LEIA REPORTAGEM SOBRE MEDICINA INTEGRATIVA NA REVISTA GALILEU

A edição de fevereiro da Revista Galileu traz uma reportagem de capa sobre medicina integrativa. De acordo com a matéria, os tratamentos alternativos, adotados por hospitais no mundo todo e incluídos no SUS, são cada vez mais estudados e aceitos pela ciência. Leia a íntegra da reportagem: http://goo.gl/r4VV0

No livro Medicina integrativa – A cura pelo equilíbrio (MG Editores), o médico Paulo de Tarso Lima, um dos entrevistados na reportagem e um dos maiores especialistas brasileiros da área, reúne informações sobre os tratamentos, a filosofia e os resultados concretos dessa prática. A medicina integrativa vê o paciente como um todo, inter-relacionando sintomas, qualidade de vida e alimentação. O objetivo não é apenas curar, mas tornar o paciente ativo em sua recuperação e transformar seus hábitos para melhor.

Pioneiro no mercado editorial brasileiro, o livro mostra que, apesar dos fabulosos avanços dos últimos cem anos, a medicina convencional ainda não consegue tratar a doença e, ao mesmo tempo, prevenir seu surgimento. “É para equilibrar essa situação que surge a medicina integrativa, que se pauta pela união dos avanços científicos com as terapias e práticas complementares cujas evidências comprovem sua segurança e eficácia”, afirma o médico.

No livro, o autor aborda os conceitos que norteiam a prática e oferece dicas que podem ser adotadas e seguidas em qualquer momento do dia. São exercícios de relaxamento para a consciência corporal e para o cultivo da atenção plena; apresentação de uma pirâmide alimentar anti-inflamatória; demonstração de como montar um prato colorido e rico em nutrientes; informações sobre a relação entre alimentação e câncer; comparação entre alimentos orgânicos e não orgânicos; e sugestões para diminuir o nível de estresse. A mudança na dieta, a recomendação de atividades físicas, redução de estresse, terapias de corpo e mente ou uso de técnicas da medicina tradicional chinesa são diretrizes da medicina integrativa.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1193/Medicina+integrativa

LUTO É TEMA DE ANÁLISE PUBLICADA PELA FOLHA DE S. PAULO

A jornalista Claudia Collucci deu destaque para o livro Luto – Estudos sobre a perda na vida adulta (Summus Editorial), de Colin Murray Parkes, em análise publicada no jornal Folha de S. Paulo, nesta terça-feira, dia 29 de janeiro.

A análise, intitulada “Luto ensina que as pessoas que morrem fazem parte da nossa vida”, foi escrita em razão da tragédia de Santa Maria (RS), onde 231 jovens morreram em um incêndio na madrugada de domingo, dia 27. Segundo Claudia, com base na teoria do Colin Parkes, há pelo menos quatro etapas a serem percorridas no processo de luto: aceitar a realidade da perda, elaborar a dor da perda, ajustar-se a um ambiente onde está faltando a pessoa que morreu e, finalmente, continuar vivendo sem a pessoa amada. Leia:  http://goo.gl/PE5zE

O estudo do sentimento de perda e do luto tem ocupado, na última década, um espaço considerável no campo da psicologia. No livro Luto – Estudos sobre a perda na vida adulta, Parkes, um dos maiores especialistas do mundo sobre o tema, desenvolve novas e atualizadas teorias que ajudam a entender as raízes do pesar e do sofrimento causados pelo luto. É uma abordagem baseada na sua experiência clínica, que apresenta propostas concretas para minimizar os efeitos emocionais e psicológicos da perda. Indicado para médicos, clérigos, psicólogos e advogados que lidam com o assunto, e também para pessoas que se interessem em entender melhor esta situação emocional.

Para conhece o outro livro de Colin Murray Parkes, Amor e perda, também editado pela Summus acesse: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Amor+e+perda

“A INDISCIPLINA NA ESCOLA É UM PROBLEMA DE TODOS NÓS”, POR SILVIA GASPARIAN COLELLO

A indisciplina nas escolas brasileiras é um fato. Alastrando-se em diferentes instituições e segmentos do ensino, a falta de limites, o desrespeito e as ocorrências de violência e vandalismo são queixas que se multiplicam entre pais, professores e gestores. Mas, afinal, de quem é o problema e como lidar com ele?

Quando a indisciplina é encarada como um monólito, ou seja, como um bloco de ocorrências uniforme e incompreensível, resta apenas o perverso jogo de culpabilização: as escolas criticam os pais “que não educam os filhos”; os professores incriminam os alunos “carentes e desequilibrados” e as famílias culpam o “ensino de baixa qualidade”. Muitos apontam para a “a crise de valores, um mal do nosso tempo”.

Nesses casos, pouco pode ser feito, exceto defender-se das acusações, conformar-se com o “inevitável” e remediar a situação em âmbitos específicos: o professor tenta controlar a classe, o aluno suporta o bullying dos colegas, os pais repreendem o filho rebelde. Cada um lidando solitariamente com a situação, como se o problema fosse pessoal. Pior que isso, nem sempre sabem o que fazer.

Se, por outro lado, a indisciplina fosse compreendida na sua complexidade, entendendo-se, em cada caso, a conjugação de fatores sociais, institucionais, pedagógicos, afetivos e relacionais, o desafio poderia ser enfrentado na parceria responsável entre famílias, escolas e poder público. Um enfrentamento capaz de lidar com a gênese do problema (e não só com seus efeitos), articulando o projeto educativo à formação ética dos alunos.

Assim, a disciplina deixaria de ser um requisito para a eficiência escolar, passando à meta do projeto pedagógico, tão legítima quanto ensinar conteúdos.

Enfrentar a indisciplina requer medidas conjugadas em diferentes planos de intervenção. Na esfera sociopolítica, cabe o investimento na valorização da vida, do trabalho, da educação e da escola.

No que tange a cultura, importa promover a democratização dos bens culturais, fomentando iniciativas de lazer, esporte e inserção social da juventude. No âmbito escolar, é preciso não só cuidar da formação dos professores, como também fortalecer o projeto pedagógico a partir de sólidas diretrizes para a formação humana.

A cooperação entre pais e educadores é, igualmente, indispensável para a reconfiguração da vida estudantil, pois a negociação de metas e linhas de conduta favorece a educação em valores e a conquista da postura crítica entre os alunos.

Sob essa ótica, talvez, a questão possa ser respondida de modo mais efetivo: a indisciplina na escola é um problema de todos nós.

Silvia Gasparian Colello é professora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo e coordena o Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Alfabetização e Letramento.

Texto especial para a Folha de S.Paulo, publicado originalmente na revista em 29/1/2013. Para conferir, acesse: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1221627-opiniao-a-indisciplina-nas-escolas-brasileiras-e-um-problema-de-todos-nos.shtml

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Conheça os títulos da autora, todos publicados pela Summus Editorial:

A escola que (não) ensina a escrever
Autora: Silvia M. Gasparian Colello
A fim de repensar as concepções acerca da língua, do ensino, da aprendizagem e das práticas pedagógicas, este livro levanta diversos questionamentos sobre a alfabetização como é praticada hoje nas escolas. Depois de analisar diversas falhas didáticas e tendências pedagógicas viciadas, a autora oferece alternativas que subsidiem a construção de uma escola que efetivamente ensine a escrever.

Textos em contextos – Reflexões sobre o ensino da língua escrita
Organizadora: Silvia M. Gasparian Colello
Autores: 
Teresa Cristina Fernandes TeixeiraÉrica de Faria DutraGláuci Helena Mora DiasMaria Aparecida Vedovelo SarrafMaria de Lurdes ValinoMartha Sirlene da SilvaMárcia Martins CastaldoNilma Guimarães Silvia M. Gasparian ColelloAndréa Luize
Com o objetivo de discutir a alfabetização em sua complexidade, esta obra usa o referencial socioconstrutivista para relacionar teoria e prática em diferentes abordagens: as concepções de ensino e de escrita, as trajetórias escolares na alfabetização de crianças e adultos, os processos cognitivos na aprendizagem da escrita, a produção textual na infância e adolescência, os desafios da transposição didática e a formação de professores alfabetizadores.

Alfabetização e letramento: pontos e contrapontos
Organizadora: Valéria Amorim Arantes
Autores: Valéria Amorim ArantesSilvia M. Gasparian ColelloSérgio Antônio da Silva Leite
É possível alfabetizar sem retornar à cultura cartilhesca? Qual o papel da afetividade na alfabetização? Como sistematizar o trabalho pedagógico em sala de aula? Que paradigmas devem ser revistos no caso da aprendizagem escrita? Essas e outras perguntas são respondidas e debatidas nesta obra fundamental ao professor.

AUTORA DE “COMO EDUCAR SEM USAR A VIOLÊNCIA” PARTICIPA DO MULHERES, DA TV GAZETA

A psicóloga Dora Lorch, autora do livro Como educar sem usar a violência (Summus Editorial), participa do programa Mulheres, da TV Gazeta, nesta terça-feira, dia 29 de janeiro, a partir de 14h. Ela fala sobre como lidar com os ataques de birra das crianças.

Em seu livro, Dora afirma que é possível educar sem perder a paciência. Ela parte do princípio de que para lidar com crianças é preciso compreendê-las, saber o que se pode esperar delas, o que faz parte do seu desenvolvimento. A ideia é que, de posse desses conhecimentos, o adulto consiga escolher a forma mais adequada de agir e seja bem-sucedido na tarefa cotidiana de educar sem recorrer a qualquer tipo de violência, física ou verbal.

Eu gostaria que o livro fosse como uma conversa entre amigas. Uma conversa sobre limites. Todos sabem que os limites são necessários, mas como colocá-los de fato, na prática?”, questiona Dora. No livro, ela traça algumas regras, mostra caminhos e utiliza um sem-número de exemplos, sempre muito pertinentes. O objetivo, diz ela, não é apresentar fórmulas prontas, mas mostrar princípios norteadores que permitam aos educadores em geral formar indivíduos confiantes e plenos de respeito pelo outro e pela vida.

Segundo a psicóloga, a pressão sofrida pelas crianças atualmente é enorme. “Pais e educadores exigem dos pequenos o rendimento máximo, na esperança de prepará-los para uma vida mais feliz e vitoriosa. O excesso de expectativas, contudo, acaba se traduzindo por um elevado nível de ansiedade, o que gera uma série de mal-entendidos — facilmente transformados em impaciência, conflito e violência”, diz Dora.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Como+educar+sem+usar+a+violência

JOVEM PAN ENTREVISTA ANNA MEHOUDAR

A psicanalista Anna Mehoudar participa do programa Rádio ao Vivo, da Jovem Pan, no sábado, 26 de janeiro, às 22h. Ela conversa com os ouvintes sobre o pós-parto, assunto que ela aborda no livro Da gravidez aos cuidados com o bebê, da Summus Editorial. Acompanhe a entrevista na frequência AM 620 em São Paulo, na rede afiliada espalhada pelo Brasil ou ainda pelo site www.jovempan.com.br

No livro, o leitor encontrará informações imprescindíveis sobre as diferentes fases do processo gestacional – das roupinhas que devem ser levadas à maternidade aos sinais de atenção para a depressão pós-parto; dos direitos da gestante às vacinas recomendadas. Tudo permeado pelo olhar experiente de quem já acolheu milhares de pais e mães e realiza um trabalho com obstetras, pediatras, enfermeiros e psicólogos.

Dividida em oito capítulos, a obra responde a perguntas e inquietações frequentes em reuniões de preparo para o parto e cuidados com o bebê. No capítulo “A gravidez: tempo de espera”, a psicanalista fala do tempo provável de gestação, da gravidez e da sexualidade, do pré-natal, da evolução em cada trimestre e dos sinais de desconforto e alerta. Em “O parto: uma passagem”, Anna destaca passo a passo um plano de parto, dos sinais de aproximação e confirmação do trabalho de parto aos estágios do processo de nascimento. Já em “O pós-parto: novos tempos”, ela esclarece as dúvidas mais comuns sobre as primeiras horas de vida do bebê e aborda aspectos psicológicos do pós-parto, ressaltando quando é necessário pedir ajuda profissional.

Para saber mais sobre o livro, acesse: http://bit.ly/W377XC

REVISTA BONS FLUIDOS DESTACA LIVROS DO GRUPO SUMMUS

A edição de janeiro da revista Bons Fluidos deu destaque para dois livros do Grupo Summus: Com a vida de novo (Summus Editorial), de Stephanie Mattews-Simonton, O. Carl Simonton e James L. Creighton, e Imagens que curam (Editora Ágora), de Gerald Epstein.

A reportagem, intitulada “Imaginar faz bem”, afirma que, com técnicas corretas, pode-se conduzir o pensamento a nosso favor e trazer mais saúde. “A imaginação, quem diria, também trata os males físicos e da alma”, afirma a jornalista Cacilda Guerra. Para ler o texto na íntegra, acesse: http://goo.gl/dnJrV

O livro Com a vida de novo, publicado originalmente em 1978, traz técnicas de auto-ajuda para complementar os tratamentos usuais do câncer. Uma delas é a técnica de visualização, em que determinadas imagens criadas pela mente têm o poder de produzir sensações positivas. Por meio de uma verdadeira mobilização para uma luta emocional, o método tem obtido excelentes resultados controlando o estresse e outros fatores psicológicos que contribuem para desencadear e desenvolver a doença e que muitas vezes são deixados em segundo plano ou esquecidos pelos médicos.

Desde sua primeira edição, em 1989, o livro Imagens que curam tem ajudado pessoas em todo o mundo a empregar a visualização no tratamento dos mais diversos males, como ansiedade, depressão, asma, dores de cabeça, estresse, artrite, tensão pré-menstrual e infecções. Traduzida em onze idiomas, a obra apresenta inúmeras técnicas desenvolvidas pelo psiquiatra americano Gerald Epstein em seu trabalho clínico e de pesquisa sobre o poder da visualização nos processos de cura.
Para saber mais sobre os livros clique nas capas acima.

VEJA TRECHO DA ENTREVISTA DE ELIZABETH MONTEIRO PARA MARÍLIA GABRIELA

A psicoterapeuta Elizabeth Monteiro, autora do livro A culpa é da mãe (Summus Editorial), participou do programa Marília Gabriela Entrevista (GNT). Assista ao trecho da entrevista no site da GNT http://goo.gl/ZkcF2Haverá reprise nesta segunda (21), às 16h, e no sábado (26), 7h da manhã.

Na obra, Elizabeth relata, de forma emocionante, suas experiências – muitas vezes desastradas – como mãe de quatro filhos. Partindo das relações familiares na época de sua avó e passando pela própria infância, ela mostra que as mães, independentemente da geração, erram. Mas não devem se sentir culpadas por isso.

Para convencer as mães sobre a importância de valorizar seus próprios métodos, Elizabeth conta sua experiência na difícil tarefa de criar quatro filhos. Com relatos emocionantes e muitas vezes cômicos, ela fala sobre a dor e a delícia da maternidade, mostrando que a perfeição não existe quando se trata de cuidar de crianças. “Recebo em meu consultório centenas de mães culpadas, perdidas e sofridas. Elas buscam uma receita milagrosa para criar os filhos e contam‑me seus dilemas. Muitas vezes vejo‑me em cada uma delas. Recordo‑me da infância dos meus filhos e das muitas bobagens e erros que cometi simplesmente por não saber, por estar cansada, cheia, impaciente e por ter sido uma mãe jovem e inexperiente”, conta a autora.

O livro traz histórias de três gerações de mulheres de uma mesma família, promovendo o acompanhamento e a comparação das mudanças ocorridas até os dias de hoje. Nos dois primeiros capítulos, a autora fala sobre sua avó e sua mãe, narrando atitudes e comportamentos relativos às respectivas épocas. O terceiro capítulo contempla suas experiências com os filhos, acompanhadas de um tratamento psicológico, que explica os fatos apresentados, contextualizando-os na atualidade e propondo algumas formas de lidar com situações semelhantes. Elizabeth aborda questões como culpa, limites, educação, bullying, emoções, violência, ciúmes, drogas, morte, sexualidade, separação, amizades e projetos de vida, entre outros.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1300/Culpa+%C3%A9+da+m%C3%A3e,+A

 

CONCURSO NACIONAL PREMIA TEXTOS DE MULHERES NEGRAS

Até o dia 25 de janeiro mulheres autodeclaradas negras podem se inscrever para o prêmio “Mulheres Negras Contam sua História”. O concurso de redação e ensaios sobre a história e/ou a vida de mulheres negras na construção do Brasil é uma iniciativa da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República.

De acordo com a SPM, o concurso tem como objetivo estimular a inclusão social de mulheres negras, por meio do fortalecimento da reflexão acerca das desigualdades vividas por elas em seu cotidiano, no mundo do trabalho, nas relações familiares e na superação do racismo.

O prêmio possui duas categorias: “Redação”, com textos de no mínimo 1.500 até o máximo de 3.000 caracteres, e “Ensaio”, com textos de 6.000 a 10.000 caracteres. As cinco melhores redações serão premiadas com R$ 5 mil, e os cinco melhores ensaios, com R$ 10 mil.

As inscrições somente serão aceitas mediante o envio dos textos, em formato de texto, para o email premiomulheresnegras@spmulheres.gov.br ou postadas pelo correio para o endereço: Prêmio Mulheres Negras contam sua História – Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República – Praça dos Três Poderes Via N1 Leste, s/n Pavilhão das Metas. CEP 70150-908 Brasília – DF. Acesse o site http://goo.gl/ue7vb para obter mais informações.

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Em novembro de 2012, a Selo Negro Edições lançou o livro “Mulheres negras no Brasil escravista e do pós-emancipação”, que foi organizado pelos historiadores Giovana Xavier, Juliana Barreto Farias e Flavio Gomes. Com pesquisas originais, que esmiúçam fontes e privilegiam as biografias, a obra oferece um quadro amplo e fascinante das experiências das mulheres negras, primeiras agentes da emancipação da comunidade de africanos e de seus descendentes na diáspora.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1322/MULHERES+NEGRAS+NO+BRASIL+ESCRAVISTA+E+DO+P%C3%93S-EMANCIPA%C3%87%C3%83O

AUTOR DO LIVRO “ENIGMA BIPOLAR” PARTICIPA DO PROGRAMA TODO SEU, NA TV GAZETA

O apresentador Ronnie Von entrevista nesta quinta-feira, dia 17 de janeiro, o psiquiatra Teng Chei Tung, autor do livro Enigma bipolar – Consequências, diagnósticos e tratamento do transtorno bipolar (MG Editores), no programa Todo Seu, da TV Gazeta. Há vinte anos, ele participa do Grupo de Doenças Afetivas (Gruda) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas. O programa começa às 22h20. 

Em seu livro, o psiquiatra esclarece e desmistifica os sintomas do transtorno bipolar, suas fases, a alteração das emoções, do comportamento e da saúde, as estratégias de tratamento mais modernas e os tipos de medicamento disponíveis. Fala, ainda, da importância do apoio do médico e da família no bem-estar do paciente. 

Para cumprir esse objetivo, o autor trata de pontos obscuros da patologia, como a complexidade do tratamento e a dificuldade de elaborar um diagnóstico correto. Ele também constrói um perfil das chamadas “doenças afetivas” e desmistifica o estigma do deprimido como pessoa sempre triste e incapaz, afirmando que, frequentemente, a insônia, o desânimo e a preguiça crônicos, que variam com o tempo, podem indicar um quadro de depressão ignorado pelo paciente e por aqueles que o cercam. 

Em linguagem clara e abordando casos reais, Teng Chei Tung auxilia o portador da doença a enfrentar o problema. O psiquiatra responde no livro às principais questões sobre o distúrbio: possíveis causas, sintomas, tipos de tratamento, medicamentos disponíveis, consequências para a família, conceito de normalidade e até prevenção. 

Segundo o psiquiatra, a maioria dos pacientes não é diagnosticada como deveria e quase sempre é enquadrada como portadora de depressão unipolar. “Mesmo quando o diagnóstico está correto, diversos tratamentos úteis não são utilizados por falta de treinamento ou conhecimento”, afirma.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1061/Enigma+bipolar

REVISTA NOVA DESTACA O LIVRO “A CULPA É DA MÃE”

A edição de janeiro da revista Nova deu destaque para o livro A culpa é da mãe (Summus Editorial), da psicoterapeuta Elizabeth Monteiro. A reportagem, intitulada “Crise do bem”, mostra como aproveitar os momentos de crise para agir, buscar a felicidade e crescer. Para ler na íntegra, acesse: http://goo.gl/l30L0

Em seu livro, Elizabeth relata, de forma emocionante, suas experiências – muitas vezes desastradas – como mãe de quatro filhos. Partindo das relações familiares na época de sua avó e passando pela própria infância, ela mostra que as mães, independentemente da geração, erram. Mas não devem se sentir culpadas por isso.

Para convencer as mães sobre a importância de valorizar seus próprios métodos, Elizabeth conta sua experiência na difícil tarefa de criar quatro filhos. Com relatos emocionantes e muitas vezes cômicos, ela fala sobre a dor e a delícia da maternidade, mostrando que a perfeição não existe quando se trata de cuidar de crianças. “Recebo em meu consultório centenas de mães culpadas, perdidas e sofridas. Elas buscam uma receita milagrosa para criar os filhos e contam‑me seus dilemas. Muitas vezes vejo‑me em cada uma delas. Recordo‑me da infância dos meus filhos e das muitas bobagens e erros que cometi simplesmente por não saber, por estar cansada, cheia, impaciente e por ter sido uma mãe jovem e inexperiente”, conta a autora.

O livro traz histórias de três gerações de mulheres de uma mesma família, promovendo o acompanhamento e a comparação das mudanças ocorridas até os dias de hoje. Nos dois primeiros capítulos, a autora fala sobre sua avó e sua mãe, narrando atitudes e comportamentos relativos às respectivas épocas. O terceiro capítulo contempla suas experiências com os filhos, acompanhadas de um tratamento psicológico, que explica os fatos apresentados, contextualizando-os na atualidade e propondo algumas formas de lidar com situações semelhantes. Elizabeth aborda questões como culpa, limites, educação, bullying, emoções, violência, ciúmes, drogas, morte, sexualidade, separação, amizades e projetos de vida, entre outros.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1300/Culpa+%C3%A9+da+m%C3%A3e,+A