GAUDÊNCIO TORQUATO AUTOGRAFA NOVO LIVRO EM SÃO PAULO

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A Summus Editorial e a Livraria Cultura Conjunto Nacional (São Paulo) promoveram no dia 3 de junho, das 18h30 às 21h30, a noite de autógrafos do livro Novo manual de marketing político, de Gaudêncio Torquato, um dos maiores especialistas brasileiros … Continuar lendo

MAIS DE 1 MILHÃO SÃO PORTADORES DE GLAUCOMA NO BRASIL

No dia 26 de maio é celebrado no Brasil o Dia Nacional de Combate à Cegueira pelo Glaucoma. O glaucoma é uma doença assintomática que, aos poucos, ceifa a visão do paciente, podendo levá-lo à cegueira total e irreversível. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada ano são registrados 2,4 milhões de novos casos no mundo. Cerca de 60 milhões de pessoas tinham glaucoma em 2010. Esse número chegará a 80 milhões em 2020. No Brasil, não há estatísticas populacionais sobre a doença, mas estima-se que existam mais de 1 milhão de portadores. Os números são alarmantes, mas há dados ainda piores. Boa parte dos doentes em estágio avançado teria chances de evitar a cegueira se tivesse sido diagnosticado a tempo e recebido o tratamento adequado. Até mesmo nos países desenvolvidos, 50% dos indivíduos afetados não receberam o diagnóstico nem estão em tratamento. Metade deles, no entanto, fez exames oftalmológicos nos últimos dois anos.

50105No livro Glaucoma – Informações essenciais para preservar sua visão, da MG Editores, o professor Remo Susanna Jr., um dos maiores especialistas mundiais em glaucoma, traz informações claras e precisas para portadores e seus familiares. Ele oferece definições importantes sobre o glaucoma, explica os mitos mais comuns relacionados à doença, aborda os principais tipos de tratamento e oferece recursos para melhorar a deficiência visual decorrente do problema.

“O glaucoma é considerado o mais astuto ladrão da visão, que não respeita classe social, sexo e raça, sendo a principal causa de cegueira irreversível no mundo. Quando o paciente percebe que algo não vai bem com a sua visão, a extensão da lesão já é enorme e o glaucoma encontra-se em fase avançada”, explica o autor, destacando que 2% a 4% da população acima de 40 anos têm a doença.

O principal objetivo do livro, único no país sobre o tema, é oferecer ao leitor dados que lhe permitam entender e lidar melhor com o glaucoma. “Com esse conhecimento, o paciente poderá interagir com seu médico e estabelecer com ele uma parceria indispensável para o controle do glaucoma, evitando a progressão da doença”, afirma o professor Susanna.

Segundo o especialista, semelhante ao que ocorre em acidentes aéreos e em outros desastres não esperados, o glaucoma acontece por uma associação infeliz de erros. Ele classifica os erros como verdadeiros pecados praticados com frequência. De forma isolada ou conjunta, “os sete pecados” são responsáveis por quase todos os casos de perda de visão relacionados ao glaucoma.

“Acredito que perder a visão por falta de informação quando esta está disponível ou por omissão é inadmissível. Isso, por si só, já compõe um terrível pecado, mas ele se torna mais relevante porque, se evitados os sete pecados, a cegueira provocada pela doença se torna bastante improvável”, alerta o especialista. No livro, dr. Susanna descreve cada um dos pecados, esclarecendo algumas inverdades que se tornaram mitos e estão associadas a informações que frequentemente prejudicam os pacientes e a população em geral.

Na obra, o especialista lembra que a visão é responsável por 90% da nossa comunicação com o mundo exterior, sendo extremamente importante na formação de nosso mundo interior. É por esse motivo que, nos Estados Unidos, o medo da cegueira é suplantado apenas pelo receio de um câncer incurável. No mundo todo, existem aproximadamente 11 milhões de pessoas cegas de ambos os olhos e 20 milhões cegas de um olho em decorrência do glaucoma.

Dados de 2012, do Bright Focus Foundation, revelam que nos Estados Unidos o custo direto com o glaucoma ou com a perda de produtividade em consequência do problema atinge o valor de US$ 2,6 bilhões todos os anos. “Além do grande prejuízo pessoal e emocional provocado pela perda da visão, seu dano social e econômico é enorme”, complementa o professor Susanna.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1345/Glaucoma 

 

SUMMUS LANÇA “DO TRAUMA À CURA – UM GUIA PARA VOCÊ”

Com linguagem simples e direta, Gina Ross, uma das maiores especialistas internacionais em tratamento somático, ensina o leitor a utilizar seus próprios recursos para sair da espiral do trauma – em geral, provocado por acidentes, desastres e violência – e atingir um estado de equilíbrio emocional.

O trauma não resolvido pode ter um impacto avassalador na vida das pessoas, deixando como consequência um imenso sofrimento físico e mental e prejudicando sua capacidade de atuar em casa, no trabalho e no mundo. 10942São tantos os sintomas diferentes que o trauma é misterioso para a maioria das pessoas: difícil de compreender, de ser reconhecido e curado. O livro Do trauma à cura – Um guia para você, lançamento da Summus Editorial, escrito pela terapeuta americana Gina Ross, trata desse tema.

A Experiência Somática, linha de terapia corpo e mente criada por Peter Levine, costumava ficar restrita ao âmbito dos profissionais que a aplicavam em seus pacientes. Nesse livro, o objetivo é difundir a técnica, deixando-a acessível ao público leigo. Gina Ross, que segue os passos de Levine, apresenta em sua obra conceitos fundamentais para compreender e superar traumas, como acidentes, violência e desastres naturais, entre outros.

Partindo da ideia de que a sensopercepção – modo como às pessoas vivenciam corporalmente as sensações – pode ser treinada, a autora criou um guia que permite a qualquer pessoa identificar sensações ruins e transformá-las em emoções saudáveis. “É possível obter benefícios imediatos e até perceber uma mudança instantânea, mas, assim como nas dietas e nos programas de exercícios físicos, o impacto permanente vem quando a pessoa se compromete com a sua aplicação constante”, explica a terapeuta. Segundo ela, a força da Experiência Somática está na sua elegante simplicidade de reconhecer e estimular a capacidade natural do corpo para a autocura do trauma, e em sua delicadeza e compaixão.

Na sua avaliação, o método funciona para uma ampla variedade de pessoas, de diferentes culturas, para problemas distintos e para experiências traumáticas muito diversas. “Na medida em que entramos no mundo obscuro do trauma, descobrimos o fluxo natural de cura e de transformação disponível para nós, a linguagem universal da dor e da cura, e tocamos nossa humanidade e a dos outros”, afirma a autora.

Para ela, a cura de traumas pessoais e a permanência firme diante da ameaça e da tensão constantes facilitam o enfrentamento da tragédia e da violência do “trauma coletivo”. “Ao entrar em contato com nossa capacidade inata de cura, aprendemos a confiar mais na capacidade humana de lidar com os problemas e podemos apoiar os esforços coletivos para a resiliência”, complementa.

O livro traz uma abordagem teórica do trauma, faz uma exposição mais detalhada da Experiência Somática e uma introdução geral a diversas outras ferramentas de cura desenvolvidas durante os últimos 15 anos. Dividido em cinco partes, reúne informações como a natureza e os sintomas do trauma, e ferramentas para curá-lo ou para lidar com ele; o impacto do trauma secundário na pessoa, em sua família, em seus amigos e na sua cultura; o trauma secundário relacionado com a mídia e as diretrizes para evitá-lo e curá-lo; e o “trauma coletivo” e como é possível fazer parte da “cura coletiva”.

De acordo com a autora, fica mais fácil enfrentar o trauma quando as pessoas compreendem que ele pode ser curado, e que a cura completa traz consigo a dádiva da profunda transformação. Ele se torna menos intimidador, mais fácil de ser desmistificado e tratado. Para ela, resolver o trauma no nível individual e coletivo ajudará a apoiar os esforços pela harmonia familiar e pela paz mundial. “Portanto, é crucial nos comprometermos com a cura, individual e coletivamente”, afirma.

O livro traz ainda exercícios didáticos e de fácil aplicação que auxiliam na compreensão dos conceitos apresentados.

A autora 

Gina Ross é terapeuta familiar e presidente do International Trauma- -Healing Institute (com braços nos Estados Unidos e em Israel). Especialista no impacto do trauma em conflitos entre grupos e nações, ela desenvolveu o chamado Modelo Ross, que visa a cura coletiva e a paz. Gina dá palestras e workshops em todo o mundo, tendo atuação destacada na resolução de conflitos entre árabes e israelenses no Oriente Médio.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1373/DO+TRAUMA+%C3%80+CURA

FOTÓGRAFA CRITICA OBSESSÃO FEMININA POR BELEZA E PERFEIÇÃO COM IMAGENS CHOCANTES

“A fortuna gasta todos os anos com produtos e procedimentos de beleza prova que ainda somos pressionadas e submetidas aos regimes de beleza”, diz autora da série.

Retocar a raiz, passar na manicure, agendar um horário com a depiladora, cortar os carboidratos da dieta. Para muitas mulheres, o cuidado com a manutenção da beleza é uma das obrigações femininas.

Refletindo sobre essas imposições e os efeitos negativos sobre os aspectos psicológico e físico das mulheres, a fotógrafa e artista visual Jessica Ledwich criou a série “O Feminino Monstruoso”, com fotos e edições chocantes sobre os poderes da indústria da beleza.

As imagens editadas por Jessica formam uma representação sinistra dos rituais de beleza a que as mulheres se submetem, como manicure, depilação e bronzeamento artificial, entre outros.

“A ideia desse projeto foi mostrar um dos aspectos comportamentais mais bizarros do ser humano. Existe essa obsessão cultural gigantesca em relação à beleza e à perfeição, e um medo grande do envelhecimento, de um jeito que a identidade de uma geração de mulheres é moldada para se sentir assim. Quis explorar as rotinas e práticas de beleza delas”, explicou Jessica Ledwich em entrevista ao Delas.

A artista, nascida em Melbourn, na Austrália, confessa que também não está imune às pressões da sociedade sobre seu corpo e sua aparência.

“Estou exposta a essa mesma cultura e tenho consciência de como ela transforma o modo como você olha para si mesma e para os outros. Por ter essa consciência, consegui idealizar uma crítica a esses ideais por meio da arte”, acredita Jessica.

Segundo ela, é fundamental que as mulheres quebrem esse ciclo de imposições e se livrem dos estereótipos que as escravizam, não cedendo às pressões da mídia.

“Mas isso não está apenas nas mãos das mulheres. A sociedade, como um todo, precisa começar a se responsabilizar pelos estereótipos que promove”, reforça a fotógrafa.

 

Matéria publicada originalmente no iG. Para lê-la na íntegra e ver as imagens, acesse: http://delas.ig.com.br/comportamento/2014-05-20/fotografa-critica-obsessao-feminina-por-beleza-e-perfeicao-com-imagens-chocantes.html

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Se você se interessa pelo assunto, conheça o livro A beleza impossível, da Editora Ágora:

20048A BELEZA IMPOSSÍVEL
Mulher, mídia e consumo
Autora: Rachel Moreno
A quem interessa vender uma beleza inalcançável? De que maneira a mídia manipula nossa consciência em nome dos interesses do mercado? Quais são as conseqüências para as adolescentes de hoje? Onde entram as “diferentes” – gordinhas, velhas, negras – nesse sistema? Rachel Moreno responde a estas e outras perguntas neste livro vigoroso e crítico, apontando caminhos para que possamos nos defender dessas armadilhas.

HORA DO RANGO: MÃE CRIATIVA FAZ COMIDINHAS DIVERTIDAS PARA A FILHA

Quem disse que não se pode brincar com a comida? Contamos recentemente aqui a história de um pai norte-americano que fazia merendas divertidas para se conectar com a filha enquanto ela estivesse na escola. Dessa vez, descobrimos a paulistana Nívea Salgado, de 34 anos, que faz de tudo para agradar a filhota e enchê-la de carinho na hora das refeições.

Tudo começou quando, após os dois anos de idade, a pequena Catarina passou a ficar muito seletiva em relação aos alimentos. Assim como muitas crianças dessa fase, era difícil convencer a menina a comer frutas, verduras e legumes. Terminar um prato já não era uma tarefa fácil; havia se tornado uma daquelas missões impossíveis de mãe.

Foi aí que, no início deste ano, Nívea começou a ler sobre o uso lúdico dos alimentos para atrair os filhos em busca de uma alimentação mais saudável. Ela, então, fez a primeira tentativa e criou um prato divertido representando alguns personagens. E o resultado não poderia ter sido melhor: a filha acabou comendo tudo aquilo que vinha recusando há muito tempo.

As refeições criativas passaram a fazer parte do dia a dia

A mãe dedicada percebeu que a estratégia funcionava e as comidas criativas passaram então a fazer parte da rotina da família. Segundo Nívea, a arte na comida aproximou ainda mais mãe e filha: “Catarina ama quando faço os pratos e acaba indo para a cozinha comigo. E de minha parte, é um carinho especial que tenho com ela. Em cada criação, eu coloco também o meu amor de mãe e me sinto recompensada a cada sorriso”, disse ela ao Carinho Inspira Carinho.

Quando o prato surpresa é colocado sobre a mesa, a curiosidade fala mais alto e a menina sai logo perguntando de que é feita cada parte do desenho. E acaba experimentando de tudo, que é o maior objetivo das criações. “Nem sempre ela gosta de determinado sabor, mas pelo menos pode dizer que não quer comer porque já provou e não gosta. Mas, em geral, depois da primeira mordida ela curte e come”, revela Nívea.

Em relação ao processo de criação, ela conta que é algo natural. Ela vê o que tem dentro da geladeira e pensa em que desenho determinados ingredientes fariam uma boa composição. Catarina também dá algumas ideias e pede os personagens que mais gosta. Um dos pratos, o do urso astronauta, foi inspirado em um bichinho de pelúcia que a menina tem.

Nívea ainda tem a preocupação de escolher alimentos com cores diferentes para que o prato fique, além de bonito, repleto de nutrientes distintos e complementares. Depois de pronto, as fotos das comidas são postadas em sua conta no Instagram (@mildicasdemae).

Pratos divertidos inspiram outras mamães

Ao compartilhar as fotografias, outras mães ficam motivadas a fazer o mesmo pelos filhos. Elas tentam reproduzir em casa e mandam as fotos para a Nívea ver como ficou o resultado. “eu fico extremamente feliz, adoro recebê-las! É bom saber que o que faço inspira também outras famílias a terem uma alimentação mais saudável”, disse orgulhosa.

Para quem quer começar a preparar os pratos criativos, a paulistana recomenda que se comece pelo fácil, pois sempre há algo que se possa fazer em cinco minutos: “vale fazer uma carinha no arroz, no sanduíche, sem se preocupar com a perfeição do desenho. As crianças curtirão de qualquer jeito!”, finaliza.
Matéria publicada originalmente em MSN Estilo. Para lê-la na íntegra, acesse:

http://estilo.br.msn.com/carinho/hora-do-rango-m%C3%A3e-criativa-faz-comidinhas-divertidas-para-a-filha#image=1

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Se você se preocupa com a alimentação de seu filho e quer saber mais sobre o assunto, conheça o livro “Comida de criança“, da nutricionista Claudia Lobo:

50066COMIDA DE CRIANÇA
Ajude seu filho a se alimentar bem sempre
MG Editores

Mostrando de maneira objetiva como montar um cardápio adequado à realidade de cada família, este livro ensina quais alimentos escolher na hora de comprar e por que fazê-lo; como economizar tempo e dinheiro; e como preparar refeições rápidas e nutritivas. Também sugere formas de transformar a própria criança em aliada no processo de educação alimentar e traz mais de 50 receitas nutritivas, ricamente ilustradas.

ACEITAÇÃO SOCIAL ELEVA O CONSUMO DE ÁLCOOL

Pesquisa divulgada recentemente pela Organização Mundial da Saúde (OMS) mostra que o Brasil está acima da média mundial em consumo de bebidas alcoólicas, apresentando taxas superiores a mais de 140 nações. De acordo com o levantamento, foram consumidos, em média, 8,7 litros de álcool por pessoa por ano no país, entre 2008 e 2010. A média mundial é de 6,2 litros. Aceita socialmente, o álcool é a droga que mais preocupa em termos de saúde pública.

Para o psiquiatra Ivan Mario Braun, pesquisador do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas e autor do livro Drogas – perguntas e respostas (MG editores), se a questão é a prevenção do uso abusivo do álcool e seus malefícios, o melhor a fazer é evitar sua ingestão. Ele lembra que “o álcool é fonte potencial de problemas”, e mesmo com os eventuais benefícios à saúde que seu consumo moderado possa trazer, como no caso do vinho, deve-se considerar que é possível conquistar os mesmos benefícios sem a ingestão de bebidas alcoólicas.

O consumo de bebidas alcoólicas em ambiente doméstico, lembra o psiquiatra, faz parte dos hábitos de consumo de muitas famílias. Mesmo tendo em vista os aspectos prejudiciais à saúde relacionados ao álcool, dr. Braun reconhece que existem aspectos culturais relacionados ao consumo de bebidas alcoólicas em diversas sociedades, mesmo entre jovens. Nesses casos, ele lembra que o consumo está restrito a determinados contextos, deixando claro que a bebida alcoólica não faz parte do cotidiano familiar, mas de momentos especiais.

Livro

50048O assunto está todos os dias na mídia e bem próximo da maioria das pessoas. Quem não tem um parente ou um amigo envolvido com drogas? Muita gente já viveu e vive essa experiência. Quem busca informações sobre o tema, no entanto, esbarra em reportagens superficiais ou em livros técnicos, destinados a especialistas. No livro Drogas – Perguntas e respostas, dr. Braun esclarece com objetividade as principais questões relacionadas ao assunto. Composta de perguntas e respostas, a obra trata de maneira aprofundada sobre cigarro, álcool, cafeína, maconha, cocaína, anfetaminas, inalantes, heroína, anabolizantes e diversas outras substâncias.

A intenção é oferecer informações mais completas, respondendo desde perguntas simples, como “o que é droga?”, até questionamentos sobre composições químicas e tratamentos. “Tudo de maneira que o leigo entenda em uma consulta rápida”, explica dr. Braun. Partindo de sua experiência no Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas (Grea), do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FMUSP, ele sintetizou na obra as perguntas mais comuns feitas por oitenta usuários e os familiares destes.

“Percebi a necessidade de reunir informações sólidas, menos superficiais, entre informativas e técnicas, que atinjam o público leigo e, ao mesmo tempo, sirvam de atualização aos profissionais de saúde não especializados”, afirma dr. Braun.

O livro traz ainda dados sobre definições, causas, efeitos, tratamentos, recaídas, internações e pós-tratamento, além de informações adicionais sobre as drogas. O psiquiatra relata aspectos da intoxicação, da abstinência, do abuso e da dependência das substâncias com ações psicotrópicas, divididas em grupos como álcool, alucinógenos, anfetaminas e substâncias semelhantes, nicotina, cafeína, cocaína, drogas projetadas e outros, esclarecendo as dúvidas sobre cada um.

Outro objetivo da obra é a contribuição para o aprimoramento dos profissionais de saúde não especializados em drogas. Segundo o médico, é importante que especialistas de outras áreas conheçam peculiaridades fundamentais para contribuir efetivamente com o tratamento. O livro tem ainda um glossário com os principais termos relacionados ao assunto, destacados em negrito no decorrer do livro. Tabelas e ilustrações complementam a obra.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1024/Drogas

 

ALEX MOLETTA LANÇA “FAZENDO CINEMA NA ESCOLA” NO FESTIVAL DE CINEMA DE ANÁPOLIS, EM GOIÁS

10933O livro Fazendo cinema na escola – A arte audiovisual dentro e fora da sala de aula, do roteirista e realizador de curtas, Alex Moletta, é um material indispensável para estudantes e professores interessados em realizar produções audiovisuais. O lançamento desse guia completo para quem quer produzir um curta-metragem e não dispõe de muito dinheiro para investir está na programação do 4º Anápolis Festival de Cinema. O evento acontece no dia 22 de maio, no saguão do Teatro Municipal, a partir das 18h.

Para saber mais sobre o festival, acesse: http://anapolisfestivaldecinema.com.br/2014/pagina/o-festival

Para saber mais sobre o lançamento, acesse:
http://anapolisfestivaldecinema.com.br/2014/noticias/lancamento-do-livro-fazendo-cinema-na-escola-acontece-no-dia-22-de-maio

PRÉ-ESCOLA DE SP USA BONECOS PARA DISCUTIR RACISMO COM ALUNOS

Racismo é o tema da aula e a sala parece pequena para a energia de 35 crianças de 4 e 5 anos na Emei (Escola Municipal de Educação Infantil) Guia Lopes, no Limão, zona norte de São Paulo. “Apartheid é quando o negro fica separado do branco”, explica uma das alunas no dia em que a reportagem do UOL visitou a escola.

Em outros tempos e em outras escolas, o 13 de maio, data da Abolição da Escravatura no Brasil, era data comemorativa a ser lembrada com direito à lembrança da Princesa Isabel e da Lei Áurea. Mas nessa escola, não. Porque a questão do negro na sociedade é tema de todo dia.

Na atividade, as duas professoras fazem perguntas sobre preconceito, racismo e a vida de Nelson Mandela. Os dedinhos para o alto mostram que a turma está afiada e todos querem falar o que aprenderam nas aulas anteriores. “Mandela foi presidente da África do Sul”, diz uma vozinha no fundo da sala. “Ele foi preso”, afirma outro aluno. “Ganhou o prêmio da paz”, acrescenta um garoto.

Mas não pense que todos os conceitos foram ensinados para os alunos de uma só vez. O debate sobre racismo faz parte das atividades pedagógicas de todas as turmas da Emei Guia Lopes desde 2011, quando a comunidade escolar adotou o personagem Azizi, um príncipe africano que virou o mascote da escola.

Lei 10.639/03

Esse foi o mote usado para montar um projeto pedagógico para a escola que atendesse à lei 10.639/03, que trata da inclusão do ensino de história e cultura afro-brasileira no currículo escolar. “Durante uma reunião, perguntei às professoras se havia preconceito entre crianças de 4 e 5 anos. Metade delas disse que não e a outra metade não sabia responder”, disse a diretora Cibele Racy.

A partir daí, Azizi foi incorporado ao cotidiano da Emei, que tem mais de 400 alunos, e protagonizou um dos primeiros debates sobre racismo com as crianças.”Perguntamos se ele podia casar com a Sofia [que é branca]. No começo, a maioria dos alunos disse que não, porque ele era negro e ela, branca”, conta Cibele.

A escola envolveu as famílias na discussão. Pais e mães participaram do debate contando como se conheceram e como começaram a namorar antes dos filhos nascerem. “No fim, os alunos concordaram que, se o Azizi e a Sofia se amavam, poderiam se casar”, explica a diretora.

Junto às discussões, professores começaram a trabalhar diferentes aspectos da cultura negra e até a tradicional festa junina foi substituída por uma comemoração afro-brasileira.

Beleza nas diferenças

No ano passado, os pequenos foram questionados como seriam os filhos do casal Azizi e Sofia. Discutiram sobre diferenças físicas e descobriram o que era melanina (proteína responsável pela pigmentação da pele). “Foi muito interessante, porque eles começaram a disputar quem tinha mais melanina”, conta Cibele.

Os filhos mestiços do casal Azizi e Sofia “nasceram” durante a última festa da escola (com direito a parto feitos pelos aluno) e foram integrados à comunidade escolar. Hoje eles possuem um espaço todo especial no pátio interno e diariamente visitam as salas de aula para ajudar professoras e alunos a falar de maneira lúdica sobre racismo e preconceito.

Em 2014, o tema escolhido para permear as discussões durante todo o ano foi a vida de Nelson Mandela, que no mundo de fantasia criado pelos alunos lutou contra o monstro do Apartheid e foi transformado em avô do príncipe Azizi. Com ele, vieram várias “crianças” –bonecos negros, orientais, brancos e deficientes que vão incitar outros debates em sala de aula.

Na semana passada, por exemplo, uma das turmas teve que votar no boneco que adotaria. O grupo discutiu e acabou escolhendo o garoto negro. “O branco é melhor do que o negro”, disse um menino durante o debate. A afirmação serviu de mote para uma pergunta: por quê? E, após uma conversa, ele pensou bem e corrigiu: “acho que tá errado [o que disse]“.

Revistas sem negros

Em outra turma, eles relembraram o que aprenderam sobre a vida de Mandela e o Apartheid. Foram unânimes em dizer que no Brasil não havia separação entre negros e brancos, já que eles dividiam a mesma mesa naquela sala de aula. Na próxima etapa da atividade, porém, tiveram que procurar cinco pessoas negras na mesma revista. “Professora, eu não encontro nenhum negro na minha revista”, reclamou uma das alunas.

“Percebemos que depois que começamos a discutir diversidade, os pais se aproximaram mais da escola. Recebemos pais homossexuais, crianças com deficiência e as famílias passaram a valorizar mais a beleza dos seus filhos”, diz a diretora. O hino adotado pela escola é uma música que diz “Ninguém é igual à ninguém, ainda bem”. Ainda bem.

Texto de Marcelle Souza, publicado originalmente no UOL, em 13/05/2014. Para lê-lo na íntegra, acesse: http://educacao.uol.com.br/noticias/2014/05/13/escola-publica-de-sp-usa-bonecos-para-discutir-racismo-na-pre-escola.htm

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40014Se você quer saber mais sobre assunto, conheça o livro Racismo e anti-racismo na educação – Repensando nossa escola, da Selo negro Edições:

Autora: Eliane Cavalleiro

Diversos olhares sobre o ambiente da sala de aula procuram captar os racismos presentes nesse cotidiano. Alguns dos assuntos que nos alertam para uma educação anti-racista são a revista especializada em educação, o livro infantil, o tratamento dado à África e outros.

AUTORES DO LIVRO “POR TODAS AS FORMAS DE AMOR” AUTOGRAFAM NA LIVRARIA DA VILA, EM SÃO PAULO

A Editora Ágora e a Livraria da Vila (Al. Lorena) promovem no dia 22 de maio, quinta-feira, das 18h30 às 21h30, o lançamento do livro Por todas as formas de amor – O psicodramatista diante das relações amorosas. Os organizadores da obra, os psicodramatistas Adelsa Cunha e Carlos Roberto Silveira, e os autores recebem os convidados na livraria, que fica na Alameda Lorena, 1.731 – São Paulo.

O amor é um tema que afeta a todo ser humano. Na busca da realização amorosa, as pessoas vivem vários sentimentos e muitas vezes não sabem lidar com eles. Como suportar o rompimento de uma relação? O que os homens e as mulheres querem? Ser gay ou bissexual é sinônimo de sofrimento? Num mundo em constante transformação é preciso rever conceitos, atualizar respostas e fazer novas reflexões.

No livro, experientes profissionais discorrem sobre a questão amorosa. Por meio de um olhar psicodramático, eles refletem sobre os diversos aspectos envolvidos nesse sentimento, buscando encontrar respostas que contemplem as dores e os prazeres decorrentes das várias formas que as relações podem assumir em suas diferentes manifestações.

A obra é dividida em dez capítulos elaborados por 11 autores que apresentam o seu entendimento teórico e a sua vivência sobre o tema. “Não pretendemos criar uma teoria psicodramática sobre o amor nem oferecer fórmulas ou caminhos para atingir uma relação ideal ou para encontrar um amor”, explicam os organizadores. O objetivo é ampliar as reflexões sobre o tema, possibilitando a compreensão de que não existe uma forma única de amor ou de amar, mas várias, sendo todas legítimas.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Por+todas+as+formas+de+amor

Por_todas_as_formas_de_amor

 

JORNAL DAS DEZ, DA GLOBONEWS, ENTREVISTA AUTORA DE “A CORAGEM DE CRESCER”

Maria_de_MeloA psicoterapeuta Maria de Melo, autora A coragem de crescer – Sonhos e histórias para novos caminhos (Editora Ágora), deu entrevista para o Jornal GloboNews – Edição das 10h, da Globonews. Na entrevista, ela falou sobre a dificuldade de tomar decisões. Assista ao vídeo: http://goo.gl/aDJNUY.

O caminho da evolução pessoal nem sempre é suave, mas pode ser amenizado com instrumentos como o autoconhecimento, a intuição e a capacidade de superar dificuldades. O grande dilema é: como acessar e utilizar essas ferramentas no cotidiano? No livro A coragem de crescer, 20115a psicoterapeuta se dirige àqueles que buscam entender melhor a si mesmos e aos que os cercam, usando principalmente os sonhos para despertar a consciência de cada um.

Não se trata, porém, de um livro de autoajuda – no sentido mais superficial do termo. A ideia é nos fazer enxergar nossas fontes de energia, nossos talentos únicos. Mostrando que nem sempre a racionalidade e a lógica são as respostas, a autora utiliza os sonhos como um canal de comunicação intuitivo e natural. Segundo ela, ao nos revelar a linguagem do psiquismo, os sonhos iluminam não apenas os dilemas ou as oportunidades que atravessamos no momento, mas também a forma como nossa alma encara essas situações. “Nos sonhos estão refletidos os lados mais intrincados da vida e também os caminhos mais valiosos para uma consciência maior do que se passa”, diz a psicoterapeuta.

Dividida em quatro partes, a obra pretende compor esse mutirão de esperança na criação de um novo campo de transformação emocional. “Os sonhos são bússolas sensíveis que apontam constantemente a direção que estamos tomando, na vida pessoal e no planeta. Também podem revelar com muita antecedência o padrão de funcionamento que nos levará a adoecer, sugerindo como mudá-lo. Assim, temos de aprender a entendê-los, conhecer seus códigos de acesso”, afirma a autora nos capítulos em que demonstra como se tornar um bom sonhador.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1336/Coragem+de+crescer,+A