ROSALBA FILIPINI AUTOGRAFA NA LIVRARIA CORTEZ, EM SÃO PAULO

A Editora Ágora e a Livraria Cortez (São Paulo) promovem no dia 6 de outubro, segunda-feira, a partir das 19h, o lançamento do livro Psicoterapia psicodramática com crianças – Uma proposta socionômica. A terapeuta Rosalba Filipini, autora da obra, receberá amigos e convidados na livraria, que fica na Rua Bartira, 317 – Perdizes, São Paulo. O lançamento será em conjunto com o do livro Tornar-se homem (Livre Expressão), de Plínio de Almeida Maciel Junior.

A história da psicoterapia aponta para uma mudança na sua prática quando voltada ao público infantil. A psicanálise foi pioneira nesse trabalho e, entre os psicanalistas, é unânime a concepção de que com as crianças a abordagem técnica deve ser outra. No livro, Rosalba aborda o psicodrama com crianças de maneira profunda e precisa desde o surgimento da psicoterapia infantil no mundo e no Brasil, além de explicar sua maneira singular de trabalhar, ilustrando com casos as etapas do atendimento.

A autora inicia a discussão sobre o tema com um resgate histórico do conceito de psicoterapia a partir do século 20 e das primeiras contribuições à psicoterapia infantil. Dividida em duas partes, a obra traz também, de forma detalhada e didática, os principais conceitos psicodramáticos relacionados à prática clínica com crianças e as contribuições de Jacob Levy e Zerka Moreno para o campo.

Segundo a terapeuta, a influência da psicanálise deixou uma marca importante na prática da psicoterapia psicodramática infantil – o psicodrama analítico, iniciado na França e importado para o Brasil. “O chamado psicodrama moreniano tem sido praticado por poucos psicodramatistas e é possível visualizar a prática do psicodrama com crianças dividida nessas duas frentes: a analítica e a moreniana”, complementa.

Na sua avaliação, as crianças têm uma maneira peculiar de comunicação e o seu brincar, na psicanálise, é entendido como forma de expressão do mundo interno, que pode ser interpretada, semelhante à associação livre no adulto. No livro, a autora mostra que outras abordagens foram surgindo além da psicanálise, e o arcabouço teórico permite diferenciar a psicoterapia com crianças, considerando que elas apresentam recursos psicológicos e contextos diferentes do adulto.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://bit.ly/1ugUV6c

Psicoterapia_psicodramática_com_criancas_Tornar-se_homem

 

 

JOSÉ ANTONIO MARTINUZZO LANÇA O LIVRO “OS PÚBLICOS JUSTIFICAM OS MEIOS”, EM VITÓRIA (ES)

A Summus Editorial e a Logos Livraria promovem em Vitória (ES), no dia 30 de setembro, terça-feira, das 19h30 às 22h, o lançamento do livro Os públicos justificam os meios – Mídias customizadas e comunicação organizacional na economia da atenção, do jornalista e professor José Antonio Martinuzzo. O autor receberá amigos e convidados na livraria, que fica no Shopping Vitória (Av. Américo Buaiz, 200, loja 104/104A – Enseada do Suá, Vitória – ES).

Comunicar está se tornando um desafio cada vez mais complexo. Em tempos de midiatização das relações sociais, organizações de quaisquer naturezas encontram dificuldades no processo de interlocução com seus públicos-alvo. Numa realidade de vertigem informacional, capturar e manter a atenção de potenciais interlocutores transformou-se numa verdadeira corrida de obstáculos. Como vencer esse desafio tão atual, no âmbito do que se pode denominar economia da atenção? No livro, Martinuzzo explora formas de atuação criativa para estabelecer vínculos duradouros e dialógicos entre as organizações e seus públicos preferenciais. O caminho? As mídias customizadas.

Inovador na bibliografia contemporânea, o livro aplica definitivamente o termo customização à comunicação organizacional. A obra mostra o apelo midiático por estratégias sob medida, contemplando as diversas mídias, especialmente as digitais, considerando as características brasileiras. “Na incessante guerra pela atenção, seguimos uma das máximas de Maquiavel – os fins justificam os meios – e afirmamos que os públicos justificam os meios”, diz o autor. Segundo ele, a partir de amplo conhecimento sobre os interlocutores-alvo, quem faz a comunicação organizacional na empresa deve se preocupar em definir os meios, ou as mídias, com os quais se vai estabelecer, com endereço certo e conteúdo de interesse, um diálogo eficaz e duradouro, baseado na atenção mútua.

Para Martinuzzo, mesmo considerando o lugar da comunicação genérica, está na hora de investir em comunicação tailor-made como estratégia para conquistar uma interface dialógica com os públicos-alvo no processo de gestão de imagem organizacional. “Uma ponte midiatizada customizada é vital”, complementa.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1387/OS+P%C3%9ABLICOS+JUSTIFICAM+OS+MEIOS

Públicos justificam os meios, Os

 

‘11 SINAIS DE QUE ESTÁ NA HORA DE BUSCAR TERAPIA DE CASAL’

Observar cenas rotineiras do próprio casamento, que indicam a necessidade de um intermediário, pode evitar divórcio precoce

A comunicação não vai além do necessário, o casal evita se encontrar nos cômodos da própria casa e o sexo (quando ocorre) já está no modo automático.

Viver em um casamento em crise é desgastante e rende mágoas duradouras a todos os envolvidos. A terapia de casal surge então uma opção aos que buscam a mediação de um profissional antes de apelar para o divórcio.

Engana-se, no entanto, quem acredita que apenas longos matrimônios enfrentam crises. Experientes no casamento viram reféns do comodismo e aprendem a conviver com a falta de intimidade e o desinteresse. Não buscam ajuda e encaram a própria relação como um caso perdido, consequência de longos anos de convivência.

A psicoterapeuta Silvana Rangel, especializada em relacionamentos, conta que casais de 30 a 45 anos – ainda nos primeiros anos do casamento – são os que mais buscam ajuda. A mulher, segundo ela, é a primeira a oferecer a terapia de casal ao parceiro, como a última medida antes da separação.

“O que desengata a crise é a falta de intimidade. Para muitos homens é difícil assumir a fragilidade e buscar o confronto, por isso, se o diálogo não é mais produtivo, pode ser a hora de buscar um intermediário”, explica.

Veja a seguir os 11 sinais que revelam que está no hora de considerar a mediação de um profissional que ajude a entender e superar a crise:

1º Vocês não fazem programas juntos

Um casamento em crise não consegue passar despercebido por amigos e familiares. Sem intimidade, o casal decide ir sozinho a eventos sociais e até deixar de visitar a família do outro.

“Se houvesse intimidade no relacionamento, um se desdobraria pelo outro. Ir a eventos do companheiro é sinalizar cuidado, o zelo”, diz Silvana.

2º Ciúmes do trabalho

Vocês já não apoiam o crescimento do companheiro na vida profissional. Não existe competitividade dentro de um relacionamento. Se o assunto virou tema proibido dentro de casa, com falas como “ele(a) só se importa com o trabalho”, é hora de avaliar a natureza do problema. Tentar entender se o parceiro busca por atenção ou está com ciúmes das conquistas do outro. Muitas vezes uma das partes passa mais tempo no escritório para fugir do ambiente agressivo do lar.

3º Discussões pesadas e ofensivas

Deve ser um sinal vermelho quando brigas se tornam diárias e cada vez mais agressivas. O problema não é o que falamos, mas como falamos. Um dos dois quer pedir mais atenção e carinho, mas na hora da raiva solta: ‘você não presta nem para me dar carinho’. Assim, fica cada vez mais difícil de encontrar o ponto comum entre os dois.

4º Sexo ruim

O desejo pelo parceiro está quase extinto e as investidas cada vez mais raras. E quando ocorre a relação sexual, o ato já não é prazeroso. Especialistas garantem que a diferença é percebida pelos dois, mas como não há intimidade e diálogo a imaginação ganha força. O corpo está ali, mas a mente está longe cogitanto possíveis traições e  pensando nos problemas do casal.

5º Falta de planos

Deixar de planejar viagens é um mau sinal. Perceber que o parceiro está desmotivado e desiste de investir na relação pode derrubar a autoestima. Muitas mulheres não se sentem mais atraentes e começam rejeitar a própria aparência.

“A própria mulher sempre pensa que o problema está com ela. Vale nesse momento uma autoavaliação e perguntar a si mesmo se gosta do vê no espelho, como age e como poderia mudar a própria situação”, sugere a coach comportamental Anna Christina Araújo.

6º Vocês só falam sobre os filhos

A comunicação entre os dois está restrita, mas quando há diálogo o assunto é sempre o mesmo: filhos. Os dois passam a acreditar que seguem casados pelo “bem das crianças”, mas isso não é o recomendado. Levando em conta que muitos homens têm dificuldade de expressar os sentimentos e vulnerabilidade, portanto, cabe à parceira aproveitar o diálogo para questionar a relação e sugerir a terapia de casal.

7º Desrespeitar a família do outro

“Casei com você e não com a sua família”. O pensamento é repetido por muitos durante a crise. No entanto, a máxima é irreal e pode ainda agravar a situação do casal quando críticas são direcionadas à família do outro.

“Nós podemos enxergar o defeito da nossa família, mas é muito pior ouvir isso de outra pessoa”, conta a psicoterapeuta. Ambos precisam rever o relacionamento quando passam a falar “sua família” e não “nossa”.

8º Deixar de participar das atividades da escola dos filhos

Depositar uma responsabilidade no outro também é sinal de desinteresse e falta de parceria entre o casal. Normalmente, a mãe é associada como a parte responsável por acompanhar o rendimento dos filhos na escola. Mas isso nunca deve ser uma regra. É necessário dividir tarefas e reforçar o espírito de equipe dentro de casa.

9. Não perceber mudanças no visual

Erro cometido, na maioria das vezes, pelos homens. Em busca de melhorar a autoestima, mulheres podem apelar para um novo corte de cabelo ou uma roupa nova, por exemplo. Chegar a casa e não ser recebida por um marido atencioso derruba qualquer confiança.

“Tive um caso onde o marido não percebeu que a mulher havia trocado de carro. Eram casados há doze anos, mas tinham vidas separadas”, comenta Silvana.

10. Discutem pelas mesmas coisas

Todos os relacionamentos carregam assuntos por meses ou têm problemas que só são resolvidos quando uma das partes consegue ceder. Entre os temas mais contraditórios estão: situação financeira da família, como criar o filho e o jeito que o parceiro(a) dirige. Se entre o casal o consenso nunca apareceu, a melhor saída pode ser buscar ajuda profissional. Com sessões de medição, o terapeuta pode ensinar a ouvir o outro e encontrar um ponto de acordo.

11º Achar que o problema é sempre o outro

Você só poderá mudar a si mesmo. Não existe nenhuma forma milagrosa de mudar hábitos antigos do outro. Muitas vezes, a autoavaliação pode corrigir uma possível visão distorcida da realidade.

“Precisamos chamar a responsabilidade e entender que você também faz parte do processo. Ninguém destrói um casamento sozinho. Pessoas carentes, por exemplo, emanam energia de carência que acaba consumindo o outro”, garante Anna Christina.

Texto de Por Carolina Garcia, publicado originalmente no iG. Para lê-lo na íntegra, acesse: http://delas.ig.com.br/amoresexo/2014-08-08/11-sinais-de-que-esta-na-hora-de-buscar-terapia-de-casal.html

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Se você quer saber mais sobre Terapia de Casal, conheça os livros:

10551AMOR CONJUGAL E TERAPIA DE CASAL
Uma abordagem arquetípica|
Autora: Vanda Di Yorio
Analisa as relações conjugais associando o referencial da psicologia analítica às técnicas psicodramáticas. A conjugalidade é vista como lugar possível para o crescimento da consciência e a entrada no processo de individuação. São identificados os mecanismos de projeção e as idealizações, oferecendo-se alternativas para as situações conflituosas arquetípicas. Para estudantes, profissionais e casais em busca do crescimento.

20884LAÇOS AMOROSOS
Terapia de casal e psicodrama
Organizadora: Maria Amalia Faller Vitale
Coletânea de artigos de profissionais de primeira linha que vem sendo pensado e elaborado há anos, com o intuito de dar visibilidade ao trabalho psicodramático com casais ou famílias. Dois planos interagem nos escritos: o impacto de mudanças sociais que interferem na vida familiar e a contribuição de Moreno para a terapia de casal.

20782VÍNCULO CONJUGAL NA ANÁLISE PSICODRAMÁTICA
Diagnóstico estrutural dos casamentos
Autor: Victor R. C. Silva Dias
A questão do vínculo conjugal ganha aqui uma análise profunda com orientação e sistematização para diagnóstico e critérios para indicação de psicoterapia de casal. Há ainda outros artigos sobre tópicos atuais como identidade sexual e perfil do cliente nesse final de século.

 

“OS PÚBLICOS JUSTIFICAM OS MEIOS” É O NOVO LIVRO DA SUMMUS

Comunicar está se tornando um desafio cada vez mais complexo. Em tempos de midiatização das relações sociais, organizações de quaisquer naturezas encontram dificuldades no processo de interlocução com seus públicos-alvo. Numa realidade de vertigem informacional, capturar e manter a atenção de potenciais interlocutores transformou-se numa verdadeira corrida de obstáculos. Como vencer esse desafio tão atual, no âmbito do que se pode denominar economia da atenção? No livro Os públicos justificam os meios – Mídias customizadas e comunicação organizacional na economia da atenção, 10956lançamento da Summus, o professor José Antonio Martinuzzo explora formas de atuação criativa para estabelecer vínculos duradouros e dialógicos entre as organizações e seus públicos preferenciais. O caminho? As mídias customizadas.

Inovador na bibliografia contemporânea, o livro aplica definitivamente o termo customização à comunicação organizacional. A obra mostra o apelo midiático por estratégias sob medida, contemplando as diversas mídias, especialmente as digitais, considerando as características brasileiras. “Na incessante guerra pela atenção, seguimos uma das máximas de Maquiavel – os fins justificam os meios – e afirmamos que os públicos justificam os meios”, diz o autor. Segundo ele, a partir de amplo conhecimento sobre os interlocutores-alvo, quem faz a comunicação organizacional na empresa deve se preocupar em definir os meios, ou as mídias, com os quais se vai estabelecer, com endereço certo e conteúdo de interesse, um diálogo eficaz e duradouro, baseado na atenção mútua.

Para Martinuzzo, mesmo considerando o lugar da comunicação genérica, está na hora de investir em comunicação tailor-made como estratégia para conquistar uma interface dialógica com os públicos-alvo no processo de gestão de imagem organizacional. “Uma ponte midiatizada customizada é vital”, complementa.

Segundo o autor, o objetivo da obra é oferecer um mapeamento lógico, com fundamentos teóricos e ferramentas de trabalho, visando a uma ação norteada, antes de tudo, pela capacidade de refletir e decidir do leitor, conforme suas necessidades práticas. 

José Antonio Martinuzzo, jornalista, professor de graduação e pós-graduação na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), é mestre e doutor em Comunicação e pós-doutor em Mídia e Cotidiano pela Universidade Federal Fluminense. Especialista em Comunicação, Novas Tecnologias e Gestão da Informação, tem 20 anos de experiência em gestão de imagem nos setores público, privado e não governamental. Há mais de dez anos, é docente nas áreas de comunicação organizacional, assessoria de imprensa e estudos de mercado e projetos comunicacionais. Coordenador adjunto do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Territorialidades da Ufes, lidera os grupos de pesquisa Laboratório de Comunicação e Cotidiano e Sociedade Midiatizada e Práticas Comunicacionais Contemporâneas.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1387/OS+P%C3%9ABLICOS+JUSTIFICAM+OS+MEIOS

‘COMO CULTIVAR PROCESSOS MENTAIS PARA EXPANDIR A CRIATIVIDADE’

Cientistas propõem que a inspiração pode ser beneficiada por um “menor controle” da cognição

Podemos definir criatividade como o processo psíquico por meio do qual primeiro nos tornamos sensíveis a determinado problema; uma vez identificada a dificuldade, testamos (ainda que mentalmente) hipóteses a respeito da questão e, finalmente, obtemos a solução. Essa “resposta” é considerada criativa quando, além de inédita, é de fato útil e adequada à situação. Em linhas gerais, podemos falar em “geração e implementação proposital” de uma ideia nova. No local de trabalho, esse movimento pode ser mais apropriadamente caracterizado pela procura e aplicação de novidades que resultem em efeitos úteis mensuráveis.

Em numerosos estudos nas últimas décadas, psicólogos tentaram desvendar os mistérios da criatividade excepcional nas artes e nas ciências, considerando as semelhanças entre Pablo Picasso, Amadeus Mozart, Virginia Woolf, os irmãos Wright e Albert Einstein. Essas investigações, junto com outras que procuram desvendar aspectos que estão nas origens da solução de problemas do cotidiano, revelaram fatores genéticos, sociais e econômicos (bem como as circunstâncias atribuídas ao acaso) que contribuem para o pensamento criativo.

Embora por muito tempo a criatividade tenha sido considerada uma espécie de dom de uma seleta minoria, psicólogos agora revelam que é possível cultivar processos mentais – como capacidade de tomada de decisão, desenvolvimento da linguagem e da memória – que todos possuímos e que ajudam a exercitar e expandir a criatividade. Em outras palavras, do ponto de vista científico é possível aumentar o potencial nessa área. Estudos recentes mostram que técnicas capazes de subverter a maneira como as pessoas veem o mundo, bem como estratégias que incentivem processos de pensamento inconscientes, são fundamentais para fazer brotar boas ideias.

Considerando que a criatividade costuma ser associada diretamente a novas ideias, a predisposição para desenvolvê-las é a primeira etapa importante do processo. Em geral, para chegar a novas soluções é necessário ter a mente aberta, isto é, o máximo possível livre de regras e, de preferência, com o mínimo de autocensura – pelo menos nesse momento. Em 2009, a neurocientista Sharon Thompson-Schill e seus colegas da Universidade da Pensilvânia propuseram que a inspiração poderia ser beneficiada por um estado de “menor controle” da cognição, ou seja, sem restrição de pensamentos e comportamentos.

Atividades para pensar “fora da caixa”

Exercícios que abalam as maneiras típicas de pensar podem favorecer um estado mental criativo. Um deles, por exemplo, consiste em mudar as formas de ver e utilizar objetos. Em um estudo publicado em 2006, meus colegas e eu pedimos que universitários criassem, em 15 minutos, até seis usos alternativos para 12 objetos comuns.

Solicitamos em seguida que resolvessem problemas práticos, como fixar uma vela em pé numa parede usando uma caixa de fósforos e uma de tachinhas. (Dica: imagine a caixa como uma plataforma.) Só para metade dos alunos foi dito que os objetos da primeira tarefa estavam relacionados aos problemas práticos. Integrantes dos dois grupos tiveram desempenhos igualmente bons nos problemas práticos e resolveram um número significativamente maior de questões que os jovens que não completaram a tarefa de usos alternativos. Percebemos, com isso, que o treinamento pareceu beneficiar os estudantes, despertando neles a predisposição para uma resolução de problemas criativa.

Texto de Evangelia G. Chrysikou, publicado originalmente na revista Mente e Cérebro, setembro de 2014. Para lê-lo na íntegra, acesse: http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/como_cultivar_processos_mentais_para_expandir_a_criatividade.html

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Se você quer saber mais sobre criatividade, conheça os livros:

10701IDEIAS
100 técnicas de criatividade
Autor: Guy Aznar
Esta obra é uma preciosa ferramenta para transformar as limitações, os medos e as incertezas em propostas positivas, isto é, em ideias. Por meio de conselhos que estimulam a criatividade, métodos para aproveitar as técnicas existentes e exemplos concretos, Guy Aznar mostra que a criatividade aplicada à produção de ideias é um processo que pode ser desenvolvido, ensinado e organizado.

10526ESCRITA CRIATIVA
O prazer da linguagem
Autora: Renata Di Nizo
Sim, todos podem escrever bem – e, principalmente, gostar de escrever. Neste livro, Renata Di Nizo oferece numerosas técnicas de criatividade que possibilitam a descoberta do potencial criativo – muitas vezes oculto por uma rotina cansativa e a falta de estímulos adequados. Indicado para todas as pessoas que desejam se comunicar melhor por escrito, especialmente profissionais, acadêmicos e estudantes.

10536CRIATIVIDADE NO TRABALHO E NA VIDA
Edição revista
Autor: Roberto Menna Barreto
Autor do mais bem-sucedido livro sobre criatividade publicado no Brasil, Roberto Menna Barreto, nesta sua nova obra, expande seus conceitos de forma a abarcar todas as possíveis aplicações da criatividade na vida pessoal e profissional. Calcado em sua experiência em mais de quinhentos seminários para grandes empresas e público em geral, apresenta-nos um livro de grande fôlego, ambicioso, inspirador, irresistível.

 

MUDAR É PRECISO

Em entrevista ao jornal Estado de Minas, o psicoterapeuta Flávio Gikovate falou sobre o tema do seu novo livro: Mudar – Caminhos para a transformação verdadeira (MG Editores). Na entrevista, ele afirma que mudar é um processo difícil, embora a psicologia venda a ideia de que é sempre possível. “Mudar exige muito trabalho, muito empenho da própria pessoa e é muito difícil. O terapeuta é apenas o facilitador.” Leia a reportagem na íntegra: http://goo.gl/IpLvGW

Por que é tão difícil mudar, mesmo quando sabemos que determinados hábitos ou 50109atitudes nos são prejudiciais? Que mecanismos estão por trás da nossa resistência à mudança e como entendê-los para, então, desmantelá-los? No livro, Gikovate vai ao âmago dessas questões, mas não apresenta fórmulas prontas nem conselhos fáceis.  Percorrendo os caminhos que moldam o indivíduo – a biologia, a cultura e a personalidade –, o autor leva-nos a refletir sobre a capacidade que todos temos de mudar.

“É preciso ousar, tentar realizar os sonhos que elaboramos. Quem não acha que terá condições de ousar e tratar de perseguir seus sonhos não deve construí-los”, afirma Gikovate. Segundo ele, viver sem sonhos pode ser triste, mas mais doloroso é tê-los e não persegui-los. “Isso é muito mais terrível que tentar e fracassar. No fim das contas, todo processo de mudança deveria ter como objetivo principal o crescimento pessoal, tanto emocional como moral. Aqueles que alcançarem esse patamar saberão muito bem o que desejam fazer da vida e terão coragem, disciplina e determinação para ir atrás de seus sonhos.”

No livro, Gikovate analisa os obstáculos que enfrentamos quando nos propomos a mudar um comportamento e aponta caminhos para vencer os entraves. A vontade pessoal e a autoanálise são ingredientes fundamentais, mas a razão também tem papel primordial: o que de fato queremos mudar? Quem desejamo-nos tornar? Estaremos dispostos a abrir mão da estabilidade para alcançar nossos objetivos? Conseguiremos suportar a dor das perdas imediatas para gozar de benefícios em longo prazo?

Para saber mais sobre o livro, acesse:

http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Mudar

MESMO CONDICIONADOS, É POSSÍVEL IDENTIFICAR MENTIRAS EM CANDIDATOS POR MEIO DA LINGUAGEM CORPORAL

De acordo com Paulo Sérgio de Camargo, autor dos livros Não minta pra mim! e Linguagem corporal e especialista no tema, sinais de tensão e ansiedade aparecem quando as pessoas mentem.

Ouça abaixo a participação do autor no Jornal da CBN, apresentado por Milton Jung:

 

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Para conhecer o livro Linguagem corporal - Técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais, acesse: http://bit.ly/1tPjrMJ

 

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Para conhecer o Não minta pra mim! – Piscologia da mentira e linguagem corporal, acesse: http://bit.ly/X6ERGZ

 

PAIS TÊM DIFICULDADE PARA ACEITAR QUE FILHO ADOLESCENTE PRECISA FAZER TERAPIA

Em entrevista ao site IG Delas, a psicóloga Elizabeth Monteiro, autora do livro Criando adolescentes em tempos difíceis, afirma que o tratamento psicológico nessa fase ajuda no processo de autoafirmação dos jovens e diminui crises familiares. A reportagem aponta alguns sinais que indicam quando adolescente precisa de ajuda profissional. Leia a matéria na íntegra: http://goo.gl/9xE3Za

10645Numa época em que reina a falta de limites e os jovens são vistos como irresponsáveis, o diálogo entre pais e filhos é fundamental. Para Elizabeth, nunca foi tão importante dar exemplos. No livro, ela revela que o jovem precisa de modelos seguros para enfrentar a árdua etapa da adolescência. Já os pais devem parar de estigmatizar os filhos, oferecendo-lhes a oportunidade de mostrar seu valor. “O objetivo do livro é resgatar a dignidade do adolescente que é discriminado pelos próprios pais”, afirma a autora.

Baseada em sua experiência como psicóloga, psicopedagoga e mãe, a autora fala da necessidade de proteger os adolescentes de ameaças como as drogas e, ao mesmo tempo, incentivar a autonomia deles. O amor parental não é estático. Ele muda com o tempo, conforme os filhos crescem. Por isso, segundo Elizabeth, os pais precisam atualizar seu modo de sentir e amar os adolescentes.

O livro é resultado de um trabalho que durou seis anos. Nesse período, ela colheu experiências em seu consultório e observou, em diferentes lugares e momentos, o comportamento de pais e adolescentes. “Trata-se de uma constatação de tudo que eu vivo”, revela a psicóloga.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Criando+adolescentes+em+tempos+dif%C3%ADceis

 

8 DE SETEMBRO: DIA INTERNACIONAL DO JORNALISTA

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Em comemoração, daremos 50% de desconto nos livros O mundo dos Jornalistas, de Isabel Travancas, e O papel do jornal e a profissão de jornalista, de Alberto Dines! Aproveite: é só até a meia-noite de hoje, 8/9!

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O MUNDO DOS JORNALISTAS

Indicado na bibliografia dos melhores cursos de comunicação do país, este livro faz uma análise minuciosa da profissão de jornalista. Abordando a rotina do repórter e a construção da identidade desse profissional, a autora compõe um rico mosaico, enriquecido com o depoimento de grandes personalidades, como Janio de Freitas e Zuenir Ventura. Fundamental para estudantes e profissionais.

Por apenas R$ 24,95!

 

10653O PAPEL DO JORNAL E A PROFISSÃO DE JORNALISTA
Edição revista, atualizada e ampliada

Alberto Dines é um dos mais respeitados jornalistas brasileiros e discute há décadas o papel da imprensa nos rumos políticos do país. Esta nona edição de O papel do jornal comemora os 35 anos de publicação do livro. Embora o contexto original fosse bem diferente do atual, os assuntos base da primeira edição permanecem: ética, exercício da profissão de jornalista, interesse público. Dines retoma um assunto que ele ressaltou em 1985: a necessidade do diploma de jornalismo para que se exerça a atividade.

Por apenas R$ 31,70!

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Para conhecer todos os livros de jornalismo publicados pela Summus, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/categoria/Jornalismo

 

 

‘DE OLHO NO CÉU, ASTRÓLOGOS JUSTIFICAM LIDERANÇA FEMININA NAS ELEIÇÕES’

Os astrólogos Barbara Abramo e Maurício Bernis contam como o céu pode influenciar as eleições deste ano no vídeo a seguir.

“No meio do céu do Brasil tem um Saturno junto com a Lua para esse ano, e a lua rege as mulheres”, diz Bernis.

Barbara reafirma: “O segundo turno está muito bom para as elas. Tem um aspecto lindo de mulheres.”

Sob esse olhar favorável às candidatas Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB), o astrólogo conclui: “Há aí um erro estratégico do Aécio [Neves, presidenciável do PSDB] de não por uma mulher de vice.

Os astrólogos ainda apontam mudanças à vista.

Para Abramo, que publica o horóscopo da Folha e estuda astrologia política, o acidente que tirou a vida do presidenciável Eduardo Campos (PSB) coincide com um ciclo astral que, em 1954 e 1985, foi marcado pelas mortes de Getúlio Vargas e Tancredo Neves.

Para Bernis, perito em previsões sobre finanças, o mapa astral do país revela solavancos na economia brasileira até meados de 2015.

Matéria publicada originalmente na Folha de S.Paulo, em 04/09/2014. Para lê-la na íntegra, acesse: http://www1.folha.uol.com.br/multimidia/videocasts/2014/09/1510683-de-olho-no-ceu-astrologos-justificam-lideranca-feminina-nas-eleicoes-veja.shtml

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20089Maurício Bernis é autor do livro “O caminho da realização com a agricultura celeste“, publicado pela Ágora. Exposta em linguagem prática e direta, a metodologia da agricultura celeste foi desenvolvida por Maurício Bernis para aqueles que buscam a autorrealização mas evitam clichês místicos e esotéricos. Ela soma conhecimentos de diversas vertentes filosóficas e de psicologia junguiana e se expressa por meio da astrologia. O símbolo do processo é a árvore, que espelha as energias da vida e da natureza – vem daí o nome da obra.