PODER SUAVE (SOFT POWER) NO METRÓPOLIS, DA TV CULTURA

O jornalista Franthiesco Ballerini, autor de Poder Suave (Soft Power), falou sobre o tema de seu livro no programa Metrópolis (TV Cultura) do último domingo, 16/7. Assista ao vídeo abaixo com sua participação (a partir de 11’50’’) e saiba mais sobre essa capacidade de um Estado ou uma instituição influenciar a opinião pública .

 

 

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1464/9788532310644

FRANTHIESCO BALLERINI APRESENTA SUA OBRA “PODER SUAVE (SOFT POWER)”

Utilizado pela primeira vez pelo cientista político Joseph Nye na década de 1980, o termo “poder suave” (soft power) designa a capacidade de um Estado ou uma instituição influenciar a opinião pública para que seus objetivos sejam cumpridos. Acompanhando a humanidade há milênios, o poder suave se fez sentir sobretudo na cultura.

Publicação única no Brasil, fruto de mais de dois anos de intensas pesquisas e dezenas de entrevistas, este livro explica os mecanismos de ação do poder suave e sua expressão em áreas como música, cinema, artes plásticas, dança e artes visuais.

Assista ao vídeo abaixo com a apresentação da obra pelo próprio autor:

 

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Franthiesco Ballerini é jornalista e mestre em Comunicação Social, foi repórter e crítico do Grupo Estado por oito anos, tendo realizado reportagens em países como México, Canadá, Estados Unidos, Índia e Argentina. Foi colaborador de diversas revistas, como Bravo! e Cult, além de colunista cultural da Rádio Eldorado e da TV Gazeta. Ex-coordenador geral da Academia Internacional de Cinema, é professor de Comunicação e Audiovisual na Fundação Armando Alvares Penteado (Faap), na Universidade de Mogi das Cruzes (UMC) e nas Faculdades Integradas Rio Branco.

Para mais informações, acesse http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1464/9788532310644, ou compre este livro com desconto na Amazon em http://amzn.to/2s1zn0z.

‘LIVRO RETRATA O PODER DE PERSUASÃO DA ARTE E DO ENTRETENIMENTO.’

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Ouça abaixo entrevista de Franthiesco Ballerini, autor de Poder Suave – Soft Power, à rádio CBN.

 

 

Conheça o livro:

11064PODER SUAVE (SOFT POWER)
Autor: Franthiesco Ballerini
SUMMUS EDITORIAL

Utilizado pela primeira vez pelo cientista político Joseph Nye na década de 1980, o termo “poder suave” (soft power) designa a capacidade de um Estado ou uma instituição influenciar a opinião pública para que seus objetivos sejam cumpridos. Acompanhando a humanidade há milênios, o poder suave se fez sentir sobretudo na cultura. O exemplo mais clássico é Hollywood, que, com seus filmes e produtos dele derivados, reproduz um estilo de vida que serve muito bem aos interesses americanos no campo da política e da economia. Porém, diversos outros tipos de poder suave têm mostrado sua força ao longo dos séculos, deixando claro que ideias podem, por vezes, ser mais persuasivas que canhões.

Publicação única no Brasil, fruto de mais de dois anos de intensas pesquisas e dezenas de entrevistas, este livro explica os mecanismos de ação do poder suave e sua expressão em áreas como música, cinema, artes plásticas, dança e artes visuais.

O GLOBO DESTACA O LIVRO “JORNALISMO CULTURAL NO SÉCULO 21”

O jornal O Globo deu destaque para o livro Jornalismo cultural no século 21 (Summus Editorial), do jornalista Franthiesco Ballerini, na coluna de lançamentos do caderno Prosa e Verso, publicada no sábado, dia 14. Clique no link para ver a nota: http://goo.gl/ReHB9Q.

10960Amparado em ampla pesquisa e entrevistas com quase 50 profissionais da área, entre eles os jornalistas culturais mais importantes em atividade no país, Ballerini faz uma análise completa e aprofundada do tema.

Partindo do histórico do surgimento e da consolidação do jornalismo cultural no Brasil e no mundo, ele mostra como a atuação nesse nicho se consolidou ao longo dos séculos. A proposta, segundo o jornalista, é fornecer as bases para entender a prática do jornalismo cultural no século 21, pois, ainda que a tecnologia a tenha revolucionado, é impossível compreender seus reais delineamentos sem um contexto histórico. “Afinal, é conhecendo os hábitos, os erros e as estratégias de seus protagonistas ao longo do tempo que se pode propor um futuro mais próspero para o campo”, afirma.

Nos capítulos seguintes, o autor mergulha nas principais áreas cobertas pelo jornalismo cultural: literatura, artes visuais, teatro, cinema e música.  “Procurei investigar com nomes fundamentais de todas as áreas quais eram as fragilidades, os pontos fortes e as grandes mudanças na cobertura. O que significa a entrada de novos personagens no jornalismo cultural, como gastronomia, moda, games. Mas, acima de tudo, de que forma a internet, as redes sociais e o predomínio cada vez maior do digital sobre o papel altera o trabalho do jornalista cultural”, afirma Ballerini.

O surgimento da internet é, sem dúvida, o grande marco de mudança nesse universo. Nem mesmo o surgimento do rádio e do cinema, no final do século 19, e posteriormente da televisão, no século 20, estremeceu tanto o jornalismo cultural quanto o advento da internet, segundo Ballerini. “Durante cinco séculos, o jornalismo cultural pôde se desenvolver sob um mosaico midiático rentável, que garantia certa estabilidade financeira, uniformidade do fluxo de comunicação e, por que não dizer, uma previsibilidade da formação dos discursos acerca dos produtos culturais. Mas eis que a internet vem para “bagunçar” a comunicação humana em escala global”, avalia.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1399/Jornalismo+cultural+no+s%C3%A9culo+21

FRANTHIECO BALLERINI LANÇA “JORNALISMO CULTURAL NO SÉCULO 21”, EM SÃO PAULO, NO DIA 4 DE MARÇO

A Summus Editorial e a Livraria Martins Fontes Paulista promovem no dia 4 de março, quarta-feira, das 18h30 às 21h30, a noite de autógrafos do livro Jornalismo cultural no século 21, do jornalista Franthiesco Ballerini. O autor receberá amigos e convidados na livraria, que fica Av. Paulista, 509 – São Paulo.

Amparado em ampla pesquisa e entrevistas com quase 50 profissionais da área, entre eles os jornalistas culturais mais importantes em atividade no país, Ballerini faz uma análise completa e aprofundada do tema. Partindo do histórico do surgimento e da consolidação do jornalismo cultural no Brasil e no mundo, ele mostra como a atuação nesse nicho se consolidou ao longo dos séculos.

A proposta, segundo Ballerini, é fornecer as bases para entender a prática do jornalismo cultural no século 21, pois, ainda que a tecnologia a tenha revolucionado, é impossível compreender seus reais delineamentos sem um contexto histórico. “Afinal, é conhecendo os hábitos, os erros e as estratégias de seus protagonistas ao longo do tempo que se pode propor um futuro mais próspero para o campo”, afirma.

Depois de apresentar o conteúdo histórico, o autor mergulha nas principais áreas cobertas pelo jornalismo cultural: literatura, artes visuais, teatro, cinema e música.  “Procurei investigar com nomes fundamentais de todas as áreas quais eram as fragilidades, os pontos fortes e as grandes mudanças na cobertura. O que significa a entrada de novos personagens no jornalismo cultural, como gastronomia, moda, games. Mas, acima de tudo, de que forma a internet, as redes sociais e o predomínio cada vez maior do digital sobre o papel altera o trabalho do jornalista cultural”, afirma Ballerini.

O livro traz também um capítulo dedicado ao ensino universitário da especialidade e um ensaio sobre as inter-relações entre consumo e cultura. “A maior contribuição que os bons cursos de jornalismo podem dar ao mercado é formar profissionais que consigam, por meio de um texto claro, coeso e estilisticamente atraente, atrair leitores não para a óbvia historinha de super-herói do quinto filme da franquia hollywoodiana, mas para aquele curta-metragem estudantil do interior do Pará que, de forma simples, abordou uma grande questão cultural e social do momento. Em suma, levar o leitor a consumir mais cultura e não só entretenimento”, afirma o autor.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1399/Jornalismo+cultural+no+s%C3%A9culo+21

Jornalismo cultural no século 21

 

 

AUTOR DO LIVRO “CINEMA BRASILEIRO NO SÉCULO 21” AUTOGRAFA EM CHICAGO (EUA)

O jornalista e escritor Franthiesco Ballerini fará uma noite de autógrafos do livro Cinema Brasileiro no Século 21, publicado pela Summus Editorial em 2012, em Chicago. Será em novembro, no “Brazilian Films in Chicago”, mostra de filmes nacionais que acontece no circuito de grandes universidades da cidade. Ballerini foi convidado a mediar a exibição de filmes brasileiros durante a mostra. Após a exibição dos filmes, ele fará debates sobre o livro e os rumos do cinema brasileiro na Roosevelt University, University of Chicago e Columbia College, entre outras. “Estou muito feliz que este intenso trabalho de pesquisa tenha fomentado interesse internacional sobre nosso cinema”, diz Ballerini, que entrevistou mais de 70 nomes de diversas áreas do audiovisual brasileiro para compor o livro. Para saber mais sobre a mostra, acesse: http://goo.gl/w6PSYI.

Clique aqui e saiba mais sobre este livroInvestigar o cinema brasileiro ao longo de dois anos trouxe ao jornalista Franthiesco Ballerini muitas surpresas, perspectivas otimistas e algumas decepções. Baseado em entrevistas com os mais importantes nomes do cinema nacional, além de pesquisas e dados da indústria, ele fez um retrato fiel da produção cinematográfica hoje nas áreas de atuação, direção, roteiro, exibição, distribuição e legislação, entre outras.
O resultado está no livro Cinema brasileiro no século 21, da Summus Editorial. Mais do que fornecer dados, defender teses ou aprofundar questões, Ballerini apresenta reflexões de profissionais atuantes no cinema brasileiro. “Somente conhecendo a fundo nossa história audiovisual e refletindo intensamente sobre os rumos da cinematografia contemporânea, conseguiremos difundir entre todos os brasileiros o hábito de assistir a filmes nacionais”, afirma o autor.

Para Jean-Claude Bernardet, que assina o prefácio do livro, o cinema brasileiro deste século 21 pode – e precisa – passar por uma mudança de valores. Até hoje, diz ele, trabalhar para o público não é algo bem-visto entre os cineastas. “O ideal é vislumbrarmos um cinema absolutamente diversificado, que corresponda ao gosto do público e do grupo dos intelectuais, sem que seja necessário optar por um deles”, afirma. Entre os cineastas, documentaristas, roteiristas, distribuidores, produtores, atores e especialistas entrevistados estão Leon Cakoff e Gustavo Dahl (ambos falecidos em 2011 e que deram uma das suas últimas entrevistas em vida),  Marco Woldt, Alberto Flaksman, Inácio Araújo, Fernando Meirelles, Cacá Diegues, Marçal Aquino, Fernando Bonassi, Andrucha Waddington, José Wilker, Leona Cavalli, Leonardo Medeiros, Léa Garcia, Selton Mello, Wagner Moura, Daniel Filho e Luiz Carlos Barreto. A obra é ilustrada com fotos de várias produções brasileiras, entre elas: Central do Brasil, Bicho de sete cabeças, Tropa de elite e Cidade de Deus.

A obra, dividida em 12 capítulos, traz uma análise do cinema nacional, incluindo história, internacionalização, ensino do cinema e documentários. Em sua vasta pesquisa, Ballerini constatou que, hoje, grande parte dos profissionais envolvidos na teoria e prática do cinema brasileiro acredita que seja necessário buscar cada vez mais um cinema que se comunique com o espectador, para a ampliação do público. Mas essas mesmas pessoas também inscrevem projetos nos editais de incentivo para falar de experiências pessoais ou temas que lhes agradem, sem levar em consideração a vontade do público.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1297/Cinema+brasileiro+no+s%C3%A9culo+21

REVISTA FILOSOFIA DESTACA O LIVRO CINEMA BRASILEIRO NO SÉCULO 21

Clique aqui e saiba mais sobre este livroA edição de agosto da revista Filosofia traz uma entrevista com o jornalista Franthiesco Ballerini sobre o livro Cinema brasileiro no século 21 (Summus Editorial). Baseado em entrevistas com os mais importantes nomes do cinema nacional, além de pesquisas e dados da indústria, o autor fez um retrato fiel da produção cinematográfica hoje nas áreas de atuação, direção, roteiro, exibição, distribuição e legislação, entre outras. Leia a entrevista: http://goo.gl/vhntB

No livro, mais do que fornecer dados, defender teses ou aprofundar questões, Ballerini apresenta reflexões de profissionais atuantes no cinema brasileiro. “Somente conhecendo a fundo nossa história audiovisual e refletindo intensamente sobre os rumos da cinematografia contemporânea, conseguiremos difundir entre todos os brasileiros o hábito de assistir a filmes nacionais”, afirma o autor.

Para Jean-Claude Bernardet, que assina o prefácio do livro, o cinema brasileiro deste século 21 pode – e precisa – passar por uma mudança de valores. Até hoje, diz ele, trabalhar para o público não é algo bem-visto entre os cineastas. “O ideal é vislumbrarmos um cinema absolutamente diversificado, que corresponda ao gosto do público e do grupo dos intelectuais, sem que seja necessário optar por um deles”, afirma. Entre os cineastas, documentaristas, roteiristas, distribuidores, produtores, atores e especialistas entrevistados estão Leon Cakoff e Gustavo Dahl (ambos falecidos em 2011 e que deram uma das suas últimas entrevistas em vida),  Marco Woldt, Alberto Flaksman, Inácio Araújo, Fernando Meirelles, Cacá Diegues, Marçal Aquino, Fernando Bonassi, Andrucha Waddington, José Wilker, Leona Cavalli, Leonardo Medeiros, Léa Garcia, Selton Mello, Wagner Moura, Daniel Filho e Luiz Carlos Barreto. A obra é ilustrada com fotos de várias produções brasileiras, entre elas: Central do Brasil, Bicho de sete cabeças, Tropa de elite e Cidade de Deus.

A obra, dividida em 12 capítulos, traz uma análise do cinema nacional, incluindo história, internacionalização, ensino do cinema e documentários. Em sua vasta pesquisa, Ballerini constatou que, hoje, grande parte dos profissionais envolvidos na teoria e prática do cinema brasileiro acredita que seja necessário buscar cada vez mais um cinema que se comunique com o espectador, para a ampliação do público. Mas essas mesmas pessoas também inscrevem projetos nos editais de incentivo para falar de experiências pessoais ou temas que lhes agradem, sem levar em consideração a vontade do público.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1297/Cinema+brasileiro+no+s%C3%A9culo+21