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    INTOLERÂNCIA É FRUTO DA FALTA DE INFORMAÇÃO

    As freqüentes agressões provocadas por homofobia nas grandes cidades revelam uma triste realidade: os jovens estão cada vez menos tolerantes em relação às diferentes formas de sentir e expressar a sexualidade. Por causa dessa intolerância, um homossexual morre assassinado por dia no Brasil. De acordo com o Disque Cidadania Homossexual, de julho até agora, mais de 1,5 mil homossexuais sofreram discriminação. Para o psicólogo Claudio Picazio, um dos maiores especialistas brasileiros em sexualidade juvenil, uma lei mais severa pode coibir episódios como os que ocorreram recentemente em São Paulo, na Av. Paulista. Mas ele acredita também em outra arma poderosa para combater a escalada de violência contra homossexuais: a informação.

    “Em pouco mais dez anos, conheci professores, mães, pais, médicos, e instituições governamentais e não governamentais que trabalham com saúde e educação. Todos procurando lidar com a diversidade sexual e suas implicações. O preconceito, a falta de informação e os chavões que derivam das experiências ou crenças pessoais são a tônica do trabalho desses profissionais. Em geral, as explicações sobre sexualidade são sempre difusas e ligadas a contextos religiosos e à ideia de procriação”, afirma.

    É essencial, segundo Picazio, que se mantenham programas que capacitem essas pessoas para que elas possam, cada uma a seu papel, ampliar o respeito pelos homossexuais. “Notei que, quando pais e professores conseguiam entender a questão, percebendo que a homossexualidade não é um desvio e sim uma outra verdade da expressão da nossa sexualidade, tudo ficava mais claro, tornando mais fáceis a quebra do preconceito e a formação de um novo paradigma.”

    No livro Uma outra verdade – Perguntas e respostas para pais e educadores sobre homossexualidade na adolescência (104 p., R$ 29,90), recém lançado pelas Clique aqui para saber mais sobre este livroEdições GLS, o psicólogo põe em prática seu objetivo de disseminar conhecimento. Na obra, ele responde às dúvidas mais comuns feitas por pais e educadores sobre homossexualidade na adolescência. A homossexualidade é genética? É possível evitar que uma criança se transforme em um adulto homossexual? De que forma o educador deve lidar com a homossexualidade na sala de aula? Como conversar com os pais de adolescentes homossexuais que sofrem preconceito na escola? Sem apelar para explicações fáceis nem recorrer a julgamentos de valor, Picazio responde às dúvidas mais comuns. O objetivo é transmitir ao leitor informações claras e diretas, eliminando o “achismo” e o senso comum, ajudando a combater, assim, qualquer forma de discriminação.

    Explicando o que é preconceito e homofobia, por exemplo, Picazio apresenta dados recentes sobre a homossexualidade. O Brasil é campeão mundial em crimes contra homossexuais. “O triste é constatar que essa violência começa em casa. Muitos pais rejeitam e até expulsam do lar filhos e filhas que não correspondem ao comportamento e ao desejo sexual esperado. A violência física e psicológica torna-se a estrutura de um estigma fragilizado. São enormes a vergonha e o preconceito internalizados em um gay que conviveu com essa atitude familiar”, diz.

    O índice de suicídios na adolescência é três vezes maior no caso de homossexuais. “Em minha experiência clínica, atendi um casal de pais cujo filho cometera suicídio e havia deixado um bilhete com os seguintes dizeres: ‘Desculpa pai, mãe, não quero decepcionar vocês. Sou homossexual e isso magoaria muito vocês. Beijos’. Nenhum pai, nenhuma mãe, acredito, gostaria de ver essa cena; mas, infelizmente, profetizam tal ação quando dizem alto e bom som que prefeririam um filho morto a um homossexual.”

    Para eliminar preconceitos, segundo Picazio, temos inicialmente de procurar respostas científicas acuradas e adquirir informação. Em segundo lugar, é preciso estar aberto para reorganizar valores e crenças. “Criticar aquilo que, para nós, estava certo não é tarefa fácil nem confortável. As certezas e convicções ficam registradas em nossa história, e transformá-las significa mudar todo um modo de ver o mundo e se relacionar com ele”, conclui.

    Para saber mais sobre o livro, acesse: http://www.gruposummus.com.br/detalhes_livro.php?produto_id=1238

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