JORNAL A TRIBUNA DESTACA O LIVRO “A CULPA É DA MÃE”

A edição de 27 de outubro da AT Revista, encarte do jornal A Tribuna (Santos), deu destaque para o livro A culpa é da mãe (Summus Editorial), da psicoterapeuta Elizabeth Monteiro. A reportagem, intitulada “Entre dois amores”, mostra como ainda é difícil conciliar carreira e maternidade. Leia a reportagem na íntegra: http://goo.gl/zoMvUH.

Quantas mulheres enfrentam o desafio de ser mãe sem ter aquele sentimento de fracasso e culpa rondando 24 horas por dia? Afinal, viver entre brigas, choros, fraldas, chupetas, além de cuidar da casa, do marido e dar conta do trabalho, não é bem o “paraíso”. É um cotidiano tão estressante que é raro encontrar uma mãe confiante e tranquila sobre o seu papel, sem idealizar a família perfeita. A maioria se sente perdida, e acaba se equivocando exatamente naquela que deveria ser uma de suas principais missões: a educação dos filhos.

No livro A culpa é da mãe, Elizabeth sentencia: a maternidade pode ser menos árdua e mais prazerosa. Para isso, as mães devem se permitir fazer o que consideram melhor para si e para seus filhos sem se guiar por regras ou modelos que, na maioria das vezes, não se adaptam ao seu modo de ser e à sua dinâmica de vida.

Para convencer as mães sobre a importância de valorizar seus próprios métodos, a psicoterapeuta conta sua experiência na difícil tarefa de criar quatro filhos. Com relatos emocionantes e muitas vezes cômicos, ela fala sobre a dor e a delícia da maternidade, mostrando que a perfeição não existe quando se trata de cuidar de crianças. “Recebo em meu consultório centenas de mães culpadas, perdidas e sofridas. Elas buscam uma receita milagrosa para criar os filhos e contam‑me seus dilemas. Muitas vezes vejo‑me em cada uma delas. Recordo‑me da infância dos meus filhos e das muitas bobagens e erros que cometi simplesmente por não saber, por estar cansada, cheia, impaciente e por ter sido uma mãe jovem e inexperiente”, conta a autora.

O livro traz histórias de três gerações de mulheres de uma mesma família, promovendo o acompanhamento e a comparação das mudanças ocorridas até os dias de hoje. Nos dois primeiros capítulos, a autora fala sobre sua avó e sua mãe, narrando atitudes e comportamentos relativos às respectivas épocas. O terceiro capítulo contempla suas experiências com os filhos, acompanhadas de um tratamento psicológico, que explica os fatos apresentados, contextualizando-os na atualidade e propondo algumas formas de lidar com situações semelhantes.

Elizabeth aborda no livro questões como culpa, limites, educação, bullying, emoções, violência, ciúmes, drogas, morte, sexualidade, separação, amizades e projetos de vida, entre outros.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1300/Culpa+%C3%A9+da+m%C3%A3e,+A

AUTORA DO LIVRO “REENCONTRO” PARTICIPOU DO PROGRAMA MAIS VOCÊ, DA TV GLOBO

O programa Mais Você, da TV Globo, exibiu nesta quinta-feira, 31 de outubro, uma entrevista com a autora do livro Reencontro, lançado pela Editora Ágora em abril. Denise Kusminsky contou a sua história. Uma história verídica emocionante de mágoa e silêncio, mas também de luta, intuição e amor. Assista, acessando: http://glo.bo/1aKAFzN

A história de Denise não é incomum. Diante da alternativa de abortar o filho na adolescência, milhares de adolescentes ainda optam pela vida. Uma parte enterra os planos de juventude e assume a maternidade; a outra, da qual Denise faz parte, entrega o filho para adoção. O que torna esse relato único é o ato de coragem. Coragem de vir a público depois de quase 40 anos e contar, pela primeira vez, detalhes do que viveu e ainda vive. Com dignidade, ela encarou os erros para seguir em frente. Quis o destino que ela reencontrasse o filho. Esse é o enredo do livro Reencontro, lançado em abril.

“Trata-se de um desabafo e de um meio de organizá-lo em meu coração, além de ser um legado para que meus descendentes conheçam a minha versão de acontecimentos ocorridos tão precocemente na minha vida, mas que me acompanham até hoje”, afirma a autora.

Denise ficou grávida aos 18 anos, em 1975, em uma época de repressões que não provinham apenas da ditadura. Sexo era tabu. Jovem paulistana de classe média, vivia cercada do carinho dos pais e cheia de planos de vida quando encarou a dura realidade. O pai do seu filho, jovem como ela, sugeriu o aborto. Inicialmente, parecia o melhor a ser feito. Depois de percorrer algumas clínicas, no entanto, ela desistiu e preferiu lutar. Empenhada em preservar a vida do filho a qualquer custo, se viu obrigada a aceitar a única alternativa que se apresentou: entregar o bebê a outra família que teria melhores condições de criá-lo.

Sem que ninguém soubesse da gravidez, Denise foi levada à casa dos pais do médico que se encarregaria do parto. Ele também seria o responsável por entregar a criança à família adotiva. Para os amigos e familiares, Denise havia partido para uma viagem de intercâmbio aos Estados Unidos. Isolada, passou cinco meses de gestação acariciando a barriga e tentando dar ao filho um amor intenso, que pudesse compensar o que não poderia oferecer depois.

No dia 7 de setembro de 1975, Denise deu à luz. “Por toda a minha vida eu haveria de levar a lembrança daquele dia. Por anos e anos, bastava fechar os olhos para ouvir de novo aquele choro e reviver o desespero daquele instante”, conta. Para facilitar o rompimento, o médico optou pela cesárea. Segundo ele, o parto normal poderia criar um vínculo que não se pretendia naquele momento. Ele acreditava que a anestesia pudesse aliviar todas as dores. Ledo engano. De volta ao lar, Denise enterrou o assunto com toda a tristeza que ele carregava e decidiu retomar a vida. Casou, teve filhos, depois netos, mas não houve um único dia em que ela não se lembrasse do filho.

Movida pelo desejo de reencontrá-lo, cinco anos depois, contou ao marido o que se passara. Apesar de ter ficado abalado, ele a apoiou e pensaram na hipótese de reaver o menino na justiça. Os advogados, contudo, desaconselharam, afirmando que o melhor a fazer era deixar a criança em paz com a família que tão bem o acolhera. Como, de repente, uma criança já com 5 anos receberia uma mãe que nunca conhecera?

Era um pacto de silêncio que, a princípio, deveria durar para o resto da vida. Mas o destino foi contra. Em outubro de 2009, 34 anos depois, o filho de Denise decidiu procurá-la. O desejo que ela acalentou durante anos, enfim, se tornaria realidade. Um abraço forte, um pedido de desculpas e a certeza de que nada mais seria como antes.

“Foi um milagre tê-lo reencontrado, mas infelizmente não deu tudo certo, nem poderia ter dado. Qual foi a sua primeira palavra? Como era a sua voz? Eu nunca saberei. O tempo passou e não admite volta. Queria tê-lo levado na porta da escola em seu primeiro dia de aula. Ter beijado a sua testa desejando boa sorte. Não ensinei nada ao meu filho. Não temos fotos juntos. Mesmo assim uma vida inteira se passou e nos reencontramos. Temos o direito de ser felizes e de conviver como mãe e filho para sempre, ainda que de forma torta, diferente”, conclui Denise.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1334/REENCONTRO

EDIÇÃO ESPECIAL DA REVISTA MENTE & CÉREBRO DESTACA O LIVRO “ENIGMA BIPOLAR”

A edição especial da revista Mente Cérebro – Quando o Cérebro e a Mente Adoecem – deu destaque para o livro Enigma bipolar, da MG Editores. O autor da obra, o psiquiatra Teng Chei Tung, assina o artigo “Transtorno bipolar, a doença da inconstância”, no qual afirma que o distúrbio bipolar é ainda uma doença cercada de preconceitos. Leia a íntegra: http://goo.gl/mvAOmF.

O transtorno bipolar é um distúrbio que afeta cada vez mais pessoas no mundo. Cerca de 10% da população convive com a doença. A falta de informação, entretanto, faz que a patologia seja descrita, muitas vezes, de forma caricata, como uma espécie de descontrole ou agressividade. À desinformação soma-se o preconceito, que parte tanto da sociedade quanto da classe médica. No livro Enigma bipolar – Consequências, diagnósticos e tratamento do transtorno bipolar , o psiquiatra, que há mais de vinte anos participa do Grupo de Doenças Afetivas (Gruda) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, assume a tarefa de desvendar os enigmas do transtorno bipolar.

Para cumprir esse objetivo, o autor esclarece pontos obscuros da patologia, como a complexidade do tratamento e a dificuldade de elaborar um diagnóstico correto. Ele também constrói um perfil das chamadas “doenças afetivas” e desmistifica o estigma do deprimido como pessoa sempre triste e incapaz, afirmando que, frequentemente, a insônia, o desânimo e a preguiça crônicos, que variam com o tempo, podem indicar um quadro de depressão ignorado pelo paciente e por aqueles que o cercam.

Em linguagem clara e abordando casos reais, Teng Chei Tung auxilia o portador da doença a enfrentar o problema. O psiquiatra responde no livro às principais questões sobre o distúrbio: possíveis causas, sintomas, tipos de tratamento, medicamentos disponíveis, consequências para a família, conceito de normalidade e até prevenção.

De acordo com o psiquiatra, a maioria dos pacientes não é diagnosticada como deveria e quase sempre é enquadrada como portadora de depressão unipolar. “Mesmo quando o diagnóstico está correto, diversos tratamentos úteis não são utilizados por falta de treinamento ou conhecimento”, afirma.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1061/Enigma+bipolar

CÂNCER DE MAMA: MAMOGRAFIA E EXAME CLÍNICO REDUZEM TAXA DE MORTALIDADE

O câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres. Em 2012, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), foram estimados 52.680 novos casos no Brasil. Em 2013, esse número deve chegar a 60 mil. A expectativa é de que uma em cada 7 mulheres tenha câncer de mama ao longo da vida. A prevenção continua sendo a principal aliada das mulheres na luta contra a doença.

Embora seja uma prática bastante indicada para detectar grandes nódulos, o autoexame não é mais recomendado como método preventivo. Isso porque ele implica um diagnóstico mais tardio do que os obtidos com exames de imagem. A sensibilidade de equipamentos como a mamografia e o ultrassom das mamas, por exemplo, permite detectar nódulos de dimensões tão pequenas quanto 0,2 ou 0,3 cm, que seriam imperceptíveis ao toque. Um estudo do Plano de Seguro-Saúde da Grande Nova York (HIP, em inglês) mostrou uma diminuição de 30% nos casos de morte nas mulheres submetidas ao rastreamento.

“Nessa área da medicina, o diagnóstico precoce é diretamente relacionado com o sucesso do tratamento. Com métodos mais sensíveis conseguimos diagnosticar com muita frequência casos que iriam ameaçar a saúde da mulher apenas muito mais tarde”, afirma o oncologista Artur Malzyner, organizador do livro Câncer e prevenção, lançado recentemente pela MG Editores. Na obra, Malzyner explica que o diagnóstico precoce em oncologia visa reduzir o risco de morte e possibilitar tratamentos com menor probabilidade de sequelas e outras complicações.

A partir dos 40 anos as mulheres devem ser submetidas a exames clínicos (palpação) feitos por médico ou enfermeiros treinados para detectar tumores superficiais de até 1 cm. O exame mamográfico (radiografia capaz de detectar nódulos pequenos de poucos milímetros) é indicado a cada dois anos a mulheres de 50 a 69 anos. Para mulheres consideradas de alto risco recomendam-se os exames anuais a partir dos 35 anos. 

Câncer e prevenção

Voltado para leigos, o livro Câncer e prevenção foi escrito por uma equipe multidisciplinar. A obra explica o que é câncer e como preveni-lo; aborda a prevenção primária por meio de cirurgias, medicamentos, alimentação adequada e hábitos saudáveis; esclarece sobre a importância do diagnóstico precoce; e fala sobre os principais tipos de tratamento existentes. Conteúdo fundamental para pacientes, familiares, psicólogos e enfermeiros.

 

 

GRUPO SUMMUS PARTICIPA DA FEIRA DO LIVRO DE FRANKFURT 2013

O Grupo Editorial Summus esteve presente na Feira do Livro de Frankfurt 2013, maior evento editorial do mundo, no estande coletivo do Brasil, país homenageado nesta edição. Foi uma ótima oportunidade para o Grupo, representado pela editora-executiva Soraia Bini Cury, expor os seus títulos, apresentar o catálogo e fazer contatos com agentes e editoras de diversos países, como Itália, Canadá, Estados Unidos, Grã-Bretanha, Espanha e Portugal, que demonstraram interesse em várias publicações.

DORMIMOS PARA O CÉREBRO FAZER FAXINA DE TOXINAS, DIZ ESTUDO

Um estudo americano mostrou que o cérebro faz uma espécie de “faxina” das toxinas deixadas para trás após um dia de “trabalho pesado”, quando se pensa bastante. A “limpeza” seria uma das principais razões para o sono, segundo os pesquisadores.

O estudo liderado pela pesquisadora Maiken Nedergaard e publicado na revista Science mostrou que as células do cérebro, provavelmente as neuróglias, encolhem, abrindo espaço entre os neurônios, permitindo que um fluído “lave” o cérebro.

A pesquisa do Centro Médico da Universidade de Rochester, no Estado de Nova York (EUA), sugere ainda que distúrbios cerebrais podem estar relacionados à “falhas” nesse tipo de “limpeza”.

Já se sabe que o sono desempenha um papel importante na fixação da memória e no aprendizado. Os pesquisadores da Universidade agora acreditam que a “faxina cerebral” é uma das principais razões do sono.

“O cérebro tem energia limitada e precisa escolher entre dois estados funcionais – ou está acordado e atento, ou dormindo e fazendo a faxina”, disse Nedergaard.

“É como uma festa em casa. Ou você recebe os convidados, ou limpa a casa. Não dá para fazer os dois ao mesmo tempo”, disse.

Bombeamento

O estudo descobriu a “faxina” a partir de uma descoberta anterior, feita no ano passado – a de que existe uma rede de dutos que retira a “sujeira” do cérebro, nomeada pelos cientistas como sistema glymphatic (ainda não há tradução do termo em português).

Os pesquisadores observaram o sistema glymphatic de ratos e viram que ele era dez vezes mais ativo durante o sono.

Células do cérebro, provavelmente as neuróglias, encolhem durante o sono, aumentando o espaço entre o tecido cerebral, permitindo o bombeamento de mais fluído e a limpeza das toxinas.

Para a professora Nedergaard, esta é uma função “vital” para se manter vivo, mas aparentemente só ocorre durante o sono.

“O que vou dizer é puramente especulação, mas parece que o cérebro perde muita energia bombeando água nele mesmo, função que é provavelmente incompatível com o processamento de informação”, disse.

A professora disse que a dimensão da descoberta só poderá ser medida após testes com humanos.

A BBC ouviu um cientista independente para comentar a descoberta. Neil Stanley disse que “já há dados importantes sobre as razões psicológicas para dormir, como memória e aprendizado”.

“Mas esta [faxina] é uma razão química e física de verdade, algo importante”, disse.

Doenças que levam à perda de células cerebrais, com as doenças de Parkinson e Alzheimer, surgem com a disseminação de proteínas danificadas no cérebro.

Os pesquisadores sugerem que problemas no mecanismo de limpeza do cérebro podem estar relacionados a estas doenças, mas alertam que ainda é necessário mais pesquisa.

Texto da BBC Brasil publicado no UOL Cérebro e Mente em 17/10/2013. Para ler a matéria na íntegra, acesse: http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/bbc/2013/10/17/dormimos-para-o-cerebro-fazer-faxina-de-toxinas-diz-estudo.htm

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Conheça o livro “Durma bem, viva melhor, da MG Editores. Escrito por uma equipe de médicos e psicólogos do Hospital Albert Einstein, a obra, organizada pelo otorrinolaringologista Pedro Luiz Mangabeira Albernaz, faz um levantamento completo de tudo que se conhece hoje sobre o assunto é um excelente guia para orientar o leitor que dorme mal mas ainda não sabe o por quê.

 

 

“A NOTÍCIA COMO FÁBULA” FICA EM TERCEIRO LUGAR NO PRÊMIO JABUTI 2013

O livro A notícia como fábula – Realidade e ficção se confundem na mídia, do jornalista Renato Modernell, conquistou o terceiro lugar na categoria comunicação do Prêmio Jabuti 2013. Lançada em 2012 pela Summus Editorial, em coedição com a Editora Mackenzie, a obra concorreu com nove finalistas, entre eles os livros História do Jornalismo Itinerário Crítico, Mosaico Contextual (1º lugar) e História da Imprensa Paulista (2º lugar). Para saber mais sobre o resultado da premiação, leia reportagem da Folha.com: http://goo.gl/eZUtV8.

Em seu livro, Modernell examina a forma pela qual a realidade e a ficção se entrelaçam nos textos jornalísticos. Alisando textos publicados em diferentes veículos e em épocas diversas, ele parte do pressuposto de que aquilo que consideramos “fato” e “imaginação” tem limites mais tênues e permeáveis do que comumente se supõe. “Sabemos que, em princípio, a missão do jornalista é narrar o que aconteceu, enquanto a do ficcionista é flanar no que poderia ter acontecido. Porém, desde quando essas categorias se separam como a água e o óleo? Não podemos negar que a arte da escrita (e isso vale para ambos os casos) tem poderes de envolvimento muito eficazes”, afirma.

O livro é resultado de um estudo de mestrado concluído em 2004, na USP, e aprofundado posteriormente pelo autor. Um trabalho que dialoga com a fantasia e não se limita ao repertório conceitual das áreas mais familiares do autor, como o jornalismo e a literatura. Suas reflexões passeiam, sem muita cerimônia, pelos domínios da filosofia, da mitologia e da arte. O texto por vezes assume a leveza da crônica, sem que isso prejudique seu rigor acadêmico.

Com base em uma larga experiência simultânea com o jornalismo e a narrativa ficcional, Modernell acredita que um texto de qualidade, assim como o voo de um pássaro, desafia os limites territoriais entre a realidade e a imaginação. Ao criar o conceito dos fatores de fabulação, ele aponta uma série de recursos de escrita capazes de “ficcionalizar” o texto jornalístico. Esses artifícios sutis escapam à percepção não só de quem lê, mas até de quem escreve.

Para saber mais sobre o livro, acesse: http://bit.ly/GTZDBt.

ELIZABETH MONTEIRO AUTOGRAFA O LIVRO “CADÊ O PAI DESSA CRIANÇA?” EM SÃO PAULO

A Summus Editorial e a Livraria Cultura do Shopping Market Place promovem no dia 23 de outubro, quarta-feira, das 19h às 21h30, a noite de autógrafos do livro Cadê o pai dessa criança? A psicóloga Elizabeth Monteiro receberá os convidados na livraria, que fica na Av. Chucri Zaidan, 902 – São Paulo.

Pesquisas e reportagens têm alardeado nos últimos anos uma mudança no comportamento dos pais: eles estariam mais participativos na vida dos filhos. Há certamente um avanço, porém muito longe do ideal. Infelizmente, a maioria das famílias ainda convive com um pai perdido em seu papel. Eles não interrompem o trabalho para dar um telefonema para casa e certificar-se de que os filhos estão bem; não vão à escola saber como está o desempenho; não se preocupam em dar bons exemplos; não têm a menor ideia do quanto a ausência prejudica o desenvolvimento dos filhos.

No livro, Elizabeth fala diretamente com esses pais: o ausente, o violento, o folgado, o ignorante, o workaholic e até o abusador. De forma direta e contundente, ela mostra a importância de resgatar a identidade paterna e afirma: “Assim como a mãe, o pai tem a obrigação de cuidar do filho de maneira amorosa, respeitosa, ser presente e atuante. Do contrário, não é pai”.

Na avaliação da psicóloga, o homem não nasce pai. Ele se transforma em pai – o que difere da mulher, que biologicamente já vem com preparo para exercer a maternidade e se especializa desde criança, com as brincadeiras com bonecas. “A mulher, ao engravidar, começa a desenvolver uma ligação afetiva e maternal com o filho”, afirma. Segundo ela, o homem tem de aprender a desenvolver o amor paterno. E o filho só precisa de um pai coerente, que tenha bom-senso, boa dose de bom humor e postura amiga. De qualquer forma, o pai ideal está longe de ser perfeito. “Tudo que é perfeito ou imperfeito demais é patológico”, alerta a autora.

Baseada em sua experiência clínica e em pesquisas diversas, a psicóloga analisa os principais tipos de pai da família contemporânea e deixa claro que esses modelos prejudicam o desenvolvimento afetivo e intelectual das crianças, impactando duramente sua autoestima. “Crianças criadas com a participação ativa do pai se tornam adultos mais seguros, mais competentes e mais amorosos”, afirma.

Dividida em nove capítulos, a obra traz um breve esclarecimento da origem e da manutenção de alguns comportamentos e atitudes através dos tempos – desde a criação do mundo até os dias de hoje. A autora analisa também os modelos de família surgidos a partir da Idade Média até as diversas configurações das famílias atuais e os novos vínculos de parentesco. “A família contemporânea adquiriu extrema mobilidade. A brasileira também encolheu, além de estar fragmentada”, diz a psicóloga.

Para saber mais sobre o livro, acesse: http://bit.ly/H5DSiX.

REVISTA NOVA ESCOLA DESTACA O LIVRO “GRAMÁTICA DA FANTASIA”

A edição de outubro da revista Nova Escola deu destaque para o livro Gramática da fantasia (Summus Editorial), do jornalista e escritor italiano Gianni Rodari. A resenha, escrita pela educadora Valéria Andreetto, lembra que Rodari foi um dos grandes autores de clássicos da literatura infantil. Na obra, segundo ela, o autor faz uma defesa apaixonada do poder da imaginação e da criatividade e do lugar de ambas na infância. Clique no link para ler a íntegra: http://goo.gl/F45Ojh.

Por meio da análise de variadas técnicas de invenção, Rodari oferece um eficaz instrumento para os que acreditam na criatividade infantil. Mostra como uma aula pode se tornar criativa, agradável, instigante. E não se restringe ao universo “clássico” da literatura infantil, pois também propõe técnicas a partir de notícias de jornais, fatos históricos, geográficos etc.

Rodari, que faleceu em 1980, já ganhou o prêmio Hans Christian Andersen, considerado o prêmio Nobel da área de educação. Além de escrever livros, ele participou da resistência italiana na Segunda Guerra Mundial e promoveu uma grande renovação da literatura para as crianças nos anos 1960.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/69/Gram%C3%A1tica+da+Fantasia

 

LANÇAMENTO DE “A BOLA E O VERBO” AGITA BAR O TORCEDOR

Alguns momentos da movimentada noite de autógrafos do livro A bola e o verbo, lançamento da Summus. O autor, Rodrigo Viana, recebeu amigos e convidados no Bar o Torcedor, na Praça Charles Miller, em São Paulo. Um sucesso!

Para conhecer o livro, acesse: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1353/Bola+e+o+verbo,+A