‘BETTY MONTEIRO NO CBN GERAÇÕES’

Culpa, controle, divisão de tarefas e outras questões da rotina das mães entram em discussão

No fim de semana do Dia das Mães, a psicóloga e escritora Betty Monteiro e a jornalista e apresentadora Mariana Kotscho conversaram com Cássia Godoy sobre a maternidade. Ouça abaixo.

Clique nas capas abaixo e saiba mais sobre os livros da psicóloga Betty Monteiro:
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‘PÔR FILHO PARA PENSAR NÃO É CASTIGO: VEJA AÇÕES EDUCATIVAS PARA CADA IDADE’

Quando seu filho faz alguma coisa errada, você o coloca no cantinho para pensar no que fez? Temos uma má notícia: as chances de ele mudar o comportamento são mínimas. “A criança de até 6 anos não tem a compreensão moral das coisas, dos seus atos. Ela obedece porque alguém diz que aquilo é certo ou errado. Ou porque a mãe fica triste ou contente” diz a psicóloga infantil Elizabeth Monteiro. Além disso, vincular o pensar — algo positivo e enriquecedor — a um castigo não é uma boa ideia.

Para a especialista, o castigo só tem fundamento se for educativo e não punitivo. “Caso contrário, só serve para descarregar a raiva do adulto e para medir poder”, explica. Quer saber o que pode funcionar de verdade na hora de corrigir os erros do seu filho? Veja estas dicas dos especialistas, sempre levando em conta a idade da criança:

Até 3 anos

Em vez de colocar de castigo ao desobedecer, é melhor mudar o foco da criança. Nesta fase, ela é oposicionista e teimosa por natureza. Claro, falar com firmeza (sem gritar) e ter coerência é importante, mas será mais eficiente distraí-la.
O que fazer: se estiver pulando no sofá e não quiser descer, chame-a para pintar uma caixa de papelão, desenhar no box do banheiro com pasta de dente ou fazer um bolo na cozinha – sim, precisa ter criatividade! Já se quiser que seu filho não mexa nas coisas, mantenha o ambiente livre e os objetos “proibidos” fora de seu alcance. Nesta idade, a criança precisa mexer em tudo, porque ao explorar ela desenvolve a percepção tátil, gustativa, visual e entende para que que serve cada coisa.

Até os 5 anos

Nesta fase, a criança acha que é o centro do universo, mas já é possível ajudá-la a construir a noção de que as atitudes têm consequências.
O que fazer: quando ela estiver muito irritada ou tendo um ataque de birra, por exemplo, você pode mandá-la para o quarto para se acalmar. Também funciona sair de perto e voltar quando a criança estiver calma. Outra maneira de educar, ajudando a entender o sistema atitude-consequência, é, dizer “após guardar os brinquedos, você poderá sair para brincar” ou “depois que tomar seu banho poderá voltar para assistir à TV mais um pouquinho”.

A partir dos 6 anos

A criança já entende um pouco melhor que todo ato tem uma consequência. Portanto, pode arcar com o preço de suas escolhas.
O que fazer: se seu filho enrola para sair de casa de manhã, em vez de ameaçar, deixe o perder a aula, a prova, a matéria. Ele é quem vai sair no prejuízo. Perceba os motivos pelos quais vocês sempre discutam e trabalhe neles. Um pré-adolescente que nunca está pronto na hora de sair de casa, pode ser excluído do passeio, vez ou outra.

Em todas as idades

Se a criança agride fisicamente ou verbalmente outra pessoa, mostrando-se muito descontrolada, deverá ser retirada do lugar para esperar se acalmar. Só depois, quando estiver tranquila, os pais deverão conversar sobre a atitude dela e fazê-la refletir.

Fontes: Adriana Lot Dias, psicóloga e pedagoga. Clay Brites, pediatra e professor da Unicamp. Elizabeth Monteiro, psicóloga, pedagoga e autora do livro “Criando Filhos em Tempos Difíceis – Atitudes e Brincadeiras Para uma Infância Feliz” (Summus Editorial).

 

Matéria de Carolina Prado e Gabriela Guimarães, publicada originalmente no UOL, em 03/10/2017. Para acessá-la na íntegra:
https://estilo.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2017/10/03/por-filho-para-pensar-nao-e-castigo-veja-acoes-educativas-para-cada-idade.htm

 

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Conheça todas as obras da psicóloga Elizabeth Monteiro publicadas pelo Grupo Summus:

CRIANDO FILHOS EM TEMPOS DIFÍCEIS
Atitudes e brincadeiras para uma infância feliz

Buscando aprimorar a interação entre pais e filhos, Betty Monteiro aborda neste livro os benefícios do brincar e explica as brincadeiras preferidas pelas crianças em cada fase do desenvolvimento. Fala ainda sobre a “criança difícil”– a que não come, a medrosa, a do contra etc. – e dá dicas para lidar com conflitos. Em linguagem simples e fluida, ela nos convida a voltar à infância e a aproveitar melhor o tempo com os pequenos.

 

CRIANDO ADOLESCENTES EM TEMPOS DIFÍCEIS

O amor parental não é estático: ele muda com o tempo e com os filhos. Por isso, os pais precisam atualizar seu modo de sentir e amar. Com uma linguagem direta e delicada, Elizabeth Monteiro fala sobre a necessidade de proteger os adolescentes de ameaças como as drogas e, ao mesmo tempo, de incentivar a autonomia deles. Sem fórmulas mágicas, a autora estabelece com pais e educadores um diálogo amplo e profícuo.

 

A CULPA É DA MÃE
Reflexões e confissões acerca da maternidade

Neste livro emocionante e catárquico, a psicoterapeuta Elizabeth Monteiro relata suas experiências – muitas vezes desastradas – como mãe de quatro filhos. Partindo das relações familiares na época de sua avó e passando pela própria infância, ela mostra que as mães, independentemente da geração, erram. Mas não devem se sentir culpadas por isso. Prefácio de Lya Luft.

 

AVÓS E SOGRAS
Dilemas e delícias da família moderna

Que papel é reservado às avós no mundo de hoje? E às sogras? Certamente elas não são mais aquelas velhinhas que passavam o dia todo tricotando. Hoje, trabalham fora, cuidam ativamente dos netos e muitas vezes sustentam toda a família. Nesta obra, Betty Monteiro fala sobre o lugar dos avós na sociedade moderna, aponta limites para a intervenção na família e aponta caminhos para uma convivência intergeracional harmoniosa.

 

CADÊ O PAI DESSA CRIANÇA?

Pais ausentes, descomprometidos, perdidos em seus papéis. Nessa realidade contemporânea, se A culpa é da mãe, cadê o pai da criança? Baseada em sua experiência clínica e em pesquisas diversas, Betty Monteiro aborda os conflitos familiares, os modelos inadequados de pais – ilustrados com casos clínicos – e dá sugestões para resgatar a identidade paterna e mostrar sua importância na formação dos pequenos.

 

VIVER MELHOR EM FAMÍLIA
Dicas e atitudes para relacionamentos saudáveis e filhos felizes

Criar filhos e manter relações familiares harmônicas não é tarefa fácil. Neste livro, Betty reúne reflexões e comentários publicados em suas cinco obras anteriores. Além de se dirigir às mães, a coletânea também pode ser lida por avós, pais e cuidadores.

 

‘PAIS NÃO PODEM AFASTAR AVÓS DOS NETOS, PRINCIPALMENTE APÓS SEPARAÇÃO’

Pais não têm o direito de afastar avós de seus netos. Existe até uma lei que garante aos avós o direito à convivência com os netos em caso de separação dos pais.

Regina Beatriz Tavares da Silva, especialista em direito de família e presidente da ADFAS (Associação Brasileira de Direito de Família e das Sucessões), diz que os avós podem entrar com uma ação caso um dos pais dificulte a visita ao neto.

“O pedido de regulamentação das visitas dos avôs é muito bem visto pelos juízes, até por existir diversas pesquisas que mencionam o benefício dessa convivência para  as crianças e adolescentes”, afirma a advogada.

A psicopedagoga Elizabeth Monteiro, autora de vários livros sobre convivência familiar, diz que os pais deveriam aproveitar a experiência dos avós, principalmente em momentos de crise, como a separação do casal.

“Os avós podem ser aliados dos pais neste momento, podem ajudar a criança a compreender melhor o que está ocorrendo”, diz Betty.

Segundo ela, os pais precisam entender que quem está se separando são eles. “Os avós não têm nada a ver com isso.”

Betty afirma que os pais não podem falar mal dos avós para as crianças, nem mesmo quando estão com a razão. “Nada justifica denegrir a imagem de uma pessoa que a criança ama. Deixa a criança crescer e ela mesmo saberá fazer suas escolhas.”

Para a psicopedagoga, os pais devem estimular a convivência entre netos e avós. “Existem pesquisas mostrando que crianças que convivem com avós são mais felizes.”

VIVER MELHOR EM FAMÍLIA

Autora do livro “Viver Melhor em Família”, publicado pela Mescla Editorial, Betty estreia um programa com o mesmo nome em setembro no SBT. O programa será exibido nas manhãs de domingo.

Segundo ela, o programa será totalmente diferente daqueles no estilo ‘super nanny’. “Não vamos dar a receita, objetivo é fazer a pessoa pensar. Não existe uma fórmula mágica O que funciona para uma pessoa pode não ser bom para outra.”

No caso de crianças que fazem birra, por exemplo, Betty sugere que os pais se coloquem no lugar dela e entendam por que está agindo daquela maneira. “E também pensem sobre as atitudes que têm que podem interferir. Vamos estimular a pessoa a se colocar no lugar do outro para entendê-lo melhor.”

Texto da jornalista Fabiana Futema, publicado originalmente no blog Maternar, em 20/07/2016. Para lê-lo na íntegra, acesse (restrito a assinantes da Folha ou do UOL):
http://maternar.blogfolha.uol.com.br/2016/07/20/pais-nao-podem-afastar-avos-dos-netos-mesmo-apos-separacao/? 

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Conheça os livros da psicopedagoga Elizabeth Monteiro, publicados pelo Grupo Summus, clicando nas capas abaixo:

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MATERNIDADE, TRABALHO E CARREIRA NO PROGRAMA PONTO DE ENCONTRO

RadioMEga Brasil OnlineNo programa Ponto de Encontro, da Rádio Mega Brasil Online, Vany Laube conversa com a psicopedagoga, psicóloga, escritora e mãe de quatro filhos, Elizabeth Monteiro, autora do best seller A Culpa é da mãe, da Summus, e do recém-lançado Viver melhor em Família, da Mescla Editorial.

Ouça:

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Para saber mais sobre o livro Viver melhor em família, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1438/9788588641440

Para conhecer todas as obras da autora, publicadas pelo Grupo Editorial Summus, acesse: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/busca/elizabeth+monteiro/all/0

MESCLA LANÇA “VIVER MELHOR EM FAMÍLIA”, DE ELIZABETH MONTEIRO

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Para conhecer o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1438/9788588641440

Para saber mais sobre a autora e conhecer todas as suas obras, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/autor//Elizabeth+Monteiro

 

O PAPEL DOS PAIS NA ESCOLHA PROFISSIONAL DOS FILHOS

Criar os filhos é uma tarefa que exige tempo, bom-senso e dedicação. Quer saber mais sobre qual é o papel dos pais na educação dos filhos? Confira abaixo o vídeo do programa Mulheres (TV Gazeta), com a participação da psicóloga Elizabeth Monteiro, autora do livro Criando adolescentes em tempos difíceis.


Elizabeth Monteiro iniciou sua carreira lecionando para crianças de ensino fundamental. Cursou Pedagogia e especializou-se em Psicopedagogia, tendo em seguida se formado psicóloga. Ao mesmo tempo que estudava e trabalhava, cuidava de sua família. É casada há mais de quarenta anos, tem quatro filhos e dois netos. É autora de Criando adolescentes em tempos difíceis (Summus Editorial, 2009), A culpa é da mãe (Summus, 2012), Criando filhos em tempos difíceis – Atitudes e brincadeiras para uma infância feliz (Summus, 2013), Cadê o pai dessa criança? (Summus, 2013) e Avós e sogras (Summus, 2014), e defende o respeito aos jovens e o resgate da dignidade humana. Hoje, dá cursos e palestras por todo o Brasil e atende crianças, adolescentes, adultos, famílias e escolas.

‘AVÓ POR PARTE DE PAI’

A edição de abril da revista Claudia Filhos debate a relação entre noras e sogras e a importância de deixar as avós participarem da educação dos filhos. A psicóloga Elizabeth Monteiro, autora do livro Avós e sogras – Dilemas e delícias da família moderna (Summus Editorial), foi uma das especialistas entrevistadas na reportagem. Acesse http://goo.gl/28AYtT para ler a matéria na íntegra.

Nas últimas cinco décadas, a família adquiriu novos formatos e os papéis e funções das avós se modificaram. São cada vez mais raras aquelas que nunca saem de casa e passam as tardes tricotando. Também as noras submissas são coisa do passado. Porém, essas transformações acabaram por provocar o aumento dos conflitos familiares. Cerca de 60% das brigas acontecem entre sogra e nora. Que fazer para construir relações saudáveis e cordiais? Como ajudar essas famílias a colocar o bem-estar da criança em primeiro lugar?

10955No livro, Elizabeth dá novamente uma importante contribuição para tornar a convivência familiar harmoniosa. Esclarecendo os papéis de cada uma no moderno sistema familiar, ela mostra que as avós têm importância na formação emocional e psíquica dos netos, dá dicas para que noras e sogras deixem a rivalidade de lado e relata casos de pacientes que tiveram experiências positivas – e emocionantes – com os avós.

Atualmente, os avós trabalham, têm uma vida produtiva e, muitas vezes, sustentam a família toda. De acordo com o Censo de 2014, apurado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), 12 milhões de famílias no país são sustentadas pelos idosos. Em muitas casas é a principal ou única fonte de renda. Cabe-lhes também cuidar dos netos integralmente, 24 horas por dia. “É essa extrema dedicação que tem provocado interferência na educação das crianças e, consequentemente, as discussões. Mas é essencial que todos saibam: os embates entre mães e filhas e entre noras e sogras prejudica a todos – sobretudo os netos”, afirma a psicóloga.

Elizabeth faz questão de resgatar a importância da “avosidade” no crescimento moral e afetivo das crianças. Para ela, a “avosidade” é a grande oportunidade de renovar o vínculo com os filhos, resolver antigos conflitos e repensar novos papéis. “Hoje, a família é um processo mutável, não mais um sistema definido e pronto. Ajudantes, provedores, conselheiros e tutores: assim são os avós da atualidade, que formam uma verdadeira e necessária ‘rede de apoio’”, avalia a autora, destacando que elas também transmitem os conhecimentos adquiridos das gerações anteriores, assim como a cultura e as tradições familiares.

Para saber mais sobre esse livro e outros títulos de Elizabeth Monteiro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/busca/elizabeth+monteiro/all/0

“QUEBRAR A CARA” É FUNDAMENTAL PARA QUE O ADOLESCENTE AMADUREÇA

Em entrevista ao portal UOL, a psicóloga Elizabeth Monteiro, autora do livro Criando adolescentes em tempos difíceis (Summus Editorial), fala da importância de dar espaço ao jovem para que ele aprenda a lidar com situações difíceis. “Crescer envolve sofrimento, porque muitas coisas a gente só aprende quebrando a cara. Com os adolescentes, não é diferente”, afirma. Para ler a reportagem na íntegra, acesse: http://goo.gl/trmCUY

10645Numa época em que reina a falta de limites e os jovens são vistos como irresponsáveis, o diálogo entre pais e filhos é fundamental. Para a psicóloga, nunca foi tão importante dar exemplos. No livro, ela revela que o jovem precisa de modelos seguros para enfrentar a árdua etapa da adolescência. Já os pais devem parar de estigmatizar os filhos, oferecendo-lhes a oportunidade de mostrar seu valor. “O objetivo do livro é resgatar a dignidade do adolescente que é discriminado pelos próprios pais”, afirma a autora.

Baseada em sua experiência como psicóloga, psicopedagoga e mãe, a autora fala da necessidade de proteger os adolescentes de ameaças como as drogas e, ao mesmo tempo, incentivar a autonomia deles. O amor parental não é estático. Ele muda com o tempo, conforme os filhos crescem. Por isso, segundo Elizabeth, os pais precisam atualizar seu modo de sentir e amar os adolescentes.

O livro é resultado de um trabalho que durou seis anos. Nesse período, ela colheu experiências em seu consultório e observou, em diferentes lugares e momentos, o comportamento de pais e adolescentes. “Trata-se de uma constatação de tudo que eu vivo”, revela a psicóloga.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1191/Criando+adolescentes+em+tempos+dif%C3%ADceis

ELIZABETH MONTEIRO, AUTORA DE “AVÓS E SOGRAS”, FALA À RÁDIO CBN

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Rádio CBN entrevista Elizabeth Monteiro, autora de Avós e sogras – Dilemas e delícias da família moderna, da Summus. Nesta nova obra, a psicóloga Betty Monteiro fala sobre o lugar dos avós na sociedade moderna, aponta limites para a intervenção na família e aponta caminhos para uma convivência intergeracional harmoniosa.

Ouça abaixo a entrevista:

 

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1395/AV%C3%93S+E+SOGRAS

Para conhecer todos os títulos da autora pela Summus Editorial, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/busca/elizabeth+monteiro/all/0

‘COMO DEVE SER A PARTICIPAÇÃO DAS AVÓS – E DAS SOGRAS – NA VIDA DOS NETOS’

O Blog Maternar, da Folha de S.Paulo, entrevistou a psicóloga Elizabeth Monteiro para falar sobre o papel das avós e das sogras na sociedade. No livro Avós e sogras – Dilemas e delícias da família moderna, lançamento da Summus Editorial, ela aponta limites para a intervenção na família e mostra caminhos para uma convivência intergeracional harmoniosa. Leia a reportagem na íntegra: http://goo.gl/VpCGUL

10955Nas últimas cinco décadas, a família adquiriu novos formatos e os papéis e funções das avós se modificaram. São cada vez mais raras aquelas que nunca saem de casa e passam as tardes tricotando. Também as noras submissas são coisa do passado. Porém, essas transformações acabaram por provocar o aumento dos conflitos familiares. Cerca de 60% das brigas acontecem entre sogra e nora. Que fazer para construir relações saudáveis e cordiais? Como ajudar essas famílias a colocar o bem-estar da criança em primeiro lugar?

No livro, Elizabeth dá novamente uma importante contribuição para tornar a convivência familiar harmoniosa. Esclarecendo os papéis de cada uma no moderno sistema familiar, ela mostra que as avós têm importância na formação emocional e psíquica dos netos, dá dicas para que noras e sogras deixem a rivalidade de lado e relata casos de pacientes que tiveram experiências positivas – e emocionantes – com os avós.

Atualmente, os avós trabalham, têm uma vida produtiva e, muitas vezes, sustentam a família toda. De acordo com o Censo de 2014, apurado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), 12 milhões de famílias no país são sustentadas pelos idosos. Em muitas casas é a principal ou única fonte de renda. Cabe-lhes também cuidar dos netos integralmente, 24 horas por dia. “É essa extrema dedicação que tem provocado interferência na educação das crianças e, consequentemente, as discussões. Mas é essencial que todos saibam: os embates entre mães e filhas e entre noras e sogras prejudica a todos – sobretudo os netos”, afirma a psicóloga.

Elizabeth faz questão de resgatar a importância da “avosidade” no crescimento moral e afetivo das crianças. Para ela, a “avosidade” é a grande oportunidade de renovar o vínculo com os filhos, resolver antigos conflitos e repensar novos papéis. “Hoje, a família é um processo mutável, não mais um sistema definido e pronto. Ajudantes, provedores, conselheiros e tutores: assim são os avós da atualidade, que formam uma verdadeira e necessária ‘rede de apoio’”, avalia a autora, destacando que elas também transmitem os conhecimentos adquiridos das gerações anteriores, assim como a cultura e as tradições familiares.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1395/AV%C3%93S+E+SOGRAS