FÁTIMA BERNARDES ENTREVISTA A PSICÓLOGA ELIZABETH MONTEIRO EM SEU PROGRAMA

A autora Elizabeth Monteiro participa do programa Encontro com Fátima Bernardes, da TV Globo, na segunda-feira, 25 de novembro. O bate-papo será em torno do tema do livro Cadê o pai dessa criança?, que a psicóloga acaba de ser lançar pela Summus Editorial. Para assistir a alguns momentos da participação, acesse os links abaixo:

http://globotv.globo.com/rede-globo/encontro-com-fatima-bernardes/t/programa/v/elisabeth-escreveu-livro-sobre-participacao-dos-pais-na-rotina-dos-filhos/2976638/

http://globotv.globo.com/rede-globo/encontro-com-fatima-bernardes/t/programa/v/elisabeth-e-importante-que-todos-os-filhos-se-sintam-unicos/2976657/

Pesquisas e reportagens têm alardeado nos últimos anos uma mudança no comportamento dos pais: eles estariam mais participativos na vida dos filhos. Há certamente um avanço, porém muito longe do ideal. Infelizmente, a maioria das famílias ainda convive com um pai perdido em seu papel. Eles não interrompem o trabalho para dar um telefonema para casa e certificar-se de que os filhos estão bem; não vão à escola saber como está o desempenho; não se preocupam em dar bons exemplos; não têm a menor ideia do quanto a ausência prejudica o desenvolvimento dos filhos.

No livro, Elizabeth fala diretamente com esses pais: o ausente, o violento, o folgado, o ignorante, o workaholic e até o abusador. De forma direta e contundente, ela mostra a importância de resgatar a identidade paterna e afirma: “Assim como a mãe, o pai tem a obrigação de cuidar do filho de maneira amorosa, respeitosa, ser presente e atuante. Do contrário, não é pai”.

Na avaliação da psicóloga, o homem não nasce pai. Ele se transforma em pai – o que difere da mulher, que biologicamente já vem com preparo para exercer a maternidade e se especializa desde criança, com as brincadeiras com bonecas. “A mulher, ao engravidar, começa a desenvolver uma ligação afetiva e maternal com o filho”, afirma. Segundo ela, o homem tem de aprender a desenvolver o amor paterno. E o filho só precisa de um pai coerente, que tenha bom-senso, boa dose de bom humor e postura amiga. De qualquer forma, o pai ideal está longe de ser perfeito. “Tudo que é perfeito ou imperfeito demais é patológico”, alerta a autora.

Baseada em sua experiência clínica e em pesquisas diversas, a psicóloga analisa os principais tipos de pai da família contemporânea e deixa claro que esses modelos prejudicam o desenvolvimento afetivo e intelectual das crianças, impactando duramente sua autoestima. “Crianças criadas com a participação ativa do pai se tornam adultos mais seguros, mais competentes e mais amorosos”, afirma.

Para saber mais sobre o livro, acesse: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Cad%C3%AA+o+pai+dessa+crian%C3%A7a%C2%A7

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