‘SAIBA QUAIS PROFISSÕES NÃO COMBINAM COM VOCÊ’

A Veja.com traz um teste vocacional desenvolvido pela orientadora de carreiras Maria da Luz Calegari, coautora do livro Temperamento e carreira (Summus Editorial). A proposta é ajudar o estudante a identificar carreiras que não tem a ver com o seu perfil. Faça o teste: http://goo.gl/iQlCu6

O que faz alguém ter sucesso profissional? Que fatores determinam a ascensão? Por que apenas algumas pessoas se destacam em ambientes onde todos tiveram as mesmas oportunidades? Até pouco tempo, o trinômio talento, determinação e trabalho árduo era suficiente para explicar o desempenho favorável. Hoje, não é mais. Após anos de estudos e comprovações empíricas, Maria da Luz e o consultor Orlando Gemignani chegaram a interessantes conclusões. A mais importante é uma descoberta: o sucesso está intrinsecamente relacionado com o temperamento. 10321No livro, os autores apresentam os quatro temperamentos universais e os 16 tipos psicológicos que deles derivam. Mais do que uma fonte de pesquisa, a obra é um instrumento que ensina a aproveitar, compreender e utilizar corretamente os vários tipos de temperamento, valorizando algo até pouco tempo ignorado: as diferenças.

Para chegar aos 16 perfis psicológicos, os autores se basearam na Teoria dos Temperamentos (essência da personalidade) e em conceitos da neurociência a respeito dos tipos de inteligências e de processos mentais, ou seja, como as pessoas recebem e processam informações. Um dos primeiros a compreender a diversidade humana foi o psicanalista C. G. Jung. No início do século XX, ele deu importante contribuição para o tema ao levantar hipótese de que o comportamento humano é preditível e classificável. Bem antes dele, entretanto, já se pensava no assunto. Cinco séculos antes de Cristo já havia filósofos preocupados em conhecer os diferentes tipos psicológicos e até na Bíblia há descrições de temperamento.

O autoconhecimento sobre o próprio temperamento e sobre os tipos de inteligência, acreditam os autores, é a chave para atingir o sucesso. “Ao longo de sete capítulos, que ajudam a identificar o temperamento, pudemos comprovar que os caminhos de realização são diversos e absolutamente naturais, ou seja, somente é bem-sucedido quem consegue ser fiel a si mesmo”, afirma Maria da Luz.

Fidelidade, nesse contexto, significa fazer escolhas compatíveis com visão de mundo, princípios, valores, interesses e, principalmente, talentos naturais. “Quem se esforça em conhecer-se e traçar a sua trajetória profissional de acordo com a sua ‘natureza’ tem muito mais condição de realizar-se em uma carreira e ser feliz”, diz Gemignani. Pesquisas norte-americanas, segundo ele, comprovam que aqueles que ignoram o próprio temperamento ou tentam disfarçá-lo no ambiente de trabalho, além de terem um desempenho de má qualidade, passam por mais situações de estresse e frustração.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/978/Temperamento+e+carreira

A CABALA EM IMAGENS

O jornal Estado de Minas deu destaque para o livro Vivenciando a Cabala (Editora Ágora), do renomado psiquiatra Gerald Epstein. Pioneiro no estudo e na aplicação das imagens mentais, ele oferece neste livro uma abordagem contemporânea da Cabala por meio de exercícios de visualização. Leia a reportagem na íntegra: http://goo.gl/TQ5Vg0

Para Epstein, a visualização mental é a maneira pela qual é possível acessar a realidade invisível para obter a cura e a realização espiritual. 20146No livro, ele fornece ao leitor as ferramentas para se tornar um cabalista praticante. Com mais de 60 sugestões de exercícios de visualização, a obra percorre um dia típico vivenciado por todos e aponta os desafios com que deparamos no cotidiano – de concentrar-se pela manhã a eliminar a insônia à noite. Além disso, ele mostra como combater a ansiedade e a dúvida, lidar com problemas financeiros e enfrentar dores físicas e emocionais.

Pioneiro no estudo e na aplicação das imagens mentais, Epstein apresenta o modo como as imagens permitem invocar o verdadeiro poder interior, eliminar os obstáculos que obstruem o fluxo natural de harmonia e colocar todos no caminho do autodomínio, da liberdade e da transcendência.

“Essa é a homeopatia da mente em contato com o espirito”, explica o autor.  Segundo ele, na mente, quantidades micro de tempo engendram ou estimulam uma reação macro tanto no reino tridimensional cotidiano quanto no reino espiritual do qual o cotidiano se origina. “A beleza da Cabala é que ela nos oferece várias práticas facilmente disponíveis que tanto nos ajudam a encontrar paz interior como o espírito”, complementa.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1390/Vivenciando+a+Cabala

A MUDANÇA DO PAPEL DA MULHER

Reportagem publicada por O Estado de S.Paulo neste domingo, dia 18 de janeiro, destacou a importância do Suplemento Feminino, encarte do jornal publicado entre 1953 e 2011. A matéria, que traz entrevista da jornalista Dulcília Buitoni, autora do livro Mulher de papel – A representação da mulher pela imprensa feminina brasileira (Summus Editorial), afirma que, por 58 anos, em meio a dicas de moda, beleza e culinária, o caderno acompanhou uma revolução no país. Leia reportagem na íntegra: http://goo.gl/rVtdGe

10521No livro Mulher de papel, clássica obra do jornalismo, Dulcília analisa a representação feminina na mídia impressa, destacando padrões e tendências em mais de 150 anos de páginas dedicadas à mulher. Em segunda edição – revista, atualizada e ampliada –, a obra aborda desde a mocinha casadoira e pouco alfabetizada de 1880 até a celebridade siliconada de 2001, mostrando como meninas, jovens e adultas estiveram e estão sob a influência poderosa da mídia impressa especializada. “Passadas algumas décadas, continuo a procurar mulheres de verdade nas revistas femininas, embora saiba que publicidade e consumo lidam principalmente com mitologias”, revela a autora.

Fruto de uma tese de doutorado desenvolvida em 1980, o livro traz um levantamento histórico, incluindo informações e imagens a respeito dos diversos periódicos para mulheres na imprensa brasileira. “Trata-se de uma amostragem representativa, servindo para dar uma ideia bem concreta do que se fazia no século passado até chegar a nossos dias”, afirma a autora, que pesquisou a iconografia da área durante quase dois anos para compor um livro de abordagem histórica pioneira.

Em que medida jornais e revistas difundiram conteúdos modeladores da consciência da mulher brasileira? Baseando-se no contexto sociocultural de cada época – de meados do século XIX até o começo do século XXI –, a autora mostra que a mulher ainda tem muito que fazer para deixar de ser representação e virar realidade. A reprodução de páginas e capas de algumas revistas permite visualizar as transformações na construção dos modelos de mulher.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1175/Mulher+de+papel

 

‘DEPRESSÃO PÓS-PARTO, UM DRAMA REAL’

Quadro atinge de 10% a 15% das mulheres, mas pode ser revertido com ajuda psiquiátrica e psicológica.

A quantidade de transformações físicas e emocionais enfrentadas pela mulher desde o momento em que descobre que está grávida até alguns meses depois do parto não é pequena.

Assim, sentimentos como ansiedade, insegurança e irritação são bastante comuns depois que o bebê nasce. Essa fase nova (e assustadora!) demanda uma grande dose de paciência até que você se adapte ao fato de que aquele serzinho indefeso que, até então, estava protegido dentro da sua barriga, está agora no mundo.

Entretanto, muitas mulheres acabam sofrendo mais do que o normal nesse momento. A depressão pós-parto (DPP) atinge de 10% a 15% das mães, principalmente nos seis primeiros meses depois do nascimento do bebê.

“Ela é caracterizada por um sentimento de tristeza que vai ficando cada vez mais intenso e acaba tornando as mulheres incapazes de exercer as tarefas mais simples do dia a dia, passando a demonstrar apatia e desinteresse”, explica a psicóloga Márcia Ferreira da Silva Rodrigues.

Trata-se de um problema sério que afeta não somente a saúde da mãe, mas também o desenvolvimento do bebê.

Márcia explica que os principais sintomas do quadro são: desânimo persistente, sentimentos de culpa, desamparo e desesperança, insônia, diminuição da libido e do apetite, irritabilidade, falta de energia e motivação, pensamentos obsessivos ou supervalorizados, temor de machucar o filho e, nos casos mais graves, até ideias suicidas.

Não existe uma explicação única para o que causa a depressão pós-parto. O fato é que existem algumas situações em que se pode apontar uma certa predisposição para o quadro – o que não significa, entretanto, que as mulheres que se encaixem em algumas delas vão, necessariamente, sofrer da doença.

Ainda assim, Márcia pondera que vale dar uma atenção especial às mulheres grávidas que apresentem algum desses fatores: história de depressão ou de doença psiquiátrica no passado, forte tristeza após o parto, depressão ou ansiedade exagerada antes do parto, baixa autoestima, estresse, tentativa de aborto e gravidez indesejada ou não planejada.

Já nos primeiros sinais de que alguma coisa não vai bem, a mãe deve procurar um psiquiatra, o único profissional gabaritado para fazer o diagnóstico da depressão pós-parto. Mas ainda que o quadro seja identificado, não é preciso se desesperar.

Existe uma série de medicamentos bastante eficazes para controlar a DPP e, com o tratamento, em pouco tempo a mulher se sentirá segura para voltar à vida normal e cuidar muito bem do seu bebê.

“Como existem múltiplos fatores determinantes na depressão pós-parto, não só biológicos, mas também sociais e familiares, a psicoterapia também pode ajudar muito no tratamento”, acrescenta Márcia.

O apoio do parceiro, da família e dos amigos à mulher com DPP também são fundamentais. “Procurar ajuda em quem está em volta é de extrema importância. Contar o que está ocorrendo e não manter os sentimentos somente para si mesma é decisivo para superar a depressão pós-parto”, explica.

Mas o mais importante (e isso vale não somente para as mulheres com DPP, mas para todas as mães de primeira viagem) é não se cobrar demais.

A gestação e o parto são períodos mágicos na vida da mulher, mas não se pode negar que trazem também uma série de dificuldades e questões complexas, que só serão digeridas com o passar do tempo.

Calma, paciência e serenidade são fundamentais para passar por esse processo com naturalidade.

Texto publicado originalmente no portal Disney Babble, em 19/01/2015. Para lê-lo na íntegra, acesse:
http://disneybabble.uol.com.br/br/beb%C3%AAs/depress%C3%A3o-p%C3%B3s-parto-um-drama-real

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Quer saber mais sobre assunto? Conheça o livro Depressão pós-parto, da coleção Guias Ágora:

20806DEPRESSÃO PÓS-PARTO
Esclarecendo suas dúvidas
Autora: Erika Harvey
Editora Ágora
O livro mostra a diferença entre a depressão conhecida como “baby blues”, que afeta quase todas as mulheres após o parto, sem maiores conseqüências, e a depressão grave que requer intervenção de profissional capacitado. Saber identificar essa diferença, às vezes bastante sutil, cabe à própria mulher, aos familiares à sua volta e aos seus médicos, e esta leitura é de grande utilidade para todos.

 

CONTRA O SENSO COMUM

A Revista do Correio, encarte do jornal Correio Braziliense, publicada no domingo, 11 de janeiro, indicou a leitura do livro Seu bebê em perguntas e respostas – Do nascimento aos 12 meses (MG Editores). A reportagem afirma que as mães, em geral, estão sujeitas a uma saraivada de conselhos nem sempre úteis, apesar de bem intencionados. Leia a matéria na íntegra: http://goo.gl/jxOE9o

Ter um filho é uma das experiências mais emocionantes da vida, mas também uma das mais assustadoras. As mães e os pais de primeira viagem muitas vezes se veem às voltas com problemas que não sabem resolver – e, por causa da inexperiência, acabam transmitindo uma ansiedade que prejudica o relacionamento com o bebê. Como evitar as cólicas? De quanto em quanto tempo amamentar? Quando o recém-nascido pode sair à rua? Como saber se ele está se desenvolvendo corretamente? Por que o bebê não dorme à noite? Por que ele não pára de chorar? 50054Essas são algumas das perguntas respondidas pelo livro Seu bebê em perguntas e respostas, escrito pelo pediatra Sylvio Renan Monteiro de Barros.

Baseada na experiência de mais de três décadas do dr. Sylvio como pediatra, a obra segue uma linha diferente de outros compêndios da área, que enfocam explicações técnicas e clínicas e só falam do “bebê-padrão”. “Os medos e receios de uma mãe, principalmente daquelas que vivem a maternidade pela primeira vez, são únicos. Portanto, o pior caminho é generalizar um problema”, afirma. O pediatra, segundo ele, deve ser alguém preparado para ouvir e lidar com a mãe, que tem dúvidas normais e perfeitamente compreensíveis.

Com informações claras, didáticas e tranquilizadoras para o dia-a-dia, o livro foi elaborado na forma de perguntas e respostas. “O objetivo é ajudar as mães a cuidar de seus filhos e estabelecer com eles uma relação de amor e confiança”, diz. Fácil de consultar, a obra pode ser lida de uma vez ou utilizada sempre que houver dúvidas a respeito de algum comportamento ou estado apresentado pelo bebê.

As informações estão divididas em trimestres. O capítulo “Do nascimento aos 3 meses” é o mais extenso, pois essa é uma fase de muitas dúvidas para pais e mães recentes. Questões relacionadas a sono, bem-estar, imunização, comportamento, alimentação e medicação são amplamente exploradas. Ao final, anexos esclarecem o uso correto das cadeirinhas para automóveis e trazem gráficos de peso e crescimento para acompanhar a evolução do bebê.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1122/Seu+beb%C3%AA+em+perguntas+e+respostas