PARA O BEBÊ NÃO CHORAR

A edição de fevereiro da revista Viva Saúde entrevistou o pediatra Sylvio Renan Monteiro de Barros, autor do livro Seu bebê em perguntas e respostas – Do nascimento aos 12 meses, da MG Editores. A reportagem, intitulada “Para o bebê não chorar”, afirma que não há remédio milagroso para controlar o choro dos bebês. Paciência e observação são as melhores formas de evitar o desgaste. Leia a reportagem na íntegra: http://goo.gl/vuYiX8

Ter um filho é uma das experiências mais emocionantes da vida, mas também uma das mais assustadoras. As mães e os pais de primeira viagem muitas vezes se veem às voltas com problemas que não sabem resolver – e, por causa da inexperiência, acabam transmitindo uma ansiedade que prejudica o relacionamento com o bebê. 50054Como evitar as cólicas? De quanto em quanto tempo amamentar? Quando o recém-nascido pode sair à rua? Como saber se ele está se desenvolvendo corretamente? Por que o bebê não dorme à noite? Por que ele não para de chorar? Essas são algumas das perguntas que o pediatra responde no livro.

Baseada na experiência de mais de três décadas do autor como pediatra, a obra segue uma linha diferente de outros compêndios da área, que enfocam explicações técnicas e clínicas e só falam do “bebê-padrão”. “Os medos e receios de uma mãe, principalmente daquelas que vivem a maternidade pela primeira vez, são únicos. Portanto, o pior caminho é generalizar um problema”, afirma dr. Sylvio. O pediatra, segundo ele, deve ser alguém preparado para ouvir e lidar com a mãe, que tem dúvidas normais e perfeitamente compreensíveis.

Com informações claras, didáticas e tranquilizadoras para o dia-a-dia, o livro foi elaborado na forma de perguntas e respostas. “O objetivo é ajudar as mães a cuidar de seus filhos e estabelecer com eles uma relação de amor e confiança”, diz. Fácil de consultar, a obra pode ser lida de uma vez ou utilizada sempre que houver dúvidas a respeito de algum comportamento ou estado apresentado pelo bebê.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1122/Seu+beb%C3%AA+em+perguntas+e+respostas

 

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De 21 a 27 de fevereiro de 2014, os preços de TODOS os livros do Grupo Summus estarão com um desconto de 30% em nosso site!  Aproveite para comprar por um preço especial obras da Ágora, Summus, Edições GLS, Selo Negro, MG, Plexus e Mescla.

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MÚSICA AFETA AS EMOÇÕES E ATÉ AJUDA NO TRATAMENTO DE DOENÇAS

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Você já passou pela experiência de colocar um som para relaxar, depois de um dia difícil? Ou de tocar uma música agitada ao chegar na academia, na tentativa de aumentar o pique? Se já fez isso é porque percebeu que os acordes são capazes de afetar as suas emoções.

Partindo dessa mesma premissa, surgiu a musicoterapia, cujo objetivo é pesquisar a relação do homem com os sons, para transformar esse conhecimento em métodos terapêuticos. “Já sabemos que a atividade musical envolve quase todas as regiões do cérebro”, explica a musicoterapeuta Maristela Smith, fundadora e coordenadora da área de musicoterapia do Instituto de Medicina Física e Reabilitação do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo).

Quando uma música emociona, por exemplo, a estrutura do cerebelo –que modula a produção e a liberação dos neurotransmissores dopamina e noradrenalina– é ativada, assim como a amígdala cerebelosa, a principal área do processamento emocional no córtex cerebral. Já quando acompanhamos uma canção, acessamos o hipocampo, responsável pelas memórias.

Por isso mesmo, a música é capaz de influenciar não só o estado mental como também o físico. “O corpo tem uma tendência a seguir o ritmo ouvido, tanto em sua velocidade, quanto em sua altura e intensidade”, diz Maristela. Consequentemente, os sons podem afetar as frequências cardíaca e respiratória, a pressão arterial, a contração muscular e até o ritmo do metabolismo. “Eles também podem ajudar a intensificar e a reduzir os estímulos sensoriais, como a dor”, explica a musicoterapeuta.

No combate ao câncer, por exemplo, o método já vem sendo utilizado, com bons resultados. “Nesse caso, a musicoterapia, além de trabalhar funções emocionais presentes, como a redução do estresse e da ansiedade, também contribui para o aumento dos circuitos neurais responsáveis pela diminuição da dor crônica”, declara Maristela.

Na Oncologia Pediátrica do Hospital da Criança Conceição e no Hospital São Lucas da PUC- RS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul), o trabalho com música rendeu uma melhoria de 74,8% no estado de ânimo das crianças hospitalizadas.

“A música tem um enorme potencial sobre o cérebro humano, principalmente no que diz respeito ao sistema límbico, o centro de sentimento e emoções do cérebro, e ao resgate da memória”, diz a musicoterapeuta Maria Helena Rockenbach, que conduziu a pesquisa.

De acordo com o musicoterapeuta David Maldonado, que se especializou em intervenções musicais em neuropediatria pela Ufscar (Universidade Federal de São Carlos), os sons também podem contribuir para fortalecer o sistema imunológico.

“A música envolve a capacidade mental, emocional, física, social e fisiológica. Por isso, podemos recomendar a musicoterapia como coadjuvante no tratamento de quase todas as doenças”, diz.

Identidade sonora

No cérebro, a capacidade de uma determinada música atingir uma região ou outra está vinculada com o maior ou menor prazer da audição. Por isso, antes de iniciar um processo de musicoterapia, é importante traçar a Identidade Sonora do Indivíduo, também chamada de ISO.

“Cada pessoa tem um conjunto de sons e músicas que contam sua história, que fazem parte da sua vida. Esse conjunto é único, é como uma impressão digital. Na musicoterapia, acessamos elementos dessa identidade para resgatar situações vividas, desenvolver potenciais e dar novos significado a determinados conteúdos”, explica a musicoterapeuta Luciana Frias, responsável pela implantação da Musicoterapia no IMIP (Instituto de Medicina Integral de Pernambuco).

Essa investigação considera a música no contexto geral de vida do indivíduo e não apenas os sons que o agradam naquele momento. “A identidade sonora está intimamente ligada à história de vida, uma vez que a música perpassa toda a trajetória do ser, desde a vivência intrauterina até o seu momento final”, afirma Maristela.

Nessa pesquisa, os especialistas chegam às músicas capazes de despertar sentimentos positivos e negativos no indivíduo e, durante o tratamento, vão utilizar esses dados conforme a necessidade.

“Pacientes epilépticos são capazes de entrar em crise se ouvirem determinados sons, assim como pacientes depressivos ou eufóricos podem agravar o quadro dependendo da música que lhes chega aos ouvidos. Por isso é tão importante que o tratamento seja sempre feito por um musicoterapeuta”, explica Maristela Smith.

 

Matéria de Marina Oliveira e Thaís Macena, publicada originalmente no UOL, em 17/02/2014. Para lê-la na íntegra, acesse: http://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2014/02/17/musica-afeta-as-emocoes-e-ate-ajuda-no-tratamento-de-doencas.htm

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Veja alguns livros da Summus nos quais você pode saber mais sobre musicoterapia:

10340TEORIA DA MUSICOTERAPIA
Contribuição ao conhecimento do contexto não-verbal
Rolando Benenzon
A musicoterapia é uma técnica que explora a relação entre emoções e música, dentro de um processo terapêutico. Neste livro, o Dr. Benenzon esclarece os fundamentos teóricos da musicoterapia, contribuindo para a orientação na formação de musicoterapeutas em nível universitário.

10054
CAMINHOS DA MUSICOTERAPIA
Even Ruud
Este livro pretende esclarecer as relações entre a musicoterapia e os diferentes caminhos existentes na área da saúde mental e observar como estes diversos procedimentos estão vinculados a tendências filosóficas distintas.

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10362DESPERTAR PARA O OUTRO, O
Musicoterapia
Clarice Moura Costa
A partir de um embasamento teórico e de casos clínicos, a autora traça os objetivos e os limites da proposta psicoterápica apoiada na música. São mostradas as possibilidades de restauração dos processos de sociabilização e as reações dos pacientes.
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10058MÚSICA E SAÚDE
Even Ruud
Compilação de textos das conferências do Congresso de Musicoterapia (Oslo, 1985). Especialistas internacionais mostram as ligações entre a musicoterapia e outros campos do conhecimento, como a neurologia, a percepção corporal e a semiótica. Traz reflexões e métodos sobre as diferentes formas de trabalhar com música em terapia.


SUMMUS LANÇA “MANUAL DA SAÚDE – 150 PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE EXERCÍCIO E VIDA SAUDÁVEL”


Qual é o melhor líquido para hidratação durante os exercícios? Qual é a frequência cardíaca ideal para quem quer emagrecer? Qual é o melhor horário para se praticar exercícios? Que exercícios e esportes queimam mais calorias?

A fim de esclarecer conceitos e oferecer dicas úteis e eficazes sobre a prática de exercícios, Manual da saúde traz as 150 perguntas mais comuns relacionadas ao tema,10931 do simples fato de beber água ao mais complexo questionamento sobre fisiologia. Com respostas claras e objetivas, ela aborda assuntos como fisiologia, alimentação, lesões, perda de peso, sedentarismo e prevenção de doenças. Uma seção especial dirige-se a mulheres, crianças e idosos.

Baseado em sua experiência como professor, Alexandre Vieira escreveu uma obra didática e estimulante, idealizado para ser consultada pontualmente ou lida de uma única vez. A obra foi dividida em cinco partes: “Saúde, nutrição e suplementação”; “Saúde e fisiologia”; “Saúde, terceira idade, crianças e mulheres”; “Saúde e doença”; “Dicas gerais e curiosidades”.

“Muitas pessoas acreditam que o exercício só é eficaz quando o corpo fica todo dolorido, ou se enrolam em sacos plásticos para transpirar mais na esperança de potencializar o efeito do movimento. Essas informações – muitas delas verdadeiras agressões ao organismo – vão passando de pessoa para pessoa como se fossem verdades comprovadas”, diz o professor de educação física.

Para Alexandre, a prática de exercícios exige conhecimento, tanto por parte do praticante como do profissional da saúde. A proposta do livro, segundo ele, é dar um ponto de referência seguro e completo, destacando principalmente o que é certo e o que é errado na atividade física.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1360/Manual+da+Sa%C3%BAde

Sobre o autor   

Alexandre Arante Ubilla Vieira2_crédito Francisco Dantas Gomes

Alexandre Vieira é bacharel e licenciado em Educação
Física pela Universidade de Santo Amaro (Unisa).
Especialista em Bases Fisiológicas e Metodológicas do Treinamento Desportivo pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), é mestre em Reabilitação do Equilíbrio Corporal e Inclusão Social pela Universidade Bandeirante de São Paulo (Uniban). Professor adjunto da Universidade Anhanguera e gerente de uma grande rede de academias, dá palestras em
todo o Brasil sobre saúde e educação. É ainda diretor do site Saúde e Saber                     (www.saudeesaber.com.br).

VEJA PARTICIPAÇÃO DE CLAUDIA LOBO, AUTORA DE “COMIDA DE CRIANÇA”, NO PROGRAMA HOJE EM DIA, DA TV RECORD

A nutricionista Claudia Lobo, autora do livro Comida de criança (MG Editores), participou do programa Hoje em Dia, da TV Record, no dia 12 de fevereiro. Na entrevista, ela dá dicas de como preparar uma alimentação saudável para as crianças, com pratos atrativos. Assista abaixo à reportagem na íntegra  (a participação da autora acontece no minuto 23:13).

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Uma forma de começar a mudança dos hábitos alimentares já no início do ano é aprender a preparar uma lancheira saudável. Para ser prática, rápida, eficiente, gostosa e saudável, ela não precisa conter uma refeição completa, isso se faz em casa, no café da manhã, almoço e jantar. “Essas são as refeições principais e devem ser caprichadas; os lanches são simples complementos, embora também precisem ser saudáveis”, afirma Claudia.

50066Claudia apresenta no livro 50 receitas nutritivas, ricamente ilustradas, para ajudar pais e responsáveis a levar à mesa alternativas práticas, econômicas, nutritivas e muito saborosas de refeições para as crianças e para toda a família.

Na obra – que ficou entre os finalistas ao Jabuti, na categoria gastronomia, em 2010 -, ela também explica que quem prepara a lista de compras precisa se convencer de que o cardápio ideal requer dedicação além da observação do prazo de validade dos alimentos. Começando por pequenos truques como convidar a criança para ajudar na elaboração do prato, as mudanças podem ser mais radicais, principalmente na hora da compra, quando se dever estar atento para evitar “pegadinhas” das promoções e da praticidade disfarçando os industrializados.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Comida+de+crian%C3%A7a

 

CONHEÇA “POR DENTRO DAS EQUIPES”, LANÇAMENTO DA ÁGORA

Numa época em que a tecnologia e a pressa fragmentam nossa maneira de ver o mundo, faz-se necessário refletir sobre as consequências dessa velocidade nas relações humanas. 20132Em Por dentro das equipes, Luiz Contro mostra como o trabalho em equipe foi contaminado por essas variáveis na pós-modernidade e propõe alternativas e soluções baseadas no método do psicodrama.

Partindo de sua experiência com intervenções em equipes organizacionais e institucionais, ele questiona: como criar melhores condições para o fazer diário? Quais são os caminhos para a ampliação da autonomia, o aumento da consciência crítica, a implantação de dinâmicas mais espontâneo-criativas e menos cristalizadas? Como o trabalho pode ser integrado satisfatoriamente no dia a dia das pessoas? Leitura fundamental para psicólogos, estudantes e profissionais de RH.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Por+dentro+das+equipes

Sobre o autor

Luiz ControLuiz Contro é psicólogo e doutor em Saúde Coletiva pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), além de professor, terapeuta didata e supervisor pelo Instituto de Psicodrama e Psicoterapia de Grupo de Campinas (SP). Coordena grupos em instituições, ONGs e empresas e assessora equipes que discutem seus processos de trabalho.

Autor de artigos em periódicos científicos, escreveu Psicossociologia crítica – A intervenção psicodramática (CRV) e Nos jardins do psicodrama – Entre o individual e o coletivo contemporâneo (Alínea). É coautor dos livros Psicodrama – Ciência e arte (Ágora), Práticas grupais contemporâneas (Ágora) e From one-to-one psychodrama to large group socio-psychodrama (versão digital, acessível em http://www.luizcontro.com.br/livros.php) .

DORES NAS COSTAS PODEM SER EVITADAS COM EXERCÍCIOS DE FORTALECIMENTO

Ter dores na coluna é um problema comum. Segundo estimativas da OMS (Organização Mundial de Saúde), 85% da população sofre ou ainda vai sofrer desse mal. As dores podem aparecer em três partes diferentes da coluna: lombar (localizada acima do quadril), dorsal (na parte central das costas) e cervical (entre a cabeça e o tronco).

Segundo o médico fisiatra João Amadera, do Spine Center HCor, é possível diminuir as chances de ter crises com exercícios para fortalecer a musculatura estabilizadora da coluna. Eles são importantes não só para quem nunca teve problemas de coluna, mas também para quem já sofreu com as dores e não quer passar por isso novamente.

“Em geral toda atividade física recruta a musculatura estabilizadora – que são os músculos que mantém a coluna na posição correta, mas uma atitude pró-ativa de trabalhar especificamente esses músculos que protegem a coluna é ótimo”, complementa.

Outro fator de risco que causa as dores na coluna e deve ser evitado é o aumento de peso. “O excesso de peso é o maior inimigo da coluna, pois a cada 10 quilos acima do peso adequado, o risco de prejudicar a coluna aumenta em 25%”, explica o neurocirurgião Douglas Alexandre França Bezerra, do Hospital Sírio-Libanês.

O sedentarismo também é um dos responsáveis pelas dores nas costas. “A vida sentada é o grande mal da vida moderna, por isso o mais importante é não permanecer mais que 40 minutos sentado na frente do computador”, recomenda Amadera. “A coluna agradece a prática de exercícios, pois eles ajudam no fortalecimento muscular, aumento da flexibilidade e melhora da irrigação sanguínea das fibras musculares da região dorsal”, explica Bezerra.

O cigarro também é inimigo, pois ele contém substâncias que prejudicam a circulação sanguínea. “A menor irrigação dos vasos nos discos vertebrais que protegem a coluna faz com que eles percam a maleabilidade. Como a função dos vasos é absorver os impactos que a coluna sofre no dia-a-dia, o fumante fica sem o ‘amortecedor’ natural”, define Bezerra.

Má postura

Por fim, a postura incorreta é uma das maiores responsáveis pelas dores nas costas. “A pessoa precisa saber como levantar da cadeira e da cama, como se sentar corretamente, como se vestir e até escovar os dentes e cortar os alimentos. Tudo isso faz parte da consciência corporal”, afirma Bezerra.

“Para sentar na mesa do trabalho, por exemplo, os pés devem estar apoiados no chão, os joelhos fazendo um ângulo de 90º graus e os glúteos bem encostados atrás na cadeira  – sem escorregar pra frente. A cadeira também deve ter um bom apoio lombar para manter a curvatura e preferencialmente um apoio para os braços”, indica o médico fisiatra do Spine Center HCor.

Também é importante dividir o peso que será carregado em bolsas e mochilas. “Na hora de carregar bolsas, malas e pacotes, dividir os pesos igualmente nos dois lados do corpo é bom, pois levar tudo em um lado só pode trazer complicações e dores na coluna”, ensina o neurocirurgião do hospital Sírio Libanês.

Outras ações, como levantar os objetos corretamente, também contribuem para evitar lesões. “Para levantar qualquer objeto do chão, é preciso dobrar os joelhos e ficar de cócoras, pois assim o peso é absorvido pelos músculos das pernas e não pela coluna vertebral. A pessoa jamais pode curvar apenas as costas para alcançar e levantar qualquer objeto, mesmo os mais leves”, explica Bezerra.

Até entrar e sair do carro corretamente pode evitar dores com a torção da coluna. “Tanto para entrar como para sair do automóvel, a pessoa deve ficar sentada e girar as pernas e o tronco ao mesmo tempo”, indica Bezerra. “Para evitar essas torções, as pessoas também devem se vestir sentadas. Calçar meias e sapatos e mesmo vestir uma calça em pé, dobrando-se para frente, pode causar dores nas costas e na região lombar”, completa Bezerra.

Diagnóstico e tratamento

Normalmente quem sofre com dores nas costas usa frequentemente analgésicos, anti-inflamatórios e relaxantes musculares, mas nem sempre esses medicamentos bastam para conter a dor. O indicado é sempre procurar um médico especializado em coluna vertebral para realizar o diagnóstico para afastar outros diagnósticos como doenças neoplásicas, metástases, doenças vasculares (aneurismas), doenças urológicas (litíase renal) e doenças reumáticas entre outras.

O tratamento consiste em identificar o fator da causa e sua correção. Algumas medidas que são indicadas pelos médicos são a eliminação dos pontos de gatilho, massagem, crioterapia, eletroterapia, acupuntura, fisioterapia, medicamentos e até procedimentos minimamente invasivos, como bloqueios anestésicos e infiltrações na coluna.

“A indicação é individualizada, portanto na maioria dos casos de pacientes diagnosticados com sinais e sintomas de dor a medida mais eficaz é estabelecer uma programação terapêutica com equipe multidisciplinar (neurocirurgião, fisiatra, acupunturista, psiquiatra, fisioterapeuta, psicólogo e nutricionista) para todos trabalharem com um só objetivo: controlar a dor e sintomas associados e melhorar a qualidade de vida dos pacientes”, afirma Bezerra.

Os procedimentos cirúrgicos só são realizados em casos de exceção ou quando o paciente tem sofrimento neurológico importante, como perda de força. “Mas menos de 5% das hérnias de disco têm necessidade de cirurgia”, completa Amadera.

 

Texto de Thamires Andrade, publicado originalmente no UOL, 12/02/2014. Para ler a matéria na íntegra, acesse:
http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2014/02/12/dores-nas-costas-podem-ser-evitadas-com-exercicios-de-fortalecimento.htm

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Veja algumas sugestões de livros da Summus que tratam do assunto:

10704DE OLHO NA POSTURA
Cuide bem do seu corpo nas atividades do dia a dia
Victor Liggieri, Christina Ribeiro

Hoje, quatro milhões de brasileiros são submetidos a tratamento devido a dores provocadas pela postura incorreta. Porém, com atitudes simples e consciência corporal é possível mudar tal realidade. Nesta obra didática, totalmente ilustrada com fotografias, o leitor aprenderá a desempenhar as tarefas do cotidiano – como sentar-se, digitar, dirigir, escovar os dentes, carregar objetos pesados, cuidar do bebê – sem prejudicar a coluna e as articulações.

 

10869POSTURA CORPORAL: UM GUIA PARA TODOS
Angela Santos

Aplicação prática dos conhecimentos de anatomia e fisiologia dos ossos, músculos e articulações em reabilitação postural. Contém informações preciosas para profissionais e orientação acessível aos leigos interessados na prevenção e no tratamento de desvios posturais.

 

APRENDA A DIFERENCIAR O CIÚME NORMAL DO DOENTIO

Cobrança excessiva é sinal de que o sentimento exagerado está atrapalhando seu relacionamento

A novela Em Família, no ar na Globo no horário das 21h, tem mostrado em sua segunda fase um caso de ciúme patológico. O personagem Laerte (vivido então pelo ator Guilherme Leicam) namora a prima Helena (vivida então pela atriz Bruna Marquezine), mas tem diversas crises de ciúme sem evidências, sendo violento inclusive com a namorada.

Também tenho acompanhado vários casos de ciúme patológico no consultório, e me chama a atenção o fato de as pessoas deixarem para procurar ajuda apenas quando são alertadas por um profissional da área da saúde, geralmente psicólogo ou psiquiatra. Aqueles que sofrem com o ciúme do parceiro acham que esse comportamento faz parte do jeito de ser da pessoa, incomodam-se com as cobranças e controle a que são submetidos, porém não fazem ideia de que isso possa ser sintoma de uma doença, e como tal, deve ser tratado.

O que é o ciúme?

Basicamente, ciúme é o medo de perder alguém amado para uma terceira pessoa. Segundo Ballone, o ciúme normal é transitório e baseado em fatos. O maior desejo é preservar o relacionamento. Algumas pessoas o encaram como prova de amor, zelo ou valorização do parceiro. Outros o consideram uma prova de insegurança e baixa autoestima.

Ciúme doentio

Já no ciúme patológico há o desejo inconsciente da ameaça de um rival, assim como o desejo obsessivo de controle total sobre os sentimentos e comportamentos do outro. Caracteriza-se por se exagerado, sem motivo aparente que o provoque, deixando o ciumento absolutamente inseguro e transformando-o num tremendo controlador, cerceador da liberdade do outro, podador de qualquer atividade que o parceiro queira fazer sem que ele esteja presente.

Dúvidas se transformam em ideias supervalorizadas, levando a pessoa a checar, verificar se ela tem fundamento. Checa celulares e ligações recebidas constantemente, quer saber quem enviou mensagens, que e-mails recebeu e por qual motivo, com quem falou e sobre o que, onde está e a que horas voltará, quem são os amigos e porque os têm; acha que se a pessoa se arruma para sair, mesmo que seja para o trabalho, está “se arrumando para encontrar o amante”; se há algum atraso é motivo de brigas e questionamentos intermináveis; e por mais que tente aliviar seus sentimentos, nunca estará satisfeito, permanecendo o mal estar da dúvida. Enfim, a vida a dois transforma-se num verdadeiro martírio.

A maneira errada de lidar com o ciúme

Quem sofre os “ataques” do parceiro alimenta-o sem saber à medida que concorda em submeter-se ao que o outro pede. Por exemplo: se, ao ser questionado sobre quem lhe enviou e-mails, mesmo no trabalho, ele responder, der satisfações, o outro se sentirá no direito de fazê-lo sempre, agindo dessa forma cada vez mais incisivamente.

As brigas tornam-se frequentes e o clima de tensão impera na relação, já que qualquer coisa é motivo para reacender o ciúme. Porém, há momentos de total tranquilidade intercalados a estes – geralmente quando estão juntos, fazendo algo que distraia a atenção do ciumento – o que deixa a “vítima” do ciúme confusa, tirando a vontade de abandonar a relação que muitas vezes é tentadora.

Quando você vive em uma família cujas características principais são o controle, o cuidado excessivo, o zelo e preocupação com os filhos, cresce achando que assim deve ser, pois esse foi o modelo aprendido.

Mas afinal quem é a vítima aqui? Aquele que sofre com as cobranças e vive numa verdadeira prisão ao lado de alguém possessivo e controlador ou este, que vive em constante tensão e desconfiança, perdendo por completo sua tranquilidade perante a vida em função de algo que o consome? Diria que ambos são vítimas e necessitam cuidados, cada um em seu contexto. Aquele que convive com o ciumento deve aprender a colocar limites, não alimentando a dinâmica doentia do parceiro, e não deixando de fazer suas coisas ou falar com seus amigos só porque o outro quer. Ele acaba cedendo às pressões para evitar brigas, o que lhe parece mais fácil, mas o resultado é catastrófico, pois quando menos imaginar perceberá o quanto está agindo em função do outro e se deixando de lado, submetendo-se, anulando-se por completo. E o pior: nada satisfaz ao parceiro, que vai exigir sempre mais, pois, como já foi dito, a sensação da dúvida permanece.

A maneira certa de lidar com o ciúme

Em sua terapia procure entender porque se deixa dominar por alguém que lhe cerceia por completo, aceitando abrir mão de seu direito e liberdade de relacionar-se com as pessoas e com o mundo. Já o ciumento deve procurar ajuda psicoterapêutica e medicamentosa, pois o tratamento abrange tanto o lado emocional quanto o físico. É uma doença tratável à base de antidepressivos, que aliviarão e muito os sintomas, devolvendo à pessoa a liberdade de viver. A psicoterapia paralela à medicação é fundamental para que se trabalhem questões profundas ligadas ao aparecimento do ciúme, geralmente envolvendo dinâmicas familiares complicadas, insegurança e autoestima baixa, entre outras. Nunca tome medicação por conta própria, sempre consulte o médico antes de optar pelo tratamento medicamentoso.

Uma grande dificuldade que encontramos ao lidar com essas pessoas é que em muitos casos tal comportamento foi aprendido com o pai ou a mãe, também ciumentos, passando a falsa ideia de que esse jeito de funcionar é o normal. Quando você vive em uma família cujas características principais são o controle, o cuidado excessivo, o zelo e preocupação com os filhos, cresce achando que assim deve ser, pois esse foi o modelo aprendido.

Porém, ao deparar-se com um(a) namorado(a) que não viveu essa dinâmica, o ciúme começa a se manifestar, denunciando a presença da doença. Como convencê-lo a se tratar se a própria família não considera seu comportamento “fora do padrão”, muitas vezes boicotando a continuidade do tratamento? Aqui entra a importância de uma terapia familiar acontecendo paralelamente ao tratamento individual, para que cada um possa reconhecer sua parcela de responsabilidade no problema e juntos, se comprometam a resolvê-lo.

É preciso reaprender a relacionar-se sem o controle e libertar-se da angústia da dúvida para experimentar o prazer de um relacionamento “saudável”, onde ambos possam compartilhar momentos de tranquilidade, sem ter que abrir mão de sua individualidade ao mesmo tempo. Isso é possível, basta querer.

 

Texto de Marina Vasconcellos, publicado originalmente no portal Minha Vida. Para lê-lo na íntegra, acesse:
http://minhavida.uol.com.br/bem-estar/materias/15165-aprenda-a-diferenciar-o-ciume-normal-do-doentio

Marina Vasconcellos é psicóloga formada pela PUC/SP, com Especialização em Psicodrama Terapêutico pelo Instituto Sedes Sapientiae.  É organizadora do livro “Quando a psicoterapia trava”, da Editora Ágora.

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20034Se quiser saber mais sobre o assunto, conheça o livro Ciúme – O lado amargo do amor (Ágora), do psiquiatra Eduardo Ferreira Santos. O autor, que é psiquiatra, mergulha no tema do ciúme, mostrando as causas de seu surgimento e suas conseqüências para as relações afetivas – como dependência, perda de auto-estima e até distúrbios psicológicos graves. Ele também aponta saídas para situações neuróticas. Afinal, o ciúme acaba transformando o amor, sentimento altruísta por natureza, no mais exacerbado egoísmo.

GUIA DE SOBREVIVÊNCIA À TRAIÇÃO

A edição de fevereiro da revista Women´s Health teve a participação da psicóloga Ana Maria Fonseca Zampieri, autora do livro Erotismo, sexualidade, casamento e infidelidade (Editora Ágora). Na reportagem, ela afirma que a infidelidade é uma decisão de quem trai. “Porém, de alguma maneria, ambos favoreceram para que o deslize acontecesse”. Leia  íntegra: http://goo.gl/k4cix8.

20871O que se lê em Erotismo, Sexualidade, Casamento e Infidelidade é resultado de uma vasta pesquisa realizada pela autora, durante mais de 10 anos, envolvendo casais de todas as classes sociais. “O objetivo é mostrar que a infidelidade sexual – com ou sem envolvimento afetivo – é um fenômeno complexo que sempre existiu e está ligado a várias formas de repressão sexual enfrentadas por mulheres e homens”, explica a autora. “Nossa cultura deseduca e desprepara as pessoas para uma vida erótica saudável no casamento. Ainda nos restringimos mais às técnicas de sexo reprodutivo e não as de sexo erótico”.

Ana Maria afirma, ainda, que muitas pessoas não se dão conta do potencial da própria sexualidade. “A autoestima sexual das mulheres ainda é muito baixa. Muitas não conseguem negociar o sexo seguro, seja com o amante ou com o marido. Ainda praticam um sexo que agrade aos homens e as autoconfirme como mulheres.”

Outra questão que a autora aborda  no livro é o alto nível de expectativa que a mulher tem com relação ao parceiro. “Ela espera que ele a ajude a descobrir sua própria capacidade orgásmica, quando ela mesma não se conhece. Os homens não foram educados a respeito das mulheres”, conta Ana. “Com isso, elas acabam se frustrando porque os maridos não são capazes de satisfazê-las. Os maridos, por sua vez, se frustram porque se sentem impotentes e se escondem desse fracasso, buscando a infidelidade para realizar seus desejos fora do casamento.”

A autora propõe aos casais formas de comunicação entre marido e mulher. Para o necessário autoconhecimento sexual, ela indica a autoexploração – a masturbação, que ainda hoje, é considerada tabu e frequentemente vinculada à ideia de solidão e não de parceria.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/853/Erotismo,+Sexualidade,+Casamento+e+Infidelidade

 

GRUPO SUMMUS APOIA EVENTO SOBRE PRIMEIROS SOCORROS EMOCIONAIS

A ABRAP, com o objetivo de tornar mais eficaz a prática do trabalho de primeiros socorros emocionais,  propõe-se a realizar alguma jornadas trazendo uma visão contemporânea sobre o trauma a fim de integrar perspectivas novas e reunir profissionais e diferentes instituições e abordagens.

1ª Jornada de Primeiros Socorros Emocionais acontecerá nos dias 14 e 15 de fevereiro de 2014, em São Paulo.  Os livros do Grupo Summus sobre o tema  estarão expostos e serão comercializados no local.

Para ver a programação, obter mais detalhes sobre o evento e fazer sua inscrição, acesse:
http://www.abrap.org/jornada_primeiros_socorros.pdf

jornada primeiros socorros (2)