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    ATRIZ ISIS VALVERDE SUGERE A LEITURA DO LIVRO “NÓS, OS HUMANOS”

    Em entrevista à revista Criativa (edição de março), a atriz Isis Valverde afirmou que está lendo o livro “Nós, os humanos” (MG Editores), de Flávio Gikovate. No livro, o psicoterapeuta apresenta uma visãoSaiba mais sobre este liuvro clicando aqui tridimensional do homem, em suas peculiaridades biológicas, psicológicas e sociais. Ele estuda as relações entre amor, sexualidade, vaidade e vícios, mostrando como a razão interfere nos processos sentimentais. Ao final, faz uma proposta de integração, na tentativa de eliminar (ou atenuar) as tensões derivadas do conflito entre a individualidade e os anseios de integração. Leia a reportagem: http://goo.gl/s0bE1

    Investigando as conexões entre amor, sexo, vaidade e vícios, Gikovate demonstra, com grande otimismo, que o antídoto para tanto sofrimento está no uso da razão e na capacidade de investir conscientemente na individualidade: “Meu objetivo é esclarecer um pouco melhor a trajetória intelectual que venho percorrendo com base na extensa experiência clínica que acumulei. Pretendo também resgatar uma atitude otimista em relação à nossa condição”, revela o autor.

    O livro reúne seis ensaios – o primeiro deles inédito e os outros publicados na antiga edição de Uma nova visão do amor – abordando as relações entre a razão e as pressões biopsicossociais a que as pessoas se submetem. “Eles complementam minha forma de pensar acerca da condição humana”, afirma o psiquiatra.

    O primeiro ensaio, “Corpo, alma e sociedade”, trata das potencialidades do cérebro. O autor mostra que as pessoas estão presas a valores e regras sociais que as impedem de ter uma vida plena.

    O último, “Do que somos capazes”, oferece uma visão otimista do futuro, desde que as pessoas invistam em sua individualidade para ter uma vida social e amorosa satisfatória. O autor trata também das dualidades instintivas:  “Vejo a dualidade como derivada de um impulso para a vida e outro, antivida, que vem da nostalgia da harmonia uterina. Essa nostalgia é utópica e tola e pode ser combatida”, afirma.

    Os outros quatro ensaios falam das relações entre o amor e o sexo, a vaidade, os vícios e a razão. “Amor e sexo” explica que esses dois componentes não estão sempre interligados, como reza o senso comum. Em “Amor e vaidade”, ele demonstra que um dos ingredientes mais destrutivos envolvidos na relação amorosa é a vaidade, mesmo que não seja percebida pelos parceiros. “Amor e vícios” reafirma a ideia do autor de que o amor romântico funciona da mesma forma que as substâncias que provocam dependência. “Amor e razão”, por sua vez, sustenta o ponto de vista de que o amor pleno é aquele mais próximo da amizade, sem vínculos doentios entre as pessoas.

    Para saber mais sobre o livro, acesse:
    http://www.gruposummus.com.br/detalhes_livro.php?produto_id=1176

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