‘BULLYING E VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS AINDA SÃO TEMAS SEM DIAGNÓSTICO NO PAÍS’

O Brasil não tem um mapeamento claro sobre a dimensão da violência dentro das escolas. Não há estudos abrangentes sobre a temática, o que, segundo especialistas, dificulta não só um diagnóstico do problema, mas também uma intervenção mais adequada.

Na sexta-feira, um estudante de 14 anos atirou contra colegas de sala em uma escola particular de Goiânia. Dois morreram e outros quatro ficaram feridos.

O próprio autor dos disparos disse à polícia que era vítima de bullying. Colegas relataram que o estudante, tímido e retraído, era vítima de gozações contínuas e era xingado de “fedorento”.

Pesquisadora sobre violência nas escolas, Miriam Abramovay afirma que não é possível saber, por exemplo, quais são os fatores de risco aos quais os estudantes estão envolvidos, nem tampouco possíveis estratégias de proteção -essa realidade é foco, inclusive, de estudo que ela coordena atualmente em dois Estados.

“Não temos diagnósticos. Estados e municípios não querem ver expostos dados negativos em geral, muito menos sobre a violência nas escolas”, diz ela, ligada à Flacso (Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais). “No sistema privado talvez seja ainda mais difícil.”

Em parceria com o MEC (Ministério da Educação) e OEI (Organização dos Estados Ibero-Americanos), a Flacso realizou uma pesquisa em 2015 com 6.700 estudantes das sete capitais mais violentas do país. Divulgado no ano passado, é o último levantamento de maior fôlego feito no país.

Mesmo que parcial, os dados indicam um cenário preocupante da escola como reprodutora da violência social, mas também produtora de uma violência particular.

Quatro em cada dez estudantes (do 6º ano do ensino fundamental ao 3º do médio) afirmaram já terem sofrido violência física ou verbal dentro da escola no último ano.

Em 65% dos casos, o agressor foi um colega –15% assumem já ter cometido alguma violência. Um quarto das agressões relatadas ocorreram dentro da sala de aula.

Sem uma sistematização dos desafios, as escolas têm dificuldade de lidar com desafios de violência e bullying -uma sequência contínua de ataques. “A escola está muito ligada no ensino e aprendizagem e não olha corretamente para isso. Não consegue detectar inclusive casos extremos como esse”.

Em Goiânia, o estudante, que é do 8º ano, relatou ter planejado o ataque por três meses. O pai disse que o filho havia passado por tratamento psicológico. Ele deu 11 onze tiros, mas uma das vítimas era seu alvo principal.

A psicopedagoga Quézia Bombonatto afirma que a problemática envolve alunos, escolas e famílias. “As escolas precisam sempre conversar com o grupo, é um trabalho que precisa ser feito permanentemente, sem esperar que algo aconteça”, diz ela, conselheira vitalícia da Associação Brasileira de Psicopedagogia. “E as famílias devem ficar muito atentas”.

Mudanças de comportamento, queda de rendimento e desinteresse em ir à escola, por exemplo, podem ser sinais de que algo pode estar errado. “Tanto a vítima de ataques quanto o algoz precisam de atendimento.”

A falta do diagnóstico mais confiável não significa que as escolas não tem feito nada. Embora, pela falta de informações, é difícil mensurar a efetividade de ações no nível nacional.

Nas escolas públicas de ensino fundamental, 74% dos diretores dizem que têm projetos nas escolas com a temática da violência e 83%, sobre bullying. Os dados são do questionário aplicado na realização da Prova Brasil de 2015. Naquele mesmo ano, 17% dos gestores relataram terem identificado alunos com armas como faca e 3%, com revólver.

Pesquisas nacionais e internacionais mostram que o clima escolar –em que a identificação e combate a conflitos é parte fundamental– contribui para melhores resultados da escola, como de aprendizado e de redução das desigualdades. Abramovay, da Flacso, vai além. “Essa violência prejudica não só o alunos e a escola, mas tem consequências sociais e econômicas”, diz. “Ninguém sai incólume”.

A Folha questionou o MEC sobre a existência de dados, bem como acerca da atuação federal na temática, mas não obteve resposta. A pasta lamentou o episódio e, em nota, disse reafirmar “o compromisso com a busca de uma sociedade mais justa e solidária, pautada no respeito à diversidade, à convivência harmônica e à tolerância entre crianças, adolescentes e jovens”.

 

Matéria de Paulo Saldaña, publicada originalmente na Folha de S. Paulo, em 22/10/2017. Para acessá-la na íntegra: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2017/10/1929183-bullying-e-violencia-nas-escolas-ainda-sao-temas-sem-diagnostico-no-pais.shtml

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Tem interesse pelo tema? Conheça:

A SOCIEDADE DA INSEGURANÇA E A VIOLÊNCIA NA ESCOLA
Autora:
Flávia Schilling
SUMMUS EDITORIAL

Entre os discursos da violência como uma epidemia e o silêncio por ela provocado, há discursos inauditos e imprevistos que apontam para uma compreensão ampliada das questões que nos preocupam. Este livro discute a violência que está na escola, apresentando as várias dimensões que cercam o problema e apontando algumas ações possíveis que estão ao alcance de todos nós.

 

A VIOLÊNCIA NA ESCOLA
Autores: M. PerdriaultG. MangelC. Colombier
SUMMUS EDITORIAL

O tema da violência escolar é uma presença cada vez mais constante em todos os veículos de imprensa. Ele encontra um enfoque atualizado e detalhado neste livro, do ponto de vista da pedagogia institucional. São quatro monografias que abordam a violência na escola, com descrições do ambiente opressivo que circunda os adolescentes, a agressividade entre professores e alunos entre si. É o relato de uma experiência visando meios de trabalhar com uma classe especialmente violenta. A violência selvagem e a violência simbólica aqui analisadas tornam esse livro um instrumento esclarecedor e necessário. Um texto forte e realista, de leitura imprescindível.

‘QUE TIPO DE COMILÃO VOCÊ É? DECIFRAR SUA FOME PODE TE AJUDAR A EMAGRECER’

Quando falta autocontrole com a comida, e os ponteiros da balança sobem sem parar, o problema pode estar na sua cabeça, e não na barriga. Comer até sem ter fome é sinal de um distúrbio psicológico — e será preciso se conhecer a fundo para frear a comilança. A missão é desvendar o que te fez ter essa relação de exagero com os alimentos.

“Não é só fazer dieta, é importante ter apoio da psicoterapia para compreender a mudança, entender suas motivações e aprender a se defender dos estímulos errados”, explica Arthur Kaufman, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da USP.

Ou seja: a mente tem que mudar junto com o corpo. Para diferenciar o que é fome da vontade de comer, você tem que saber em que grupo se enquadra.

Os comilões que mais aparecem no consultório:

  • Come por impulso

A cena é: você está de dieta, mas entra na cozinha e vê um doce incrível. Sem nem pensar direito, e nem se lembrar do esforço para manter o foco, bastam algumas garfadas para devorar tudo! Nessa necessidade imediata de recompensa, a pessoa come sem controle e depois sofre por ter estragado a vida saudável.

  • Devora por vontade mesmo. Mas é muita vontade!

Pode ser normal, saudável ou patológico. Tudo bem ter vontade de comer brigadeiro de vez em quando, mas não o tempo todo. O problema aqui é não considerar a saúde e comer apenas o que quiser, na hora em que quiser, pensando apenas em ter prazer.

  • Come em resposta aos sinais externos

Sabe quando você acha que tem o controle da alimentação, mas vai em uma festa e não resiste em ver a cerveja e as coxinhas? Ou passa em frente a uma loja de bolos e para para comprar um na hora? Basta ver os alimentos por perto para você perder o controle e mandar tudo para dentro.

  • Amigos engordativos

Não precisa culpá-los, mas será necessário se defender de tantas ofertas e dos perigos daqueles que dizem: “Fica mais um pouquinho, afinal, furar um dia a dieta não engorda, é só uma saideira?” O problema é que um único petisco geralmente leva esse tipo de pessoa a emendar outros dez e enfiar o pé na jaca de vez.

  • Comilança sem controle e sem fim

A compulsão começa pelo impulso, mas você exagera na comida em pouco tempo e não dá chance ao controle. O exemplo clássico é acabar com uma caixa Bis em três minutos. Quando você percebe tudo o que engoliu se sente mal, se culpa e fica deprimido.

  • Come para afogar as mágoas

É o que acontece com quem desconta na comida quando não está em um bom momento. Teve um problema e está triste? Usa a comida como uma companhia, uma espécie de apoio para ficar alegre momentaneamente e esquecer o que o chateou no primeiro momento.

Como se desvincular da comilança?

Não existe uma receita, mas já vamos avisando: só comer menos de uma hora para outra não basta. “Sua cabeça não compreende a mudança de apenas colocar menos comida no prato. Existe todo um processo psicológico que precisa ser vivenciado”, diz Kaufman.
Além de aprender a controlar as escolhas, você deve descobrir novas formas de se premiar e se conhecer melhor, descobrindo o que motiva essa urgência por comida. Buscar por ajuda profissional também pode ajudar a analisar a gravidade de seu caso, se existe compulsão mesmo.

Quando come sem saber o motivo, não há nada de errado aparente e comer é mais forte do que você, o problema pode ser psiquiátrico, sendo necessário até o uso de remédios.

Matéria de Maria Júlia Marques, publicada originalmente no  UOL, em  27/10/2017. Para lê-la na íntegra, acesse: https://estilo.uol.com.br/vida-saudavel/listas/que-tipo-de-comilao-voce-e-decifrar-sua-fome-pode-te-ajudar-a-emagrecer.htm

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Tem interesse pelo assunto? Conheça o livro do psicoterapeuta Flávio Gikovate:
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DEIXAR DE SER GORDO
MG EDITORES

A convicção de Gikovate é a de que as dietas para emagrecer engordam. Trata-se de um estudo psicólogico acerca da obesidade, que tem por objetivo ajudar as pessoas a se livrarem do problema. Este livro, que já está na sétima edição e foi revisado pelo autor, é para quem quer deixar de ser gordo e não apenas emagrecer temporariamente, à custa de regimes torturantes e ineficazes.

ESPECIAL DE EBOOKS DE FLÁVIO GIKOVATE NA AMAZON

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MUDAR: Caminhos para a transformação verdadeira

Por que é tão difícil mudar, mesmo quando sabemos que determinados hábitos ou atitudes nos são prejudiciais? Que mecanismos estão por trás da nossa resistência à mudança e como entendê-los para, então, desmantelá-los? Contumaz observador da alma humana, Flávio Gikovate analisa neste livro os obstáculos que enfrentamos quando nos propomos a mudar um comportamento e aponta caminhos para vencer tais entraves.

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PARA SER FELIZ NO AMOR: Os vínculos afetivos hoje

A evolução tecnológica das últimas décadas, a emancipação feminina e as facilidades que permitem às pessoas viver sós têm colocado em xeque os relacionamentos à moda antiga.

Porém, apesar de todos concordarem que hoje as afinidades são fundamentais, o fato é que a grande maioria dos casais continua a se formar entre pessoas muito diferentes, o que sempre culmina em dor. Por quê?

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COAUTORAS DE “OS ANIMAIS E A PSIQUE – VOLUME 2” NA RÁDIO CBN

Ouça a entrevista de Denise Gimenez Ramos e Neusa Maria Lopes Sauaia, coautoras de “Os animais e a psique – Volume 2”, recém-lançado pela Summus, no programa CBN Noite Total. Tania Morales conversou com as psicólogas junguianas sobre o simbolismo dos animais na psique humana.

Conheça os dois volumes de Os animais e a psique:

OS ANIMAIS E A PSIQUE – VOLUME 1
Baleia, carneiro, cavalo, elefante, lobo, onça, urso

Autoras: Stella Maria T. Cerquinho Malta, Roseli Ribeiro Sayegh, Neusa Maria Lopes Sauaia, Maria Luiza Piva Rodrigues, Maria Helena Monteiro Balthazar, Maria do Carmo De Biase, Denise G. Ramos
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OS ANIMAIS E A PSIQUE – VOLUME 2
Asno, camelo, gato, golfinho, morcego, raposa, rato

Autoras: Stella Maria T. Cerquinho Malta, Roseli Ribeiro Sayegh, Neusa Maria Lopes Sauaia, Maria Helena Monteiro Balthazar, Maria do Carmo De Biase, Denise G. Ramos

 

NOITE DE AUTÓGRAFOS NA LIVRARIA DA VILA DO SHOPPING PÁTIO HIGIENÓPOLIS, EM SÃO PAULO

Convidados e amigos prestigiaram o lançamento de Os animais e a psique –
Volume 2
, da Summus Editorial. O evento aconteceu na última terça-feira, 17 de outubro, na Livraria da Vila do Shopping Pátio Higienópolis em São Paulo.

RÁDIO CBN ENTREVISTA EDITORA-EXECUTIVA DO GRUPO SUMMUS SOBRE FLÁVIO GIKOVATE

No dia 13/10/2017, completou um ano de falecimento do nosso autor Flávio Gikovate. Neste dia, a editora-executiva do Grupo Editorial Summus, Soraia Bini Cury, foi entrevistada por Tania Morales, no programa CBN Noite Total, da rádio CBN. Elas conversaram sobre a vida do psicoterapeuta, suas obras e o ebook, lançado pelo selo MG Editores em homenagem a Gikovate e que pode ser baixado gratuitamente nas melhores livrarias virtuais.

Ouça a entrevista abaixo:

 

Baixe o seu gratuitamente clicando em uma das imagens abaixo. Você será redirecionado automaticamente para a página do e-book na loja.

 

 

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Conheça todas as obras de Flávio Gikovate, publicadas pela MG Editores:
http://www.gruposummus.com.br/mg/autor//Fl%C3%A1vio+Gikovate

 

‘CASAR OU NÃO CASAR: EIS A QUESTÃO’

Sinal dos tempos: ao iniciar um relacionamento, o casal realiza uma romântica viagem ao cartório mais próximo e registra um documento no qual esclarece suas intenções. Em geral, as cláusulas e disposições que o casal faz constar no contrato resumem-se ao seguinte: o que é meu é meu, o que é seu é seu, e quando o relacionamento acabar, ninguém deve nada a ninguém. Carimbos e assinaturas devidamente providenciados, o casal deixa o cartório feliz da vida, com a certeza de que o patrimônio de cada um está devidamente protegido de eventuais intempéries que possam acometer o relacionamento amoroso. Será?

Não raro, quando me deparo com interlocutores ávidos por obter as melhores respostas para as dúvidas em direito de família e direito sucessório, uma delas é mesmo singular “- Dra. Ivone, o que é mais interessante para um casal: formalizar de uma vez o casamento ou manter o relacionamento como união estável?”

Difícil resposta. Cada casal, individualmente falando, traz uma história de vida, relacionamentos anteriores, filhos, algum tipo de sociedade profissional, enfim, uma série de envolvimentos passados e presentes que podem interferir e modificar tanto a trajetória profissional como a amorosa/sentimental.

Não por outro motivo observamos que a prática dos chamados contratos de relacionamento está tão disseminada que é possível encontrar, após uma rápida consulta na internet, modelos desses documentos prontos para imprimir e assinar. Contudo, é preciso ter cuidado – e uma boa orientação profissional – na hora de elaborar tais contratos. Do contrário, você pode pensar que acabou de adquirir um seguro capaz de proteger seus bens de rompimentos afetivos e de outros “sinistros” advindos de uma separação, quando, na verdade, está se expondo a uma bela e custosa briga na Justiça.

Quer ver um exemplo? Certa vez um cliente me trouxe um contrato que ele havia baixado da Internet. O documento possuía uma cláusula na qual os contratantes se comprometiam a não fazer nenhuma exigência futura em relação ao patrimônio um do outro. Mais adiante, outra cláusula informava que os dois garantiam jamais, em hipótese alguma, exigir pensão alimentícia do parceiro ou parceira se o relacionamento chegasse ao fim. Tudo muito bonito no papel.

Na prática, porém, as coisas não são bem assim. Se a relação vier a se tornar uma união estável – definida pelo artigo 1.723 do Código Civil Brasileiro de 2002 como um relacionamento público, continuo e duradouro, estabelecido com o objetivo de constituir família (havendo ou não filhos em comum) –, o regime de bens que prevalece é o equivalente ao da comunhão parcial de bens. De acordo com esse regime, os parceiros têm direito, após a separação e o devido reconhecimento judicial da união estável, à metade dos bens adquiridos pelo casal a título oneroso durante o relacionamento.

E se um dos companheiros vier a falecer, o parceiro sobrevivente poderá receber herança, em proporções que dependerão da existência de outros herdeiros e de seu grau de parentesco com o falecido. Cabe lembrar que esses direitos independem do fato de o parceiro ter ou não contribuído financeiramente para a aquisição dos bens em questão. Além disso, é bom que se deixe claro: pessoas que vivem em união estável também podem requerer o pagamento de pensão alimentícia ao fim do relacionamento.

Tendo tudo isso em mente, voltemos aos contratos. Os parceiros de uma união estável podem estabelecer, por meio de documento registrado em cartório, um acordo referente à administração e partilha de seus bens diferente das estipulações previstas pelo regime da comunhão parcial. Contudo, nada impede que, no futuro, um dos dois recorra à justiça para contestar esse acordo, alegando, por exemplo, que as circunstâncias mudaram e que agora ele ou ela necessita de amparo econômico. E, dependendo do entendimento que tiver do caso, o juiz pode lhe dar razão.

É importante ressaltar que nem mesmo um contrato elaborado por advogado, segundo parâmetros legais, está imune de ser judicialmente contestado. Porém, quanto maior for o embasamento legal do documento, maiores serão as chances de que o juiz o aceite na ocorrência de uma eventual disputa judicial. Conclusão: informe-se e consulte um advogado especializado em Direito de Família antes de baixar um contrato de relacionamento da Internet.

Gastar um pouco de tempo e de dinheiro antes pode lhe poupar de uma série de despesas e de dores de cabeça depois.

 

Ivone Zeger é advogada especialista em Direito de Família e Sucessão. Membro efetivo da Comissão de Direito de Família da OAB/SP é autora dos livros “Herança: Perguntas e Respostas”, “Família: Perguntas e Respostas” e “Direito LGBTI: Perguntas e Respostas – da Mescla Editorial.

Artigo publicado no Estadão, em 10/10/2017. Para acessar na íntegra (restrito a assinantes ou cadastrados): http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/casar-ou-nao-casar-eis-a-questao/

 

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Conheça os livros da autora:

FAMÍLIA
Perguntas e respostas
Autora: Ivone Zeger

Quando o assunto é direito da família, somente uma especialista como Ivone Zeger pode responder de forma simples e direta às principais dúvidas relacionadas com casamento, divórcio, pensão alimentícia, partilha de bens, adoção, violência doméstica, filhos, união gay etc. – tudo de acordo com as mudanças ocorridas na legislação.

 

HERANÇA
Perguntas e respostas
Autora: Ivone Zeger

Quais são os motivos para deserdar alguém? Bens de família também entram no pagamento da dívida? Quando uma pessoa morre sem deixar testamento, quem fica com os bens? O que cabe aos enteados? E à segunda esposa? Divorciados têm direito à herança do cônjuge? O que é usufruto? Filhos têm de dividir a herança com o avô?

Essas são apenas algumas das perguntas respondidas neste livro. Com base em sua ampla experiência em Direito de Família e Sucessão, a advogada Ivone Zeger esclarece – em linguagem simples e objetiva, bem distante do “juridiquês” que assusta os leigos – as dúvidas mais comuns que todos temos sobre o assunto.

DIREITO LGBTI
Perguntas e respostas
Autora: Ivone Zeger

Esta obra de Ivone Zeger tem o objetivo de responder a questões relativas a casamento, união estável, adoção, inseminação artificial, dissolução de união estável, divórcio, partilha de bens, herança, entre outros temas pertencentes ao Direito de Família, porém voltados ao público homossexual, bissexual e transexual.

 

SUMMUS APOIA O XV CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE PNL

Em breve ocorrerá a edição de 2017 do  Congresso Latino-Americano de Programação Neurolinguística. Com o tema “PNL em cenário de mudanças”, o evento, que está em sua 15ª edição, será realizado no Hotel Confort Suítes, na cidade de Vitória, no ES, entre os dias 03 e 05 de novembro (pré-congresso noss dias 02 e 03/11).
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Veja a programação completa do congresso e faça sua inscrição pelo  site http://congressopnl.com.br/

 

As obras de PNL da Summus serão comercializadas no local. Para conhecer todos os nossos títulos a área, acesse: http://bit.ly/2dFmAdz

AUTORAS O SEGUNDO VOLUME DO LIVRO “OS ANIMAIS E A PSIQUE” AUTOGRAFAM EM SÃO PAULO

A Summus Editorial e a Livraria da Vila (Shopping Pátio Higienópolis) promovem no dia 17 de outubro, terça-feira, das 18h30 às 21h30, a noite de autógrafos do segundo volume do livro Os animais e a psique. As autoras – Denise Gimenez Ramos, Maria do Carmo De Biase, Maria Helena Monteiro Balthazar, Neusa Maria Lopes Sauaia, Roseli Ribeiro Sayegh e Stella Maia T. Cerquinho Malta – recebem os amigos e convidados na livraria, que fica no Shopping Pátio Higienópolis, piso Pacaembu (Av. Higienópolis, 618 – São Paulo).

Presente no cotidiano, nos sonhos, nas fantasias, nos mitos, nos contos, no folclore e na arte, o animal é uma das imagens mais poderosas para o ser humano. Essa proximidade foi objeto de estudo de um grupo de psicólogas que dedicou anos de pesquisas a expandir a compreensão dessa rica relação. No segundo volume do livro Os animais e a psique, as autoras analisam sete animais – asno, camelo, gato, golfinho, morcego, raposa e rato – e mostram como a energia deles se manifesta simbolicamente no homem, na forma de forças variadas e significativas.

Os animais são abordados no livro em suas várias dimensões, tanto no aspecto biológico quanto no aspecto simbólico. Na parte biológica, as autoras ressaltam aspectos etológicos, ou seja, relativos aos hábitos de cada animal e sua relação com o ambiente, além de características anatômicas e fisiológicas. Na parte simbólica, contos, mitos, histórias, sonhos e fantasias das mais diferentes origens ajudam a compor a importância desses animais na cultura e na mente humana, com ênfase à cultura brasileira, sobretudo lendas e costumes folclóricos.

“Não é mais possível viver sem considerar o significado dos animais em nossa vida. Eles exercem grande fascínio sobre nós, como podemos observar na enorme quantidade de livros e filmes que retratam de modo antropomórfico ou realista as qualidades peculiares de muitos deles. Por meio dessa fácil e imediata identificação, valores humanos são transmitidos e vivenciados por crianças e adultos, permitindo a incorporação de diversas qualidades desses animais”, afirmam as psicólogas.

Para saber mais sobre o livro, acesse: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//9788532310774

http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1478/Animais+e+a+psique,+Os+-+Vol.+2

Clique aqui e saiba mais sobre o livro a ser lançado