MORRE MARIÂNGELA BENINE RAMOS SILVA

Lamentamos informar que faleceu no dia 20 de agosto de 2015, aos 54 anos, em Londrina (PR), a professora Mariângela Benine Ramos Silva, vítima de câncer. Docente da Universidade Estadual de Londrina (UEL), ela é coautora do livro Eventos – Estratégias de planejamento e execução, da Summus Editorial.

Na universidade, onde ajudou a formar dezenas de profissionais de Relações Públicas, ministrava o curso de especialização lato sensu em Eventos, desde 1991. Além disso, era professora de vários cursos de aperfeiçoamento na área de planejamento e organização de eventos e cerimonial/protocolo.

Especialista em Relações Públicas Empresariais (1995), graduou-se (1983) em Comunicação Social/Relações Públicas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Era pós-doutora (2009) e doutora (2003) em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) e mestre em Administração de Empresas (2000) pela Universidade Norte do Paraná (Unopar).

Era também integrante do Comitê Nacional do Cerimonial Público (CNCP), da Associação Brasileira de Relações Públicas (ABRP), da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom) e da Associação Brasileira de Pesquisadores de Comunicação Organizacional e Relações Públicas (Abrapcorp).

Foi ainda conselheira do Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas de São Paulo (Conrerp-SP), na gestão 2010-2012.

É também autora do livro Evento como estratégia de negócios: modelo de planejamento e execução (Edição do autor, 2005) e publicou vários capítulos de livros, trabalhos e artigos na área de eventos e cerimonial.

 

‘DIETA DE 60% DAS CRIANÇAS COM ATÉ 2 ANOS INCLUI BISCOITO OU BOLO, DIZ IBGE’

Biscoitos, bolachas ou bolos fazem parte da alimentação de 60,8% das crianças com menos de dois anos de idade no Brasil. Os dados fazem parte do terceiro volume da PNS 2013 (Pesquisa Nacional de Saúde 2013), divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira (21).

A pesquisa também apontou que 32,3% das crianças nessa faixa etária tomavam refrigerante ou suco artificial.

Segundo a pesquisa, 50,6% das crianças com idade igual ou superior a 9 meses e menor que 12 meses estão em aleitamento materno de modo complementar.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda o aleitamento materno exclusivo nos primeiros seis meses de vida do bebê. Após esse período, outros alimentos podem ser introduzidos aos poucos. Recomenda-se introduzir inicialmente o caldo ou purê de legumes ou mesmo a papa de cereais. Carne, iogurte, leguminosas (como feijão e ervilhas) e ovos podem ser incluídos na dieta a seguir.

Ainda segundo a OMS, o aleitamento materno deve ser mantido até os dois anos de idade.

O Ministério da Saúde alerta que “não há benefício em iniciar os alimentos complementares antes dos 6 meses, podendo, pelo contrário, ocasionar danos à saúde da criança, pois a introdução de outros alimentos de forma antecipada está relacionada à maior frequência de diarreias, hospitalizações por doença respiratória e risco de desnutrição”.

Matéria publicada originalmente no UOL, em 21/08/2015. Para lê-la na íntegra, acesse:
http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2015/08/21/dieta-de-60-das-criancas-com-ate-2-anos-inclui-biscoito-e-bolo-diz-ibge.htm

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Se você se preocupa com o assunto, conheça o livro:

50079ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NA INFÂNCIA
Conceitos, dicas e truques fundamentais
Autora: Cláudia Lobo
MG Editores

Todo dia surgem informações de como oferecer uma alimentação saudável aos filhos. Produtos que parecem ricos em nutrientes fazem sucesso, mas logo suas desvantagens são desmascaradas. Pensando nisso, a nutricionista Cláudia Lobo criou um guia para ajudar os pais a oferecer uma alimentação saudável às crianças. Mudança de hábitos, organização e perseverança são alguns dos ingredientes apontados por ela. Imperdível.

 

 

SUMMUS APOIA O XIII CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE PNL

Em breve a edição de 2015 do XIII Congresso Latino-Americano de Programação Neurolinguística: o evento será realizado no Lizon Curitiba Hotel, em Curitiba, Paraná, entre os dias 25 a 27 de setembro. O pré-congresso ocorrerá nos dia 24 e 25.
Saiba  mais sobre o evento e veja a programação completa do congresso no site http://congressopnl.com.br/index.php

XIII Congresso Latino-Americano de PNL 2015

 

Para conhecer todos os livros de PNL da Summus Editorial, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/categoria/PNL+(Programa%C3%A7%C3%A3o+Neuroling%C3%BC%C3%ADstica)

SUMMUS LANÇA “CINEMA BRASILEIRO A PARTIR DA RETOMADA”

A obra de Marcelo Ikeda traça um panorama das políticas públicas para o setor audiovisual, com ênfase nas cinematográficas, nas últimas duas décadas. Nesse período, com mudanças marcantes, o cinema enfrentou altos e baixos. Analisando os períodos de reconstrução, consolidação e reavaliação do modelo estatal, o autor oferece um estudo rico e atual sobre um importante ramo da economia criativa.

11023Há 20 anos, o filme Carlota Joaquina levava ao cinema 1,4 milhão de espectadores. Com apenas 40 cópias e orçamento de R$ 600 mil, o longa-metragem ficou em cartaz no país durante 11 meses e fez história: tornou-se o marco da chamada “retomada”. De 1995 para cá, o cinema nacional passou por grandes mudanças, oscilando entre a crise profunda e momentos de incontida euforia. No livro Cinema brasileiro a partir da retomada – Aspectos econômicos e políticos, lançamento da Summus, o cineasta, professor e crítico de cinema Marcelo Ikeda percorre os últimos 25 anos para traçar um panorama das políticas públicas – sobretudo as cinematográficas – para o setor audiovisual no Brasil, mesclando um referencial teórico sobre as transformações do Estado brasileiro no período com uma extensa compilação de dados de captação de recursos e da performance de filmes nacionais no mercado local.

Para compor a obra, Ikeda estabeleceu sua pesquisa em três grandes momentos do cinema nacional nesse período. O primeiro corresponde à reconstrução do apoio estatal ao cinema brasileiro, com a implantação do modelo de fomento indireto baseado nas leis de incentivo fiscal (Lei Rouanet e Lei do Audiovisual) no governo Collor; o segundo, à consolidação do modelo estatal no fim do mandato do governo FHC, com base na atuação de um “tripé institucional” formado pelo Conselho Superior do Cinema, pela Secretaria do Audiovisual e, sobretudo, pela Agência Nacional do Cinema (Ancine); e o terceiro, já no governo Lula, à reavaliação desse modelo e aos novos rumos na política cultural brasileira, com o Estado retomando seu poder ativo de proposição das políticas culturais.

Ao percorrer as duas décadas, o autor buscou relacionar as mudanças nas políticas culturais com as próprias transformações sofridas pelo Estado brasileiro. “Desse modo, é possível analisar as políticas culturais do período como um reflexo do próprio Estado brasileiro, entre o “Estado mínimo” do governo Collor, o “Estado regulador” do governo FHC e o “Estado propositivo” do governo Lula, ainda que não necessariamente interventor, como o Estado desenvolvimentista dos anos 1970”, afirma.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Cinema+brasileiro+a+partir+da+retomada+

GIKOVATE LANÇA AUTOBIOGRAFIA E COMEMORA 8 ANOS DO SEU PROGRAMA NA RÁDIO CBN

A MG Editores e a Livraria Cultura (Conjunto Nacional – São Paulo) promovem no dia 18 de agosto, o lançamento do livro Gikovate além do divã – Autobiografia. Das 18h às 19h15, haverá a gravação especial de No divã do Gikovate, da rádio CBN, em comemoração aos 8 anos do programa. Em seguida, a partir de 19h30, sessão de autógrafos no “Bico de madeira”, no piso do Teatro. A livraria fica na Av. Paulista, 2073 – São Paulo.

Nos anos 1970, no auge do lema “sexo, drogas e rock’n’roll”, Gikovate viveu sua primeira grande ruptura com o pensamento psicológico tradicional. Em um artigo para uma revista de grande circulação, ele separou sexo de amor. E disse mais: são impulsos instintivos autônomos e muitas vezes antagônicos. Foi também nessa época que ele falou pela primeira vez do medo da felicidade, relacionando-o ao trauma do nascimento, e estabeleceu diferenças cabais entre desejo e excitação.

Adepto do pensamento livre, Gikovate nunca se filiou a nenhuma das tradicionais correntes da psicologia. O modo peculiar de conduzir seu trabalho e a originalidade de suas reflexões atingem milhares de pessoas, seja pela leitura de seus livros, que já venderam mais de 1 milhão de exemplares, seja pelo incalculável alcance do rádio em seu programa semanal, seja pelo atendimento em consultório, onde já passaram mais de 10 mil pacientes, seja pelas redes sociais, com números crescentes de seguidores. Em Gikovate além do divã – Autobiografia, Gikovate se abre para contar essa trajetória e revela, com sinceridade e emoção, como a influência familiar, a formação acadêmica, a vivência em consultório e a análise acurada do meio social contribuíram para construir seu modo de atuar.

O objetivo da autobiografia, segundo ele, é deixar registradas as etapas que foram essenciais para a elaboração dos seus métodos de trabalho e de sua produção intelectual.  “Penso que fui capaz de elaborar um guia útil para aqueles que desejam entender como a experiência clínica, as mudanças ocorridas em nossa cultura ao longo dos últimos 50 anos e também as vivências pessoais se mesclaram e formaram o substrato das reflexões originais que fiz sobre sexo, amor, moral e felicidade – e sobre o medo dela.”

Sem histórias picantes e detalhes de bastidores, Gikovate escreveu sobre a vida pessoal apenas o que era indispensável para explicar certos aspectos do modo como se encaminhou sua trajetória como psicoterapeuta. A medicina entrou em sua vida desde muito cedo. Filho de um médico e intelectual respeitado, influente também no meio político, ele nutriu grande admiração pela determinação e inteligência do pai. Mas foi a severa doença psiquiátrica da mãe, que se manifestou pela primeira vez quando ele tinha 6 anos de idade, que selou sua escolha pela medicina e, posteriormente, pela psiquiatria.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1423/Gikovate+al%C3%A9m+do+div%C3%A3

Gikovate alem do diva

 

 

 

UM SÁBADO QUE NÃO EXISTIU

 Com linguagem leve e ágil, o ensaio é um gênero de texto eficaz na abordagem de assuntos ligados às ciências humanas e à vida contemporânea, permitindo ao escritor articular a atividade intelectual com certo tom romanesco. Assim se define o livro Um sábado que não existiu, lançamento da Summus Editorial, em coedição com a Editora do Mackenzie, do escritor, jornalista e professor Renato Modernell. 11027A obra, que ultrapassa a esfera acadêmica, combinando substância teórica, informação precisa e carga poética, busca revitalizar essa vertente tão marcante da cultura brasileira.

Explorando temas transversais na fronteira entre o jornalismo e a literatura, o autor apresenta textos prazerosos, instigantes, com breves visitas a pensadores de magnitude universal, como Jung, Bakhtin, Benjamin, Prigogine, entre outros. Ao mesmo tempo, traz uma visão bem fundamentada sobre grandes criadores literários, como Saramago, Dante e Guimarães Rosa. Tudo isso sem discurso hermético e pedantismo intelectual: apenas retratando o mundo com os olhos do repórter.

Mas que mundo é esse? “É o mundo do efêmero projetado sobre uma base que lhe dá peso poético, ali onde a engenharia da frase ocupa o centro do palco”, explica o autor. Ao longo da obra, Modernell apresenta reflexões sobre pessoas, lugares, ideias e maneiras de exercer o ofício. Segundo ele, a unidade dos textos é dada menos pelo tema do que pelo modo de observação. “Neles, o leitor talvez encontre resíduos nostálgicos de um jornalista que o destino transformou em professor, como para lhe dobrar a língua”, diz o escritor.

A longa experiência de Modernell como professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM) e da Academia Brasileira de Jornalismo Literário (ABJL), ancorada em seu doutorado em Letras, fundamenta as reflexões desenvolvidas na obra. Renato Modernell é também autor do livro A notícia como fábula, um dos ganhadores do prêmio Jabuti de 2013.

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Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1422/Um+s%C3%A1bado+que+n%C3%A3o+existiu