‘QUANTO MEU FILHO VAI CRESCER? É POSSÍVEL DESCOBRIR COM UM CÁLCULO SIMPLES’

Uma das principais preocupações que afligem os pais e também os adolescentes está relacionada à altura. Esta apreensão é normal, principalmente entre os meninos que propagam a imagem de que homem tem que ter músculos, ser alto e atleta.

Porém, antes de tudo, é preciso entender que uma estatura baixa ou alta de uma pessoa é causada por variantes de um padrão de crescimento normal, influenciada pela genética, porém uma patologia pode influenciar na altura.

O pediatra tem papel fundamental na identificação de crianças com crescimento anormal. Além de ter documentado a altura e peso dos pais, acompanhar e registrar através de um gráfico de crescimento, as medidas do paciente ao longo do tempo, pois são estas medidas que servem de base para o diagnóstico de anormalidades.

A altura de um indivíduo adulto é determinada geneticamente e, para se ter uma ideia da altura deste baixinho na fase adulta, baseada na altura dos seus pais, calcula-se, para as meninas, a média entre a estatura do pai menos 13 cm e a estatura do pai”. (ver dados abaixo)

Cálculo da altura (cm):    

MENINO = [altura materna + altura paterna + 13] ÷ 2
MENINA = [altura materna + altura paterna – 13] ÷ 2

Exemplo:

Cálculos da estatura parental média de um filho e uma filha de pais com as seguintes estaturas: o pai tem 172,72 cm, e a mãe tem 157,48 cm

Filho: [172,72 cm + 157,48 cm + 13 cm]/2 = 171,6 cm
Filha: [172,72 cm – 13 cm + 157,48 cm]/2 = 158,6 cm

*Dados do American Family Physician – 2008

No entanto, é preciso considerar que quanto mais precoce o início da puberdade de uma pessoa, menor será sua estatura final e, inversamente, quanto mais tardia, maior será seu crescimento. Dificilmente uma criança de pais e avós com estaturas pequenas, terá uma altura muito superior que a de seus descendentes. Outra dúvida frequente está relacionada à taxa de crescimento com a puberdade, um período da adolescência com duração de dois a quatro anos, caracterizada por transformações biológicas, físicas e psíquicas. É nesta fase que acontece o crescimento esquelético linear, a alteração da forma e composição corporal, o desenvolvimento de órgãos, e mudanças no sistema reprodutivo sexual.

E como descobrir se há um déficit no crescimento de uma criança? Para fazer esta avaliação é necessário saber, antes de tudo e com precisão a altura, o peso e a maturação sexual. Este processo será mais bem alinhado com o acompanhamento do pediatra, que poderá avaliar se há ou não deficiência na curva de crescimento.

Não há motivos para pânico e alarde se o seu filho é baixinho. O processo de crescimento é relativo de criança para criança, e envolve estudo particular de caso a caso. Lembre-se, qualquer dúvida ou alerta de que algo está errado, converse abertamente com o médico pediatra do seu filho.

Artigo publicado originalmente no Blog do Pediatra (VivaBem – UOL), do dr. Sylvio Renan, autor de “Pediatria hoje” e “Seu bebê em perguntas e respostas”, em 25/11/2017. Para lê-lo na íntegra, acesse: https://blogdopediatra.blogosfera.uol.com.br/2017/11/25/quanto-meu-filho-vai-crescer-e-possivel-descobrir-com-um-calculo-simples/

 

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Conheça os livros do dr. Sylvio Renan Monteiro de Barros, publicados pela MG Editores:

PEDIATRIA HOJE
Orientações fundamentais para mães, pais e cuidadores

Nesta obra, Sylvio Renan Monteiro de Barros selecionou os principais textos publicados em seu site, o Blog do Pediatra, e no portal Minha Vida. Seu olhar cuidadoso e sensato, permeado pelos ensinamentos de D. W. Winnicott e também pelas mais recentes atualizações da medicina, constitui um farol no caminho de pais, mães, cuidadores, educadores e profissionais de saúde.

 

SEU BEBÊ EM PERGUNTAS E RESPOSTAS
Do nascimento aos 12 meses

Obra que reúne informações imprescindíveis para mães e pais de primeira viagem. Mas não se trata de um compêndio técnico sobre o “bebê-padrão”, e sim de um livro que aborda casos específicos atendidos pelo autor ao longo de três décadas de pediatria. Dividido em meses, traz perguntas e respostas sobre desenvolvimento físico e psicológico, alimentação, sono, comportamento, estímulos e cuidados com o bebê.

 

O PAPEL DOS PAIS NA ESCOLHA PROFISSIONAL DOS FILHOS

Criar os filhos é uma tarefa que exige tempo, bom-senso e dedicação. Quer saber mais sobre qual é o papel dos pais na educação dos filhos? Confira abaixo o vídeo do programa Mulheres (TV Gazeta), com a participação da psicóloga Elizabeth Monteiro, autora do livro Criando adolescentes em tempos difíceis.


Elizabeth Monteiro iniciou sua carreira lecionando para crianças de ensino fundamental. Cursou Pedagogia e especializou-se em Psicopedagogia, tendo em seguida se formado psicóloga. Ao mesmo tempo que estudava e trabalhava, cuidava de sua família. É casada há mais de quarenta anos, tem quatro filhos e dois netos. É autora de Criando adolescentes em tempos difíceis (Summus Editorial, 2009), A culpa é da mãe (Summus, 2012), Criando filhos em tempos difíceis – Atitudes e brincadeiras para uma infância feliz (Summus, 2013), Cadê o pai dessa criança? (Summus, 2013) e Avós e sogras (Summus, 2014), e defende o respeito aos jovens e o resgate da dignidade humana. Hoje, dá cursos e palestras por todo o Brasil e atende crianças, adolescentes, adultos, famílias e escolas.

REVISTA PAIS E FILHOS ENTREVISTA O PEDIATRA LEONARDO POSTERNAK

Leia entrevista do pediatra Leonardo Posternak, coautor do livro E agora, o que fazer? – A difícil arte de criar os filhos (Editora Ágora), à revista Pais e Filhos (edição de março). Acesse: http://goo.gl/A6VyP.

Em seu livro, escrito em coautoria com a psicóloga Magdalena Ramos, Posternak faz pensar sobre a missão da família, esclarecendo desde as alterações que a gravidez provoca no relacionamento do casal até as crises previsíveis no crescimento da criança que os pais terão de enfrentar.

A fase da criança observada pelos profissionais vai de 0 a três anos. “Escolhemos trabalhar com o desenvolvimento normal da criança e suas crises previsíveis até os 3 anos por considerar que essa é uma etapa importante, na qual se formam os vínculos familiares e se organiza a base psíquica da personalidade da criança”, explicam Leonardo e Magdalena. É nessa fase, segundo eles, que criam-se os alicerces, que vão servir de base para a vida toda. “Se os pais não querem ter problemas de relacionamento depois, tem de cuidar muito bem da criança nesse período. É quando tudo começa”, afirmam.

O livro, de 252 páginas, traz dicas e orientações claras e de bom senso para inúmeras situações – desde explicar como é o desenvolvimento psicoemocional dos primeiros três anos de vida e as características de cada fase até o brincar e a escolaridade, passando por todos os pequenos problemas do dia-a-dia de uma criança. “Acreditamos que a informação e o bom senso atrelados a um constante questionamento são ingredientes para levar a cabo a importante e gratificante tarefa de educar”, dizem.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/890/E+agora,+o+que+fazer%C2%A7

 

O PODER DO AFETO

A edição de fevereiro da revista Máxima traz uma reportagem sobre a importância do vínculo afetivo. De acordo com a reportagem, cobrir o filho de carinho é tão importante quanto cuidar da sua saúde. A psicóloga Dina Azrak, autora de A linguagem da empatia (Summus Editorial), é uma das entrevistadas. Leia a reportagem na íntegra: http://goo.gl/7GlJp

Por meio de técnicas simples e eficazes, Dina mostra no livro de que forma podemos utilizar a linguagem da empatia no cotidiano para lidar com os filhos. Os pais vão aprender a: usar uma linguagem específica para falar com os filhos; exprimir seus sentimentos de forma respeitosa; entender o que os filhos estão sentindo; criar alternativas à crítica; incentivar a autonomia nas crianças; evitar os rótulos; e, principalmente, agir calmamente quando nada mais parece funcionar.

Para a psicóloga, os pais modernos precisam vencer o desafio de colocar-se no lugar da criança e compreender seus sentimentos para estabelecer com elas uma relação de respeito e companheirismo. No livro, ela mostra de que forma os pais podem utilizar a linguagem da empatia no cotidiano. A obra traz sugestões práticas que garantem relações pautadas pelo respeito, valorização, autonomia e cooperação.

A nova linguagem, adotada pela psicóloga como base de seu trabalho, foi desenvolvida pelo terapeuta infantil e educador Haim Ginott, cujos livros revolucionaram o relacionamento entre pais e filhos. “A linguagem da empatia baseia-se apenas em comunicar-se com as crianças de maneira atenciosa, demonstrando compreensão, evitando as avaliações e os julgamentos”, explica a autora. Para ela, os pais não devem impor respeito e sim fazer-se respeitar.

Baseada em sua experiência na realização de workshops de orientação de pais, a autora reuniu no livro exemplos que mostram situações de conflito entre pais e filhos. A partir das histórias, típicas da vida urbana, que conta no início de cada capítulo, ela aponta os erros dos pais e em seguida sugere a utilização de gestos e frases positivas para melhorar a saúde emocional da família. “A empatia é uma atitude eficiente para harmonizar a comunicação entre pais e filhos”, complementa.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1204/Linguagem+da+empatia,+A

VEJA TRECHO DA ENTREVISTA DE ELIZABETH MONTEIRO PARA MARÍLIA GABRIELA

A psicoterapeuta Elizabeth Monteiro, autora do livro A culpa é da mãe (Summus Editorial), participou do programa Marília Gabriela Entrevista (GNT). Assista ao trecho da entrevista no site da GNT http://goo.gl/ZkcF2Haverá reprise nesta segunda (21), às 16h, e no sábado (26), 7h da manhã.

Na obra, Elizabeth relata, de forma emocionante, suas experiências – muitas vezes desastradas – como mãe de quatro filhos. Partindo das relações familiares na época de sua avó e passando pela própria infância, ela mostra que as mães, independentemente da geração, erram. Mas não devem se sentir culpadas por isso.

Para convencer as mães sobre a importância de valorizar seus próprios métodos, Elizabeth conta sua experiência na difícil tarefa de criar quatro filhos. Com relatos emocionantes e muitas vezes cômicos, ela fala sobre a dor e a delícia da maternidade, mostrando que a perfeição não existe quando se trata de cuidar de crianças. “Recebo em meu consultório centenas de mães culpadas, perdidas e sofridas. Elas buscam uma receita milagrosa para criar os filhos e contam‑me seus dilemas. Muitas vezes vejo‑me em cada uma delas. Recordo‑me da infância dos meus filhos e das muitas bobagens e erros que cometi simplesmente por não saber, por estar cansada, cheia, impaciente e por ter sido uma mãe jovem e inexperiente”, conta a autora.

O livro traz histórias de três gerações de mulheres de uma mesma família, promovendo o acompanhamento e a comparação das mudanças ocorridas até os dias de hoje. Nos dois primeiros capítulos, a autora fala sobre sua avó e sua mãe, narrando atitudes e comportamentos relativos às respectivas épocas. O terceiro capítulo contempla suas experiências com os filhos, acompanhadas de um tratamento psicológico, que explica os fatos apresentados, contextualizando-os na atualidade e propondo algumas formas de lidar com situações semelhantes. Elizabeth aborda questões como culpa, limites, educação, bullying, emoções, violência, ciúmes, drogas, morte, sexualidade, separação, amizades e projetos de vida, entre outros.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1300/Culpa+%C3%A9+da+m%C3%A3e,+A

 

REVISTA NOVA DESTACA O LIVRO “A CULPA É DA MÃE”

A edição de janeiro da revista Nova deu destaque para o livro A culpa é da mãe (Summus Editorial), da psicoterapeuta Elizabeth Monteiro. A reportagem, intitulada “Crise do bem”, mostra como aproveitar os momentos de crise para agir, buscar a felicidade e crescer. Para ler na íntegra, acesse: http://goo.gl/l30L0

Em seu livro, Elizabeth relata, de forma emocionante, suas experiências – muitas vezes desastradas – como mãe de quatro filhos. Partindo das relações familiares na época de sua avó e passando pela própria infância, ela mostra que as mães, independentemente da geração, erram. Mas não devem se sentir culpadas por isso.

Para convencer as mães sobre a importância de valorizar seus próprios métodos, Elizabeth conta sua experiência na difícil tarefa de criar quatro filhos. Com relatos emocionantes e muitas vezes cômicos, ela fala sobre a dor e a delícia da maternidade, mostrando que a perfeição não existe quando se trata de cuidar de crianças. “Recebo em meu consultório centenas de mães culpadas, perdidas e sofridas. Elas buscam uma receita milagrosa para criar os filhos e contam‑me seus dilemas. Muitas vezes vejo‑me em cada uma delas. Recordo‑me da infância dos meus filhos e das muitas bobagens e erros que cometi simplesmente por não saber, por estar cansada, cheia, impaciente e por ter sido uma mãe jovem e inexperiente”, conta a autora.

O livro traz histórias de três gerações de mulheres de uma mesma família, promovendo o acompanhamento e a comparação das mudanças ocorridas até os dias de hoje. Nos dois primeiros capítulos, a autora fala sobre sua avó e sua mãe, narrando atitudes e comportamentos relativos às respectivas épocas. O terceiro capítulo contempla suas experiências com os filhos, acompanhadas de um tratamento psicológico, que explica os fatos apresentados, contextualizando-os na atualidade e propondo algumas formas de lidar com situações semelhantes. Elizabeth aborda questões como culpa, limites, educação, bullying, emoções, violência, ciúmes, drogas, morte, sexualidade, separação, amizades e projetos de vida, entre outros.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1300/Culpa+%C3%A9+da+m%C3%A3e,+A

AUTORA DO LIVRO “A CULPA É DA MÃE” FAZ PALESTRA EM CAMPINAS

A psicoterapeuta Elizabeth Monteiro faz palestra na Fnac Campinas, dia 22 de novembro, quinta-feira, às 19h, sobre o livro A culpa é da mãe, lançado neste ano pela Summus Editorial. De forma emocionante, ela relata na obra suas experiências – muitas vezes desastradas – como mãe de quatro filhos. Partindo das relações familiares na época de sua avó e passando pela própria infância, ela mostra que as mães, independentemente da geração, erram. Mas não devem se sentir culpadas por isso.
A livraria fica no Parque Dom Pedro Shopping Entrada das Águas, Campinas – SP.

A maternidade pode ser menos árdua e mais prazerosa, segundo Elizabeth. Para isso, as mães devem se permitir fazer o que consideram melhor para si e para seus filhos sem se guiar por regras ou modelos que, na maioria das vezes, não se adaptam ao seu modo de ser e à sua dinâmica de vida.

Para convencer as mães sobre a importância de valorizar seus próprios métodos, Elizabeth conta sua experiência na difícil tarefa de criar quatro filhos. Com relatos emocionantes e muitas vezes cômicos, ela fala sobre a dor e a delícia da maternidade, mostrando que a perfeição não existe quando se trata de cuidar de crianças. “Recebo em meu consultório centenas de mães culpadas, perdidas e sofridas. Elas buscam uma receita milagrosa para criar os filhos e contam‑me seus dilemas. Muitas vezes vejo‑me em cada uma delas. Recordo‑me da infância dos meus filhos e das muitas bobagens e erros que cometi simplesmente por não saber, por estar cansada, cheia, impaciente e por ter sido uma mãe jovem e inexperiente”, conta a autora.

O livro traz histórias de três gerações de mulheres de uma mesma família, promovendo o acompanhamento e a comparação das mudanças ocorridas até os dias de hoje. Nos dois primeiros capítulos, a autora fala sobre sua avó e sua mãe, narrando atitudes e comportamentos relativos às respectivas épocas. O terceiro capítulo contempla suas experiências com os filhos, acompanhadas de um tratamento psicológico, que explica os fatos apresentados, contextualizando-os na atualidade e propondo algumas formas de lidar com situações semelhantes. Elizabeth aborda questões como culpa, limites, educação, bullying, emoções, violência, ciúmes, drogas, morte, sexualidade, separação, amizades e projetos de vida, entre outros.

Para saber mais sobre o livro, acesse: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Culpa+é+da+mãe,+A

Serviço
Evento: Palestra com Elizabeth Monteiro sobre o livro “A culpa é da mãe”
Data: 22 de novembro, quinta-feira
Hora: 19h
Local: Fnac Campinas
Endereço: Parque Dom Pedro Shopping Entrada das Águas, Campinas – SP
Informações: 19-2101-2000

JOVEM PAN ENTREVISTA ROBERTA PALERMO NESTA QUINTA, DIA 13

A terapeuta familiar Roberta Palermo participa ao vivo do programa Jornal de Serviço, da rádio Jovem Pan, nesta quinta-feira, dia 13 de setembro, das 11h às 12h. Roberta conversa com o apresentador Oliveira Andrade sobre o tema do livro Ex-marido, pai presente, recém-lançado pela Mescla Editorial. Destinado aos homens que vivenciam cotidianamente o problema da alienação parental – situação em que a mãe afasta deliberadamente os filhos do ex-marido –, o livro traz informações fundamentais para combater essa forma de abuso psicológico e oferece dicas objetivas para fortalecer a relação pai-filho. Você pode ouvir a entrevista na freqüência AM 620 em São Paulo, na rede afiliada espalhada pelo Brasil ou ainda pelo site jovempan.uol.com.br/aovivo/radio.

Nos dias de hoje, fala‑se muito sobre alienação parental, fato que, para a terapeuta familiar, trata-se de um importante avanço. “A divulgação do tema alertou famílias e, principalmente, especialistas que lidam com os casos de abuso emocional em que a mãe ou o pai de uma criança a treina para romper os laços afetivos com o outro cônjuge depois da separação”, diz. Segundo ela, psicólogos, terapeutas, psiquiatras, advogados, conselhos tutelares e juízes – responsáveis pelas decisões finais nos processos que acabam nos fóruns de família – agora são capazes de conduzir o assunto com muito mais critério.

Embora ainda não haja números precisos sobre o tema, alguns dados ajudam a entender por que a mãe tem mais chance de se tornar alienadora. De acordo com as Estatísticas de Registro Civil, divulgadas em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 87,3% dos casos são elas que detêm a guarda dos filhos em casos de separação. Nesse contexto, ainda segundo o IBGE, cerca de 1/3 dos filhos perde contato com os pais, sendo privados do afeto e do convívio com o genitor ausente.

“O objetivo da obra é fortalecer o pai para que ele não permita que a mãe atrapalhe sua convivência com o filho depois da separação”, afirma a autora. Ao longo do livro, ele encontra todas as explicações necessárias sobre essa forma de abuso psicológico. “O pai precisa entender alguns pontos importantes sobre o papel de cada um, principalmente quando já existe um novo relacionamento”, complementa a autora.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Ex-marido,+pai+presente

IG DELAS ENTREVISTA AUTORA DO LIVRO EX-MARIDO, PAI PRESENTE

O site IG Delas publicou entrevista com a terapeuta familiar Roberta Palermo, que acaba de lançar o livro Ex-marido, pai presente, pela Mescla Editorial. Na reportagem, intitulada “Depois da separação, o pai precisa reaprender a ser pai, diz a autora”, Roberta fala sobre o papel do homem na criação dos filhos e explica como fugir da alienação parental. Clique para ler a entrevista na íntegra: http://goo.gl/N0sj6.

Destinado aos homens que vivenciam cotidianamente o problema da alienação parental – situação em que a mãe afasta deliberadamente os filhos do ex-marido -, o livro traz informações fundamentais para combater a alienação e dicas objetivas para fortalecer a relação pai-filho.

Nos dias de hoje, fala‑se muito sobre alienação parental, fato que, para a terapeuta familiar, trata-se de um importante avanço. “A divulgação do tema alertou famílias e, principalmente, especialistas que lidam com os casos de abuso emocional em que a mãe ou o pai de uma criança a treina para romper os laços afetivos com o outro cônjuge depois da separação”, diz. Segundo ela, psicólogos, terapeutas, psiquiatras, advogados, conselhos tutelares e juízes – responsáveis pelas decisões finais nos processos que acabam nos fóruns de família – agora são capazes de conduzir o assunto com muito mais critério.

Embora ainda não haja números precisos sobre o tema, alguns dados ajudam a entender por que a mãe tem mais chance de se tornar alienadora. De acordo com as Estatísticas de Registro Civil, divulgadas em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 87,3% dos casos são elas que detêm a guarda dos filhos em casos de separação. Nesse contexto, ainda segundo o IBGE, cerca de 1/3 dos filhos perde contato com os pais, sendo privados do afeto e do convívio com o genitor ausente.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Ex-marido,+pai+presente

 

ROBERTA PALERMO LANÇA “EX-MARIDO, PAI PRESENTE” NA LIVRARIA DA VILA – SHOPPING CIDADE JARDIM

A Mescla Editorial e a Livraria da Vila (Shopping Cidade Jardim – São Paulo) promovem no dia 22 de agosto, quarta-feira, das 18h30 às 21h30, a noite de autógrafos do livro Ex-marido, pai presente, da terapeuta familiar Roberta Palermo. Destinado aos homens que vivenciam cotidianamente o problema da alienação parental – situação em que a mãe afasta deliberadamente os filhos do ex-marido –, o livro traz informações fundamentais para combater a alienação e dicas objetivas para fortalecer a relação pai-filho. A livraria fica no Shopping Cidade Jardim, na Av. Magalhães de Castro, 12.000, São Paulo (pista local da marginal Pinheiros, entre as pontes Cidade Jardim e Morumbi).

Nos dias de hoje, fala‑se muito sobre alienação parental, fato que, para a terapeuta familiar, trata-se de um importante avanço. “A divulgação do tema alertou famílias e, principalmente, especialistas que lidam com os casos de abuso emocional em que a mãe ou o pai de uma criança a treina para romper os laços afetivos com o outro cônjuge depois da separação”, diz. Segundo ela, psicólogos, terapeutas, psiquiatras, advogados, conselhos tutelares e juízes – responsáveis pelas decisões finais nos processos que acabam nos fóruns de família – agora são capazes de conduzir o assunto com muito mais critério.

Embora ainda não haja números precisos sobre o tema, alguns dados ajudam a entender por que a mãe tem mais chance de se tornar alienadora. De acordo com as Estatísticas de Registro Civil, divulgadas em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 87,3% dos casos são elas que detêm a guarda dos filhos em casos de separação. Nesse contexto, ainda segundo o IBGE, cerca de 1/3 dos filhos perde contato com os pais, sendo privados do afeto e do convívio com o genitor ausente.

“O objetivo da obra é fortalecer o pai para que ele não permita que a mãe atrapalhe sua convivência com o filho depois da separação”, afirma a autora. Ao longo do livro, ele encontra todas as explicações necessárias sobre essa forma de abuso psicológico. “O pai precisa entender alguns pontos importantes sobre o papel de cada um, principalmente quando já existe um novo relacionamento”, complementa a autora.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1311/Ex-marido,+pai+presente