SUMMUS APOIA O XIV CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE PNL

Vem aí a edição de 2016 do Congresso Latino-Americano de Programação Neurolinguística. A cidade de Porto Alegre (RS) receberá pela primeira vez o evento, que está em sua 14ª edição e ocorrerá de 03 a 06 de novembro. O tema deste ano será  “PNL para todos!” e o objeto é mostrar durante o Congresso que esta ciência desenvolvida a partir de meados dos anos 70, por Richard Bandler e John Grinder, possui aplicações práticas e efetivas com resultados obtidos em diversas áreas de atuação. A PNL oferece uma série de ferramentas e técnicas que possibilitam aos seus praticantes o desenvolvimento de estratégias mentais e recursos emocionais para uma vida mais plena e feliz.

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Serviço:

Evento: XIV Congresso Latino-Americano de Programação Neurolinguística
Datas e horários:  Pré-Congresso –  03 e 04 de novembro, das 9h às 17h
………………………….Abertura do Congresso – 04/11, às 19h15
………………………….Congresso –  05 e 06 de novembro , das 8h30 Às 18h30
Org.: INAp–Instituto de Neurolinguística Aplicada  e Escola Livre-Formação Clássica  | PNL e CoGen
Local: Centro de Eventos AMRIGS – Av. Ipiranga, 5311, Partenon – Porto Alegre – RS
Informações e inscrições: http://www.congressopnl.com.br/local.php / congressopnl@portalescolalivre.com.br / Tels.: (51) 3085-8668 / (51) 3391-8668

As obras de PNL da Summus serão comercializadas no evento. Para conhecer todos os nossos  títulos na área, acesse: http://bit.ly/2dFmAdz

DIA 30/09 – DIA INTERNACIONAL DO SURDO

O Dia Internacional do Surdo é comemorado por membros da comunidade surda de todo o mundo (surdos e ouvintes) no dia 30 de setembro ou no último domingo do mês de Setembro de cada ano. No dia 26 de setembro, a Comunidade Surda Brasileira comemora o Dia Nacional do Surdo, data  da inauguração da primeira escola para Surdos no país em 1857, com o nome de Instituto Nacional de Surdos Mudos do Rio de Janeiro, atual INES- Instituto Nacional de Educação de Surdos. Já a Federação Mundial dos Surdos celebra o dia 30 de setembro como o Dia Internacional do Surdo com objetivo de relembrar as lutas da comunidade ao longo das eras como, por exemplo, a luta em prol do reconhecimento da língua gestual nos diversos países do globo.

Neste 30/09 conheça alguns dos livros do Grupo Summus que abordam a surdez:

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CIDADANIA, SURDEZ E LINGUAGEM
Desafios e realidades
Autoras: Zilda Maria Gesueli, Samira Kauchakje, Ivani Rodrigues Silva
PLEXUS EDITORA
248 págs.…..

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CRÔNICAS DA SURDEZ

Autora: Paula Pfeifer
PLEXUS EDITORA
152 págs.

 

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NOVAS CRÔNICAS DA SURDEZ

Epifanias do implante coclear
Autora: Paula Pfeifer
PLEXUS EDITORA
152 págs.
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COMO BRINCAM AS CRIANÇAS SURDAS

Autora: Daniele Nunes Henrique Silva
PLEXUS EDITORA
120 págs.

 

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A MUSICALIDADE DO SURDO
Representação e estigma
Autora: Nadir Haguiara-Cervellini
PLEXUS EDITORA
216 págs.
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Educação de surdos: pontos e contrapontos

 

EDUCAÇÃO DE SURDOS: PONTOS E CONTRAPONTOS
Organizadora: Valéria Amorim Arantes
Autoras: Autoras: Regina Maria de Souza, Núria Silvestre
SUMMUS EDITORIAL

 

PRIMEIRA REDE SOCIAL PARA USUÁRIOS DE IMPLANTE COCLEAR É CRIADA NO BRASIL

A blogueira e autora do Crônicas da Surdez, Paula Pfeifer Moreira, acabou de lançar a primeira rede social exclusiva para usuários de Implante Coclear. O CI Users World Map é um site destinado à promoção de contato e compartilhamento de experiências entre implantados do mundo inteiro, com versões da plataforma em inglês, português e espanhol.

Paula conta que teve a ideia do projeto em uma viagem ocorrida no ano passado. “Num brainstorming durante um voo Rio-POA em 2015, decidi que queria criar uma rede social de surdos oralizados. Eram muitas ideias ao mesmo tempo! Em parceria com o Dr. Luciano Moreira, do Portal Otorrino (meu marido), decidimos otimizar e criar a primeira rede social exclusiva para implantados no mundo, o CI Users World Map”.

Funciona assim: o usuário de IC cadastra o seu PIN no mapa mundi do site e então pode enviar e receber mensagens de qualquer usuário – ou de outra pessoa, como, por exemplo, candidatos ao implante. Segundo Paula, o objetivo é aproximar e conectar os “cyborgs” do planeta, além de mostrar como a perda auditiva é comum no mundo moderno e divulgar o máximo possível a reabilitação auditiva.

Então, está esperando o quê para participar? Já são mais de 410 PIN’s cadastrados, dos mais diferentes países: Brasil (líder em cadastros), Colômbia, Austrália, Índia, Nova Zelândia, Suécia, Inglaterra, Portugal e Havaí. Conheça mais o projeto em http://www.cochlearimplantusers.com/

Publicado no site da ADAP – Associação de Deficientes Auditivos, Pais, Amigos e Usuários de Implante Coclear. Acesse na íntegra: http://adap.org.br/site/index.php/artigos/293-primeira-rede-social-para-usuarios-de-implante-coclear-e-criada-no-brasil

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Paula Pfeifer é autora dos livros Crônicas da surdez e Novas crônicas da surdez, publicados pela Plexus Editora. Conheça mais sobre as obras:

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Nesta obra, Paula Pfeifer discute um assunto que, por vezes, se torna tabu: a deficiência auditiva, que tanto afeta a comunicação e a interação humanas. Porém, a autora passa longe da autocomiseração e mostra que os surdos podem e devem levar uma vida feliz, independente e produtiva. Dividido em três partes, o livro relata como Paula lidou com as dificuldades e as agruras da surdez, traz textos que ela escreveu no blogue Crônicas da Surdez – que tem milhares de acessos mensais –, além de apresentar depoimentos emocionantes de leitores. Temas como preconceito, tecnologia, mercado de trabalho e bullying são apresentados de forma leve, sem julgamentos, permitindo aos deficientes auditivos, a seus familiares e a profissionais de saúde refletir sobre as experiências cotidianas e sobre a capacidade de superação inerente a todos nós.

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Epifanias do implante coclear

Aqui, Paula Pfeifer conta como foi perder a audição desde a infância até chegar à surdez bilateral profunda aos 31 anos e, então, fazer um implante coclear e voltar a ouvir. A jornada em direção ao som foi cheia de altos e baixos, e o livro mostra com sinceridade os melhores e os piores momentos desse caminho: da decisão de fazer a cirurgia aos meses seguintes à ativação dos eletrodos.

Clique nas capas ou nos títulos acima para adquiri-los com desconto no site da Amazon.

‘EXERCÍCIOS PODEM ESTIMULAR PARTO NATURAL? VEJA DICA DE ESPECIALISTAS’

A repórter Rafa Brites está fazendo alguns exercícios para tenta realizar um parto natural. Veja opinião de especialistas e exercícios que podem ajudar

A repórter Rafa Brites está grávida de 5 meses de seu primeiro filho com o também repórter Felipe Andreoli. O casal espera por um menino, Rocco, e quem acompanha as redes sociais da futura mamãe vê que ela diariamente está praticando exercícios.  Mas ela já avisou que não segue essa rotina para ficar sarada ou algo parecido. Seu objetivo é outro: o parto natural.

“Não sou uma grávida fitness! Não pretendo engordar só 9 quilos. Não pretendo estar sarada 15 dias depois do parto. Não estou malhando na academia. Meu treinamento é focado no parto natural que sonho em fazer”, revelou em sua conta do Instagram.

Mas afinal o que os especialistas dizem sobre exercícios durante a gravidez? A professora de pilates e especialista em exercícios para região pélvica Áudrea Lara afirma que sim, os exercícios ajudam a induzir parto natural e no momento do nascimento e que as gestantes devem incluir uma combinação entre atividades aeróbicas que envolvam grandes grupamentos musculares e atividades que desenvolvam a força de determinados músculos.

“Exercícios podem melhorar a força, a consciência e o controle da musculatura do assoalho pélvico, que trabalha diretamente durante o parto”, explica. Além disso, eles podem auxiliar na manutenção ou na melhora da força dos músculos abdominais, que auxiliam no processo de expulsão da criança, e glúteos, que auxiliam na estabilidade da pelve.

Cuidados

Apesar dos exercícios serem ótimos para as grávidas, alguns são restritivos para essa fase da mulher, como aqueles que bloqueiam a respiração. “Por exemplo abdominais em decúbito dorsal (deitado de costas) e exercícios em decúbito ventral (de barriga para baixo) devem ser evitados. Posições invertidas também”, conta.

Além disso, pode ser perigoso a futura mamãe praticar seus exercícios sem orientação profissional. “Um profissional a ajudará a alcançar os objetivos e necessidades dela, como por exemplo, manutenção ou até perda de peso, fortalecimento das regiões mais enfraquecidas, manutenção e melhora da postura”, comenta Audrea.

Apesar disso, exercícios como uma caminhada podem ser feitos sem gerar riscos. “A precaução é manter a frequência cardíaca abaixo de 145 bpm, em média”.

Exercícios

Audrea mostra alguns exercícios que podem ser feitos por gestantes e ainda ajudam a preparar o corpo para o parto normal:

MMII-ELEVÉ: ele ajuda no equilíbrio e fortalecimento dos membros inferios, glúteos e adutores. Para começar, fique em pé, de frente para uma barra em que suas mãos devem estar apoiadas. Contraia o abdômen, glúteos e adutores, coloque uma bola entre suas pernas e eleve os calcanhares. Volte a posição e inicial e repita o movimento de 8 a 16 vezes.

SOLO-HIP ELEVE :  ajuda no fortalecimento da parte posterior de coxa e glúteos. Para começar, fique deitada com as pernas flexionadas e os pés no chão e eleve e abaixe o quadril. Quando o quadril estiver elevado, estique uma das pernas. Esse movimento deve ser feito de 8 a 12 vezes.

CORE-ELEVAÇÃO LATERAL QUADRIL: ajuda no fortalecimento abdominais oblíquos e abdutores. Para começar, deite de lado em posição decúbito lateral (apenas com as pernas e braços apoiados no chão). Depois, eleve e abaixe o quadril e quando ele estiver em posição elevada, eleve a perna e volte a posição inicial. São necessárias de 8 a 16 repetições.

Matéria de Beatriz Bradley, publicada originalmente no Delas – iG, em 26/09/2016. Para lê-la na íntegra, acesse: http://delas.ig.com.br/filhos/2016-09-26/parto-normal-exercicios.html

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Tem interesse pelo assunto? Conheça o livro:

O CORPO NO TRABALHO DE PARTO
O resgate do processo natural do nascimento
Autora: Eliane Bio
SUMMUS EDITORIAL

O trabalho de parto é um período fundamental tanto para a mãe como para o bebê. Assim, este livro demonstra que o bom uso do corpo durante essa etapa favorece condições saudáveis para o nascimento, facilita o parto normal e diminui riscos, desconfortos e dor. Escrito por uma fisioterapeuta, a obra confirma que a experiência do parto traz mais potência para a identidade feminina e para a construção da maternidade.

 

VEJA COMO FOI A MEMORY WALK BRASIL – 1ª CAMINHADA DA MEMÓRIA E CONSCIENTIZAÇÃO DO ALZHEIMER

No dia 24 de setembro a ABRAZ e o Brasil Mente Jovem, organização voltada para a conscientização sobre a importância da autonomia e independência na maturidade, promoveram a primeira edição da campanha Memory Walk Brasil, uma caminhada em prol da memória e da conscientização, no parque Villa Lobos, em São Paulo.

O Grupo Editorial Summus apoiou a iniciativa da ABRAZ com o sorteio do livro Doença de Alzheimer – O guia completo no final da caminhada.  A obra, que acaba de ser lançada pela MG Editores, é ricamente ilustrada, escrita em linguagem didática, mas de maneira direta e rigorosa.

Veja abaixo fotos de alguns momentos do evento.

 

 

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ROSANE RODRIGUES AUTOGRAFA “TEATRO DE REPRISE” NA LIVRARIA DA VILA DO SHOPPING PÁTIO HIGIENÓPOLIS (SP)

A Editora Ágora e a Livraria da Vila (Shopping Pátio Higienópolis-SP) promovem no dia 28 de setembro, quarta-feira, das 18h30 às 21h30, a noite de autógrafos do livro Teatro de reprise – Improvisando com e para grupos. A psicodramatista Rosane Rodrigues receberá amigos e convidados na livraria, que fica no Shopping Pátio Higienópolis, piso Pacaembu (Av. Higienópolis, 618 – São Paulo).

Em 1993, quando surgiu o Teatro de Reprise, na cidade de São Paulo, inspirado no Playback Theatre americano (1975) de Jonathan Fox, o Grupo Reprise estabeleceu uma relevante inovação no cenário sociopsicodramático e nas artes cênicas do Brasil. Na ocasião, o movimento psicodramático brasileiro buscava o entendimento da linguagem cênica e a aceitação da potência estética contida nas intervenções sociais, com foco nos grupos e em sua sociodinâmica. A trajetória dessa metodologia brasileira que interage com o público de maneira improvisada é o tema do livro.

Usando o Playback Theatre como base de comparação, a autora, que ajudou a criar a metodologia do Teatro de Reprise, busca refletir sobre como acontece o processo de transformação, o aprofundamento de temas e até a aprendizagem mútua, na coconstrução e corresponsabilização propiciadas pela metodologia, por meio da mobilização do coconsciente e do coinconsciente grupais.

Na avaliação de Rosane, o Teatro de Reprise, alinhado com os princípios sociopsicodramáticos da inclusão e da alegria, contribui para um dos grandes desafios atuais da nossa sociedade: retomar a noção de que somos seres grupais, de que temos de construir coletivamente os nossos caminhos em contraposição ao individualismo e ao consumismo, além de prevenir uma violência sempre existente em grupos humanos, cada vez mais perigosa e poderosa.

“Espero ter contribuído para diminuir a distância entre a psicologia e a arte, de tal forma que os artistas possam estudar seus personagens como ressonâncias estéticas e não somente pelo viés racional ou da mistura com seus preconceitos, principalmente com os doentes mentais. Cada um de nós tem qualquer grau de loucura que nos torna mais ricos e diferentes uns dos outros, e, na medida do possível, não devemos temer nossos monstros e sombras, mas dialogar metaforicamente com eles”, conclui.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1444/Teatro+de+reprise

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‘SAIBA COMO IDENTIFICAR A DISLEXIA E CONHEÇA A HISTÓRIA DE QUEM VIVE COM ELA’

O transtorno afeta leitura, escrita e soletração, mas é possível conviver com isso: “Sei que tenho um problema e tenho que lidar com ele. Para falar a verdade, na maioria das vezes nem me lembro de que sou disléxico”

No processo de aprendizagem, ela começa a dar sinais, porém é difícil chegar ao diagnóstico, já que muitas vezes é confundida com preguiça. A dislexia se caracteriza como uma dificuldade de leitura, escrita e soletração e tem origem neurobiológica. Conheça a história de quem convive com o transtorno e descubra maneiras simples de detectá-la.

A fonoaudióloga Ana Lúcia Duran conta que, ao longo do tempo, a forma de classificar a dislexia foi sofrendo alterações. Atualmente vários autores dividem o transtorno em grau leve e severo, e categorizam o tipo de acordo com a dificuldade mais evidente, que pode ser:

– Auditiva: dificuldade de percepção sonora e associação fonema/ grafema;
– Visual: dificuldade de percepção espacial (inversão de letras);
– Mista: ocorrem sintomas auditivos e visuais.

Identificando o problema

É no período de alfabetização e nos primeiros anos do ensino fundamental que os sinais mais notáveis costumam aparecer. Queixas ligadas ao histórico escolar, por exemplo, pode ser um alerta. “Trocas de sons na fala não esperados para idade, dificuldades em tarefas metafonológicas, como na identificação de rimas, e incompetência nas habilidades de noção espacial e temporal são sinais que merecem atenção”, alerta Ana Lúcia.

A especialista ressalta que esse transtorno ocorre em indivíduos com inteligência normal ou acima da média. “Não há comprometimento cognitivo, mas a dificuldade leva à desmotivação em relação ao aprendizado. O diagnóstico deve ser realizado sempre por uma equipe multidisciplinar composta por médico neurologista, fonoaudiólogo e psicólogo”, explica.

Lidando com o transtorno

A comerciante Adriana Oraggio conta que sempre achou que alguma coisa não estava certa com o filho, Bruno Oraggio, mas o laudo de dislexia só veio quando o garoto tinha 11 anos, depois de passar por duas avaliações multidisciplinares. “A fase de alfabetização foi muito complicada. As coisas não fluíam igual estava acontecendo com as crianças da mesma idade. Ele tinha muita dificuldade, entendia perfeitamente tudo, mas na hora de passar para o papel era quase impossível”, lembra.

Adriana diz que Bruno fazia acompanhamento com fonoaudióloga e psicóloga desde os 5 anos e, depois que foi diagnosticado, passou a fazer acompanhamento com uma psicopedagoga, um neurologista e precisou permanecer na fonoaudióloga.

Falta de foco ou motivação?

Segundo Ana Lúcia, é comum ouvir reclamações de que os indivíduos disléxicos são desatentos. A fonoaudióloga fala que é preciso verificar se realmente é uma dificuldade manter o foco ou se é uma falta de motivação.

“Para que a criança desenvolva seus talentos é necessário um olhar cuidadoso e sensível do educador, buscando seus centros de interesse e desenvolvendo, a partir daí, estratégias facilitadoras para a leitura e escrita”, acrescenta a especialista.

Tratamento

Quando não há outras comorbidades (duplo diagnóstico) não é necessário o uso de medicamentos, mas é fundamental passar por uma terapia com fonoaudiólogo especialista em linguagem. A intervenção de um psicólogo só é preciso quando o disléxico sofre prejuízos emocionais.

“Com o tratamento, as melhoras foram muitas. Principalmente na autoestima, porque ele começou a acompanhar os outros amigos da classe e isso fez com que tudo melhorasse. Hoje o Bruno tem uma vida escolar normal. E as cobranças também são iguais as de qualquer garoto da mesma idade”, diz Adriana.

Aos 15 anos, Bruno fala que já se acostumou com o transtorno que possui. “Sempre achei que o meu problema era mais falta de atenção mesmo e que eu era o culpado. Hoje sei que tenho um problema e tenho que lidar com ele. Para falar a verdade, na maioria das vezes nem me lembro de que sou disléxico”, conta o jovem.

Postura dos pais e escola

Para Ana Lúcia, é fundamental que as pessoas que estão ao redor de quem possui o transtorno tenham compreensão das dificuldades que ela enfrenta. “Preguiça não é diagnóstico e rótulos deste gênero são muito prejudiciais”, afirma.

Ela completa dizendo que a escola também deve estar preparada para atender às necessidades do indivíduo com dislexia. “Deve haver adaptação de atividades e avaliações, de acordo com as necessidades individuais de cada aluno, em respeito a legislação vigente (Lei 13.146 capitulo IV art. 27 a 30), tomando sempre todos os cuidados para não expor o aluno”, completa a especialista.

Matéria de Beatriz Bradley e William Amorim, publicada originalmente no iG Delas, em 19/09/2016. Para acessar na íntegra: http://delas.ig.com.br/filhos/2016-09-19/dislexia.html

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Para saber mais sobre dislexia conheça a obra:


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A DISLEXIA EM QUESTÃO
Autora: 
Giselle Massi
PLEXUS EDITORIAL

A obra problematiza o reconhecimento da dislexia como distúrbio ou dificuldade de aprendizagem da escrita. Discutindo a inconsistência etiológica e sintomatológica desse suposto distúrbio, bem como a fragilidade das formas de diagnosticá-lo, a autora analisa casos de sujeitos rotulados como portadores de dislexia e mostra que eles – ao contrário dos rótulos que carregam – estão em pleno processo de construção da escrita.

21 DE SETEMBRO – DIA MUNDIAL DA DOENÇA DE ALZHEIMER

Nesta quarta-feira, 21 de setembro, comemora-se o Dia Mundial da Doença de Alzheimer. A data foi instituída pela OMS (Organização Mundial de Saúde). Alertar a população sobre a importância de cuidar, reconhecer, enfrentar e aceitar a doença, lembrando não apenas que ela existe, mas que as pessoas que convivem com os doentes precisam de ajuda, apoio e orientação, é o principal objetivo da ABRAZ (Associação Brasileira de Alzheimer).

Em 2015, 44 milhões de pessoas em todo o mundo foram diagnosticadas com a doença de Alzheimer. No Brasil, estima-se que haja 1,2 milhão de pessoas com a doença, sendo dois terços delas mulheres. Silenciosa e incurável, a doença se agrava ao longo do tempo. Quase todas as vítimas são idosas. Quando diagnosticada no início, é possível retardar o avanço e ter mais controle sobre os sintomas, garantindo melhor qualidade de vida ao paciente e à família.

Ao longo do mês de setembro, há uma intensa divulgação sobre a doença e seus comprometimentos, com o intuito de orientar a população. No dia 24 de setembro (sábado), a ABRAZ e o Brasil Mente Jovem, organização voltada para a conscientização sobre a importância da autonomia e independência na maturidade, promovem a primeira edição da campanha Memory Walk Brasil, uma caminhada em prol da memória e da conscientização, no parque Villa Lobos, em São Paulo.  O evento é aberto ao público. Para mais informações, acesse o site www.memorywalkbrasil.com.br

50121O Grupo Editorial Summus também apoiará a iniciativa da ABRAZ com o sorteio do livro Doença de Alzheimer – O guia completo no final da caminhada.  A obra, que acaba de ser lançada pela MG Editores, é ricamente ilustrada, escrita em linguagem didática, mas de maneira direta e rigorosa. Os autores, os psiquiatras canadenses especializados em neurologia Judes Poirier e Serge Gauthier, um dos maiores especialistas no tema atualmente, apresentam no livro uma visão geral dos últimos avanços médicos e científicos, as causas e os tratamentos do Alzheimer. Eles abordam também as formas de prevenção que vêm sendo desenvolvidas e os hábitos e estilos de vida que foram validados cientificamente e podem desacelerar ou impedir a progressão sintomática da doença.

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FALECE ZERKA T. MORENO, COCRIADORA DO PSICODRAMA

zerka-t-morenoLamentamos informar o falecimento de Zerka T. Moreno, aos 99 anos de idade. Cocriadora do psicodrama, juntamente com seu marido, J.L. Moreno, exerceu um papel pioneiro não só na criação e consolidação do psicodrama como no desenvolvimento da psicoterapia de grupo. Ao longo de seus sessenta anos de prática, ela foi responsável pela formação de muitos profissionais, em vários países.  Até 1982, foi diretora do Instituto Moreno em Beacon, Nova York, e presidente da American Society of Group Psychoterapy and Psychodrama. Teve vários artigos publicados em livros e revistas e esteve no Brasil por várias vezes, a última delas como convidada especial do XI Congresso Brasileiro de Psicodrama, realizado em Campos do Jordão, em 1998.

Para saber mais sobre a importância de Zerka para o meio psicodramatista, leia a apresentação de José Fonseca ao livro A quintessência de Zerka, publicado pela Ágora em 2008:  http://www.gruposummus.com.br/indice/20038.pdf

Zerka deixa um filho, o americano Jonathan Moreno, filósofo e historiador que sempre lutou para perpetuar o trabalho dos pais.

‘PLANO CURRICULAR EXPÕE TEMAS FILOSÓFICOS DESDE A INFÂNCIA’

O capítulo que trata do ensino de filosofia no projeto da BNCC (Base Nacional Comum Curricular) já começa questionando –muito filosoficamente– o que é filosofia.

“Não há como definir ‘filosofia’ sem simultaneamente perguntar pela suficiência da definição proposta. Justamente essa dificuldade aponta para algo de essencialmente filosófico: a vocação interrogativa”, diz, na página 166, o documento divulgado pelo governo federal em maio deste ano e ainda sob discussão.

As perguntas sobre a natureza e o escopo da filosofia, como se sabe, são mais antigas que o grego Platão (428/427 a.C.-348/347 a.C.), figura fundamental da tradição filosófica do Ocidente. São portanto, bem anteriores à transformação da matéria em disciplina obrigatória no ensino médio do país, a partir da lei 11.684/2008. É um debate interminável.

Considerando todos esses séculos de discussão, o texto do projeto da BNCC se sai bastante bem tanto na caracterização da natureza da disciplina –aberta, especulativa, fazendo fronteira com diversas áreas ou mesmo “invadindo” regiões próximas– quanto na definição do que deve ser ensinado nessa etapa de aprendizado, bem como na divisão das unidades curriculares em três “grandes temas”.

Tudo isso de modo sucinto e com baixo teor de jargões, à semelhança dos capítulos sobre o ensino de sociologia (embora os quatro parágrafos da “estrutura do componente na educação básica”, nas páginas 166 e 167, sejam repetidos lá adiante, na base do control C + control V).

Acertadamente, o documento mostra como “questões filosóficas” estão na vida dos estudantes desde a educação infantil –”por exemplo, quando os professores tratam com as crianças da socialização dos espaços comuns por meio de regras de convivência e de jogos, aprendizagens que, mais tarde, serão revisitadas no estudo filosófico da ética e da filosofia política”.

Chamar a atenção para isso, diz o texto, tem o objetivo de “facilitar uma inserção mais orgânica e integrada do componente no currículo escolar” (ou seja, fazer com que os adolescentes entendam que a filosofia não é uma conversa tão extraterrestre).

Texto parcial de Rogério Ortega publicado originalmente na Folha de S. Paulo, em 19/09/2016. Para ler a análise na íntegra, acesse: http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2016/09/1814619-plano-curricular-expoe-temas-filosoficos-desde-a-infancia.shtml

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Se você tem interesse pelo tema, conheça:

10060A FILOSOFIA VAI À ESCOLA
Autor: Matthew Lipman
SUMMUS EDITORIAL

O ensino da filosofia nas escolas de 1o. e 2o. graus é aqui defendido como uma forma de oferecer às crianças e aos jovens a oportunidade de discutir conceitos universais e desenvolver um espírito crítico e investigativo. Publicação fundamental no contexto brasileiro, onde a inserção da filosofia nos currículos escolares ainda é uma questão controvertida.