‘SAIBA COMO EXERCÍCIOS PODEM PROTEGER O CÉREBRO CONTRA O ALZHEIMER’

De acordo com um novo estudo, praticar exercícios em ritmo moderado diariamente melhora a saúde e a atividade dos neurônios

Simples mudanças no estilo de vida podem ajudar a prevenir o Alzheimer. De acordo com um novo estudo publicado no periódico científico Journal of Alzheimer’s Disease, praticar exercícios regularmente e em ritmo moderado estimula o bom funcionamento de diversas regiões do cérebro, até mesmo em pessoas geneticamente predispostas à doença.

Metabolismo da glicose

A partir do metabolismo da glicose no cérebro, os pesquisadores puderam medir a saúde da atividade cerebral e o funcionamento dos neurônios de 93 voluntários com, em média, 64 anos de idade e histórico de Alzheimer na família – apenas uma variação genética relacionada a doença já indica alto risco de desenvolvê-la. Em pessoas com a doença, as regiões do cérebro tendem a teo metabolismo da glicose, processo que fornece às células cerebrais a quantidade correta de energia.

Os resultados mostraram que os participantes que gastavam pelo menos 68 minutos em exercícios físicos de intensidade moderada (caminhada rápida) ou intensa (corrida extenuante), tinham um padrão de metabolismo da glicose mais saudável do que as que praticaram menos. As atividades físicas mais leves não mostraram os mesmos benefícios, nem mesmo mudanças significativas. Já a atividade física vigorosa apresentou um melhor padrão da glicose apenas em uma região do cérebro, o hipocampo.

O estudo

Para detectar a relação entre as diferentes intensidades de atividade física e a atividade cerebral, os participantes utilizaram um acelerômetro durante uma semana para registrar os exercícios físicos praticados e foram submetidos a tomografias cerebrais (PET/CT) para medir a glicose no cérebro.

Poder da intensidade

Segundo Ozioma Okonkwo, professor na Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos e principal autor do estudo, apenas maiores doses de exercícios mais intensos oferecem os benefícios, sugerindo que não é preciso se exercitar ao extremo para prevenir a doença. Pesquisas anteriores mostraram que exercícios de intensidade moderada e vigorosa podem ter resultados similares, porém o atual estudo indica que exagerar no treino não é necessário.

Para os especialistas, a capacidade de quantificar a conexão entre a atividade física moderada a intensa e a saúde do cérebro é algo importante para as pesquisas sobre o Alzheimer. No entanto, mais estudos precisam ser feitos para descobrir a relação de causa e efeito entre os exercícios e o metabolismo da glicose e demonstrar seus benefícios. Inclusive, a equipe de pesquisa está à procura de pessoas com leves problemas de memória para ajudar a determinar a dose certa de exercícios físicos em testes laboratoriais.

Nunca é tarde

Pesquisas anteriores também já estabeleceram uma conexão entre o metabolismo da glicose e a função cognitiva. “Estamos mostrando agora que um estilo de vida ativo de intensidade moderada realmente aumenta a função neuronal”, disse o professor. “Acho seguro dizer que este é provavelmente um dos caminhos pelos quais o exercício reduz o declínio cognitivo na terceira idade.”
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Matéria publicada originalmente na Veja.com, em 28/06/2017. Para lê-la na íntegra, acesse: http://veja.abril.com.br/saude/saiba-como-exercicios-podem-proteger-o-cerebro-contra-o-alzheimer/………….

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Quer saber mais sobre Alzheimer? Conheça o livro dos psiquiatras canadenses especializados em neurologia :


DOENÇA DE ALZHEIMER
O guia completo
Autores: Serge Gauthier Judes Poirier

Este livro apresenta uma visão geral das últimas novidades médicas e científicas sobre os avanços recentes em pesquisa, as causas e os tratamentos da doença de Alzheimer, formas de prevenção que vêm sendo desenvolvidas e hábitos e estilos de vida que foram validados cientificamente e podem desacelerar ou impedir a progressão sintomática da doença.

FRANTHIESCO BALLERINI APRESENTA SUA OBRA “PODER SUAVE (SOFT POWER)”

Utilizado pela primeira vez pelo cientista político Joseph Nye na década de 1980, o termo “poder suave” (soft power) designa a capacidade de um Estado ou uma instituição influenciar a opinião pública para que seus objetivos sejam cumpridos. Acompanhando a humanidade há milênios, o poder suave se fez sentir sobretudo na cultura.

Publicação única no Brasil, fruto de mais de dois anos de intensas pesquisas e dezenas de entrevistas, este livro explica os mecanismos de ação do poder suave e sua expressão em áreas como música, cinema, artes plásticas, dança e artes visuais.

Assista ao vídeo abaixo com a apresentação da obra pelo próprio autor:

 

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Franthiesco Ballerini é jornalista e mestre em Comunicação Social, foi repórter e crítico do Grupo Estado por oito anos, tendo realizado reportagens em países como México, Canadá, Estados Unidos, Índia e Argentina. Foi colaborador de diversas revistas, como Bravo! e Cult, além de colunista cultural da Rádio Eldorado e da TV Gazeta. Ex-coordenador geral da Academia Internacional de Cinema, é professor de Comunicação e Audiovisual na Fundação Armando Alvares Penteado (Faap), na Universidade de Mogi das Cruzes (UMC) e nas Faculdades Integradas Rio Branco.

Para mais informações, acesse http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1464/9788532310644, ou compre este livro com desconto na Amazon em http://amzn.to/2s1zn0z.

‘MEC ALIVIA REGRAS PARA OFERTA DE ENSINO A DISTÂNCIA: ISSO É BOM OU RUIM?’

Uma série de mudanças na regulamentação do EAD (Ensino a Distância) para ensino superior, realizada pelo MEC (Ministério da Educação) no último dia 21, acendeu o debate: até que ponto pode se falar em democratização no acesso ao ensino ou em exagero na flexibilização do EAD?

Entre suas modificações, a portaria publicada pelo MEC possibilita que instituições de ensino superior passem a oferecer cursos EAD mesmo sem possuir credenciamento para cursos presenciais.

Também não será mais necessária a aprovação prévia do MEC para a abertura de polos EAD. A restrição será, nesse caso, feita com base no CI (conceito institucional), indicador de qualidade calculado anualmente após a visita de técnicos do ministério às instalações da instituição de ensino. Junto a isso, essas visitas para efeito de avaliação, que antes eram feitas nas sedes das instituições e também em seus polos, passarão a ser realizadas apenas nas sedes.

A escala de notas do CI varia de 1 a 5. Com a nova regulamentação, instituições de ensino superior que possuírem CI 3 poderão criar até 50 polos por ano, enquanto as com CI 4 poderão criar 150 e as com CI 5 poderão abrir até 250 novos polos EAD por ano.

Já as instituições públicas de ensino estarão automaticamente credenciadas para a oferta de cursos a distância. A exigência do MEC, nesse caso, é que elas passem por um processo de recredenciamento em até cinco anos após a oferta do primeiro curso EAD.

Avanço ou retrocesso?

Para Ronaldo Mota, reitor da Universidade Estácio de Sá e ex-secretário nacional de educação a distância e de educação superior do MEC, na gestão Haddad, as mudanças são positivas e poderiam ter sido “até maiores”, permitindo, por exemplo, que instituições que chegam a notas como 4 ou 5 possam ofertar 40% de seus cursos a distância ao invés dos atuais 20%.

Se não há um elemento vinculante que restrinja pela qualidade, não tem por que você ficar reprimindo o crescimento ou as alternativas que se tem de oferecer oportunidades para o educando”, defende.

“A autonomia dada às instituições de ensino, baseada em aferição de qualidade, não desfavorece a qualidade, ela na verdade fortalece. Hoje nós fazemos o Enade [Exame Nacional de Desempenho de Estudantes] anualmente, e em pouco tempo a instituição de ensino que não tiver uma qualidade de conceito será penalizada. Sabemos que o crescimento de forma desordenada afetará a própria qualidade do ensino que você está ofertando”, explica Mota.

osé Carlos Rothen, professor da Faculdade de Educação da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), pensa o contrário. Para ele, as mudanças podem ser vistas como um mecanismo para a “massificação da educação”.

“Na minha avaliação, representa um retrocesso. Um processo de democratização pressupõe que se compartilhe cursos de qualidade”, avalia o professor, que defende que “nem toda flexibilização é boa”. Ele afirma que é perigoso dar uma autonomia “de universidade” para instituições de ensino menores, como faculdades e centros universitários.

“Como você vai ter essa autonomia inicial, você pode ter alguns aventureiros que vão demorar para serem avaliados pelo CI. Com CI 3 você pode ter 50 polos, e é um CI ruim. Você pode estar proliferando já de cara instituições com muitos polos de baixa qualidade”, defende.

Para ele, a nova forma de fiscalização permitirá, ainda, que se tenha “muitos polos fantasia”. “Muitas instituições não vão passar por um processo de fiscalização efetiva”, afirma o professor.

PNE

O objetivo da ampliação na oferta de cursos a distância, segundo o MEC, é ajudar o Brasil a atingir a meta 12 do PNE (Plano Nacional de Educação). Ela determina uma elevação da taxa bruta de matrícula na educação superior –que mede o acesso de todas as faixas etárias à graduação– para 50% e a taxa líquida –que mede o acesso da população de 18 a 24 anos, faixa etária prevista para estar no ensino superior– para 33%.

Dados de 2015, os mais recentes do acompanhamento feito pelo Simec (Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação), mostram números ainda bastante abaixo da meta: 32,6% na taxa bruta e 21,3% na taxa líquida.

Para Mota, é difícil dizer se as mudanças no ensino farão com que o país atinja a meta do PNE. “O que posso dizer é que esses índices hoje são fracos e seriam ainda mais se não tivéssemos EAD. O Brasil só não está indo para trás nesse índice porque o crescimento que existe é no EAD”, defende.

Já Rothen afirma: “No sentido de atingir a meta, pode ser que atinja, sim, porque se está aumentando a oferta. Mas aí a gente vai ter um problema de expansão inadequada.

Para ele, a questão a se pensar é: vamos ter, no futuro, profissionais capazes de atender a demanda do mercado?

“Com uma expansão desordenada, com grupos educacionais que visam apenas o lucro, pode ser que a gente chegue daqui a 20 anos com menos profissionais formados de maneira adequada do que temos hoje”, pontua.

O EAD é uma modalidade de ensino que vem crescendo muito no Brasil nos últimos anos, como mostram dados do Censo da Educação Superior, realizado pelo Inep (Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira).

Em 2009, existiam no país cerca de 677 mil alunos matriculados em cursos de graduação a distância. Quatro anos depois, em 2013, o número mais que dobrou: eram cerca de 1,5 milhões de alunos fazendo um curso EAD de graduação. Na modalidade presencial, o aumento foi de cerca de 7 milhões, em 2009, para aproximadamente 12 milhões de alunos, em 2013.
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Texto de Ana Carla Bermúdez, publicado no UOL, em 28/06/2017. Para ler a reportagem na íntegra, acesse: https://educacao.uol.com.br/noticias/2017/06/28/mec-alivia-regras-para-oferta-de-ensino-a-distancia-isso-e-bom-ou-ruim.htm

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Para saber mais sobre ensino a distância, conheça:

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: PONTOS E CONTRAPONTOS
Organizadora: Valéria Amorim Arantes
Autores: José Manuel MoranJosé Armando Valente
SUMMUS EDITORIAL

Qual o papel das novas tecnologias de informação e comunicação no cotidiano das escolas e dos cursos de formação profissional? A educação a distância e as novas modalidades de ensino e aprendizagem ampliam o acesso à educação de qualidade ou prejudicam o processo educativo? O diálogo estabelecido entre os autores deste livro nos ajuda a compreender essas questões e as complexas relações entre tecnologia e educação neste início de século.

 

MELINA SCIALOM AUTOGRAFA “LABAN PLURAL” NA LIVRARIA CULTURA DE CAMPINAS (SP)

A Summus Editorial e a Livraria Cultura – Shopping Center Iguatemi (Campinas (SP) promovem no dia 29 de junho, quinta-feira, das 18h30 às 21h30, a noite de autógrafos de Laban plural – Arte do movimento, pesquisa e genealogia da práxis de Rudolf Laban no Brasil. Melina Scialom, autora da obra, recebe amigos e convidados na livraria, que fica Av. Iguatemi, 777 – Piso 1, Campinas – SP. Das 19h às 19h45 haverá uma apresentação sobre o livro no auditório da livraria (piso superior).

A obra é uma combinação de movimentos diversos – dança, pesquisa, passado e presente – que envolvem a vida e obra de Rudolf Laban (1879-1958) e da reverberação de seu pensamento artístico, filosófico e científico no Brasil. Embora seja considerado um dos grandes teóricos da dança do século XX, Laban baseia-se na observação, na prática e na experiência do corpo em movimento. Melina Scialom resgata aqui a introdução dos ensinamentos de Laban no Brasil e sua repercussão entre bailarinos e educadores, criando uma espécie de genealogia que explica os caminhos percorridos por diversos profissionais da arte do movimento.

“Este livro segue pegadas ao vento, rastros e ressonâncias que ecoam uma origem futura de renovação imanente. A obra de Rudolf Laban tem como matriz a pulsão espacial da própria vida. Essa criatividade auto‑organizada reverbera nas diferenças infinitas de cada obra sob sua influência. A proposta desafiadora de Melina Scialom é se deixar ser dançada por esse traço dinâmico, pessoal e coletivo, único e plural, arqueológico e visionário.
[…] A contribuição brasileira para o método Laban é relevante não apenas por continuar um legado, mas justamente por transformá‑lo criativamente, o que sempre foi o eixo da proposta de Laban.”

Do Prefácio de Ciane Fernandes

Melina Scialom é coreologista pelo Trinity Laban (Londres, Reino Unido), doutora em Dança pela University of Roehamton (Reino Unido), mestre em Artes Cênicas pela UFBA e bacharel e licenciada em Dança pela Unicamp. Vem explorando o universo labaniano desde 2002, publicando artigos e capítulos de livros envolvendo a temática. Atua profissionalmente desenvolvendo, dirigindo e atuando em performances de dança solo e em colaboração com artistas de outras linguagens como circo, teatro, música e vídeo, tendo sua atividade artística espalhada pelo mundo. Como cofundadora do núcleo de dança Maya-Lila, tem colaborado na direção e apresentação de performances e espetáculos de dança desde 2005.

‘MINDFULNESS: SAIBA COMO APLICAR ESTA TÉCNICA DE MEDITAÇÃO NO SEU DIA A DIA’

Não podemos negar que nossa mente é cheia de distrações. Estamos trabalhando, por exemplo, e do nada começamos a pensar na prestação do carro, em renovar a academia, sem esquecer de dar aquela olhada no celular para não perder nenhuma notificação.

Focar a atenção em apenas uma tarefa é um desafio e a meditação mindfulness pode ser a resposta para se manter presente. De modo geral, o treinamento visa refinar a sua atenção com exercícios diários para desenvolver a concentração.

A técnica afeta até a felicidade. Em um estudo publicado na Science, pesquisadores da Universidade de Harvard (EUA) apontam que em 46,9% do tempo não estamos prestando atenção no que fazemos. Nossa mente “viaja na maionese” e isso nos desanima. Os dados comprovam que somos mais alegres quando ações e pensamentos se alinham.

“Miindfulness é ter atenção plena, deixar de fazer as coisas no piloto automático e começar a notá-las, conseguindo fazer escolhas mais conscientes”, afirma Alexandre Lunardelli, sócio fundador da Academia de Mindfulness, em São Paulo.

A prática melhora o foco, a produtividade e o autocontrole, além de diminuir a ansiedade e o estresse. Quer dar uma chance? É possível ter contato com a técnica durante atividades rotineiras.

De acordo com Katya Stübing, professora de meditação Mindfulness do Núcleo SaberSer, em São Paulo, podemos treinar durante vários momentos do dia. Veja as dicas:

  • Um minuto de atenção: você presta atenção ao escovar os dentes ou aproveita o momento para mexer no celular ou fazer xixi? “A escovação é um começo simples e efetivo. Foque nas ações táteis, tente não se distrair, pense nas cerdas, na gengiva, no gosto da pasta, no momento”.
  • Diminuir o automatismo: o exercício anterior vale para toda ação que você faz em piloto automático como trocar de roupa, tomar banho ou até correr na esteira da academia. Foque nas sensações, no corpo, ambiente, em como você se sente e como se manter presente. “Usar o celular na esteira distrai, mas você se ausenta da ação, sua cabeça sai da academia. Seria bom estar presente de corpo e alma. Desligue o aparelho e foque nas reações dos músculos, no suor, no porquê é importante estar ali”.
  • A mente prega peças: você vai se distrair durante o exercício, mas não se irrite. Perceba a distração, entenda porquê ela apareceu e volte para o momento de foco na atividade inicial.
  • Sem julgar: para treinar o mindfulness é preciso cultivar uma atitude que envolve abrir mão de julgamentos, aceitar as situações como são, reconhecer a realidade e desenvolver curiosidade pela experiência.

Prática formal

A meditação mindfulness é um pacotinho, além das práticas ao longo do dia também é importante tirar alguns minutos para um exercício mais duradouro. “Pode ser por 40 ou 5 minutos, o importante é tirar um tempo do dia para ter os benefícios”, diz Marcelo Demarzo, professor do departamento de medicina preventiva e coordenador do Mente Aberta da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). Saiba como tentar

  • Xiiiu: para se concentrar é importante escolher um lugar silencioso e com poucas distrações. Deixe o celular longe e desligue a televisão para não ter interferências.
  • Escolha a pose: ache uma posição confortável para não ter incômodos durante a meditação. Você pode ficar deitado ou sentado, com olhos abertos ou fechados, o que for melhor para você.
  • Mantenha o controle: comece observando as sensações corporais, como o contato com o solo e a temperatura da pele. Aos poucos, concentre nos movimentos do corpo durante a respiração: no tórax e abdômen, na sensação do ar nas narinas.
  • Distrações mentais: se aparecer alguma distração, pensamento ou preocupação, apenas perceba e deixe passar, sem se prender ou julgar, e volte a se concentrar na respiração.
  • Antes do fim: depois de focar ao máximo na respiração, volte sua atenção para as sensações corporais e aos poucos termine a prática.
  • Internet pode ajudar: existem aplicativos e sites que podem ajudar iniciantes. Você pode usar o app gratuito HeadSpace ou ouvir uma técnica meditativa de pouco mais de três minutos do centro Mente Aberta.

 

Matéria de Maria Júlia Marques, publicada originalmente no UOL em 26/06/2017. Para lê-la na íntegra, acesse: https://estilo.uol.com.br/vida-saudavel/noticias/redacao/2017/06/26/mindfulness-saiba-como-aplicar-esta-tecnica-de-meditacao-no-seu-dia-a-dia.htm

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Tem interesse pelo assunto? Conheça o livro:
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VIVA BEM COM A DOR E A DOENÇA
O método da atenção plena
Autora: Vidyamala Burch
SUMMUS EDITORIAL

A dor crônica e a doença podem minar a qualidade de vida de quem sofre com elas. Visando orientar tais pessoas, Vidyamala Burch oferece neste livro um método revolucionário para aliviar o sofrimento causado por diversas enfermidades e pelo estresse. Baseada na atenção plena (mindfulness) e na ideia de viver cada momento, ela apresenta técnicas de meditação e respiração profunda que combatem a dor e aumentam a sensação de bem-estar. Prefácio da edição brasileira de Stephen Little, diretor do Centro de Vivência em Atenção Plena e professor da sucursal brasileira da School of Life.

‘CIÚME ENTRE IRMÃOS: SAIBA COMO LIDAR COM A RIVALIDADE’

Antes mesmo de nascer, o novo membro da família já causa um certo desconforto em quem, até então, era o centro das atenções, o rei do pedaço. Mas existem formas de evitar que o ciúme entre irmãos passe dos limites. Veja dicas que valem para diversas fases da convivência:

Não demonstre preferência por um filho ou outro

O Jeito que o pai ou a mãe gosta de cada filhote está relacionado à afinidade. É normal. O que não é legal é demonstrar preferência.

  • Nunca faça comparações entre eles – são pessoas diferentes. Viva!
  • Incentive a admiração mútua; elogie os pontos fortes de cada um. Todos nós temos pontos fortes e fracos.
  • Lembre-se que seu filho mais quieto também precisa de você, mesmo que não fique pedindo sua atenção e afeto.
  • Passar um tempo com cada filho, separadamente, é bom de vez em quando. Atenção exclusiva ajuda a amenizar a ciumeira.
  • Quando perceber uma situação de ciúme, tome uma atitude, intervenha antes que ela vire uma briga nova – e às vezes mais feia!
  • Se a coisa fugir um pouco do controle, e partir para a agressividade, tente canalizar o sentimento. Atividades artísticas (com argila, tinta, papel, cola, massinha etc.) podem ajudar a aliviar a raiva.
  • Dê exemplo da importância da amizade entre irmãos. Reforce isso sempre, fale dos seus irmãos, se for ocaso, ou de outras famílias.
  • Invente situações para que os irmãos trabalhem em grupo, tais como brincadeiras e jogos.
  • Não entre em pânico com as brigas. Elas fazem parte do desenvolvimento deles, ou melhor, de todos nós.
  • Nunca torne um filho responsável pelo outro. O mais velho não é babá!
  • A rivalidade entre os irmãos é encontrada até entre os animais irracionais. Nas famílias humanas, aparecem em vários níveis.

Quando o primeiro filho nasce, ele recebe 100% de tudo o que os pais podem proporcionar, dos “bens emocionais” aos materiais. Todos os cuidados e necessidades, assim como os momentos para criar vínculos amorosos… tudo pertence a ele.

Então, um “belo” dia, tudo muda, como dizem hoje: “o forninho cai”…

E detalhe: ninguém pediu a opinião ou a “permissão” do primogênito a respeito da chegada de um novo integrante, do irmão ou irmã.

O universo do papai e da mamãe não gira mais em torno do primeiro filho, que perde seu posto para sempre. O que fazer?

Incluir a criança nas atividades que envolvem o irmãozinho ou irmãzinha que ainda nem chegou ajuda.

Mas não impede que surja uma ideia na cabecinha do filho mais velho: “Eles gostam mais do bebê do que de mim”.

Movida por ela, a criança enciumada -e frustrada – pode até começar a agir de forma dissimulada, inclusive tentando machucar o novo filhinho, sabotando a rotina dele.

No entanto, existem aqueles que dizem claramente coisas do tipo “Não gosto desse bebê, quero que vá embora”, entre outras expressões de repúdio. E mesmo quando o nenê não está por perto, o irmão mais velho pode manter o comportamento agressivo de uma forma geral.

Alguns regridem, passando a falar de jeito manhoso, mais infantil, na intenção de retomar seu posto perdido de filho único.

É preciso agir! Os pais precisam fazer algo para frear essa competição ou ela poderá ser responsável por padrões negativos que podem durar a vida toda.

Quando nasce mais um filho, então, a coisa fica ainda mais complicada… Tudo será dividido por três.

A rivalidade, o ciúme entre irmãos é algo tão poderoso que, muitas vezes, compromete os papéis assumidos em uma família e até as profissões que escolhemos quando adultos.

Por exemplo: o grande interesse na vida de alguém pode ser justamente o oposto das escolhas feitas por um irmão.

É bem complexo, não é mesmo? Mas tem jeito…
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Artigo de Sandra Luthemburg, publicado originalmente em Mãe.blog.br. Para lê-lo na íntegra, acesse: http://www.mae.blog.br/ciume-entre-irmaos-saiba-como-lidar/

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Quer saber mais sobre o assunto? Conheça o livro da Summus:

IRMÃOS SEM RIVALIDADE
O que fazer quando os filhos brigam
Autoras: Elaine MazlishAdele Faber

Das mesmas autoras de Como falar para o seu filho ouvir e como ouvir para o seu filho falar, este livro aborda, entre outros, os seguintes tópicos: como ajudar os irmãos a conviverem bem, como tratar os filhos de forma diferente mas com justiça, como libertar as crianças de rótulos e como agir positivamente no momento das brigas. E, o que é mais importante, os pais aprenderão a resolver conflitos de forma pacífica.

A VOLTA DOS ‘MORTOS VIVOS’

O que acontece se uma pessoa tida como morta subitamente reaparecer? E se o seu marido ou mulher já tiver se casado de novo?

Uma situação incomum surgiu em uma das novelas da Rede Globo, na qual personagens que foram dados como mortos após sofrerem um acidente de helicóptero retornam, vivinhos da silva. Se na ficção uma reviravolta como essa é capaz de causar muita confusão, na vida real não é diferente. O que acontece se a mulher ou o marido de um dos supostos falecidos ou falecidas tiver se casado de novo? Qual dos dois casamentos é válido, o primeiro ou o segundo?

Como sempre acontece, na vida real as coisas costumam ser bem mais complexas e demoradas do que na ficção. Para começar, antes de poder se casar de novo ou ter acesso aos bens do desaparecido, o cônjuge precisa recorrer à justiça para obter um documento chamado decretação de ausência. A decretação de ausência é necessária para aquelas situações nas quais a pessoa se encontra desaparecida, mas não existem evidências que indiquem sua possível morte – exemplo típico é a história do marido que saiu para comprar cigarros e nunca mais voltou. Esse documento é concedido por meio de uma sentença judicial que estabelece a morte presumida do desaparecido, isto é, assume-se que ele morreu, embora seu falecimento não possa ser devidamente constatado.

Cabe lembrar que esse é um processo muito demorado, pois é preciso ter certeza de que não existe possibilidade concreta de que o desaparecido seja encontrado. E, mesmo após a obtenção da sentença, é necessário esperar um longo prazo até que a sucessão (o processo de inventário e partilha da herança) possa ser aberta, ou até que o estado civil do cônjuge possa ser modificado, o que lhe permitiria casar-se outra vez.

No entanto, se existirem fortes evidências de que o desaparecido esteja morto (por exemplo, ele foi vítima de um acidente aéreo e o corpo não foi encontrado, desapareceu em combate ou em razão de atividades políticas durante o período do regime militar), então é possível obter uma declaração de morte presumida sem a decretação de ausência. Isso facilita um pouco o processo, mas nem tanto. A declaração de morte presumida só será concedida depois que forem esgotadas todas as buscas pelo desaparecido ou dois anos após o término da guerra (para os que sumiram em combate).

Contudo, por mais remota que seja essa possibilidade, existe a chance de que uma pessoa que foi declarada “presumidamente” morta reapareça. E, é claro, a situação se complica ainda mais se, ao voltar, ele ou ela descobrir que seu cônjuge já se casou novamente. A lei não especifica o que acontece em casos como esses, e as opiniões dos juristas se dividem: para alguns, o primeiro casamento é o que vale e o segundo deve ser considerado nulo ou inválido. Para outros, é o segundo casamento que vale. Ou seja: a solução para esse dilema vai depender do entendimento, do bom senso e da sensibilidade do juiz.

*Ivone Zeger é advogada especialista em Direito de Família e Sucessão. Membro efetivo da Comissão de Direito de Família da OAB/SP é autora dos livros “Herança: Perguntas e Respostas”, “Família: Perguntas e Respostas” e “Direito LGBTI: Perguntas e Respostas – da Mescla Editorial.

Artigo publicado no Estadão, em 10/07/2017. Para acessar na íntegra:
http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/a-volta-dos-mortos-vivos/

 

Conheça os livros da autora:

FAMÍLIA
Perguntas e respostas
Autora: Ivone Zeger

Quando o assunto é direito da família, somente uma especialista como Ivone Zeger pode responder de forma simples e direta às principais dúvidas relacionadas com casamento, divórcio, pensão alimentícia, partilha de bens, adoção, violência doméstica, filhos, união gay etc. – tudo de acordo com as mudanças ocorridas na legislação.
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HERANÇA
Perguntas e respostas
Autora: Ivone Zeger

Quais são os motivos para deserdar alguém? Bens de família também entram no pagamento da dívida? Quando uma pessoa morre sem deixar testamento, quem fica com os bens? O que cabe aos enteados? E à segunda esposa? Divorciados têm direito à herança do cônjuge? O que é usufruto? Filhos têm de dividir a herança com o avô?

Essas são apenas algumas das perguntas respondidas neste livro. Com base em sua ampla experiência em Direito de Família e Sucessão, a advogada Ivone Zeger esclarece – em linguagem simples e objetiva, bem distante do “juridiquês” que assusta os leigos – as dúvidas mais comuns que todos temos sobre o assunto.

 

DIREITO LGBTI
Perguntas e respostas
Autora: Ivone Zeger

Esta obra de Ivone Zeger tem o objetivo de responder a questões relativas a casamento, união estável, adoção, inseminação artificial, dissolução de união estável, divórcio, partilha de bens, herança, entre outros temas pertencentes ao Direito de Família, porém voltados ao público homossexual, bissexual e transexual.

LANÇAMENTO DO LIVRO “O TEAR DA VIDA” NA LIVRARIA DA VILA (AL. LORENA/SP), NO DIA 20 DE JUNHO

A Summus Editorial e a Livraria da Vila (Al. Lorena – SP) promovem no dia 20 de junho, terça-feira, das 18h30 às 21h30, a noite de autógrafos do livro O tear da vida – Reflexões e vivências terapêuticas, das psicólogas Jean Clark Juliano e Irene Monteiro Felippe. O evento será também uma homenagem a memória de Jean, que faleceu em 2016. Ela completaria 74 anos no dia 18 de junho. Irene e Luiz Juliano, viúvo de Jean, receberão amigos e convidados no piso térreo da livraria, que fica na Al. Lorena, 1.731 – São Paulo, SP.

Grande representante da Gestalt-terapia brasileira e referência na área da psicologia, Jean Clark Juliano sempre teve o dom da palavra. Além disso, com sua fé inabalável no ser humano, via no diálogo com o outro a chance de chegar ao conhecimento de si e do mundo. Delicada, alegre e interessada na vida, ela enfrentou bravamente a doença que a acometeu nos últimos anos, mantendo-se forte até o fim. Os textos que compõem o livro, últimos gestados pela autora, em parceria com a também psicóloga Irene Monteiro Felippe, falam sobre a procura da autorrealização e da necessidade humana de ser feliz, reconstruindo acontecimentos e significados às vezes sublimes, às vezes dolorosos.

Fruto de um trabalho de três anos, a obra traz pequenos relatos autobiográficos, contos, reflexões psicológicas e inquietações sobre o desenvolvimento e o mistério humanos. “Convidamos o leitor a se arriscar. Assim como Jean, o livro é uma busca de caminhos e um agradável convívio de encontros”, afirma Irene, que muitas vezes sentou ao lado de Jean em frente ao computador, trocando memórias.

A riqueza desse convívio produziu um rico diálogo intergeracional e abriu espaço para a criação de textos memoráveis, como “Uma casa de chá”. Baseado no prefácio ao livro A vida, o tempo, a psicoterapia (Summus, 2012), escrito pelo jornalista Thomaz Souto Corrêa, o conto mostra a necessidade que todos nós temos de encontrar um abrigo especial.

“Quando paramos um momento, por menor que seja, para tomar chá, saímos de nossa vida diária, aquela que não mostra o seu significado e fica eternamente na superfície. Mergulhamos na fumaça quente que sai da xícara e revemos todos os processos pelos quais passamos naquela vida íntima, peregrina, guardada com cuidado. Adentramos em uma busca pelo silêncio interior. Nossas sensações se regulam com o farfalhar das folhas e vamos apreendendo todas as etapas pelas quais passamos até chegar ali, àquela casinha, tomando aquele gole de chá especial.”

‘DIVÓRCIO CONFLITUOSO DOS PAIS PREJUDICA SAÚDE DOS FILHOS POR DÉCADAS, DIZ ESTUDO’

Quando as crianças vivenciam um divórcio ou separação conflituosa de seus pais, a situação parece prejudicar sua saúde por décadas, até a idade adulta, disseram pesquisadores nesta segunda-feira (5).

O estudo, publicado na científica americana Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), foi feito com 201 adultos saudáveis que concordaram em ser colocados em quarentena, expostos a um vírus que causa o resfriado comum e monitorados por cinco dias.

Aqueles cujos pais se separaram e não se falaram durante anos eram três vezes mais propensos a adoecer, em comparação com aqueles cujos pais se separaram mas permaneceram em contato durante o crescimento das crianças.

Pesquisas anteriores mostraram que os adultos cujos pais se separaram durante sua infância têm um risco aumentado de ter a saúde mais fraca.

O último estudo mostrou que este risco maior de contrair doenças se deve se deve, ao menos em parte, a uma inflamação aumentada em resposta a uma infecção viral, segundo o artigo.

“As experiências estressantes no início da vida fazem algo com a nossa fisiologia e processos inflamatórios que aumenta o risco de uma saúde mais fraca e doenças crônicas”, disse Michael Murphy, associado de pesquisa de pós-doutorado em psicologia na Universidade Carnegie Mellon.

“Este trabalho é um avanço na nossa compreensão de como o estresse familiar durante a infância pode influenciar a susceptibilidade de uma criança a doenças 20-40 anos depois”, acrescentou.

O estudo também mostrou que os filhos adultos de pais que se separaram mas ficaram em contato não eram mais propensos a ficar doentes do que os filhos adultos de famílias intactas.

“Nossos resultados visam o sistema imunológico como um importante portador do impacto negativo a longo prazo do conflito familiar”, disse Sheldon Cohen, coautor e professor de psicologia.

“Eles também sugerem que os divórcios não são todos iguais, e que a comunicação contínua entre os pais amortece os efeitos deletérios da separação nas trajetórias de saúde das crianças”, completou.

Matéria publicada originalmente no UOL, em 05/06/2017. Para acessá-la na íntegra: https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/afp/2017/06/05/divorcio-conflituoso-dos-pais-prejudica-saude-dos-filhos-por-decadas-diz-estudo.htm

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Tem interesse pelo assunto? Conheça:

SOB FOGO CRUZADO
Conflitos conjugais na perspectiva de crianças e adolescentes
Autora: Maria Dolores Cunha Toloi
EDITORA ÁGORA

Partindo da ideia de que a saúde mental de crianças e adolescentes está diretamente ligada à convivência familiar saudável, Dolores Toloi mostra também que, tanto quanto o divórcio, a manutenção do casamento com alto nível de conflito é prejudicial aos filhos. Ao final, apresenta uma bem-sucedida proposta de sociodrama temático para lidar com esse público.

‘9 VERDADES QUE OS TERAPEUTAS DE CASAIS GOSTARIAM QUE VOCÊ SOUBESSE’

Você tem medo de terapia de casal? Acha que recorrer a ajuda de um especialista é sinal do fracasso do relacionamento? Pois saiba que não é bem assim.

A terapia de casal existe para facilitar o diálogo entre marido e mulher, ajudando a solucionar conflitos não só quando as coisas vão mal. Veja o que mais os profissionais do ramo gostariam que você soubesse:

1 – O objetivo é unir o casal

O foco principal da terapia é manter o casal em sintonia. Se os parceiros estão brigando o tempo todo ou tendo dificuldade para resolver os problemas, mas ainda se amam, procurar um terapeuta para ajudar a discutir a relação é ótima saída.

2 – O objetivo também pode ser a separação

Em alguns casos, durante o processo de olhar para os objetivos, planos e questões de cada um, pode ser que o casal perceba que está tudo mesmo muito desalinhado. Os dois não têm energia para levar a relação adiante e o melhor é terminar. Nessas horas, a terapia de casal pode ser boa também para que a separação seja feita tranquilidade e menos dolorosa possível.

3 – Quanto antes começar, melhor

Não espere a situação ficar insustentável para buscar a ajuda. Se já existe uma questão difícil de resolver entre vocês e o diálogo não está fluindo, comece a terapia o quanto antes. Assim a solução pode ser mais fácil.

4 – O terapeuta é o juiz e não advogado

Muita gente vai procurar a terapia de casal esperando provar seu ponto. “Eu não estou certo?” é uma frase comum de se ouvir no consultório. Mas a função do terapeuta não é escolher um dos lados ou julgar os comportamentos e sim funcionar como um juiz, mediando a conversa.

5 – Falta de briga pode ser um sinal ruim

Vocês nunca brigam? Opa! Isso pode não ser sinônimo de um relacionamento bom. Pessoas discordam e conflitos são naturais ao longo da relação, mas se não existe discussão por eles, pode ser que alguém esteja se anulando e abaixando demais a cabeça. E isso nunca é legal.

6 – Se um não quer, dois não se resolvem

Não adianta nada forçar o outro a ir para a terapia de casal com você se ele não quer. O negócio só flui se as duas pessoas estiverem se dedicando e colocando suas energias no esforço de e melhorar a relação e resolver os conflitos.

7 – As sessões nem sempre são a dois

Em alguns momentos, acontece terapia individual para identificar questões que não são tão abertas a dois e depois trabalhar isso com outro.

8 – Não precisa falar tudo!

Tem gente que acha que porque é terapia, é hora de falar tudo que estava guardado. Mas lembre-se: o objetivo ali é unir e não brigar mais. Então não precisa despejar segredos ou pensamentos que não acrescentem e podem magoar o outro. Algumas coisas não precisam ser ditas.

9 – O resultado não é imediato

O tempo que se leva para ver o resultado da terapia de casal varia de acordo com os parceiros e a dedicação. Mas, como toda terapia, é um processo que leva um certo tempo para identificar a origem dos conflitos e trabalhar. Não vá esperando sair da primeira sessão com tudo resolvido!

Especialistas consultadas: Maria Cecília Veluk, coordenadora do curso de terapia de casal e família do Instituto Delphos; Cláudia Graichen, terapeuta de casais especialista em sexualidade.
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Matéria de Helena Bertho, publicada originalmente no UOL, em 04/06/2017. Para acessá-la na íntegra: https://estilo.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2017/06/04/9-verdades-que-os-terapeutas-de-casais-gostariam-que-voce-soubesse.htm

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Conheça os livros da Ágora sobre o tema dos quais Maria Cecília Veluk é coautora:

LAÇOS AMOROSOS
Terapia de casal e psicodrama
Organizadora: Maria Amalia Faller Vitale
Autoras:  Vanda Lucia Di Yorio Benedito, Gilda Castanho Franco Montoro, Júlia Motta, Laurice Levy, Lúcia Ferrara, Maria Amalia Faller Vitale, Maria Cecília Veluk Dias Baptista, Maria Regina Castanho França, Maria Rita Seixas, Marta Echenique, Elisa López Barberá

Coletânea de artigos de profissionais de primeira linha que vem sendo pensado e elaborado há anos, com o intuito de dar visibilidade ao trabalho psicodramático com casais ou famílias. Dois planos interagem nos escritos: o impacto de mudanças sociais que interferem na vida familiar e a contribuição de Moreno para a terapia de casal.
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PSICODRAMA COM CASAIS
Organizadora: Gisela M. Pires Castanho
Autoras: Vivien Bonafer Ponzoni, Gisela M. Pires Castanho, Júlia Motta, Maria Amalia Faller Vitale, Maria Cecília Veluk Dias Baptista, Maria Cristina Romualdo Galati, Maria Rita Seixas, Marina da Costa Manso Vasconcellos, Marta Echenique, Mônica R. Mauro, Dalmiro M. Bustos

Este livro foi escrito para todos aqueles que se interessam por terapia de casal e por psicodrama. São 11 capítulos escritos por psicodramatistas com experiências diversas, dotados de vários exemplos nos quais os profissionais mostram como exercem sua prática clínica.