IVONE ZEGER FALA SOBRE PENSÃO ALIMENTÍCIA EM MATÉRIA DO MAIS VOCÊ, DA TV GLOBO

A advogada Ivone Zeger, autora do livro Família – Perguntas e respostas (Mescla Editorial), participou de uma reportagem exibida no programa Mais Você, da apresentadora Ana Maria Braga, nesta terça-feira, 25 de junho.  A matéria fala dos direitos e deveres para homens e mulheres quando o assunto é pensão alimentícia. Veja a entrevista na íntegra: http://goo.gl/KYiOz.

Num mundo em que muitos valorizam a complicação como forma de ostentar conhecimento, as pessoas capazes de transmitir uma mensagem com clareza e objetividade são exceções à regra. Em edição revista, a obra traz todas as mudanças legislativas instituídas nos últimos quatro anos. As novas posturas legais influenciam, por exemplo, em questões como guarda compartilhada dos filhos, pensão alimentícia na maioridade, nova lei do divórcio, reconhecimento de paternidade, adoção, emancipação de menores e violência doméstica, atualizações que o mundo jurídico tenta acompanhar, em tempos de fertilização assistida, barriga de aluguel e banco de esperma. Respostas claras para perguntas a respeito das leis que regulam a vida em família fizeram de Ivone uma personagem muito próxima do público, já que muitos se sentem prejudicados por não entenderem a linguagem jurídica. No livro, a advogada esclarece as dúvidas mais comuns sobre as leis que regem as relações familiares. Entre elas: casamento, divórcio, pensão alimentícia, partilha de bens, adoção, união gay, violência doméstica, adultério, dívidas do casal, filhos e exame de paternidade.

Os temas tratados descortinam um amplo panorama da legislação que regulamenta diferentes aspectos das relações familiares, munindo o leitor com um arsenal de informações que lhe permite entender como a lei pode ajudá-lo. “O objetivo é esclarecer essencialmente o público leigo”, afirma Ivone.

Organizado em seis capítulos e estruturado em forma de perguntas e respostas, permitindo ao leitor identificar e resolver suas dúvidas com mais facilidade, o livro aborda ainda outras situações como: filhos fora do casamento, inseminação artificial, barriga de aluguel, produção independente, preconceito em família. “É uma publicação disposta a facilitar a relação entre advogado e cliente, e a estreitar o caminho até o judiciário”, diz a autora. Os capítulos contemplam também alguns quadros com explicações sobre união estável, separação, adultério, motivos para suspender o casamento, como administrar os bens, cuidados que se deve tomar antes de assinar uma procuração e pontos importantes sobre a lei “Maria da Penha”, entre outros.

Para saber mais sobre os livros da autora, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/busca/Ivone+Zeger/all/0/0

SITE ATMOSFERA FEMININA ENTREVISTA ELIZABETH MONTEIRO

O site Atmosfera Feminina entrevistou Elizabeth Monteiro, autora do livro Criando filhos em tempos difíceis (Summus Editorial). Na entrevista a psicóloga, mãe de quatro filhos e avó de quatro netos, fala da superproteção e de outros fatores que influenciam na criação dos filhos. Acompanhe na íntegra pelo: http://goo.gl/PN2LM.

Falta de tempo, correria, excesso de trabalho, pouco dinheiro, medo de sair na rua… Esses são alguns dos problemas enfrentados pelos pais modernos. O resultado? Crianças entediadas, desinteressadas, obesas, carentes e, ao mesmo tempo, sem limites. Como criar filhos em tempos tão difíceis? Para Elizabeth, participar mais da infância dos filhos é um ótimo estímulo para a saúde. E estar junto deles é fazer coisas que sejam também do interesse da criança. No livro, ela aborda os benefícios do brincar e explica as brincadeiras preferidas pelas crianças em cada fase do desenvolvimento. Fala ainda sobre a “criança difícil” – a que não come, a medrosa, a do contra etc. – e dá dicas para lidar com conflitos.

A psicóloga defende a infância. Para tanto, ela mostra a importância do brincar e das brincadeiras. Ao longo do livro, dividido em 15 capítulos, a psicóloga aborda as diversas fases do desenvolvimento de bebês e crianças, dá dicas práticas sobre educação e comportamento, sugere inúmeras brincadeiras e fala sobre os desafios de criar filhos hoje. “Resgatar a infância de nossos filhos é investir no futuro da civilização”, afirma. Para a autora, as famílias estão passando por várias transformações e as crianças não estão brincando como deveriam.

Segundo Elizabeth, brincar é o melhor remédio para uma criança. A maioria dos pais, diz ela, não imagina até que ponto as brincadeiras ajudam os pequenos e contribuem para que eles sejam adultos criativos e bem-sucedidos. Elizabeth explica também que a criança tem um mundo próprio. “Quanto mais próximos dela estivermos, mais depressa a ajudaremos a compreendê-lo, tomando o cuidado de não impor nossos padrões de adultos”, afirma. Ela esclarece ainda que a criança inicia o desenvolvimento de seu psiquismo já na fase intrauterina, sendo capaz de sentir tudo que a mãe sente. Além disso, diz, o bebê continuará incorporando o clima afetivo do ambiente mesmo depois do nascimento.

Na obra, Elizabeth sugere brincadeiras que ajudam também na evolução da criança, desenvolvendo a atenção e o conhecimento do corpo, o fortalecimento da musculatura manual e digital, os sentidos e o reconhecimento do mundo, o desenvolvimento da criatividade e o domínio do corpo.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1335/Criando+filhos+em+tempos+dif%C3%ADceis

Para ver todos os livros da autora publicados pela Summus, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/busca/Elizabeth+Monteiro/all/0/0

 

REVISTA PODER ENTREVISTA FLÁVIO GIKOVATE

Em entrevista à revista Poder Joyce Pascowitch, edição de junho, o psicoterapeuta Flávio Gikovate falou sobre competição, vaidade, ressentimento, insatisfação e medo da morte. Na reportagem, intitulada “No topo e em crise”, ele conta o que passa com os homens e mulheres mais poderosos do país, que frequentam seu consultório. Clique no link para ler a entrevista: http://goo.gl/m56BD

No último livro lançado pela MG Editores – Sexualidade sem fronteiras, Gikovate põe de lado velhos pontos de vista e crenças, fruto da tradição religiosa e dos preconceitos mais tradicionais, e traz para o centro do debate as variáveis que interferem na vida sexual.

O primeiro passo nessa jornada de volta à evolução é entender que o caráter lúdico do erotismo desvincula o sexo do compromisso social. Esse é o clima que deve prevalecer nas relações sexuais. Cada um de nós deve escolher e vivenciar os tipos de carícia – consentida – que mais lhe agradarem; cada um de nós deve ser livre para (re)direcionar os interesses eróticos da forma como bem nos aprouver. Só assim os rótulos se tornarão descabidos e desnecessários, e em vez de falarmos em hétero, homo, bissexualidade etc. falaremos em sexualidade.

“Minha proposta é de um mundo sem preconceitos (não só os de natureza sexual) no qual o sexo fosse verdadeiramente lúdico. Isso significaria tratá-lo como uma brincadeira em que não cabem cobranças, preocupações com o desempenho ou medo de fracasso, e na qual podemos considerar que tudo que é de consentimento recíproco é também legítimo”, afirma o psicoterapeuta.

Gikovate tem-se dedicado com mais afinco nos últimos anos a pensar sobre nossa condição de seres biopsicossociais, ou seja, indivíduos constituídos por ideias e ações tanto biológicas e psicológicas quanto decorrentes da educação e dos valores que recebemos ao longo da vida. “São tantas as variáveis implicadas em nosso futuro, do ponto de vista sexual – variáveis de caráter inato, determinadas pela nossa história de vida e também pelo contexto sociocultural em que vivemos, que tudo pode acontecer. É uma pena que essa liberdade não possa ser exercida, pois quando uma pessoa diz a si mesma ‘Eu sou heterossexual’ ou ‘Eu sou gay’ ela determina e delimita as fronteiras em que vai atuar”, diz.

Para saber mais sobre os livros do autor, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1330/SEXUALIDADE+SEM+FRONTEIRAS

AVISO DE CANCELAMENTO – LANÇAMENTO DE “A CLÍNICA GESTÁLTICA COM ADOLESCENTES” AUTOGRAFAM EM SÃO PAULO

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Neste sábado, às 15 horas, na Avenida Paulista, será realizada uma manifestação (https://www.facebook.com/events/432524586846306/) que deve prejudicar bastante o acesso a esta região. Por isso, a Summus Editorial, a Livraria Martins Fontes e os autores do livro “A clínica gestáltica com adolescentes” decidiram cancelar o evento de lançamento do livro, que seria realizado neste mesmo dia, na Livraria Martins Fontes (Avenida Paulista, 509).

Uma nova data para o evento será agendada e a divulgaremos oportunamente.

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Summus Editorial e a Livraria Martins Fontes Paulista promovem no dia 22 de junho, sábado, das 15h30 às 18h30, o lançamento do livro A clínica gestáltica com adolescentes – Caminhos clínicos e institucionais. A organizadora da obra, a psicóloga Rosana Zanella, e os autores recebem os convidados para a sessão de autógrafos na livraria, que fica na Avenida Paulista, 509, São Paulo (próximo à estação Brigadeiro do metrô). Convênios com os estacionamentos: Rua Manoel da Nóbrega, 88 e 95 (primeira hora gratuita).

A prática clínica da Gestalt-terapia cresce a olhos vistos, e cada vez mais são necessárias leituras e produções que auxiliem o leitor – seja ele profissional ou estudante de psicologia – a compreender melhor o universo do adolescente. No livro, autores engajados e atuantes relatam suas experiências no campo educacional, institucional e na clínica, tecendo reflexões e trazendo novas possibilidades de intervenção. Entre os temas abordados na obra estão transtorno de conduta, conflitos com a lei, bullying, orientação profissional e o papel da família durante o tratamento. “Trata‑se de leitura abrangente e enriquecedora, uma vez que traz novas e importantes compreensões relativas à adolescência na atualidade”, afirma Lilian Frazão, uma das pioneiras da Gestalt-terapia no Brasil, que assina o prefácio do livro.

“A Gestalt-terapia vem crescendo, o que exige de nós novas leituras e produções que auxiliem o profissional e o estudante de psicologia a compreender melhor o público adolescente. A prática clínica com esse público é singular”, avalia a organizadora da obra, destacando a importância de ferramentas como filmes, arte, jogos, diálogos e orientação aos pais. Segundo Rosana, o adolescente necessita de recursos diferentes dos utilizados na clínica com crianças para expressar sentimentos, inquietações e tudo que possa ser compartilhado em psicoterapia.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Cl%C3%ADnica+gest%C3%A1ltica+com+adolescentes,+A

 

AVISO DE CANCELAMENTO – LANÇAMENTO DE ANNA VERONICA MAUTNER

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Em virtude de uma nova manifestação agendada para amanhã, quinta-feira, 20/6, na Avenida Paulista, próximo ao Conjunto Nacional (https://pt-br.facebook.com/events/134020393411587/?ref=22), a Summus Editorial, a Livraria Cultura e a autora Anna Veronica Mautner decidiram cancelar o evento de lançamento do livro “Ninguém nasce sabendo”, que seria realizado neste mesmo dia, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional. Infelizmente, essa medida foi necessária por conta da provável dificuldade de acesso ao local.

É importante ressaltar que uma nova data para o evento será agendada e informaremos a todos oportunamente.

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A Summus Editorial e a Livraria Cultura do Conjunto Nacional promovem no dia 20 de junho, quinta-feira, das 18h30 às 21h30, o lançamento do livro Ninguém nasce sabendo – Crônicas sobre a educação no século 21, de Anna Veronica Mautner. A psicanalista recebe os convidados para a sessão de autógrafos no piso térreo da livraria, que fica na Avenida Paulista, 2073 – São Paulo.

A tecnologia vai suplantar a aptidão física? Em que medida a escola de hoje, mais moderna, é melhor que a de ontem, mais humana? Em tempos de politicamente correto e das lutas por inclusão, é possível trabalhar a diversidade nas instituições escolares? Se aprender tabuada é chato, conseguiremos formar cidadãos capazes de cuidar das próprias finanças? A autoridade em classe é mesmo uma ameaça? Estamos preparados para acolher a infância em todas as suas nuanças ou preferimos delegar a tarefa a qualquer um que se proponha a nos tirar esse fardo dos ombros? Essas são algumas das perguntas que Anna Veronica lança aos leitores em seu novo livro.

A obra não traz receitas prontas ou respostas mágicas. A autora não diz como nem quando. Ao contrário, trava com o leitor uma conversa franca em que não faltam puxões de orelha. O objetivo é despertar a consciência para discutir com seriedade a educação que se pratica em nossas escolas e em nossas famílias.

Organizada em sete grandes seções, o título apresenta textos ricos em reflexões e questionamentos originalmente publicados na Revista Profissão Mestre e no caderno Equilíbrio, da Folha de S.Paulo. A partir dos temas “A escola hoje”, “O papel do professor”, “Corpo e sociedade”, “Família e escola”, “Informação, tecnologia e comunicação”, “Infância e adolescência” e “Depois da escola”, a autora analisa questões fundamentais para a educação como o bullying, o professor na berlinda, a terapia ocupacional na escola, a autoridade, a educação online e à margem da escola, entre outros.

“Esse sentimento de ser injustiçado que o malvado tem é um dos ingredientes das maldades que são feitas com os menos dotados ou os que não mostram suficiente força de vontade. É uma reação à percepção de injustiça que estaria ocorrendo no grupo”, afirma a autora ao falar sobre bullying. No artigo “Em defesa do período integral”, ela comenta sobre a sua experiência de aprendizagem e crescimento na escola. Ao refletir sobre a escola moderna e a escola à antiga, Anna Veronica lembra que a liberdade desprotegida pode ser massacrante para uns e palco de exibição de força para outros. “Não é o melhor ambiente para um desenvolvimento equilibrado”, complementa.

Para saber mais sobre o livro, acesse http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1340/Ningu%C3%A9m+nasce+sabendo. Para conhecer os outros títulos de Anna Veronica Mautner pelo Grupo Summus, acesse http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/busca/Anna+Veronica+Mautner/all/0/0

REVISTA ÉPOCA DESTA O LIVRO “LAÇOS E NÓS”

A edição de junho da Revista Época deu destaque para o livro Laços e nósAmor e intimidade nas relações humanas (Editora Ágora), da psicóloga Beatriz Cardella. A reportagem, intitulada “O outono do amor romântico”, fala de casais que se reencontraram depois de muitos anos e hoje celebram uma linda história de amor. Leia a íntegra: http://goo.gl/gxEw5.

O que fazer para um relacionamento dar certo? Quais os limites e os perigos que devemos evitar? Como solucionar os conflitos e evitar o sofrimento? No mundo atual, as expectativas quanto ao sucesso de uma relação são tantas que o amor tem ficado em segundo plano. No livro Laços e nós, Beatriz une mais de duas décadas de trabalho clínico em psicoterapia e sua experiência pessoal para falar de um dos maiores e mais sagrados mistérios: o amor. Longe de oferecer “receitas de sucesso”, a obra trata da relação humana como algo multifacetado e coberto de possibilidades. O que funciona para uma pessoa pode não funcionar para a outra, mas a vontade de aceitar com sinceridade a presença do outro em nós – bem como a imagem que ele nos devolve de nós mesmos – pode ser determinante para alcançar uma relação madura e criativa.

“Todos nós, de alguma forma, somos atravessados pela questão amorosa ao longo da vida e necessitamos uns dos outros para viver […]. Buscamos compreender nossa natureza e dar sentido a nossa existência, sendo nossas experiências relacionais muitas vezes marcadas pelo sofrimento e pela impossibilidade amorosa”, afirma Beatriz. Segundo ela, “o sofrimento reflete nossa condição de exílio, e o amor é a possibilidade de retorno para a casa natal”. “O amor acolhe o absurdo e a graça da condição humana”, diz.

De maneira contundente, a autora mostra principalmente o que o amor não é. Ao focalizar o sentimento sem sobrecarregá-lo com o peso do que é certo ou errado, ela possibilita ao leitor refletir sobre as próprias relações, tornando-o capaz de compreendê-las e transformá-las, bem como de acolher aspectos significativos da intimidade, entre eles o perdão, o companheirismo e a aceitação.

A metáfora embutida no título do livro ilustra bem a condição atual dos relacionamentos. Para Beatriz, os laços são as relações que estabelecemos na vida e que nos ligam profundamente às outras pessoas. Os nós, por sua vez, são os conflitos e impedimentos que precisam ser superados para atingirmos o real significado dos laços. O problema é que os nós nem sempre são desfeitos facilmente, e muitas vezes acabamos desistindo antes de tentar.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1158/La%C3%A7os+e+n%C3%B3s

RÁDIO JOVEM PAN ENTREVISTA ANNA VERONICA MAUTNER

A rádio Jovem Pan exibiu em junho entrevista com a psicanalista Anna Veronica Mautner, que acaba de lançar Ninguém nasce sabendo (Summus Editorial). A autora falou sobre o novo livro com  Fernando Zamith, no programa Rádio Ao Vivo.  Ouça a entrevista:

Caso não consiga ouvir, acesse: http://jovempan.uol.com.br/programas/2013/06/literatura–ninguem-nasce-sabendo.html

A tecnologia vai suplantar a aptidão física? Em que medida a escola de hoje, mais moderna, é melhor que a de ontem, mais humana? Em tempos de politicamente correto e das lutas por inclusão, é possível trabalhar a diversidade nas instituições escolares? Se aprender tabuada é chato, conseguiremos formar cidadãos capazes de cuidar das próprias finanças? A autoridade em classe é mesmo uma ameaça? Estamos preparados para acolher a infância em todas as suas nuanças ou preferimos delegar a tarefa a qualquer um que se proponha a nos tirar esse fardo dos ombros? Essas são algumas das perguntas que Anna Veronica lança aos leitores em seu novo livro.

A obra não traz receitas prontas ou respostas mágicas. A autora não diz como nem quando. Ao contrário, trava com o leitor uma conversa franca em que não faltam puxões de orelha. O objetivo é despertar a consciência para discutir com seriedade a educação que se pratica em nossas escolas e em nossas famílias.

Organizada em sete grandes seções, o título apresenta textos ricos em reflexões e questionamentos originalmente publicados na Revista Profissão Mestre e no caderno Equilíbrio, da Folha de S.Paulo. A partir dos temas “A escola hoje”, “O papel do professor”, “Corpo e sociedade”, “Família e escola”, “Informação, tecnologia e comunicação”, “Infância e adolescência” e “Depois da escola”, a autora analisa questões fundamentais para a educação como o bullying, o professor na berlinda, a terapia ocupacional na escola, a autoridade, a educação online e à margem da escola, entre outros.

“Esse sentimento de ser injustiçado que o malvado tem é um dos ingredientes das maldades que são feitas com os menos dotados ou os que não mostram suficiente força de vontade. É uma reação à percepção de injustiça que estaria ocorrendo no grupo”, afirma a autora ao falar sobre bullying. No artigo “Em defesa do período integral”, ela comenta sobre a sua experiência de aprendizagem e crescimento na escola. Ao refletir sobre a escola moderna e a escola à antiga, Anna Veronica lembra que a liberdade desprotegida pode ser massacrante para uns e palco de exibição de força para outros. “Não é o melhor ambiente para um desenvolvimento equilibrado”, complementa.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1340/Ningu%C3%A9m+nasce+sabendo

REVISTA ANA MARIA DESTACA O LIVRO “A MULHER DO PAI”

A edição de junho da revista Ana Maria deu destaque para o livro A mulher do pai (Summus Editorial), da filósofa Fernanda Carlos Borges. A reportagem, intitulada “Minha mãe namorando?! Nem pensar!”, fala do ciúme dos filhos quando os pais, depois da separação, resolvem seguir em frente e buscar um novo amor. Para a autora, ceder as chantagens dos filhos não é a solução. Leia a entrevista na íntegra: http://goo.gl/xA75a.

A mulher do pai é uma figura recente, mas cada vez mais comum nas novas redes familiares. Ela não é mãe, não é amiga, não é madrasta. A vivência pessoal desse papel familiar marginal levou a autora a escrever o livro. Como observa ela, “ao contrário da madrasta de companheiros viúvos – que substitui a mãe na relação com os filhos do marido, agregando o mérito social desta –, a mulher do pai soma uma maternidade sem referência social simbólica: e permanece sendo ninguém”. Esse papel provoca inúmeras dificuldades e sofrimentos.

O objetivo de Fernanda, que é mãe, ex-mulher e mulher do pai, é amparar a mulher que vive essa situação, ajudá-la a compreender a natureza dos muitos momentos conflitantes com os quais depara e trazer algum conforto para quem se vê nessa posição tão difícil e ignorada. “A lacuna existente sobre o assunto nas publicações sobre a família revela o abandono e o desamparo que cercam a mulher do pai”, diz.

Escrito em linguagem fácil, a obra é recomendada para toda a família. É também útil para profissionais, como psicólogos e professores. A despeito da simplicidade da forma, a autora não deixa de se apoiar em um amplo referencial teórico, permitindo assim a leitura em diversos níveis de aprofundamento.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1049/Mulher+do+pai,+A

ELIZABETH MONTEIRO FALA SOBRE A DEPRESSÃO NA ADOLESCÊNCIA EM ENTREVISTA PARA RECORD E GNT

A psicóloga Elizabeth Monteiro, autora dos livros Criando adolescentes em tempos difíceis, Criando filhos em tempos difíceis e A culpa é da mãe, todos da Summus Editorial, deu duas entrevistas recentes sobre o tema depressão na adolescência.  Acesse os links para ver as entrevistas do programa Domingo Espetacular, da Record, e Saia Justa, da GNT, respectivamente:  http://goo.gl/NaebO (minuto 2:33) e http://goo.gl/e9Vo6.

Numa época em que reina a falta de limites e os jovens são vistos como irresponsáveis, o diálogo entre pais e filhos é fundamental. Para Betty Monteiro, nunca foi tão importante dar exemplos. No livro Criando adolescentes em tempos difíceis, ela revela que o jovem precisa de modelos seguros para enfrentar a árdua etapa da adolescência. Já os pais devem parar de estigmatizar os filhos, oferecendo-lhes a oportunidade de mostrar seu valor. “O objetivo do livro é resgatar a dignidade do adolescente que é discriminado pelos próprios pais”, afirma a autora.

Baseada em sua experiência como psicóloga, psicopedagoga e mãe, a autora fala da necessidade de proteger os adolescentes de ameaças como as drogas e, ao mesmo tempo, incentivar a autonomia deles. O amor parental não é estático. Ele muda com o tempo, conforme os filhos crescem. Por isso, segundo Elizabeth, os pais precisam atualizar seu modo de sentir e amar os adolescentes.

O livro é resultado de um trabalho que durou seis anos. Nesse período, ela colheu experiências em seu consultório e observou, em diferentes lugares e momentos, o comportamento de pais e adolescentes. “Trata-se de uma constatação de tudo que eu vivo”, revela a psicóloga.

Sem fórmulas mágicas e com uma linguagem leve, a autora estabelece com pais e educadores um diálogo amplo e profícuo, abordando temas como sexualidade, irmãos, amizades, aprendizagem, futuro profissional e distúrbios físicos e psicológicos comuns na puberdade. Para mostrar a fragilidade do adolescente, ela incluiu na obra trechos de poemas de Fernando Rinaldi escritos quando ele tinha 16 anos. A autora acompanhou o desenvolvimento do jovem, que hoje tem 18 anos, desde a infância, quando ele já demonstrava paixão pela literatura.

Para saber mais sobre o livro, acesse: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1191/Criando+adolescentes+em+tempos+dif%C3%ADceis