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    ESTADÃO PUBLICA AMPLA ENTREVISTA COM FLÁVIO GIKOVATE

    O jornal O Estado de S. Paulo publicou neste domingo (14/6), no caderno Aliás, ampla reportagem com o psiquiatra Flávio Gikovate, com destaque para o livro O mal, o bem e mais além – Egoístas, generosos e justos (MG Editores). Na reportagem, intitulada “É preciso ser feliz sozinho”, Clique aquie saiba mais sobre este livro.Gikovate afirma que estar inteiro e feliz é uma condição anterior ao encontro amoroso.

    Desde o início da carreira, Gikovate dedica-se essencialmente ao trabalho de psicoterapeuta. Escrever foi uma forma de transferir conhecimento e ajudar pessoas a entrar num ciclo de evolução. Ele é conhecido por abordar de forma original, sem subtrair a importância teórica do seu trabalho, as questões e problemas que afligem os relacionamentos pessoais e interpessoais.

    E faz isso com muito prazer. Em 1977, foi convidado pela revista Capricho para escrever sobre sexo e amor. Seu primeiro artigo, no auge do lema sexo, drogas e rock’n’roll, ele já separava sexo de amor. Em 1979, ele deu uma entrevista de 11 páginas para a revista Playboy, ao então jornalista Ruy Castro. A reportagem estarreceu muita gente. De 1980 a 1984, assinou uma coluna semanal sobre comportamento no jornal Folha de S.Paulo, e de 1987 a 1999, uma página mensal na revista Claudia.

    As questões sobre sexualidade e amor sempre atraíram Gikovate. Por isso, foi um dos pioneiros no Brasil a publicar trabalhos nessas áreas. Seu primeiro livro, lançado em 1975, é um clássico. E nesses mais de 31 anos de vida como escritor, a sua maior preocupação é manter a coerência de pensamento e de argumentação.

    “Eu escrevo o que vivo na prática. E não há melhor material de observação do que o comportamento das pessoas. Não invento fórmulas. Meu objetivo é levar conhecimento, com base em anos de experiência e estudos. Se isso é auto-ajuda, então escrevo livros de auto-ajuda. Não tenho medo de rótulos. O meu respaldo não é acadêmico. Ele vem do público, que compra os meus livros e gosta do que lê”, afirma.


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