PERSONAGENS LÉSBICAS DA NOVELA BABILÔNIA SÃO ESPELHO POSITIVO E LIBERTADOR

Um casal de mulheres lésbicas octogenárias debatendo questões cotidianas, dividindo preocupações e trocando afetos. Com essa cena singela e natural, os autores da nova novela da TV Globo, Babilônia, introduziram as personagens vividas por Nathália Timberg e Fernanda Montenegro.  Na opinião do psicólogo Klecius Borges, um dos maiores especialistas do Brasil em terapia afirmativa, a ideia de incluir na trama um casal de mulheres com esse perfil é oportuna e salutar. “Oportuna porque colocará alguma luz sobre as dificuldades e os conflitos que muitas mulheres enfrentam ao se assumirem publicamente, como um casal homoafetivo. E salutar por apresentar aos muitos casais, que vivem invisíveis e amedrontados, e também à sociedade, de forma geral, um espelho positivo e potencialmente muito libertador.”

Segundo Borges, as dificuldades dos casais homoafetivos envolvem desde preconceitos sociais mais gerais, como o direito ao casamento e à adoção, como conflitos pessoais que se manifestam nas relações familiares e profissionais. Pioneiro na aplicação da terapia afirmativa no Brasil – modalidade psicoterápica que se ocupa especificamente das questões comuns enfrentadas por esse público –, ele afirma que as questões sobre relacionamento estão no topo da lista dos assuntos levados ao consultório. O que falta para esse público, segundo ele, é informação, já que são raras as referências ou representações sobre a natureza dessas relações.

30077No livro Muito além do arco-íris – Amor, sexo e relacionamentos na terapia homoafetiva, das Edições GLS, Borges começa a corrigir essa escassez de informação. Apresentando uma seleção de casos tratados de uma perspectiva não heternormativa, ele aborda assuntos como autoaceitação, visibilidade social, homofobia e preconceito, abrindo caminho para a autorreflexão e a transposição de barreiras na busca de uma vida mais equilibrada e feliz.

“Por mais que certas questões relacionais sejam comuns a todos os indivíduos, afirmar que casais são casais, não importando sua orientação e identidade sexual, é no mínimo um reducionismo”, diz Klecius.  Segundo ele, essa afirmação desconsidera as dinâmicas psíquicas e sociais envolvidas nas vivências e experiências de indivíduos e casais submetidos a uma cultura não apenas heteronormativa, mas muitas vezes opressora e dominada, ainda hoje, por práticas e atitudes fortemente discriminatórias.

Ao longo da obra, o autor fala sobre temas difíceis, como modelos de relacionamento, modalidades de casamento, traição, ciúme, luto, identidade sexual, compulsão sexual, solidão, homofobia internalizada, o ódio de si mesmo, a idealização do amor pelo outro.

Os casos relatados no livro são uma mistura de histórias e de pacientes que buscam uma solução para os seus conflitos. “Questões como visão patológica da sexualidade e preconceito em relação ao casamento entre pessoas do mesmo sexo e à homoparentalidade, entre outras, além de específicas desse grupo, carregam em si um elevado teor emocional que requer uma escuta distinta”, avalia o psicólogo.

Mesmo as questões ligadas à afetividade e à sexualidade, propriamente ditas, embora comuns a todos, não importando a orientação sexual, neste grupo apresentam peculiaridades, dilemas e desafios próprios de uma natureza de relacionamento fundada na duplicidade de gênero. “Mas por falta de modelos aceitos e reconhecidos no âmbito social, tais indivíduos se espelham ainda nos padrões e modelos heterossexuais”, complementa Klecius. 

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1338/Muito+al%C3%A9m+do+arco-%C3%ADris

Para conhecer todos os títulos do autor pelas Edições GLS, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/busca/klecius+borges/all/0

SUMMUS APOIA NOVAMENTE FESTIVAL CURTA NEBLINA

A Summus Editorial apoiou o VI CURTA NEBLINA – FESTIVAL LATINO-AMERICANO DE CINEMA. Este ano a mostra competitiva, que tem a curadoria do roteirista e diretor de cinema Beto Besant, ocorreu no Teatro Santos Dumont, em São Caetano do Sul, de 11 a 14 de março.

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Para saber mais sobre o festival, acesse: http://curtaneblina.blogspot.com.br/

Para conhecer os livro de cinema da Summus Editorial, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/categoria/Cinema

ANTÔNIO ABUJAMRA ENTREVISTA CELSO SABADIN NO PROGRAMA PROVOCAÇÕES, DA TV CULTURA

Provocacoes_TV_CulturaO jornalista e crítico de cinema Celso Sabadin, autor do livro Vocês ainda não ouviram nada (Summus Editorial), foi entrevistado por Antônio Abujamra no programa Provocações, da TV Cultura, ontem, dia 24 março. No bate-papo, que teve a participação da crítica de literatura e teatro Ida Vicenza, Sabadin falou sobre carreira e temas polêmicos. Assista abaixo aos blocos 2 e 3 do bate-papo.

Bloco 2:

Bloco 3:

10643No livro Vocês ainda não ouviram nada, Sabadin resgata a história dos filmes mudos desde seus primórdios, contando de forma leve e divertida os principais acontecimentos que marcaram sua trajetória.

Escrito por um dos maiores críticos de cinema da atualidade, o livro reúne histórias sobre as invenções tecnológicas que levaram à criação do cinema; os precursores dos famosos irmãos Lumière; o início dos grandes estúdios norte-americanos; as primeiras comédias; o cinema alemão e as produções russas; os diretores e produtores pioneiros; os astros e estrelas; o cinema de animação; e os primeiros passos do Brasil na era da cinematografia. “O objetivo é eliminar o preconceito, mostrar que era um cinema elaborado e foi uma base importante”, afirma o autor.

Resultado de uma cuidadosa pesquisa, que durou cinco anos, o livro fala sobre o nascimento e o desenvolvimento da indústria cinematográfica em vários países, como Estados Unidos, França, Inglaterra, Itália, Rússia, Austrália e Brasil. O autor contextualiza os momentos marcantes do cinema mudo com o cenário histórico mundial e as consequências para o mundo das artes.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1192/Voc%C3%AAs+ainda+n%C3%A3o+ouviram+nada

 

‘EDUCAÇÃO INCLUSIVA AINDA NÃO É REALIDADE NA MAIORIA DAS ESCOLAS BRASILEIRAS’

Ouça entrevista ao CBN Madrugada de Maria Teresa Eglér Mantoan, pedagoga, mestre e doutora em Educação pela Unicamp e autora do livro Inclusão escolar – O que é? Por quê? Como fazer?:

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Conheça o livro:

10999INCLUSÃO ESCOLAR
O que é? Por quê? Como fazer?
Autora: Maria Teresa Eglér Mantoan

Escrito por uma das maiores especialistas em inclusão escolar no Brasil, esta obra aborda o assunto de maneira clara e didática. Baseando-se na legislação sobre o tema, Maria Teresa Eglér Mantoan explica o que é educação inclusiva, discute os passos necessários para implantá-la e ressalta suas vantagens. Livro fundamental para educadores que desejam saltar da teoria para a prática.

Para ver todos os volumes da coleção Novas Arquiteturas Pedagógicas, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/colecao/Novas%20Arquiteturas%20Pedag%C3%B3gicas

‘DIAGNÓSTICO DE TRANSTORNO BIPOLAR DEPENDE DE EPISÓDIOS DE VARIAÇÕES’

Ouça abaixo entrevista com Teng Chei Tung, psiquiatra do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e autor do livro Enigma bipolar, da MG Editores.

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Conheça o livro:

50051ENIGMA BIPOLAR
Conseqüências, diagnóstico e tratamento do transtorno bipolar
Autor: Teng Chei Tung

O transtorno bipolar é uma patologia cada vez mais comum – e, infelizmente, ainda mal compreendida. Este livro, escrito por um psiquiatra, esclarece e desmistifica os sintomas da doença, suas fases, os sintomas, as estratégias de tratamento mais modernas e os tipos de medicamento disponíveis. Fala, ainda, da importância do apoio do médico e da família no bem-estar do paciente.

‘O VÍNCULO DO AFETO’

A edição de março da Revista Educação trata do tema afetividade na escola. A afetividade voltou a ser considerada um elemento importante para o sucesso do trabalho do professor e para a construção da escola no século 21. A educadora Valéria Amorim Arantes, organizadora do livro Afetividade na escola – Alternativas teóricas e práticas (Summus Editorial), é uma das entrevistadas na reportagem. 10840Segundo ela, a atenção para a relação com os alunos é uma chave preciosa, capaz de promover melhorias e transformações positivas e concretas. Leia a matéria na integra: http://goo.gl/j9i0dU.

O livro traz para o cenário da educação o tema da afetividade, raramente abordado e frequentemente ocultado no cotidiano escolar. É uma coletânea de textos assinados por estudiosos de diferentes campos do conhecimento – educação, psicologia, linguística, neurologia e matemática – com reflexões e indagações sobre a dimensão afetiva.

Com 240 páginas, a obra discute, inicialmente, a afetividade com base nas teorias de autores como Vygotsky, Wallon e Piaget, na psicanálise e na abordagem cultural. Um segundo bloco explora as complexas relações entre afetividade, cognição e cultura no campo da moralidade humana. Finalmente, dois textos teóricos aprofundam-se em campos inusitados para a temática em questão: a neurologia e a epistemologia.

O livro questiona os dualismos estabelecidos no mundo científico e escolar, que separa cognição e afetividade, razão e emoção e assume  que essas dimensões são indissociáveis no funcionamento  psíquico humano. O desafio lançado por Afetividade na Escola – Alternativas Teóricas e Práticas é incorporar essa premissa na organização e na estruturação do trabalho educativo cotidiano.

Leitura indicada para professores de educação infantil, ensino fundamental e ensino médio, cursos de Pedagogia, Psicologia, Licenciatura e Formação de Professores, além de cursos oferecidos na pós-graduação na área de Educação e Psicologia.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/846/Afetividade+na+escola

O GLOBO DESTACA O LIVRO “JORNALISMO CULTURAL NO SÉCULO 21”

O jornal O Globo deu destaque para o livro Jornalismo cultural no século 21 (Summus Editorial), do jornalista Franthiesco Ballerini, na coluna de lançamentos do caderno Prosa e Verso, publicada no sábado, dia 14. Clique no link para ver a nota: http://goo.gl/ReHB9Q.

10960Amparado em ampla pesquisa e entrevistas com quase 50 profissionais da área, entre eles os jornalistas culturais mais importantes em atividade no país, Ballerini faz uma análise completa e aprofundada do tema.

Partindo do histórico do surgimento e da consolidação do jornalismo cultural no Brasil e no mundo, ele mostra como a atuação nesse nicho se consolidou ao longo dos séculos. A proposta, segundo o jornalista, é fornecer as bases para entender a prática do jornalismo cultural no século 21, pois, ainda que a tecnologia a tenha revolucionado, é impossível compreender seus reais delineamentos sem um contexto histórico. “Afinal, é conhecendo os hábitos, os erros e as estratégias de seus protagonistas ao longo do tempo que se pode propor um futuro mais próspero para o campo”, afirma.

Nos capítulos seguintes, o autor mergulha nas principais áreas cobertas pelo jornalismo cultural: literatura, artes visuais, teatro, cinema e música.  “Procurei investigar com nomes fundamentais de todas as áreas quais eram as fragilidades, os pontos fortes e as grandes mudanças na cobertura. O que significa a entrada de novos personagens no jornalismo cultural, como gastronomia, moda, games. Mas, acima de tudo, de que forma a internet, as redes sociais e o predomínio cada vez maior do digital sobre o papel altera o trabalho do jornalista cultural”, afirma Ballerini.

O surgimento da internet é, sem dúvida, o grande marco de mudança nesse universo. Nem mesmo o surgimento do rádio e do cinema, no final do século 19, e posteriormente da televisão, no século 20, estremeceu tanto o jornalismo cultural quanto o advento da internet, segundo Ballerini. “Durante cinco séculos, o jornalismo cultural pôde se desenvolver sob um mosaico midiático rentável, que garantia certa estabilidade financeira, uniformidade do fluxo de comunicação e, por que não dizer, uma previsibilidade da formação dos discursos acerca dos produtos culturais. Mas eis que a internet vem para “bagunçar” a comunicação humana em escala global”, avalia.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1399/Jornalismo+cultural+no+s%C3%A9culo+21

MARIA TERESA MANTOAN E ULISSES ARAÚJO AUTOGRAFRAM LIVROS DA COLEÇÃO NOVAS ARQUITETURAS PEDAGÓGICAS, EM SÃO PAULO

A Summus Editorial e a Livraria da Vila (Vila Madalena-SP) promovem no dia 31 de março, terça-feira, o lançamento de dois livros da Coleção Novas Arquiteturas Pedagógicas: Inclusão escolar – O que é? Por quê? Como fazer? e Autogestão na sala de aula – As assembleias escolares . Das 19h às 20h, os autores Maria Teresa Eglér Mantoan (Inclusão escolar) e Ulisses F. Araújo (Autogestão na sala de aula) fazem uma apresentação sobre as obras no auditório da livraria. A partir de 20h, haverá a sessão de autógrafos. A livraria fica na Rua Fradique Coutinho, 915 – Vila Madalena, São Paulo.

Em Inclusão escolar, Maria Teresa explica, de maneira clara e didática, o que é educação inclusiva, discute os passos necessários para implantá-la e ressalta suas vantagens – tanto para as pessoas com qualquer tipo de deficiência como para os alunos que não as têm.

Uma das maiores especialistas em inclusão escolar no país, a pedagoga propõe um deslocamento da visão educacional que se sente ameaçada pela inclusão para uma perspectiva que se abre para outras formas de ensinar e avaliar a aprendizagem. Conhecendo o potencial teórico da educação inclusiva e sua implicação no campo da mobilização social, ela mostra a importância da análise do contexto escolar, para entender as dificuldades de atender a estudantes com deficiência e outros e apontar o propósito da inclusão como objetivo primordial dos sistemas de ensino.

Já o livro Autogestão na sala de aula oferece um guia prático para implantar as assembleias escolares, incluindo os passos a ser seguidos na promoção das assembleias de classe, de escola, de docentes e dos fóruns escolares. Também dá voz aos sujeitos que já vivenciaram esse formato de autogestão, mostrando as mudanças vividas nas relações escolares e sua contribuição para a ética e a cidadania. 

“Aprender a dialogar, a construir coletivamente as regras de convívio e a fortalecer o protagonismo das pessoas e dos grupos sociais é um papel que a escola pode, e deve, exercer na luta pela transformação da sociedade”, afirma Araújo. Em sua avaliação, construir novos alicerces culturais, que tenham como sustentáculos a igualdade, a equidade, a solidariedade e o dialogo, permitirá que, no futuro, a maioria da população perceba que a justiça social somente será alcançada com a democracia.

Para saber mais sobre os livros d coleção Novas Arquiteturas Pedagógicas, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/colecao/Novas%20Arquiteturas%20Pedag%C3%B3gicas

 Inclusao escolar_Autogestao na sala de aula

 

PARA COMPREENDER A FÚRIA DAS RUAS

Em junho de 2013, a população foi às ruas protestar. Um movimento surpreendente, com um caráter absolutamente inédito. No dia 15 de março de 2015, a manifestação se repetiu. Atos contra o governo reuniram 1,7 milhão de pessoas no Brasil, sendo 1 milhão apenas em São Paulo, segundo a Polícia Militar. Diante da magnitude dos eventos, cabe perguntar: há semelhanças entre os dois? Para o cientista político Rubens Figueiredo, organizador do livro Junho de 2013 – A sociedade enfrenta o Estado, as diferenças são enormes.

“Em 2013, a economia não ia tão mal, a presidente Dilma Rousseff tinha uma aprovação altíssima nas pesquisas e não existia, no horizonte visível, algo que indicasse um protesto daquelas dimensões. Em 2013, tinha o estopim (o aumento das passagens de ônibus). E os manifestantes queriam mais ação do governo, com demandas generalizadas: saúde (hospitais com padrão FIFA), educação, transportes, menos corrupção etc.”

Figueiredo lembra que agora não há um estopim. “O que temos é uma ideia mais amadurecida e o grito é “Fora Dilma!”. O que era difuso antes, segundo ele, agora ficou concentrado. “Em 2013, não houve sinais de que poderia acontecer algo naquela dimensão. “Agora, tivemos o panelaço e a presidente sendo vaiada ostensivamente na Feira da Construção, em São Paulo.

Em 2013, a maioria dos manifestantes era jovem. Em 2015, todas as faixas etárias protestaram. Em suma, em 2013 foi emoção. Agora, é sentimento.”

Junho de 2013 

10979No livro Junho de 2013, lançado no final de 2014 pela Summus Editorial, expressivos intelectuais brasileiros comentam as surpreendentes manifestações de junho de 2013. A obra é uma contribuição para o aprofundamento da análise daquela que foi, provavelmente, a mais complexa e difusa manifestação popular de que se tem notícia no Brasil. Os 10 capítulos contemplados no livro foram escritos, quase todos, no segundo semestre de 2013 e refletem o clima da mais absoluta surpresa que tomou conta da sociedade. “É como descrever um furacão sendo levado pelo vendaval”, diz o organizador.

Bernardo Sorj, Denis Rosenfield, José Nêumanne Pinto, Marcelo S. Tognozzi, Ney Figueiredo, Roberto Macedo, Rogério Schmitt, Rubens Figueiredo e Túlio Khan trazem à tona um tema que abalou o status quo da política brasileira. Buscando compreender um dos movimentos sociais mais surpreendentes dos últimos tempos no Brasil, eles analisam a questão econômica, o papel das redes sociais, as reações das autoridades e o papel dos jovens na política moderna.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1394/JUNHO+DE+2013

 

‘REGRAS PARA REDIGIR ROTEIROS’

Em sua coluna publicada na Folha de S.Paulo aos sábados, o jornalista, escritor e diretor de cinema cubano Leonardo Padura elogiou Doc Comparato, autor do livro Da criação ao roteiro – Teoria e prática, da Summus Editorial. Padura disse que teve o privilégio de estar com o premiado roteirista em Havana, Cuba. Segundo ele, os livros de Comparato sobre roteiros para cinema e televisão “são o mais próximo da Bíblia”. Leia a coluna na íntegra: http://goo.gl/72KhYe.

Depois de uma longa temporada na Europa, Comparato voltou ao Brasil com uma meta: reescrever a obra que se tornou referência para roteristas do mundo todo. O trabalho foi árduo, mas a missão foi cumprida. 10540Muito além de um compêndio sobre dramaturgia e comunicação de massa, a obra – lançada originalmente em 1987 e revista, ampliada e atualizada em 2009 – traz conceitos únicos, contemplando todas as esferas da arte e da técnica de escrever para televisão e cinema.

Com exercícios atualizados, análises de roteiros e planilhas de avaliação, o livro trata dos tipos de diálogo, da estrutura dramática, da filosofia da ideia e das qualidades criativas necessárias ao roteirista. Em trechos inéditos, Doc mostra como escrever roteiros para as mídias digitais e apresenta o diário secreto de um roteirista, no qual conta os dias em que trabalhou ao lado de Gabriel García Márquez.

A obra é adotada pelas melhores escolas de comunicação do mundo, tais como o Real Instituto Oficial de Rádio e Televisão da Espanha, as universidades do Cone Sul, de Portugal e da Itália e as Escolas de Cinema de Berlim e Munique.

“A nova edição traz ampliações propícias para os dramaturgos do século XXI”, revela o autor. Trata-se de um livro didático, voltado em primeiro lugar para os principiantes na arte de escrever roteiros. Transmite experiência e saber de maneira metódica e sistemática, tendo em vista a formação de profissionais capacitados.

Dividida em quinze capítulos e três anexos, a obra aborda desde a ideia e os primeiros apontamentos até o roteiro em sua forma final, passando por tópicos como conflito, personagem, ação, tempo e unidade dramáticos. A edição atualizada inclui um capítulo que classifica roteiro para shows musicais, abordando desde a introdução temática de um show da Broadway até as especificações de um musical brasileiro e a sequência criativa da passagem de uma escola de samba. “É o único livro reconhecido no exterior por estimular o leitor por meio da filosofia da ideia, da criatividade e dos conceitos de cena. Um modo único de pensar, fazer e aprender dramaturgia”, destaca Doc.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1186/Da+cria%C3%A7%C3%A3o+ao+roteiro