‘ #SemFrescura: VIVE IRRITADO? ENTENDA O QUE O ESTRESSE FAZ NO SEU CORPO ’

Está sem conseguir dormir, irritado, no seu limite? Respire fundo: é estresse! Em tese, o estresse não é ruim. É uma reação normal do organismo. Ele prepara o corpo para encarar uma situação de perigo, em que você precisa “lutar ou fugir”. Como ao dar de frente com um leão.

Diante de um momento estressante, seu corpo produz hormônios que desencadeiam uma série de alterações. A pupila dilata, o coração acelera,

a glicose (combustível) no sangue aumenta e os músculos ficam prontos para agir. Isso é ótimo e garante sua sobrevivência, pois contribui para que não falte força e energia para “se livrar do leão”.

O problema é quando o estresse se repete dia após dia. Viver em estado de alerta pode gerar dores musculares e de cabeça; problemas no coração; e até perda de libido. Pois é, não faz sentido transar quando é necessário escapar de um leão… E o corpo não sabe diferenciar a tensão. Para ele, enfrentar um leão ou o trânsito é a mesma coisa.

Veja no vídeo acima como o estresse provoca essas e outras alterações no seu corpo. As informações foram levantadas com a ajuda de Fabio Porto, neurologista do Hospital das Clínicas de São Paulo; Denis Bichuetti, professor de neurologia da Unifesp; Ricardo Martins Ouchi, psiquiatra do Hospital São Luiz; e Douglas Sato, neurologista do Instituto do Cérebro do Rio Grande do Sul.
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Matéria de Maria Júlia Marques, publicada originalmente no #SemFrescura do VivaBemem 16/04/2018. Para acessar na íntegra: https://vivabem.uol.com.br/noticias/redacao/2018/04/16/semfrescura-vive-irritado-estresse-causa-dores-falta-de-libido-e-fadiga.htm

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Quer saber mais sobre estresse? Conheça alguns livros do Grupo Summus que falam sobre o assunto:

 

ESTRESSE
Esclarecendo suas dúvidas
Autor: Rochelle Simmons
EDITORA ÁGORA

Informações de caráter prático sobre este “mal do século” tão citado e pouco entendido. Descreve a natureza do estresse, técnicas de relaxamento e respiração, ensina a acalmar os sentidos e a gerenciar o estresse de forma positiva.
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PADRÕES DE DISTRESSE
Agressões emocionais e forma humana
Autor: Stanley Keleman
SUMMUS EDITORIAL

Este livro analisa as reações — choques, traumas, abusos, negligências — e como estes sentimentos e experiências dolorosos, passados ou presentes, são incorporados e alteram a estrutura das pessoas. Os estados mentais e emocionais possuem uma base anatômica, têm reflexos psicossomáticos e através da análise de casos o autor propõe exercícios para dissolver tensões profundas e reorganizar a ordem interior das pessoas.
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POR UMA VIDA DE VERDADE
Saúde, bem-estar e gerenciamento do estresse
Autora: Susan Andrews
EDITORA ÁGORA

Esta obra é uma coletânea dos principais artigos de Susan Andrews publicados entre 2006 e 2008 na revista Época, que abordam, entre outros assuntos, qualidade de vida, gerenciamento do estresse, a necessidade de levar uma existência mais calma e pacífica e os males do individualismo. Embora os escritos tenham quase uma década, os assuntos neles abordados continuam atuais e presentes na vida de milhões de pessoas. Entre as maneiras citadas pela autora – cuja linha de trabalho é baseada em sua experiência como psicóloga e educadora – de alcançar o bem-estar físico e emocional estão transformar os sentimentos negativos em energia positiva, resgatar o contato com a natureza, sentir o profundo prazer do altruísmo e da empatia, responder com mais flexibilidade às mudanças que acontecem ao nosso redor e converter o perigo em oportunidade para a transformação. Trata-se de leitura essencial a todos os que desejam viver de forma mais plena e feliz.
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STRESS A SEU FAVOR
Como gerenciar sua vida em tempos de crise
Autora: Susan Andrews
EDITORA ÁGORA

Você anda cansado, com dor de cabeça, tonturas, dores musculares, problemas de sono e emoções à flor da pele? Isso, você já sabe, é estresse. Impossível evitá-lo nessa era de incerteza em que vivemos. Para mudar essa situação, é preciso tomar novas atitudes e gerenciar seu estresse para usá-lo a seu favor. Uma maneira de fazer isso é desenvolver a capacidade de transformar a raiva, o medo e a depressão em energia positiva, encontrando assim o centro da estabilidade e da tranquilidade em si mesmo. Para ajudá-lo a alcançar tais objetivos, Susan Andrews desenvolveu uma linha de trabalho baseada em sua experiência como psicóloga, ambientalista e monja. Ela ensina técnicas que nos ajudam a responder com mais clareza e flexibilidade às mudanças aceleradas que acontecem ao nosso redor.
Edição revista.
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TRANSTORNOS DE ANSIEDADE, ESTRESSE E DEPRESSÕES
Conhecer e tratar
Autor: Breno Serson
MG EDITORES

Insônia, falta ou excesso de apetite, falta de ar, tonturas, medos, aperto no peito, pensamentos angustiantes. Esses e outros sintomas físicos e mentais podem indicar um transtorno de ansiedade ou depressão, que atinge cada vez mais nossa sociedade contemporânea. Este livro objetiva partilhar conhecimento, em linguagem simples, sobre os transtornos ansiosos e depressivos e os tipos de tratamento disponíveis, refletindo sobretudo sobre a integração de tratamentos convencionais e de medidas gerais benéficas.

‘VOCÊ SABE COMO LIDAR COM AS FRUSTRAÇÕES E IRRITAÇÕES DO DIA A DIA?’

Saiba o que deixa as mulheres mais estressadas – e como mudar isso!

“O estresse é uma reação preparatória do organismo diante de um evento ou situação que exige uma adaptação significativa”, explica Moema Formiga, psicóloga junguiana e psicopedagoga.

Eis porque ele se tornou tão comum na nossa sociedade atual. O excesso de informação, as inúmeras preocupações e o ritmo de mudança extremamente acelerado ao qual somos submetidos todos os dias ajudam a fomentar sua propagação.

Prova disso são os elevados níveis detectados na população. No Brasil, por exemplo, o problema afeta 70% das pessoas, sendo que 30% estão em nível crítico, segundo dados da Internacional Stress Managemente Associations (ISMABR).

Os números alarmantes revelam que é preciso estar atenta aos vários sinais emocionais e físicos que o corpo dá quando algo não vai bem.

“Qualquer desconforto emocional é um indício. Desde um pequeno incômodo de que algo não está bem, até situações mais perceptíveis de mau humor, irritação e agressividade. Já os sintomas físicos envolvem dor de cabeça, insônia, tensão muscular, dores de estômago etc”, alerta a psicóloga e psicopedagoga.

Para não deixar que as pequenas irritações do dia a dia se tornem a última gota de um copo que, provavelmente, pode estar cheio, confira os conselhos que a especialista nos deu, baseados em depoimentos de algumas leitoras de Disney Babble.

Estresse no trânsito

“Sempre tento manter uma direção defensiva, mas me irrita muito ver que as pessoas dirigem como se estivessem dentro de um condomínio. Eu xingo mesmo, porque guardar rancor faz mal!”, diz Michele Kanashiro, 34 anos, designer, de São Paulo (SP).

Dica da especialista: “Tenha em mente que o trânsito é apenas um meio para te levar a algum lugar, não uma competição de quem ocupa mais espaço ou de quem vai mais rápido. Claro que situações que ofereçam risco físico nos assustam e estressam, mas todas as outras, se nos livrarmos desses sentimentos competitivos, tendem a ter pouco significado.”

Estresse com desorganização

“Algo que tem me incomodado bastante ultimamente é a desorganização. Mas o que mexe mais comigo é a minha própria falta de organização, porque antes eu não era assim. Fico triste, mas não consigo mudar”, lamenta Ana Lúcia Ribeiro, 54 anos, secretária, do Rio de Janeiro (RJ).

Dica da especialista: “Desorganização externa normalmente reflete uma desordem interna. Afinal, em um ambiente bagunçado, é difícil encontrar algo. Talvez esse seja o objetivo da desordem interna: impedir que você entre em contato com algo que lhe pareça desagradável. A dica é criar rituais de organização rigorosos, pelo menos para itens importantes, como chaves, documentos, cartões de banco etc. Deixe-os sempre no mesmo local e, se possível, mantenha uma agenda de compromissos. Vá aos poucos, sem tanta autoexigência – bagunceiros não gostam de ser controlados e costumam reagir com mais bagunça.”

Estresse com telemarketing

“Uma coisa que me deixa brava são aquelas ligações insistentes de empresas querendo me vender algo – principalmente quando se trata de banco. Meu humor se altera e acabo respondendo seca para quem está do outro lado da linha”, admite Maria Aparecida Granado Rodrigues, 59 anos, professora de português, de São José do Rio Pardo (SP).

Dica da especialista: “O conselho é simples: faça ouvidos moucos, faça-se de surdo. Espere a primeira pausa respiratória de quem te ligou e diga, calma e claramente: ‘Não estou interessada, obrigada!’ Repita a mesma expressão a cada nova ‘brecha respiratória’. Fique tranquila, pois você não estará sendo mal-educada e a pessoa rapidamente desistirá.”

Estresse com má educação

“Grosseria e má vontade. Fico muito incomodada quando alguém é mal-educado comigo, ou se entro numa loja e a pessoa me atende com aquela cara de poucos amigos. Situações assim estragam o meu dia e, depois, fico pensando nas respostas que eu poderia ter dado”, comenta Camila Luzzin, 31 anos, consultora de beleza, de São Bernardo do Campo (SP).

Dica da especialista: “Aqui temos uma situação de expectativas desproporcionais. Nós, enquanto consumidores, que estamos em um momento agradável, temos a expectativa de que todas as pessoas envolvidas na ação compartilhem desse ‘sentimento’. Só que nem sempre isso acontece, pois a vendedora pode estar enfrentando algum problema grave, ou até estar de TPM. Claro que faz parte da função dela o bom atendimento, mas se pudermos ser mais empáticos com o outro, no sentido de nos colocarmos em sua posição, parte de nossa frustração se esvai.”

Texto parcial de matéria publicada originalmente no portal Disney babble. Para lê-lo na íntegra, acesse: http://disneybabble.uol.com.br/br/saude-e-bem-estar/voce-sabe-como-lidar-com-frustracoes-e-irritacoes-do-dia-dia

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Tem interesse pelo assunto? Conheça o livro:

20155STRESS A SEU FAVOR
Como gerenciar sua vida em tempos de crise
Autora: Susan Andrews
EDITORA ÁGORA

Você anda cansado, com dor de cabeça, tonturas, dores musculares, problemas de sono e emoções à flor da pele? Isso, você já sabe, é estresse. Impossível evitá-lo nessa era de incerteza em que vivemos. Para mudar essa situação, é preciso tomar novas atitudes e gerenciar seu estresse para usá-lo a seu favor. Uma maneira de fazer isso é desenvolver a capacidade de transformar a raiva, o medo e a depressão em energia positiva, encontrando assim o centro da estabilidade e da tranquilidade em si mesmo. Para ajudá-lo a alcançar tais objetivos, Susan Andrews desenvolveu uma linha de trabalho baseada em sua experiência como psicóloga, ambientalista e monja. Ela ensina técnicas que nos ajudam a responder com mais clareza e flexibilidade às mudanças aceleradas que acontecem ao nosso redor.

Edição revista.

‘VALE A PENA VIVER SEM ESTRESSE?’

Todos nascemos com um nível de tensão esperado; sua falta é percebida de forma negativa

Estresse em excesso faz mal, ninguém duvida. Mas seria possível – ou conveniente – viver sem ele? Seria possível considerar, por exemplo, que entre as causas do definhamento das pessoas mais idosas está a falta de novidades e de solicitações externas?

A hipótese foi proposta pelo pesquisador Enrico Alleva, etólogo do Instituto Superior de Saúde, na Itália, onde estuda os mecanismos biológicos que estão na origem dos comportamentos animais.

Ele ressalta que há uma fase ontológica na vida da espécie e uma na do indivíduo em que se estabelece o nível de estresse que dele se espera, certo número de solicitações de que terá necessidade durante toda a vida. O sistema nervoso dos animais superiores é plástico e sujeito a modificações. Em alguns períodos do desenvolvimento há, porém, uma maior ou menor sensibilidade a essas mudanças. É estimulada então a produção de hormônios – por exemplo, a oxitocina ou o hormônio do crescimento – e são esses que marcam o cérebro e dão forma aos circuitos de reações aos estímulos que orientarão o comportamento do adulto.

Um adolescente que cresceu em um ambiente estimulante, rico de acontecimentos e emoções, tenderá a procurar essa mesma vivacidade quando adulto. A vida social, em particular, está associada às relações com a mãe e com o grupo primário; o adulto carregará a marca dessas relações até a velhice.

“Essa é a razão pela qual o estresse é fator importante para a qualidade de vida dos idosos”, explica Alleva. “A pessoa que vive sob certo nível de estresse ligado à presença de outras pessoas na casa, a atividades profissionais ou a uma vida social intensa sofre uma espécie de involução quando fica sozinha e sem obrigações.”

O médico Hans Selye foi o primeiro a usar, em 1936, a palavra “estresse” para indicar a “síndrome produzida por vários fatores nocivos”, em trabalho publicado na revista Nature. Poucos anos antes, entre 1910 e 1920, Walter Cannon havia introduzido o termo em fisiologia, transportando-o do jargão da engenharia. Stress, em inglês, significa “esforço, tensão”, e era usado principalmente por engenheiros para indicar a capacidade de resistência de uma ponte. Essa imagem se adaptava bem ao significado de estresse como resposta a mudanças: passagem de um ponto a outro, como através de um caminho mais ou menos resistente.

Não é de espantar, portanto, que os ingleses já usassem o termo no século 14. Mas a origem da palavra começa muito antes, no latim. No jargão popular, ditrictia significava aperto, angústia ou aflição. Os franceses a transformaram em détresse (também usado como sinônimo de angústia) e os italianos receberam de volta o neologismo que tem suas raízes no verbo strizzare. Na linguagem comum é sinônimo de cansaço, fadiga, ansiedade e preocupação, significados que acabam por trocar a causa pelo efeito. Esse equívoco não é raro em medicina.

O mesmo ocorreu, por exemplo, com o termo colesterol, entendido como algo nocivo e sintoma de doença, antes de ser reconhecido como um dos componentes indispensáveis das células e do metabolismo. O fato é que sem colesterol, assim como sem nenhum tipo de estresse, certamente nenhum de nós estaria aqui.

Matéria publicada no site Mente e Cérebro em maio/2016. Para lê-la na íntegra, acesse:
http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/estresse_vale_a_pena_viver_sem.html

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Tem interesse pelo assunto? Conheça o livro:

20155STRESS A SEU FAVOR
Como gerenciar sua vida em tempos de crise
Autora: Susan Andrews
EDITORA ÁGORA

Você anda cansado, com dor de cabeça, tonturas, dores musculares, problemas de sono e emoções à flor da pele? Isso, você já sabe, é estresse. Impossível evitá-lo nessa era de incerteza em que vivemos. Para mudar essa situação, é preciso tomar novas atitudes e gerenciar seu estresse para usá-lo a seu favor. Uma maneira de fazer isso é desenvolver a capacidade de transformar a raiva, o medo e a depressão em energia positiva, encontrando assim o centro da estabilidade e da tranquilidade em si mesmo. Para ajudá-lo a alcançar tais objetivos, Susan Andrews desenvolveu uma linha de trabalho baseada em sua experiência como psicóloga, ambientalista e monja. Ela ensina técnicas que nos ajudam a responder com mais clareza e flexibilidade às mudanças aceleradas que acontecem ao nosso redor. Edição revista.

‘ESTRESSE: CONHEÇA O LADO POSITIVO’

Existem diversos graus de estresse e, como tudo na vida, as quantidades excessivas dessa sensação são nocivas para a nossa saúde. Porém, alguns estudos têm aparecido para tirar do estresse o estigma de vilão nessa história toda. Em 2012, um grupo de cientistas da University of Wisconsin-Madison (Estados Unidos) revisou os dados de uma pesquisa feita em 2006 pelaNational Health Interview Survey, e analisou os impactos do estresse na morte das pessoas. E chegaram à impressionante conclusão de que o estresse só causou um real impacto na saúde daqueles que acreditavam que ele era algo nocivo. Aqueles que não pensavam dessa forma não tiveram morte prematura decorrente dessa pressão.

Para alguns especialistas, tudo depende do estágio em que o quadro está. “Na primeira fase o corpo produz apenas adrenalina que dá força, vigor e energia deixando o organismo de prontidão para enfrentar as tensões que surgirem ao longo do dia”, explica a psicóloga Aretusa dos Passos Baechtold, mestre em Psicologia Clínica pela PUC-Campinas e psicóloga do Instituto Psicológico de Controle do Stress (IPCS). “No entanto os benefícios do estresse só serão válidos se ele não durar mais de 24 horas por adaptação ao estressor ou adaptação ao mesmo”, alerta.

Outra questão é que muitos dos fatores causadores de tensão são internos, por isso mesmo encarar o estresse como algo positivo os reduz. “Quanto mais o indivíduo conseguir ver que dificuldades aparecem para todos e cada uma delas são oportunidades para aprender novas formas de superação, melhor ele lidará com o estresse”, considera a psicóloga clínica Marisa de Abreu.

Mas está difícil encarar essa tensão toda como algo bom para você? Basta pensar que ela nada mais é do que um mecanismo de defesa do nosso corpo, que libera adrenalina para que as funções do nosso organismo se otimizem. Então os músculos se tencionam para o corpo poder fugir ou lutar, o coração e a respiração se aceleram para que mais oxigênio se espalhe pelo corpo e também para o cérebro, e até o suor está ai para que você se refresque.

Inclusive, o corpo se prepara para que depois os efeitos da adrenalina sejam atenuados. “O cortisol irá produzir uma série de reações metabólicas no organismo, que facilita sua adaptação ao impacto do estressor”, ensina o psicoterapeuta José Roberto Leite, fundador e diretor do Centro de Estudos em Medicina Comportamental da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

POR NATHALIE AYRES, PUBLICADO originalmente no portal Minha Vida, em 09/10/2013. Para ler a matéria completa, acesse: http://www.minhavida.com.br/bem-estar/galerias/16890-estresse-conheca-o-lado-positivo

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Se interessa pelo assunto? Conheça o livro “Stress a seu favor”, da dra. Susan Andrews:

STRESS A SEU FAVOR
Como gerenciar sua vida em tempos de crise
Dra. Susan Andrews

Já que evitar o estresse hoje é impossível, a Dra. Susan, que é monja, psicóloga e ambientalista, ensina como lidar com ele. Primeiro, ela explica ao leitor o que está acontecendo com seu corpo quando se estressa. Em seguida, ela ensina técnicas de relaxamento, respiração, massagem e meditação. O livro não é estressante, é ilustrado, e faz bem para o corpo e para a alma.