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    FOLHA DE S.PAULO DESTACA O LIVRO “A LEGIÃO NEGRA”

     Em reportagem especial sobre a Revolução Constitucionalista de 1932, a Folha de S. Paulo publicou nesta segunda-feira, dia 9/7, entrevista com o autor do livro A Legião Negra (Selo Negro Edições), o jornalista Oswaldo Faustino. A reportagem, intitulada “Soldados negros que lutaram por SP são tema de livro”, destaca a importância da participação de negros paulistas no movimento. Romance histórico, a obra aborda uma faceta pouco conhecida da história nacional: a participação voluntária de um grande número de afro-brasileiros na revolução. Veja reportagem: http://goo.gl/CicSq

    Clique aqui esaiba mais sobre este livroEntre julho e outubro de 1932, milhares de paulistas lutaram contra a ditadura de Getulio Vargas, instituída dois anos antes. Entre os objetivos dos revoltosos estavam a promulgação de uma nova Constituição e a deposição de Vargas. Muito já se contou sobre esse episódio, mas Faustino apresenta no livro um ângulo quase inédito do episódio: a brava atuação de uma legião formada, a princípio, por três batalhões voluntários compostos exclusivamente de afrodescendentes.

    A ideia para o livro surgiu quando o ator Milton Gonçalves contou a Faustino que gostaria de fazer um filme sobre a Legião Negra e pediu ao escritor que pesquisasse o assunto. Recorrendo a documentos e publicações de época, obras acadêmicas e entrevistas com familiares dos combatentes, Faustino entrou em contato com a história de personagens reais que, no romance, interagem com os concebidos pelo autor. A pesquisa permitiu-lhe também reconstruir o contexto social, cultural e econômico da São Paulo da década de 1930 – ora em situações conflituosas ora em aparente harmonia se interrelacionavam paulistas quatrocentões, negros, mestiços, imigrantes europeus e migrantes oriundos principalmente de estados do Nordeste. Cada qual com seus costumes e em espaços determinados, é verdade. Aos negros e pardos restavam apenas os cortiços, porões e subúrbios, as rodas de tiririca, o jogo ilegal e os biscates.

    O livro começa apresentando ao leitor o centenário Tião Mão Grande, que nos dias de hoje relembra sua participação, como voluntário, na Revolução de 1932. Sua memória recupera episódios e personagens que mudaram sua vida e a dos paulistas para sempre: alguns reais, como Maria Soldado, empregada doméstica que decidiu engrossar as fileiras revolucionárias; o advogado Joaquim Guaraná Santana e o grande orador Vicente Ferreira; outros fictícios, mas inspirados em arquétipos históricos, como Teodomiro Patrocínio, protegido de uma rica família que de início renega a ascendência africana e a negritude, mas depois se torna um grande líder militar da Legião Negra; Luvercy, jovem negro alistado contra a vontade pelo próprio pai, também combatente de ideais patrióticos; John, um jamaicano foragido dos EUA, que também participava das lutas antirracistas e convivia com pensadores naquele país, como seu conterrâneo Marcus Garvey.

    Para saber mais sobre o livro, acesse:
    http://www.gruposummus.com.br/detalhes_livro.php?produto_id=1273

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