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    HAPPY HOUR, DA GNT, ENTREVISTA FLAVIO GIKOVATE NESTA TERÇA

    O psicoterapeuta Flávio Gikovate participa nesta terça-feira, dia 20 de julho, do programa Happy Hour, da GNT.  A apresentadora Astrid Fontenelle bate-papo com os convidados sobre inteligência emocional. Para falar do tema, Gikovate dará destaque para o livro O mal, o bem e mais além (MG Editores). Na obra, ele mostra que as duas posturas — a do generoso e a do egoísta — derivam da imaturidade emocional e defende a categoria dos “justos” como ponto de equilíbrio e de evolução.


    “Cada vez foi ficando mais claro para mim que a humanidade se divide nesses dois grupos em todos os aspectos: o egoísta, que recebe mais do que dá, e o generoso, que dá mais do que recebe. E que a generosidade não é virtude, mas um falha tão grande quanto o egoísmo”, constata. “O egoísta não tolera frustrações e contrariedades, é mais estourado e agressivo e procura sempre arrumar um jeito de levar vantagem, porque a vida dura não é parte de seu psiquismo. O generoso, por sua vez, não consegue dizer ‘não’ quando solicitado porque não saber lidar com a culpa, sentindo-se envaidecido e superior por conseguir dar mais do que recebe”.


    A máxima de que os opostos se atraem é mais do que verdadeira. Cerca de 95% dos casais, segundo Gikovate, é constituído de opostos, um egoísta e um generoso, que, aparentemente, se combinam muito bem. Mas é aí que vive o perigo: “Uma relação lastreada no antagonismo não pode ser considerada de boa qualidade. Essa dualidade, aceita e legitimada pela sociedade, acaba deteriorando o convívio íntimo e gera conseqüências em outras esferas, refletindo-se, por exemplo, no comportamento dos filhos e até em atitudes de âmbito social e político”.

     

    No livro, Gikovate afirma que o equilíbrio entre o dar e o receber beneficia a todos. Inclusive a sociedade. Superar a intolerância e a incapacidade de lidar com culpa leva à maturidade emocional, a respeitar mais as diferenças e os direitos do outro, sem nenhuma idéia heróica de sacrifício pessoal em favor de nada nem de ninguém. “Parar no ponto justo é a única forma de buscar uma vida afetiva, pessoal, familiar e social mais equilibrada”, ressalta. Por isso, ele diz, o livro se destina a pessoas não preconceituosas, dispostas a refletir fora do tradicional. “O intuito é abrir caminho para a evolução pessoal. E isso é possível em qualquer idade, a qualquer tempo”.


    Para saber mais sobre o livro, acesse: http://www.gruposummus.com.br/detalhes_livro.php?produto_id=912

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