PAULA PFEIFER AUTOGRAFA O LIVRO “NOVAS CRÔNICAS DA SURDEZ” NA LIVRARIA DA TRAVESSA, NO RIO

A Plexus Editora e Livraria da Travessa (Ipanema – Rio de Janeiro) promovem no dia 29 de abril, quarta-feira, às 19h, a noite de autógrafos do livro Novas crônicas da surdez. A autora Paula Pfeifer recebe aos convidados na livraria, que fica Rua Visconde de Pirajá, 572 – Ipanema, Rio de Janeiro.

Milhares de pessoas no mundo sabem o que significa ter um ouvido biônico. A gaúcha Paula Pfeifer é uma delas. Ela é surda oralizada: começou a perder a audição na infância até chegar à surdez bilateral profunda aos 31 anos, quando decidiu investigar a possibilidade de fazer um implante coclear para voltar a ouvir. A jornada em direção ao som foi cheia de altos e baixos. No livro, a escritora retrata com sinceridade os melhores e os piores momentos desse caminho – da decisão de fazer a cirurgia aos meses seguintes à ativação dos eletrodos.

“A cirurgia me proporcionou o reencontro comigo mesma e com uma infinidade de emoções e sentimentos que precisaram ser adormecidos com o passar dos anos”, conta a autora.

A publicação do primeiro livro (Crônicas da Surdez, também da Plexus Editora) mudou completamente a vida da gaúcha de Santa Maria (RS). “Minha vontade de desmitificar a surdez só crescia e o universo começou a conspirar a meu favor para que isso acontecesse”, recorda-se Paula. Com a grande repercussão da obra vieram os convites para falar em público e, a partir daí, uma sucessão de pequenas coincidências que culminaram com a realização do implante. “A melhor coisa que já fiz até hoje”, afirma.

Nessa nova obra, Paula fala sobre a sua opção pelo som e compartilha as suas vivências. É a história de uma pessoa que nasceu ouvinte e ficou surda, trajetória essa muito diferente da de pessoas que já nasceram sem ouvir e não conheceram o som. É um relato humano sobre impressões, descobertas, sentimentos, medos e angústias durante a jornada que teve início em 2013 e seguirá até o fim dos seus dias.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/9788585689940

Novas cronicas da surdez

‘O SOM DO RENASCER’

A Revista Donna, encarte do jornal Zero Hora, deu destaque para o livro Novas crônicas da surdez, de Paula Pfeifer, que acaba de ser lançado pela Plexus Editora. Na reportagem, Paula conta como foi o processo de adaptação ao implante coclear. “Foi uma mudança muito radical. Passei 15, 20 anos me educando para ser deficiente e, de repente, passei a ouvir”, conta. Clique para ler a matéria na íntegra: http://goo.gl/oesql5

Milhares de pessoas no mundo sabem o que significa ter um ouvido biônico. A gaúcha Paula Pfeifer é uma delas. 60094Ela é surda oralizada: começou a perder a audição na infância até chegar à surdez bilateral profunda aos 31 anos, quando decidiu investigar a possibilidade de fazer um implante coclear para voltar a ouvir. A jornada em direção ao som foi cheia de altos e baixos. No livro Novas crônicas da surdez – Epifanias do implante coclear, lançamento da Plexus Editora, a escritora retrata com sinceridade os melhores e os piores momentos desse caminho – da decisão de fazer a cirurgia aos meses seguintes à ativação dos eletrodos.

“A cirurgia me proporcionou o reencontro comigo mesma e com uma infinidade de emoções e sentimentos que precisaram ser adormecidos com o passar dos anos”, conta a autora.

60092A publicação do primeiro livro (Crônicas da Surdez, também da Plexus Editora) mudou completamente a vida da gaúcha de Santa Maria (RS). “Minha vontade de desmitificar a surdez só crescia e o universo começou a conspirar a meu favor para que isso acontecesse”, recorda-se Paula. Com a grande repercussão da obra vieram os convites para falar em público e, a partir daí, uma sucessão de pequenas coincidências que culminaram com a realização do implante. “A melhor coisa que já fiz até hoje”, afirma.

Nessa nova obra, Paula fala sobre a sua opção pelo som e compartilha as suas vivências. É a história de uma pessoa que nasceu ouvinte e ficou surda, trajetória essa muito diferente da de pessoas que já nasceram sem ouvir e não conheceram o som. É um relato humano sobre impressões, descobertas, sentimentos, medos e angústias durante a jornada que teve início em 2013 e seguirá até o fim dos seus dias.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1410/Novas+cr%C3%B4nicas+da+Surdez

 

FÁTIMA BERNARDES E LEDA NAGLE ENTREVISTAM AUTORA DO LIVRO “CRÔNICAS DA SURDEZ”

60092A gaúcha Paula Pfeifer, autora do livro Crônicas da surdez (Plexus Editora), participa nesta terça-feira, dia 21, dos programas Encontro com Fátima Bernardes (TV Globo) e Sem Censura (TV Brasil), respectivamente às 10h40 e 16h. No domingo (20), o jornal O Globo publicou ampla reportagem destacando o livro e a história de Paula. Leia na íntegra a matéria intitulada “Com humor e emoção, deficiência invisível virá crônicas e livro”: http://goo.gl/iZDrIT

O livro traz um relato franco e arrebatador sobre experiências e descobertas em meio às dificuldades e às agruras da surdez. Temas como preconceito, tecnologia, mercado de trabalho e bullying são apresentados de forma leve, sem julgamentos, permitindo aos deficientes auditivos, a seus familiares e a profissionais de saúde refletir sobre o cotidiano e sobre a capacidade de superação inerente a todos nós.

Funcionária pública em Santa Maria (RS), Paula nunca se deixou rotular. Claro que, ao receber o diagnóstico de deficiência auditiva bilateral neurossensorial progressiva na adolescência, ficou abalada. Depois da negação, veio a necessidade de saber mais, de conhecer o problema e de encontrar maneiras de superar os obstáculos. Em 2003, formou-se em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Santa Maria e fez seu trabalho de graduação sobre a escolha da modalidade linguística pelas famílias de crianças com deficiência auditiva. Era o primeiro passo para desvendar esse universo.

Apaixonada por viagens, Paula coleciona carimbos no passaporte. Em uma de suas investidas em terras longínquas, teve a ideia de escrever. Em 2007, criou o blogue Sweetest Person, que trata de moda, beleza, maquiagem e literatura. Em pouco tempo, o espaço ganhou milhares de fãs. Foi o impulso de que precisava para, em 2010, dar o segundo passo. Também com milhares de acessos, inclusive de países como Portugal, Alemanha, Espanha, Estados Unidos e Argentina, o blogue Crônicas da Surdez já foi notícia em importantes jornais e revistas brasileiros. “Foi com a criação desse canal que me dei conta da quantidade de pessoas que têm vivenciado a surdez presas numa bolha de solidão e falta de conhecimento”, afirma Paula.

Para saber mais sobre o livro, acesse: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1328/Cr%C3%B4nicas+da+surdez

PREFEITURA RESTRINGE ACESSO A REMÉDIO PARA CRIANÇAS HIPERATIVAS

Uma portaria da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo restringiu a distribuição na rede pública de um remédio indicado para crianças e adolescentes hiperativos ou com deficit de atenção.

O metilfenidato, mais conhecido pelas marcas Ritalina e Concerta, é usado no tratamento do TDAH (Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade) e virou alvo de uma discussão mundial sobre seu consumo abusivo.

Por ser um estimulante, há relatos inclusive de seu uso para fins recreativos por adultos, misturado ao álcool.

Para a prefeitura, a norma que entrou em vigor no mês passado disciplina a prescrição do medicamento e tenta evitar seu uso desnecessário.

Já a ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), que elabora um manifesto contrário à medida, diz que ela burocratiza o acesso à droga no SUS e pune as crianças pobres que precisam dela.

Antes, bastava o médico avaliar o jovem e prescrever a medicação em receituário especial amarelo (para substância psicotrópica).

Agora, uma equipe multidisciplinar (formada por médico, psicólogo entre outros) da secretaria deverá avaliar a criança, pedir exames e preencher formulário com dados sobre sua saúde física e psicossocial, situação escolar e familiar, entre outros.

No caso de paciente de instituições vinculadas ao SUS, o formulário ainda terá que passar pelo crivo da Coordenadoria Regional de Saúde.
“Só há duas explicações para essa portaria: ou foi feita por falta de conhecimento científico ou é uma questão ideológica para economizar medicamento”, afirma o psiquiatra Antonio Geraldo da Silva, presidente da ABP.

O médico José Ruben de Alcântara Bonfim, da assistência farmacêutica da Secretaria da Saúde da gestão Fernando Haddad (PT), diz que em nenhum momento a portaria visa diminuir custos. Por ano são distribuídos 700 mil comprimidos do remédio na rede pública paulistana.

Bonfim afirma que a portaria tem fundamento científico e visa a segurança do paciente. “Não é só prescrever a medicação. Precisamos ser criteriosos e acompanhar de perto essas crianças”, diz.

Silva, da ABP, também critica o fato de a portaria tirar do médico a primazia da prescrição do medicamento, que agora envolverá uma equipe. “A prescrição é única e exclusiva do médico”, diz.

Bonfim discorda. “O médico não deixará de participar, mas a decisão tem que ser compartilhada com a equipe, com psicólogos, com a família, com a escola.”

O psicanalista Paulo Schiller aprovou a nova portaria. “O medicamento está sendo usado de maneira indiscriminada. O diagnóstico não leva em conta a família, a escola, o ambiente onde a criança vive. Baseia-se só num conjunto de sinais e sintomas.”

Para ele, existe hoje uma pressão grande da indústria farmacêutica para a venda desses medicamentos.

Já o psiquiatra Rodrigo Bressan, professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), discorda que haja excesso de diagnóstico de TDHA no Brasil. “Há um subdiagnóstico. Muita criança abandona a escola por causa do transtorno. Precisamos de bons médicos para prescrever às pessoas certas.”

 

Matéria de CLÁUDIA COLLUCCI, publicada originalmente na Folha de S.Paulo em 15/07/2014 . Para lê-la na íntegra, acesse: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/07/1486061-prefeitura-restringe-acesso-a-remedio-para-criancas-hiperativas.shtml

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Se interessa pelo assunto? Conheça o livro Hiperatividade, da Plexus Editora:
60074HIPERATIVIDADE
Como ajudar seu filho
Autora: Maggie Jones

Livro precioso para pais de crianças que sofrem desse aflitivo distúrbio. A autora fornece informação essencial sobre tratamentos convencionais, tratamentos alternativos, alimentação e dietas adequadas, cuidados específicos para as diversas idades. Mostra os passos práticos que os pais podem dar para compreender, apoiar e cuidar da criança, possibilitando à família inteira progredir de forma positiva.

 

CRIANÇAS SURDAS USAM A VIBRAÇÃO DO SOM PARA TOCAR INSTRUMENTOS MUSICAIS

Com olhos atentos ao maestro, João Pedro dos Santos, 12, bate no surdo (o maior tambor das escolas de samba) com a precisão de um relógio. Não erra uma só vez.

Assim que o ensaio da banda acaba, eu logo me apresento e falo que gostaria de entrevistá-lo. Só havia me esquecido de uma coisa: João é surdo. Não escuta nada desde pequeno por causa de uma meningite -um tipo de infecção.

João e mais nove garotos da banda Música do Silêncio são deficientes auditivos. Eles são os responsáveis pelo tambores do grupo e dificilmente perdem o ritmo da música, como se pudessem escutá-la.

“É fácil. Não preciso ouvir. Eu sinto a música aqui dentro”, gesticula João, apontando para o peito.

Uma professora que escuta normalmente funcionou como intérprete entre a reportagem e os garotos.

Isso porque a comunicação entre surdos acontece em libras (Língua Brasileira de Sinais), em que são usados gestos para expressar palavras ou frases.

Emily Siqueira, 11, também faz parte do grupo. Ela nasceu surda e, em 2010, decidiu que queria aprender música. “Gostei de aprender o hino nacional. Primeiro aprendi a letra em libras. Depois senti a música na pele”, conta a menina.

À primeira vista, pode parecer que a música não faz parte do universo silencioso de quem não ouve. Mas nada impede a prática de instrumentos.

“Eles sentem a vibração das canções no corpo”, diz Fábio Bonvenuto, maestro da banda, que é formada por estudantes de escolas municipais de São Paulo. A iniciativa rendeu até um convite para apresentações em Portugal nesta semana.

PANDEIRO

Segundo Saul Cypel, professor da Faculdade de Medicina da USP, a música pode ajudar no desenvolvimento das crianças. “Além de estimular o corpo, ela melhora a autoestima. O deficiente passa a não se sentir estranho.”

Gabriel Vilela, 11, é surdo desde que nasceu. Ele batuca em um pandeiro para mostrar o que aprendeu nas aulas de música no projeto Guri, em Vinhedo (a 79 km de SP). Mas a vitória é outra. “Às vezes, vou sozinho de ônibus para o curso”, diz em libras.

 

Matéria de Bruno Molinero publicada originalmente na Folha de S.Paulo em 28/09/2013. Para lê-la na íntegra, acesse: http://www1.folha.uol.com.br/folhinha/2013/09/1348605-criancas-surdas-usam-a-vibracao-do-som-para-tocar-instrumentos-musicais.shtml

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Quer se aprofundar no assunto? Conheça “A musicalidade do surdo”, de Nadir Haguiara-Cervellini:

A MUSICALIDADE DO SURDO
Representação e estigma
Nadir Haguiara-Cervellini
PLEXUS EDITORIAL
Há muitos anos a autora vem desenvolvendo pesquisas sobre a possibilidade do surdo ser, também, um ser musical. Na sua dissertação de mestrado mostrou que o surdo poderia ser privilegiado com a música ao invés de privado dela por “não ouvir”. Este livro é uma adaptação de sua tese de doutorado, trabalhando de forma mais ampla seu tema predileto: vai para os conceitos de representação e estigma usando a atividade musical para defini-los.

 

HOJE, 26 DE SETEMBRO, É DIA NACIONAL DO SURDO

No dia 26 de setembro, a Comunidade Surda Brasileira comemora o Dia Nacional do
Surdo, data em que são relembradas as lutas históricas por melhores condições de vida,
trabalho, educação, saúde, dignidade e cidadania. A Federação Mundial dos Surdos já celebra o Dia do Surdo internacionalmente a cada 30 de setembro. No Brasil, o dia 26 de setembro é celebrado devido ao fato desta data lembrar a inauguração da primeira escola para Surdos no país em 1857, com o nome de Instituto Nacional de Surdos Mudos do Rio de Janeiro, atual INES- Instituto Nacional de Educação de Surdos.

(extraído da Cartilha do Dia dos Surdos/Feneis-Federação Nacional
de Educação e Integração dos Surdos)

Conheça algumas obras da Plexus sobre surdez:


CRÔNICAS DA SURDEZ

Paula Pfeifer
Nesta obra, Paula Pfeifer discute um assunto que, por vezes, se torna tabu: a deficiência auditiva, que tanto afeta a comunicação e a interação humanas. Porém, a autora passa longe da autocomiseração e mostra que os surdos podem e devem levar uma vida feliz, independente e produtiva.


CIDADANIA, SURDEZ E LINGUAGEM
Desafios e realidades
Zilda Maria GesueliSamira KauchakjeIvani Rodrigues Silva
O livro trata de uma das pricipais questões que se tem ao lidar com o indivíduo surdo: o papel da língua de sinais no contexto ensino-aprendizagem. Em decorrência do fato de a língua ser imprescindível para que o surdo possa se constituir como sujeito do mundo, são discutidas questões relativas à família e à comunidade, trazendo contribuições para a compreensão da proposta de ensino bilíngüe para sujeitos surdos.
 

                                        CONSTRUÇÃO DE SENTIDOS NA ESCRITA DO ALUNO SURDO
Marília da Piedade Marinho Silva
Discute a questão da linguagem na educação do surdo, com base nas proposições de Vygotsky e Bakhtin, tomando como foco para a análise de redações de surdos os aspectos coesivos e o sentido do texto por meio dos enunciados e da continuidade temática. Percebe-se a interferência da LIBRAS, isto é, a condição bilíngüe – oral e de sinais – intervindo na instância interativa dos textos escritos.

 

IDENTIDADE E SURDEZ
O trabalho de uma professora surda com alunos ouvintes
Marília da Piedade Marinho Silva
Este livro descreve como uma professora portadora de surdez profunda se constrói como interlocutora de alunos ouvintes na pós-alfabetização. Utilizando referenciais teóricos de diferentes disciplinas, a autora constrói um estudo multidisciplinar sociocultural extremamente rico para os profissionais de fonoaudiologia e educação especial.

 

COMO BRINCAM AS CRIANÇAS SURDAS
Daniele Nunes Henrique Silva
O brincar, fonte promotora do desenvolvimento da criança, é a melhor forma de conhecermos os seus processos mentais, refinados com a mobilização da imaginação, da cognição e do afeto. E este é o tema que a autora há muito tempo estuda, trazendo agora ao leitor suas constatações da importância da relação entre a linguagem e o brincar. Suas reflexões mostram a riqueza da atividade infantil vista nos enunciados recriados no jogo imaginário que estão vinculados a cenas realmente vividas e observadas; essas relações compõem o tema central com ênfase nas possibilidades imaginativas da criança surda.

 

 

JORNAL EXTRA – RJ DESTACA O LIVRO “CRÔNICAS DA SURDEZ”

A edição de domingo, 18 de agosto, do jornal Extra, que é veiculado no Rio de Janeiro, deu destaque para o livro Crônicas da surdez (Plexus Editora), da gaúcha Paula Pfeifer. A reportagem intitulada “Viva bem com a surdez: gaúcha que mantém blog sobre deficiência auditiva é exemplo para outros surdos”, mostra que apesar das dificuldades impostas pela doença, a autora não perde o bom humor e virou exemplo de que a perda da audição não é impedimento para a felicidade. Confira o texto na íntegra: http://goo.gl/Ws5KIq.

“A surdez não é homogênea.” Essa é a lição mais importante que Paula aprendeu quando decidiu enfrentar o desafio de desvendar, aceitar e entender a deficiência auditiva. Sim, nem todo surdo é mudo ou usa necessariamente a Língua Brasileira de Sinais. Existem diferentes graus e tipos de surdez e diversas formas de comunicação. Paula é surda oralizada: usa aparelho, se comunica pela fala e precisava contar sua história para ajudar as pessoas que estão descobrindo a surdez agora. O livro traz um relato franco e arrebatador sobre experiências e descobertas em meio às dificuldades e às agruras da surdez. Temas como preconceito, tecnologia, mercado de trabalho e bullying são apresentados de forma leve, sem julgamentos, permitindo aos deficientes auditivos, a seus familiares e a profissionais de saúde refletir sobre o cotidiano e sobre a capacidade de superação inerente a todos nós.

Funcionária pública em Santa Maria (RS), Paula nunca se deixou rotular. Claro que, ao receber o diagnóstico de deficiência auditiva bilateral neurossensorial progressiva na adolescência, ficou abalada. Depois da negação, veio a necessidade de saber mais, de conhecer o problema e de encontrar maneiras de superar os obstáculos. Em 2003, formou-se em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Santa Maria e fez seu trabalho de graduação sobre a escolha da modalidade linguística pelas famílias de crianças com deficiência auditiva. Era o primeiro passo para desvendar esse universo.

Apaixonada por viagens, Paula coleciona carimbos no passaporte. Em uma de suas investidas em terras longínquas, teve a ideia de escrever. Em 2007, criou o blogue Sweetest Person, que trata de moda, beleza, maquiagem e literatura. Em pouco tempo, o espaço ganhou milhares de fãs. Foi o impulso de que precisava para, em 2010, dar o segundo passo. Também com milhares de acessos, inclusive de países como Portugal, Alemanha, Espanha, Estados Unidos e Argentina, o blogue Crônicas da Surdez já foi notícia em importantes jornais e revistas brasileiros. “Foi com a criação desse canal que me dei conta da quantidade de pessoas que têm vivenciado a surdez presas numa bolha de solidão e falta de conhecimento”, afirma Paula.

Para saber mais sobre esse livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1328/CR%C3%94NICAS+DA+SURDEZ

 

REVISTA VOGUE DESTACA O LIVRO “CRÔNICAS DA SURDEZ”

A edição de maio da revista Vogue Brasil deu destaque para o livro Crônicas da Surdez, da Plexus Editora. Na reportagem, intitulada “Felicidade à prova de som”, a autora Paula Pfeifer conta como foi sua adaptação à nova vida e porque escondeu a deficiência por anos. Leia a íntegra: http://goo.gl/qrW5k.

“A surdez não é homogênea.” Essa é a lição mais importante que Paula aprendeu quando decidiu enfrentar o desafio de desvendar, aceitar e entender a deficiência auditiva. Sim, nem todo surdo é mudo ou usa necessariamente a Língua Brasileira de Sinais. Existem diferentes graus e tipos de surdez e diversas formas de comunicação. Paula é surda oralizada: usa aparelho, se comunica pela fala e precisava contar sua história para ajudar as pessoas que estão descobrindo a surdez agora.

No livro, ela traz um relato franco e arrebatador sobre experiências e descobertas em meio às dificuldades e às agruras da surdez. Temas como preconceito, tecnologia, mercado de trabalho e bullying são apresentados de forma leve, sem julgamentos, permitindo aos deficientes auditivos, a seus familiares e a profissionais de saúde refletir sobre o cotidiano e sobre a capacidade de superação inerente a todos nós.

Funcionária pública em Santa Maria (RS), Paula nunca se deixou rotular. Claro que, ao receber o diagnóstico de deficiência auditiva bilateral neurossensorial progressiva na adolescência, ficou abalada. Depois da negação, veio a necessidade de saber mais, de conhecer o problema e de encontrar maneiras de superar os obstáculos. Em 2003, formou-se em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Santa Maria e fez seu trabalho de graduação sobre a escolha da modalidade linguística pelas famílias de crianças com deficiência auditiva. Era o primeiro passo para desvendar esse universo.

Apaixonada por viagens, ela coleciona carimbos no passaporte. Em uma de suas investidas em terras longínquas, teve a ideia de escrever. Em 2007, criou o blogue Sweetest Person, que trata de moda, beleza, maquiagem e literatura. Em pouco tempo, o espaço ganhou milhares de fãs. Foi o impulso de que precisava para, em 2010, dar o segundo passo. Também com milhares de acessos, inclusive de países como Portugal, Alemanha, Espanha, Estados Unidos e Argentina, o blogue Crônicas da Surdez já foi notícia em importantes jornais e revistas brasileiros. “Foi com a criação desse canal que me dei conta da quantidade de pessoas que têm vivenciado a surdez presas numa bolha de solidão e falta de conhecimento”, afirma a autora.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1328/CR%C3%94NICAS+DA+SURDEZ

ESTADÃO DESTACA O LIVRO “CRÔNICAS DA SURDEZ”

O caderno Divirta-se, encartado no jornal O Estado S. Paulo, publicado nesta sexta-feira, dia 12 de abril, deu destaque para o livro Crônicas da surdez (Plexus Editora), da gaúcha Paula Pfeifer. O artigo, assinado por Ricardo Freira, afirma que é um “livro de auto-ajuda para deficientes auditivos, seus familiares e amigos, mas serve como material educativo para todos nós que ajudamos a estigmatizar o aparelho no ouvido”. Leia a íntegra: http://goo.gl/n9LEM.

Funcionária pública em Santa Maria (RS), Paula nunca se deixou rotular. Claro que, ao receber o diagnóstico de deficiência auditiva bilateral neurossensorial progressiva na adolescência, ficou abalada. Depois da negação, veio a necessidade de saber mais, de conhecer o problema e de encontrar maneiras de superar os obstáculos. Em 2003, formou-se em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Santa Maria e fez seu trabalho de graduação sobre a escolha da modalidade linguística pelas famílias de crianças com deficiência auditiva. Era o primeiro passo para desvendar esse universo.

Apaixonada por viagens, Paula coleciona carimbos no passaporte. Em uma de suas investidas em terras longínquas, teve a ideia de escrever. Em 2007, criou o blogue Sweetest Person, que trata de moda, beleza, maquiagem e literatura. Em pouco tempo, o espaço ganhou milhares de fãs. Foi o impulso de que precisava para, em 2010, dar o segundo passo. Também com milhares de acessos, inclusive de países como Portugal, Alemanha, Espanha, Estados Unidos e Argentina, o blogue Crônicas da Surdez já foi notícia em importantes jornais e revistas brasileiros. “Foi com a criação desse canal que me dei conta da quantidade de pessoas que têm vivenciado a surdez presas numa bolha de solidão e falta de conhecimento”, afirma Paula.

A autora acredita que entender a diversidade desse universo é fundamental para acabar com o preconceito. Sem aparelhos auditivos, ela não ouve quase nada. Ao colocá-los, volta ao mundo dos sons. “Mas isso não me torna menos surda do que ninguém”, afirma. Além disso, ela está inserida em uma sociedade de ouvintes e faz questão de ficar longe das representações estereotipadas acerca da surdez, tais como: “Todo surdo é mudo”, “Todo surdo se comunica pela língua de sinais”, “Todo surdo deve estudar em escola especial”, “Todo surdo precisa de intérprete”.

“Convivo com a surdez, mas não vivo em função dela”, afirma a autora. Para Paula, não existe certo nem errado quando se trata da forma pela qual um surdo escolheu para se comunicar e viver. “Sou a favor do respeito à diversidade de escolha. O que funciona para mim pode não funcionar para outras pessoas e vice-versa”, complementa.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//CR%C3%94NICAS+DA+SURDEZ

LANÇAMENTO DO LIVRO “CRÔNICAS DA SURDEZ”, EM PORTO ALEGRE

Galeria

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Alguns momentos do movimentado lançamento de Crônicas da surdez, de Paula Pfeifer, em 20 de março de 2013, na Livraria Cultura do Bourbon Shopping Country, em Porto Alegre/RS. Um sucesso!