VOCÊ SABE O QUE É TERAPIA INTEGRATIVA?

No vídeo abaixo, Ilan Segre apresenta seu livro “Terapia integrativa – Ioga, naturopatia, psicologia e ayurveda“.

Numa época em que a saúde se tornou uma das maiores preocupações do ser humano, são poucos os que conseguem levar uma vida plena. De um lado, o ritmo de vida frenético facilita o aparecimento de distúrbios como a depressão e insônia. De outro, a alimentação desregrada envia para dentro do organismo conservantes, hormônios e pesticidas. Então nos tratamos com remédios, o que acaba intoxicando o corpo e tornando-o cada vez mais frágil. Como sair desse círculo vicioso? Ilan Segre mostra neste livro que a saúde está ao alcance de todos. Usando um discurso crítico e partindo de sua longa experiência com ioga, ayurveda e naturopatia, o autor alinha essas três ciências à sua formação de psicólogo e propõe um novo caminho para aqueles que almejam o bem-estar físico e mental. Além disso, analisa casos de pacientes que atendeu na Índia utilizando sua abordagem integrada e mostra que a terapia integrativa é capaz de curar moléstias e aliviar sintomas de doenças graves como esclerose múltipla.

Ilan Segue é psicólogo formado pela Universidade de São Paulo e pós-graduado na Índia em iogaterapia e naturopatia, fala sobre o assunto no vídeo abaixo.

Saiba mais sobre o autor: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/autor//Ilan+Segre

Conheça o livro: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//TERAPIA+INTEGRATIVA

GRUPO SUMMUS INVESTE EM LIVROS DIGITAIS

O Grupo Editorial Summus chega ao final de 2012 com mais de 100 e-books, sendo boa parte deles em formato ePub. As parcerias firmadas com Livraria Cultura/Kobo, Gato Sabido, Iba/Grupo Abril, Saraiva, Amazon, Google, Apple, entre outras, garantem a distribuição dos livros no novo formato. Desde o início do ano, os títulos nacionais da editora estão sendo lançados simultaneamente na versão impressa e digital (ePub e/ou PDF). A meta é ter pelo menos 50% do catálogo – hoje com mais de mil títulos – no formato eletrônico até o fim de 2013.

Os livros do psicoterapeuta Flávio Gikovate, com o selo MG Editores, foram os primeiros e-books da editora. “Deixar de ser gordo” está entre os títulos mais vendidos. O grupo espera aumentar o faturamento em 10% neste ano com a venda de livros no novo formato.

Com iniciativas que fizeram história no mercado editorial, o grupo reúne atualmente sete selos: Summus Editorial, Editora Ágora, Edições GLS, Selo Negro Edições, Plexus Editora, MG Editores e Mescla Editorial. Fundada em 1974, a Summus sempre se caracterizou por uma postura de ousadia e pioneirismo, que se reflete claramente na sua temática inovadora e diversificada. Em todas as áreas, a Summus investe na publicação de práticas e conceitos contemporâneos e atualizados, buscando o equilíbrio entre as ideias renovadoras, não-conformistas, e a reafirmação de valores sólidos e consistentes.

‘POR QUE A COMUNICAÇÃO É TÃO DIFÍCIL’

Falar é algo que requer cautela, porque o que falamos quase sempre não coincide com o que o outro vai ouvir.

Segundo o filósofo Ortega Y Gasset, estamos todos condenados a uma “solidão radical”, justamente porque a comunicação é sempre precária.

Ouvir de verdade significa tentar se abrir para o argumento da outra pessoa, buscando não agir de modo radical ou crítico e, se for o caso, acoplar aquela nova ideia, em vez de simplesmente desqualificar aquilo que ouve.

Veja o que diz Flávio Gikovate sobre o assunto:

DIVÃ DO GIKOVATE GANHA PRÊMIO APCA

O Divã do Gikovate venceu o APCA na categoria rádio variedades em 2012. No ar pela rádio CBN desde 2007, o psicoterapeuta Flávio Gikovate, âncora do programa, leva os ouvintes para o divã todos os domingos, às 21h. Criada em 1956, a premiação da Associação Paulista de Críticos de Artes elege anualmente os melhores nas categorias Arquitetura, Artes Visuais, Cinema, Dança, Literatura, Música Popular, Música Erudita, Rádio, Teatro, Teatro Infantil e Televisão.

O programa, que comemorou cinco anos de exibição no dia 5 de agosto de 2012, é gravado semanalmente no Teatro Eva Herz, da Livraria Cultura do Conjunto Nacional. A cada gravação, cerca de 150 pessoas lotam o auditório para interagir com o psicoterapeuta. O público deu uma dinâmica diferente ao programa, fazendo perguntas sobre relacionamentos afetivos, sexo, comportamento, medos e expectativas. Num bate-papo franco e informal, Gikovate não deixa ninguém sem resposta e aborda temas que dizem respeito ao ser humano, mostrando formas de agir positivamente em áreas como família, profissão, saúde e bem-estar.

Esporadicamente, o programa é gravado também fora de São Paulo. Cidades como Rio de Janeiro, Campinas, Brasília, Belo Horizonte e Curitiba já receberam o psicoterapeuta. Toda a programação está sujeita a alterações de data e horário, mas pode ser conferida nos sites www.flaviogikovate.com.br ou www.cbn.com.br

Centenas de e-mails chegam mensalmente na caixa postal de Gikovate com questionamentos de todos os tipos. A maioria é levada ao programa e serve também como inspiração para o tema de abertura dos programas. Os ouvintes podem enviar email para gikovate@cbn.com.br. Além da apresentação do talk show, ele também participa do CBN Noite Total de segunda a sexta, às 21h15, com boletins diários.

Gikovate dedica-se essencialmente ao trabalho de psicoterapeuta desde o início da carreira, há mais de 45 anos. Em paralelo ao consultório, decidiu escrever como forma de transferir conhecimento e ajudar as pessoas a entrar num ciclo de evolução. Hoje, possui mais de 30 livros publicados, a maioria publicada pela MG Editores, e 1 milhão de exemplares vendidos. Ao aceitar o desafio de ancorar um programa de rádio, Gikovate mantém a mesma motivação que sempre permeou sua carreira: divulgar a profissão para o maior número de pessoas possível.

Para saber mais sobre os livros de Flávio Gikovate publicados pela MG Editores, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/autor//Fl%C3%A1vio+Gikovate

REVISTA NOVA ESCOLA DESTACA O LIVRO IMAGINAÇÃO, CRIANÇA E ESCOLA

A edição de dezembro da Revista Nova Escola deu destaque para o livro Imaginação, criança e escola, da Summus Editorial, na Estante. Primeiro livro da coleção Imaginar e criar na educação infantil, a obra, da educadora Daniele Nunes Henrique Silva, analisa os processos que configuram a imaginação e mostra como a escola influencia as crianças. Veja a nota: http://goo.gl/HJ52W

Além de discutir o modo como as políticas educacionais tematizam os processos criativos e estéticos e qual é a repercussão dessas diretrizes na prática pedagógica, a autora apresenta situações de sala de aula em que se manifestam as atividades criadoras das crianças em idade pré-escolar e examina como elas se organizam nas dinâmicas interativas professor-aluno e aluno-aluno. “Não se trata de um manual, nem mesmo de um compêndio teórico. O objetivo do livro é compor um tipo de leitura que aproxime o leitor dos temas complexos implicados no desenvolvimento da criança, chamando a atenção para suas esferas criativas de expressão e representação do mundo”, afirma Daniele.

Na obra, ela reflete ainda sobre a importância do faz de conta, do desenho e da narrativa no desenvolvimento infantil e mostra como as próprias crianças pensam e sentem o ato de imaginar na escola, indicando que imaginação e pensamento não são processos excludentes; ao contrário, encontram-se interligados e interdependentes. Ao final de cada capítulo, o leitor terá sugestões de atividades que podem ser experimentadas em sala de aula. “Sem perder a profundidade acadêmica necessária à abordagem dos temas selecionados, mas ganhando uma dinamicidade na leitura, o livro traz boxes explicativos, episódios de sala de aula e sugestões de atividades”, complementa.

Para saber mais sobre o livro, acesse: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1296/Imaginação,+criança+e+escola

 

AUTORES DAS EDIÇÕES GLS INTEGRAM EQUIPE DA REVISTA VIAG

Os jornalistas Irineu Ramos e Stevan Lekitsch, ambos autores das Edições GLS, agora fazem parte da equipe da Revista ViaG, publicação de turismo voltada ao segmento gay e friendly do Brasil. Ramos, que é autor do livro A TV no armário – A identidade gay nos programas e telejornais brasileiros, vai coordenar a área editorial, responsável pelo conteúdo das reportagens. Já Lekitsch, autor de Cine arco-íris – 100 anos de cinema LGBT, assinará uma coluna bimestral sobre vídeos.

No livro Cine arco-íris, Lekitsch traz mais de 270 resenhas de películas que giram em torno de personagens lésbicas, gays, bissexuais e transexuais. Tímida no início do século XX, profícua nos últimos anos, a produção de filmes com temática LGBT cresceu à medida que o preconceito diminuiu. Hoje, o público tem uma ampla gama de películas à disposição. “A cada edição da coluna vou citar um dos filmes que estão em destaque no livro”, afirma o autor.

Fruto de ampla pesquisa sobre a cobertura dada pela TV à questão da homossexualidade, o livro A TV no armário revela como as emissoras ainda se pautam pelo preconceito e pela falta de informação. Ao mergulhar nesse universo, Ramos analisa a programação das emissoras e mostra a dificuldade e os equívocos que ocorrem quando precisam lidar com as diferenças sexuais na telinha. Embora se esforcem para ser “politicamente corretos”, na prática, são incapazes de lidar com a diferença.

A cada edição, a ViaG, que está completando cinco anos, traz entrevistas com celebridades gays ou simpáticas à causa, melhores points da comunidade pelo país e no mundo, notícias de interesse do segmento, indicações de hotéis e gastronomia, além de artigos de convidados. Na próxima edição, o leitor vai conhecer três destinos: Las Vegas, Montevidéu e Maceió.

Para saber mais sobre o livro, clique nas capas acima.

‘TRANSTORNO MENTAL QUE MAIS CAUSA SUICÍDIOS, BIPOLARIDADE LESA O CÉREBRO’

O transtorno bipolar é progressivo e leva à perda da função de neurônios, segundo novos estudos, liderados por pesquisadores brasileiros.

A doença, caracterizada pela alternância entre depressão e euforia (mania, como os médicos dizem), atinge 2,2% da população: são 4,2 milhões de brasileiros, segundo estimativa da Associação Brasileira de Psiquiatria.

Crises bipolares não têm nada a ver com as mudanças de humor da pessoa “de lua”, que passa uma manhã agitada ou se irrita facilmente.

Um episódio de mania pode durar dias ou semanas e levar a alteração do sono, perda do senso crítico e comportamentos compulsivos como comprar demais ou consumir álcool e drogas.

Como tantos outros nomes de patologias, a expressão “bipolar” é usada fora do contexto médico. “Há um entendimento errado da bipolaridade. É uma doença muito grave, com uma série de sintomas. Mudar de humor rapidamente não faz o diagnóstico”, diz o psiquiatra Beny Lafer, coordenador do Programa de Transtorno Bipolar do Hospital das Clínicas de São Paulo.


BANALIZAÇÃO

A bipolaridade é a doença mental que mais mata por suicídio: cerca de 15% dos doentes se matam. Os pacientes têm um risco 28 vezes maior de apresentar comportamento suicida do que o resto da população e até metade dos doentes tenta se matar, mostram levantamentos.

“A expectativa de vida de homens bipolares é 13 anos menor e de mulheres bipolares é 12 anos menor do que a da população em geral, segundo um estudo dinamarquês. A expectativa de vida do bipolar é comparável à do esquizofrênico”, diz o psiquiatra Fábio Gomes de Matos e Souza, professor e também pesquisador da Universidade Federal do Ceará.

Considerando a gravidade, os médicos todos criticam a popularização do termo.

“É banalizar a doença. Estar triste é uma coisa, estar deprimido e não conseguir sair de casa é outra”, diz a psiquiatra Ângela Scippa, presidente da Associação Brasileira de Transtorno Bipolar.

De acordo com as últimas descobertas científicas, as crises de euforia e depressão são tóxicas ao cérebro.
ENXURRADA NO CÉREBRO

O grupo do psiquiatra Flávio Kapczinski, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, é referência na área e publicou artigos em novembro e dezembro nas revistas “Translational Psychiatry” e “Current Psychiatry Reports”.

“Assim como o organismo do diabético sofre com os picos de glicemia, o cérebro de quem tem transtorno bipolar não controlado sofre com o excesso de neurotransmissores”, diz Kapczinski.

As crises são acompanhadas da descarga de substâncias como dopamina e glutamato. Na tentativa de controlar o incêndio, o organismo manda para a região células protetoras. “Essas células produzem inflamação, causando a perda de conexões entre neurônios. São os achados mais recentes, nem estão publicados ainda”, adianta.

Após cinco episódios do transtorno perde-se 10% do hipocampo, área responsável pela memória, estima o psiquiatra Matos e Souza.

A médio prazo, a doença fica mais grave e as crises, frequentes e fortes. O doente responde cada vez menos à medicação. “Ele passa a ter problemas de memória, planejamento e concentração, funções ligadas à parte frontal do cérebro”, diz Kapczinski.
DIAGNÓSTICO

Os primeiros surtos de transtorno bipolar surgem como crises de depressão em 60% dos casos, daí a dificuldade no diagnóstico. O transtorno aparece, em geral, até os 25 anos.

Quando a doença se manifesta como mania, os sintomas são confundidos com os de esquizofrenia (megalomania, alucinações). “O diagnóstico leva até dez anos”, afirma Helena Calil, psiquiatra e professora da Unifesp.

A dificuldade de determinar a doença é comum entre os transtornos mentais, lembra Jair Soares, psiquiatra brasileiro e pesquisador na Universidade do Texas em Houston (EUA).

Não há um marcador biológico que possa ser medido em um teste. “Dependemos do diagnóstico clínico, da descrição dos sintomas pelo paciente”, completa Soares.

A avaliação clínica não consegue diferenciar uma depressão bipolar de outras. “O tratamento com antidepressivo puro pode agravar a doença. É um risco. Às vezes, só assim para descobrir”, diz a psiquiatra Ângela Scippa.

Os casos mais complexos envolvem crises de hipomania, uma mania leve que pode aparecer como ciúme ou irritabilidade. Sentimentos normais que, no bipolar, são exagerados e causam prejuízos à vida –essa é a fronteira entre normal e patológico.

O alerta deve vir quando a família se queixa de instabilidade: a pessoa mostra alterações visíveis e fases de normalidade. Outros sinais são: histórico familiar (80% dos casos são hereditários), alterações no sono e uso de álcool e drogas (metade dos bipolares é dependente).
HIPOMANIA LEVE

Antes, o transtorno bipolar era conhecido como psicose maníaco-depressiva e incluía casos mais graves. Agora, se discute se pessoas com depressão e hipomania leve (irritadas, ciumentas demais) devem ser tratadas como bipolares –metade dos que sofrem de depressão se enquadra no perfil. Ou seja, 10% da população.

“Já há evidências científicas para isso”, defende o psiquiatra Teng Chei Tung, do Hospital das Clínicas da USP.

Para Soares, se a caracterização for expandida demais, corre o risco de abarcar gente que não se beneficiará com o tratamento. “Será que vamos tratar pacientes que, em vez de melhorar, vão piorar?”, diz.

A psicoterapia aumenta a adesão ao tratamento com remédios e ajuda a pessoa a conhecer os gatilhos das crises. “É importante, mas complementar”, diz Leandro Malloy-Diniz, psicólogo e presidente da Sociedade Brasileira de Neuropsicologia.

Texto deJuliana Vines, publicado originalmente na Folha de S. Paulo, em 4/12/2012. Para ler oa matéria na íntegra, acesse: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1195142-transtorno-mental-que-mais-causa-suicidios-bipolaridade-lesa-o-cerebro.shtml

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Para saber mais sobre esse assunto, conheça “Enigma bipolar – Conseqüências, diagnóstico e tratamento do transtorno bipolar” (MG Editores). O livro, escrito pelo psiquiatra Teng Chei Tung, esclarece e desmistifica os sintomas da doença, suas fases, os sintomas, as estratégias de tratamento mais modernas e os tipos de medicamento disponíveis. Fala, ainda, da importância do apoio do médico e da família no bem-estar do paciente.

REVISTA BONS FLUIDOS TRAZ ENTREVISTA COM AUTOR DO LIVRO “MEDICINA INTEGRATIVA”

A edição de dezembro da revista Bons Fluidos deu destaque para o livro Medicina integrativa – A cura pelo equilíbrio, da MG Editores. Em entrevista a reportagem, intitulada “Medicina da sensibilidade”, o médico Paulo de Tarso Lima, autor da obra, afirma que “a medicina está resgatando o seu papel original, que é o de cuidar”. Leia na íntegra: http://bit.ly/UhmHct

Praticada em grandes hospitais e universidades, a medicina integrativa está em ascensão em todo o mundo ocidental. Trata-se de uma abordagem médica orientada para a cura do paciente como um todo, visando saúde, qualidade de vida e autocuidado. O objetivo não é apenas curar o paciente, mas estimulá-lo a melhorar seus hábitos e a ter papel ativo em sua recuperação. Partindo da história de vida, dos hábitos e da análise meticulosa da saúde daquele indivíduo específico, o médico que adota a abordagem integrativa propõe o plano mais adequado para ele – sempre tomando por base uma visão ampla de saúde e cura. No livro, o autor, um dos maiores especialistas brasileiros da área, reúne informações sobre os tratamentos, a filosofia e os resultados concretos dessa prática.

Pioneira no mercado editorial brasileiro, a obra mostra que, apesar dos fabulosos avanços dos últimos cem anos, a medicina convencional ainda não consegue tratar a doença e, ao mesmo tempo, prevenir seu surgimento. “É para equilibrar essa situação que surge a medicina integrativa, que se pauta pela união dos avanços científicos com as terapias e práticas complementares cujas evidências comprovem sua segurança e eficácia”, afirma o médico.

No livro, o autor aborda os conceitos que norteiam a prática e oferece dicas que podem ser adotadas e seguidas em qualquer momento do dia. São exercícios de relaxamento para a consciência corporal e para o cultivo da atenção plena; apresentação de uma pirâmide alimentar anti-inflamatória; demonstração de como montar um prato colorido e rico em nutrientes; informações sobre a relação entre alimentação e câncer; comparação entre alimentos orgânicos e não orgânicos; e sugestões para diminuir o nível de estresse. A mudança na dieta, a recomendação de atividades físicas, redução de estresse, terapias de corpo e mente ou uso de técnicas da medicina tradicional chinesa são diretrizes da medicina integrativa.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1193/Medicina+integrativa