de desabafar por causa da incerteza de acompanhar uma gravidez, o segundo – Como nascem os pais – é o retrato fiel e bem-humorado dos dois primeiros anos de uma menina na vida de seu despreparado pai. Em 208 páginas costuradas pelo humor ao mesmo tempo cáustico e comovente que marca a sua escrita, o autor faz um panorama surpreendente de um pai nessa sempre primeira viagem.

Para saber mais sobre os livros, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/busca/renato+kaufmann/all/0

BETTY MONTEIRO NO PROGRAMA ENCONTRO COM FÁTIMA BERNARDES

A psicóloga Elizabeth Monteiro, autora do livro Cadê o pai dessa criança? (Summus Editorial), participou do programa Encontro com Fátima Bernardes, da TV Globo, no dia 5 de fevereiro. No bate-papo, com a presença de outros convidados, a autora falou, entre outras coisas, sobre o que gera o consumo. Para assistir, acesse:
http://globotv.globo.com/t/programa/v/psicologa-fala-sobre-o-que-gera-o-consumo/3126298/

Pesquisas e reportagens têm alardeado nos últimos anos uma mudança no comportamento dos pais: eles estariam mais participativos na vida dos filhos. Há certamente um avanço, porém muito longe do ideal. Infelizmente, a maioria das famílias ainda convive com um pai perdido em seu papel. Eles não interrompem o trabalho para dar um telefonema para casa e certificar-se de que os filhos estão bem; não vão à escola saber como está o desempenho; não se preocupam em dar bons exemplos; não têm a menor ideia do quanto a ausência prejudica o desenvolvimento dos filhos.

10893No livro, Elizabeth fala diretamente com esses pais: o ausente, o violento, o folgado, o ignorante, o workaholic e até o abusador. De forma direta e contundente, ela mostra a importância de resgatar a identidade paterna e afirma: “Assim como a mãe, o pai tem a obrigação de cuidar do filho de maneira amorosa, respeitosa, ser presente e atuante. Do contrário, não é pai”.

Na avaliação da psicóloga, o homem não nasce pai. Ele se transforma em pai – o que difere da mulher, que biologicamente já vem com preparo para exercer a maternidade e se especializa desde criança, com as brincadeiras com bonecas. “A mulher, ao engravidar, começa a desenvolver uma ligação afetiva e maternal com o filho”, afirma. Segundo ela, o homem tem de aprender a desenvolver o amor paterno. E o filho só precisa de um pai coerente, que tenha bom-senso, boa dose de bom humor e postura amiga. De qualquer forma, o pai ideal está longe de ser perfeito. “Tudo que é perfeito ou imperfeito demais é patológico”, alerta a autora.

Baseada em sua experiência clínica e em pesquisas diversas, a psicóloga analisa os principais tipos de pai da família contemporânea e deixa claro que esses modelos prejudicam o desenvolvimento afetivo e intelectual das crianças, impactando duramente sua autoestima. “Crianças criadas com a participação ativa do pai se tornam adultos mais seguros, mais competentes e mais amorosos”, afirma.

Para saber mais sobre os livros da autora, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/busca/elizabeth+monteiro/all/0

FÁTIMA BERNARDES ENTREVISTA A PSICÓLOGA ELIZABETH MONTEIRO EM SEU PROGRAMA

A autora Elizabeth Monteiro participa do programa Encontro com Fátima Bernardes, da TV Globo, na segunda-feira, 25 de novembro. O bate-papo será em torno do tema do livro Cadê o pai dessa criança?, que a psicóloga acaba de ser lançar pela Summus Editorial. Para assistir a alguns momentos da participação, acesse os links abaixo:

http://globotv.globo.com/rede-globo/encontro-com-fatima-bernardes/t/programa/v/elisabeth-escreveu-livro-sobre-participacao-dos-pais-na-rotina-dos-filhos/2976638/

http://globotv.globo.com/rede-globo/encontro-com-fatima-bernardes/t/programa/v/elisabeth-e-importante-que-todos-os-filhos-se-sintam-unicos/2976657/

Pesquisas e reportagens têm alardeado nos últimos anos uma mudança no comportamento dos pais: eles estariam mais participativos na vida dos filhos. Há certamente um avanço, porém muito longe do ideal. Infelizmente, a maioria das famílias ainda convive com um pai perdido em seu papel. Eles não interrompem o trabalho para dar um telefonema para casa e certificar-se de que os filhos estão bem; não vão à escola saber como está o desempenho; não se preocupam em dar bons exemplos; não têm a menor ideia do quanto a ausência prejudica o desenvolvimento dos filhos.

No livro, Elizabeth fala diretamente com esses pais: o ausente, o violento, o folgado, o ignorante, o workaholic e até o abusador. De forma direta e contundente, ela mostra a importância de resgatar a identidade paterna e afirma: “Assim como a mãe, o pai tem a obrigação de cuidar do filho de maneira amorosa, respeitosa, ser presente e atuante. Do contrário, não é pai”.

Na avaliação da psicóloga, o homem não nasce pai. Ele se transforma em pai – o que difere da mulher, que biologicamente já vem com preparo para exercer a maternidade e se especializa desde criança, com as brincadeiras com bonecas. “A mulher, ao engravidar, começa a desenvolver uma ligação afetiva e maternal com o filho”, afirma. Segundo ela, o homem tem de aprender a desenvolver o amor paterno. E o filho só precisa de um pai coerente, que tenha bom-senso, boa dose de bom humor e postura amiga. De qualquer forma, o pai ideal está longe de ser perfeito. “Tudo que é perfeito ou imperfeito demais é patológico”, alerta a autora.

Baseada em sua experiência clínica e em pesquisas diversas, a psicóloga analisa os principais tipos de pai da família contemporânea e deixa claro que esses modelos prejudicam o desenvolvimento afetivo e intelectual das crianças, impactando duramente sua autoestima. “Crianças criadas com a participação ativa do pai se tornam adultos mais seguros, mais competentes e mais amorosos”, afirma.

Para saber mais sobre o livro, acesse: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Cad%C3%AA+o+pai+dessa+crian%C3%A7a%C2%A7