ELIZABETH MONTEIRO FAZ PALESTRA EM SANTOS

A psicóloga Elizabeth Monteiro estará na cidade de Santos no dia 29 de junho, sábado, às 19h, para uma palestra sobre o tema do livro Criando filhos em tempos difíceis (Summus Editorial). O evento, realizado pelo Colégio Anglo Santos e pelo Shopping Parque Balneário, acontece na Praça de Eventos do shopping (Av. Ana Costa, 549 – Santos – SP) e é aberto ao público.

Falta de tempo, correria, excesso de trabalho, pouco dinheiro, medo de sair na rua… Esses são alguns dos problemas enfrentados pelos pais modernos. O resultado? Crianças entediadas, desinteressadas, obesas, carentes e, ao mesmo tempo, sem limites. Como criar filhos em tempos tão difíceis? Para Elizabeth, que além de psicóloga é psicopedagoga e mãe de quatro filhos, participar mais da infância dos filhos é um ótimo estímulo para a saúde. E estar junto deles é fazer coisas que sejam também do interesse da criança.

No livro, ela aborda os benefícios do brincar e explica as brincadeiras preferidas pelas crianças em cada fase do desenvolvimento. Fala ainda sobre a “criança difícil” – a que não come, a medrosa, a do contra etc. – e dá dicas para lidar com conflitos.

Elizabeth defende a infância. Para tanto, ela mostra a importância do brincar e das brincadeiras. Ao longo do livro, dividido em 15 capítulos, a psicóloga aborda as diversas fases do desenvolvimento de bebês e crianças, dá dicas práticas sobre educação e comportamento, sugere inúmeras brincadeiras e fala sobre os desafios de criar filhos hoje. “Resgatar a infância de nossos filhos é investir no futuro da civilização”, afirma. Para a autora, as famílias estão passando por várias transformações e as crianças não estão brincando como deveriam.

Segundo a psicóloga, brincar é o melhor remédio para uma criança. A maioria dos pais, diz ela, não imagina até que ponto as brincadeiras ajudam os pequenos e contribuem para que eles sejam adultos criativos e bem-sucedidos. Elizabeth explica também que a criança tem um mundo próprio. “Quanto mais próximos dela estivermos, mais depressa a ajudaremos a compreendê-lo, tomando o cuidado de não impor nossos padrões de adultos”, afirma. Ela esclarece ainda que a criança inicia o desenvolvimento de seu psiquismo já na fase intrauterina, sendo capaz de sentir tudo que a mãe sente. Além disso, diz, o bebê continuará incorporando o clima afetivo do ambiente mesmo depois do nascimento.

Na obra, Elizabeth sugere brincadeiras que ajudam também na evolução da criança, desenvolvendo a atenção e o conhecimento do corpo, o fortalecimento da musculatura manual e digital, os sentidos e o reconhecimento do mundo, o desenvolvimento da criatividade e o domínio do corpo.

Ao falar sobre a educação da criança, a psicóloga destaca que educar não é transmitir conteúdos. Para ela, a aquisição de um conteúdo não deve ser o fim do processo educacional nem avaliada por meio das provas. “O processo educacional é o meio para que o indivíduo desenvolva o pensamento e o comportamento social”, explica a autora, frisando questões como a compreensão, a escolha e o acompanhamento da escola, a mensagem dupla, o mau exemplo, a televisão e a internet.

Para saber mais sobre o livro, acesse: http://bit.ly/11fboGN

Veja abaixo os outros livros da autora publicados pela Summus Editorial:

CULPA É DA MÃE, A
Reflexões e confissões acerca da maternidade

Neste livro emocionante e catárquico, a psicoterapeuta Elizabeth Monteiro relata suas experiências – muitas vezes desastradas – como mãe de quatro filhos. Partindo das relações familiares na época de sua avó e passando pela própria infância, ela mostra que as mães, independentemente da geração, erram. Mas não devem se sentir culpadas por isso. Prefácio de Lya Luft.

CRIANDO ADOLESCENTES EM TEMPOS DIFÍCEIS

O amor parental não é estático: ele muda com o tempo e com os filhos. Por isso, os pais precisam atualizar seu modo de sentir e amar. Com uma linguagem direta e delicada, Elizabeth Monteiro fala sobre a necessidade de proteger os adolescentes de ameaças como as drogas e, ao mesmo tempo, de incentivar a autonomia deles. Sem fórmulas mágicas, a autora estabelece com pais e educadores um diálogo amplo e profícuo.

 

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