‘8 PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE COMO A CIÊNCIA VÊ A CURA GAY’

A liminar concedida pelo juiz Waldemar Cláudio de Carvalho, da 14ª Vara do Distrito Federal, causou polêmica ao permitir que psicólogos ofereçam terapias de “reversão sexual” para pacientes gays, sem qualquer censura ou autorização do CFP (Conselho Federal de Psicologia).
O UOL esclarece como a ciência vê esse tema:

1 – A homossexualidade é considerada uma doença?

Não. Desde 1973, a Associação Americana de Psiquiatria excluiu a homossexualidade da lista de doenças listadas no DSM (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais).

A OMS (Organização Mundial da Saúde) só tomou a mesma decisão em 1990, enquanto o CFP (Conselho Federal de Psicologia) proibiu os tratamentos desde 1999.

Com a despatologização, o termo homossexualismo foi abandonado, já que o sufixo -ismo é muito usado para nomear doenças.

2 – Se não é doença, o que é?

Uma orientação sexual. Uma série de estudos mostraram que a homossexualidade não passa de uma variação de comportamento comum entre os seres humanos e que não implica em uma diferenciação que pode ser revertida com intervenção médica.

3 – E por que homossexuais procuram ajuda profissional?

Principalmente por causa do preconceito. Por crescer em uma sociedade heteronormativa, os homossexuais passam por um processo difícil de aceitar sua orientação sexual e assumir ela para a família e os amigos. Sem contar que ainda precisam lidar com o preconceito da sociedade em que vivem.

4 – O que fez os psiquiatras não considerarem a homossexualidade um distúrbio?

A classe médica desconsiderou a homossexualidade como distúrbio por dois motivos: uma série de estudos científicos e pela luta dos ativistas LGBT.

Em 1948, o biólogo norte-americano Alfred Kinsey publicou um estudo sobre o comportamento sexual do homem e tratou a homossexualidade como uma possibilidade, não como patologia. Em 1957, a psicóloga Evelyn Hooker também publicou um estudo em que comparou 30 homossexuais com 30 heterossexuais e não identificou qualquer distúrbio psicológico no grupo gay.

5 – E como se sabe que ser gay não é uma escolha?

Isso é demonstrado também por uma série de estudos comportamentais e biológicos. Um deles feito pelo neurocientista Simon LeVay encontrou uma evidência biológica de que os homens gays já nascem com essa orientação por conta de uma diferença na região do hipotálamo.

Um outro estudo citado pela APA (Associação Americana de Psiquiatria) avaliou 3.261 gêmeos com idades entre 34 e 43 anos e revelou que “análises quantitativas mostraram uma variação do comportamento atípico do gênero durante a infância e que a orientação sexual dos adultos é em parte devida à genética”.

Outra evidência observada pelo cientista belga Jacques Balthazat é que a exposição a certos hormônios durante o desenvolvimento fetal tem um papel importante na orientação sexual. O estudo concluiu que homossexuais foram expostos a atípicas condições endócrinas durante a gestação.

A Associação Americana de Psiquiatria diz que “a opinião preponderante da comunidade científica é que há um forte componente biológico na orientação sexual, e que interação genética, hormonal e fatores ambientais interagem na orientação de uma pessoa”.

6 – Um especialista, como um psicólogo, pode ajudar a fazer com que um homossexual vire heterossexual?

O papel do psicólogo não é “curar”, mas, sim, ajudar o paciente a buscar qualidade de vida em todos os aspectos, inclusive sexual. Após a decisão do juiz brasileiro, o CFP (Conselho Federal de Psicologia) soltou uma declaração, dizendo que a homossexualidade não deve ser tratada.

7 – E o que provou que a cura gay não funcionava?

Os principais tratamentos focavam na apresentação de uma série de estímulos homoeróticos e, ao mesmo tempo, administração de substâncias que provocassem enjoos e nojo. Outras terapias, também violentas, eram administração de hormônios e eletroconvulsoterapia.

No entanto, uma série de estudos científicos desqualificou “esses tratamentos” por não terem material clínico suficiente de modificação na orientação sexual. Sem contar que uma série de estudos antropológicos também comprovavam que existiam gays entre outros povos, como gregos e indígenas. E esse comportamento era encarado com naturalidade entre esses povos.

8 – Quais as consequências de um “tratamento de reorientação sexual”?

Esse tipo de “tratamento” pode causar frustrações não só para o paciente, mas para seus familiares. Além de comprometer a saúde mental por aumentar o risco de depressão, suicídio e ansiedade.

Fontes: Alexandre Saadeh, coordenador do Ambulatório de Transtorno de Identidade de Gênero e Orientação Sexual do IPq (Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas); Carla Zeglio, diretora e psicoterapeuta sexual do INPASEX; Christian Dunker, psicanalista e professor titular do Instituto de Psicologia da USP; Edith Modesto, psicanalista e fundadora do GPH (Grupo de Pais de Homossexuais).

Matéria publicada originalmente no UOL Comportamento, em 23/09/2017. Para acessá-la na íntegra: https://estilo.uol.com.br/vida-saudavel/noticias/redacao/2017/09/23/8-perguntas-e-respostas-sobre-como-a-ciencia-ve-a-cura-gay.htm

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Conheça o livro de Edith Modesto, uma das fontes da matéria e autora das Edições GLS:

ENTRE MULHERES
Depoimentos homoafetivos

Este livro traz depoimentos de mulheres lésbicas e bissexuais de várias idades, profissões e classes sociais. Os temas são variados: relações familiares, juventude, religião, trabalho e preconceito. Trata-se do relato vivo da experiência de cada uma dessas mulheres, que deixaram todo o conforto emocional do mundo convencional para viver a dura vida de homossexual em um país tipicamente machista.

‘8 COISAS QUE AS MULHERES PRECISAM SABE SOBRE A SEXUALIDADE MASCULINA’ 

É comum achar que a sexualidade feminina é mais difusa, misteriosa e calcada em detalhes. A masculina, por outro lado, é tida como óbvia, simples, fácil de decifrar. Não é bem assim. Primeiro, porque nenhum cara é igual ao outro. Segundo, porque séculos de educação machista serviram para reprimir vontades, disfarçar desejos e incutir um jeito meio padrão de agir, que nem sempre corresponde à realidade. Vamos a alguns fatos:

  1. As emoções afetam, sim, o desejo deles

Sentimentos de perda, tristeza ou vivenciar uma grande frustração podem deixar o homem completamente desligado do desejo sexual. Por outro lado, uma grande ansiedade devido a alguma experiência nova costuma tornar muitos sujeitos mais acelerados, propensos a lançar mão do sexo (inclusive o solitário) como válvula de escape. Os homens são tão emotivos quanto as mulheres. A questão é que, desde cedo, foram ensinados a não abrir seus sentimentos. A cultura machista encara a emoção masculina como fraqueza e inferioridade. Equívoco que, ainda que a passos lentos, felizmente vem sendo combatido.

  1. Quanto mais “empoderados” alguns querem parecer, mais vulneráveis estão se sentindo

A necessidade de elogios, curtidas nas redes sociais, atenção para se sentirem amados e satisfeitos e, em alguns casos, quantidade em vez de qualidade nos relacionamentos, podem ser tentativas de camuflar a insegurança. Em encontros, principalmente, muitos caras contam vantagens ou falam apenas de si para disfarçar um baita medo de rejeição. Nem sempre essas atitudes são conscientes e, claro, não são exclusividade dos homens.

  1. Perdem a ereção por medo da mulher

Isso ocorre quando acham a garota gostosa demais, muita areia para o caminhãozinho deles ou há tempos querem levá-la para a cama. Brochar é resultado da chamada “ansiedade por temor de desempenho”: a vontade de satisfazer a mulher é tão intensa que, infelizmente, naquele momento, a relação ficará pendente. Homens, de modo geral, são ansiosos no sexo, principalmente porque acreditam que devem mandar bem na performance. Baseiam-se na velha ideia machista de que homem não dispensa uma transa. A exigência masculina vem acompanhada de expectativas e idealizações que sufocam, angustiam e, óbvio, brocham.

  1. Nem todos querem fazer sexo anal

A prática foi “fetichizada” e, para muitos caras, é uma espécie de “prêmio” ou “presente” concedido pela mulher. Só que a vontade não é uma unanimidade masculina, não. Segundo especialistas, muitos revelam sentir desconforto e até dor. Muitos não querem forçar a parceira a fazer algo que elas não desejam, enquanto outros simplesmente não consideram a prática excitante. E tudo bem, pois o importante é ter liberdade de fazer aquilo que seja confortável sem seguir padrões e normas.

  1. Gostam de dormir de conchinha

Ou até mais que elas, sabia? Uma pesquisa do Kinsey Institute (EUA) concluiu que homens que dormem mais vezes abraçadinhos com suas parceiras tendem a ter relacionamentos mais felizes. E isso sem a menor intenção sexual: a satisfação é simplesmente pelo prazer de ficar junto, trocar beijos e carinhos. O vínculo e a intimidade, segundo consta, se fortalecem.

  1. O tamanho do pinto não é a única preocupação “corporal”

Muitos ainda acreditam que, quanto maior o pinto, maior a satisfação feminina. E sofrem por considerar seu pênis pequeno. Porém, muitos sentem-se inseguros quanto ao próprio corpo e vivem a servidão da estética. A masculinidade, infelizmente, ainda é associada com virilidade, músculos e força. Só que isso acontece mais na cabeça deles do que entre as mulheres, que valorizam mais as ações, as atitudes e as sensações  que sentem em relação ao parceiro entre quatro paredes do que uma barriga tanquinho ou um bíceps aditivado.

  1. Se masturbam muitas vezes pensando na própria parceira

E não em qualquer celebridade sexy que mexe com as fantasias masculinas. Alguns caras se animam a valer mesmo quando lembram de cenas quentes vividas recentemente, como a namorada de quatro no motel ou a manobra diferente que ela fez com a língua durante o sexo oral. Outros, usam a masturbação como gatilho para certas fantasias que pretendem colocar em prática com a parceira, em breve.

  1. Querem que a mulher os guie

Alguns homens sentem timidez em tomar a iniciativa de propor fantasias, sugerir posições ou perguntar as preferências da parceira. Por isso, quanto mais a mulher se soltar, demonstrar e direcionar o par para os pontos onde sentem prazer, mais eles se sentirão seguros e se empenharão em corresponder às expectativas.

FONTES: Breno Rosostolato, psicólogo e educador sexual, de São Paulo (SP); Carla Ribeiro, psicóloga clínica e hospitalar especializada em saúde masculina, do Rio de Janeiro (RJ), e Paulo Tessarioli, presidente da Abrasex (Associação Brasileira dos Profissionais de Saúde, Educação e Terapia Sexual)
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Matéria de Heloisa Noronha, publicada originalmente no UOL, em 20/09/2017. Para acessá-la na íntegra:
https://estilo.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2017/09/20/8-coisas-que-nem-todas-as-mulheres-sabem-sobre-a-sexualidade-masculina.htm

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Quer saber mais sobre a sexualidade masculina? Conheça o livro da Summus:

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O QUE VOCÊ (AINDA) NÃO SABE SOBRE A SEXUALIDADE MASCULINA
Autor: Barry McCarthy

Para os homens, nunca foi fácil admitir ignorância em assuntos referentes a sexo, relações sexuais ou envolvimentos amorosos. Contudo, a partir da liberação feminina, os homens começam a perceber que também sofrem as conseqüências dos mitos e das concepções errôneas. Este é um atual e completo livro para o homem que quer olhar de frente o fato de que podem haver aspectos de sua sexualidade sobre os quais ele precisa aprender mais, para ter mais prazer em seus relacionamentos sexuais. E para toda mulher interessada em saber o que os homens sentem quando amam.

‘SIM, VOVÓ TAMBÉM SE INTERESSA POR SEXO’

Falar sobre o tema pode ser tabu tanto para pessoas mais velhas, quanto para suas famílias e até profissionais de saúde; em busca de informação, idosos recorrem cada vez mais à internet

Para muita gente, pensar que nossos pais, avós (ou até bisavós) sentem desejo, se masturba e mantém vida sexual ativa (ou pelo menos gostariam de fazê-lo) causa certo incômodo. A verdade é que, apesar das transformações culturais, a vida sexual de pessoas idosas foi um tabu – tanto para elas mesmas quanto para os jovens com quem convivem e até para alguns profissionais da saúde. Apesar disso, estudos sugerem que um número crescente de pessoas com mais de 70 anos continua a ter vida sexualmente ativa, o que colabora com a manutenção da saúde física e mental. Embora boa parte hesite em discutir questões íntimas com o médico, uma nova pesquisa indica que muitos têm lançado mão de comunidades online para ter entre si as respostas e o apoio de que necessitam.

A atividade sexual entre adultos com mais idade é comum – mais da metade dos homens e um terço das mulheres na casa dos 70 anos, casados ou não, relataram fazer sexo pelo menos duas vezes por mês em um estudo de 2015 publicado na Archives of Sexual Behavior. Mas isso pode ser complicado. Problemas médicos que costumam surgir com a idade, como diabetes e doenças cardíacas, muitas vezes afetam o desejo sexual e o desempenho. Não raro, viúvos que começam a namorar novamente não sabem como se proteger de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) ou mesmo abordar alguém por quem têm interesse. Para piorar, crenças e estereótipos relacionados com a idade – como a ideia de que o corpo é “feio” ou a pessoa está “muito velha para o sexo” – costumam dificultar que os interessados cheguem até as respostas.

Uma revisão de 2011 da literatura científica mostra que, além de os idosos raramente conversarem sobre sexo com os médicos, muitos desses profissionais se mostram hesitantes em apresentar o tema. “Os resultados, a literatura científica e a mídia atual mostram que boa parte dos prestadores de cuidados de saúde, das equipes de casas de repouso e das clínicas especializadas que atendem essa população costumam ignorar o desejo, a necessidade e os direitos sexuais de seus clientes e moradores”, afirma a cientista social Liza Berdychevsky, da Universidade de Illinois, em Urbana-Champaign.

À luz dessa preocupante tendência, ela e sua colega Galit Nimrod, pesquisadora da área de comunicação, da Universidade Ben-Gurion, Negev, Israel, decidiram investigar se idosos conseguiam encontrar apoio sobre temas sexuais em fóruns online. Depois de analisar aproximadamente 700 mil mensagens postadas no espaço de um ano em diversas comunidades da rede, de vários países, elas encontraram cerca de 2.500 posts dedicados a discussões de questões relacionadas com a sexualidade. Menos de 0,4% do total de mensagens. Apesar disso, alguns desses tópicos eram muito populares, com milhares de visualizações, o que sugere que, embora não participassem dos debates, muitos membros da comunidade virtual acompanhavam as pautas.

Os pesquisadores também identificaram evidências que sugerem que esses lugares ajudavam a responder a perguntas dos usuários, deixando-os mais confortáveis so-bre o amadurecimento da sexualidade, segundo um artigo publicado em junho no Journal of Leisure Research. “As comunidades virtuais oferecem aos participantes a garantia de que não estão sozinhos e de que tudo o que experimentam é enfrentado por muitos outros em sua faixa etária”, diz Liza.

Além disso, os fóruns online oferecem “um canal para compartilhar dificuldades, ganhar conhecimento em primeira mão e trocar conselhos”. Ela e outros pesquisadores enfatizam a importância de melhorar a comunicação face a face sobre sexo, principalmente em ambientes de cuidados de saúde. “Felizmente, enquanto isso não acontece, à medida que mais idosos em todo o mundo ganham acesso à internet, sua vida sexual tende a melhorar, assim como seu bem-estar geral” afirma a cientista social. (Por Melinda Wenner Moyer, jornalista especializada em divulgação científica)

Matéria publicada originalmente na edição de julho da revista Mente e Cérebro e reproduzida no site Viver Mente e Cérebro. Para acessá-la na íntegra: http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/sim_vovo_tambem_se_interessa_por_sexo.html

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Quer saber mais sobre o assunto? Conheça:

Sexo_e_amor_na_terceira_idadeSEXO E AMOR NA TERCEIRA IDADE
Autores: Robert N. Butler, Myrna I. Lewis
SUMMUS EDITORIAL 

Butler e Lewis derrubam tabus e provam que o sexo e a sexualidade são experiências prazerosas, gratificantes e altamente saudáveis, após os 60 anos. É a época em que o ser humano possui maior experiência e disponibilidade de tempo para poder, apesar das dificuldades naturais, usufruir de uma vida sexual positiva.

GUIA DE SOBREVIVÊNCIA À TRAIÇÃO

A edição de fevereiro da revista Women´s Health teve a participação da psicóloga Ana Maria Fonseca Zampieri, autora do livro Erotismo, sexualidade, casamento e infidelidade (Editora Ágora). Na reportagem, ela afirma que a infidelidade é uma decisão de quem trai. “Porém, de alguma maneria, ambos favoreceram para que o deslize acontecesse”. Leia  íntegra: http://goo.gl/k4cix8.

20871O que se lê em Erotismo, Sexualidade, Casamento e Infidelidade é resultado de uma vasta pesquisa realizada pela autora, durante mais de 10 anos, envolvendo casais de todas as classes sociais. “O objetivo é mostrar que a infidelidade sexual – com ou sem envolvimento afetivo – é um fenômeno complexo que sempre existiu e está ligado a várias formas de repressão sexual enfrentadas por mulheres e homens”, explica a autora. “Nossa cultura deseduca e desprepara as pessoas para uma vida erótica saudável no casamento. Ainda nos restringimos mais às técnicas de sexo reprodutivo e não as de sexo erótico”.

Ana Maria afirma, ainda, que muitas pessoas não se dão conta do potencial da própria sexualidade. “A autoestima sexual das mulheres ainda é muito baixa. Muitas não conseguem negociar o sexo seguro, seja com o amante ou com o marido. Ainda praticam um sexo que agrade aos homens e as autoconfirme como mulheres.”

Outra questão que a autora aborda  no livro é o alto nível de expectativa que a mulher tem com relação ao parceiro. “Ela espera que ele a ajude a descobrir sua própria capacidade orgásmica, quando ela mesma não se conhece. Os homens não foram educados a respeito das mulheres”, conta Ana. “Com isso, elas acabam se frustrando porque os maridos não são capazes de satisfazê-las. Os maridos, por sua vez, se frustram porque se sentem impotentes e se escondem desse fracasso, buscando a infidelidade para realizar seus desejos fora do casamento.”

A autora propõe aos casais formas de comunicação entre marido e mulher. Para o necessário autoconhecimento sexual, ela indica a autoexploração – a masturbação, que ainda hoje, é considerada tabu e frequentemente vinculada à ideia de solidão e não de parceria.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/853/Erotismo,+Sexualidade,+Casamento+e+Infidelidade

 

FLÁVIO GIKOVATE PARTICIPA DO PROGRAMA TAS AO VIVO. ASSISTA.

Flávio Gikovate participou nesta quarta-feira, 04 de setembro, do programa TAS AO VIVO, apresentado por Marcelo Tas.  O programa tratou de sexo, tema do novo livro do psicoterapeuta Sexualidade sem fronteiras (MG Editores). Assista ao video:

A revolução sexual iniciada no século XX ampliou o debate em torno da sexualidade, mas a verdade é que avançamos pouco nesse campo da existência humana. Na sociedade em que impera o consumo e a vaidade, homens e mulheres se perderam. A preocupação com o desempenho sexual, o número de relações por semana, a quantidade de orgasmos, a competência, a exuberância, o jogo de poder da sedução, em rotular quem é hétero e quem é homo, pauta a vida da maioria das pessoas. Esquecemos o trivial: liberdade e obrigação definitivamente não combinam quando o assunto é sexo. No livro, Gikovate põe de lado velhos pontos de vista e crenças, fruto da tradição religiosa e dos preconceitos mais tradicionais, e traz para o centro do debate as variáveis que interferem na vida sexual.

O primeiro passo nessa jornada de volta à evolução é entender que o caráter lúdico do erotismo desvincula o sexo do compromisso social. Esse é o clima que deve prevalecer nas relações sexuais. Cada um de nós deve escolher e vivenciar os tipos de carícia – consentida – que mais lhe agradarem; cada um de nós deve ser livre para (re)direcionar os interesses eróticos da forma como bem nos aprouver. Só assim os rótulos se tornarão descabidos e desnecessários, e em vez de falarmos em hétero, homo, bissexualidade etc. falaremos em sexualidade.

“Minha proposta é de um mundo sem preconceitos (não só os de natureza sexual) no qual o sexo fosse verdadeiramente lúdico. Isso significaria tratá-lo como uma brincadeira em que não cabem cobranças, preocupações com o desempenho ou medo de fracasso, e na qual podemos considerar que tudo que é de consentimento recíproco é também legítimo”, afirma o psicoterapeuta.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//SEXUALIDADE+SEM+FRONTEIRAS

VEJA SP DESTACA O LIVRO “SEXUALIDADE SEM FRONTEIRAS”

A revista Veja SP desta semana deu destaque para o livro Sexualidade sem fronteiras, da MG Editores. Na reportagem, intitulada “O selinho da discórdia”, o psicoterapeuta Flávio Gikovate comenta a polêmica protagonizada pelo atacante do Corinthians, Emerson Sheik, ao dar um beijo em um amigo. Leia a reportagem na íntegra: http://goo.gl/bocVXt.

A revolução sexual iniciada no século XX ampliou o debate em torno da sexualidade, mas a verdade é que avançamos pouco nesse campo da existência humana. Na sociedade em que impera o consumo e a vaidade, homens e mulheres se perderam. A preocupação com o desempenho sexual, o número de relações por semana, a quantidade de orgasmos, a competência, a exuberância, o jogo de poder da sedução, em rotular quem é hétero e quem é homo, pauta a vida da maioria das pessoas. Esquecemos o trivial: liberdade e obrigação definitivamente não combinam quando o assunto é sexo. Em seu livro, Gikovate põe de lado velhos pontos de vista e crenças, fruto da tradição religiosa e dos preconceitos mais tradicionais, e traz para o centro do debate as variáveis que interferem na vida sexual.

O primeiro passo nessa jornada de volta à evolução é entender que o caráter lúdico do erotismo desvincula o sexo do compromisso social. Esse é o clima que deve prevalecer nas relações sexuais. Cada um de nós deve escolher e vivenciar os tipos de carícia – consentida – que mais lhe agradarem; cada um de nós deve ser livre para (re)direcionar os interesses eróticos da forma como bem nos aprouver. Só assim os rótulos se tornarão descabidos e desnecessários, e em vez de falarmos em hétero, homo, bissexualidade etc. falaremos em sexualidade.

“Minha proposta é de um mundo sem preconceitos (não só os de natureza sexual) no qual o sexo fosse verdadeiramente lúdico. Isso significaria tratá-lo como uma brincadeira em que não cabem cobranças, preocupações com o desempenho ou medo de fracasso, e na qual podemos considerar que tudo que é de consentimento recíproco é também legítimo”, afirma o psicoterapeuta.

“As pessoas que vivem de acordo com a sexualidade não têm compromisso com seu passado sexual e podem se movimentar dentro do espectro das possibilidades da sexualidade livres e isentas de qualquer norma ou preconceito. Elas se fixarão em determinado território tanto em função de suas convicções e deliberações racionais como em decorrência de outro impulso que, na prática, se sobrepõe ao erótico: o encantamento amoroso de ótima qualidade”, conclui.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1330/SEXUALIDADE+SEM+FRONTEIRAS

FLÁVIO GIKOVATE PARTICIPA DO PROGRAMA NA MORAL, DA REDE GLOBO, NESTA QUINTA

O programa Na Moral, da Rede Globo, apresentado por Pedro Bial, teve a participação do psicoterapeuta Flávio Gikovate em 25 de julho. O programa debateu o tema sexualidade. Assista a um trecho acessando: http://globotv.globo.com/rede-globo/na-moral/v/consultorio-sexual-viviana-prefere-os-brinquedinhos-sexuais-aos-homens/2716188/

A revolução sexual iniciada no século XX ampliou o debate em torno da sexualidade, mas a verdade é que avançamos pouco nesse campo da existência humana. Na sociedade em que impera o consumo e a vaidade, homens e mulheres se perderam.

A preocupação com o desempenho sexual, o número de relações por semana, a quantidade de orgasmos, a competência, a exuberância, o jogo de poder da sedução, em rotular quem é hétero e quem é homo, pauta a vida da maioria das pessoas. Esquecemos o trivial: liberdade e obrigação definitivamente não combinam quando o assunto é sexo. Em seu novo livro Sexualidade sem fronteiras, Gikovate põe de lado velhos pontos de vista e crenças, fruto da tradição religiosa e dos preconceitos mais tradicionais, e traz para o centro do debate as variáveis que interferem na vida sexual.

O primeiro passo nessa jornada de volta à evolução é entender que o caráter lúdico do erotismo desvincula o sexo do compromisso social. Esse é o clima que deve prevalecer nas relações sexuais. Cada um de nós deve escolher e vivenciar os tipos de carícia – consentida – que mais lhe agradarem; cada um de nós deve ser livre para (re)direcionar os interesses eróticos da forma como bem nos aprouver. Só assim os rótulos se tornarão descabidos e desnecessários, e em vez de falarmos em hétero, homo, bissexualidade etc. falaremos em sexualidade.

“Minha proposta é de um mundo sem preconceitos (não só os de natureza sexual) no qual o sexo fosse verdadeiramente lúdico. Isso significaria tratá-lo como uma brincadeira em que não cabem cobranças, preocupações com o desempenho ou medo de fracasso, e na qual podemos considerar que tudo que é de consentimento recíproco é também legítimo”, afirma o psicoterapeuta.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1330/SEXUALIDADE+SEM+FRONTEIRAS

 

FLÁVIO GIKOVATE PARTICIPA DO BATE-PAPO UOL

O psicoterapeuta Flávio Gikovate participou no dia 26 de julho do Bate-Papo UOL.  Ele conversou com os internautas sobre o livro Sexualidade sem fronteiras (MG Editores) e responderá questões sobre liberdade sexual. Assista à entrevista na íntegra:
http://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2013/07/26/psiquiatra-diz-que-epidemia-do-sexo-casual-tem-prazo-de-validade.htm

A revolução sexual iniciada no século XX ampliou o debate em torno da sexualidade, mas a verdade é que avançamos pouco nesse campo da existência humana. Na sociedade em que impera o consumo e a vaidade, homens e mulheres se perderam. A preocupação com o desempenho sexual, o número de relações por semana, a quantidade de orgasmos, a competência, a exuberância, o jogo de poder da sedução, em rotular quem é hétero e quem é homo, pauta a vida da maioria das pessoas. Esquecemos o trivial: liberdade e obrigação definitivamente não combinam quando o assunto é sexo. No livro, Gikovate põe de lado velhos pontos de vista e crenças, fruto da tradição religiosa e dos preconceitos mais tradicionais, e traz para o centro do debate as variáveis que interferem na vida sexual.

O primeiro passo nessa jornada de volta à evolução é entender que o caráter lúdico do erotismo desvincula o sexo do compromisso social. Esse é o clima que deve prevalecer nas relações sexuais. Cada um de nós deve escolher e vivenciar os tipos de carícia – consentida – que mais lhe agradarem; cada um de nós deve ser livre para (re)direcionar os interesses eróticos da forma como bem nos aprouver. Só assim os rótulos se tornarão descabidos e desnecessários, e em vez de falarmos em hétero, homo, bissexualidade etc. falaremos em sexualidade.

“Minha proposta é de um mundo sem preconceitos (não só os de natureza sexual) no qual o sexo fosse verdadeiramente lúdico. Isso significaria tratá-lo como uma brincadeira em que não cabem cobranças, preocupações com o desempenho ou medo de fracasso, e na qual podemos considerar que tudo que é de consentimento recíproco é também legítimo”, afirma o psicoterapeuta.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1330/SEXUALIDADE+SEM+FRONTEIRAS

 

AUTOR DO LIVRO “MUITO ALÉM DO ARCO-ÍRIS” DÁ ENTREVISTA AO SITE IG

Em entrevista ao site IGay, o psicólogo Klecius Borges, autor do livro Muito além do arco-íris, que acaba de ser lançado pelas Edições GLS, fala sobre o comportamento do personagem Félix, da novela Amor à vida, da TV Globo, e sobre o seu livro. Leia a íntegra: http://goo.gl/pPpRw

Será que os casais homossexuais têm os mesmos problemas de relacionamentos que os casais heterossexuais? As mesmas dúvidas, os mesmos dilemas, as mesmas preocupações? Para o autor, a resposta é simples: não. Pioneiro na aplicação da terapia afirmativa no Brasil – modalidade psicoterápica que se ocupa especificamente das questões comuns enfrentadas por esse público –, ele afirma que as questões sobre relacionamento estão no topo da lista dos assuntos levados ao consultório.

O que falta para esse público, segundo ele, é informação, já que são raras as referências ou representações sobre a natureza dessas relações.

No livro Muito além do arco-íris, Borges começa a corrigir essa escassez de informação. Apresentando uma seleção de casos tratados de uma perspectiva não heternormativa, ele aborda assuntos como autoaceitação, visibilidade social, homofobia e preconceito, abrindo caminho para a autorreflexão e a transposição de barreiras na busca de uma vida mais equilibrada e feliz.

“Por mais que certas questões relacionais sejam comuns a todos os indivíduos, afirmar que casais são casais, não importando sua orientação e identidade sexual, é no mínimo um reducionismo. Para mim, essa atitude é inaceitável”, diz Klecius.  Segundo ele, essa afirmação desconsidera as dinâmicas psíquicas e sociais envolvidas nas vivências e experiências de indivíduos e casais submetidos a uma cultura não apenas heteronormativa, mas muitas vezes opressora e dominada, ainda hoje, por práticas e atitudes fortemente discriminatórias.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1338/Muito+al%C3%A9m+do+arco-%C3%ADris

“SEXO 2.0”: REPORTAGEM DA FOLHA DE S.PAULO FAZ RESUMO DA SABATINA COM FLÁVIO GIKOVATE

O caderno Equilíbrio, publicado pela Folha de S.Paulo nesta terça-feira (30 de abril), deu destaque para o livro Sexualidade sem fronteiras (MG Editores). A reportagem, intitulada “Sexo 2.0”, faz um resumo da sabatina que o psicoterapeuta Flávio Gikovate participou na semana passada. Veja a íntegra: http://goo.gl/eQ1sm.

No livro Sexualidade sem fronteiras, Gikovate põe de lado velhos pontos de vista e crenças, fruto da tradição religiosa e dos preconceitos mais tradicionais, e traz para o centro do debate as variáveis que interferem na vida sexual.

O primeiro passo nessa jornada de volta à evolução é entender que o caráter lúdico do erotismo desvincula o sexo do compromisso social. Esse é o clima que deve prevalecer nas relações sexuais. Cada um de nós deve escolher e vivenciar os tipos de carícia – consentida – que mais lhe agradarem; cada um de nós deve ser livre para (re)direcionar os interesses eróticos da forma como bem nos aprouver. Só assim os rótulos se tornarão descabidos e desnecessários, e em vez de falarmos em hétero, homo, bissexualidade etc. falaremos em sexualidade.

“Minha proposta é de um mundo sem preconceitos (não só os de natureza sexual) no qual o sexo fosse verdadeiramente lúdico. Isso significaria tratá-lo como uma brincadeira em que não cabem cobranças, preocupações com o desempenho ou medo de fracasso, e na qual podemos considerar que tudo que é de consentimento recíproco é também legítimo”, afirma o psicoterapeuta.

Gikovate tem-se dedicado com mais afinco nos últimos anos a pensar sobre nossa condição de seres biopsicossociais, ou seja, indivíduos constituídos por ideias e ações tanto biológicas e psicológicas quanto decorrentes da educação e dos valores que recebemos ao longo da vida. “São tantas as variáveis implicadas em nosso futuro, do ponto de vista sexual – variáveis de caráter inato, determinadas pela nossa história de vida e também pelo contexto sociocultural em que vivemos, que tudo pode acontecer. É uma pena que essa liberdade não possa ser exercida, pois quando uma pessoa diz a si mesma ‘Eu sou heterossexual’ ou ‘Eu sou gay’ ela determina e delimita as fronteiras em que vai atuar”, diz.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1330/SEXUALIDADE+SEM+FRONTEIRAS