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    O ESTADO DE S.PAULO DESTACA O LIVRO “TRIÂNGULO ROSA”

    O caderno Aliás, publicado pelo jornal O Estado de S.Paulo neste domingo, 10 de abril, deu amplo destaque para o lançamento do livro Triângulo rosa – Um homossexual no campo de concentração nazista, da Mescla Editorial. O correspondente do jornal, Andrei Netto, entrevistou os autores Rudolf Brazda e Jean-Luc Schwab, em Mulhouse, na França. Com a matrícula 7952, Rudolf ficou preso no campo de concentração de Buchenwald de 1942 a 1945.  O livro conta em detalhe essa história. Sustentado por um rigoroso trabalho de pesquisa, Rudolf se abre num depoimento marcado pela dor e pela esperança de quem sobreviveu aos horrores do nazismo.

    Leia a matéria na íntegra no final desta nota.

    Clique aqui e saiba mais sobre este lvroEm 2008, aos 95 anos, Rudolf Brazda decidiu sair do anonimato. Após a inauguração de um monumento às vítimas homossexuais do nazismo em Berlim, na Alemanha, ele pôs fim a longos anos de silêncio. Surgia, então, aos olhos do mundo, o último sobrevivente conhecido dos quase dez mil homossexuais que estiveram nos campos de concentração nazista. Identificados como “triângulos-rosa”, milhares de gays foram caçados pelo regime de Hitler, embora até pouco tempo se negasse essa perseguição sistemática.

    A vida de Rudolf seguia seu curso agitada ao sabor dos imprevistos históricos e políticos de uma Europa em plena transformação. Nascido de pais tchecos no vilarejo de Brossen, perto Leipzig, na Alemanha, tinha apenas 20 anos quando os nazistas tomaram o poder. Definida a sua orientação sexual, ele viveu tranquilo nos primeiros anos de 1930. Em 1935, no entanto, o novo regime endureceu a lesgislação contra os homossexuais, reforçando os termos do parágrafo 175 do código penal. Começava, assim, o cadastramento de gays na Central do Reich. O objetivo: reprimir a homossexualidade. De acordo com as estimativas da época, em torno de cem mil pessoas foram fichadas, entre elas Rudolf e seus amigos.        

    Com a ascensão do nazismo, o período de relativa tolerância para com os homossexuais chegou ao fim. As investigações se multiplicavam para encontrar conhecidos ou presumidos. Rapidamente chegaram a Rudolf, que foi preso em 1937 sob a acusação de “luxúria antinatural”. Depois de seis meses de detenção, acabou expulso do território alemão e decidiu ir para a Tchecoslováquia – que, do ponto de vista do direito, ainda era a sua pátria. Em Karlsbad, Rudolf esperava retomar a vida. Porém, em 1938, o regime de Hitler atravessou o seu caminho mais uma vez. Com a anexação da província dos Sudetos – onde fica Karlsbad  –pelos nazistas,  as leis alemãs passaram a ser aplicadas com rigor. Em pouco tempo, Rudolf foi preso novamente e condenado a 14 meses de prisão.

    Para saber mais sobre o livro, acesse:
    http://www.gruposummus.com.br/detalhes_livro.php?produto_id=1256

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