‘DIFICULDADE DA CRIANÇA EM VARIAR O PRATO NÃO É FRESCURA; SAIBA COMO LIDAR’

A alimentação dos filhos é um desafio para muitos pais e não raro motivo de discussão das refeições em família. O comportamento das crianças à mesa pode ser dos mais variados, mas um deles faz parte do universo dos chamados “comedores seletivos”. A principal dúvida nesses casos é: como lidar quando os filhos só aceitam comer um tipo de comida? 

Lara* tem quatro anos e, desde os dois, o seu cardápio está reduzido a arroz, macarrão sem molho, pipoca, “carninha de churrasco” e suco de maracujá. A menina que, enquanto bebê, comia todas as papinhas preparadas pela mãe, com as mais diversas combinações de carboidratos, proteínas, verduras e legumes, hoje recusa o que estiver fora da sua lista –e mesmo os alimentos citados acima, se tiverem qualquer alteração, como um molho de tomate, por exemplo.

O comportamento alimentar como o de Lara não é um transtorno e, sim, uma dificuldade que, segundo o nutrólogo e pediatra Mauro Fisberg, é um fenômeno fisiológico normal. “Todos somos seletivos. Posso ser apenas por não comer quiabo, por exemplo”.

Fato é que preferências ou aversões alimentares são classificadas como seletividade e pode ser difícil diferenciar de “frescura” ou “mania”. Por isso, pais e cuidadores devem ficar atentos quando essas particularidades afetam grandes grupos de alimentos, como frutas, legumes e verduras – em geral, os mais rejeitados pelas crianças.

“O comportamento seletivo passa a ser preocupante quando leva a problemas orgânicos ou comportamentais. Entretanto, esses também podem levar à rejeição”, afirma Fisberg, professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e coordenador do Centro de Dificuldades Alimentares do Instituto Pensi do Hospital Infantil Sabará (SP). “E não adianta dar estimulante de apetite para resolver o problema”, explica.

Nem sempre o diagnóstico é simples

O grande problema de restringir a alimentação de forma drástica é que as crianças com certeza vão sofrer com carências de vitaminas e minerais. Fisberg afirma que algumas pessoas continuam seletivas até a vida adulta, mas a condição na infância pode afetar desenvolvimento, crescimento, cognição, memória, inteligência, entre outros, e, por isso, demanda maior atenção e cuidado. “Existem questionários para o diagnóstico, mas a avaliação deve ser criteriosa, individual e feita por uma equipe multidisciplinar”.

De acordo com a psicoterapeuta infantil Paloma Vilhena, antes de achar que a criança é uma comedora seletiva, é preciso investigar a fundo todo o contexto no qual ela está inserida. “A seletividade alimentar também pode afetar a vida social, tornando as situações sociais que envolvem comida uma grande fonte de ansiedade e estresse”.

Lara está nesse ponto. De acordo com o relato da mãe ao UOL, quando a menina está na casa de amigos, costuma pedir para ir embora quando chega a hora de alguma refeição. “Ela fica nervosa com a insistência dos outros e porque entende que as pessoas acham um absurdo ela não comer”.

Fisberg alerta para o fato de que exames comumente pedidos no consultório –hemograma, fezes e urina– dificilmente apresentarão anormalidade. Segundo ele, é preciso avaliação mais aprofundada do que o tempo da consulta permite.

Por que antes ela “comia de tudo”?

É comum pais e cuidadores acharem que a criança comem pouco, mas isso nada tem a ver com seletividade. Nádia conta que Lara começou a recusar todas as ofertas logo que completou dois anos, o que a fez estranhar, já que a menina “comia de tudo”. Para casos como esse, Fisberg explica que na transição da papinha para uma alimentação adulta, é comum a criança rejeitar o que antes gostava.

“É diferente para ela, que pode não gostar da forma como aquilo foi preparado, a nova textura”. Ele afirma que os pais perdem a chance quando desistem na primeira ou segunda tentativa. “Se ceder uma vez, dificilmente vai conseguir a aceitação depois”.

A principal dica, segundo o pediatra, é preparar de diferentes formas, com variados temperos e lembrar que se nada der certo, pode ser uma característica daquele indivíduo. “Crianças têm direito a preferências”.

Como lidar com a questão

Conseguir o equilíbrio entre a insistência e o respeito as vontades dos filhos é o sonho de pais e cuidadores que têm um “comedor seletivo” em casa.  “Extremamente seletiva” quando criança, a “digital influencer” Camila Verdeja, criadora do “Pequeno Gourmet”, um site sobre alimentação infantil, conta que muitos buscam uma “solução milagrosa que, de preferência não dê muito trabalho e resolva o problema definitivamente”.

“Recebo muitas mensagens de pais desesperados porque os filhos não comem. Eles ficam angustiados com as constantes negativas. Mas nós, pais, somos responsáveis pela construção do paladar e dos hábitos dos nossos filhos. Por isso, precisamos procurar ajuda”, diz ela, mãe de Santiago, 4.

Paloma diz que é normal que os pais fiquem preocupados e ansiosos, mas isso acaba agravando o problema. Criar um ambiente tranquilo para as refeições, sem gritos e ameaças, e encorajar os progressos, mesmo que pequenos, faz parte da recuperação.

“Paciência e calma são importantes na mudança de hábitos. É importante, além de oferecer variedade de alimentos e de preparo dos mesmos, incluir as crianças no processo de compra e preparo das refeições. E, claro, dar exemplo ingerindo alimentos saudáveis”.

Matéria de Thais Carvalho Diniz, publicada originalmente no UOL, em 18/04/2017.
Leia na íntegra: https://estilo.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2017/04/18/seu-filho-nao-come-ele-pode-ser-um-comedor-seletivo-entenda.htm

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Quer saber mais sobre alimentação infantil? Conheça os livros da nutricionista Claudia Lobo, publicados pela MG Editores:
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50066COMIDA DE CRIANÇA
Ajude seu filho a se alimentar bem sempre

Mostrando de maneira objetiva como montar um cardápio adequado à realidade de cada família, este livro ensina quais alimentos escolher na hora de comprar e por que fazê-lo; como economizar tempo e dinheiro; e como preparar refeições rápidas e nutritivas. Também sugere formas de transformar a própria criança em aliada no processo de educação alimentar e traz mais de 50 receitas nutritivas, ricamente ilustradas.

 

50079ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NA INFÂNCIA
Conceitos, dicas e truques fundamentais

Todo dia surgem informações de como oferecer uma alimentação saudável aos filhos. Produtos que parecem ricos em nutrientes fazem sucesso, mas logo suas desvantagens são desmascaradas. Pensando nisso, a nutricionista Cláudia Lobo criou um guia para ajudar os pais a oferecer uma alimentação saudável às crianças. Mudança de hábitos, organização e perseverança são alguns dos ingredientes apontados por ela. Imperdível.

 

’8 ERROS QUE OS PAIS COMETEM NA ESPERANÇA DE FAZER O FILHO COMER MELHOR’

No dia a dia, depois de verem o filho recusar várias refeições, muitos pais sucumbem à agonia e adotam comportamentos errados com o objetivo de fazer a criança comer. Há quem chantageie, imponha castigos e até troque o prato de comida recusado por uma mamadeira com leite.

Apesar de cheias de boas intenções, essas atitudes não colaboram para que a criança desenvolva uma relação prazerosa com a comida.

A seguir, especialistas apontam as falhas mais cometidas pelos pais:

1)      Fazer ameaças

“Se você não comer, o bicho papão vai pegar você” ou ainda “Se não comer, não pode mexer no tablet”. Ouvindo esse tipo de coisa com frequência, a criança vai associar o momento de se alimentar com algo ruim. Fora que o medo provocado na mesa pode aparecer em outros momentos, como na hora de dormir. “Aí, os pais terão de lidar com um problema maior ainda”, diz a neuropsicóloga Deborah Moss, especializada em desenvolvimento infantil. Também não funciona dizer que sem comer a criança ficará doente. “Ela não entende que um dia, no futuro, pode adoecer por falta de comida. E pior: ela pode perceber que, mesmo comendo, também fica doente”, fala Deborah.

2)      Forçar a comer

Uma forma usual de obrigar a criança a comer é prometer que, uma vez limpando o prato, ela ganhará um presente, um doce ou algumas horas a mais no videogame. Ainda que ela coma, fará isso por obrigação. E esse não é o tipo de relação que ela deve desenvolver com os alimentos. Empurrar a comida goela abaixo do filho é igualmente ruim. “Uma criança acostumada a comer à força vai acabar perdendo o apetite e o prazer de se alimentar. A tendência é que ela se torne ainda mais resistente a experimentar alimentos novos”, diz a nutricionista Renata Alves, especializada em nutrição clínica em pediatria pelo Instituto da Criança da USP (Universidade de São Paulo).

3)      Dar estimulante de apetite

Eles despertam a fome por causa da grande quantidade de vitaminas, minerais e outros componentes presentes na fórmula, de acordo com a nutricionista infantil Camila Machado Rissotto. Porém, também bagunçam os mecanismos de regulação metabólica das crianças, que podem comer mais do que realmente necessitam e ter problemas de obesidade no futuro. Sem contar os efeitos colaterais. “Esses estimulantes podem causar sonolência, distúrbios de humor, perda da capacidade de concentração e, por consequência, prejuízo no desempenho escolar”, afirma Renata.

4)      “Esconder” alimentos nas refeições

Bater uma cenoura no molho de tomate ou uma abobrinha no feijão é válido desde que esses e outros ingredientes também sejam apresentados inteiros para a criança. Um dia, ela vai crescer e não vai querer comer legumes e verduras de outra forma, já que todos serão desconhecidos. “Além disso, é impossível oferecer a quantidade necessária que a criança precisa por dia quando ela não vê o que está comendo. Ela precisa enxergar a cor, sentir o sabor e o cheiro de cada alimento”, diz Renata.

5)      Não dar exemplo

De nada adianta encher o prato da criança de verduras, legumes, fibras e cereais e comer uma pizza requentada do dia anterior. Para criar um hábito alimentar saudável nos filhos é preciso dar exemplo. “Se a família comer, é mais fácil para a criança aceitar”, diz Camila.

6)      Desistir nas primeiras recusas

Ainda que a criança não aceite um alimento, sirva novamente. “Percebemos que é necessário oferecer o mesmo alimento de oito a 12 vezes para a criança realmente perceber se gosta ou não”, diz Camila. Não precisa oferecer no dia seguinte, mas, depois de um mês, pode funcionar. Além disso, varie a forma de preparo: às vezes, o cru não passa, mas o refogado, cozido ou assado pode agradar.

7)      Servir lanchinhos entre as refeições

De acordo com as especialistas, a estratégia mais efetiva é organizar os horários das refeições e servir apenas água entre elas. Dessa forma, a criança senta na mesa com fome e come o que é oferecido. “Se ela não comer, a consequência automática é sentir fome. Só que ela terá de esperar pela próxima refeição para se alimentar. É importante frisar que isso não é um castigo, mas o resultado de uma escolha que ela fez”, declara Deborah.

8)      Não estabelecer um tempo máximo para a refeição

Se a criança não comeu durante o tempo que permaneceu à mesa com a família, um período em que todos os demais puderam se alimentar, é bom que aprenda que só vai ter essa oportunidade de novo no horário da próxima refeição. No caso dos bebês e crianças pequenas, vale retirar o prato após algumas tentativas e voltar a oferecer 30 minutos depois. É o que sugere a neuropsicóloga Deborah Moss. “Só tome cuidado para não fazer pratos enormes e querer que a criança coma tudo, sem se dar conta de que ela já pode ter comido o suficiente, dentro do esperado para a idade”, diz a especialista.

Artigo publicado originalmente no UOL, em 06/07/2016. Para acessá-lo na íntegra: http://estilo.uol.com.br/gravidez-e-filhos/listas/8-erros-que-os-pais-cometem-na-esperanca-de-fazer-o-filho-comer-melhor.htm

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Tem interesse pelo assunto? Conheça os livros da nutricionista Cláudia Lobo, publicados pela MG Editores:

50079ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NA INFÂNCIA
Conceitos, dicas e truques fundamentais
Autora: Cláudia Lobo
MG EDITORES

Todo dia surgem informações de como oferecer uma alimentação saudável aos filhos. Produtos que parecem ricos em nutrientes fazem sucesso, mas logo suas desvantagens são desmascaradas. Pensando nisso, a nutricionista Cláudia Lobo criou um guia para ajudar os pais a oferecer uma alimentação saudável às crianças. Mudança de hábitos, organização e perseverança são alguns dos ingredientes apontados por ela. Imperdível.

 

50066COMIDA DE CRIANÇA
Ajude seu filho a se alimentar bem sempre
Autora: Cláudia Lobo
MG EDITORES 

Mostrando de maneira objetiva como montar um cardápio adequado à realidade de cada família, este livro ensina quais alimentos escolher na hora de comprar e por que fazê-lo; como economizar tempo e dinheiro; e como preparar refeições rápidas e nutritivas. Também sugere formas de transformar a própria criança em aliada no processo de educação alimentar e traz mais de 50 receitas nutritivas, ricamente ilustradas.

COMO OFERECER UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NA INFÂNCIA, POR CLAUDIA LOBO

Hábitos alimentares são formados desde cedo e a nutricionista Claudia Lobo ajuda nesta tarefa com seus livros Alimentação saudável na infância e Comida de criança, ambos publicados pela MG Editores. Assista ao vídeo abaixo, onde ela apresenta suas obras:

Assista:

Saiba mais sobre a autora e os livros, acessando:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/autor//Cl%C3%A1udia+Lobo

CLÁUDIA LOBO AUTOGRAFA O LIVRO “ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NA INFÂNCIA”, NA LIVRARIA LEITURA, EM GOIÂNIA

A MG Editores e a Livraria Leitura (Goiânia) promovem no dia 30 de junho, terça-feira, das 19h às 21h30, o lançamento do livro Alimentação saudável na infância, da nutricionista Cláudia Lobo. No início do evento, às 19h, a autora fará uma palestra sobre o tema do livro. Em seguida, haverá uma sessão de autógrafos. A livraria fica no Goiânia Shopping, Av. T – 10, no 1.300, Piso 3, Setor Bueno, Goiânia, GO.

Há cerca de 20 anos, a desnutrição infantil era um problema de saúde pública causado por falta de comida. Hoje, o Brasil está se tornando um país de obesos anêmicos por mau uso da alimentação. Um estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que quase 35% das crianças entre 5 e 9 anos estão acima do peso. Doenças como diabetes, hipertensão arterial e até mesmo câncer vêm sendo apontadas como consequências da obesidade. Como mudar esse quadro e garantir às crianças saúde e longevidade?

No livro Alimentação saudável na infância, Cláudia mostra o caminho para implantar – e manter – uma alimentação saudável na rotina dos pequenos. Com dicas e soluções práticas, ela ensina a escolher os alimentos adequados e prepará-los de forma saborosa e nutritiva.

Ao longo da obra, dividida em 20 capítulos, a autora indica com profundidade o passo a passo para selecionar, comprar, preparar e armazenar os alimentos ideais para uma boa nutrição. Ela aborda também a importância da mastigação e a melhor forma de apresentar diferentes pratos às crianças, além de oferecer dicas de como lidar com manhas e birras na hora das refeições. Trata-se de um guia para ajudar a transformar os hábitos alimentares de toda a família. Mudanças no cotidiano, organização e perseverança são alguns dos ingredientes apontados pela nutricionista.

“É extremamente difícil alimentar adequadamente uma criança nos dias de hoje. Falta tempo para preparar refeições equilibradas em casa, os pequenos estão voluntariosos e cheios de vontades, não aceitam a maioria dos alimentos que deveriam comer e só querem aqueles que não acrescentam nada de bom à saúde. Além do mais, certas comidas são mais saborosas que outras e as mais gostosas nem sempre são saudáveis”, afirma Cláudia. Ao mesmo tempo, ela acrescenta, todos os dias surgem informações, muitas vezes desencontradas, de como oferecer uma alimentação saudável aos filhos.

A proposta da obra é mostrar o “caminho das pedras”, ensinando como fazer, na prática, que as crianças se alimentem bem sempre. Segundo a autora, as mudanças devem acontecer com planejamento e calma, sem estresse.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1415/9788572550796

Alimentacao_saudavel_na_infancia

 

 

VOLTA ÀS AULAS: PAIS DEVEM REDOBRAR ATENÇÃO NO LANCHE DAS CRIANÇAS

Em entrevista à Rádio Nacional de Brasília, a nutricionista Claudia Lobo, autora do livro Comida de criança (MG Editores), destacou a importância de selecionar corretamente os alimentos para montar uma lancheira adequada para as crianças. Segundo ela, os pais devem ter uma alimentação equilibrada e comer bem para incentivar os pequenos. Ouça abaixo a entrevista na íntegra.

 

Hábitos alimentares saudáveis estão sempre entre os assuntos de saúde e qualidade de vida. O que também é motivo de muita conversa, só que restrita ao ambiente familiar, é a dificuldade de fazer as crianças comerem adequadamente. Em paralelo, dados recentes do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apurados na POF – Pesquisa de Orçamento Familiar – mostram que os brasileiros estão abusando de alimentos industrializados e que o consumo exagerado de açúcar é comum em todas as faixas de renda. Geralmente responsáveis pelo abastecimento da casa, as mães são as que mais interferem nas decisões que podem ser definitivas para uma vida saudável. Então, por que não aplicar medidas diárias de boa alimentação?

Uma forma de começar a mudança dos hábitos alimentares já no início do ano é aprender a preparar uma lancheira saudável. Para ser prática, rápida, eficiente, gostosa e saudável, ela não precisa conter uma refeição completa, isso se faz em casa, no café da manhã, almoço e jantar. “Essas são as refeições principais e devem ser caprichadas; os lanches são simples complementos, embora também precisem ser saudáveis”, afirma Claudia.

50066Claudia apresenta no livro 50 receitas nutritivas, ricamente ilustradas, para ajudar pais e responsáveis a levar à mesa alternativas práticas, econômicas, nutritivas e muito saborosas de refeições para as crianças e para toda a família.

Na obra – que ficou entre os finalistas ao Jabuti, na categoria gastronomia, em 2010 -, ela também explica que quem prepara a lista de compras precisa se convencer de que o cardápio ideal requer dedicação além da observação do prazo de validade dos alimentos. Começando por pequenos truques como convidar a criança para ajudar na elaboração do prato, as mudanças podem ser mais radicais, principalmente na hora da compra, quando se dever estar atento para evitar “pegadinhas” das promoções e da praticidade disfarçando os industrializados.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1241/Comida+de+crian%C3%A7a

 

AUTORA DE “COMIDA DE CRIANÇA” PARTICIPA DO DOMINGO ESPETACULAR, DA TV RECORD

Claudia Lobo2A nutricionista Cláudia Lobo, autora do livro Comida de criança (MG Editores), participa do programa Domingo Espetacular, da TV Record, neste domingo, 26 de outubro. Ela acompanhou a rotina de uma casa em que a mãe tem dificuldade de fazer o filho comer verduras. Assista! O programa começa às 19h20.

“Eu não gosto de salada!”; “Não tô com fome, mãe!”; “Detesto esse negócio verde no meu prato!”; “Por que eu tenho que comer isso?”; “Cadê a batata frita?” Que mãe nunca ouviu essas frases? Numa época em que o apelo do fast-food e a correria do dia a dia dificultam o consumo de alimentos saudáveis, muitas são as batalhas perdidas na conquista da saúde. Resultado: crianças obesas, com sérios problemas clínicos, e mães culpadas. 50066Partindo da própria experiência, de quem conseguiu vencer a obesidade e hoje adota uma dieta saudável, Cláudia mostra no livro que é possível fazer seu filho gostar de alimentos naturais e nutritivos. O segredo? Aliar criatividade e conhecimento para mudar os hábitos alimentares da família.

Cláudia começa o livro com uma afirmação incômoda para as mães, mas totalmente verdadeira: “você é responsável pela qualidade e pela quantidade de comida que seu filho come”. Quando criança, a própria autora sempre teve suas vontades atendidas, só comia o que desejava. Bem intencionada e solícita, a mãe nunca imaginou que pudesse estar contribuindo para um quadro grave de obesidade. “Conto a minha história para ilustrar como é comum esse comportamento nas famílias. E, principalmente, para mostrar como isso acontece por falta desconhecimento”, afirma a nutricionista, que é mãe de dois filhos.

Dividida em cinco partes, a obra aborda os principais problemas do consumo de alimentos processados, explica a importância do consumo regular de proteínas, carboidratos, fibras e outros nutrientes, revela os benefícios do consumo de comida saudável e, principalmente, mostra como montar um cardápio equilibrado e tornar as refeições mais atraentes para as crianças.

“Todo o embasamento científico que apresento no livro é para convencer as mães da importância do que será posto em prática. Para entender a maneira como tudo funciona”, diz Cláudia. A alimentação saudável, explica a nutricionista, não é um ideal utópico, da dona de casa que tem todo o tempo do mundo. “O livro mostra que é possível, mesmo tendo de comer fora de casa, seguir as dicas e orientar a alimentação dos filhos, obtendo resultados e mantendo o bom hábito”, diz.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1241/Comida+de+crian%C3%A7a

HORA DO RANGO: MÃE CRIATIVA FAZ COMIDINHAS DIVERTIDAS PARA A FILHA

Quem disse que não se pode brincar com a comida? Contamos recentemente aqui a história de um pai norte-americano que fazia merendas divertidas para se conectar com a filha enquanto ela estivesse na escola. Dessa vez, descobrimos a paulistana Nívea Salgado, de 34 anos, que faz de tudo para agradar a filhota e enchê-la de carinho na hora das refeições.

Tudo começou quando, após os dois anos de idade, a pequena Catarina passou a ficar muito seletiva em relação aos alimentos. Assim como muitas crianças dessa fase, era difícil convencer a menina a comer frutas, verduras e legumes. Terminar um prato já não era uma tarefa fácil; havia se tornado uma daquelas missões impossíveis de mãe.

Foi aí que, no início deste ano, Nívea começou a ler sobre o uso lúdico dos alimentos para atrair os filhos em busca de uma alimentação mais saudável. Ela, então, fez a primeira tentativa e criou um prato divertido representando alguns personagens. E o resultado não poderia ter sido melhor: a filha acabou comendo tudo aquilo que vinha recusando há muito tempo.

As refeições criativas passaram a fazer parte do dia a dia

A mãe dedicada percebeu que a estratégia funcionava e as comidas criativas passaram então a fazer parte da rotina da família. Segundo Nívea, a arte na comida aproximou ainda mais mãe e filha: “Catarina ama quando faço os pratos e acaba indo para a cozinha comigo. E de minha parte, é um carinho especial que tenho com ela. Em cada criação, eu coloco também o meu amor de mãe e me sinto recompensada a cada sorriso”, disse ela ao Carinho Inspira Carinho.

Quando o prato surpresa é colocado sobre a mesa, a curiosidade fala mais alto e a menina sai logo perguntando de que é feita cada parte do desenho. E acaba experimentando de tudo, que é o maior objetivo das criações. “Nem sempre ela gosta de determinado sabor, mas pelo menos pode dizer que não quer comer porque já provou e não gosta. Mas, em geral, depois da primeira mordida ela curte e come”, revela Nívea.

Em relação ao processo de criação, ela conta que é algo natural. Ela vê o que tem dentro da geladeira e pensa em que desenho determinados ingredientes fariam uma boa composição. Catarina também dá algumas ideias e pede os personagens que mais gosta. Um dos pratos, o do urso astronauta, foi inspirado em um bichinho de pelúcia que a menina tem.

Nívea ainda tem a preocupação de escolher alimentos com cores diferentes para que o prato fique, além de bonito, repleto de nutrientes distintos e complementares. Depois de pronto, as fotos das comidas são postadas em sua conta no Instagram (@mildicasdemae).

Pratos divertidos inspiram outras mamães

Ao compartilhar as fotografias, outras mães ficam motivadas a fazer o mesmo pelos filhos. Elas tentam reproduzir em casa e mandam as fotos para a Nívea ver como ficou o resultado. “eu fico extremamente feliz, adoro recebê-las! É bom saber que o que faço inspira também outras famílias a terem uma alimentação mais saudável”, disse orgulhosa.

Para quem quer começar a preparar os pratos criativos, a paulistana recomenda que se comece pelo fácil, pois sempre há algo que se possa fazer em cinco minutos: “vale fazer uma carinha no arroz, no sanduíche, sem se preocupar com a perfeição do desenho. As crianças curtirão de qualquer jeito!”, finaliza.
Matéria publicada originalmente em MSN Estilo. Para lê-la na íntegra, acesse:

http://estilo.br.msn.com/carinho/hora-do-rango-m%C3%A3e-criativa-faz-comidinhas-divertidas-para-a-filha#image=1

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Se você se preocupa com a alimentação de seu filho e quer saber mais sobre o assunto, conheça o livro “Comida de criança“, da nutricionista Claudia Lobo:

50066COMIDA DE CRIANÇA
Ajude seu filho a se alimentar bem sempre
MG Editores

Mostrando de maneira objetiva como montar um cardápio adequado à realidade de cada família, este livro ensina quais alimentos escolher na hora de comprar e por que fazê-lo; como economizar tempo e dinheiro; e como preparar refeições rápidas e nutritivas. Também sugere formas de transformar a própria criança em aliada no processo de educação alimentar e traz mais de 50 receitas nutritivas, ricamente ilustradas.

VEJA PARTICIPAÇÃO DE CLAUDIA LOBO, AUTORA DE “COMIDA DE CRIANÇA”, NO PROGRAMA HOJE EM DIA, DA TV RECORD

A nutricionista Claudia Lobo, autora do livro Comida de criança (MG Editores), participou do programa Hoje em Dia, da TV Record, no dia 12 de fevereiro. Na entrevista, ela dá dicas de como preparar uma alimentação saudável para as crianças, com pratos atrativos. Assista abaixo à reportagem na íntegra  (a participação da autora acontece no minuto 23:13).

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Uma forma de começar a mudança dos hábitos alimentares já no início do ano é aprender a preparar uma lancheira saudável. Para ser prática, rápida, eficiente, gostosa e saudável, ela não precisa conter uma refeição completa, isso se faz em casa, no café da manhã, almoço e jantar. “Essas são as refeições principais e devem ser caprichadas; os lanches são simples complementos, embora também precisem ser saudáveis”, afirma Claudia.

50066Claudia apresenta no livro 50 receitas nutritivas, ricamente ilustradas, para ajudar pais e responsáveis a levar à mesa alternativas práticas, econômicas, nutritivas e muito saborosas de refeições para as crianças e para toda a família.

Na obra – que ficou entre os finalistas ao Jabuti, na categoria gastronomia, em 2010 -, ela também explica que quem prepara a lista de compras precisa se convencer de que o cardápio ideal requer dedicação além da observação do prazo de validade dos alimentos. Começando por pequenos truques como convidar a criança para ajudar na elaboração do prato, as mudanças podem ser mais radicais, principalmente na hora da compra, quando se dever estar atento para evitar “pegadinhas” das promoções e da praticidade disfarçando os industrializados.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Comida+de+crian%C3%A7a

 

SORTEIO 17/1 – “COMIDA DE CRIANÇA”

50066O Grupo Editorial Summus vai sortear um exemplar do livro Comida de criança (MG Editores), da nutricionista Claudia Lobo, entre os seguidores do Twitter @gruposummus que retuitarem o link encurtado da promoção (http://kingo.to/1jQf). O sorteio será realizado na sexta-feira, 17/1, às 16 horas, pelo site sorteie.me e o resultado será publicado na sequência no blog e no Twitter do Grupo Summus. O ganhador deverá entrar em contato via DM para passar os dados de entrega do livro, que será enviado na semana subsequente, pelos Correios.

Boa sorte a todos!

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1241/Comida+de+crian%C3%A7a

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ATUALIZADO em 17/1/2014:

Resultado do sorteio: http://beta.sorteie.me/r/N7g. Parabéns à @sorayaandrade4, que ganhou o livro Comida de criança (MG Editores), da nutricionista Claudia Lobo!

 

PAPINHA INDUSTRIALIZADA É MAIS DOCE E TEM MENOS NUTRIENTES QUE A FEITA EM CASA

A coluna Equilíbrio do caderno Cotidiano da Folha de S.Paulo publicou nesta terça-feira, dia 17 de setembro, uma reportagem sobre papinhas prontas e deu destaque para o livro Comida de criança (MG Editores). Na reportagem a nutricionista Claudia Lobo, autora da obra, recomenda que as papinhas caseiras tenham pedacinhos e sejam servidas com os alimentos separados. Leia a íntegra: http://bit.ly/1eYWwVV

“Eu não gosto de salada!”; “Não tô com fome, mãe!”; “Detesto esse negócio verde no meu prato!”; “Por que eu tenho que comer isso?”; “Cadê a batata frita?” Que mãe nunca ouviu essas frases? Numa época em que o apelo do fast-food e a correria do dia a dia dificultam o consumo de alimentos saudáveis, muitas são as batalhas perdidas na conquista da saúde. Resultado: crianças obesas, com sérios problemas clínicos, e mães culpadas. Partindo da própria experiência, de quem conseguiu vencer a obesidade e hoje adota uma dieta saudável, Cláudia mostra no livro que é possível fazer seu filho gostar de alimentos naturais e nutritivos. O segredo? Aliar criatividade e conhecimento para mudar os hábitos alimentares da família.

Cláudia começa o livro com uma afirmação incômoda para as mães, mas totalmente verdadeira: “você é responsável pela qualidade e pela quantidade de comida que seu filho come”. Quando criança, a própria autora sempre teve suas vontades atendidas, só comia o que desejava. Bem intencionada e solícita, a mãe nunca imaginou que pudesse estar contribuindo para um quadro grave de obesidade. “Conto a minha história para ilustrar como é comum esse comportamento nas famílias. E, principalmente, para mostrar como isso acontece por falta deconhecimento”, afirma a nutricionista, que é mãe de dois filhos.

Dividida em cinco partes, a obra aborda os principais problemas do consumo de alimentos processados, explica a importância do consumo regular de proteínas, carboidratos, fibras e outros nutrientes, revela os benefícios do consumo de comida saudável e, principalmente, mostra como montar um cardápio equilibrado e tornar as refeições mais atraentes para as crianças.

“Todo o embasamento científico que apresento no livro é para convencer as mães da importância do que será posto em prática. Para entender a maneira como tudo funciona”, diz Cláudia. A alimentação saudável, explica a nutricionista, não é um ideal utópico, da dona de casa que tem todo o tempo do mundo. “O livro mostra que é possível, mesmo tendo de comer fora de casa, seguir as dicas e orientar a alimentação dos filhos, obtendo resultados e mantendo o bom hábito”, diz.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
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