“MUDAR – CAMINHOS PARA A TRANSFORMAÇÃO VERDADEIRA”, NOVO LIVRO DE FLAVIO GIKOVATE

Por que é tão difícil mudar, mesmo quando sabemos que determinados hábitos ou atitudes nos são prejudiciais? Que mecanismos estão por trás da nossa resistência à mudança e GIKOVATEcomo entendê-los para, então, desmantelá-los?
O novo livro do psicoterapeuta Flávio Gikovate vai ao âmago dessas questões. Em Mudar – Caminhos para a transformação verdadeira, lançamento da MG Editores, ele não apresenta fórmulas prontas nem conselhos fáceis.  Percorrendo os caminhos que moldam o indivíduo – a biologia, a cultura e a personalidade –, o autor leva-nos a refletir sobre a capacidade que todos temos de mudar. O lançamento acontece dia 11 de agosto, segunda-feira, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional (Av. Paulista, 2073, São paulo, SP), com palestra às 19h, no Teatro Eva Herz, piso superior. O evento será seguido de sessão de autógrafos e coquetel.

“É preciso ousar, tentar realizar os sonhos que elaboramos. Quem não acha que terá condições de ousar e tratar de perseguir seus sonhos não deve construí-los”, afirma Gikovate. Segundo ele, viver sem sonhos pode ser triste, mas mais doloroso é tê-los e não persegui-los. “Isso é muito mais terrível que tentar e fracassar. No fim das contas, todo processo de mudança deveria ter como objetivo principal o crescimento pessoal, tanto emocional como moral. 50109Aqueles que alcançarem esse patamar saberão muito bem o que desejam fazer da vida e terão coragem, disciplina e determinação para ir atrás de seus sonhos.”

No livro, Gikovate analisa os obstáculos que enfrentamos quando nos propomos a mudar um comportamento e aponta caminhos para vencer os entraves. A vontade pessoal e a autoanálise são ingredientes fundamentais, mas a razão também tem papel primordial: o que de fato queremos mudar? Quem desejamo-nos tornar? Estaremos dispostos a abrir mão da estabilidade para alcançar nossos objetivos? Conseguiremos suportar a dor das perdas imediatas para gozar de benefícios em longo prazo?

Tecendo considerações acerca de como nos tornamos aquilo que somos, o autor contempla todas as possibilidades sem se deixar aprisionar por nenhuma das hipóteses teóricas que povoaram o território da psicologia do século XX. “Penso que só podemos chamar de ciência um sistema aberto e eternamente incompleto, no qual hipóteses e ideias vêm e vão, sendo sempre substituídas por outras mais abrangentes”, diz. Para ele, todo saber é temporário, sendo isso particularmente verdadeiro num terreno como o da psicologia.

O tema mudança é extremamente complexo mesmo em seus aspectos mais singelos e imediatos. “Não deixa de ser impactante considerar que carregamos características que não apreciamos e das quais gostaríamos de nos livrar”, afirma o autor. Para ele, é intrigante e estimulante perceber como as pessoas são capazes de gerir muitos dos seus anseios, em especial aqueles que entram em confronto com outros desejos que não podem coexistir.

O sucesso em qualquer empreitada, segundo Gikovate, esbarra sempre num último e inesperado obstáculo: no medo da felicidade, que, para ele, não pode faltar em projetos dessa natureza. “Esse obstáculo também terá de ser encarado e, se não definitivamente superado, pelo menos mantido sob controle”, complementa.

Flávio Gikovate é médico psiquiatra formado pela USP em 1966. Trabalha com psicoterapia breve, tendo atendido mais de oito mil pacientes. É conferencista e autor consagrado, com várias obras publicadas, que somam mais de um milhão de livros vendidos.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1380/Mudar

GRADUAÇÃO A DISTÂNCIA CRESCE, MAS AINDA ENFRENTA RESISTÊNCIA

Antes dominado pelas licenciaturas, o ensino superior a distância vive um momento de forte crescimento na oferta de cursos de bacharelados e tecnológicos.

De 2009 a 2012, o número de cursos de bacharelado cresceu 38,2%, enquanto o de tecnológicos teve alta de 75%, ante 19,3% das licenciaturas, segundo um estudo da consultoria Hoper Educação.

Segundo João Vianney, da Hoper, trata-se de um movimento natural, resultado de novas demandas e de um novo perfil de aluno.

“A clientela inicial era de professores do interior que não tinham ensino superior. Ali por 2007, 2008, essa demanda começou a ser suprida e as universidades passaram a direcionar o esforço para atender demandas urbanas, da indústria e do serviço”, afirma.

Com isso, algumas instituições começam a oferecer inclusive programas de engenharia, embora o número de alunos ainda seja pequeno e a resistência do mercado, grande.

A graduação a distância tem maior aceitação do mercado para cargos de gestão, em que não há tantas atividades práticas.

“O ensino presencial é mais importante nas áreas ‘hard’, como física e química, em que parte do aprendizado é em laboratórios”, diz Heitor Peixoto, diretor da recrutadora Mariaca.
Texto publicado originalmente na Folha de S. Paulo em 28/07/2014. Para lê-lo na íntegra, acesse: http://classificados.folha.uol.com.br/empregos/2014/07/1491830-graduacao-a-distancia-cresce-mas-ainda-enfrenta-resistencia.shtml

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Se você quer saber mais sobre EAD, conheça “Educação a distância: pontos e contrapontos”, da Summus:

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: PONTOS E CONTRAPONTOS
10715Organizadora: Valéria Amorim Arantes
Autores: José Manuel Moran e José Armando Valente
Qual o papel das novas tecnologias de informação e comunicação no cotidiano das escolas e dos cursos de formação profissional? A educação a distância e as novas modalidades de ensino e aprendizagem ampliam o acesso à educação de qualidade ou prejudicam o processo educativo? O diálogo estabelecido entre os autores deste livro nos ajuda a compreender essas questões e as complexas relações entre tecnologia e educação neste início de século.

ELIZABETH MONTEIRO PARTICIPA DO PROGRAMA SEM CENSURA, DA TV BRASIL, NESTA SEXTA-FEIRA, DIA 25

A psicóloga Elizabeth Monteiro, autora do livro Criando filhos em tempos difíceis (Summus Editorial), participa do programa Sem Censura, da TV Brasil, nesta sexta-feira, dia 25 de julho. Elizabety MonteiroO bate-papo com a apresentadora Leda Nagle será sobre o papel dos avós na educação dos filhos, tema do próximo livro da autora. O programa começa às 16h.

Falta de tempo, correria, excesso de trabalho, pouco dinheiro, medo de sair na rua… Esses são alguns dos problemas enfrentados pelos pais modernos. O resultado? Crianças entediadas, desinteressadas, obesas, carentes e, ao mesmo tempo, sem limites. Como criar filhos em tempos tão difíceis? Para Elizabeth, participar mais da infância dos filhos é um ótimo estímulo para a saúde. E estar junto deles é fazer coisas que sejam também do interesse da criança. No livro Criando filhos em tempos difíceis – Atitudes e brincadeiras para uma infância feliz, ela aborda os benefícios do brincar e explica as brincadeiras preferidas pelas crianças em cada fase do desenvolvimento. Fala ainda sobre a “criança difícil” – a que não come, a medrosa, a do contra etc. – e dá dicas para lidar com conflitos.

Elizabeth defende a infância. Para tanto, ela mostra a importância do brincar e das brincadeiras. Ao longo do livro, dividido em 15 capítulos, a psicóloga aborda as diversas fases do desenvolvimento de bebês e crianças, dá dicas práticas sobre educação e comportamento, sugere inúmeras brincadeiras e fala sobre os desafios de criar filhos hoje. “Resgatar a infância de nossos filhos é investir no futuro da civilização”, afirma. Para a autora, as famílias estão passando por várias transformações e as crianças não estão brincando como deveriam.

Segundo a psicóloga, brincar é o melhor remédio para uma criança. A maioria dos pais, diz ela, não imagina até que ponto as brincadeiras ajudam os pequenos e contribuem para que eles sejam adultos criativos e bem-sucedidos. Elizabeth explica também que a criança tem um mundo próprio. “Quanto mais próximos dela estivermos, mais depressa a ajudaremos a compreendê-lo, tomando o cuidado de não impor nossos padrões de adultos”, afirma. Ela esclarece ainda que a criança inicia o desenvolvimento de seu psiquismo já na fase intrauterina, sendo capaz de sentir tudo que a mãe sente. Além disso, diz, o bebê continuará incorporando o clima afetivo do ambiente mesmo depois do nascimento.

Na obra, Elizabeth sugere brincadeiras que ajudam também na evolução da criança, desenvolvendo a atenção e o conhecimento do corpo, o fortalecimento da musculatura manual e digital, os sentidos e o reconhecimento do mundo, o desenvolvimento da criatividade e o domínio do corpo.

Para saber mais sobre os livros da autora, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/busca/elizabeth+monteiro/all/0

QUALQUER FORMA DE CORTISONA PODE CAUSAR GLAUCOMA, ALERTAM OFTALMOLOGISTAS

Quando o medicamento é necessário, acompanhamento com oftalmologista é única forma de impedir progressão da doença.

Quem sofre de asma já é íntimo dela: medicamentos à base de cortisona são a solução no caso de uma crise. Os corticoides também são prescritos como anti-inflamatórios potentes em doenças como artrite reumatoide, problemas pulmonares e alergias.

Mas é preciso cuidado com os efeitos colaterais. Quem faz uso constante de corticoides tem risco de desenvolver glaucoma, doença que sem o devido tratamento pode deixar a pessoa completamente cega em um período de dez anos. “Não importa se o corticoide é usado no couro cabeludo, se é em forma de colírio, pomada, comprimido, injeção ou bastão: ele entra no sangue e pode causar glaucoma”, alerta Ralph Cohen, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Glaucoma.

Por isso, o médico pleiteia uma mudança na legislação de venda dessa classe de medicamentos, para controlar o uso indiscriminado e sem necessidade. “As autoridades deveriam proibir a venda de cortisona sem receita, porque, todos eles, sejam mais fracos ou mais fortes, causam glaucoma”, completa Cohen.

Sem perceber

O risco fica ainda maior porque o glaucoma é uma doença silenciosa: provoca uma lesão no nervo óptico, que vai sendo machucado lentamente – sem a pessoa se dar conta. “Há perda de visão periférica, ou seja, o paciente começa a tropeçar nos degraus por não enxergá-los, tropeça em mesas de centro. É de fora para dentro, lentamente”, explica Cristiano Umbelino, oftalmologista da Sociedade Brasileira de Glaucoma.

Por isso, aqueles que dependem do uso contínuo da cortisona devem visitar o oftalmologista uma vez por ano para monitorar se houve o aparecimento do glaucoma. Mesmo que a visão pareça perfeita. “Estar enxergando bem não significa estar com a visão em dia. O paciente continua enxergando à sua frente perfeitamente, com a mesma nitidez de sempre, mas o glaucoma vai fechando sua visão. Trocar de óculos também não significa que a visão está em dia. É preciso fazer exames de fundo de olho, medir pressão ocular, e isso só o oftalmologista faz”, alerta Umbelino.

A partir do momento que a doença for detectada, as visitas devem ser mais frequentes – a cada seis meses – e é preciso fazer tratamento com remédios.

Hoje, no mundo, há 60 milhões de pessoas com glaucoma. Embora não haja dados especificamente brasileiros, estima-se que o mundo abrigará 80 milhões de portadores em 2020. “Desses 80 milhões, mais de 12 milhões serão cegas dos dois olhos. A doença tem um cunho social e previdenciário muito grande para qualquer país. E o glaucoma não tem cura, mas tem controle”, completa Umbelino.

Texto de Elioenai Paes, publicado no iG São Paulo, em 24/07. Para lê-lo na íntegra, acesse:
http://saude.ig.com.br/minhasaude/2014-07-24/qualquer-forma-de-cortisona-pode-causar-glaucoma-alertam-oftalmologistas.html

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Se você se preocupa com o assunto e quer saber mais a respeito, conheça “Glaucoma – Informações essenciais para preservar sua visão”, do médico Remo Susanna Jr., um dos maiores especialistas mundiais em glaucoma:

50105GLAUCOMA
Informações essenciais para preservar sua visão
Autor: Remo Susanna Jr.

MG Editores

O glaucoma, embora não tenha cura, se detectado precocemente pode ser controlado. Escrito pelo maior especialista brasileiro na área, este livro traz informações claras e precisas para portadores da moléstia e seus familiares. Entre os assuntos abordados estão os mitos mais comuns relacionados à doença, os principais tipos de tratamento e os recursos para melhorar a deficiência visual decorrente do problema.
 

 

PAULO BETTI CITA O LIVRO “TRATADO GERAL SOBRE A FOFOCA” EM ENTREVISTA À FOLHA

O ator Paulo Betti, que vai interpretar um blogueiro ressentido e fofoqueiro na próxima novela das 21h, na TV Globo, disse em entrevista ao caderno Ilustrada, da Folha de S.Paulo, neste domingo (20 de julho), que leu o livro Tratado geral sobre a fofoca (Summus Editorial), do psiquiatra José Angelo Gaiarsa, que faleceu em 2010, como parte da preparação para viver o personagem. Leia a íntegra da entrevista: http://goo.gl/fLT75y

10003De forma altamente sugestiva, polêmica e séria, Gaiarsa descreve no livro a maneira como todos nós estamos envolvidos, tanto como vítimas quanto como agentes da fofoca.

Para falar do conceito da fofoca, ele apresenta, com segurança e desenvoltura, ideias da psicanálise, do existencialismo, da fenomenologia, da bioenergética, da biomecânica, da psicologia social e do biofeedback. Segundo ele, por meio da fofoca é possível compreender e explicar inúmeros fatos da vida social e psicológica.

A análise precisa e profunda do tema consegue mostrar que a fofoca é – possivelmente – a mais importante dentre todos os fatores que influenciam e modelam a personalidade e o princípio das instituições sociais.

Iconoclasta, irreverente e pioneiro, Gaiarsa era um dos mais conhecidos e respeitados profissionais do país. Em 54 anos de carreira, publicou mais de 30 livros, a maioria deles pela Editora Ágora.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/2/Tratado+Geral+sobre+a+Fofoca

Para conhecer todos os livrosde J. A. Gaiarsa publicados pelo Grupo Summus, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/busca/gaiarsa/all/0

 

SUMMUS APOIA O XII CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE PROGRAMAÇÃO NEUROLÍNGUÍSTICA, EM SP

Qual a origem e o que é PNL?

A PNL surgiu na Universidade da Califórnia (EUA) no início da década de 70, criada por Richard Bandler, matemático, Gestalt terapeuta e estudioso em informática, e por John Grinder, linguista especializado em gramática transformacional. Eles estavam interessados em pesquisar o modelo de excelência de alguns dos melhores terapeutas da época: Virginia Satir, Fritz Perls e Milton Erickson. O objetivo era identificar os padrões linguísticos e comportamentais utilizados por estes profissionais e poder aplica-los, e posteriormente ensiná-los, obtendo os mesmos resultados extraordinários. Assim, seus criadores identificaram e organizaram suas descobertas em um conjunto de modelos, técnicas e princípios e deram o nome de Programação Neurolinguística (PNL):

Programação: mecanismos ou esquemas inconscientes, rotinas instaladas;
Neuro: fisiologia, emoção, sensação, 5 sentidos, representações internas;
Linguística: estrutura linguística, pensamentos, crenças, valores;
Nos anos seguintes, Leslie Cameron-Bandler, Judith DeLozier, Robert Dilts e David Gordon dariam importantes contribuições para a PNL, que teve origem a partir do trabalho terapêutico, mas logo se percebeu que ela era um modelo revolucionário que poderia ser aplicado a várias outras áreas.

Conheça alguns livros da Summus de PNL:


10471INTRODUÇÃO À PROGRAMAÇÃO NEUROLINGÜÍSTICA

Como entender e influenciar as pessoas
Joseph O’ Connor, John Seymour
Completo manual sobre essa nova modalidade em psicologia aplicada que tanto tem atraído os profissionais e o público em geral. Por que algumas pessoas são mais bem-sucedidas do que outras? A PNL descreve e analisa as razões e as formas que poderão conduzi-lo até o sucesso.

Série Estratégia da genialidadeESTRATÉGIA DA GENIALIDADE
Robert Dilts
O propósito desta série é aplicar as ferramentas da programação neurolingüística na análise de importantes figuras históricas, de modo a produzir “estratégias geniais”: práticas efetivas para serem aprendidas e aplicadas em outros contextos. Estudando os processos de pensamento dos personagens, o livro mostra como usá-los para aumentar sua criatividade na resolução de problemas.
10290KNOW-HOW
Como programar melhor o seu futuro
Michael Lebeau, Leslie Cameron-Bandler, David Gordon
Se você deseja transformar seus sonhos em realidade, manter hábitos saudáveis de alimentação e saúde, deixar de fumar, ter uma vida sexual gratificante e ser um pai ou uma mãe melhores, encontrará aqui as formas de atingir seus objetivos. As técnicas utilizadas são uma série de recursos da programação neurolingüística.
10728ALÉM DA LÓGICA
Utilizando sistemas para a criatividade e a resolução de problemas
Joseph O’ Connor, Ian McDermott
Apresenta a arte de pensar utilizando sistemas, o que significa empregar padrões de pensamento que vão além dos fatos isolados e conceitos lógicos tradicionais, estabelecendo conexões mais profundas entre os eventos. Fundamental, já que a noção de sistema se encontra presente em quase todos os aspectos da vida.

Logo Congresso PNLE vem aí a edição de 2014 do Congresso Latino-Americano de Programação Neurolinguística, que este ano será realizada em São Paulo, Capital. Em sua 12ª edição, o evento ocorrerá de 19 a 21 de setembro e o pré-congresso, entre os dias 17 e 19. Para saber mais sobre o evento e ver a programação completa do congresso, acesse o site: http://www.congressopnl.com.br.

Serviço:

Evento: XII Congresso Latino-Americano de Programação Neurolinguística
Data: Pré-Congresso – de 17 a 19 de setembro / Congresso – 19, 20 e 21 de setembro
Organizador: INAp – Instituto de Neurolinguística Aplicada
Local: Matsubara Hotel – Rua Coronel Oscar Porto, 836 – Paraíso – São Paulo – SP
Informações e inscrições: http://www.congressopnl.com.br/local.php / atendimento@apicedesenvolve.com.br / (11) 2361-5000
A Summus estará presente no evento comercializando seus livros de PNL.
Para conhecer todos os títulos da Summus na área, acesse: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/categoria//PNL+(Programa%C3%A7%C3%A3o+Neuroling%C3%BC%C3%ADstica)

 

PREFEITURA RESTRINGE ACESSO A REMÉDIO PARA CRIANÇAS HIPERATIVAS

Uma portaria da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo restringiu a distribuição na rede pública de um remédio indicado para crianças e adolescentes hiperativos ou com deficit de atenção.

O metilfenidato, mais conhecido pelas marcas Ritalina e Concerta, é usado no tratamento do TDAH (Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade) e virou alvo de uma discussão mundial sobre seu consumo abusivo.

Por ser um estimulante, há relatos inclusive de seu uso para fins recreativos por adultos, misturado ao álcool.

Para a prefeitura, a norma que entrou em vigor no mês passado disciplina a prescrição do medicamento e tenta evitar seu uso desnecessário.

Já a ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), que elabora um manifesto contrário à medida, diz que ela burocratiza o acesso à droga no SUS e pune as crianças pobres que precisam dela.

Antes, bastava o médico avaliar o jovem e prescrever a medicação em receituário especial amarelo (para substância psicotrópica).

Agora, uma equipe multidisciplinar (formada por médico, psicólogo entre outros) da secretaria deverá avaliar a criança, pedir exames e preencher formulário com dados sobre sua saúde física e psicossocial, situação escolar e familiar, entre outros.

No caso de paciente de instituições vinculadas ao SUS, o formulário ainda terá que passar pelo crivo da Coordenadoria Regional de Saúde.
“Só há duas explicações para essa portaria: ou foi feita por falta de conhecimento científico ou é uma questão ideológica para economizar medicamento”, afirma o psiquiatra Antonio Geraldo da Silva, presidente da ABP.

O médico José Ruben de Alcântara Bonfim, da assistência farmacêutica da Secretaria da Saúde da gestão Fernando Haddad (PT), diz que em nenhum momento a portaria visa diminuir custos. Por ano são distribuídos 700 mil comprimidos do remédio na rede pública paulistana.

Bonfim afirma que a portaria tem fundamento científico e visa a segurança do paciente. “Não é só prescrever a medicação. Precisamos ser criteriosos e acompanhar de perto essas crianças”, diz.

Silva, da ABP, também critica o fato de a portaria tirar do médico a primazia da prescrição do medicamento, que agora envolverá uma equipe. “A prescrição é única e exclusiva do médico”, diz.

Bonfim discorda. “O médico não deixará de participar, mas a decisão tem que ser compartilhada com a equipe, com psicólogos, com a família, com a escola.”

O psicanalista Paulo Schiller aprovou a nova portaria. “O medicamento está sendo usado de maneira indiscriminada. O diagnóstico não leva em conta a família, a escola, o ambiente onde a criança vive. Baseia-se só num conjunto de sinais e sintomas.”

Para ele, existe hoje uma pressão grande da indústria farmacêutica para a venda desses medicamentos.

Já o psiquiatra Rodrigo Bressan, professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), discorda que haja excesso de diagnóstico de TDHA no Brasil. “Há um subdiagnóstico. Muita criança abandona a escola por causa do transtorno. Precisamos de bons médicos para prescrever às pessoas certas.”

 

Matéria de CLÁUDIA COLLUCCI, publicada originalmente na Folha de S.Paulo em 15/07/2014 . Para lê-la na íntegra, acesse: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/07/1486061-prefeitura-restringe-acesso-a-remedio-para-criancas-hiperativas.shtml

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Se interessa pelo assunto? Conheça o livro Hiperatividade, da Plexus Editora:
60074HIPERATIVIDADE
Como ajudar seu filho
Autora: Maggie Jones

Livro precioso para pais de crianças que sofrem desse aflitivo distúrbio. A autora fornece informação essencial sobre tratamentos convencionais, tratamentos alternativos, alimentação e dietas adequadas, cuidados específicos para as diversas idades. Mostra os passos práticos que os pais podem dar para compreender, apoiar e cuidar da criança, possibilitando à família inteira progredir de forma positiva.

 

MORRE, AOS 51 ANOS, VANGE LEONEL

VangeLeonelLamentamos informar que faleceu nesta segunda-feira, 14 de julho, a cantora, escritora e ativista LGBT Vange Leonel, aos 51 anos, vítima de câncer no ovário. O velório será realizado no cemitério Horto da Paz, em Itapecerica da Serra, nesta terça-feira, dia 15 de julho, a partir de 10h. A cerimônia de cremação está marcada para 14h.

Maria Evangelina Leonel Gandolfo, mais conhecida pelo seu nome artístico, Vange Leonel, nasceu na cidade de São Paulo, no dia 4 de maio de 1963.

Vange ingressou na carreira musical em 1979, na banda de reggae Os Camarões, ao lado de seu primo, Nando Reis. Nos anos 1980, foi vocalista do grupo de rock Nau, com quem lançou um disco homônimo. Foram três discos como cantora e compositora: Nau (CBS Discos, 1987), Vange (Sony Music, 1991) e Vermelho (Medusa Records, 1995). A faixa “Noite Preta”, do disco Nau, foi tema de abertura da novela “Vamp”, na TV Globo, no início dos anos 1990. Em 1992, recebeu o Prêmio Sharp de Música como “cantora revelação de pop/rock”.

A partir de 1997, começou a escrever crônicas na revista Sui Generis e no site do Mix Brasil (coluna Bolacha Ilustrada, dentro do e-zine CIO). Em 2000 estreou como autora teatral na peça As sereias da Rive Gauche.

Pelas Edições GLS, escreveu, em 2001, Grrrls – Garotas Iradas, uma compilação de suas crônicas na Sui Generis. Em 2003, lançou Balada para as meninas perdidas, uma divertida releitura da clássica história Peter Pan, que retrata a cena clubber de jovens lésbicas modernas com toques de romance, música eletrônica, filosofia, fantasia e sexo.

Vange também assinou a coluna GLS da antiga Revista da Folha, encarte dominical do jornal Folha de S. Paulo, de 2001 a 2010. Em 2002, lançou o livro As Sereias da Rive Gauche (Editora Brasiliense), com o texto completo da peça homônima, e recebeu um prêmio pelo conjunto da obra, oferecido pela Associação da Parada do Orgulho GLBT.

Atualmente, ela escrevia sobre cervejas artesanais no blog “Lupulinas”, no site da revista “Carta Capital”, em parceria com a jornalista Cilmara Bedaque, com quem estava casada há mais de duas décadas.

FOLHA DE S.PAULO SUGERE A LEITURA DO LIVRO “RELAÇÕES PÚBLICAS, MERCADO E REDES SOCIAIS”

O caderno Mercado, da Folha de S.Paulo, deu destaque para o lançamento do livro Relações públicas, mercado e redes sociais (Summus Editorial), no sábado, dia 14 de julho. Nessa obra atual e inquietante, o pesquisador Rafael Vergili discute possíveis caminhos para ampliar a participação do profissional de RP no mercado de comunicação digital. 10947Também aborda os limites e as potencialidades do uso de redes sociais no relacionamento entre organizações e públicos. Veja a nota: http://goo.gl/s74mNe.

Hoje, as redes sociais constituem um ambiente de grande exposição – tanto positiva quanto negativa – para as empresas. Quando se trata de imagem institucional, como utilizar o poder da rede para atingir o público? O profissional de relações públicas está capacitado para esse trabalho? Que tipo de conhecimentos ele deve ter para atuar na web? No livro Relações públicas, mercado e redes sociais,Vergili responde essas e muitas outras perguntas.

Por meio de uma pesquisa com 128 empresas e entrevistas realizadas nas principais agências de comunicação do Brasil, Vergili constatou que 78,1% das grandes companhias priorizam o relacionamento com os públicos nas redes sociais e querem aprimorar esse contato. Paradoxalmente, o profissional de RP, que seria formado para promover esse diálogo, não está inserido adequadamente nesse nicho de mercado. Segundo ele, apenas 12,5% dos respondentes são estudantes de Relações Públicas ou graduados na área.

O trabalho contemplou apenas empresas de grande porte e revelou também que 42,1% das organizações optam por deixar a articulação de redes sociais a cargo da área de comunicação. Na sequência, aparece o núcleo de marketing, com 32,5%. A presença de um departamento especifico, focado apenas na web, é a terceira mais utilizada, com 18,3%. Articulações informais por parte dos colaboradores chegam a 7,1%.

“Diante desse cenário, o temor, por parte das organizações, de receber opiniões negativas e possivelmente de sofrer prejuízos à reputação corporativa tende a aumentar, devido sobretudo ao foco mercadológico e a ausência de capacitação para relacionamentos no uso das redes”, afirma o autor. Segundo ele, esse é um desafio com o qual o profissional de relações públicas precisará lidar no processo de demonstração de sua importância no relacionamento com os públicos, por meio de redes sociais, tendo como base o diálogo.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1375/Rela%C3%A7%C3%B5es+P%C3%BAblicas,+mercado+e+redes+sociais