‘CÂMARA APROVA EXIGÊNCIA DE FILOSOFIA E SOCIOLOGIA NO ENSINO MÉDIO’

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (13) uma emenda que altera a proposta de reforma do ensino médio e volta a tornar obrigatória a oferta de conteúdos de filosofia e sociologia nesta etapa de ensino.

As duas disciplinas, antes previstas pela Lei de Diretrizes e Bases, que rege a educação no país, haviam sido excluídas na medida provisória apresentada pelo governo em setembro deste ano.

Agora, a maioria dos deputados votou a favor de que o ensino de filosofia, sociologia, artes e educação física seja ofertado nesta etapa –foram 324 votos a favor e apenas cinco contrários.

O texto aprovado na Câmara, porém, não fala em disciplinas específicas, mas sim em “estudos e práticas” que devem ser inseridos na BNCC (base nacional comum curricular), documento que definirá quais os conteúdos comuns a todas as escolas do país.

Isso significa que esses estudos não necessariamente ocorrerão por meio de disciplinas separadas –caberá à base e às redes de ensino a definição desse modelo.

Atualmente, os conteúdos que deverão fazer parte da base nacional curricular estão em discussão no Conselho Nacional de Educação.

Antes da aprovação da emenda, o ensino de artes e educação física, também excluídos na MP, já haviam sido reintroduzidos no currículo do ensino médio por meio de parecer aprovado em uma comissão no Congresso.

Texto parcial de matéria publicada originalmente na Folha de S. Paulo. Por Natália Cancian E  Ranier Bragon. Para acessar na íntegra: http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2016/12/1841196-camara-aprova-exigencia-de-filosofia-e-sociologia-no-ensino-medio.shtml

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Quer saber mais sobre o assunto? Conheça o livro:

10060A FILOSOFIA VAI À ESCOLA
Autor: Matthew Lipman
SUMMUS EDITORIAL

O ensino da filosofia nas escolas é aqui defendido como uma forma de oferecer às crianças e aos jovens a oportunidade de discutir conceitos universais e desenvolver um espírito crítico e investigativo. Publicação fundamental no contexto brasileiro, onde a inserção da filosofia nos currículos escolares ainda é uma questão controvertida.

‘PUBLICIDADE VELADA DE YOUTUBERS MIRINS LEVA CRIANÇAS AO CONSUMISMO’

Há quatro meses, Clarissa decidiu o quer ganhar de Natal: uma boneca que mama, faz xixi e pode ter a fralda trocada como um bebê de verdade. Esse não é o primeiro presente que a menina, de três anos, pede aos pais após ver vídeos em que crianças apresentam brinquedos no YouTube.

“Ela sempre me pede produtos da Disney e ovos de chocolate com surpresas. Nem sempre compro. Prefiro dar em datas especiais, mas já cedi por ficar com dó e já comprei um ou outro item, mesmo sem ela estar junto. Algumas coisas não estão à venda onde moramos, então, explico e ela entende”, afirma a mãe de Clarissa, Juliana Martins, 44, diretora de uma escola de idiomas em Goiânia (GO).

Hábil em usar o tablet, Clarissa começou a acessar o site para assistir a desenhos animados e passa até duas horas por dia com o aparelho. “Tudo começou quando eu precisei fazer um MBA em Campinas (SP) e a levava comigo. Essa foi uma maneira de distraí-la nas longas viagens de carro. Mas, entre uma animação e outra, aparecem novidades sobre brinquedos e ela adora ver”, diz.

Produzidos por youtubers mirins (crianças que têm canais próprios no site), os tais vídeos mostram uma prática que ficou conhecida como “unboxing” e consiste em abrir caixas de brinquedos e guloseimas na frente da câmera.

Assédio emocional

Para Ana Olmos, psicoterapeuta de crianças, adolescentes e famílias, mais do que publicidade, esse tipo de material funciona como uma espécie de assédio. “Na vida mental das crianças e adolescentes, os youtubers são como amigos, pessoas próximas nas quais elas confiam. A comunicação que exercem tem um impacto violento sobre a criança, pois é direta e testemunhal, já que o apresentador experimenta o produto”, diz.

A psicóloga explica que, ao assistir ao vídeo, a criança tem a necessidade de ter o objeto mostrado para se sentir igual ao ídolo. “Quem não tem se sente inferiorizado, excluído do grupo. Isso mexe com a autoestima dos jovens e faz com que utilizem um mecanismo psíquico não intencional chamado identificação projetiva sobre os pais. Trata-se de uma forma de chantagem emocional, uma maneira de fazer com que se sintam obrigados a comprar o que querem por culpa, medo ou pena.”

Nesse momento, é comum que a criança venha com o discurso de que todo mundo na escola tem determinada coisa, menos ela. “Nenhum pai quer que o filho se sinta excluído, mas é importante entender que ceder a todos os pedidos é muito pior para a criança, que cresce achando que o outro só serve para gratificá-la.”

De acordo com a psicoterapeuta Ana, quando o filho ganha tudo o que pede, perde a capacidade de sentir desejo e de valorizar suas conquistas, tudo para ele perde a graça logo. “Conquistar algo por merecimento e em uma data que demorou a chegar é muito mais gostoso e faz a criança dar mais valor ao esforço dos pais para adquirirem o que pediu.”

A psicoterapeuta recomenda que os pais não deixem o filho ter acesso livre à internet, nem mesmo quando está assistindo a desenhos. “A criança não consegue distinguir o que é bom ou ruim. Principalmente nas fases iniciais de seu desenvolvimento cognitivo e emocional, por isso, é facilmente manipulada. Os adultos devem limitar o acesso, filtrar o que é visto, lembrando que ela precisa de vínculo com pessoas para se desenvolver, esse é o melhor alimento pedagógico.”

Com o passar do tempo, diz Ana, a criança frequentemente gratificada se torna vulnerável e pode vir a sofrer de ansiedade e depressão no futuro. “Ela se torna um jovem que têm uma fragilidade de ego. Não sabe lidar com a realidade e com a frustração, pois confunde ter objetos com ser alguém e não está acostumada a ouvir não.”

Texto parcial extraído de matéria de Melissa Diniz, publicada originalmente no UOL, em 12/12/2016. Para ler a matéria completa, acesse: http://bit.ly/2gQVEsh

 

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Quer saber mais sobre o assunto? Conheça o livro da Summus:

PAra saber mais sobre este livro clique aquiA CRIANÇA E O MARKETING
Informações fundamentais para proteger as crianças dos apelos do marketing infantil
Autoras: Luciene Ricciotti VasconcelosAna Maria Dias da Silva

O marketing infantil é, hoje, uma das maiores ferramentas para vender produtos, influenciar famílias e conquistar a fidelidade de clientes. Mas que tipo de mensagem vem sendo direcionada às crianças e como pode prejudicar a autoestima e desvirtuar os valores dos pequenos? Escrita por uma especialista em comunicação e por uma psicóloga, esta obra é fundamental para pais e professores.

‘MINDFULNESS VS. MEDITAÇÃO: AFINAL, QUAL É A DIFERENÇA ENTRE AS TÉCNICAS?’

Mindfulness é meditação, mas meditação não é mindfulness. Os mais críticos dizem que mindfulness é meditação de americano, estilo fast-food. Quem a defende, afirma que é um treino mental e traz os benefícios da prática milenar de forma laica, para o homem moderno.

Há mais de 500 tipos de meditação — hindu, zen budista, cabala e sufi são as mais conhecidas. A maioria delas busca o autoconhecimento e a serenidade. “Siddhartha Gautama, Shakyamuni Buddha ou só Buda foi quem falou que a causa do sofrimento humano estava na mente, por isso essa busca constante em acalmá-la, atingindo a serenidade”, afirma o professor e pesquisador da USP, Rubens Maciel. Especialista em meditação, ele explica que mindfulness bebe muito das técnicas de tradicionais.

Com raízes budistas, mindfulness é o que está na moda por enquanto. Na livraria Saraiva, por exemplo, há mais de 200 títulos sobre a prática — na norte-americana Amazon são mais de 83 mil títulos, entre livros, e-books, CDs e DVDs.

Mas, enquanto Buda buscava a serenidade, a principal promessa do mindfulness é atingir o foco, a atenção plena. “Quando você exercita, como em uma academia, a sua capacidade de focar e estar com a atenção totalmente voltada para uma única coisa ou tarefa, sua produtividade e memória vão melhorar. Mindfulness ensina as técnicas para exercitar a mente”, explica Rita Kawamata, instrutora da Assertiva Mindfulness desde 2014. Ela oferece cursos específicos para crianças hiperativas e pessoas com distúrbios alimentares.

“Mindfulness pode ser praticada por todos, inclusive crianças”, afirma a psicóloga Ingrid Arantes, que indica meditação para os seus pacientes. Para ela, a técnica é um tipo de meditação.

“Meditação mindfulness não é desligar a mente, desativar o pensamento, nem controlar a mente, mas, sim, a capacidade de ficar no momento presente”, explica Stephen Little, físico, budista e diretor de aprendizagem da The School of Life, no Brasil.

Ensinamentos de Buda
O termo mindfulness foi cunhado em 1979 pelo professor Jon Kabat Zinn, na Universidade do Massachusetts, nos EUA, onde também foram feitos os primeiros estudos em pacientes que sofriam com dores crônicas. Adepto do budismo zen, Kabat Zinn sistematizou algumas técnicas que aprendeu após anos de meditação e ioga. O curso Mindfulness Based Stress Reduction (Redução de Stress Baseado em Mindfulness) passou a ser dado em oito semanas e seu principal foco era melhorar a qualidade de vida dos pacientes que estavam sob estresse devido a doenças.

De acordo com Maciel, da USP, a década de 1970 marca a chegada dos ensinamentos orientais ao ocidente, por causa da invasão do Tibet e a ida de muitos monges budistas para os EUA e Europa. “Foi quando o ocidente começou a descobrir os benefícios da meditação, alvo de inúmeras pesquisas científicas”, diz o professor e pesquisador.

Há cinco anos, Maciel dá cursos de meditação para alunos e funcionários do Hospital das Clínicas, em São Paulo. Os resultados da sua pesquisa, entretanto, ainda não foram publicados. “Muitos sentem as melhorias ainda durante o curso e relatam que estão mais calmos, atentos e menos ansiosos, além de notarem melhoria nas relações familiares”, afirma o especialista.

Esses mesmos benefícios são elencados pelos alunos da instrutora Rita. A reportagem do UOL acompanhou uma aula em uma academia na zona sul de São Paulo, na qual os alunos aprendiam a praticar a fala consciente e a escuta ativa. Em duplas, enquanto um falava o outro apenas ouvia, vigiando a própria mente para não tirar o foco do que o colega dizia. Não era permitido responder. Quem terminava a fala antes dos cinco minutos estabelecidos, ficava em silêncio (que ali é muito bem-vindo).

“Mindfulness está relacionado a sair do piloto automático, não se deixar levar pelos condicionamentos. O outro pilar é a atitude gentil, que não é julgadora e prevê o acolhimento e a compreensão das coisas e dos outros como são”, diz Rita

O professor da USP explica que mindfulness baseia-se muito em duas linhas da meditação: a Theravada e a Vipassana. Essas práticas buscam a quietude e serenidade mental. “A mente da maioria das pessoas é selvagem, como um macaco que pula de galho em galho. Pensa-se sobre muitas coisas ao mesmo tempo. A mente age por conta própria, fazendo correlações. Quem medita, busca viver e focar no presente, aquietar a mente”, explica. Atenção e a produtividade são consequências dessa ordem mental.

Estresse, ansiedade e depressão
Maciel explica que os ansiosos estão em constante sofrimento e isso se manifesta em dores e doenças. “Se você está o tempo todo pensando ‘será que o meu chefe gostou do trabalho? Será que meu namorado vai ligar? Será que vai dar certo?’, o seu corpo reage como se estivesse em constante ameaça e por isso libera mais cortisol, hormônio que afeta o bom funcionamento do sistema imunológico”, diz. E completa: “ao aquietar a mente a meditação isso muda o metabolismo, tornando o sistema imunológico mais resistente”.

Qual escolher?
“Quem quer estender o estado de presença [atenção plena] para o dia, vai achar a orientação de mindfulness mais atraente”, afirma Stephen Little. Para a psicóloga Ingrid, o importante mesmo é meditar, “Independentemente de modismos, fico muito feliz que as pessoas estejam preocupadas em meditar. É algo que te conecta com você mesmo e possibilita um universo interior de paz, tranquilidade e amor”, diz.

Os especialistas, porém, fazem um alerta sobre a massificação dos cursos de meditação: “Mindfulness não é ‘fast’, é uma prática de artesão. Infelizmente, está sendo divulgado cada vez mais como a nova panaceia mental”, afirma Little. Rubens Maciel diz que muita gente faz o curso de oito semanas e já se diz um instrutor, “mas para ser um mestre de meditação é preciso ter, no mínimo, dez mil horas dedicadas à prática”, afirma. Para quem quer começar a meditar, Maciel aconselha buscar locais que seguem a linha Theravada, que é a mais tradicional. Little dá uma dica: “pergunte ao instrutor de mindfulness se ele já deu, ao menos, dez cursos”.

Matéria de Heloísa Negrão, publicada originalmente no UOL, em 07/12/206. Para lê-la na íntegra, acesse: http://estilo.uol.com.br/vida-saudavel/noticias/redacao/2016/12/07/mindfulness-vs-meditacao-qual-e-a-diferenca-entre-as-tecnicas.htm

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Para saber mais sobre meditação, conheça alguns dos livros do Grupo Summus sobre o tema:
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10716VIVA BEM COM A DOR E A DOENÇA
O método da atenção plena
Autora: Vidyamala Burch
SUMMUS EDITORIAL

A dor crônica e a doença podem minar a qualidade de vida de quem sofre com elas. Visando orientar tais pessoas, Vidyamala Burch oferece neste livro um método revolucionário para aliviar o sofrimento causado por diversas enfermidades e pelo estresse. Baseada na atenção plena e na ideia de viver cada momento, ela apresenta técnicas de meditação e respiração profunda que combatem a dor e aumentam a sensação de bem-estar. Prefácio da edição brasileira de Stephen Little, diretor do Centro de Vivência em Atenção Plena e professor da sucursal brasileira da School of Life.
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50065MEDICINA E MEDITAÇÃO
Um médico ensina a meditar
Autor: Roberto Cardoso
MG EDITORES

Médico há mais de vinte anos e meditador há mais tempo ainda, o autor mostra com precisão várias técnicas de meditação e os seus benefícios para a saúde. Sem qualquer orientação religiosa, filosófica ou moral, trata-se de uma obra para ler, aprender e praticar. Edição revista, atualizada e ampliada.

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60038CHAN TAO
Essência da meditação
Autores: Norva M. Leite, Lilian F Takeda, Jou E. Jia
PLEXUS EDITORA

Este livro foi escrito por um dos melhores médicos acupunturistas do Brasil, o dr. Jou Eel Jia, foi preparado para ensinar meditação e a cultura tradicional chinesa a um número cada vez maior de pessoas. Somos levados, por intermédio de algumas lendas e um pouco de filosofia, aos caminhos do conhecimento de nossa essência através da meditação.
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20039MEDITAÇÃO JUDAICA
Um guia prático
Autor: Aryeh Kaplan
EDITORA ÁGORA 

Este livro, baseado na tradição e com pinceladas de transcendentalismo, é um guia essencial para a meditação judaica. Com explicações claras e exercícios fáceis de fazer, apresenta várias técnicas meditativas – como mantras, contemplação, visualização e preces –, permitindo ao leitor desenvolver uma conexão mais forte com seu lado espiritual.
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20704NÃO FAÇA NADA, SÓ FIQUE SENTADO
Um retiro de meditação budista ao alcance de todos
Autora: Sylvia Boorstein
EDITORA ÁGORA

Um livro indicado para aqueles que, eventualmente, já se sentiram atraídos pela meditação budista mas não souberam como começar a praticar. A autora, Sylvia Boorstein, psicoterapeuta de origem judaica, consegue trazer o budismo para o cotidiano da vida moderna. Em linguagem clara e direta, ela explica os ensinamentos milenares do budismo, de um jeito fácil de entender, acreditar e praticar. Seguindo este guia, com dedicação e perseverança, o leitor estará se iniciando ou se aprofundando na prática da meditação budista.
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20717NOSSA LUZ INTERIOR
O verdadeiro significado da meditação
Autor: J. Krishnamurti
EDITORA ÁGORA

Para os seguidores de Krishnamurti, este livro é um presente de novo milênio. Para quem vai conhecê-lo agora, ele talvez represente um reinício de vida. Trata-se de uma coletânea de textos extraídos de palestras ainda não-publicadas. São insights atemporais sobre onde encontrar as verdadeiras fontes da liberdade, da sabedoria e da generosidade humana dentro de cada um de nós. Ele faz considerações sobre o que é, de fato, a meditação – tema central desta obra – e induz o leitor a procurar o seu próprio modo de colocá-la em prática.

‘ALUNO BRASILEIRO GOSTA DE CIÊNCIAS, MAS É MASSACRADO PELO CONTEÚDO’

Os resultados do exame internacional Pisa mostram uma esquizofrenia nacional. Os alunos por aqui gostam mais de ciências do que quem estuda em países desenvolvidos, mas, em comparação internacional, o desempenho brasileiro é bem menor.

De acordo com o Pisa, 40% dos estudantes do país declaram que querem seguir carreiras ligadas à ciência e à tecnologia –taxa maior do que a encontrada nos países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), que é de 24%.

Mais: metade dos alunos brasileiros afirma ter interesse por ciências –foco do Pisa deste ano. Os estudantes por aqui disseram que até se divertem com conteúdos científicos.

O problema é, na hora da avaliação, quem estuda no Brasil acerta só 30,6% das questões de ciências. Para se ter uma ideia do que isso significa, na Finlândia, país referência na educação mundial, o índice de acerto nas mesmas questões chega a 56,4%.

Menos da metade de nossos estudantes sabe o básico de ciências. Em Estados como Alagoas, o pior do país no exame, os brasileirinhos erram três de cada quatro questões de ciências.

Estamos no final da fila na avaliação de ciências, em 63º lugar, de um total de 70 países. É basicamente um desastre.

Gostar de ciências, como declaram os estudantes brasileiros no Pisa, não é difícil. A ciência explica a vida em todas as suas formas e trata do mundo de uma escala milhares de vezes menor do que a espessura de um fio de cabelo até o tamanho do Universo.

Quem é curioso gosta de ciências. Jovens são curiosos.
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Texto de Sabine Righetti, publicado na Folha de S. Paulo, em 06/1’2/2016. Para ler a matéria na íntegra, acesse: http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2016/12/1838911-aluno-brasileiro-gosta-de-ciencias-mas-e-massacrado-pelo-conteudo.shtml

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 Para saber mais sobre o ensino de ciências, conheça o livro:

10891ENSINO DE CIÊNCIAS: PONTOS E CONTRAPONTOS
Organizadora: Valéria Amorim Arantes
Autores: Nélio Bizzo, Attico Chassot
SUMMUS EDITORIAL 

Transitando entre história, filosofia e ensino de ciências, esta obra aborda, entre outros temas, a origem das espécies e do homem, o papel da igreja na história da ciência, a dimensão dos conteúdos nas disciplinas científicas, as relações entre o saber popular e o saber científico, a interdisciplinaridade e a transversalidade. Livro fundamental para a formação de professores de ciência no contexto brasileiro.

Compre este título com desconto na Amazon.com.br:

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‘ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL PARA AS CRIANÇAS: COMO ENSINAR SEU FILHO A COMER BEM’

Explorar diferentes texturas, cores e sabores pode ser uma ótima forma de inserir uma alimentação saudável na rotina das crianças

Com a correria do dia-a-dia nem sempre é fácil manter uma alimentação saudável. Fast-foods e comidas congeladas ganham cada vez mais espaço na rotina das famílias. Diante desse cenário, como inserir alimentos saudáveis nas refeições e fazer com que as crianças comam bem?

Como o paladar delas ainda está sendo formado, é importante incentivá-las a desenvolver o prazer por frutas, verduras e legumes sem distinção. Pensando no assunto, Camila Verdeja, criadora do site “Pequeno Gourmet”, especializado em alimentação saudável infantil, listou 5 dicas para ajudar os pais. Confira:

1) Diversifique o preparo

“Além de variar os ingredientes, vale a pena revezar no modo de preparo das receitas”, recomenda Camila. Por exemplo, você pode colocar um fio de azeite ao assar um ingrediente. Isso vai dar sabor e textura diferentes. Também é possível substituir água por caldo de carne ou até mesmo suco de laranja.

2) Explore diferentes texturas, cores e sabores

Um dos fatores mais importantes na formação do paladar é a variedade. Ofereça alimentos com diferentes texturas, cores e sabores para que desde muito nova a criança começa a se acostumar e gostar de frutas, legumes e verduras. “É preciso haver equilíbrio na oferta dos alimentos, sem priorizar nenhuma textura, sabor ou cor”, orienta Camila.

3) Utilize os mesmos ingredientes dos pratos dos adultos

Para fortalecer os hábitos saudáveis em toda a família é interessante preparar a papinha do bebê com os mesmos ingredientes que serão usados para os adultos da casa. Além de ganhar tempo na rotina e diminuir os gastos, os pequenos terão um exemplo saudável em casa.

4) Apresente os alimentos

Sempre que possível, apresente os ingredientes à criança, falando o nome e explicando por qual motivo está colocando na comida. “Os alimentos devem fazer parte da rotina e a abordagem não precisa ser feita somente na hora das refeições”, diz.  Ainda que em tom de brincadeira, é possível ensinar a importância de consumir diferentes tipos de alimentos. Também é interessante levar os pequenos a feiras e hortifrutis.

5) Deixe a criança brincar

Durante o preparo, permita que a criança pegue na comida e até monte o próprio prato. Não se incomode com a sujeira! Isso também faz parte do processo de aprendizagem e entendimento do alimento. Para deixar o momento mais divertido, coloque uma música no ambiente ou faça refeições temáticas. Assim, a alimentação saudável entra na rotina de forma mais fácil.

Texto publicado originalmente no iG Delas, em 03/12/2016. Para lê-lo na íntegra, acesse http://delas.ig.com.br/filhos/2016-12-03/alimentacao-saudavel-criancas.html

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Tem interesse pelo assunto? Conheça os livros da nutricionista Cláudia Lobo, publicados pela MG Editores:
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50079ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NA INFÂNCIA
Conceitos, dicas e truques fundamentais

Todo dia surgem informações de como oferecer uma alimentação saudável aos filhos. Produtos que parecem ricos em nutrientes fazem sucesso, mas logo suas desvantagens são desmascaradas. Pensando nisso, a nutricionista Cláudia Lobo criou um guia para ajudar os pais a oferecer uma alimentação saudável às crianças. Mudança de hábitos, organização e perseverança são alguns dos ingredientes apontados por ela. Imperdível.

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50066COMIDA DE CRIANÇA
Ajude seu filho a se alimentar bem sempre

Mostrando de maneira objetiva como montar um cardápio adequado à realidade de cada família, este livro ensina quais alimentos escolher na hora de comprar e por que fazê-lo; como economizar tempo e dinheiro; e como preparar refeições rápidas e nutritivas. Também sugere formas de transformar a própria criança em aliada no processo de educação alimentar e traz mais de 50 receitas nutritivas, ricamente ilustradas.


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