O PAPEL DOS PAIS NA ESCOLHA PROFISSIONAL DOS FILHOS

Criar os filhos é uma tarefa que exige tempo, bom-senso e dedicação. Quer saber mais sobre qual é o papel dos pais na educação dos filhos? Confira abaixo o vídeo do programa Mulheres (TV Gazeta), com a participação da psicóloga Elizabeth Monteiro, autora do livro Criando adolescentes em tempos difíceis.


Elizabeth Monteiro iniciou sua carreira lecionando para crianças de ensino fundamental. Cursou Pedagogia e especializou-se em Psicopedagogia, tendo em seguida se formado psicóloga. Ao mesmo tempo que estudava e trabalhava, cuidava de sua família. É casada há mais de quarenta anos, tem quatro filhos e dois netos. É autora de Criando adolescentes em tempos difíceis (Summus Editorial, 2009), A culpa é da mãe (Summus, 2012), Criando filhos em tempos difíceis – Atitudes e brincadeiras para uma infância feliz (Summus, 2013), Cadê o pai dessa criança? (Summus, 2013) e Avós e sogras (Summus, 2014), e defende o respeito aos jovens e o resgate da dignidade humana. Hoje, dá cursos e palestras por todo o Brasil e atende crianças, adolescentes, adultos, famílias e escolas.

‘8 MANEIRAS DE TORNAR A CRIANÇA UM CONSUMIDOR CONSCIENTE’

Em 12 de outubro, uma das datas mais esperadas do ano pelas crianças, por conta da perspectiva de ganharem muitos presentes, torna-se necessário falar sobre o consumismo infantil. O UOL Gravidez e Filhos conversou com especialistas que deram dicas de atitudes para lidar com o desejo desenfreado por adquirir algo novo.

1 – Faça o que você diz

Não adianta educar o filho para que ele entenda que não deve consumir por impulso e correr para o shopping quando estiver triste, em busca de compensação. “É com o exemplo de pais e familiares que a criança vai entender o que é certo e o que é errado”, diz Isabella Henriques, diretora do Instituto Alana –organização civil que tem como objetivo a proteção da infância– e coordenadora do projeto “Criança e Consumo”. Quanto mais coerente for a atitude dos adultos com relação ao que falam, melhor as crianças compreenderão a forma como o dinheiro deve ser administrado.

2 – Faça tratos antes de sair de casa

Antes do passeio com a criança, esclareça a finalidade da saída; isso reduzirá a chance de ela pedir algo que não estava combinado. Por exemplo, antes de ir ao shopping, você pode alertá-la de que só irá comprar o presente do avô e nada mais. O mesmo pode acontecer antes de uma ida ao mercado. “O pai pode combinar com o filho que ele escolherá dois produtos que desejar. E se na hora pegar três, terá de deixar um”, diz Isabella.

3 – Presenteie apenas em datas comemorativas

Demonstrar amor e carinho ou compensar ausências por meio de presentes é uma forma de estimular o consumismo na criança. Por isso, o ideal é que presentear o filho seja uma atitude exclusiva de datas especiais, como aniversário, Dia da Criança e Natal. “Assim, o item solicitado passará a ter um significado especial”, diz a educadora financeira Silvia Alambert, fundadora do The Money Camp, programa de educação financeira para crianças e adolescentes. Se durante o período de espera, o filho solicitar outros itens, cabe aos pais ensinarem a importância de fazer escolhas.

4 – Aprenda a dizer não

Se mesmo com os combinados, a criança fizer birra diante de um bem de consumo, pai e mãe devem ser firmes e explicar ao filho que, além de terem conversado sobre o comportamento antes de sair de casa, não é possível realizar aquela compra no momento. “Os pais devem explicar que o fato de não comprarem o que se deseja na mesma hora não significa que as crianças nunca terão o que desejam, mas que é preciso se programar para tê-lo”, diz Silvia Alambert.

5 – Supervisione o acesso a TV e internet

Crianças muito pequenas não entendem a influência da publicidade no consumo. Por isso, os pais devem estar sempre por perto para monitorar a reação do filho diante daquele conteúdo. Dessa forma, assistir à TV e navegar na internet ao lado da criança é essencial. “A publicidade vende a ideia de que ao ter um produto você será alguém com aquelas qualidades anunciadas, mas os adultos têm de ajudar as crianças a compreenderem que ter não é o mesmo que ser”, afirma Ines Carvalho, cocriadora do Instituto EcoD, ONG que visa a conscientizar a sociedade para o desenvolvimento sustentável.

6 – Evite relacionar lazer com consumo

Se todas as vezes que a família tiver um tempo livre, os passeios envolverem roteiros de compras, a criança associará diversão com aquirir coisas. Nessas situações, o melhor é propor outras atividades como andar de bicicleta, ir ao parque, brincar na frente de casa ou mesmo fazer um bolo juntos. “Mais importante do que qualquer brinquedo é a presença dos pais durante a diversão”, diz a diretora do Instituto Alana.

7 – Invista em trocas de brinquedos

Já há sites e eventos organizados por pais que estimulam a troca de brinquedos entre crianças. É uma forma de ter algo novo para se divertir, sem ter de consumir. Durante a troca, a criança se dará conta naturalmente de que brincar é mais legal do que comprar. “A troca possibilita uma nova visão do valor das coisas e também coloca em prática o desapego”, diz Silvia Alambert.

8 – Façam vocês mesmos

Em vez de comprar, pais e filhos podem produzir um brinquedo juntos a partir de materiais que têm em casa. Fantoches e até uma cabaninha podem ser criados sem grandes dificuldades. Ao fim da missão, é bem provável que a criança conclua que o processo de produção é mais legal do que o próprio objeto. “A criação de um brinquedo ajuda não apenas a desenvolver a consciência financeira, mas também ambiental”, diz a educadora financeira.

Matéria publicada originalmente no UOL, em 12/10/2015. Para lê-la na íntegra, acesse:
http://mulher.uol.com.br/gravidez-e-filhos/listas/8-maneiras-de-tornar-a-crianca-um-consumidor-consciente.htm

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Para saber mais sobre o assunto, conheça o livro:
10802A CRIANÇA E O MARKETING
Informações fundamentais para proteger as crianças dos apelos do marketing infantil
Autoras: Luciene Ricciotti Vasconcelos, Ana Maria Dias da Silva
SUMMUS EDITORIAL

O marketing infantil é, hoje, uma das maiores ferramentas para vender produtos, influenciar famílias e conquistar a fidelidade de clientes. Mas que tipo de mensagem vem sendo direcionada às crianças e como pode prejudicar a autoestima e desvirtuar os valores dos pequenos? Escrita por uma especialista em comunicação e por uma psicóloga, esta obra é fundamental para pais e professores.

 

AUTOR DO LIVRO “PEDIATRIA HOJE” AUTOGRAFA NA LIVRARIA DA VILA

A MG Editores e a Livraria da Vila (Shopping Pátio Higienópolis-São Paulo) promovem no dia 27 de outubro, terça-feira, das 18h30 às 21h30, o lançamento do livro Pediatria hoje – Orientações fundamentais para mães, pais e cuidadores, do dr. Sylvio Renan Monteiro de Barros. O autor receberá os convidado para a sessão de autógrafos na livraria, que fica no Shopping Pátio Higienópolis, Piso Pacaembu (Av. Higienópolis, 618, São Paulo).

A pediatria é a medicina do ser em crescimento. Mas, afinal, até que idade os pais devem levar os filhos ao pediatra? Para o dr. Sylvio, o especialista deve acompanhar o paciente e cuidar dele desde seu nascimento até que se transforme em um adulto. “Somos responsáveis por garantir um adulto saudável nos aspectos físico, psíquico, social e ambiental”, afirma o pediatra. No livro, o médico reúne informações sobre os mais diversos temas dessa vasta especialidade. O objetivo é facilitar a compreensão dos leitores da necessidade de zelar pelo crescimento e desenvolvimento dos filhos por meio do amor, da proteção e da disciplina.

Profissional reconhecido por aliar a boa prática da medicina ao humanismo, dr. Sylvio responde nesse livro a questões que afligem até as mães e os pais mais experientes. A obra traz os principais textos publicados em seu site, o Blog do Pediatra, e no portal Minha Vida. O pediatra é ainda autor do livro Seu bebê em perguntas e respostas, também publicado pela MG Editores.

Dividido em seis seções, o livro aborda questões como o mundo dos bebês, mitos e verdades sobre a imunização, saúde, bem-estar e alimentação infantil. O pediatra mostra ainda que a criança que brinca e aprende vive feliz e faz considerações sobre os dilemas da modernidade. Ao longo da obra, os temas se misturam, e a leitura cruzada dos artigos favorece a construção de uma estrutura fundamental para o bem-estar de bebês, crianças e adolescentes.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Pediatria+hoje

Pediatria hoje

 

‘LIVRO ANALISA CAMINHOS DO CINEMA BRASILEIRO A PARTIR DA RETOMADA’

Cineasta, professor e crítico de cinema Marcelo Ikeda conversa com o Arte Clube, da Rádio MEC. Ouça abaixo.

 

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Os altos e baixos do cinema brasileiro, desde o sucesso do filme “Carlota Joaquina”, tido como marco da retomada até o início do governo Dilma são o foco do livro “Cinema brasileiro a partir da retomada – Aspectos econômicos e políticos” (Summus Editorial). O autor, cineasta, professor e crítico de cinema Marcelo Ikeda conversou com o Arte Clube sobre a obra. Ele também falou sobre os rumos do cinema nacional neste momento de crise econômica. Clique no player para conferir a entrevista.

Em 272 páginas, Ikeda percorre os últimos 25 anos para traçar um panorama das políticas públicas – sobretudo as cinematográficas – para o setor audiovisual no Brasil, mesclando um referencial teórico sobre as transformações do Estado brasileiro no período com uma extensa compilação de dados de captação de recursos e da performance de filmes nacionais no mercado local.11023No livro, o autor pesquisou três grandes momentos do cinema nacional nesse período. O primeiro corresponde à reconstrução do apoio estatal ao cinema brasileiro, com a implantação do modelo de fomento indireto, baseado nas leis de incentivo fiscal (Lei Rouanet e Lei do Audiovisual) no governo Collor; o segundo, é a consolidação do modelo estatal no fim do mandato do governo FHC, com base na atuação de um “tripé institucional” formado pelo Conselho Superior do Cinema, pela Secretaria do Audiovisual e, sobretudo, pela Agência Nacional do Cinema (Ancine). E o terceiro grande momento, já no governo Lula, corresponde à reavaliação desse modelo e aos novos rumos na política cultural brasileira, com o Estado retomando seu poder ativo de proposição das políticas culturais. Por fim, no epílogo, Ikeda trata das políticas audiovisuais na primeira fase do governo Dilma e se estende a uma projeção da atividade para os próximos anos.
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“BIOGRAFIA DE WALTER CLARK MOSTRA SUA IMPORTÂNCIA NA TV ATUAL”

O campeão de audiência – Uma autobiografia (Summus) é chamada de capa do jornal Destak.

Destak WC2

Leia a matéria: http://www.destakjornal.com.br/noticias/diversao-arte/o-homem-que-pos-a-televisao-nos-eixos-283846/

Saiba mais sobre o livro, acessando:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1426/Campe%C3%A3o+de+audi%C3%AAncia,+O