“CULPA, NÃO!” REVISTA PAIS & FILHOS ENTREVISTA ELIZABETH MONTEIRO

A edição de novembro da revista Pais & Filhos traz uma ampla entrevista com a psicoterapeuta Elizabeth Monteiro e destaca o livro A culpa é da mãe, da Summus Editorial. Na reportagem, intitulada “Culpa, não!”, Elizabeth fala da educação dos filhos, na teoria e na prática, mostrando um pouca da sua experiência como mãe de quatro filhos. Acesse o link para ler a entrevista na íntegra: http://goo.gl/rDMXc

Quantas mulheres enfrentam o desafio de ser mãe sem ter aquele sentimento de fracasso e culpa rondando 24 horas por dia? Afinal, viver entre brigas, choros, fraldas, chupetas, além de cuidar da casa, do marido e dar conta do trabalho, não é bem o “paraíso”. É um cotidiano tão estressante que é raro encontrar uma mãe confiante e tranquila sobre o seu papel, sem idealizar a família perfeita. A maioria se sente perdida, e acaba se equivocando exatamente naquela que deveria ser uma de suas principais missões: a educação dos filhos. No livro A culpa é da mãe, Elizabeth sentencia: a maternidade pode ser menos árdua e mais prazerosa. Para isso, as mães devem se permitir fazer o que consideram melhor para si e para seus filhos sem se guiar por regras ou modelos que, na maioria das vezes, não se adaptam ao seu modo de ser e à sua dinâmica de vida.

Para convencer as mães sobre a importância de valorizar seus próprios métodos, Elizabeth conta sua experiência na difícil tarefa de criar quatro filhos. Com relatos emocionantes e muitas vezes cômicos, ela fala sobre a dor e a delícia da maternidade, mostrando que a perfeição não existe quando se trata de cuidar de crianças. “Recebo em meu consultório centenas de mães culpadas, perdidas e sofridas. Elas buscam uma receita milagrosa para criar os filhos e contam‑me seus dilemas. Muitas vezes vejo‑me em cada uma delas. Recordo‑me da infância dos meus filhos e das muitas bobagens e erros que cometi simplesmente por não saber, por estar cansada, cheia, impaciente e por ter sido uma mãe jovem e inexperiente”, conta a autora.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1300/Culpa+%C3%A9+da+m%C3%A3e,+A

 

LANÇAMENTOS DA SELO NEGRO TÊM DESTAQUE NO ESTADÃO

A coluna Babel, publicada no caderno Sabático do jornal O Estado de S.Paulo, no sábado, dia 27 de outubro, deu destaque para os livros Você conhece aquela? e Mulheres negras no Brasil escravista e do pós-emancipação, ambos lançamentos da Selo Negro Edições. Para ler a nota, acesse: http://goo.gl/3cHD8

No livro Você conhece aquela?, o antropólogo Dagoberto José Fonseca analisa como as piadas sobre negros contribuem para propagar o racismo e abre caminho para que se discuta mais profundamente as relações etnorraciais em nosso país. Ele catalogou diversas anedotas contadas no território brasileiro, interpretando-as à luz das relações raciais entre negros e brancos. Nesse percurso, descobriu nas piadas novas e antigas manifestações sociais que ganham vida num universo engendrado pela produção cultural e pela história local, fazendo parte de um intercâmbio entre a língua, o poder, a força da palavra e de suas representações.
Já o livro Mulheres negras no Brasil escravista e do pós-emancipação, organizada por Giovana Xavier, Juliana Barreto Farias e Flavio Gomes, traz vários ensaios de importantes especialistas na temática. Os temas da escravidão e da presença africana tiveram destaque no chamado pensamento social brasileiro desde o alvorecer do século XX. Por meio de inúmeras publicações, sabemos cada vez mais sobre as estruturas sociais, demográficas, econômicas e culturais de várias regiões, assim como de sua população de africanos e descendentes. Entretanto, para algumas temáticas ainda há muitas indagações. Como foi a participação das mulheres cativas na organização da sociedade escravista e nas primeiras décadas do pós-emancipação? Como elaboraram sociabilidades, modificando a própria vida e a de seus familiares? Como protestaram com obstinação, minando a escravidão e contrariando a ideia de que aceitaram com passividade a opressão imposta? A coletânea avança nessa direção. Os vários ensaios passeiam por cidades, plantations e áreas de mineração de norte a sul do Brasil, nos séculos XVIII, XIX e primeiras décadas do XX. Com pesquisas originais, que esmiúçam fontes diversas e privilegiam as biografias, temos um quadro amplo e fascinante das experiências das mulheres africanas, crioulas, cativas e forras – primeiras agentes da emancipação da comunidade de africanos e de seus descendentes na diáspora.

Para saber mais sobre os livros, clique nas capas acima.

‘O QUE PODEMOS ESPERAR DO FUTURO?’

Os homens precisam usar sua capacidade para antever o futuro, não esperar os fatos para pensar nas consequências.

Já podemos ver o crescimento do individualismo, um fenômeno que traz vantagens e desvantagens para o indivíduo e a sociedade.

Veja no vídeo abaixo o que diz Flávio Gikovate sobre o assunto:

Conheça os livros de Flávio Gikovate publicados pela MG editores:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/autor//Fl%C3%A1vio+Gikovate

JOVEM PAN ONLINE ENTREVISTA AUTORA DO LIVRO “DA GRAVIDEZ AOS CUIDADOS COM O BEBÊ”

Em entrevista para a Jovem Pan Online no dia 25 de outubro, a psicanalista Anna Mehoudar falou sobre o livro “Da gravidez aos cuidados com o bebê”, que acaba de ser lançado pela Summus Editorial. Na obra, ela aborda aspectos físicos e psicológicos da gestação e dos primeiros meses com o bebê. Assista à entrevista nos vídeos abaixo.

Pais de primeira viagem – 1
Autora fala sobre a concepção do livro ‘Da Gravidez aos Cuidados com o Bebê’

Pais de primeira viagem – 2
Quais os principais temores das mulheres em relação à gravidez?

Pais de primeira viagem – 3
O que assusta a partir do momento em que o bebê nasce?

Para saber mais sobre o livro, acesse: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1318/Da+gravidez+aos+cuidados+com+o+beb%C3%AA

LEDA NAGLE ENTREVISTA ANNA MEHOUDAR NO PROGRAMA SEM CENSURA

A psicanalista Anna Mehoudar participou no dia 23 de outubro do programa Sem Censura, da TV Brasil. Ela conversou com a apresentadora Leda Nagle sobre o livro Da gravidez aos cuidados com o bebê, recém-lançado pela Summus Editorial. No livro, ela aborda aspectos físicos e psicológicos da gestação e dos primeiros meses com o bebê. Voltada para o parto humanizado e a atenção global à gestante e à família, a obra tem caráter prático e cobre uma vasta gama de assuntos.
Assista à entrevista, acessando: http://tvbrasil.ebc.com.br/semcensura/episodio/cancer-de-mama

A gravidez e o nascimento de um filho são quase sempre motivo de alegria. Nesse processo, não é apenas o bebê que se desenvolve no ventre materno: o homem se torna pai e a mulher vira mãe. Essa incrível transformação gera muitas dúvidas e por vezes insegurança. Com base em sua experiência de mais de 25 anos no atendimento interdisciplinar de gestantes e famílias, Anna criou uma obra fundamental para todos os envolvidos no nascimento de um bebê: mães, pais, avós, profissionais de saúde e educadores.

No livro, o leitor encontrará informações imprescindíveis sobre as diferentes fases do processo gestacional – das roupinhas que devem ser levadas à maternidade aos sinais de atenção para a depressão pós-parto; dos direitos da gestante às vacinas recomendadas. Tudo permeado pelo olhar experiente de quem já acolheu milhares de pais e mães e realiza um trabalho com obstetras, pediatras, enfermeiros e psicólogos.

Dividida em oito capítulos, a obra responde a perguntas e inquietações frequentes em reuniões de preparo para o parto e cuidados com o bebê. No capítulo “A gravidez: tempo de espera”, a psicanalista fala do tempo provável de gestação, da gravidez e da sexualidade, do pré-natal, da evolução em cada trimestre e dos sinais de desconforto e alerta. Em “O parto: uma passagem”, Anna destaca passo a passo um plano de parto, dos sinais de aproximação e confirmação do trabalho de parto aos estágios do processo de nascimento. Já em “O pós-parto: novos tempos”, ela esclarece as dúvidas mais comuns sobre as primeiras horas de vida do bebê e aborda aspectos psicológicos do pós-parto, ressaltando quando é necessário pedir ajuda profissional.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1318/Da+gravidez+aos+cuidados+com+o+beb%C3%AA

 

ACEITA SOCIALMENTE, ÁLCOOL É A DROGA QUE MAIS PREOCUPA ESPECIALISTAS

Reportagem publicada nesta quarta-feira, dia 24 de outubro, no site UOL Saúde mostra que drogas socialmente aceitas e consumidas abertamente, como o álcool, têm o mesmo potencial de causar dependência e danos à saúde que as drogas consideradas ilícitas ou prescritas pelos médicos. Leia a reportagem na íntegra: http://goo.gl/1bZv7

O psiquiatra Ivan Mario Braun, autor do livro Drogas – Perguntas e respostas (MG Editores), é um dos especialistas entrevistados pela reportagem. Em seu livro, ele esclarece com objetividade as principais questões relacionadas ao assunto. Composta de perguntas e respostas, a obra trata de maneira aprofundada sobre cigarro, álcool, cafeína, maconha, cocaína, anfetaminas, inalantes, heroína, anabolizantes e diversas outras substâncias.

A intenção é oferecer informações mais completas, respondendo desde perguntas simples, como “o que é droga?”, até questionamentos sobre composições químicas e tratamentos. “Tudo de maneira que o leigo entenda em uma consulta rápida”, explica dr. Braun. Partindo de sua experiência no Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas (Grea), do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FMUSP, ele sintetizou na obra as perguntas mais comuns feitas por oitenta usuários e os familiares destes.

“Percebi a necessidade de reunir informações sólidas, menos superficiais, entre informativas e técnicas, que atinjam o público leigo e, ao mesmo tempo, sirvam de atualização aos profissionais de saúde não especializados”, afirma dr. Braun.

Para exemplificar a falta de conhecimento sobre o tema, o médico cita um caso de uso do ecstasy. De acordo com reportagem divulgada recentemente na imprensa, uma pessoa teria morrido em razão do consumo da droga. “Vários autores acreditam que a morte, nesse caso, provavelmente ocorre por causa da associação da ingestão com exercício físico intenso (geralmente dança) em ambientes quentes e sem consumo adequado de água. A temperatura do corpo se eleva, e essa acaba sendo, possivelmente, a mais freqüente causa de morte associada ao consumo de ecstasy”, explica o psiquiatra.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1024/Drogas

‘NAMORAR OU CASAR?’

O assunto mexe muito mais com as mulheres do que com os homens. Até hoje, mesmo com o progresso feminino e a independência que o progresso econômico trouxe para a sociedade, o sonho da maior parte das mulheres continua sendo casar e ter filhos.

Veja o que diz dr. Flávio Gikovate no vídeo abaixo:

Conheça todos os livros do dr. Flávio Gikovate publicados pela MG Editores:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/busca/gikovate/all/0

 

QUEM TRAI UMA VEZ TRAI DUAS? ESPECIALISTAS EXPLICAM SE O INFIEL É INCORRIGÍVEL

Uma vez infiel, sempre infiel? Depende. Trair pode estar relacionado à infelicidade no relacionamento, a uma característica da personalidade, um momento de descontrole emocional e muitas outras razões. Portanto, não é possível afirmar se uma pessoa que foi infiel uma vez repetirá seu comportamento, mas dá para imaginar ao analisar a situação.

O terapeuta, escritor e especialista em relacionamentos Sergio Savian acredita que, se alguém começa a trair, dificilmente vai parar. Para ele, é natural o desejo de se envolver com outra pessoa, e ele só não é extravasado se há alguma influência externa. “Nossa sexualidade funciona a base de hormônios. A fidelidade, muitas vezes, tem de vir com cabresto, por isso as pessoas que menos traem são as religiosas. O ser humano, no seu jeito natural, trai”.

Para a psicóloga Miriam Barros, especialista em terapia familiar e psicodrama, é possível que um deslize se transforme em hábito. “Se a infidelidade não tiver consequências, a pessoa fará a segunda vez”, diz.

Realizada em 2008, a pesquisa Mosaico Brasil, coordenada pela médica psiquiatra Carmita Abdo, fundadora e coordenadora do ProSex (Programa de Estudos em Sexualidade) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, contou com 8.200 participantes e revelou que a traição ainda ocorre mais entre os homens.

Os dados mostram que, entre 18 e 25 anos, cerca de 65% dos homens dizem que já traíram; na faixa dos 40 a 50 anos, esse número passa dos 70%; já dos homens entre 60 e 70 anos, cerca de 75% afirmam já terem sido infiéis. Entre as mulheres, é possível notar que a infidelidade é mais frequente entre as jovens: na faixa dos 18 aos 25, 48% admitem que já traíram, enquanto apenas pouco mais de 20% das mulheres entre 60 e 70 anos assumem o mesmo.

“Isso revela que a traição é um padrão masculino instituído no Brasil. Essa prática se inicia desde muito cedo com os homens e vai se repetindo ao longo da vida, já que todas as gerações pesquisadas apresentam índices muito semelhantes”, diz Carmita. Segundo ela, os números sugerem que apenas 30% dos homens brasileiros em qualquer faixa etária se mantêm fiéis, enquanto estima-se que 70% teria uma prática usual de relacionamento extraconjugal em qualquer idade.

Diferentes perfis

Nos últimos 20 anos, a antropóloga Mirian Goldenberg realizou pesquisas com cerca de quatro mil pessoas no Brasil. O resultado do estudo deu origem a livros como “A Outra”, “Infiel: Notas de uma Antropóloga” e “Tudo o Que Você Não Queria Saber sobre Sexo” (Ed. Record), que mostram que há uma diferença entre infidelidade feminina e masculina.

Segundo Mirian, um número pequeno de homens se define polígamo por natureza. São aqueles que traem dezenas de vezes, sem um motivo específico. Traem por acreditar que esse comportamento faz parte da essência masculina. O perfil do infiel crônico, segundo ela, é marcado por homens que separam sexo de amor e não sentem culpa.

Para Mirian, a maioria dos homens que trai age assim porque vive algum conflito pessoal ou no casamento. E muitos dizem não trair por preguiça, alegando que uma mulher já dá trabalho o suficiente. “É o cara que não quer trair, ele quer ter outra companheira ou está prestes a se separar. Esse é o tipo que não trairá novamente, a menos que viva outra crise”.

Segundo a psicoterapeuta e orientadora sexual Maria Cristina Romualdo Galati, responsável pelo atendimento psicológico do serviço de disfunções sexuais masculinas do Hospital São Paulo – Unifesp, essa terceira pessoa é uma possibilidade de tomar coragem para sair daquilo que não está bom.

Enquanto há dois perfis de homens que traem, a mulher infiel é uma só, segundo as pesquisas de Mirian: aquela que sofre muito e não quer repetir o drama. A antropóloga explica que as mulheres, no geral, não desejam se dividir entre dois parceiros, mas ter uma única pessoa ao seu lado e depositar nela suas expectativas. Segundo ela, as mulheres tendem a culpar o homem pela traição: por sentirem falta de atenção ou porque o casamento estava ruim. “A mulher nunca assume que traiu porque teve tesão e pronto”.

Carmita observa em suas pesquisas que a tendência de manter dois parceiros concomitantes não é tão feminina quanto masculina. “A intenção da mulher ao trair tende a ser buscar um relacionamento mais satisfatório, e isso tende a não se repetir com frequência”, diz.

Os homens, por outro lado, costumam buscar conhecer outras mulheres, mas não outras parceiras. “Como não há envolvimento afetivo, muitos invalidam o conceito de traição. Já a mulher raramente vai buscar outro parceiro apenas para ter relações sexuais”, diz Carmita. Segundo ela, 43% das mulheres dizem que fariam sexo sem envolvimento, enquanto 75% respondem sim à mesma pergunta.

É possível “corrigir” um infiel?

Para a psicanalista Dora Tognolli, da SBP-SP (Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo), há uma fantasia de regeneração do outro, que raramente dá certo. “Alguns perfis não se transformam numa relação amorosa. Superestimar o próprio poder, achando que será possível por o outro na linha, é um erro”, afirma. Segundo Mirian, é comum que a mulher pense que pode “consertar” o homem, de que se ele traiu a “ex”, é porque ela não era tão especial.

“Se ele sempre acreditou que fazer sexo com outras mulheres é ser fiel à própria natureza, ele continuará a pensar assim”. Se traiu a antiga parceira por estar insatisfeito com a relação, o cenário é outro: é possível, sim, que ele não venha a ser infiel com a nova paixão, se estiver satisfeito com essa nova relação.

Texto de Andrezza Czech, publicado originalemtne no UOl, em 10/10/2012. Para conferir o texto na íntegra, acesse: http://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2012/10/19/quem-trai-uma-vez-trai-duas-especialistas-explicam-se-o-infiel-e-incorrigivel.htm

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Quer saber mais sobre sexualidade humana? Conheça Descobrimento sexual do Brasil, de Carmita Abdo:
Sexo é assunto que desperta curiosidade e polêmica. Às vezes proibido, outras tantas escamoteado, precisa ser revelado. Na teoria e na prática, quanto mais se sabe sobre ele, melhor. Foi pensando nisso que Carmita Abdo, psiquiatra e maior especialista em sexualidade do Brasil, resolveu compartilhar com os leitores o conhecimento adquirido em anos de estudo e pesquisa.
Utilizando dados científicos – obtidos em um levantamento por amostragem feito com mais de sete mil brasileiros de todas as regiões do país –, a autora desvenda os mistérios da sexualidade da nossa gente. Tratando de temas como orientação sexual, fidelidade e compromisso, hábitos sexuais, desejo, orgasmo, doenças sexualmente transmissíveis e muitos outros, neste livro Carmita desmitifica tabus e revela dados surpreendentes. E o conteúdo não é especifico para profissionais da área; ao contrário, pode ser entendido por qualquer pessoa que se interesse pelo assunto.
Ilustrada por gráficos didáticos e esclarecedores e acompanhada do questionário original utilizado na pesquisa, esta obra é mais que um estudo interdisciplinar: rica em informações fundamentais,é referência para médicos, terapeutas, educadores, pais e todos aqueles que desejam saber mais sobre a sexualidade humana.

FILHOS, FILHOS, CASAMENTO À PARTE

A revista Malu desta semana deu destaque para o livro Ex-marido, pai presente (Mescla Editorial), da terapeuta familiar Roberta Palermo. A reportagem aborda os principais aspectos relacionados à alienação parental. Leia a matéria na íntegra: http://goo.gl/HmWtS

Destinado aos homens que vivenciam cotidianamente o problema da alienação parental – situação em que a mãe afasta deliberadamente os filhos do ex-marido –, o livro de Roberta Palermo traz informações fundamentais para combater a alienação e dicas objetivas para fortalecer a relação pai-filho.

Nos dias de hoje, fala‑se muito sobre alienação parental, fato que, para a terapeuta familiar, trata-se de um importante avanço. “A divulgação do tema alertou famílias e, principalmente, especialistas que lidam com os casos de abuso emocional em que a mãe ou o pai de uma criança a treina para romper os laços afetivos com o outro cônjuge depois da separação”, diz. Segundo ela, psicólogos, terapeutas, psiquiatras, advogados, conselhos tutelares e juízes – responsáveis pelas decisões finais nos processos que acabam nos fóruns de família – agora são capazes de conduzir o assunto com muito mais critério.

Embora ainda não haja números precisos sobre o tema, alguns dados ajudam a entender por que a mãe tem mais chance de se tornar alienadora. De acordo com as Estatísticas de Registro Civil, divulgadas em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 87,3% dos casos são elas que detêm a guarda dos filhos em casos de separação. Nesse contexto, ainda segundo o IBGE, cerca de 1/3 dos filhos perde contato com os pais, sendo privados do afeto e do convívio com o genitor ausente.

“O objetivo da obra é fortalecer o pai para que ele não permita que a mãe atrapalhe sua convivência com o filho depois da separação”, afirma a autora. Ao longo do livro, ele encontra todas as explicações necessárias sobre essa forma de abuso psicológico. “O pai precisa entender alguns pontos importantes sobre o papel de cada um, principalmente quando já existe um novo relacionamento”, complementa a autora.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Ex-marido,+pai+presente