LE MONDE DIPLOMATIQUE DESTACA O LIVRO TRIÂNGULO ROSA

A edição de agosto da Le Monde Diplomatique Brasil traz uma resenha sobre o livro Triângulo rosa – Um homossexual no campo de concentração nazista (Mescla Editorial), de Rudolf Brazda e Jean-Luc Schwab. Sustentado por um rigoroso trabalho de pesquisa, o livro traz um depoimento marcado pela dor e pela esperança de quem sobreviveu aos horrores do nazismo. Acesse o link para ler a resenha: http://goo.gl/Zp0hC

Identificados como “triângulos-rosa”, milhares de gays foram caçados pelo regime de Hitler. Com a matrícula 7952, Rudolf foi condenado duas vezes por ser homossexual e depois deportado para Buchenwald, onde ficou preso no campo de concentração durante 32 meses, até sua libertação, ocorrida em 11 de abril de 1945.

Quando foi libertado, Rudolf decidiu fixar residência na França. Foi só em 2008, aos 95 anos, que ele decidiu sair do anonimato. Após a inauguração de um monumento às vítimas homossexuais do nazismo em Berlim, na Alemanha, ele pôs fim a longos anos de silêncio. Surgia, então, aos olhos do mundo, o último sobrevivente homossexual conhecido dos campos de concentração nazista.

No dia 28 de abril de 2011, Rudolf recebeu a medalha da Ordem Nacional da Legião de Honra, mais alta condecoração da França. A distinção foi entregue por Marie-José de Chombart Lauwe, sobrevivente de Ravensbrück e presidente da Fundação para a memória da deportação.

Rudolf faleceu em 3 de agosto de 2011, aos 98 anos, cinco meses depois do lançamento do livro no Brasil. Morando num abrigo para idosos em Mulhouse, na França, morreu enquanto dormia “calma e pacificamente”, segundo Schwab.

Para saber mais sobre o livro, acesse: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1256/Tri%C3%A2ngulo+rosa

FLÁVIO GIKOVATE PARTICIPA DO “SEMPRE UM PAPO”

O psicoterapeuta Flávio Gikovate fala sobre amor, namoro e casamento no projeto Sempre Um Papo, neste sábado, dia 25 de agosto, às 11h, no auditório da Unifemm, em Sete Lagoas, Minas Gerais.  Conferencista e autor consagrado, Gikovate aproveita a oportunidade para autografar o livro Uma nova visão do amor (MG Editores). Criado em 1986, o “Sempre Um Papo” é reconhecido como um dos programas culturais de maior credibilidade do país. A entrada é gratuita e o encontro tem mediação de Afonso Borges, idealizador do projeto.

“Os relacionamentos devem se basear muito mais em laços de amizade que de dependência.” Gikovate defendeu essa tese em sua primeira grande obra a respeito do amor, em 1990. Em toda sua produção seguinte ele trata do tema com base nos fundamentos que aparecem neste texto. No livro Uma nova visão do amor, ele tece relações entre amor, casamento, solidão e individualidade, passando pelo tão falado tema da paixão. E propõe uma nova maneira de enxergar a relação entre duas pessoas, apontando a vaidade como um dos principais obstáculos à felicidade e mostrando que o uso da razão é um dos caminhos para viver plenamente o amor.

Partindo de considerações pessoais muito peculiares, sempre apoiadas em sua experiência clínica de mais de quarenta anos, Gikovate parte do princípio de que o amor, por ser considerado o mais nobre dos sentimentos, raramente é associado a elementos negativos, o que impede uma reflexão crítica sobre ele. Além disso, o quase obrigatório contraponto entre esse sentimento e a razão leva à depreciação da segunda.

Por isso, Gikovate apresenta novas formas de relacionamento, baseadas na consciência de que somos seres plenos e não apenas metades em busca de complemento. “O amor dito ‘romântico’ é imaturo e regressivo e não condiz com uma relação de boa qualidade. O amor é um sentimento que temos pela pessoa cuja presença provoca em nós a sensação de paz e aconchego que perdemos ao nascer. A mãe é o nosso primeiro objeto de amor. Quando crescemos e nos tornamos independentes, queremos nos entreter com outras coisas, mas, vez por outra, nos sentimos inseguros e corremos atrás do aconchego físico materno. Portanto, o amor é o sentimento que se tem pela pessoa com a qual você supre a sensação de desamparo, de incompletude. Mas essa sensação de que falta alguma coisa não pode ser preenchida por outra pessoa. Temos de nos resolver interiormenteantes de nos unir a alguém”, afirma o autor.

Serviço

Palestra com Flávio Gikovate no Sempre Um Papo*
Data: 25 de agosto, sábado
Horário: 11h
Local: Auditório Dr. Marcelo Vianna, da Unifemm
Endereço: Av. Marechal Castelo Branco – Bairro Santo Antônio – Sete Lagoas – MG
Informações: 31-3261.1501 http://www.sempreumpapo.com.br

*entrada gratuita

Para saber mais sobre os livros do autor, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/autor//Fl%C3%A1vio+Gikovate

IVONE ZEGER PARTICIPA DO ENCONTRO COM FÁTIMA BERNARDES, DA TV GLOBO

O programa Encontro com Fátima Bernardes, da TV Globo, desta quarta-feira, dia 22 de agosto, teve a participação de Ivone Zeger, autora dos livros Família – Perguntas e respostas e Herança – Perguntas e respostas, ambos da Mescla Editorial. Especialista em Direito de Família e Sucessão, Ivone responde de forma simples e direta às principais dúvidas relacionadas com casamento, divórcio, pensão alimentícia, partilha de bens, adoção, violência doméstica, filhos, união gay etc.

Assista ao vídeo com a participação da advogada, acessando o link: http://globotv.globo.com/rede-globo/encontro-com-fatima-bernardes/v/advogada-acha-que-heranca-deve-ser-resolvida-em-vida/2101563/

Em edição revista, o livro Família – Perguntas e respostas traz todas as mudanças legislativas instituídas nos últimos quatro anos. As novas posturas legais influenciam, por exemplo, em questões como guarda compartilhada dos filhos, pensão alimentícia na maioridade, nova lei do divórcio, reconhecimento de paternidade, adoção, emancipação de menores e violência doméstica, atualizações que o mundo jurídico tenta acompanhar, em tempos de fertilização assistida, barriga de aluguel e banco de esperma.

Já o livro Herança – Perguntas e respostas contém informações e esclarecimentos básicos sobre as dúvidas mais frequentes em relação ao tema. “O objetivo é ajudar o leitor a se orientar no labirinto das leis que regem a sucessão. E esse é um tema que, em geral, todos nós teremos de enfrentar em algum momento da vida”, afirma a advogada. Trata-se de um guia prático e direto que ajuda a compreender esse universo reservado aos técnicos e especialistas em ciência jurídica.

Para saber mais sobre os livros, clique nas capas acima.

HIPERATIVIDADE EM CRIANÇAS PREJUDICA APRENDIZADO E REQUER DIAGNÓSTICO PRECOCE, ORIENTA HC

Do UOL
Em São Paulo

Desatenção, inquietação e impulsividade são alguns dos indícios de que seu filho pode ser hiperativo. Segundo levantamento do Programa de Atendimento de Hiperatividade do Hospital das Clínicas da FMUSP, ligado à Secretaria de Estado da Saúde e maior complexo hospitalar da América Latina, 90% das crianças atendidas no ambulatório da unidade são meninos na idade escolar, dos seis aos 17 anos.

A hiperatividade traz prejuízos, principalmente, no período escolar da criança, e não deve ser confundida com a simples agitação ou eventuais casos de bagunça.

O psiquiatra e coordenador do programa, Enio Andrade, explica que, devido à presença de outras crianças na sala de aula, os sintomas são mais facilmente percebidos nesses ambientes.

Para ele, os professores são os primeiros a perceber que a criança não é apenas bagunceira e os pais precisam ouvi-los com mais atenção.

As crianças podem apresentar esporadicamente as características citadas acima, sem que isso signifique uma patologia. Para ser de fato hiperatividade, que precisa ser diagnosticada por um profissional, os sintomas têm que ser constantes, estarem presentes em ambientes diversos e com uma duração mínima de seis meses.

Quanto mais cedo a hiperatividade for diagnosticada, menos prejuízo a criança terá.  O mais indicado para o tratamento é acompanhamento com psiquiatra e com um grupo multidisciplinar. Para isso os pais precisam esquecer o preconceito contra essa ciência.

O tratamento normalmente é feito com medicamentos para estimular o controle de atenção. Isso porque o hiperativo presta atenção em tudo ao mesmo tempo e não mantém o foco, o que prejudica, principalmente, o aprendizado. Cerca de 80% das crianças atendidas no Programa de Atendimento Hiperatividade do HC apresentam melhoras ao longo do tratamento.

Texto publicado originalmente no UOL, no dia  20/8/2012. Confira aqui: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2012/08/20/hiperatividade-em-criancas-prejudica-aprendizado-e-requer-diagnostico-precoce-orienta-hc.htm

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Se você se interessa pelo assunto, conheça o livro Hiperatividade (Plexus). A autora, Maggie Jones, fornece informações essenciais sobre tratamentos convencionais, tratamentos alternativos, alimentação e dietas adequadas, cuidados específicos para as diversas idades. Mostra os passos práticos que os pais podem dar para compreender, apoiar e cuidar da criança, possibilitando à família inteira progredir de forma positiva.

 

EDIÇÕES GLS PARTICIPAM DA 1ª FEIRA DO LIVRO LGBT

Acontece no próximo sábado, dia 25 de agosto, das 14h às 22h, a 1ª Feira do Livro LGBT. O evento, que será realizado na Casa das Rosas (Av. Paulista, 37, São Paulo, SP), terá a participação das Edições GLS. Além da feira, haverá um sarau literário em comemoração ao Dia da Visibilidade Lésbica (29 de agosto). Vange Leonel (Grrrrls – Garotas iradas Balada para as meninas perdidas), Irineu Ramos (A TV no armário) e Stevan Lekitsch (Cine arco-íris) vão representar a editora na programação cultural. Serão cerca de 30 escritores e poetas gays, lésbicas, bissexuais e simpatizantes a falar de suas obras, que estarão à venda nos salões da Casa das Rosas.

Criada em 1998, a Edições GLS é dirigida a gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros. A editora surgiu para dar voz aos assuntos de interesse específico desses grupos, e também para pais, amigos, médicos, terapeutas e professores, para que possam compreender melhor seus filhos, amigos ou clientes.

A 1ª Feira do Livro LGBT é uma iniciativa da Editora Brejeira Malagueta e conta com o apoio da Secretaria de Estado da Cultura e Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias. A programação cultural terá ainda um pocket show da cantora Érica Pinna, que acontece das 20h às 21h. Veja abaixo a programação do sarau literário:

Não-ficção, das 14h30 às 15h30

Alexandre Calladinni, Jeito Calladinni de voar, Metanoia
Léa Carvalho, No caminho do arco-íris, Metanoia
Irineu Ramos, A TV no armário, Edições GLS
Tiago Elídio, Eu, Pierre Seel, Deportado Homossexual, Cassará
Stevan Lekitsch, Cine arco-íris, Edições GLS

Fantasia queer, das 15h30 às 16h30

Camila Fernandes, Cristina Lasaitis, Rober Pinheiro, Sarah Helena, A fantástica literatura queer, Tarja

Sarau, das 16h30 às 17h30

Ana Roxo, independente
Claudia Monteiro, Versejando, ed própria
Clayton Menezes, No divã do âmago, ed própria
Rita Moreira, Perscrutando o papaia, Brasiliense
e outras

Ficção gay, das 17h30 às 18h30

Davy Rodrigues, Proibido amor, Metanoia
Kiko Riaze, Depois de sábado à noite, Fábrica de Leitura
Plínio Camillo, O namorado do papai ronca, Prólogo
Rafael Ban Jacobsen, Uma leve simetria, Não Editora
Roberto Muniz, Adeus a Aleto, Escândalo

Ficção lésbica, das 18h30 às 19h30

Bertha Solares, Uma ano, dois verões, Brasiliense
Drikka Silva, Glamour, Brejeira Malagueta
Karina Dias, Aquele dia junto ao mar, Brejeira Malagueta
Lara Lunna, Victória alada, Sanderman
Vange Leonel, Grrrrls – Garotas iradas, Edições GLS; As sereias da Rive Gauche, Brasiliense

  • Serviço:

1ª FEIRA DO LIVRO LGBT
Data: 25 de agosto, sábado
Local: Casa das Rosas
Endereço: Av. Paulista, 37 (perto do metrô Brigadeiro e da Praça Osvaldo Cruz)

Para saber mais sobre os livros das Edições GLS, acesse:

 

REVISTA FILOSOFIA DESTACA O LIVRO CINEMA BRASILEIRO NO SÉCULO 21

Clique aqui e saiba mais sobre este livroA edição de agosto da revista Filosofia traz uma entrevista com o jornalista Franthiesco Ballerini sobre o livro Cinema brasileiro no século 21 (Summus Editorial). Baseado em entrevistas com os mais importantes nomes do cinema nacional, além de pesquisas e dados da indústria, o autor fez um retrato fiel da produção cinematográfica hoje nas áreas de atuação, direção, roteiro, exibição, distribuição e legislação, entre outras. Leia a entrevista: http://goo.gl/vhntB

No livro, mais do que fornecer dados, defender teses ou aprofundar questões, Ballerini apresenta reflexões de profissionais atuantes no cinema brasileiro. “Somente conhecendo a fundo nossa história audiovisual e refletindo intensamente sobre os rumos da cinematografia contemporânea, conseguiremos difundir entre todos os brasileiros o hábito de assistir a filmes nacionais”, afirma o autor.

Para Jean-Claude Bernardet, que assina o prefácio do livro, o cinema brasileiro deste século 21 pode – e precisa – passar por uma mudança de valores. Até hoje, diz ele, trabalhar para o público não é algo bem-visto entre os cineastas. “O ideal é vislumbrarmos um cinema absolutamente diversificado, que corresponda ao gosto do público e do grupo dos intelectuais, sem que seja necessário optar por um deles”, afirma. Entre os cineastas, documentaristas, roteiristas, distribuidores, produtores, atores e especialistas entrevistados estão Leon Cakoff e Gustavo Dahl (ambos falecidos em 2011 e que deram uma das suas últimas entrevistas em vida),  Marco Woldt, Alberto Flaksman, Inácio Araújo, Fernando Meirelles, Cacá Diegues, Marçal Aquino, Fernando Bonassi, Andrucha Waddington, José Wilker, Leona Cavalli, Leonardo Medeiros, Léa Garcia, Selton Mello, Wagner Moura, Daniel Filho e Luiz Carlos Barreto. A obra é ilustrada com fotos de várias produções brasileiras, entre elas: Central do Brasil, Bicho de sete cabeças, Tropa de elite e Cidade de Deus.

A obra, dividida em 12 capítulos, traz uma análise do cinema nacional, incluindo história, internacionalização, ensino do cinema e documentários. Em sua vasta pesquisa, Ballerini constatou que, hoje, grande parte dos profissionais envolvidos na teoria e prática do cinema brasileiro acredita que seja necessário buscar cada vez mais um cinema que se comunique com o espectador, para a ampliação do público. Mas essas mesmas pessoas também inscrevem projetos nos editais de incentivo para falar de experiências pessoais ou temas que lhes agradem, sem levar em consideração a vontade do público.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1297/Cinema+brasileiro+no+s%C3%A9culo+21

CLEUZA CESCA LANÇA RELAÇÕES PÚBLICAS PARA INICIANTES NA LIVRARIA SARAIVA EM CAMPINAS

A Summus Editorial e a Livraria Saraiva (Campinas – SP) promovem no dia 23 de agosto, quinta-feira, a partir das 19h30, a noite de autógrafos do livro Relações públicas para iniciantes, de Cleuza Gimemes Cesca. Partindo da constatação de que muitos alunos iniciantes do curso de relações públicas têm dúvidas sobre a própria profissão, a autora escreveu um livro didático para subsidiar estudantes e profissionais em início de carreira. A livraria fica no Shopping Center Iguatemi Campinas (Av. Iguatemi, 777 – Vila Brandina, Campinas – SP).

Embora nos dias de hoje boa parte das empresas disponha de um setor de relações públicas (próprio ou terceirizado), a nomenclatura da atividade não é bem compreendida no mercado de trabalho. Esse desconhecimento acaba, muitas vezes, transferindo as funções dos profissionais da área para outros setores. Isso faz que essa atividade, imprescindível em todos os tipos de organização, fique relegada a segundo plano. Outra dificuldade é a falta de bibliografia didática sobre o assunto, o que em geral desmotiva os candidatos ao curso. No livro, Cleuza, uma das maiores especialista da área, esclarece a atividade e as funções exercidas por um profissional de RP. Com exemplos práticos, mostra o caminho das pedras para quem quer entender a profissão.

Profissional e professora de relações públicas há muitos anos, Cleuza acredita que parte dos alunos ingressa em faculdades de relações públicas sem saber exatamente do que trata a profissão e permanece assim ao longo do primeiro ano. “Nesse período os cursos oferecem, regra geral, as disciplinas de formação humanística, ficando as de formação técnica para mais tarde”, afirma.

Por outro lado, a autora avalia que trazer para os primeiros semestres as discipli­nas de conhecimento específico, técnico, e deixar para os últimos as de formação humanística seria ainda mais desinteressante para parte dos estudantes. “Acredita‑se, portanto, que a leitura de um livro que traga infor­mações completas sobre a profissão fará que, a par desse conteúdo, os estudantes assimilem com prazer as importantes disciplinas de formação humanística até chegarem às matérias de conhecimento específico”, completa.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1312/Rela%C3%A7%C3%B5es+p%C3%BAblicas+para+iniciantes

ROBERTA PALERMO LANÇA “EX-MARIDO, PAI PRESENTE” NA LIVRARIA DA VILA – SHOPPING CIDADE JARDIM

A Mescla Editorial e a Livraria da Vila (Shopping Cidade Jardim – São Paulo) promovem no dia 22 de agosto, quarta-feira, das 18h30 às 21h30, a noite de autógrafos do livro Ex-marido, pai presente, da terapeuta familiar Roberta Palermo. Destinado aos homens que vivenciam cotidianamente o problema da alienação parental – situação em que a mãe afasta deliberadamente os filhos do ex-marido –, o livro traz informações fundamentais para combater a alienação e dicas objetivas para fortalecer a relação pai-filho. A livraria fica no Shopping Cidade Jardim, na Av. Magalhães de Castro, 12.000, São Paulo (pista local da marginal Pinheiros, entre as pontes Cidade Jardim e Morumbi).

Nos dias de hoje, fala‑se muito sobre alienação parental, fato que, para a terapeuta familiar, trata-se de um importante avanço. “A divulgação do tema alertou famílias e, principalmente, especialistas que lidam com os casos de abuso emocional em que a mãe ou o pai de uma criança a treina para romper os laços afetivos com o outro cônjuge depois da separação”, diz. Segundo ela, psicólogos, terapeutas, psiquiatras, advogados, conselhos tutelares e juízes – responsáveis pelas decisões finais nos processos que acabam nos fóruns de família – agora são capazes de conduzir o assunto com muito mais critério.

Embora ainda não haja números precisos sobre o tema, alguns dados ajudam a entender por que a mãe tem mais chance de se tornar alienadora. De acordo com as Estatísticas de Registro Civil, divulgadas em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 87,3% dos casos são elas que detêm a guarda dos filhos em casos de separação. Nesse contexto, ainda segundo o IBGE, cerca de 1/3 dos filhos perde contato com os pais, sendo privados do afeto e do convívio com o genitor ausente.

“O objetivo da obra é fortalecer o pai para que ele não permita que a mãe atrapalhe sua convivência com o filho depois da separação”, afirma a autora. Ao longo do livro, ele encontra todas as explicações necessárias sobre essa forma de abuso psicológico. “O pai precisa entender alguns pontos importantes sobre o papel de cada um, principalmente quando já existe um novo relacionamento”, complementa a autora.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1311/Ex-marido,+pai+presente