FERNANDA CARLOS BORGES NO PROGRAMA ROBERTO JUSTUS+

O programa Roberto Justus+, da TV Record, teve a participação em vídeo da filósofa Fernanda Carlos Borges, autora do livro A filosofia do jeito – Um modo brasileiro de pensar com o corpo (Summus Editorial). O programa, que foi ao ar no começo desta madrugada, discutiu o famoso “jeitinho brasileiro”. Assista na íntegra:

Quando se fala em “jeitinho brasileiro”, logo vem à mente a figura de alguém que deseja levar vantagem em tudo, certo? Errado. Essa visão negativa da expressão, por anos difundida pelos meios de comunicação, não reflete o verdadeiro valor desse comportamento tipicamente brasileiro. Segundo Fernanda, o nosso jeito é uma contribuição inestimável à civilização. No livro, ela parte de abordagens filosóficas, socioculturais e cognitivas, para compreender o “jeitinho brasileiro”. Nesse percurso, analisa a relação entre o corpo e os mecanismos da consciência e da comunicação, fazendo uma ponte com pensadores como Wilhelm Reich e Oswald de Andrade.

“As instituições modernas europeias supervalorizam a instância ideal. Nelas, a regra nunca pode ser questionada. Por isso somos tão criticados. O jeito brasileiro afronta a norma, pois na cultura popular a necessidade humana tem mais valor”, afirma Fernanda. Para muitos, entretanto, o jeito brasileiro impede a modernização e o crescimento. “É como se esse comportamento fosse um ranço primitivo tolhendo o nosso avanço. Mas, na verdade, criamos um novo modo de vida, mais afetiva”, diz.

O jeito e o modo como o corpo existe, pensa e se comunica implicam a inteligência comprometida com a imprevisibilidade e a novidade. O jeitinho brasileiro, portanto, é a afirmação cultural da condição existencial do jeito. A capacidade de transformação do corpo é muito maior do que a das instituições e resulta em uma condição radicalmente participativa. “Sem forma pronta, o corpo é um fazedor contínuo de cultura”, explica Fernanda.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/972/Filosofia+do+jeito,+A

 

FÁTIMA BERNARDES ENTREVISTA A PSICÓLOGA ELIZABETH MONTEIRO EM SEU PROGRAMA

A autora Elizabeth Monteiro participa do programa Encontro com Fátima Bernardes, da TV Globo, na segunda-feira, 25 de novembro. O bate-papo será em torno do tema do livro Cadê o pai dessa criança?, que a psicóloga acaba de ser lançar pela Summus Editorial. Para assistir a alguns momentos da participação, acesse os links abaixo:

http://globotv.globo.com/rede-globo/encontro-com-fatima-bernardes/t/programa/v/elisabeth-escreveu-livro-sobre-participacao-dos-pais-na-rotina-dos-filhos/2976638/

http://globotv.globo.com/rede-globo/encontro-com-fatima-bernardes/t/programa/v/elisabeth-e-importante-que-todos-os-filhos-se-sintam-unicos/2976657/

Pesquisas e reportagens têm alardeado nos últimos anos uma mudança no comportamento dos pais: eles estariam mais participativos na vida dos filhos. Há certamente um avanço, porém muito longe do ideal. Infelizmente, a maioria das famílias ainda convive com um pai perdido em seu papel. Eles não interrompem o trabalho para dar um telefonema para casa e certificar-se de que os filhos estão bem; não vão à escola saber como está o desempenho; não se preocupam em dar bons exemplos; não têm a menor ideia do quanto a ausência prejudica o desenvolvimento dos filhos.

No livro, Elizabeth fala diretamente com esses pais: o ausente, o violento, o folgado, o ignorante, o workaholic e até o abusador. De forma direta e contundente, ela mostra a importância de resgatar a identidade paterna e afirma: “Assim como a mãe, o pai tem a obrigação de cuidar do filho de maneira amorosa, respeitosa, ser presente e atuante. Do contrário, não é pai”.

Na avaliação da psicóloga, o homem não nasce pai. Ele se transforma em pai – o que difere da mulher, que biologicamente já vem com preparo para exercer a maternidade e se especializa desde criança, com as brincadeiras com bonecas. “A mulher, ao engravidar, começa a desenvolver uma ligação afetiva e maternal com o filho”, afirma. Segundo ela, o homem tem de aprender a desenvolver o amor paterno. E o filho só precisa de um pai coerente, que tenha bom-senso, boa dose de bom humor e postura amiga. De qualquer forma, o pai ideal está longe de ser perfeito. “Tudo que é perfeito ou imperfeito demais é patológico”, alerta a autora.

Baseada em sua experiência clínica e em pesquisas diversas, a psicóloga analisa os principais tipos de pai da família contemporânea e deixa claro que esses modelos prejudicam o desenvolvimento afetivo e intelectual das crianças, impactando duramente sua autoestima. “Crianças criadas com a participação ativa do pai se tornam adultos mais seguros, mais competentes e mais amorosos”, afirma.

Para saber mais sobre o livro, acesse: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Cad%C3%AA+o+pai+dessa+crian%C3%A7a%C2%A7

REVISTA MALU DESTACA O LIVRO “CADÊ O PAI DESSA CRIANÇA?”

A edição semanal da Revista Malu deu destaque para o livro Cadê o pai dessa criança? (Summus Editorial), da psicóloga Elizabeth Monteiro. A reportagem, intitulada “Cadê o pai?”, afirma que educar não é tarefa apenas das mães. Leia a íntegra: http://goo.gl/eHOHBi

Pesquisas e reportagens têm alardeado nos últimos anos uma mudança no comportamento dos pais: eles estariam mais participativos na vida dos filhos. Há certamente um avanço, porém muito longe do ideal. Infelizmente, a maioria das famílias ainda convive com um pai perdido em seu papel. Eles não interrompem o trabalho para dar um telefonema para casa e certificar-se de que os filhos estão bem; não vão à escola saber como está o desempenho; não se preocupam em dar bons exemplos; não têm a menor ideia do quanto a ausência prejudica o desenvolvimento dos filhos.

No livro, Elizabeth fala diretamente com esses pais: o ausente, o violento, o folgado, o ignorante, o workaholic e até o abusador. De forma direta e contundente, ela mostra a importância de resgatar a identidade paterna e afirma: “Assim como a mãe, o pai tem a obrigação de cuidar do filho de maneira amorosa, respeitosa, ser presente e atuante. Do contrário, não é pai”.

Na avaliação da psicóloga, o homem não nasce pai. Ele se transforma em pai – o que difere da mulher, que biologicamente já vem com preparo para exercer a maternidade e se especializa desde criança, com as brincadeiras com bonecas. “A mulher, ao engravidar, começa a desenvolver uma ligação afetiva e maternal com o filho”, afirma. Segundo ela, o homem tem de aprender a desenvolver o amor paterno. E o filho só precisa de um pai coerente, que tenha bom-senso, boa dose de bom humor e postura amiga. De qualquer forma, o pai ideal está longe de ser perfeito. “Tudo que é perfeito ou imperfeito demais é patológico”, alerta a autora.

Baseada em sua experiência clínica e em pesquisas diversas, a psicóloga analisa os principais tipos de pai da família contemporânea e deixa claro que esses modelos prejudicam o desenvolvimento afetivo e intelectual das crianças, impactando duramente sua autoestima. “Crianças criadas com a participação ativa do pai se tornam adultos mais seguros, mais competentes e mais amorosos”, afirma.

Para saber mais sobre o livro, acesse: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Cad%C3%AA+o+pai+dessa+crian%C3%A7a%C2%A7

SELO NEGRO COM 40% DE DESCONTO NA SEMANA DA CONSCIÊNCIA NEGRA!

Para comemorar a Semana da Consciência Negra, TODOS os livros da Selo Negro Edições estão com 40% de desconto! Aproveite: a promoção é válida das 18 horas de hoje, 19, até 23 de novembro, sábado!  Veja abaixo alguns dos títulos em oferta:

Dicionário escolar afro-brasileiro
Autor: Nei Lopes

Esta obra procura colocar ao alcance do público escolar, em linguagem mais acessível, informações mais pertinentes ao seu universo e à sua área de interesses, dando ênfase maior à luta contra o racismo no Brasil, por intermédio de suas organizações de militância e das iniciativas daí decorrentes. Referência imprescindível para estudantes e todos aqueles que desejam conhecer melhor a história do nosso país e resgatar a cultura africana que permeia nossas raízes.

De R$42,90                                        Por R$25,74
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Candomblé e Umbanda
Caminhos da Devoção Brasileira
Autor: Vagner Gonçalves da Silva

Este livro procura fornecer ao leitor uma visão histórica do desenvolvimento das mais conhecidas vertentes das religiões afro-brasileiras. Indicando suas fontes com base no universo social e religioso do Brasil colonial, o autor se estende na análise das relações sociais, políticas e econômicas que se estabeleceram entre negros, índios e brancos e que redundaram no desenvolvimento dessas religiões. Um livro de leitura fácil dirigido ao grande público interessado no assunto.

De R$34,90                                        Por R$20,94
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O estatuto da igualdade racial
Coleção Consciência em Debate
Autor: Sidney de Paula Oliveira

O Estatuto da Igualdade Racial reúne um conjunto de diretrizes para a igualdade de oportunidades e o combate à discriminação em virtude de raça/etnia. Além de abordar os dispositivos mais significativos do texto legal, esta obra analisa a importância do documento, os pontos que ficaram de fora quando de sua aprovação e as consequências desse marco fundamental para a igualdade racial no Brasil.

De R$24,00                                        Por R$14,40
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Capoeira     (LANÇAMENTO!!!)
Uma herança cultural afro-brasileira
Autoras: Letícia Vidor de Sousa Reis e Elisabeth Vidor

Tida hoje como um dos símbolos da cultura brasileira, a capoeira sempre foi perseguida em nosso país, especialmente na passagem do Império para a República. Associado à vadiagem e à violência, esse jogo/dança/luta só deixou de ser considerado crime há pouco mais de 80 anos. Este livro retrata as origens sociais e culturais da capoeira e mostra como ela contribuiu para que os negros conquistassem e ampliassem seu espaço político e social no Brasil. Por meio da análise das modalidades regional e de angola, as autoras se aprofundam no estudo dos movimentos e da linguagem corporal da capoeira de forma didática e direta. Ilustrações e fotografias complementam a obra, contribuindo assim para o ensino de história e cultura da África e afro-brasileira, como preconiza a Lei n. 10.639/03.

De R$32,20                                        Por R$19,32
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Mulheres negras no Brasil escravista e no pós-emancipação
Organizadores: Juliana Barreto FariasGiovana Xavier e Flávio Gomes

Como foi a participação das mulheres cativas na sociedade escravista e nas primeiras décadas da pós-emancipação? Como protestaram mirando a escravidão e contrariando a ideia de que aceitaram com passividade a opressão imposta? Os ensaios desta coletânea, que abrange os séculos 18 a 20, constituem um quadro amplo e fascinante das experiências das mulheres africanas, crioulas, cativas e forras.

De R$79,90                                        Por R$47,94
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Enciclopédia brasileira da diáspora africana
Autor: Nei Lopes

Obra que reúne, num único volume, uma significativa massa de informações multidiscilplinares sobre o universo da cultura africana e afrodescendentes. Traz ao conhecimento de um público amplo assuntos até agora restritos a especialistas e de difícil acesso ao público leigo. Os verbetes, em ordem alfabética, abrangem uma vasta área de conhecimentos, incluindo personalidades, fatos históricos, países, religiões, fauna, flora, festas, instituições, idiomas, etc.

De R$ 171,90                                     Por R$103,14
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Nei Lopes
Coleção Consciência em Debate
Autor: Oswaldo Faustino

Poeta, compositor, sambista, pesquisador e escritor, Nei Lopes é, antes de tudo, um brasileiro comprometido com sua terra e com a cultura de seu povo. Sua vasta obra intelectual e musical – hoje superior a 35 publicações e a 300 composições, individuais ou em parceria – constitui um rico acervo de informações e ideias sobre a cultura afro-brasileira, além de refletir de maneira magistral a luta antirracista. Esta obra faz parte da Coleção Retratos do Brasil Negro, que tem por objtivo abordar a vida e a obra de figuras fundamentais da cultura, da política e da militância negra.

De R$24,00                                        Por R$14,40
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A Legião Negra
A luta dos afro-brasileiros na Revolução Constitucionalista de 1932
Autor: Oswaldo Faustino

Este romance histórico conta a história do batalhão composto por afrodescendentes que lutou contra a ditadura de Getulio Vargas pleiteando uma Constituição para o Brasil. O narrador, um centenário ex-combatente, volta atrás muitas décadas para recordar personagens e fatos da Revolução Constitucionalista de 1932, na qual perdeu amigos, conviveu com heróis e covardes, conheceu a dor e a coragem.

De R$55,90                                        Por R$ 33,54
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Racismo e anti-racismo na educação
Repensando nossa escola
Autora: Eliane Cavalleiro

Diversos olhares sobre o ambiente da sala de aula procuram captar os racismos presentes nesse cotidiano. Alguns dos assuntos que nos alertam para uma educação anti-racista são a revista especializada em educação, o livro infantil, o tratamento dado à África e outros.

De R$53,80                                        Por R$32,28
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A África na sala de aula
Visita à história contemporânea
Autora: Leila Leite Hernandez

Uma visão clara e abrangente da África contemporânea, que reúne questões polêmicas sobre o domínio europeu e a diversidade das lutas contestatórias até a formação dos Estados nacionais. Com rica pesquisa cartográfica, a obra interessa aos estudiosos de história, geografia, antropologia, ciência política e sociologia.
Edição revista.

De R$107,00                                      Por R$64,20

 

FOLHA DE S.PAULO INDICA A LEITURA DA “ENCICLOPÉDIA BRASILEIRA DA DIÁSPORA AFRICANA”

O caderno Ilustríssima, publicado pela Folha de S.Paulo neste domingo (17), deu destaque para a Enciclopédia Brasileira da Diáspora Africana, do compositor e escritor Nei Lopes. A obra, lançada pela Selo Negro Edições em 2004, está na quarta edição revista e ampliada. Leia a nota: http://goo.gl/rZsbV8

Sambista de sucesso, militante da causa afro-descendente e intelectual com senso prático, Nei Lopes há muito tempo percebeu a carência de uma bibliografia popular brasileira sobre assuntos africanos. Sem vinculação acadêmica, mas autor de vários livros, ele decidiu produzir uma obra de cunho enciclopédico que reunisse, em um único volume e em forma de dicionário, informações multidisciplinares sobre o universo das culturas africanas, afro-americanas e afro-brasileiras. A Enciclopédia Brasileira da Diáspora Africana traz nove mil verbetes, abordando assuntos dos mais diversos a partir do ponto de vista brasileiro — de biografias a vestuário; de fatos históricos e contemporâneos a acidentes geográficos, flora e fauna; de festas e divertimentos a profissões e atividades.

Iniciativa inédita e pioneira pelo conteúdo e pela metodologia de pesquisa, de forte compromisso com o registro fiel e exato das informações coletadas, a obra tem a alma de Nei Lopes. Sempre criativo em suas realizações, ele vem enriquecendo o panorama da cultura nacional com a sua singular capacidade de elaborar e interpretar a dimensão mais densa e profunda da africanidade no país.

Um dos grandes objetivos da obra, segundo o autor, é popularizar conhecimentos antes restritos a especialistas, num momento em que vivemos uma perspectiva mais afrocentrada. Nesse sentido, a obra vai muito além dos estereótipos frequentemente associados ao negro brasileiro — cuja participação na formação da cultura nacional é recorrentemente restrita às áreas do folclore, da música, da dança e da culinária.

Outro alvo importante é a auto-estima do negro. Para o autor, a obra sinaliza um passo decisivo na reflexão para construção de uma auto-estima positiva na emocionalidade do leitor afro-brasileiro. “São referências onde o leitor negro se localiza e se estrutura para construir a tão buscada e quase nunca atingida auto-estima”, diz. Nei Lopes lembra que nas publicações disponíveis, o negro parece só ter interesse etnográfico. “Nessas obras, raramente figuram heróis, sábios, grandes homens. Para essas publicações, em geral, o vocábulo ‘negro’ define, no Brasil, mais uma categoria social, já que os ‘grandes homens’, quando afro-descendentes, são apenas ‘nascidos em lar humilde’ e quase nunca efetivamente ‘negros’”.

Para saber mais sobre o livro, acesse: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Enciclop%C3%A9dia+Brasileira+da+Di%C3%A1spora+Africana

 

REVISTA RAÇA BRASIL DESTACA O LIVRO “CAPOEIRA”

A edição de novembro da revista Raça Brasil deu destaque para o livro Capoeira – Uma herança cultural afro-brasileira (Selo Negro Edições), das pesquisadoras Letícia Vidor de Sousa ReisElisabeth Vidor. Veja a nota publicada na íntegra: http://goo.gl/ThaVxi.

Reconhecida hoje como um dos símbolos da cultura brasileira, a capoeira nem sempre teve esse status. Os adeptos foram perseguidos durante muitos anos, especialmente na passagem do Império para a República. Associada à vadiagem e à violência, a capoeira só deixou de ser considerada crime há pouco mais de 80 anos. Atendendo ao que preconiza a Lei 10.639/03, que torna obrigatório o ensino das culturas africanas, afro-brasileiras e indígenas nas escolas, as pesquisadoras Elisabeth Vidor e Letícia Vidor de Sousa Reis decidiram se aprofundar no estudo do tema. No livro, as autoras retratam as origens sociais e culturais do movimento e mostram como a capoeira contribuiu para que os negros conquistassem e ampliassem seu espaço político e social no Brasil.

“A capoeira é ambígua, ao mesmo tempo jogo, dança e luta. Seus movimentos corporais privilegiam os pés e os quadris e, ao inverterem a hierarquia corporal dominante, colocam o mundo literal e metaforicamente de pernas para o ar”, explicam as autoras. Segundo elas, para entender o significado social e simbólico dessa inversão utiliza-se a linguagem do corpo como fonte principal de informação para enunciar as regras da gramática gestual da capoeira.

A partir de uma abordagem inovadora, é possível entender a capoeira também como uma forma de resistência do negro, desde o tempo da escravidão até os dias atuais. Entre as várias culturas de resistência negra desenvolvidas no país, a capoeira é uma das mais significativas, constituída com base em culturas provenientes da África. Dividido em três capítulos, o livro traz, com detalhes, a história da capoeira carioca no século 19. As autoras fazem uma interpretação antropológica dos movimentos corporais da capoeira para a compreensão da especificidade da relação entre negros e brancos no Brasil.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1355/Capoeira

REVISTA VIVA SAÚDE SUGERE A LEITURA DO LIVRO “GLAUCOMA”

A edição de novembro da revista Viva Saúde deu destaque para o livro Glaucoma (MG Editores), do professor Remo Susanna Jr., um dos maiores especialistas mundiais da doença.  Em nota, a publicação alerta para o número crescente de portadores. A cada ano são registrados 2,4 milhões de novos casos no mundo. Leia a íntegra: http://goo.gl/OOwWct

O glaucoma é uma doença assintomática que, aos poucos, ceifa a visão do paciente, podendo levá-lo à cegueira total e irreversível. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 60 milhões de pessoas tinham glaucoma em 2010. Esse número chegará a 80 milhões em 2020. No Brasil, não há estatísticas populacionais sobre a doença, mas estima-se que existam mais de 1 milhão de portadores. Os números são alarmantes, mas há dados ainda piores. Boa parte dos doentes em estágio avançado teria chances de evitar a cegueira se tivesse sido diagnosticado a tempo e recebido o tratamento adequado. Até mesmo nos países desenvolvidos, 50% dos indivíduos afetados não receberam o diagnóstico nem estão em tratamento. Metade deles, no entanto, fez exames oftalmológicos nos últimos dois anos.

No livro, o professor Susanna traz informações claras e precisas para portadores e seus familiares. Ele oferece definições importantes sobre o glaucoma, explica os mitos mais comuns relacionados à doença, aborda os principais tipos de tratamento e oferece recursos para melhorar a deficiência visual decorrente do problema.

“O glaucoma é considerado o mais astuto ladrão da visão, que não respeita classe social, sexo e raça, sendo a principal causa de cegueira irreversível no mundo. Quando o paciente percebe que algo não vai bem com a sua visão, a extensão da lesão já é enorme e o glaucoma encontra-se em fase avançada”, explica o autor, destacando que 2% a 4% da população acima de 40 anos têm a doença.

O principal objetivo do livro, único no país sobre o tema, é oferecer ao leitor dados que lhe permitam entender e lidar melhor com o glaucoma. “Com esse conhecimento, o paciente poderá interagir com seu médico e estabelecer com ele uma parceria indispensável para o controle do glaucoma, evitando a progressão da doença”, afirma o professor Susanna

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Glaucoma

 

SESSÃO DE AUTÓGRAFOS DO LIVRO “CAPOEIRA” EM PIRACICABA

O Sesc de Piracicaba promoveu no dia 16 de novembro, das 10h às 12h, a sessão de autógrafos do livro Capoeira – Uma herança cultura afro-brasileira,  que acaba de ser lançado pela Selo Negro Edições. As autoras da obra, as pesquisadoras Leticia Vidor de Sousa ReisElisabeth Vidor, receberam os convidados no Ginásio de Eventos do Sesc, que fica Rua Ipiranga, 155 – Piracicaba – São Paulo.
Veja abaixo algumas fotos do lançamento, que aconteceu juntamente com o 9º Encontro de Capoeira Angola.

“A capoeira é ambígua, ao mesmo tempo jogo, dança e luta. Seus movimentos corporais privilegiam os pés e os quadris e, ao inverterem a hierarquia corporal dominante, colocam o mundo literal e metaforicamente de pernas para o ar”, explicam as autoras. Segundo elas, para entender o significado social e simbólico dessa inversão utiliza-se a linguagem do corpo como fonte principal de informação para enunciar as regras da gramática gestual da capoeira.Reconhecida hoje como um dos símbolos da cultura brasileira, a capoeira nem sempre teve esse status. Os adeptos foram perseguidos durante muitos anos, especialmente na passagem do Império para a República. Associada à vadiagem e à violência, a capoeira só deixou de ser considerada crime há pouco mais de 80 anos. Atendendo ao que preconiza a Lei 10.639/03, que torna obrigatório o ensino das culturas africanas, afro-brasileiras e indígenas nas escolas, Elisabeth e Letícia decidiram se aprofundar no estudo do tema. No livro, elas retratam as origens sociais e culturais do movimento e mostram como a capoeira contribuiu para que os negros conquistassem e ampliassem seu espaço político e social no Brasil.

A partir de uma abordagem inovadora, é possível entender a capoeira também como uma forma de resistência do negro, desde o tempo da escravidão até os dias atuais. Entre as várias culturas de resistência negra desenvolvidas no país, a capoeira é uma das mais significativas, constituída com base em culturas provenientes da África. Dividido em três capítulos, o livro traz, com detalhes, a história da capoeira carioca no século 19. As autoras fazem uma interpretação antropológica dos movimentos corporais da capoeira para a compreensão da especificidade da relação entre negros e brancos no Brasil.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Capoeira


DOMINGÃO DO FAUSTÃO DESTACA O LIVRO “CADÊ O PAI DESSA CRIANÇA?”

O programa Domingão do Faustão (TV Globo) do último domingo, 10 de novembro, sugeriu a leitura do livro Cadê o pai dessa criança? (Summus), da psicoterapeuta Elizabeth Monteiro.

Pesquisas e reportagens têm alardeado nos últimos anos uma mudança no comportamento dos pais: eles estariam mais participativos na vida dos filhos. Há certamente um avanço, porém muito longe do ideal. Infelizmente, a maioria das famílias ainda convive com um pai perdido em seu papel. Eles não interrompem o trabalho para dar um telefonema para casa e certificar-se de que os filhos estão bem; não vão à escola saber como está o desempenho; não se preocupam em dar bons exemplos; não têm a menor ideia do quanto a ausência prejudica o desenvolvimento dos filhos.

No livro, a psicóloga fala diretamente com esses pais: o ausente, o violento, o folgado, o ignorante, oworkaholic e até o abusador. De forma direta e contundente, ela mostra a importância de resgatar a identidade paterna e afirma: “Assim como a mãe, o pai tem a obrigação de cuidar do filho de maneira amorosa, respeitosa, ser presente e atuante. Do contrário, não é pai”.

Na avaliação da psicóloga, o homem não nasce pai. Ele se transforma em pai – o que difere da mulher, que biologicamente já vem com preparo para exercer a maternidade e se especializa desde criança, com as brincadeiras com bonecas. “A mulher, ao engravidar, começa a desenvolver uma ligação afetiva e maternal com o filho”, afirma. Segundo ela, o homem tem de aprender a desenvolver o amor paterno. E o filho só precisa de um pai coerente, que tenha bom-senso, boa dose de bom humor e postura amiga. De qualquer forma, o pai ideal está longe de ser perfeito. “Tudo que é perfeito ou imperfeito demais é patológico”, alerta a autora.

Elizabeth Monteiro é autora de outros três livros publicados Summus. Para conhecer todos, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/busca/elizabeth+monteiro/all/0

‘O QUE VOCÊ PODE FAZER PELA AUTOESTIMA DA SUA FILHA’

Demonstrar autoconfiança e valorizar as atitudes e qualidades da garota acima da aparência física são os principais passos para criar uma adulta segura e feliz.

Em vez de se olharem juntas no espelho, conversarem olhando nos olhos uma da outra. A relação entre mãe e filha é determinante na formação da autoestima das meninas e, se focada nos sentimentos e no crescimento mútuo, possibilita, entre outros benefícios, que a garota cresça equilibrada e segura, rumo a uma vida adulta feliz.

“O exemplo da mãe, de como ela trata de suas emoções, como age quando está descontente com algo e como cuida de seu corpo, e principalmente a atitude dela ao ajudar a filha a lidar com suas próprias frustrações e medos, são decisivos para que a criança aprenda a lidar com seus sentimentos. São fatores que ajudam na construção e no fortalecimento da autoestima tanto da mãe quanto da filha, pois ambas se sentem capacitadas para enfrentar a vida e seus desafios”, afirma a psicóloga clínica e pesquisadora Patricia V. Spada, mestre e doutora em nutrição e pós-doutoranda em ciências da saúde pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), atuante nas áreas de vínculo mãe e filho, dinâmica familiar e obesidade.

O diálogo e a conexão, portanto, devem ir muito além da aparência. É assim que a bailarina e professora de dança Luciana Arruda faz com a filha Salomé, de dois anos. Como a menina nasceu em meio a ensaios e aulas, sempre foi paparicada pelas pessoas ao redor da mãe. “Percebi que desde cedo diziam ‘Que linda, e que olho lindo!’. Então comecei a falar com ela elogiando suas qualidades, ressaltando a criatividade e a inteligência. Digo sim que ela é linda, mas sempre em um conjunto: os olhos são verdinhos, e cheios de bondade e doçura. Quero que ela cresça sentindo que é amada e aceita pelas virtudes, não pela aparência”, conta.

Bonita, feia, gorda, magra

É normal mulheres adultas se queixarem por quererem perder “aqueles três quilinhos que estão sobrando”, mas há que se ter muito cuidado ao expressar isso diante das filhas. “Tudo que a mãe fala interfere na autoestima da menina. Ela ecoa o que a mãe, que é seu maior exemplo, demonstra”, explica a psicóloga clínica Thais Tinelo. Trocando em miúdos, se ouvir a mãe constantemente dizer que precisa emagrecer, a garota pode tomar como verdade que para ser bonita e feliz é necessário sempre se preocupar em perder peso.

“O papel da mãe é tentar desconstruir esses mitos de beleza e vaidade a que as mulheres são expostas o tempo todo. É evitar focar na estética, no ‘feio’ e no ‘bonito’, e dar valor ao que a filha tem de bom”, diz Thais.

Na visão de Patrícia, a questão de bonita ou feia e gorda ou magra deve ser abordada de acordo com o que a menina trouxer de dúvidas de suas relações externas, e não tratada como um assunto primordial. “Além de subjetivo, o conceito de beleza se desenvolve a partir da autoestima do indivíduo. Uma criança bem amada desde o útero provavelmente terá um conceito sobre si suficientemente consistente, interessante e positivo. A boa autoestima está infinitamente além do que é esteticamente estabelecido pelo social”, defende.

E os questionamentos aparecerão, especialmente perto da puberdade, uma vez que o bombardeio de informações sobre “o corpo perfeito”, “como perder cinco quilos em um mês” e “como turbinar seus seios” é uma realidade no dia a dia. Nessa hora, o já mencionado modelo de comportamento da mãe é fundamental.

É o caso na família da hostess Marcia Marin, mãe de Camila (dez anos), Gustavo (nove anos) e Valentina (dois anos). “Acredito que meu exemplo ajude a definir a segurança deles. A Camila demonstra preocupação com o corpo, por causa das amiguinhas da escola, e digo que ela está em fase de desenvolvimento, que até a adolescência o corpo vai mudando e que ela vai ficar igual à mamãe, se quiser. Ela entende e fica tudo bem”, conta.

Adeptos do estilo de vida alternativo gótico, Marcia e o marido deixam os filhos “livres para decidir o bonito e o feio pelo ponto de vista deles”. Ela ressalta, ainda, que as meninas e o menino são orientados da mesma forma, mesmo que Gustavo tenha uma postura mais despreocupada em relação à aparência.

Luciana vai pelo mesmo caminho com Salomé. “Ela ainda tem dois anos, mas absorve o mundo à sua volta, então procuro que o contato com essa loucura de padrões de beleza seja aos poucos. Quando peço para ela comer legumes, destaco a importância deles para a saúde, não para a forma física. Ser gorda ou magra faz parte da vida, e espero que minha filha seja feliz”.

A bailarina faz bem em ficar atenta a isso desde cedo, pois assim forma uma ligação com a filha e não precisará correr atrás de uma conexão às pressas quando as indagações aparecerem. “Se a família não tiver acesso a como lidar com as emoções de forma a dar um encaminhamento adequado e saudável a elas, podem aparecer sintomas como obesidade, anorexia, vigorexia, isolamento, depressão, baixo rendimento escolar, entre outros”, enumera Patrícia. “São um pedido de ajuda para descobrir ou encontrar sua identidade, o que está diretamente ligado à autoestima. Talvez este seja o momento de procurar a ajuda de um psicólogo”, sugere.

O perigo de criar “mini adultas”

Outro aspecto relevante na construção da autoestima da menina é a vaidade. Não é porque a mãe faz as unhas e se maquia que esses hábitos devam ser estendidos à filha em idades inadequadas. “A vaidade infantil adultizada é perigosa. Uma criança não tem que fazer as unhas aos quatro anos nem que passar batom e sombra com essa idade. Corre-se o risco de ela futuramente ter problemas com a imagem, não aceitar seu rosto sem maquiagem. A criança não precisa disso nesse momento”, argumenta Thais.

“Muitas vezes, as mães as tratam assim para viver o que não conseguiram viver, misturando a vida delas com a da filha”, analisa Patricia. Ela continua: “Tentam ‘forçar’ uma autoestima positiva, sem lembrar que a formação da filha passa antes pela possibilidade de vivenciar da forma mais genuína a infância. A natureza é implacável: se o indivíduo pular fases, a necessidade de vivê-las certamente aparecerá mais tarde, quando nem sempre é possível ou saudável tentar recuperá-las. O ideal é que a criança possa ser criança”.

Na prática, a orientação da mãe é fundamental. “Em vez de brincar de maquiagem, sugira uma brincadeira com peças de montar, com bola. O brincar independente do gênero liberta a menina da vaidade desnecessária e fortalece a autoestima”, recomenda Thaís, que considera os nove anos uma idade adequada para começar a “negociar um batom rosinha para ir a uma festa, um esmalte clarinho de vez em quando”. “As mães têm que dar tempo à infância, que já é tão curta. A menina que se aceita criança aceita melhor a chegada da adolescência e da vida adulta. Em resumo, ela se aceita melhor”, resume a psicóloga.

 

Matéria de Raquel Paulino, especial para o iG São Paulo, publicada em 09/11/2013. Para lê-la na íntegra, acesse: http://delas.ig.com.br/filhos/2013-11-09/o-que-voce-pode-fazer-pela-autoestima-da-sua-filha.html

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Você sabia que a Ágora tem um livro que fala especialmente sobre isso? Conheça “É uma menina”, da psicoterapeuta e psicanalista americana Virginia B. Rutter:


É UMA MENINA

Como desenvolver a auto-estima de nossas filhas

Livro que orienta as mães no trabalho de ajudar suas filhas a crescerem confiantes e orgulhosas de sua feminilidade, dos primeiros dias de vida e ao longo de todas as outras etapas de seu crescimento. A autora dá idéias de atitudes práticas e pequenos rituais que podem ser introduzidos na vida cotidiana. É recomendado não só para mães, mas para todas as mulheres – avós tias, madrinhas, madrastas – que convivem intimamente com meninas.