AS EDIÇÕES GLS APOIAM A LUTA CONTRA A HOMOFOBIA

“Para o armário, nunca mais! – União e conscientização na luta contra a homofobia” é o tema da 17ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, marcada para o dia 2 de junho.

Para celebrar o Mês do Orgulho LGBT, as Edições GLS oferecem TODOS os seus livros com 30% de desconto, apenas de 29 de maio a 2 de junho. Corra e aproveite!

Para mais informações sobre o Mês do Orgulho LGBT, acesse: http://www.paradasp.org.br/

Confira todos os livros em promoção, acessando http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/categoria/GLS e conheça abaixo alguns deles:
APARTAMENTO 41
Nelson Luiz de Carvalho

Depois de quinze anos de casamento, Leonardo decide sacrificar sua vida estável a fim de descobrir novos sentimentos e uma identidade verdadeira. Excluído dos padrões estabelecidos pela sociedade, o personagem deve enfrentar conflitos comuns a todos nós – Como encontrar novos parceiros? Que lugares frequentar? –, acentuados pelo preconceito e pela falta do contato diário com o filho de cinco anos.

De R$ 39,90                        Por R$ 27,90

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CINE ARCO-ÍRIS
100 anos de cinema LGBT nas telas brasileiras
Stevan Lekitsch

Entediado com os filmes em que o mocinho fica com a mocinha? Em que o bandido é mau e o mocinho é bom? Eles estão longe da sua realidade?
Seus dias de filmes chatos acabaram! Neste pequeno guia, os mocinhos choram e ficam com os mocinhos; as mocinhas amam e batem nas mocinhas; bandidos e bonzinhos acabam juntos.
A obra também traz histórias de bastidor, curiosidades técnicas e muito mais.

De R$ 71,00                        Por R$ 49,70

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GRRRRLS – GAROTAS IRADAS
Vange Leonel

A festejada cantora, compositora e autora da peça As sereias da Rive Gauche comenta aqui, com ironia e muito conhecimento de causa, os variados aspectos da vida, da cultura e dos relacionamentos das lésbicas modernas.

De R$ 39,90                        Por R$ 27,90

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SEXO SECRETO
Temas polêmicos da sexualidade
Claudio Picazio

Autor do também pioneiro “Diferentes desejos”, o psicólogo Claudio Picazio aborda aqui os temas mais espinhudos e freqüentemente expostos pela mídia, com grande distorção: papéis sexuais, homo e bissexualidade, garotos de programa, travestis, drags e perversões sexuais, entre outros. Organiza a matéria para que educadores possam usá-la na disciplina de orientação sexual e para tirar dúvidas de maneira clara e despreconceituosa, abrindo caminho para um exercício da sexualidade mais responsável e consciente pelos adolescentes.

De R$ 38,40                        R$ 26,90

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LADO B
Histórias de mulheres
Lúcia Facco

“Eu vi. Ou melhor, eu a vi. Vinha andando com um colega, completamente molhada. A roupa colando no corpo, mas isso eu não vi. Eu vi apenas nascendo, nos cabelos curtos lisos e negros, fios de água que escorriam lentamente pela nuca [...]”. Histórias sensíveis, inteligentes, sutis, de mulheres que vivem seus amores por outras mulheres sem alarde nem culpa. Da mesma autora de As heroínas saem do armário.

De R$ 32,20                        Por R$ 22,50

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PARA A SUA JUKEBOX
Márcio El-Jaick

1989. O adolescente Caco está às vésperas de prestar vestibular, mas não sabe para que curso. Também está ciente de sua homossexualidade, mas não tem ideia do que fazer com ela. Diante dos hormônios em ebulição, ele já não consegue mais disfarçá-la. Na claustrofobia desse universo, com um tanto de culpa, um tanto de medo e muita vontade, aos poucos Caco criará uma matemática própria para resolver suas equações.

De R$ 65,90                        Por R$ 46,10

 

O TEMPO CERTO PARA A RETIRADA DAS FRALDAS

São Paulo, 23 (AE) – Um método para a retirada das fraldas dos bebês, difundido nos EUA, começa a ser aplicado aqui, causando divergências de opiniões. Trata-se do “elimination comunication” (comunicação da eliminação, em inglês), e que consiste na observação dos sinais e sons que o bebê emite sempre que sente vontade de fazer suas necessidades.

Baseado nestes sinais, os pais conduzem o bebê (de meses) para um peniquinho para que ele faça as suas necessidades e assim se condicione a não mais fazer nas fraldas.

Embora nos EUA já até exista uma organização não governamental chamada Diaper Free Baby (Bebê livre de fralda, em inglês) que auxilia os pais na técnica, eu a questiono bastante.

Além de ser pouco viável e prática nos dias de hoje para a execução dos pais, esta técnica se mostra inócua, uma vez que as crianças só começam a ter um controle neurológico de suas necessidades a partir dos 18 meses. Desta forma, esta antecipação da retirada da fralda por condicionamento tem pouca chance de dar resultado. Pela lógica, não são os pais que condicionam a criança, mas o bebê que condiciona os pais a levá-lo ao vaso sanitário sempre que quiser fazer cocô ou xixi.

Parte de artigo do Dr. Sylvio Renan Monteiro de Barros da MBA Pediatria, membro da Sociedade Brasileira de Pediatria e autor de “Seu bebê em perguntas e respostas“.

Para ler o texto na íntegra, acesse:
http://veja.abril.com.br/agencias/ae/comportamento/detail/2011-06-23-2065051.shtml

 

NO BRASIL, EDUCAÇÃO DOMICILIAR ESTÁ À MARGEM DA LEI

Oitocentas famílias fazem educação em casa no Brasil, segundo a Associação Nacional de Educação Domiciliar. Há dois anos, eram 400 registros. “Não sabemos se houve crescimento ou se mais gente veio a público”, diz Alexandre Magno Moreira, diretor jurídico da associação.

A lei brasileira não trata da educação domiciliar, o que dá margem a interpretações. A Constituição diz que educação é dever do Estado e da família; para a Lei de Diretrizes e Bases e o Estatuto da Criança, os pais devem matricular os filhos na escola.

“O mesmo artigo da Carta é usado para defender o ensino em casa e para dizer que é inconstitucional”, diz Luciane Barbosa, doutoranda em educação na USP.

No entendimento do Superior Tribunal de Justiça, educação domiciliar é inconstitucional. Seis famílias já foram processadas pela prática, e, uma delas, condenada a pagar multa. Mas já há parecer favorável a uma família.

“Temos base legal para defender a prática”, diz Moreira, que é professor de direito.

Hoje em trâmite na Câmara dos Deputados, o projeto de lei 3.179/2012, do deputado federal Lincoln Portela (PR), faz a Lei de Diretrizes e

Bases admitir a educação domiciliar com acompanhamento do Estado. “Há ‘homeschool’ em 60 países. É um direito dos pais”, diz Portela.

Para Maria Celi Vasconcelos, pós-doutora em educação, é muito cedo. “A universalidade da educação é recente. A desescolarização ainda é vista sob suspeita”, diz ela, que é professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. “As últimas políticas públicas vão no sentido de aumentar a permanência de crianças na escola”, lembra.

O sociólogo André de Holanda pesquisou 62 famílias brasileiras que educam em casa. A maioria (90%) diz que sua motivação é dar uma educação melhor que a escola; 75% acham que a socialização na escola é prejudicial e 60% têm motivos religiosos.

Algumas dessas razões levaram Samuel Silva, 42, executivo, a decidir não matricular seus cinco filhos no colégio. “Eles podem render mais se forem tutorados por nós.”

A família segue um currículo americano com os dois filhos mais velhos, de nove e sete anos. O material vem dos EUA e é complementado com textos em português.

“Meus filhos me perguntam se vão para a escola um dia. Um dia podemos achar que eles estão prontos”, diz o pai. E se esse dia não chegar e os filhos precisarem de certificados para entrar na faculdade? “Podem fazer supletivo. Há alternativas.”

Silva não teme problemas legais e rebate as críticas da falta de socialização. “É escola em casa, não é monastério. Meus filhos têm amigos, fazem futebol, coral na igreja.”

Para Barbosa, a socialização na escola também é questionável. “A escola seleciona o tipo de socialização. Há colégios de ricos, de pobres. Há contato com o ‘diferente’, mas um diferente igual”, diz.

REFERÊNCIA INFANTIL

A pesquisadora enxerga na mobilização desses pais a necessidade de repensar a instituição de ensino. “Tudo mudou na sociedade, menos a escola. Eles têm razão nas críticas”, afirma. “Mas, apesar dos problemas, a escola é uma referência para a infância no Brasil e esses questionamentos poderiam ser usados para mudar a instituição. Se esses pais superengajados estivessem dentro da escola, ela seria diferente.”

Vasconcelos pesquisou famílias brasileiras e portuguesas para seu pós-doutorado e diz não ser possível classificar a educação domiciliar. “Há famílias com bons resultados, mas não significa que o ‘homeschool’ é um sistema de qualidade.” Isso porque não há um só método, há milhares. Cada família tem um.

 

Texto de Juliana Vines, publicado originalmente na Folha de S. Paulo em 28/05/2013. Para lê-lo na íntegra, acesse: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2013/05/1285627-no-brasil-educacao-domiciliar-esta-a-margem-da-lei.shtml

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Para saber mais sobre o assunto, conheça o livro Educação formal e não-formal: Pontos e Contrapontos, dos autores Jaume Trilla e Elie Ghanem, e organizado por Valéria Amorim Arantes.
Na obra, os autores discorrem sobre os diferentes aspectos que contemplam essas duas perspectivas das práticas educativas, analisando seu aspecto histórico, social e político. Os pontos e contrapontos tecidos no diálogo estabelecido por Ghanem e Trilla sinalizam a importância da cooperação e da complementariedade entre a educação formal e a não formal, na busca de uma educação mais justa e mais democrática.

 

PROJETO “LETRAS EM CENA” LÊ TRECHO DO LIVRO “REENCONTRO”

O Letras em Cena é um projeto de leitura de textos de peças teatrais, poesias, cartas, ensaios, contos e outos. Foi criado em 2006 por Clóvys Tôrres e Marina Mesquita e tem a palavra como foco. Seu grande objetivo é promover encontros agradáveis e descontraídos entre autores, atores, atrizes, poetas, produtores, diretores e o público.

Acontece todas as segundas-feiras entre março e dezembro, sempre no Grande Auditório do MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand), na Av. Paulista, em São Paulo-SP.

Nesta próxima segunda-feira, 27, a atriz Veridiana Toledo fará a abertura do evento lendo um trecho de “Reencontro” (Ágora), de Denise Kusminsky. O evento começa às 19h30.

Saiba mais sobre o livro acessando:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1334/REENCONTRO

JORNAL ‘NOTÍCIAS POPULARES’ É RECRIADO EM DIVULGAÇÃO DE ‘FAROESTE CABOCLO’

Informe publicitário de 8 páginas tem ‘notícias’ sobre o enredo do filme. Conhecido como ‘NP’, jornal circulou em São Paulo de 1963 a 2001.

Para divulgar o filme “Faroeste caboclo”, que estreia no dia 30 de maio nos cinemas brasileiros, a Europa Filmes escolheu uma forma diferente de divulgação e recriou uma edição do extinto jornal “Notícias Populares”. O roteiro do longa é baseado na música homônima, composta por Renato Russo.

Em circulação nesta sexta-feira (24) junto com o jornal “Folha de São Paulo” (somente dentro do estado de SP) o informe publicitário de 8 páginas tem “notícias” sobre o enredo do filme.  A publicidade tem também uma edição online, no endereço www.ultimonp.com.br. A criação é da agência Click Isobar.

Sensacionalismo

Com a manchete “Treta por rabo de saia termina em tiros”, o encarte relembra as manchetes sensacionalistas do antigo período.

O jornal “Notícias Populares”, que ficou conhecido como NP, circulou em São Paulo de 1963 e 2001. Editado pelo Grupo Folha, ficou conhecido por manchetes sensacionalistas, muitas vezes violentas ou com conotação sexual.

Texto publicado no G1 em 24/05/2013. Para ler na íntegra, acesse: http://g1.globo.com/economia/midia-e-marketing/noticia/2013/05/jornal-noticias-populares-e-recriado-para-divulgar-filme-faroeste-caboclo.html

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Conheça a história do NP com o livro
Nada mais que a verdade – A extraordinária história do jornal Notícias Populares”,
de Maik Rene Lima, Giancarlo Lepiani ,
Celso de Campos Jr. e Denis Moreira.
Mais que uma biografia do jornal, este livro é um romance fantástico que conduz o leitor por quatro décadas de uma ciranda de crimes, sexo, devaneios e, sim, bom jornalismo.

 

 

 

 

MONJA ENSINA A ‘DELETAR’ A PREGUIÇA DA VIDA

Monja ensina a ‘deletar’ a preguiça da vida; veja no vídeo abaixo.

Vídeo postado na TV UOL em 22/05/2013 – Por A Monja e a Emotiva

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Você conhece a história da Monja Coen?
Conheça o livro “Monja Coen – A mulher nos jardins de Buda” (Mescla Editorial), de Neusa C. Steiner.
Neste livro, história e ficção se misturam para contar a trajetória da primaz fundadora da comunidade Zen Budista do Brasil. Como muitos jovens da geração baby boom – os nascidos no pós-guerra –, buscou independência e liberdade, viveu seu tempo, carregou sonhos e utopias e fez sua escolha. Uma história que interessa a todos que carregam um quê de inconformismo e uma vontade de soltar as amarras.

FOTÓGRAFO REGISTRA “ANTES E DEPOIS” DE PRATICANTES DE MEDITAÇÃO

A prática prolongada de meditação promoveu benefícios notáveis na aparência dos participantes da série de retratos “Before and After”, do fotógrafo e “life coach” Peter Seidler. Também professor de Budismo há 25 anos, o norte-americano convidou os participantes para um Dathun (um retiro de um mês de duração) que ocorre anualmente no Colorado, Estados Unidos. Eles foram clicados no primeiro e no último dia do programa (veja galeria mais abaixo).

“Ao final de um mês de retiro, as pessoas falam sobre um sentimento de abertura. É como se tivessem passado por um ‘lava-rápido’. O olfato fica melhor, o paladar fica mais apurado, enfim, todos os sentidos são reativados”, diz Peter.

Mas as benesses da técnica vão muito além da mudança física. “A meditação é um treino para a mente. A partir dela, a pessoa passa a viver no presente, e não mais no passado ou no futuro. É neste momento que a gente consegue relaxar e encontrar a paz natural. Dá uma sensação de que o coração se abre e o amor flui”, resume.

Meditação para o dia a dia

Quem não tem a oportunidade de participar de um retiro pode sentar-se de pernas cruzadas e olhos fechados durante 10 minutos todos os dias. “Já fará uma enorme diferença na vida da pessoa. A continuidade é o segredo do sucesso”, revela o fotógrafo e professor. Portanto, se você já tentou mas não conseguiu acalmar uma mente que vive a mil por hora, bem como enfrentou dores nas costas e câimbras nas pernas, não desanime.

Ache uma posição confortável ou sente-se em uma cadeira com a postura ereta e as mãos sobre as pernas. “Deixe as coisas como estão e não se identifique com os seus pensamentos. Da mesma maneira que eles surgem, eles vão embora. Apenas observe-os, como se estivesse de fora”, sugere Peter. Esta é a chave da revolução interior, e do aumento da saúde e da felicidade suprema, garante o espiritualista. Não é à toa que a palavra êxtase, muito relacionada a experiências de transcendência espiritual, vem do grego “ékstasis”, que significa “sair de si”.

Texto de Renata Reif, publicado originalmente no iG São Paulo, em 22/05/2013. Para ler a matéria na íntegra, acesse:  http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-05-22/fotografo-registra-antes-e-depois-de-praticantes-de-meditacao.html

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Quer se aprofundar no assunto?
Conheça o livro “Medicina e meditação – Um medico ensina  a meditar“, de Roberto Cardoso. Médico há mais de vinte anos e meditador há mais tempo ainda, o autor mostra com precisão várias técnicas de meditação e os seus benefícios para a saúde. Sem qualquer orientação religiosa, filosófica ou moral, trata-se de uma obra para ler, aprender e praticar.

SELO NEGRO APOIA WORKSHOP NO RIO DE JANEIRO

A Selo Negro Edições apoia o workshop GUARINI AMANI 2013. Organizado pela Africa Consulting em parceria com a Global Logística,  o evento tem como objetivo fornecer capacitação nos conteúdos curriculares sobre História da África e Culturas Afro-brasileira e Indígena. O workshop oorrerá no dia 15 de junho, das 8h30 às 17 horas, no Rio de Janeiro. Para mais informações, acesse: http://africaconsulting.wix.com/africaconsultingltda#!em-foco/vstc4=pr%C3%B3ximo-evento.

 

AUTOR DO LIVRO “CINE ARCO-ÍRIS” FAZ PALESTRA NA LIVRARIA DA VILA-LORENA

O jornalista Stevan Lekitsch faz palestra na Livraria da Vila (Al. Lorena – São Paulo), no dia 29 de maio, quarta-feira, a partir das 19h, sobre o livro Cine Arco-Íris – 100 anos de cinema LGBT nas telas brasileiras (Edições GLS). A obra reúne filmes com temática LGBT produzidos nos últimos 100 anos e traz mais de 270 resenhas que giram em torno de personagens lésbicas, gays, bissexuais e transexuais. A palestra acontece no auditório da livraria, que fica na Alameda Lorena, 1.731 – Jd. Paulista.

Tímida no início do século XX, profícua nos últimos anos, a produção de filmes com temática LGBT cresceu à medida que o preconceito diminuiu. Hoje, o público tem uma ampla gama de películas à disposição. No livro, Lekitsch apresenta uma seleção das melhores produções cinematográficas de cunho homo, bi ou transexual.

Fruto de mais de dez anos de pesquisa, o livro apresenta resenha, ficha técnica e curiosidades de bastidores de quase 300 filmes produzidos nos últimos 100 anos. “A ideia não era simplesmente fazer um compêndio de títulos. Procurei ir mais fundo, enfocando os filmes que tiveram importância histórica”, afirma Lekitsch. De clássicos como Morte em Veneza a filmes polêmicos como Transamérica, a obra traz o melhor da produção nacional e estrangeira.

O livro começa fazendo uma análise histórica do surgimento do cinema, em 1895, e chega até o fim da década de 1940 – época em que não havia tanta liberdade para abordar a temática LGBT. Ainda assim, encontram-se boas surpresas, como o sinistro Festim diabólico, de Alfred Hitchcock, em que a homossexualidade dos protagonistas fica apenas subentendida. Outro destaque é o drama histórico A rainha Cristina, estrelado por Greta Garbo, que faz o papel de uma monarca bissexual.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Cine+arco-%C3%ADris

Serviço 

Evento: Palestra com Stevan Lekitsch sobre o livro “Cine Arco-Íris”
Data: 29 de maio, quarta-feira
Hora: 19h
Local: Livraria da Vila
Endereço: Alameda Lorena, 1.731 – Jd. Paulista*
Informações: 11-3062-1063

*auditório

DIA MUNDIAL DA LUTA CONTRA A HOMOFOBIA

No dia 17 de maio é celebrado o Dia Mundial da Luta Contra a Homofobia. A data foi instituída por ativistas franceses em 2005 e conta com ações em cerca de 60 países. Engana-se quem imagina que a violência contra homossexuais é maior apenas no Brasil e em países menos desenvolvidos. Um estudo divulgado pela Agência para Direitos Fundamentais da União Europeia revela que 25% dos gays da Europa já sofreram algum tipo de agressão homofóbica.

Levantamento do Grupo Gay da Bahia (GGB), divulgado em janeiro de 2013, aponta que foram registrados no ano passado 338 homicídios de brasileiros homossexuais, incluindo duas transexuais mortas na Itália. Isso representa, segundo a entidade, um assassinato a cada 26 horas, indicando aumento de 27% em relação a 2011, quando houve 266 mortes, e crescimento de 177% nos últimos sete anos.

Apesar das dificuldades, a comunidade GLS tem motivos para comemorar nessa data. Por decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), desde o dia 14 de maio, os cartórios de todo o Brasil são obrigados a celebrar o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo.  A decisão vai garantir aos casais homossexuais um tratamento jurídico menos desigual e contribuir para um olhar mais legítimo da sociedade sobre esse tipo de união.

EDIÇÕES GLS

Criado em 1998 pelo Grupo Editorial Summus, o selo Edições GLS é dirigido a gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros. A editora foi criada para dar voz aos assuntos de interesse específico desses grupos, e também para pais, amigos, médicos, terapeutas e professores, para que possam compreender melhor seus filhos, amigos ou clientes.

O selo tem mais de 50 obras publicadas. Os livros incentivam a auto-estima, a liberdade interna, a expressão da identidade legítima e natural de cada um.

Clique aqui para conhecer os títulos:
http://www.gruposummus.com.br/edgls/?editora=edgls