JOSÉ OSVALDO ALBANO DO AMARANTE AUTOGRAFA O LIVRO “OS SEGREDOS DO GIM” NO SUBASTOR, EM SÃO PAULO

A Mescla Editorial e o bar SubAstor, em São Paulo, promovem no dia 7 de novembro, segunda-feira, das 19h às 23h, a noite de autógrafos do livro Os segredos do gim, de José Osvaldo Albano do Amarante, um dos maiores especialistas em bebidas do país. Seu novo livro reúne todas as informações sobre a produção e o consumo do gim no Brasil e no exterior. A obra é resultado de um trabalho de mais de 25 anos, incluindo pesquisas, degustações e visitas a bares especializados na bebida. Os convidados serão recebidos no bar, que fica Rua Delfina, 163, Vila Madalena, São Paulo – SP.

Segundo Amarante – que é também autor dos livros Os segredos do vinho para iniciantes e iniciados e Queijos do Brasil e do mundo para iniciantes e apreciadores, ambos da Mescla Editorial –, a primeira data de que se tem registro na produção de gim foi no início do século XVII, na Holanda. Mais tarde, a bebida chegou ao Reino Unido, levada pelos britânicos que formaram as tropas que lutaram na Holanda durante a Guerra dos Trinta Anos (1618-1648). “A bebida fez imenso sucesso no Reino Unido, em particular na Inglaterra, razão pela qual hoje é considerada a pátria do gim”, complementa o autor.

“O Reino Unido é um dos principais fabricantes de gim e a casa do gim tipo London gin”, afirma o autor.  Segundo ele, em 2014, existiam 202 destilarias registradas no estado, sendo 134 na Escócia, 61 na Inglaterra, seis no País de Gales e uma na Irlanda do Norte. Essa grande concentração de destilarias, diz ele, deve-se ao fato de as grandes empresas do setor terem optado por consolidar, na Escócia, as indústrias do uísque escocês, do gim e da vodca, obtendo uma maior economia de escala. Ele revela ainda que, em 2013, foram exportadas do Reino Unido 139 milhões de garrafas de gim de 750 ml.

Ao traçar o panorama mundial da bebida, o autor mostra também que as Filipinas são o maior mercado de gim do mundo, com consumo de cerca de 50 milhões de caixas de 9 litros. Esse volume, diz ele, representa cerca de 40% de todo o mercado mundial de gim e o consumo doméstico é dominado pela produção local (98%). “A destilaria filipina San Miguel é, de longe, a marca mais importante, com produção de 22 milhões de caixas de 9 litros, equivalendo a 62% do mercado”, afirma o especialista.

Para saber mais sobre o livro, acesse http://www.gruposummus.com.br/mescla/livro/9788588641464

Noite de autógrafos do livro Os segredos do gim

‘SETE PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE OS DIREITOS DA COMUNIDADE LGBTI’

Lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros, travestis e intersexuais (indivíduo que tem características sexuais femininas e masculinas) precisam conhecer os próprios direitos para assim se protegerem contra a discriminação.

A seguir, a advogada Ivone Zeger, autora do livro “Direito LGBTI – Perguntas e Respostas” (Mescla Editorial); Ana Raggio, advogada da ONG Grupo Dignidade –ONG paranaense de promoção da cidadania LGBT–, e Sérgio Camargo, especializado em direito homoafetivo, esclarecem as principais dúvidas sobre o assunto.

1. Existe diferença entre união civil e casamento gay?

Sim. União civil é a popularmente conhecida “união estável”, quando não há mudança no estado civil do casal. Eles são chamados de companheiros, enquanto os do casamento levam o nome de cônjuges. “Atualmente, a união estável e o casamento possuem tratamento jurídico muito similar, mas ainda há diferenças e uma proteção maior para o casamento”, diz a advogada Ana Raggio, da ONG Grupo Dignidade. Na união civil, o companheiro só tem direito à parte da herança relativa aos bens adquiridos durante o relacionamento. Já no casamento, todos os bens do cônjuge morto, inclusive os adquiridos antes de iniciarem a relação, entram na divisão. Desde 2013, o Conselho Nacional de Justiça criou uma resolução que proíbe que os tabeliães se recusem a converter uniões estáveis homoafetivas em casamentos. Eles também são obrigados a celebrarem casamentos homoafetivos, quando solicitado.

2. Para que serve a escritura pública de união estável?

É o documento que prova a união estável de um casal em órgãos públicos e privados. É feita em um Tabelionato de Notas, diante do tabelião e do advogado. “O documento terá as premissas que o casal estabeleceu, como a escolha do regime de partilha de bens”, diz o advogado Sérgio Camargo, especializado em direito homoafetivo. A escritura pública é especialmente útil para auxiliar em conflitos ou problemas judiciais caso o relacionamento termine, seja por separação ou morte.

3. Travestis podem mudar de nome?

Na atualidade, há duas correntes jurídicas: a que defende a mudança somente em caso de cirurgia de troca de sexo e a que defende que a cirurgia não deve ser uma condição para isso. Por enquanto, não há garantia de aceitação desse pedido na Justiça, mas existem casos de transexuais que conseguiram mudar de nome e gênero em registro de nascimento antes mesmo da cirurgia.

4. Homossexuais podem ser deserdados por sua orientação sexual?

Não. O fato de o herdeiro ser homossexual ou transgênero não justifica a exclusão dele da herança. Os chamados herdeiros necessários –formados por descendentes (filhos, netos, bisnetos), ascendentes (pais, avós, bisavós) e cônjuge– só podem ser deserdados se for provado que cometeram atos ilícitos, previstos por lei, como homicídio ou crimes de honra (calúnia, difamação ou injúria). “Os atos têm de ser cometidos contra o autor da herança ou seu cônjuge ou companheiro ou contra seus ascendentes ou descendentes”, diz a advogada Ivone Zeger, autora do livro “Direito LGBTI – Perguntas e Respostas” (Mescla Editorial).

5. Um casal do mesmo sexo pode adotar filhos?

Sim. Porém, de acordo com Ivone, como não há uma legislação que aponta o que pode ou não pode para casais homoafetivos, muitos encontram juízes resistentes em autorizar a adoção. “Dependendo da cidade em que o processo acontecer, pode haver maior ou menor dificuldade de aceitação”, diz a advogada. Não há lei que proíba a adoção, mas também não há uma que permita. O processo é o mesmo para todos, mas casais do mesmo sexo ainda precisam conviver com a incerteza do sucesso.

6. É possível pedir pensão para um ex-companheiro homoafetivo?

Há a possibilidade de pedir alimentícia para si ou para os filhos –até 18 anos ou que conclua curso universitário– ou as duas ao mesmo tempo. A decisão do juiz será baseada nas possibilidades financeiras de quem pagará e nas necessidades de quem pede.

7. Transexual pode usar banheiro destinado ao sexo com o qual se identifica?

Não há uma lei federal que aborde a questão, porém o uso de banheiro público por mulheres travestis ou transexuais e homens transexuais, de acordo com a sua identidade de gênero, é entendido como um direito. Porém, sem lei, muitos usuários ainda podem passar por situações constrangedoras.

Matéria do UOL, publicada em 28/10/2016. Para acessá-la na íntegra: http://estilo.uol.com.br/comportamento/listas/sete-perguntas-e-respostas-sobre-os-direitos-da-comunidade-lgbti.htm 

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Conheça o livro:

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DIREITO LGBTI
Perguntas e respostas
Autora: Ivone Zeger
MESCLA EDITORIAL

Esta obra de Ivone Zeger tem o objetivo de responder a questões relativas a casamento, união estável, adoção, inseminação artificial, dissolução de união estável, divórcio, partilha de bens, herança, entre outros temas pertencentes ao Direto de Família, porém voltados ao público homossexual, bissexual e transexual.

‘BASE DE CIÊNCIAS DEVE ESBARRAR EM PLANO PARA ENSINO MÉDIO’

A proposta para a área de ciências naturais do ensino fundamental na atual versão da BNCC (Base Nacional Comum Curricular), do Ministério da Educação, adota uma abordagem “pé no chão” que pode funcionar bastante bem se aplicada com conhecimento de causa e criatividade.

O currículo esboçado no documento se concentra numa diversidade relativamente pequena de temas, privilegia a contextualização e evita a necessidade de experimentos caros e complicados.

Do ponto de vista programático, o documento acerta em cheio ao destacar a necessidade de “reconhecer múltiplas possibilidades de interpretação dos fenômenos da natureza, no sentido de desafiar a noção de ciência como verdade absoluta, baseada exclusivamente em fatos comprovados”.

Também há diversas menções ao trabalho de elaborar e testar empiricamente hipóteses, um dos cernes do método científico. O desafio é incorporar essa visão ao cotidiano da classe, evitando que, na prática, os alunos acabem apenas aceitando passivamente as conclusões prontas apresentadas pelo professor.

Ainda quanto à visão geral que dá base à proposta, é elogiável a disposição de abordar fenômenos da astronomia, da biologia ou da geologia a partir do cotidiano dos alunos, e de ressaltar a importância do método e do conhecimento científicos como ferramentas de cidadania.

A base desse ponto de vista é praticamente inatacável: numa sociedade tecnológica como a nossa, na qual a riqueza e a qualidade de vida dependem de descobertas científicas, as quais também criam uma série de dilemas éticos e políticos, é crucial que a população entenda como a ciência funciona, ao menos de maneira geral.

Só assim é possível tomar decisões fundamentadas sobre temas complexos, como os riscos de novas formas de energia ou a eficácia de uma suposta droga milagrosa contra o câncer.

POUCOS E BONS ALVOS

Tradicionalmente, as aulas de ciências naturais se intensificam na segunda metade do ensino fundamental (a qual, no sistema adotado hoje no país, corresponde ao período que vai do sexto ao nono ano escolar). É nessa fase do ensino que os alunos passam a ter um professor dedicado exclusivamente a ensinar ciências -o que também acontece com outras disciplinas.

A questão é que um só professor, na verdade, é pouco para a potencial diversidade de temas da área, e a tentação de atirar para todos os lados sem acertar nenhum alvo para valer é enorme. Para resolver esse dilema, a atual versão da Base Nacional Comum Curricular, do MEC, aposta em alguns poucos temas. Vários têm relevância prática imediata, como o funcionamento do corpo humano, micro-organismos ou a natureza do solo; outros estão na base de grandes áreas do conhecimento.

Esse é o caso da teoria da evolução, princípio organizador de toda a biologia que recebe merecido destaque. A falta de bons laboratórios (ou mesmo de qualquer laboratório) é, como se sabe, um dos grandes entraves ao ensino de ciências no país. O currículo proposto não tenta bater de frente com essa limitação básica.

As sugestões que o documento faz em relação a experimentos são quase sempre simples, como as tradicionais demonstrações do funcionamento do Sistema Solar e das estações do ano, que podem ser feitas facilmente com bolas de futebol e uma lanterna, digamos.

Talvez a grande ironia em relação à boa proposta para o ensino fundamental seja a possível falta de articulação dela com o que virá mais tarde, já que a atual proposta de reforma do ensino médio não prevê que as disciplinas de ciências naturais (física, química e biologia) sejam oferecidas a todos os alunos, mas apenas aos interessados.

Nesse caso, não haverá oportunidade de aprofundar temas importantes justamente quando os adolescentes alcançarem capacidade cognitiva para entendê-los melhor. E isso terá um impacto negativo para a meta de criar cidadãos cientificamente alfabetizados, que sejam capazes de tomar decisões bem informadas sobre o mundo deste século 21.

Matéria de Reinaldo José Lopes, publicada originalmente na Folha de S. Paulo, em 16/10/2016. Para lê-la na íntegra, acesse: http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2016/10/1823229-base-de-ciencias-deve-esbarrar-em-plano-para-ensino-medio.shtml 

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Saiba mais sobre o assunto com o livro:

10891ENSINO DE CIÊNCIAS: PONTOS E CONTRAPONTOS
Organizadora: Valéria Amorim Arantes
Autores: Nélio Bizzo, Attico Chassot
SUMMUS EDITORIAL

Transitando entre história, filosofia e ensino de ciências, esta obra aborda, entre outros temas, a origem das espécies e do homem, o papel da igreja na história da ciência, a dimensão dos conteúdos nas disciplinas científicas, as relações entre o saber popular e o saber científico, a interdisciplinaridade e a transversalidade. Livro fundamental para a formação de professores de ciência no contexto brasileiro.

MORRE, AOS 73 ANOS, O PSIQUIATRA E PSICOTERAPEUTA FLÁVIO GIKOVATE

gikovate-pbCom muito pesar, informamos que faleceu nesta quinta-feira, dia 13 de outubro, por volta de 18h30, no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, o psiquiatra e psicoterapeuta Flávio Gikovate. Ele enfrentava um câncer no pâncreas desde abril deste ano. Lutou firme e bravamente contra a doença durante esses meses e se manteve confiante durante o longo e doloroso processo de tratamento.

Desde 1966, quando se formou médico psiquiatra pela USP e foi assistente clínico do Institute of Psychiatry na London University, Flávio Gikovate teve uma certeza sobre sua carreira: nunca se filiaria a escolas ou aceitaria doutrinas acadêmicas.

Isso não quer dizer, claro, que não sofreria influências de vários pensadores. Sua grande fonte de inspiração como escritor, no entanto, em 50 anos de carreira, foram seus próprios pacientes. Cerca de dez mil já passaram pelo seu consultório. Seus livros – 35 publicados – já venderam mais de um milhão de exemplares.

Desde o início da carreira, Gikovate dedicou-se essencialmente ao trabalho de psicoterapeuta. Escrever foi uma forma de transferir conhecimento e ajudar as pessoas a entrarem num ciclo de evolução. E assim ele ficou conhecido: por abordar de forma original, sem subtrair a importância teórica do seu trabalho, as questões e problemas que afligem os relacionamentos pessoais e interpessoais. E fez isso com muito prazer.

As questões sobre sexualidade e amor sempre atraíram Gikovate. Por isso, foi um dos pioneiros no Brasil a publicar trabalhos nessas áreas. Seu primeiro livro, lançado em 1975, é um clássico. E, nesses mais de 48 anos de vida como escritor, sua maior preocupação sempre foi manter a coerência de pensamento e de argumentação.

Gikovate se preocupava e levava a sério seu compromisso social. Foi conferencista solicitado tanto para atividades acadêmicas como para as que se destinam ao público em geral. Além de colaborar muitos anos com revistas e jornais brasileiros de grande circulação, ele participou de diversos programas de televisão.

Em 2010, aceitou o convite do amigo Silvio de Abreu e encarou o desafio de atuar na novela Passione, da TV Globo, interpretando ele mesmo. A motivação para integrar um elenco de novela foi a mesma que sempre permeou sua carreira: divulgar a profissão para o maior número de pessoas possível.

Antes de adoecer, apresentava o programa “No divã do Gikovate”, gravado no teatro Eva Herz da Livraria Cultura Conjunto Nacional, em São Paulo, com a participação do público, semanalmente, todas as terças-feiras. Sempre participativa, a plateia lotava os 150 lugares do teatro a cada evento. O programa completou nove anos em agosto de 2016. Em 2012, recebeu o prêmio APCA, na categoria rádio variedades.

Gikovate nunca deixou de fazer aquilo em que acreditava. Entre 1982 a 1984, aceitou um convite que gerou grande polêmica na época. Em plena era da democracia corinthiana, encarou o desafio de comandar o time psicologicamente.

Entre as obras de sua autoria, estão: Dá pra ser feliz… Apesar do medo; O Mal, O Bem E Mais Além; Uma história do amor…Com final feliz; Nós, os Humanos; Ensaios sobre o amor e a solidão; Homem: o sexo frágil?; A Liberdade Possível; Uma nova visão do amor; Cigarro: um adeus possível; Deixar de Ser Gordo; Sexo; Sexualidade sem Fronteiras; Mudar– Caminhos para a transformação verdadeira; Gikovate além do divã – Autobiografia. Todos publicados pela MG Editores.

Em 2009, lançou a versão em espanhol de “Uma história do amor…Com final feliz”, pela editora colombiana Panamericana Editorial. O livro também ganhou versão em inglês, ao lado de “O Mal, o bem e mais além – Egoístas, generosos e justos”.

“Para ser feliz no amor” foi seu último livro. O lançamento aconteceu na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, no dia 13 de setembro, com palestra.

Ao lado do amigo nos últimos momentos, Silvio de Abreu deu a seguinte declaração poucas horas depois do falecimento: “Eu acho que o Brasil perde uma grande inteligência, de um homem extremamente preparado para o trabalho que fazia. Um homem que influenciou a cabeça de muitas pessoas importantes no país. Um homem que teve a humildade de colocar o seu trabalho de uma maneira muito mais popular, atendendo pessoas pelo rádio e divulgado seus livros, passando suas ideias. E fazendo isso sempre com muito respeito pelo trabalho e pelas pessoas. Hoje o Brasil perde um grande profissional. Eu estou perdendo um grande amigo”.

O editor do Grupo Editorial Summus, Raul Wassermann, que publicou a maioria dos seus livros, também falou sobre Gikovate: “Nestes muitos anos de convivência com esse importante autor de nossa editora tornei-me amigo e admirador de Flávio. Ele nos deixa e fica um grande vazio, mas sua memória será perene.”

Gikovate deixa a esposa, Cecília, e filhos. Ele será cremado em uma cerimônia simples e reservada à família e aos amigos próximos.

 

 

 

‘5 MÉTODOS PARA CONTROLAR A DOR COM A MENTE’

Apesar de produzir uma sensação física, a dor vai muito além. Ela é fruto de uma relação do corpo e a mente, e é influenciada também por diversos fatores externos.

De acordo com a universidade americana Harvard Medical School, a maneira como se sente a dor tem a ver com as emoções, personalidade, estilo de vida, genética e as experiências anteriores.

Se a pessoa tiver sido exposta à dor durante um longo período de tempo, o cérebro pode ter sido modificado para receber sinais de problemas, mesmo quando eles não existem.

No caso da fibromialgia, uma doença em que o principal sintoma é uma dor generalizada que pode ser sentida por todo o corpo, o componente emocional tem um peso importante, segundo o Serviço Nacional de Saúde Pública do Reino Unido. O desconforto é contínuo: as sensações de dor, ardência e queima estão presentes constantemente, embora possam melhorar ou piorar em momentos diferentes.

Alternativa mais saudável

Uma maneira de lidar com condições crônicas, ou quase qualquer outra doença física, é mudar a percepção mental de dor. Isso aumenta o limite de tolerância e, assim, reduz a necessidade de medicamentos que podem causar efeitos colaterais e até mesmo dependência.

Por isso, a Harvard Medical School recomenda uma série de técnicas mentais para ajudar a combater a dor. Os estudos científicos mostram que estas terapias alternativas têm sido eficazes no alívio da dor de cabeça e a fibromialgia.

1) Atenção plena

“Esta técnica envolve basicamente focar no presente, sem julgamento”, diz o neurocientista Sara Lazar, Massachusetts General Hospital.
Para muitos, o primeiro impulso à dor é tentar se desligar de qualquer maneira. Ao usar a atenção plena para controlar a dor, no entanto, o que se busca é aproximar a sensação e aprender a conhecê-la “assistindo-a” objetivamente. A idéia é concentrar-se no momento em que ele você está vivendo, evitando preocupações passadas e futuras.
Tem-se que considerar os seguintes elementos: Onde começa o que se sente? Isso muda com o passar do tempo? Como você pode descrever?

2) A respiração profunda

Esta técnica é fundamental para o resto das alternativas que podem ser usadas para ajudar a controlar a dor.Trata-se de respirar profundamente por alguns segundos e depois expirar. Para ajudar a manter a concentração e ritmo da respiração, podem ser usadas palavras ou frases. Por exemplo, cada vez que você respira, você pode dizer “bem-vindo, relaxamento”. Ao expirar, “adeus, negatividade.”

3) Meditação e visualização

Neste caso, o processo inicia-se prestando-se atenção à respiração seguindo a técnica ensinada acima. Isso é feito em uma atmosfera de relaxamento completo, sem ruídos ou estímulos que possam distrair, como música de fundo. Além disso, você pode pensar em um lugar que está associado com tranquilidade, paz e prazer. Uma praia com o som das ondas. Pássaros cantando em uma paisagem bucólica. Se a mente se distrair e começar a pensar em outras coisas, traga de volta a imagem que causa tranquilidade.

4) Concentração e positividade

Escolher uma atividade que você goste é outra opção. Pode ser qualquer coisa que gera prazer: leitura de poesia, fazer caminhadas em espaços verdes, culinária ou dedicar-se à jardinagem. O objetivo é concentrar-se de forma absoluta no que você está fazendo e prestar atenção nos mínimos detalhes, observando como os sentidos reagem e quais são as sensações que você sente. Quando uma pessoa não está bem, muitas vezes pensa apenas no que não pode fazer. Direcionar a atenção para o que pode fazer ajuda a parar de pensar na dor. Ter um diário e registrar regularmente as razões ou coisas de que você gosta, é uma maneira de fazer isso, explica a professora de psiquiatria do Harvard Medical School, Ellen Slawsby.

5) Gerar a resposta de relaxamento

É o antídoto para o estresse que gera a dor. Permite controlar o aumento da frequência cardíaca e as reações do corpo, que entra em alerta com estresse. Neste caso, a primeira coisa a fazer é fechar os olhos e relaxar todos os músculos do corpo. Em seguida, prestar atenção na respiração. Se os pensamentos começam a aparecer, devemos recorrer à palavra “recarga” para voltar a concentrar na respiração. Neste processo, passaram-se de dez a 20 minutos. Posteriormente, permita o retorno dos pensamentos. Finalmente, abra os olhos.

Da BBC Brasil, publicado no UOL em 10/10/2016. Para ler na íntegra, acesse:
http://estilo.uol.com.br/vida-saudavel/noticias/bbc/2016/10/10/5-metodos-para-controlar-a-dor-com-a-mente.htm\

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Saiba mais sobre controle da dor com os livros:

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10716VIVA BEM COM A DOR E A DOENÇA
O método da atenção plena
Autora: Vidyamala Burch
SUMMUS EDITORIAL 

A dor crônica e a doença podem minar a qualidade de vida de quem sofre com elas. Visando orientar tais pessoas, Vidyamala Burch oferece neste livro um método revolucionário para aliviar o sofrimento causado por diversas enfermidades e pelo estresse. Baseada na atenção plena e na ideia de viver cada momento, ela apresenta técnicas de meditação e respiração profunda que combatem a dor e aumentam a sensação de bem-estar. Prefácio da edição brasileira de Stephen Little, diretor do Centro de Vivência em Atenção Plena e professor da sucursal brasileira da School of Life. 

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10640CONTROLE A DOR ANTES QUE ELA ASSUMA O CONTROLE
Autora: Margaret A. Caudill
SUMMUS EDITORIAL

O problema da dor mobiliza cada vez mais médicos, psicólogos e pesquisadores. Qual é o significado da dor? Que papel ela desempenha? É possível e desejável controlá-la? Estas são algumas perguntas que a autora, uma das pioneiras do estudo da dor, responde neste livro. Ela apresenta um programa de redução e controle de dores crônicas, com resultados comprovados, e fácil de ser seguido, apresentado de forma direta e detalhada. Um precioso instrumento para todos os que sofrem cronicamente de dores. Em formato 21 X 28 cm.

20058IMAGENS QUE CURAM
Práticas de visualização para a saúde física e mental
Autor: Gerald Epstein
EDITORA ÁGORA

As últimas descobertas da ciência comprovam que corpo e mente são indissociáveis, principalmente quando se trata de saúde. Neste livro, o dr. Gerald Epstein, baseado em sua prática como médico e terapeuta, ensina técnicas de visualização que ajudam a curar os mais diversos distúrbios, como depressão, asma, artrite, hipertensão, ansiedade e tensão pré-menstrual.

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50108FIBROMIALGIA SEM MISTÉRIO
Um guia para pacientes, familiares e médicos
Autor: Manuel Martínez-Lavín
MG EDITORES

Este livro esclarece vários aspectos de um problema de saúde polêmico e ainda não totalmente compreendido nem mesmo pela classe médica: a fibromialgia. Apresenta os principais sinais e sintomas dessa doença, explica por que seu diagnóstico é tão difícil e apresenta alguns conceitos importantes que explicam a provável causa e as possibilidades de tratamento do problema.

 

‘CURSOS DE LICENCIATURA A DISTÂNCIA AUMENTAM E PRESENCIAIS DIMINUEM’

O número de cursos de licenciatura a distância cresceu 5,04% em 2015 em relação a 2014, de acordo com dados do Censo da Educação Superior 2015, divulgados hoje (6) pelo Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Já as licenciaturas presenciais, que vinham aumentando até 2012, registram quedas constantes desde 2013. São as únicas a ter redução entre as graduações. Os bacharelados e os cursos de tecnólogo seguem aumentando na modalidade presencial.

O crescimento dos cursos na modalidade a distância foi o maior desde 2011, que, em relação a 2010, aumentou em 7,29%. Atualmente, são 625 cursos, o que corresponde a maior fatia do total de 1.473 cursos a distância no país.

Na modalidade presencial, o número de cursos passou de 7.261 em 2014 para 7.004 em 2015, uma queda de 3,5%.

No total, considerados os cursos a distância e presenciais, as licenciaturas crescem desde 2005. Em 2015, foram registrados 32.028 cursos entre instituições públicas e privadas.

Educação a distância

A educação a distância (EaD) cresce em ritmo mais acelerado que presencial. Enquanto o ensino presencial teve um crescimento de 2,3% nas matrículas em 2015 em relação a 2014, o ensino a distância teve expansão de 3,9%. Com isso, a EaD atinge a participação de 17,4% do total de matrículas da educação superior.

Apesar do crescimento, considerando apenas os ingressos, em comparação com 2014, o número de novos alunos nos cursos a distância diminuiu 4,6% em 2015. Já nos cursos presenciais a queda foi de 6,6%, após uma tendência de alta ocorrida nos anos anteriores.

Já o número de concluintes aumentou em 23,1%, índice maior que nos presenciais, que foi de 9,4%.

A rede privada concentra a maior parte das matrículas na modalidade, 1.265.359, o representa 90,8% do total de 1.393.752 registradas em 2015. Mais da metade das matrículas em cursos de licenciatura na rede privada é oferecida na modalidade a distância (51,1%). Na rede pública, esse índice é de 16,6%.

Texto de Mariana Tokarnia e Yara Aquino, da Agência Brasil, publicado no UOL Educação em 06/10/2016. Acesse na íntegra: http://educacao.uol.com.br/noticias/2016/10/06/cursos-de-licenciatura-a-distancia-aumentam-e-presenciais-diminuem.htm

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Para saber mais sobre educação a distância conheça:

10715EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: PONTOS E CONTRAPONTOS
Organizadora: Valéria Amorim Arantes
Autores: José Manuel Moran, José Armando Valente
SUMMUS EDITORIAL

Qual o papel das novas tecnologias de informação e comunicação no cotidiano das escolas e dos cursos de formação profissional? A educação a distância e as novas modalidades de ensino e aprendizagem ampliam o acesso à educação de qualidade ou prejudicam o processo educativo? O diálogo estabelecido entre os autores deste livro nos ajuda a compreender essas questões e as complexas relações entre tecnologia e educação neste início de século.

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‘LIVRO NÃO VALE NADA’

Em artigo no Publish News (acesse na íntegra aqui), Julio Silveira fala do caso Cosac e conclui: ‘se não mudarmos, bibliocídios como a da Cosac vão se repetir, e se intensificar. E os livros no Brasil continuarão não valendo nada.

Tenho vergonha do título deste artigo. Por dois motivos. O primeiro é que ele soa como um daqueles textões que os trolls postam somente para chamar a atenção, e que muita gente compartilha com emojis vomitivos, sem ler sequer o lead.

O segundo motivo de eu ter vergonha é… bem… é que é verdade. Livro não vale nada. Pelo menos no Brasil.

Quando o PublishNews revelou que os livros da Cosac Naify vão virar aparas (ou papel higiênico) instalou-se o escândalo. “Fariseus!” “Biblioclastas!” e outros adjetivos mais diretos espocaram nas timelines, que acusavam alternadamente o governo, o capitalismo, os comunistas, o funk ou a internet pelo crime de sacrificar esse bem tão raro e precioso… o livro.

Não sei se livro é “precioso”, mas definitivamente não é “raro”. Para demonstrar isso não vou usar os cálculos de Gabriel Zaid em Livros demais (leiam e chorem). No lugar dos números, fiquem com duas cenas que testemunhei em duas décadas nesse mercado das ideias.

Em 2010, estava jantando em Barcelona, depois de ter enfrentado um vulcão islandês e agentes literárias catalãs. Recebi o alerta por SMS: um jornal iria acusar a editora — na qual eu acabara de entrar — de bibliocídio. Aquela editora havia mandado uma carta a todas as livrarias pedindo a quitação dos livros que estavam, há anos, em consignação. Ela oferecia descontos de 75% para acertos. Para os exemplares que, mesmo com esse desconto, não interessassem às livrarias, pedia-se que fossem enviadas as capas rasgadas (ou “cortadas diagonalmente com um estilete”, especificava), jogando fora os livros desencapados. A história já havia inflamado alguns jornalistas mas conseguimos, com franqueza e penitência, diminuir o tom da matéria. Felizmente para nós, o Facebook ainda não tinha tantos grupos de linchadores. Os livros? Viraram aparas.

E porque a editora não pediu simplesmente que fossem devolvidos os exemplares consignados e não vendidos? Porque alguém fez as contas e viu que o valor desses livros não cobriria o frete… ou a estocagem. Outro grande grupo editorial chegou a um impasse parecido. O proprietário do galpão subiu o preço do aluguel e a equipe foi procurar um outro lugar, mais longe e mais barato, para abrigar os encalhes. E aí alguém, insistindo na realidade dos fatos, veio de novo fazer as contas e viu que a liquidez desse estoque não compensava nem uma viagem do caminhão… e os livros viraram aparas.

Há muitas histórias assim, todas podem ser resumidas na piada das pilhas de encalhe como método de suicídio de editores. Mas nem todas essas pilhas são de livros que os leitores não quiseram. Muitas são de livros que sequer chegaram perto do leitor.

Em 2004, estava na Barra Funda, visitando a sede de uma grande rede de livrarias (que já não está entre nós). Fomos para lá tentar convencê-los a aceitar mais livros. Acabamos nos deparando com caixas de nossos títulos, que mandáramos em consignação (frete por nossa conta) havia um ou dois anos. Esses livros jamais tinham saído das caixas; estavam “esgotados”, embora a gente não tivesse vendido nem um quinto da tiragem. Como centenas e centenas de caixas de livros, de várias editoras, naquele labirinto de papelão.

São duas histórias de livros desvalorizados, desgarrados, aparados. Todo mundo que trabalha com isso tem uma penca de histórias dessas para contar, bem como uma penca de “explicações”.

Pode ser “histórico-cultural”: “o Brasil foi o último país a abolir a escravidão e instalar a imprensa. Livro nunca foi ‘útil’ em uma nação voltada para a exploração de matérias primas e de pessoas”. Tem a “Keynesiana”, que diz que “o governo deveria gastar para que os brasileiros melhorassem nossos vergonhosos índices de leitura”; tem a neoliberal que prega que “o governo provoca um excesso de demanda que desequilibra o mercado”…

Blá…
Blá…
Blá.

Eu não sei explicar e nem me arrisco a apontar uma solução. Mas tenho uma forte impressão de que as poucas iniciativas para combater esse quadro vão acabar agravando a situação. Fala-se até em aumentar o preço dos livros. Seguimos esperando um bom resultado de uma equação ruim, na qual todas as variáveis — editoras, livrarias, autores e leitores — estão no limite.

(O digital — onde não há encalhes nem gargalos de distribuição — seria uma saída, se não fosse encarado com desconfiança ou condescendência. Sem contar que, como lembrou o André Palme, no digital o conteúdo — histórias, ideias — são “impicotáveis”)

Se não mudarmos, bibliocídios como a da Cosac vão se repetir, e se intensificar.

E os livros no Brasil continuarão não valendo nada… enquanto não puderem ser lidos.

Julio Silveira é editor, formado em Administração, com extensão em Economia da Cultura. Foi cofundador da Casa da Palavra em 1996, gerente editorial da Agir/Nova Fronteira e publisher da Thomas Nelson. Desde julho de 2011, vem se dedicando à Ímã Editorial, explorando novos modelos de publicação propiciados pelo digital. Coordena o fórum Autor 2.0, onde escritores e editores investigam as oportunidades e os riscos da publicação pós-digital. Sua coluna no postal Publish News aborda o impacto das novas tecnologias na indústria editorial e as novas formas de relacionamento entre seus componentes — autores, agentes,

‘SERÁ QUE MINHA FILHA VAI ME RECONHECER?’ – PERGUNTA PAI, HORAS ANTES DE REENCONTRAR MENINA

Depois de dois anos de buscas, pai reencontra a filha no outro extremo do país

Texto de Fernando Gurjão Sampaio, 38 anos, advogado, pai de Letícia.

Será que vai me reconhecer?
Será que virá comigo?

Era só o que pensava enquanto aguardava a conexão no aeroporto de Brasília. Também foi o pensamento permanente nas últimas semanas, medo do pai afastado da filha, quase dois anos distantes em serem nada mais que estranhos. Não tive chance de me despedir, só um buraco enorme no peito, pedaço de mim arrancado de forma bruta, ninho onde o pássaro da saudade colocava ovos de pedra todos os dias. Pesado. Pesado.

Será que vai me reconhecer?, perguntava-me no táxi a caminho da casa dela, enquanto segurava o choro e tentava controlar a respiração. O que falar? Do que ela gosta? Quanto será que calça? Como pode um pai não saber qual o tamanho da filha…? Eu, que sempre fui pai, não sabia. Mínimas coisas que sangram enormemente, mas viver é enfrentar.

Na portaria, de longe vejo a menina que se estica curiosa para ver seu pai. Minha menina. Os primeiros minutos são de quase absoluto silêncio, dois estranhos pai e filha, vítimas das circunstâncias da vida.

Entramos no táxi. Ela me olha fixamente estudando cada detalhe do meu rosto. Outras vezes, muitas vezes, faz o mesmo com o rabo do olho. Vem no meu colo, encantada, como se estivesse numa carruagem. Primeira parada, shopping, pois teu pai quer comprar um presente para ti, nada muito caro, uma boneca, um cavalinho, um cachorro e um dragão. Mais do que isso, ela correndo comigo pelos corredores da loja, feliz feliz, felizes eu e ela.

Pouco depois, logo depois, enquanto comíamos algo, ela me olhou e pulou no colo, me agarrou e reinou comigo. Me chamou de papai e me beijou. Foi difícil segurar o choro. Queria soltar toda a dor de dois anos afastados, expurgar sofrimento, mas não queria mais chorar, ainda mais com ela ali, no meu colo. Depois de tanta noite insone pensando naquele momento, por que chorar agora com ela ali, me agarrando como se não houvesse amanhã?

Verdade que não demorou nada para entender quem somos. Nunca esqueceu. Nunca esqueceria. As músicas que cantava para ela dormir, lembra de todas. Não sabe mais as letras, mas sorriu carinhosa quando as cantei novamente.

Os dias seguintes foram assim. Brincar no parque, papai conta história, me embala alto, macaco te deu bom dia, deixa que toco sozinho, papai te ama, papai mora no meu coração. Andamos muito e vimos a cidade. Pegamos ônibus e fizemos piquenique. Pediu colo e deitou a cabeça no meu peito para ficar em paz. Aprendeu a palavra cangote e não saiu do meu. Num restaurante na beira da praia quis dançar comigo. Rodamos na pista, agarrados e risonhos. Já de tardinha, pegou no meu rosto e disse que éramos parecidos, a sobrancelha, os cílios, os olhos, o nariz e cabelo. As mãos. A pele. Várias vezes a flagrei me olhando atentamente, como se me decorando, um riso lindo no rosto encarando papai. Viu os irmãos, os avós e primos, todos afastados. Quer brincar.

No domingo expliquei que pegaria um avião e voltaria para Belém, mas que voltaria logo para vê-la. Ficou triste. Fez chorinho e disse não. Depois, papai, não vai e papai, não demora. Por fim, tô com saudades de você, papai. Volta logo.

Dois anos distantes e bastaram dois dias e somos quem sempre fomos. Pai e filha. Nada vai apagar ou mudar isso. Seja onde for serei pai. Muito menos por mim, muito mais por ela.

Hoje me despeço dessa cidade linda onde mora minha filha. Cidade que, por isso, também vai ser um pouco minha. Fazer de tudo para vencer gastos e distância e estar aqui, onde preciso estar, vendo minha filha crescer. Agora, ando pela cidade que não é mais tão estranha, pois nela está meu coração. E voltarei. Em breve voltarei para mais uma dose de amor infindável que nunca se apagará. Sou pai, não um nome escrito a lápis em papel qualquer, facilmente apagado por qualquer vontade.

Sou pai.

 

Publicado originalmente no blog Ser mãe é padecer na internet. Para ler na íntegra, acesse: http://vida-estilo.estadao.com.br/blogs/ser-mae/sera-que-minha-filha-vai-me-reconhecer-pergunta-pai-minutos-antes-de-reencontrar-menina/

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70028EX-MARIDO, PAI PRESENTE
Dicas para não cair na armadilha da alienação parental
Autora: Roberta Palermo

Destinado aos homens que vivenciam cotidianamente o problema da alienação parental – situação em que a mãe afasta deliberadamente os filhos do ex-marido –, este livro traz informações fundamentais para aqueles que desejam evitar e reverter o problema, conquistando assim o direito de participar da vida e do desenvolvimento dos filhos. Com dicas objetivas, ele é uma importante ferramenta para fortalecer a relação pai-filho.