29 DE AGOSTO, DIA DA VISIBILIDADE LÉSBICA

Faz 18 anos que a data foi instituída, desde que o 1º Seminário Nacional de Lésbicas (Senale) foi realizado em 1996 no Rio.

A data é séria e fala de combate a toda espécie de preconceito de gênero, da luta contra a discriminação e a opressão. Vários eventos estão acontecendo pelo Brasil para discutir políticas de direitos humanos e casos de sucesso.

O 1º Seminário Nacional de Lésbicas, organizado em 1996 pelo Coletivo de Lésbicas do Rio de Janeiro (Colerj), teve um resultado simbólico: a letra L, de lésbicas, passou a fazer parte da sigla LGBT, firmando o compromisso do movimento homossexual com a pauta das lésbicas.

VangeLeonelParte das comemorações deste ano, na quinta-feira (28), em Brasília, a cantora paulistana Vange Leonel, morta aos 51 anos no último dia 14 de julho, recebeu uma homenagem. Além de cantora (Vange é a autora da música “Noite Preta”, tema de abertura da novela “Vamp”), ela era escritora e colunista. Escreveu os livros “Lésbicas”, “Baladas para as Meninas Perdidas” e “Grrrrls, Garotas Iradas”, além da peça teatral “As Sereias de Rive Gauche” e foi autora da coluna GLS da Revista da Folha, do jornal “Folha de São Paulo”.

Texto publicado no iGay em 29/08/2014. Para lê-lo na íntegra, acesse:
http://igay.ig.com.br/2014-08-29/no-dia-da-visibilidade-lesbica-29-de-agosto-o-igay-da-a-sua-contribuicao.html

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Conheça alguns livros das Edições GLS para o público feminino:

30037BALADA PARA AS MENINAS PERDIDAS
Autora: Vange Leonel

Imagine se Peter Pan, Wendy e Sininho fossem lésbicas à solta na noite de uma metrópole, e a Terra do Nunca uma boate da moda cheia de meninas perdidas?
Numa divertida releitura da clássica história, o novo livro de Vange Leonel retrata a cena clubber de jovens lésbicas modernas com toques de romance, música eletrônica, filosofia, fantasia e muito, muito sexo. Imperdível.

30038HEROÍNAS SAEM DO ARMÁRIO, AS
Literatura lésbica contemporânea
Autora: Lúcia Facco

Os romances lésbicos produzidos atualmente não chegam a ter o status de subliteratura, porém de paraliteratura: costumam ser ignorados tanto pela crítica quanto pela academia. Para preencher essa escandalosa lacuna, Lúcia Facco, mestre em Literatura Brasileira pela UERJ, analisa cinco romances escritos por e dirigidos a lésbicas. O formato de seu trabalho já lembra um romance, construído na forma de cartas que a personagem envia a amigas e professores a respeito de sua orientação sexual. Leitura acessível, raro estudo teórico sobre o tema.

30052ENTRE MULHERES
Depoimentos homoafetivos
Autora: Edith Modesto

Este livro traz depoimentos de mulheres lésbicas e bissexuais de várias idades, profissões e classes sociais. Os temas são variados: relações familiares, juventude, religião, trabalho e preconceito. Trata-se do relato vivo da experiência de cada uma dessas mulheres, que deixaram todo o conforto emocional do mundo convencional para viver a dura vida de homossexual em um país tipicamente machista.

30054AS LÉSBICAS
Mitos e verdades
Autora: Stéphanie Arc

Este livro destrincha as ideias preconcebidas sobre lesbianismo que circulam em nossa cultura e as comenta à luz de informações recentes e objetivas. Os temas vão de preconceitos sobre identidade, até concepções sociais. A autora aborda ainda a mistura de conceitos populares errôneos, as causas para que tenham se difundido, exemplos históricos e o que se sabe hoje a respeito do lesbianismo.

Veja todos os livros da GLS: http://www.gruposummus.com.br/edgls/?editora=edgls

CIDADÃO DE ARARAQUARA

O jornalista Rodrigo Viana, autor do livro A bola e o verbo (Summus Editorial), recebeu da Câmara Municipal de Araraquara o título de Cidadão Araraquarense, seguindo indicação da vereadora Gabriela Palombo (PT). A sessão solene em homenagem ao escritor aconteceu no último dia 25 de agosto, com a presença de amigos e familiares.

recebendo

Viana nasceu em Ilha Solteira (SP), mas adotou Araraquara (SP) como cidade natal. Amante do futebol, ele se apaixonou pela Ferroviária de Araraquara, time em que jogou nas categorias de base.

Jornalista e mestre em Estudos Literários pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), Viana é professor de pós-graduação em Jornalismo Esportivo. É colunista da revista Imprensa, ministra palestras, oficinas e workshops em parceria com a Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom). Criador do FutCiência – grupo de estudos dentro da Universidade do Futebol – também é membro do Memofut – Grupo de Literatura e Memória do Futebol. Já atuou no SBT, TV Brasil e TV Globo.

Em mais de 15 anos de carreira, rodou o mundo atrás de boas histórias: em 2012, viajou para o Japão e acompanhou a saga do título mundial do Corinthians. Seguindo a linha investigativa no esporte, denunciou o esquema de venda de ingressos pela segurança da Fifa na Copa das Confederações, ocorrida em junho de 2013 no Brasil.

Em seu livro, que tem prefácio de Juca Kfouri e apresentação de Ignácio de Loyola Brandão, ele entrelaça três temas bastante caros aos brasileiros: literatura, futebol e jornalismo. Um verdadeiro clássico.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1353/Bola+e+o+verbo,+A

 

COMO ENSINAR DIVERSIDADE ATRAVÉS DO CINEMA

Nota

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A convite da UNESP de Presidente Prudente (SP), Stevan Lekitsch, autor do livro Cine arco-íris (Edições GLS), irá proferir a palestra Como Ensinar Diversidade Através do Cinema. O evento ocorrerá no Centro Cultural Matarazzo, pertencente a Secretaria de Cultura da cidade, na sexta-feira (29 de agosto), às 19 horas.

Conheça o livro: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1265/Cine+arco-%C3%ADris

ESCOLA EM SP USA AULAS DE RESPEITO E HONESTIDADE PARA COMBATER VIOLÊNCIA

“Professora, o Victor disse que vai matar o Pedro e a Ana quando ele crescer”, denuncia Marina* à professora da sala da segunda série de uma escola localizada no meio de uma comunidade em Pirituba, zona oeste de São Paulo. A “ameaça de morte” pode até assustar de bate-pronto, mas é uma provocação comum de ser ouvida por ali. “Eu tava zoando”, defende-se o garoto de 8 anos.

Até três anos atrás, os gritos de “Vou te matar” eram, em geral, seguidos por brigas violentas, em que alunos saíam dando chutes, socos e pontapés uns nos outros. Às vezes, sobrava também para os professores – alguns deles relatam terem levado “unhada” dos estudantes, outros foram agredidos com chutes em momentos de irritação das crianças.

Mas desde que um grupo de psicólogas começou a trabalhar as emoções dos alunos, inserindo na grade curricular a matéria de “inteligência emocional” – que incluem aulas de respeito e até honestidade -, a realidade da rotina na escola mudou bastante, conforme relatam os próprios professores.

O tema da violência contra professores foi destacado por internautas em consultas nas redes sociais promovidas pelo #salasocial, o projeto da BBC Brasil que usa as redes para obter conteúdo original e promover uma maior interação com o público.

Leitores disseram que a educação deveria merecer mais atenção por parte dos candidatos a cargos públicos e educadores compartilharam denúncias de agressões que sofreram tanto em nossas páginas de Facebook, como Google+ e Twitter.

Reflexo de conflitos

Localizada em uma comunidade com altos índices de violência, a escola da zona oeste sofria o reflexo dos conflitos do lado de fora que iam parar dentro das salas de aula, com alunos agressivos e “sem limites”, conforme definiram os próprios professores à BBC Brasil.

“É uma realidade fora do que você possa imaginar vivendo na classe média. O comportamento das crianças me assustou bastante, a agitação que eles tinham, a falta de concentração”, relatou uma das professoras, que já teve turmas do ginásio e do primário na escola de Pirituba.

“A gente via muito desrespeito, falta de tolerância, o aluno não consegue enxergar os erros dele, mas aí aponta no outro tudo o que tem de ruim e isso gera muitas brigas, agressões verbais, físicas, tudo isso aqui era muito constante”, constatou.

Para combater essa “agressividade” dos alunos, as psicólogas que fazem parte do grupo Inteligência Emocional na Escola implementaram um projeto no colégio dando outro caminho – que não a violência – para os alunos extravasarem suas emoções.

“Esses alunos têm problemas assustadores, alguns sofrem abuso sexual do pai, outros apanham, eles vivem a violência dentro e fora de casa e eles precisam falar isso, é um jeito de extravasar. Mas isso normalmente acaba sendo pela violência. Se você dá outro caminho para eles extravasarem isso, eles entendem e param com a violência”, explicou Andreia Carelli, uma das psicólogas que fazem parte do projeto implementado na escola municipal de Pirituba.

O trabalho dela e das outras duas psicólogas que atualmente estão no projeto se dá em três tipos de ações: o ensino da inteligência emocional dentro da sala de aula, por meio de uma apostila que trata temas como respeito, honestidade, cidadania, diferenças, etc, conforme a faixa etária; o uso de dinâmicas (brincadeiras) que têm como objetivo trabalhar as emoções dos alunos e o autocontrole; e o atendimento individual para os casos mais graves, de alunos muito agressivos ou que passam por problemas pessoais mais complicados (abuso sexual, violência doméstica, drogas, etc).

Aulas

Pelos abraços e o calor demonstrado pelos alunos já no caminho para a sala, a reportagem constatou que o projeto parece ter boa receptividade. “Qual vai ser a atividade de hoje, tia?”, “O que a gente vai fazer hoje, prô?” – a agitação era inegável, mas os alunos da 4ª série pareciam empolgados para a ‘lição emocional’ do dia que a professora-psicóloga iria passar.

Andreia começa a aula questionando os alunos: “O que tem que estar sempre presente quando a gente está em grupo?”. Eles citam educação, amizade, respeito. “Respeito. E quando a gente perde o respeito é fácil de recuperar?” – um grandioso “não” ecoa pela sala. E a professora segue a explicação da brincadeira. “Hoje vocês vão ser cuidadores do respeito. Nós vamos deixar o respeito aqui na lousa e nós temos que cuidar para ele não ir embora.”

A tarefa do dia era ouvir quatro histórias que a professora contaria e identificar, por meio de “carinhas” desenhadas em um papel (feliz, triste, assustado e com raiva) qual emoção cada uma delas despertava. Tudo isso sem perder os cuidados pelo “respeito” guardado na lousa.

Não demorou muito para os alunos se agitarem e começarem a falar ao mesmo tempo. A professora relembra: “Olha o respeito indo embora!”, e a aluna da primeira carteira endossa o pedido apontando para o colega: “É, Kauã, respeita, cala a..” e ela mesma percebe sua ‘quase’ falta de respeito, colocando a mão na boca antes de completar a frase.

No meio da brincadeira e de algumas provocações direcionadas, outro incidente chamou a atenção da turma. Victor*, um garoto sentado no fundo da sala, levanta de repente e pega a cadeira na mão. Com um olhar transbordando de raiva, ele anda em direção ao colega em tom de ameaça. “Ele tá doido, ele quer matar ele” (sic), avisa um dos meninos à professora, que vai até Victor, abraça o garoto e, em tom sereno, faz as perguntas que eles já se acostumaram a ouvir nos últimos anos.

“Por que você queria jogar a cadeira nele? Você acha que ele ia ficar feliz se você fizesse isso? Você ia ficar feliz? Resolveria sua raiva? Lembra que quando a gente perde o respeito, a gente não ganha o respeito dos outros” – aos poucos, o Victor vai se acalmando e volta a sentar no seu lugar.

Ao fim da aula, quando a professora pergunta se a classe “cuidou bem do respeito”, o próprio Victor admite: “Vixe, o respeito quase foi embora”.

Andreia Carelli faz parte do projeto há um ano e meio e explica que o grande mérito dele é mudar a visão de mundo dos alunos. “Quando eles chegam aqui, a única referência deles de mundo é a violência, mas a gente conseguiu dar pra eles outra referência, como conversar. Se você não gosta de apanhar, por que você vai bater? E com o tempo eles vão mudando essas atitudes.”

Professores

As aulas de inteligência emocional são ministradas semanalmente de 1ª à 5ª série em quatro escolas do país, duas em São Paulo (uma municipal e a outra estadual) e duas em Manaus (as duas estaduais). O sucesso do projeto é percebido facilmente pelos professores.

“Ao longo desses dois anos é nítida a mudança, a convivência entre os alunos mudou demais. E a gente sabe que mudou o comportamento aqui dentro da escola, porque essa não é a realidade deles lá fora”, contou uma das professoras.

Os professores, inclusive, também passaram por um treinamento com as psicólogas para poderem aprimorar a relação que tinham com os alunos na escola. “No início, eles (professores) tinham bastante resistência, achavam que estávamos ali para criticar o trabalho que eles estavam fazendo e tal. Depois eles foram aceitando e sentindo o resultado das aulas”, explica Taíssa Lukjanenko, outra psicóloga que está no projeto desde o início.

Em geral vistos como vítimas, os professores muitas vezes também são ‘agentes da violência’ pelo modo como tratam os alunos, conforme pontuou Taíssa. “Aquela violência nunca é só do aluno. Ela vem do meio que ele vive, da forma como o professor o aborda, mas nunca é só dele.”

Ela diz que o autoritarismo de alguns professores assim como a adoção de medidas extremas como a expulsão de sala em casos pequenos de indisciplina – um assovio durante a aula, por exemplo – podem contribuir para um ambiente violento na escola, além de prejudicar a relação professor-aluno. “Essa relação é muito importante, o respeito vem daí”.

De acordo com os números do grupo Inteligência Emocional na Escola, 86% dos professores que dão aula nas escolas que participam do projeto consideram que a disciplina dos alunos melhorou e 89% acreditam que a relação com os alunos também deu um salto após a aplicação das aulas.

Além do projeto com as psicólogas, a escola em Pirituba também aposta em programas extra-curriculares – banda escolar, mostra cultural, etc. – e na integração com a comunidade – a escola é aberta no fim de semana para atividades da comunidade de Pirituba – para combater a violência.

Texto de Renata Mendonça para BBC Brasil, publicado em 26/08/2014. Para lê-lo na íntegra, acesse: http://educacao.uol.com.br/noticias/bbc/2014/08/26/escola-usa-aulas-de-respeito-e-honestidade-para-combater-violencia.htm

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10791Se você tem interesse pelo tema, conheça o livro Alfabetização em valores humanos – Um método para o ensino de habilidades sociais (Summus), de Edna Maria Marturano e Dâmaris Simon Camelo Borges. Fruto de um intenso trabalho de pesquisa dentro de sala de aula, esta obra mostra que valores humanos como ética, solidariedade e respeito podem ser aprendidos. Depois de aplicar um método de resolução de conflitos e transmissão de valores a uma classe de primeira série do ensino fundamental, as autoras contam os recursos pedagógicos que utilizaram e como as crianças incorporaram tais valores em seu caráter.

 

GIKOVATE FAZ PALESTRA SOBRE O LIVRO “MUDAR” NA LIVRARIA MARTINS FONTES

A MG Editores e a Livraria Martins Fontes (São Paulo) promovem no dia 1º de setembro, segunda-feira, o lançamento do livro Mudar – Caminhos para a transformação verdadeira, de Flávio Gikovate. Às 19h, haverá palestra com o psicoterapeuta no auditório (piso superior) e sessão de autógrafos em seguida.
A livraria fica na Av. Paulista, 509, próximo à estação Brigadeiro do metrô.

50109Por que é tão difícil mudar, mesmo quando sabemos que determinados hábitos ou atitudes nos são prejudiciais? Que mecanismos estão por trás da nossa resistência à mudança e como entendê-los para, então, desmantelá-los? Gikovate vai ao âmago dessas questões. No livro Mudar, ele não apresenta fórmulas prontas nem conselhos fáceis.  Percorrendo os caminhos que moldam o indivíduo – a biologia, a cultura e a personalidade –, o autor leva-nos a refletir sobre a capacidade que todos temos de mudar.

“É preciso ousar, tentar realizar os sonhos que elaboramos. Quem não acha que terá condições de ousar e tratar de perseguir seus sonhos não deve construí-los”, afirma Gikovate. Segundo ele, viver sem sonhos pode ser triste, mas mais doloroso é tê-los e não persegui-los. “Isso é muito mais terrível que tentar e fracassar. No fim das contas, todo processo de mudança deveria ter como objetivo principal o crescimento pessoal, tanto emocional como moral. Aqueles que alcançarem esse patamar saberão muito bem o que desejam fazer da vida e terão coragem, disciplina e determinação para ir atrás de seus sonhos.”

Gikovate analisa os obstáculos que enfrentamos quando nos propomos a mudar um comportamento e aponta caminhos para vencer os entraves. A vontade pessoal e a autoanálise são ingredientes fundamentais, mas a razão também tem papel primordial: o que de fato queremos mudar? Quem desejamo-nos tornar? Estaremos dispostos a abrir mão da estabilidade para alcançar nossos objetivos? Conseguiremos suportar a dor das perdas imediatas para gozar de benefícios em longo prazo?

Tecendo considerações acerca de como nos tornamos aquilo que somos, o autor contempla todas as possibilidades sem se deixar aprisionar por nenhuma das hipóteses teóricas que povoaram o território da psicologia do século XX. “Penso que só podemos chamar de ciência um sistema aberto e eternamente incompleto, no qual hipóteses e ideias vêm e vão, sendo sempre substituídas por outras mais abrangentes”, diz. Para ele, todo saber é temporário, sendo isso particularmente verdadeiro num terreno como o da psicologia.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Mudar

Mudar Martins_Fontes1

 

CONDIÇÕES DO SUCESSO

O caderno Mercado, publicado pela Folha de S.Paulo no sábado (23 de agosto), traz uma nota sobre o livro Sabedoria profunda em gerenciamento (Summus Editorial), do consultor José Ricardo da Silveira. A reportagem destaca alguns dos cuidados que os bons gestores devem ter para administrar seu negócio. Acesse o link http://goo.gl/LOzD0H para ver.

10945O que está por trás de uma boa gestão? Por que alguns líderes se sobressaem e outros não? O que faz que equipes tenham desempenhos diferentes usando técnicas semelhantes? Resultado de experiências de mais de 50 anos de vida profissional, o livro responde a essas e outras questões. Estudioso de vários conceitos e metodologias, Silveira apresenta os fundamentos para um gerenciamento bem-sucedido. A cada capítulo, ele traz exemplos reais e dinâmicos, mostrando o que fazer para gerenciar uma empresa de forma adequada.  Modelos, metodologias de apoio à ação gerencial e exemplos práticos completam a obra, que é fundamental para todos os que desejam melhorar seu desempenho profissional.

Ao longo da obra, dividida em 14 capítulos, o autor adota uma abordagem sistêmica: trata do todo conectando suas partes. Com base nesse pensamento, ele aponta armadilhas que prejudicam o desempenho de pessoas e organizações, propondo ainda importantes reflexões sobre a liderança – que, para ele, deve ser exercida de forma holística. “Tenho a convicção de que a sabedoria profunda em gerenciamento não é mais do que a sabedoria profunda de todo homem, pois o gerenciamento é uma prática. E, para o homem sábio, pensar antes de agir é essencial e indispensável”, afirma o consultor.

Baseando-se sobretudo nos ensinamentos de Edward Deming e Peter Senge, o autor expõe os cinco princípios que constituem a essência dos conhecimentos que um gerente (ou líder) precisa ter para ser eficiente e eficaz no exercício de sua função organizacional. São eles: condições para o sucesso (conceitos, ambiente e metodologias) – um modelo; conhecer sobre sistemas para poder ter visão sistêmica; entender a variabilidade do mundo para aprender a tratar o erro; entender e saber tratar de gente; e aprender a aprender.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1383/Sabedoria+profunda+em+gerenciamento

JOSÉ RICARDO DA SILVEIRA LANÇA “SABEDORIA PROFUNDA EM GERENCIAMENTO”

Convidados de José Ricardo da Silveira prestigiam o lançamento de seu livro Sabedoria profunda em gerenciamento, da Summus, na Livraria da Vila do Shopping JK Iguatemi.

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(fotos de Riba Dantas)

Saiba mais sobre o livro lançado:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1383/Sabedoria+profunda+em+gerenciamento

MORRE O MESTRE IYENGAR

Lamentamos informar que faleceu nesta quarta-feira, dia 20 de agosto, o guru Bellur Krishnamachar Sundararaja Iyengar, um dos responsáveis pela popularização da prática da ioga no mundo ocidental. Iyengar tinha 95 anos e morreu de insuficiência renal, em um hospital de Pune, na Índia. Autor de várias obras sobre ioga, a Summus publicou em 2007 o livro Luz na vida – A jornada da ioga para a totalidade, a paz interior e a liberdade suprema.  Na época, Iyengar era o maior professor vivo de ioga no mundo. Usando de sabedoria, simplicidade e experiência, ele mostra no livro como atingir a paz interior por meio da ação, da reflexão e do autoconhecimento.

B. K. S. Iyengar tinha por volta de 14 anos quando começou a praticar ioga. Franzino, debilitado e suscetível a todo tipo de doença, ninguém imaginava que ele sobreviveria. Com a ajuda da ioga, Iyengar não apenas sobreviveu como passou a disseminar os benefícios de sua prática, provando que ela é indicada a qualquer pessoa. No livro, ele condensou sua experiência e traduziu os complexos conceitos da filosofia hindu de maneira simples e envolvente.

Com mais de 70 deles dedicados à técnica, Iyengar foi quem mais difundiu a ioga no Ocidente e no Oriente nos últimos 50 anos. Ele transmitiu seus conhecimentos a milhares de alunos no mundo todo. A profundidade com que as posturas são realizadas em seu método, conhecido como Iyengar ioga, traz ao praticante mais do que consciência corporal: permite o alinhamento de corpo, mente e alma.

“Ao observá-lo manipulando um paraplégico e notar a precisão com que ele colocava aquele aluno nos ássanas (posturas), concluí que ele tem o máximo conhecimento da mecânica dos movimentos corporais e de cada manobra complexa dos ássanas”, afirma Sandro Malburg Bosco, diretor da Escola Yoga Dham, que visitou o mestre na Índia. Segundo ele, as orientações de alinhamento dadas por Iyengar intensificam os benefícios que começam no corpo físico e reverberam internamente nos níveis mais sutis da mente e da existência humana.

Utilizando recursos simples, Iyengar criou maneiras para que qualquer um – crianças, jovens, gestantes, idosos, deficientes, enfermos – possa praticar ioga. É essa “democracia” que caracteriza seus ensinamentos. De acordo com o mestre, a ioga é para todos e seus benefícios devem ser proporcionados ao maior número de pessoas possível.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1015/Luz+na+vida

OUÇA A PALESTRA DE LANÇAMENTO DO LIVRO “MUDAR”, DE FLÁVIO GIKOVATE

50109Por que é tão difícil mudar, mesmo quando sabemos que determinados hábitos ou atitudes nos são prejudiciais? Que mecanismos estão por trás da nossa resistência à mudança e como entendê-los para, então, desmantelá-los? O psicoterapeuta Flávio Gikovate vai ao âmago dessas questões em seu novo livro Mudar – Caminhos para transformação verdadeira. Ele não apresenta fórmulas prontas nem conselhos fáceis.  Percorrendo os caminhos que moldam o indivíduo – a biologia, a cultura e a personalidade –, o autor leva-nos a refletir sobre a capacidade que todos temos de mudar.

Uma palestra realizada pelo autor marcou o lançamento do livro. O evento ocorreu no dia 11 de agosto, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo. Ouça abaixo o áudio da palestra:

Para saber mais sobre o livro, acesse: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1380/Mudar