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    FOLHA DE S.PAULO DESTACA A BIOGRAFIA DE “JOÃO CÂNDIDO”

    O caderno Ilustrada, da Folha de S.Paulo, deu destaque para o livro João Cândido, da coleção Retratos do Brasil Negro (Selo Negro Edições), na coluna Vitrine, neste sábado (23 de outubro).  Conhecido como “Almirante Negro”, João Cândido Felisberto foi o líder da Revolta da Chibata, ocorrida no Rio de Janeiro em 1910. Figura importante na luta por melhores condições na Marinha, esse herói brasileiroClique aqui e saiba mais sobre este livro só teve sua anistia concedida em 2008, 39 anos após sua morte. Fruto de ampla pesquisa, a biografia do jornalista Fernando Granato mostra o lado humano de João Cândido, cuja vida foi marcada por tragédias, perseguições e miséria.

    No dia 22 de novembro de 1910, diante de uma população atônita, tiros de canhão abalaram a cidade do Rio de Janeiro. Liderados por João Cândido Felisberto, marinheiros deram início à Revolta da Chibata, que reivindicava o fim dos castigos físicos na Marinha. Depois de um violento combate, os revoltosos obtêm uma falsa anistia e são perseguidos pelas autoridades – João Cândido em especial. Preso e torturado, ele é internado num manicômio. Nos anos seguintes, enfrenta uma série de mazelas pessoais e familiares, sempre discriminado pela Marinha. Imortalizado no samba “O mestre-sala dos mares”, ele é anistiado postumamente em julho de 2008 – 98 anos depois do início do conflito. Na obra, Granato revela quem foi esse líder negro, que ele considera o primeiro herói do século XX. Exatamente no ano em que a Revolta da Chibata completa 100 anos, a obra resgata a história do “Almirante Negro”, um símbolo da luta contra a opressão no Brasil.

    Resultado de dois anos de pesquisa - nos arquivos da Marinha e da Biblioteca Nacional e em entrevistas com familiares de João Cândido -, o livro pretende iluminar um período pouco conhecido da sua história: a fase que vai de sua absolvição até a sua morte, no Rio de Janeiro, em 1969, aos 89 anos. “A fama de ‘perigoso’ não reflete suas convicções políticas, muito menos encontra respaldo na vida que passa a levar após o fim da revolta”, afirma o autor. Uma época marcada, segundo ele, pela perseguição política, pela penúria e pelas tragédias pessoais. “De marinheiro a trabalhador braçal, recluso e doente, tem a polícia vigilante até mesmo em seu enterro”, complementa.

    Inédito em sua abordagem, a obra traz, em cinco capítulos, a trajetória de João Cândido desde a infância, em Rio Pardo, no interior do Rio Grande do Sul. Filho de ex-escravizados, ele deixa cedo a vida na fazenda e alista-se na Marinha. Ali, ganha experiência viajando pelo Brasil e pelo mundo. Com bom trânsito entre os oficiais e admirado pelos companheiros, o jovem acaba liderando uma das mais importantes rebeliões populares do Brasil.

    Para saber mais sobre o livro, acesse:
    http://www.gruposummus.com.br/detalhes_livro.php?produto_id=1239

    Para conhecer todos os livros da coleção Retratos do Brasil Negro, acesse:
    http://www.gruposummus.com.br/colecao.php?colecao_id=38&colecao=%27Retratos%20do%20Brasil%20negro%27

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